FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 7 de abril de 2009

SIMBOLOS DE PEDOFILIA. ATENÇÃO!!!!!!!!




ATENÇÃO A ESSES SIMBOLOS DE PEDOFILIA
O FBI produziu um relatório sobre pedofilia. Nele estão colocados uma série de símbolos usados pelos pedófilos para se identificar. Os símbolos são, sempre, compostos pela união de 2 semelhantes, um dentro do outro. A forma maior identifica o adulto, a menor a criança. A diferença de tamanho entre elas demonstra a preferência por crianças maiores ou menores.
Homens são triângulos, mulheres corações. Os símbolos são encontrados em sites, moedas, jóias (anéis, pingentes,...) entre outros objetos.
O link abaixo leva a uma copia do relatório onde os símbolos são mostrados. Acho os pedófilos a pior escoria da humanidade e conhecer esses símbolos para poder identificar essas pessoas e o mínimo que podemos fazer. Ao encontrar um símbolo desses, avisar a policia. https://secure.wikileaks.org/leak/FBI-pedophile-symbols.pdf ;




Clique para ampliar
Os triângulos representam homens que adoram meninos (o detalhe cruel é o triângulo mais fino, que representam homens que gostam de meninos bem pequenos); o coração são homens (ou mulheres) que gostam de meninas e a borboleta são aqueles que gostam de ambos. De acordo com a revista, são informações coletadas pelo FBI durantes suas vasculhadas. A idéia dos triângulos e corações concêntricos é a da figura maior envolvendo a figura menor, numa genialidade pervertida de um conceito gráfico. Existe um requinte de crueldade, pois esses seres fazem questão de se exibirem em código para outros, fazendo desses símbolos bijuterias, moedas, troféus, adesivo e o escambau. Infelizmente, é o design gráfico a serviço do mal.

SE VER EM ALGUM LUGAR, DENUNCIE!!!!

A VISÃO PROFÉTICA DE UM PASTOR


Pe Geovane Saraiva

A conferência é devedora a Dom Aloísio pelo muito que fez [...] com sua voz mansa, seu jeito bondoso foi um grande profeta, suas palavras repercutiram em todo o país. (Dom Geraldo Lírio da Rocha)

Dom Aloísio Lorscheider que escolheu como lema episcopal "In cruce salus et vitae" - Na cruz a salvação e a vida, recebeu de Deus um coração manso e humilde como o de Jesus e o Senhor nele também fez maravilhas.

Sua voz suave, sua palavra segura, porém pacífica, dirigida ao pobre ou ao rico e poderoso sempre produziu bons frutos, ao referir-se a esse dom com que o grande pastor foi agraciado, Frei Jorge Hartmann diz: "Esse grande profeta de Deus defendeu a vida, amou e defendeu os pobres, injustiçados e perseguidos. Homem do diálogo, da abertura e do ecumenismo"...

Homem de visão profética, realmente, fundou no Ceará três seminários: Propedêutico, de Filosofia e de Teologia, para melhor qualificar aqueles desejavam a vida sacerdotal; instalou – no antigo prédio onde funcionava o Seminário da Prainha – o ITEP – Instituto Teológico Pastoral do Ceará, voltado especialmente para a formação de leigos, engajados na Igreja, sem esquecer, porém, a formação para o magistério religioso que se passou a ser feito no ICRE – Instituto de Ciências Religiosas. Para formar catequistas, missão até então confiada a católicos de boa vontade criou a Escola Pastoral Catequética – ESPAC.



Tal era a dedicação do Pastor que a despeito de suas múltiplas atividades ainda exerceu o magistério no ITEP até 1992.



Pelo muito que fez pela cultura e o povo cearense recebeu os títulos de: - Cidadão de Fortaleza – concedido pela Câmara Municipal.
- Cidadão do Ceará – concedido pela Assembléia Estadual.
- Doctor honoris causa, concedido pela Universidade Federal do Ceará.
- Doctor honoris causa – concedido pela Universidade Estadual do Ceará.
- Recebeu a Sereia de Ouro pelo Sistema Verdes Mares de Comunicação.
- Recebeu do Governo do Ceará a Medalha de Abolição.

Foi um precursor em nosso Estado na defesa dos oprimidos, fundou o Centro de Defesa dos Direitos Humanos instalado em 05 de Maio de 1982 e fundou as pastorais Operárias e indígenas, criando ainda o Ninho cearense para abrigar as mulheres vítimas da prostituição.

O seu pensamento foi publicado pela Editoras Vozes em 2005 sob o título "Espiritualidade do Padre Diocesano" e no ano seguinte em obra editada pelas Paulinas sob o tema; "A Teologia a Serviço da Pregação e da Vida". Escreveu também o Ministério da Igreja no Concílio Vaticano II e sobre as idéias fundamentais do mesmo.

Como Cardeal participou nos dois conclaves que elegeram os sucessores do Papa Paulo VI, nos quais foram escolhidos suas santidades João Paulo I – o Papa do sorriso – falecido um mês após sua posse e em seguida o Papa João Paulo II.

Por sua presença tão forte na Igreja em muitas ocasiões a imprensa aventava a hipótese de que Dom Aloísio Lorscheider seria o primeiro Papa latino-americano. Outra, porém, era a vontade de Deus e assim, em 13 de Agosto de 1995 foi o nosso querido Pastor assumir a Arquidiocese de Aparecida do Norte.




Última Alteração: 08:09:00

Fonte: Pe Geovane Saraiva - Pároco de Santo Afonso
Local:Fortaleza (CE) Inserida por: Administrador

A RESSURREIÇÃO DE CRISTO


Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho*
A ressurreição de Jesus é a magnificente e esplendorosa vitória do Mestre e com Ele e por Ele o brilhante triunfo de todo aquele que afirma o Evangelho não como mera vitória de uma idéia que sobrepuja dialeticamente outra idéia, num plano meramente intelectual, mas é um triunfo que se lança em plena luz da verdade que Ele veio trazer aos homens. É uma realidade que transformou a história do homem e a vida de cada indivíduo. Sem ela tudo que Cristo ensinou, por mais sublime que tenha sido, haveria de aparecer como mera doutrina de um profeta comum. Contra ela estariam conjurados os poderes avassaladores do mal: as ambições, as iras, os ódios, as invejas, as traições, e tais forças destruidoras acabariam por triunfar numa lastimável e fictícia superioridade. Onde estariam as beatitudes prometidas? Onde as fascinantes promessas do Filho de Deus? O paciente, o puro, o pacífico, o benigno, o manso de coração estariam presos à cruz de cada dia e morreriam miseravelmente no abandono por parte de Deus. Jesus teria dado uma prova flagrante de fraqueza e seus famosos dizeres seriam afixados no rol dos belos sonhos irrealizáveis. Suas belas palavras poderiam num momento de entusiasmo seduzir o espírito e enganar o sentimento, mas dariam finalmente demonstração prática de sua ineficiência. A Cruz, o eterno escândalo de todos, arriscava-se a ser através dos tempos um perene desestímulo aos epígonos de um Mestre que morreu de modo tão humilhante e surpreendente. Deus haveria de parecer sempre mais longínquo, ideal sem força e sem contato com a realidade positiva, sem influição sobre os acontecimentos do universo. Seria algo muito além mundo. Razão teria Aristóteles ao afirmar que Deus sublunaria non curat, Ele no seu isolamento ignora o mundo e quanto nele se passa. A esplendente ressurreição do Salvador é o reverso glorioso destas falsas aparências. É o irrecusável testemunho dado por Deus de que o justo é quem tem razão, que é o Evangelho o vencedor, de que estão definitiva e essencialmente na verdade os que têm coragem de crer e viver o que o Redentor pregou sem jamais se pactuarem com o mal. Estes têm certeza total e absoluta que assim, e somente assim, da cruz penosa e inexorável deste exílio terreno, na qual se acham temporariamente presos, é que se destacarão um dia para glórias imperecíveis. É deste prodígio que se espargem fulgores deslumbrantes para toda a cristandade. Aí está o motivo por que ante o túmulo vazio de Cristo se esboroaram as tramas falaciosas da razão e da prepotência, as vagas assustadoras da perversidade, as armadilhas insidiosas do erro com todas os seus multisseculares matizes. Este fato é uma proclamação decisiva da inegável vitória de Cristo. Tudo passa e se perde num passado inglório, lançando novos troféus aos pés daquele que triunfou da própria morte, amontoando coroas junto ao Soberano triunfante. As múltiplas aspirações de cada época no que têm de mais sedutor na fascinação da moda, na atração das descobertas, no encanto das conquistas tecnológicas se levantaram tantas vezes contra Seu nome para se converterem em seguida em anacronismos de eras superadas, enquanto o homem desiludido de seus desvarios e do efêmero fulgor mundano prossegue sempre em todas as épocas e condições sociais a escutar a inefável mensagem do divino ressuscitado, como outrora na Galiléia a ouviram multidões de agraciados: “A paz esteja contigo.” Este visível fenômeno da secular e perene influência de Cristo lança, realmente, sobre seu túmulo esplendores ofuscantes. Jesus Cristo, porém, ante cujo nome divino todos se pronunciam é o famoso conquistador que se ergue sobre as ruínas de todos os seus inimigos. Felizes os que vivem em função do divino Redentor, pois com Ele cantam sempre a vitória sobre o mal. * Professor no Seminário de Mariana de 1967 a 2008.











Última Alteração: 11:38:00

Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho*
Local:Mariana

segunda-feira, 6 de abril de 2009

VOCÊ SABE MONTAR UM JUMENTINHO


Existem inúmeras lições sobre a entrada de Jesus Cristo em Jerusalém, montado em um jumentinho. Mas poderíamos dizer que é muito interessante a humildade de Jesus nos momentos importantes da vida.

Quando Jesus nasceu na pequenina Belém, Ele nasceu numa manjedoura, num estábulo, num curral de ovelhas, dando-nos uma lição de humildade. Quando Ele escolhe seus discípulos também escolhe homens simples, na maioria pescadores e consertadores de redes. Em seu ministério o nosso Mestre foi amigo dos pobres, dos necessitados, dos pecadores. Conforme lemos no texto bíblico de hoje, o Senhor Jesus Cristo entra em Jerusalém montado em um jumentinho. Muito mais se poderia dizer, mas até na última ceia Jesus coloca uma toalha e lava os pés dos seus discípulos. É muito claro na Bíblia como o Filho de Deus se humilha, se esvazia, assume a forma de servo, a forma humana, se humilha até a morte e morte de cruz, deixando para toda a humanidade um legado de simplicidade que ninguém pode negar.

Ao escrever sobre a dignidade da pessoa humana, no livro “A verdade sobre o Cristianismo” o autor Dinesh D`Souza, pesquisador da Universidade de Stanford e ex-assessor do Presidente Ronald Reagan, esclarece sobre como que os ensinamentos de Jesus Cristo foram fundamentais para a Declaração Universal dos Direitos Humanos feita pela ONU no ano de 1948, além de toda uma gama de valores universais que fundamentam a sociedade moderna. Discorre o autor que o princípio da igualdade das pessoas, da dignidade da pessoa humana é um princípio Cristão introduzido por Jesus Cristo e não pelas sociedades greco-romanas como se pode pensar. Diz o autor: “Tanto na Grécia como em Roma a vida humana tinha muito pouco valor. Os espartanos deixavam crianças fracas morrerem na encosta das montanhas. O infanticídio era comum. O pai que queria um menino pouco se importava em afogar uma filha recém nascida. Os seres humanos eram rotineiramente espancados com uma clava até a morte ou mutilados por animais selvagens na arena romana usada por gladiadores. Os maiores pensadores clássicos, de Sêneca a Cícero nada viam de errado nessas práticas. O Cristianismo proibiu-as e foi responsável por gerar aversão moral que experimentamos quando ouvimos falar sobre elas”. Prossegue o autor argumentando que: .”As mulheres ocupavam lugar inferior na Grécia e Roma antiga, como acontece hoje em muitas culturas. Aristóteles escreveu que, no homem a razão encontra sua expressão máxima. Na criança, de acordo com Aristóteles, a razão se faz presente mas não está desenvolvida. Na mulher ele escreveu, a razão se faz presente mas não é usada (...) Mas Jesus quebrou esses tabus. O Nosso Mestre permitiu que mulheres (mesmo de classes baixas) viajassem com ele e fizessem parte de seu círculo de amigos e confidentes.”

Na verdade os ensinamentos de Jesus Cristo são inspiradores não apenas para a sociedade mundial, mas também para as nossas vidas e para os nossos corações.

No texto que nos serve de meditação nesse dia, observamos que quando Jesus entra em Jerusalém, montado em um jumentinho, Ele sabia muito bem que estava num momento importante, que estava vivendo a última semana de seu ministério. Ele sabia que iria padecer, que seria acusado, que iria ser crucificado numa cruz por todos nós. E, mesmo sendo Filho de Deus, mesmo tendo poderes sobrenaturais, ou mesmo tendo seguidores à sua disposição, Jesus vence pela simplicidade, pela humildade, ele entra na cidade para um momento crucial, não montado em um cavalo puro sangue, mas montado em um jumentinho.

Hoje vamos aprender com Jesus a vencer pelo caminho da humildade. Essa palavra se destina a pessoas revoltadas, injustiçadas, pessoas acusadas incompreendidas, que na verdade talvez estão brigando muito, arregaçando as mangas, quebrando a casa, gritando com todos os pulmões uma verdade que as pessoas não querem enxergar. Não. Jesus não foi assim. Ele venceu a todos pelo caminho da humildade. Vamos aprender a montar em um jumentinho e andar com Jesus nos momentos importantes da nossa vida.

Sabe o que aconteceu naquele domingo quando Jesus entrou em Jerusalém montado em um jumentinho? As pessoas começaram a clamar, e a reconhecer Jesus como Rei. Estranho, mas é verdade. A multidão clamava Hosana, Bendito o que vem em nome do Senhor. O que aprendemos com isso é que quando você decidir vencer na vida pela humildade, você não vai precisar gritar nada, não vai precisar provar nada, pelo contrário, as pessoas gritarão para o mundo inteiro ouvir quem você é. A multidão clamava. A multidão gritava quem era Jesus. Assim, quando uma pessoa é boa, quando ela é humilde, quando essa pessoa tem valor, ela não precisa provar nada para ninguém. As pessoas em volta gritarão por ela para o mundo inteiro ouvir. Então chega de ostentação vulgar, soberba e que não leva ninguém a lugar nenhum.

A CRISE REVELA QUEM SOMOS


Crise, hoje, se tornou palavra da moda nas palestras e nos livros de auto-ajuda. Invadiu também os púlpitos cristãos, quase sempre com o mesmo foco dado pelo mundo: tornar pessoas (crentes?) em mega-vencedores. Mas, aqui, quero dar ênfase à forma de ver a crise, de acordo com a Palavra de Deus, utilizando-me da experiência de Elias, descrita em I Reis: 17-24.

Elias experimentou disso. O Rei Acabe, ao lado de sua mulher Jezabel, tinha sido, como relatado pela bíblia, "o pior rei da história de Israel, até aquele momento". Em seu governo, faltou comida e água (e não choveria por anos seguidos...). A mão de Deus pesava sobre Israel. Elias era profeta. Escolhido de Deus. Servo de Deus. Fiel a Deus e, no entanto, sofria também as conseqüências da crise, o que, de plano, exclui a falsa idéia de que os "filhos do Rei" não passam por crises.

Elias viveu todas as variantes de Crise. Ele teve crise no corpo: ele tinha fome. A fome sempre é prioridade. Quando se tem fome, a primeira coisa que se quer é comer. Deus não apenas sabia daquilo, com havia ordenado que aquela situação acontecesse. Elias estava em crise. Acabara de profetizar ao rei Acabe que não choveria, na região. Da boca de Elias, aparentemente, saira maldição para o povo. Mesmo Elias sabendo que seu nome significava “O Senhor é meu Deus”, entrou em crise. Foi obrigado a se levantar da “beira do ribeiro”, onde a água secara e onde esperava que os corvos o alimentassem, conforme determinado por Deus e se dirigir a cidade de Serepta, habitada por um povo ímpio, que não servia a Deus de Israel.

Lá, ele deveria procurar uma viúva que o sustentaria. Uma viúva pobre e não um fazendeiro ou um empresário rico. Vejamos algumas das coisas que podem ter passado por sua cabeça: se Deus me mandou, então ela deveria ter condições e não apenas um bocado de pão? Será que é esta mesmo a viúva que o Senhor me falou?” “Qual lugar terei que ir depois disso? Elias, embora em crise, mostrou absoluta dependência de Deus. Apenas ouviu o que o Senhor tinha para lhe dizer e obedeceu. Parece fácil, mas permanecer atento à voz de Deus, em meio aos sofrimento, mantendo fé absolutamente centrada na Pessoa do Senhor, é tarefa sobremaneira difícil, eis que necessário amadurecimento de adulto, ao mesmo tempo em que se exige a entrega que somente os filhinhos têm diante do Pai. O que nós pensaríamos se estivéssemos vivendo numa situação difícil como aquela? Procuramos profetas, ao invés de ouvir a voz de Deus, em Sua Palavra?). Teríamos disposição para obedecer? Permaneceríamos em crise, maldizendo a vida? Culparíamos os outros?

Ele teve, também, crises na alma: insegurança, medo, depressão, solidão e baixa auto-estima. Quando chega à casa da viúva, depara-se com uma situação desesperadora: uma mulher pobre que possuía apenas um pouquinho de farinha, o suficiente para fazer uma última refeição para ela e para o filho dela. E ele, num aparente egoísmo ordena à viúva que faça comida para ele. Imaginem a angústia de Elias em depender de uma viúva que chega ao limite máximo de desespero e pessimismo. Ela havia entregado os pontos, quando diz: “vamos comer pela última vez, eu e meu filho, e esperar a morte, mais nada”. No entanto, Elias sabia que precisava de alimento para recuperar as forças e buscar ajuda de Deus. Ao determinar que a mulher lhe desse água e comida, estava, mais uma vez, obedecendo a Deus. O que faríamos em seu lugar? Recuaríamos e nos sentaríamos para morrer um pouco antes da “viúva que Deus escolheu para nos ajudar”?

Elias sofreu também de uma aguda crise espiritual (O MENINO MORREU), revelada em sua oração-clamor: “Oh Senhor meu Deus! Também, até a esta viúva, com quem eu moro, afligiste matando seu filho”? Repare que ele coloca a culpa, a responsabilidade em Deus. Novamente, sente que por onde quer que vá, sempre será portador de más-notícias e de maldição. Friso que clamor é uma forma desesperada de abordar a Deus. Posso afirmar que Elias, por causa de seu desespero, era um homem em crise de fé, caso contrário, lembraria de como Deus sempre o respondia e, apenas, “pediria” a intervenção de Deus... Após isso, levantou-se de onde estava e caminhou. Obedeceu a Deus. E mais: deitou-se sobre o menino, como que querendo dar a sua vida a para que ele revivesse. E o milagre aconteceu.

Enfim, destaco que as crises servem para: reconhecermos quem somos: seres humanos sujeitos a fracassos e vitórias; precisamos um dos outros (Elias se submeteu à ser sustentado pela viúva e, esta, por sua vez, aceitou o milagre de Deus pela mão de Elias, em sua vida); confiarmos em quem cremos: de nós mesmos seremos capazes apenas de nos sentar e esperar a morte, portanto, nossa fé deve estar 100% centrada em Deus e em sua Palavra (desesperado, Elias clamou ao Senhor); que seja declarado o que Ele quer para nossas vidas: “reconheço que és um homem de Deus e que a Palavra de Deus, na tua boca, é verdade”.

ERA MEIA NOITE


Era meia-noite na parábola (Lucas 11:5-10); é meia-noite no mundo! É meia-noite nos relacionamentos. Escuridão tão profunda que muitas vêzes dificulta a ação dos corações esfriando o amor, a compaixão, o compartilhamento.

Há uma corrida em todos os âmbitos na busca do poder. O homem possui armas atômicas e nucleares capazes de destruir em segundos, grande parte da vida no planeta. Muitas armas nenhuma solução! Muito poder das armas, tão pouco dos corações!

A meia-noite vive no interior e exterior do homem. Durante o dia e a noite os homens são perseguidos por um medo interno paralisante. Pessoas perdem o equilíbrio emocional e espiritual. As salas psiquiátricas e manicômios se enchem.

É meia-noite também com relação à moral. Os princípios morais perderam sua característica. Certo e errado é o que a maioria, nem sempre usando princípios promotores de caráter, decide e faz.

O mandamento de Deus é: "Não roubarás"; o mandamento do homem é: "Não te deixarás ser apanhado". Nessa inversão de valores, hoje é lícito mentir, contanto que seja com "classe". É perfeitamente normal roubar, contanto que seja feito de maneira tal que a acusação não seja classificada como roubo. Até é admissível odiar, contanto que o ódio seja cercado com o manto do amor, fazendo crer que o ódio é amor.

A doutrina de Darwin (sobrevivência dos mais fortes) foi melhorada com a filosofia dos astutos. Foi causa do desmoronamento dos valores morais trazendo a meia-noite no caráter do homem.

Assim a parábola é interrompida a meia-noite pelo ruído de uma batida, o Espírito Santo também nos faz parar! Milhares de pessoas batem na porta das igrejas! Milhares de pessoas passam por nós! A cada batida ouvimos: “meia-noite”, “meia-noite”, “meia-noite”! Elas crêem a Igreja tem a resposta! Elas crêem a Igreja tem a solução! Será que tem?

Para a meia-noite só há uma solução, uma Luz! Na sua Igreja a meia-noite do viajante cansado termina? Na sua Igreja a meia-noite é iluminada? É casa de abrigo? É uma casa onde alguém pode bater a meia-noite?

Na parábola a resposta foi: "Não me importunes: a porta já está fechada e os meus filhos comigo também já estão deitados, não posso levantar-me para tos dar." Quantos desapontamentos!

Na parábola quem batia não desistiu... O aflito continua insistindo a nossa porta dizendo: é meia-noite, estou faminto, preciso do “Pão da Vida.”

Qual a mensagem da Igreja ao faminto? Dê? Entregue?

Fazemos do dono do Reino dos Céus alguém implorando ao miserável tudo que ele tem! Fazemos Deus mais pobre do que o mais infeliz dos pedintes! Temos pão fresco ou embolorado? Pão macio, do dia ou duro, ou passado histórico, distante!

A meia-noite é uma hora inquietante...mas é nessa que encontramos o cristão verdadeiro.

A meia-noite será eterna para o cansado enquanto a Igreja não anunciar a mensagem do amanhecer do novo dia.

Mas só pode mostra a Luz, quem na Luz está.

Uma estrela anunciou o Cristo, O Salvador. A Igreja deve apontar para Ele, a única esperança.