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FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 13 de junho de 2008

PASSE PARA FRENTE

São Paulo, 12 de junho de 2008.
Olá,
Urgente!
Veja que coisa terrível está acontecendo. Há um projeto de lei tramitando no Congresso Nacional que quer retirar de Nossa Senhora Aparecida o título de Padroeira do Brasil.
Precisamos agir urgentemente.
Por favor, entre na página www.familia.org.br e envie um e-mail à Comissão pedindo o imediato arquivamento desse projeto.
Conto com você para impedir que Nossa Senhora Aparecida seja destronada, sem o conhecimento dos brasileiros.
Mais um favor: envie esse e-mail para todos os seus parentes e amigos. Se todos nós católicos dissermos um NÃO com energia, esse absurdo projeto não irá para a frente.
Nossa Senhora Aparecida nunca abandonou quem suplica Sua ajuda, não abandonemos também Nossa Mãe e Padroeira.
Em Jesus e Maria
João Sérgio Guimarães
Coordenador da Campanha
P.S.: Por favor. Envie esse e-mail a todos os seus amigos.
0698385
Clique aqui para entrar no site: www.familia.org.br

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Côn. Vidigal - O fruto da castidade - 12/06/2008 - 09:05
Na Bíblia a castidade, que é a limpidez da consciência a qual se reflete nos pensamentos e nas ações, é louvada e incessantemente recomendada. São Paulo diante do governador Felix, falou sobre a justiça, castidade e o juízo futuro e, diversas vezes a Timóteo. Ser irrepreensível na vida sexual é sumamente agradável a Deus, que aliás exige isto pelo sexto mandamento. Cristo falou da pureza interior: “nada que de fora entra no homem pode torná-lo impuro... pois é do coração dos homens que procedem as intenções perversas” (Mc 7,14-23). Proclamou: “Bem-aventurados os puros de coração, porque eles verão a Deus” (Mt 5,8). O Cordeiro Imaculado terá seu séqüito formado por aqueles que, lutando, venceram e apesar das quedas, das falhas humanas, impuseram a primazia do espírito sobre os desejos inferiores, pautando seu modus vivendi pela lei eterna. Será o momento da suprema vitória dos bons, dos justos, dos castos, daqueles que entenderam o discurso evangélico e o viveram em suas existências através de conduta digna de epígonos do Redentor. Estas reflexões são, por certo, chocantes para a mentalidade hodierna, mas o impacto que possam causar patenteia exatamente quão horrenda é a situação atual, que já o Papa Paulo VI diagnosticara. A 14 de setembro de 1969, ao se dirigir à multidão reunida na praça de São Pedro para receber a bênção dominical, afirmou que a humanidade está sendo levada a cometer atos indecentes por força das modas nudistas e publicações obscenas. Alertava o Pontífice que o erotismo, levado a expressões desenfreadas e detestáveis, em público e por meio da propaganda, alcançou proporções epidêmicas e agressivas, representando uma insidiosa ameaça à dignidade humana e cristã. As leis de certos países liberam toda ofensa à sensibilidade do público. Dia 10 de outubro, Paulo VI, voltou ao assunto, exortando os cristãos a reagirem contra a epidemia de imoralidade que se espalha pelo mundo, afirmando que a moda, a paixão sexual e a ampla pornografia representam grave ameaça para a dignidade humana. Asseverava que o erotismo, a promiscuidade, as drogas e as publicações pornográficas atacam até nos círculos mais sadios e reservados, como a família, a escola e os centros de diversão. Aliás, no Domingo de Páscoa de 1969, este Papa falou contra os atrativos da doce vida dos sentidos, da opulência, do poder de auto-suficiência no mundo moderno, e disse que os antigos e severos ensinamentos da Igreja estão em contraste com a ilusão do hábito fácil e instintivo de se cobrir a degradante dissolução com os trajes triunfantes da liberdade. Em 8 de dezembro, outro pronunciamento do Chefe da Cristandade, exortando o homem para que se refaça no exemplo da pureza que vem de Maria e dizendo que os homens de hoje estão fascinados pelas imagens em voga e pelos espetáculos que infelizmente representam ocasiões de paixão, vício e corrupção. Também condenou o fenômeno de uma Igreja licenciosa e a ampliada idéia de que se deve dar rédeas soltas à provocação sensual e sexual que empolga a opinião pública. Joâo Paulo II e, agora, Bento continuaram na mesma linha de condenação ao hedonismo. Aquilo que é mostrado pelos filmes, novelas, peças teatrais, anúncios publicitários é o anti-evangelho. Canções voluptuosas de falsos ídolos que, com atitudes eróticas condenáveis, induzem a prática do sexo, exaltando aqueles que abertamente se revelam imorais. É contemplando tudo isto que o mal parece triunfar. A castidade, evidentemente, não tem vez nos enredos das peças, ditas artísticas, nos textos dos “donos da comunicação”. Entretanto, cumpre se reflita que o mal é ruidoso. Os filhos das trevas são espertos. As multinacionais do crime, sadicamente, exploram a desagregação dos costumes para faturarem sobre os escravos das paixões descontroladas. São os que se enriquecem em cima dos frutos amargos da licenciosidade, os que se locupletam com a venda dos anticoncepcionais, dos tóxicos. Adite-se, porém, que o bem é muito mais poderoso do que o mal. A luz, mais penetrante que a escuridão. A verdade, mais potente que a falsidade. A pureza de espírito, mais lucipotente que o emporcalhamento interior. São milhares aqueles que não se deixam levar pelas águas turvas dos erros. Não violam os preceitos do Todo-Poderoso. É o que acontece com milhares como Maria Goretti na Itália. Tais fatos não interessam aos mass media. O fermento, porém atua na massa. É por isto que, todos os dias, inúmeros são aqueles que retornam ao bom caminho, instigados pelo bom exemplo, pelo poder da palavra de Deus. Que os bons cristãos do século XXI continuem firmes. Eles são a força que sustentam o mundo, a salvação dos que se extraviaram, o alerta constante para uma sociedade divorciada de Deus e que perdeu a percepção da beleza, delicioso fruto que só os puros podem degustar! * Professor no Seminário de Mariana - MG


Última Alteração: 09:05:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho Local:Mariana (MG)
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Dom Aloísio Roque - Ecumenismo mal entendido - 12/06/2008 - 09:16
A migração de católicos, para o espiritismo e para diversas denominações cristãs, é fato conhecido aqui no Brasil. Nas últimas décadas o catolicismo tem crescido em números absolutos, mas decaído em números proporcionais. Parece que a atitude heróica, de guardar a fé em meio a incompreensões, e de resistir a apresentações de soluções fáceis, para os problemas de saúde, e para as complicações insolúveis das finanças, tem pouco espaço. Estão longe do horizonte as resistências exemplares dos irmãos macabeus, a permanência na fé dos santos mártires, que preferiram entregar sua vida para não ceder em temas centrais do nosso credo. Hoje a mentalidade vigente – e essa é uma grande debilidade dos nossos tempos – é considerar tudo relativo, meio provisório, tudo renegociável, longe de compromissos definitivos. Troca-se de partido político, com a maior sem-cerimônia. As grandes ideologias jamais podem fazer uma tranqüila contagem de seus epígonos que, hoje estão de um lado da trincheira, mas amanhã podem estar do lado oposto.
Em questão de filiação religiosa acontece o mesmo. Além dos fiéis católicos, que são perseverantes e comprometidos, há os que consideram tudo relativo: todas as religiões são boas; não há diferença essencial entre elas; o Deus é o mesmo; a salvação é garantida para todos. Mas a fé católica tem firme convicção da sua unicidade. De ser a depositária da totalidade da mensagem de Jesus. De ser a única esposa de Cristo. “Sobre esta pedra edificarei a minha Igreja” (Mt 16, 18). As outras religiões são também palco da salvação, e de manifestação divina. Mas, como ensina o Concílio Vaticano II, somente a Igreja Católica tem a inteireza da doutrina, e a garantia plena da presença da graça. Por isso, certos líderes da nossa Igreja se tem calado a respeito de verdades, ausentes em outras denominações. Para não ferir o ecumenismo, se constrói a total amnésia desses assuntos. Qual é o resultado dessa atitude de “generosidade” mal compreendida? A confusão na mente de muitos fiéis. A grande migração não coincidiu com o “ecumenismo” mal entendido? Falar a verdade não precisa ser sinônimo de briga. Podemos ser respeitosos e falar a verdade.
domroqueopp@terra.com.br

Última Alteração: 09:16:00
Fonte: Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba Local:Uberaba (MG)
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Cardeal Odilo Scherer é nomeado membro da Congregação para o Clero - 12/06/2008 - 15:18
O papa Bento XVI nomeou, nesta quinta-feira, 12, o arcebispo de São Paulo, cardeal Odilo Pedro Scherer, membro da Congregação para o Clero cujo prefeito é o cardeal Cláudio Hummes.
A notícia foi dada ao Conselho Permanente da CNBB, reunido em Brasília, pelo presidente da Conferência dos Bispos, dom Geraldo Lyrio Rocha, que manifestou a alegria da CNBB pela nomeação do cardeal para esta nova função na Santa Sé.


Última Alteração: 15:18:00
Fonte: CNBB Local:Brasília (DF)
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Liturgia diária

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CANÇÃO NOVA ( FORMAÇÕES )





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O amor tem preço?
Exaltar o amor como vocação primeira do homem
A+A-
Certamente sim. Acredito que tudo o que é precioso em nossa vida é porque custou sacrifício para nós ou para outros que o adquiriram em nosso favor. Saber dar o devido valor a tudo que temos, no entanto, é o desafio nosso de cada dia.
Acredito que o amor tem seu preço e, aliás, custa caríssimo... Vamos percebendo isso nas inúmeras descobertas que ele nos leva a fazer quando temos a coragem de nos lançar na linda e desafiante “aventura” de amar e ser amados.
Padre Kentenich – no livro “Santidade de todos os dias” – afirma que o verdadeiro amor é como o sol ardente, pois desperta e faz germinar todas as sementes ocultas no homem. Diz também que muitas pessoas não se desenvolvem nem moral nem espiritualmente, porque em vão esperam, saudosos, um simples gesto de amor. Ainda há outras que trazem em si a inclinação ao heroísmo e poderiam elevar-se como águias até o sol, porém, permanecem em planos inferiores, porque não foram amados nem amaram.
Levando-se em consideração a importância fundamental deste dom em nossa vida, percebo que ainda se fala pouco sobre ele. É verdade que vemos a palavra “amor” estampada por todos os lados e ouvimos muitos a pronunciarem, mas ouso dizer que a maioria desconhece esse sentimento. Usam-na como uma expressão bonita, romântica ou algo assim, mas não fizeram a experiência do amor em suas vidas e padecem por isso.
Eu desejo exaltar o Amor como vocação primeira do homem. “Fomos criados pelo amor e para o amor” e este é o sentido real da nossa existência.
“Como o corpo foi criado para a alma, assim a alma foi feita para o amor” diz São Francisco de Sales. E Deus, que criou o homem, portanto, o corpo e a alma, por amor e com amor, também espera de nós, no mínimo, a disposição para amar.
Conscientes ou não, temos sede do amor puro e verdadeiro e queremos amar na medida certa, mas é raro encontramos boas referências.
Jesus Cristo, o Mestre do Amor, por sua vez, indica-nos a direção quando diz ao escriba: “Amarás teu próximo como a ti mesmo”. Certamente é esta a melhor referência do amor. Porém, como não posso dar aquilo que não possuo, para amar meu próximo devo ter também um sadio amor-próprio, concorda?
Podemos começar por uma auto-análise. Questionando-nos: Será que me amo e me aceito como sou? Ou tenho me desprezado e fugido de mim mesmo enquanto tento amar outros? Que tipo de amor tenho oferecido às pessoas que se relacionam comigo? Já experimentei o amor em minha vida ou o tenho buscado sem jamais o encontrar?
Tenho descoberto muitas e belas flores no jardim do meu coração desde que decidi amar e ser amada. É que as sementes de tudo o que é bom, nobre e belo desabrocham quando aquecidas pelo sol do amor e nos fazem florescer, tornando este mundo melhor. Amar é um desafio constante é verdade; mas também é uma motivação constante, pois nos remete ao que somos na essência, e aí encontramos Deus, que nos plenifica e nos sacia.
Você também quer fazer essa experiência? Para começar, lembre-se de que o amor que cura e transforma a alma é o amor que damos e não o que esperamos receber. Então, comece agora mesmo a amar e sentirá os efeitos. Outra dica importante nesta arte é que amar é mais que sentimento, é uma decisão. Portanto, decida-se e não tenha medo de pagar o preço do amor. Ele é forte como a morte e até nos faz morrer... Porque o amor também é doação. E é sempre o vencedor e nos ressuscita para vivermos livres e felizes voando alto como águias e alcançando o heroísmo ao qual Deus nos chama.
Ouça comentários adicionais do autor

Dijanira Silvadijanira@geracaophn.comMissionária da Comunidade Canção Nova, em Fátima, Portugal Trabalha na Rádio CN FM 103.7 12/06/2008 - 07h00
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quinta-feira, 12 de junho de 2008

CANÇÃO NOVA ( FORMAÇÃO)





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Ciúme é normal?
Para neutralizar os efeitos do ciúme é preciso crescer na partilha
A+A-
Chegando o Dia dos Namorados é importante também pensar em alguns assuntos que dizem respeito ao relacionamento homem e mulher. Um deles é o ciúme.
Você já sentiu ciúme ou se perguntou até que ponto esse sentimento está fazendo bem para você e para a pessoa com quem você namora?
Até Deus sentiu ciúme de seu povo, pois o amou de maneira ciumenta (cf. Dt 5, 9). Porém, corremos o risco de interpretar esta passagem bíblica de maneira equivocada. Esse versículo tem como finalidade expressar a grandeza do amor de Deus por nós: um amor zeloso, cuidadoso, preocupado.
Muitos tentaram explicar esse sentimento. Alguns poetas costumam dizer que “o ciúme é o tempero do amor”. O fato é que gostamos de saber que a pessoa que amamos sente ciúmes de nós. Isso nos faz nos sentir amados e seguros, o que, no entanto, é um engano.
O casal de namorados da Comunidade Canção Nova Rodrigo e Adelita falam sobre o ciúme no namoro

Envie um webcard para quem você ama

Baixe wallpaper especial 'Dia dos namorados' para celular

Alguns ramos da psicologia afirmam que o ciúme "é uma reação frente a uma ameaça real ou imaginária, o risco de perder a pessoa amada. Ele expressa insegurança, ou mesmo projeções de experiências negativas vividas no campo da afetividade em outros relacionamentos ou ainda por imaturidade emocional ou baixa auto-estima".
O ciúme é um sentimento que está em nosso interior. Todos podemos senti-lo em algum momento da vida. Assim como os outros sentimentos que fazem parte do nosso cotidiano, é preciso aprender a lidar com ele para que ele não domine as situações e venha a atrapalhar o relacionamento.
Para neutralizar os efeitos do ciúme é preciso crescer na partilha dos sentimentos, da história e confiar. Deixando as desconfianças e medos e dando mais espaço ao zelo e ao cuidado.
Adelita Stoebel10/06/2008 - 00h00
Tags: ciúme namoro Relacionamento diferenças namorando fraquezas frustrados Comente Ver Comentários
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Veja também: . : + de 20 artigos sobre namoro. : Márcio Mendes e sua esposa falam do namoro ao casamento. : ''Quarta Viva'' para os namorados. : Na TVCN: Quando saber a hora de se casar?Multimídia:

CANÇÃO NOVA ( PALAVRAS DO PROFESSOR)



Formações

Namoro, tempo de conhecer
A escolha do namorado não pode ser feita só por fora
A+A-
Quando você vai comprar um sapato ou um vestido, não leva para casa o primeiro que experimenta, é claro. Você escolhe, escolhe... até gostar da cor, do modelo, do preço, e servir bem nos seus pés ou no seu corpo. Se você escolhe com tanto cuidado um simples sapato, uma calça, quanto mais cuidado você precisa ter ao “escolher” a pessoa que deve viver ao seu lado para sempre, construir uma vida a dois com você, e dando vida a novas pessoas.
Talvez você possa um dia mudar de casa, mudar de profissão, mudar de cidade, mas não acontece o mesmo no casamento. É claro que você não vai escolher a futura esposa, ou o futuro marido, como se escolhe um sapato. Já dizia o poeta que “com gente é diferente”. Mas, no fundo, será também uma criteriosa escolha.
A escolha do namorado não pode ser feita só “por fora”; mas principalmente por dentro. O “Pequeno Príncipe” nos ensinou que “o mais importante é invisível aos olhos”. O namoro é este belo tempo de saudável relacionamento entre os jovens, no qual, conhecendo-se mutuamente, vão se descobrindo e fazendo “a grande escolha”.
Namorar para quê?
Já ouvi alguém dizer, erroneamente, que “o casamento é um tiro no escuro”; isto é, não se sabe onde vai acertar; não se sabe se vai dar certo. Todo casamento começa em um namoro; por isso não se pode levá-lo na brincadeira; é coisa séria. A preparação para o seu casamento começa no namoro, quando você conhece o outro e verifica se há afinidade dele com você e com os seus valores. Se o seu namoro for sério, seu casamento não será um tiro no escuro nem uma roleta da sorte.
Só comece a namorar quando você souber “por que” vai namorar. A idade em que você deve começar a namorar é aquela na qual você já pensa no casamento, com seriedade, mesmo que este ainda esteja longe de acontecer. Não se faz nada bem feito na vida se nós não temos uma meta a atingir.
Para que você possa fazer bem uma escolha é preciso que saiba antes o que você quer. Sem isso a escolha fica difícil. Que tipo de rapaz você quer? Quais qualidades a sua namorada deve ter? O que você espera dele ou dela? Essa premissa é fundamental. Se você não sabe o que quer, acaba levando qualquer um...
A coerência dos valores
Os valores do seu namorado devem ser os mesmos valores seus; senão, não haverá encontro de almas. Se você é religiosa – e quer viver segundo a Lei de Deus – como namorar um rapaz que não quer nada disso? É preciso ser coerente com você. O casamento é uma unidade de almas e a religião é muito importante nessa união.
Tenho encontrado muitos casais de namorados e de casados que vivem uma dicotomia nas suas vidas religiosas; e isso é motivo de desentendimento entre eles. Há jovens que pensam assim: “Eu sou religiosa e ele não; mas, com o tempo eu o levo para Deus”. Isso não é impossível; e tenho visto acontecer; no entanto, não é fácil. E a conversão da pessoa não basta que seja aparente e superficial; há que ser profunda, para que possa satisfazer os seus anseios religiosos. Não renuncie aos seus autênticos valores na escolha do outro. Se é lícito você tentar adequar-se às exigências do outro; por outro lado, não é lícito você matar os seus valores essenciais para não perdê-lo. Não sacrifique o que você é para conquistar alguém. Há coisas secundárias das quais podemos abdicar sem comprometer a estrutura básica da vida, mas há valores essenciais que não podem ser sacrificados.
Namorar alguém que já foi casado
Algumas moças e rapazes católicos aceitam um namoro com alguém divorciado por medo de ficarem sós. É verdade que o casamento de um divorciado pode ser declarado nulo pela Igreja, mas é um processo que nem sempre é rápido. E não se pode casar sem a declaração de nulidade dada pelo Tribunal da Igreja. É melhor ficar só do que violar a Lei de Deus; pois ninguém pode ser plenamente feliz se não cumpre a vontade d’Ele. Portanto, saiba o que você quer, e saiba conquistá-lo sem se render. Não se faça de cego nem de surdo, tampouco de desentendido.
O conhecimento
Para que você possa chegar um dia ao altar, você terá que escolher a pessoa amada; e para isso é fundamental conhecê-la. O namoro é o tempo de conhecer o outro. Mais por dentro do que por fora. E para conhecer o outro é preciso que ele “se revele” e se mostre. Cada um de nós é um mistério, desconhecido para o outro. E o namoro é o tempo de revelar (= tirar o véu) esse mistério. Cada um veio de uma família diferente, recebeu valores próprios dos pais, foi educado de maneira diferente e viveu experiências próprias, cultivando hábitos e valores distintos. Tudo isso vai ter que ser posto em comum, reciprocamente, para que cada um conheça a “história” do outro. Há que revelar o mistério!
Se você não se revelar, ele não vai conhecê-la, pois este mistério, que é você, é como uma caixa bem fechada e que só tem chave por dentro. É a sua intimidade que vai ser mostrada ao outro, nos limites e na proporção em que o relacionamento for aumentando e se firmando. É claro que você não vai mostrar ao seu namorado, no primeiro dia de namoro, todos os seus defeitos. Isso será feito devagar, na medida em que o amor entre ambos se fortalecer. Mas há algo muito importante nessa revelação própria de cada um ao outro: é a verdade e a autenticidade. Seja autêntico e não minta. Seja aquilo que você é – sem disfarces e fingimentos – mostre ao outro, lentamente, a sua realidade.
A mentira destrói tudo, principalmente, o relacionamento. Não tenha vergonha da sua realidade, dos seus pais, da sua casa, dos seus irmãos, entre outros. Se o outro não aceitar a sua realidade, e deixá-lo por causa dela, fique tranqüilo, esta pessoa não era para você, pois não o ama. Uma qualidade essencial do verdadeiro amor é aceitar a realidade do outro.
Amor à primeira vista
O amor pelo outro cresce à medida que você o conhece melhor. Não existe verdadeiro amor à primeira vista. Não se ama alguém que não se conhece. Não fique cego diante do outro por causa do brilho da sua beleza, da sua posição social ou do seu dinheiro. Isso o impediria de conhecê-lo interior e verdadeiramente. Não esqueça: “O importante é invisível aos olhos”. E “Só se vê bem com o coração”. São Paulo nos lembra que o que é material é terreno e passageiro, mas o que é espiritual é eterno. Tudo o que você vê e toca pode ser destruído pelo tempo, mas o que é invisível aos olhos está apegado ao ser da pessoa e nada pode destruir. Esse é o seu verdadeiro valor.
Sexo
O namoro não é o tempo de viver a vida sexual; ela ainda não pertence ao casal; vocês não colocaram ainda uma aliança na mão esquerda; amanhã ela ou ele poderá se casar com outro... O sexo é o selo da união matrimonial.
A beleza do corpo dela, hoje, embora seja importante, amanhã não existirá mais quando o tempo passar e os filhos crescerem... O amor não é um ato de um momento, mas se constrói “a cada momento”. Não se pode conhecer uma pessoa “à primeira vista”, é preciso todo um relacionamento. Só o tempo poderá mostrar se um namoro deve continuar ou terminar, quando cada um poderá conhecer o interior do outro, e então, avaliar se há nele as exigências fundamentais que você fixou.

Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br 12/06/2008 - 09h00

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O Papa propõe a esperança cristã diante da sensação de "precariedade e incerteza" - 10/06/2008 - 16:42
Ao inaugurar o Congresso Eclesiástico da Diocese de Roma, o Papa Bento XVI assegurou que ainda na sociedade e cultura de hoje marcada pela sensação das "novas gerações de um destino de precariedade e de incerteza" é possível viver a esperança cristã.
Da Basílica de São João de Latrão, o Santo Padre explicou que a esperança cristã "concerne em certo modo a cada um de nós, mas também é esperança comunitária, esperança para a Igreja e para toda a família humana".
"Na sociedade e na cultura de hoje, e portanto também em nossa amada cidade de Roma não é fácil viver no sinal da esperança cristã. Existe uma sensação difusa de que para a Itália e também para a Europa os anos melhores já ficaram atrás e que espera às novas gerações um destino de precariedade e de incerteza", indicou.
Também explicou que "as expectativas de grandes novidades e melhoras se concentram nas ciências e nas tecnologias", mas estas "não podem dar sentido a nossa vida e não nos podem ensinar a distinguir o bem do mal. Por isso, como escrevi na encíclica 'Spe salvi' não é a ciência a que redime ao homem. O homem é redimido pelo amor. Isso é válido inclusive no âmbito puramente intramundano".
O Papa disse que nossa civilização e nossa cultura tendem com freqüência "a botar a Deus entre parêntese, a organizar a vida pessoal e social sem Ele, e a considerar que não se pode conhecer nada de Deus, ou inclusive a negar sua existência. Mas quando se abandona a Deus todas nossas grandes e pequenas esperanças se apóiam no vazio".
Por isso, continuou, "para educar à esperança", "como nos propomos neste congresso e no próximo ano pastoral, sobre tudo é necessário abrir a Deus nosso coração, nossa inteligência e toda nossa vida, para ser assim, em meio dos nossos irmãos, suas testemunhas acreditáveis".
O Santo Padre afirmou que "a consciência aguda e difusa dos males e dos problemas de Roma está despertando a vontade de realizar um esforço comum: temos que contribuir nossa contribuição específica, começando por aquele tema decisivo que é o da educação e a formação da pessoa, confrontando com espírito construtivo os outros numerosos problemas concretos que dificultam a vida dos habitantes desta cidade".
"Em particular, trataremos de promover uma cultura e uma organização social mais favoráveis à família e à acolhida da vida, assim como à valorização das pessoas anciãs, tão numerosas entre a população de Roma. Trabalharemos para responder a aquelas necessidades primárias que são o trabalho e a casa, sobre tudo para os jovens. Compartilharemos o compromisso para que nossa cidade seja mais segura e ‘habitável’, e faremos o possível para que o seja para todos, em particular para os pobres, e para que os imigrantes que vierem aqui com a intenção de encontrar um espaço de vida respeitando nossas leis, não sejam excluídos".
Bento XVI terminou seu discurso alentando aos jovens a entesourar o "grande dom da esperança cristã na liberdade e na responsabilidade, para vivificar por meio dele o futuro de nossa amada cidade".
O Congresso Eclesiástico da Diocese de Roma se celebra de 9 a 12 de junho, sobre o tema: "Jesus ressuscitou. Educar à esperança na oração, na ação e no sofrimento".

Última Alteração: 16:42:00
Fonte: ACI Local:Vaticano
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Santo Padre alenta brasileiros a proclamar Palavra de Deus com fé e caridade evangélicas - 10/06/2008 - 16:47
O Papa Bento XVI enviou uma mensagem ao Arcebispo do São Paulo, Cardeal Odilo Scherer, no que pediu que a “querida Sede Metropolitana paulista prossiga marcando, a luz do Espírito Santo consolador, os destinos deste povo, proclamando com fé e caridade evangélicas, a palavra de Deus”.
Na missiva pelo centenário da Arquidiocese brasileira, o Pontífice assinalou que se une ao “jubiloso canto de ação de graças ao Senhor pelos frutos de vida cristã com os quais quis benzer a esta querida Igreja local” e que “constituem uma etapa significativa na história de uma igreja”.
Depois de afirmar que São Paulo leva sobre si um singular “arrojo evangélico e profético”, o Papa Bento XVI elevou “fervorosas petições a Deus Todo-poderoso a fim de que esta significativa celebração anime a todas as forças vivas desta Igreja local a um marcado protagonismo evangelizador, à proclamação assídua da Palavra de Deus através do impulso apostólico de todos” e a “um esforço inteligente e generoso por defender a família e a vida de todo ser humano”.
“Desejo também me unir espiritualmente às diversas dimensões da pastoral” para que “prossiga, com renovado ardor missionário, a tarefa evangelizadora, sendo ‘sal da terra e luz do mundo’”, assinalou.
Do mesmo modo, o Santo Padre assegurou que oferece suas “orações pelo bem e felicidade do povo fiel da Arquidiocese” e pediu a Deus pelas autoridades estatais e municipais” para que “prossigam velando pelo bem comum de seus cidadãos, de modo particular pelos doentes, pelos pobres e abandonados e, de modo geral para contribuir à paz e progresso” do Brasil.
“Com estes auspícios concedo ao Senhor Cardeal e os Cardeais, Arcebispos e Bispos presentes na celebração Eucarística; ao clero, diáconos permanentes, seminaristas, aos religiosos e a todo o povo fiel uma especial Bênção Apostólica”, conclui.
O documento foi lido pelo Bispo Auxiliar de São Paulo, Dom Pedro Luis Stringhini, ao começo da Eucaristia celebrada ontem 8 de junho no estádio Pacaembu na Arquidiocese de São Paulo.

Última Alteração: 16:47:00
Fonte: ACI Local:São Paulo
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Igreja deve fazer presente perspectiva do Evangelho sobre a família, diz Cardeal Antonelli - 11/06/2008 - 16:44
O recém nomeado Presidente do Pontifício Conselho para a Família, Cardeal Ennio Antonelli, assinalou que, a Igreja deve fazer "presente a perspectiva familiar do Evangelho, que é positiva: seus grandes valores, a beleza, e sua realidade autenticamente humana".
"Sobre tudo, as necessidades positivas devem ressaltar-se. Antes que nada, em cima e sobre todos os 'nãos', conta o 'sim', o grande sim à vida, à dignidade humana da pessoa, o grande sim à comunhão entre as pessoas que forma a família", disse o Cardeal em declarações a Rádio Vaticano.
Os problemas que as famílias devem confrontar atualmente incluem as ameaças a "a unidade, a estabilidade do matrimônio, e a fecundidade dos casais", e precisou que neste último caso se aprecia em "o inverno demográfico que, sobre tudo na Europa, põe em risco o futuro".
Além disso, em uma carta dada a conhecer o mesmo sábado 7 de junho quando se soube de sua designação por parte do Papa Bento XVI, o Cardeal Antonelli expressou sentir-se honrado com a nomeação e disse ser consciente da "grande responsabilidade pela decisiva importância que a família tem para a Igreja e a sociedade".
O Cardeal assinalou logo que a família é "a célula base da Igreja e a sociedade… fortemente respeitada ao nível dos ideais e primeira entre as aspirações do povo italiano". Também disse que a unidade familiar atravessa por "uma grande dificuldade, está ameaçada e em crise".

Última Alteração: 16:44:00
Fonte: ACI Local:Roma
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quarta-feira, 11 de junho de 2008

PROTEGER E AMAR


CriançaQue tudo mereciasPor teres nascido em guerrasSó recebes mutilações,Sofrimento, ficando sóSem pais como companhia.Quando tu,Criança queridaTal como um ramo de rosasCom seus botões a desabrochar, Outra vida merecias.Tal como todasFazes parte da humanidade.Mas neste mundo cruelOnde só há guerras,Disputas e lutas Por aquilo que mais interessa,Esquecem-se de vocês,Meus amoresPerdendo por vezesVossos pais, vossas mães.Pois é, São pais que perdem os filhosE filhos que perdem os pais.E o mundo anda em desarmonia.A todas as crianças do mundoEu desejo uma vida melhorOnde possam brincarE chegar a adultos.Sem lágrimasNesses lindos olhosE um rosto onde não hajaSofrimento e Dor.Estas linhas são para aquelasQue nada têm, Inclusivé, o amor e o respeito A que têm direito.Com todo o meu amorUm abraço que a todas abrange.Crianças lindasComo flores em botãoDesejo o fim de todo o mal,É o que pede meu coraçãoPara todas as crianças.


(Dedicado ao meu filho e a todas as crianças do mundo)

terça-feira, 10 de junho de 2008

UM CARINHO DE DEUS



A CARTA DE DEUS


Tu és um ser humano, és o Meu milagre.E és forte, capaz, inteligente, e cheio de dons e talentos. Conta teus dons e talentos. Entusiasma-te com eles.Reconhece-te. Aceita-te. Anima-te. E pensa que desde este momento podes mudar tua vida para o bem, se assim te propões e se te enches de entusiasmo.Tu és minha criação maior. És meu milagre.Não temas começar uma nova vida. Não te lamentes nunca. Não te queixes. Não te atormentes. Não te deprimas. Como podes temer se és meu milagre? Estás dotado de poderes desconhecidos para outras criaturas do Universo.És ÚNICO. Ninguém é igual a ti. Só em ti está aceitar o caminho da felicidade e enfrentá-lo seguindo sempre adiante. Até o fim. Simplesmente porque és livre.Em ti está o poder de não amarrar-te às coisas. As coisas não fazem a felicidade. Te fiz perfeito para que aproveitasses tua capacidade, e não para que te destruísses com teus enganos mundanos.Te dei o poder de PENSAR.Te dei o poder de AMAR.Te dei o poder de IMAGINAR.Te dei o poder de CRIAR.Te dei o poder de PLANEJAR.Te dei o poder de ORAR.E te situei o poder dos anjos quando te dei o poder da escolha.Te dei o domínio de escolher o teu próprio destino usando tua vontade. O que tens feito destas tremendas forças que te dei ? Não importa ! De hoje em diante esqueça o teu passado, usando sabiamente este poder de escolha.Opta por SORRIR em lugar de chorar.Opta por CRIAR em lugar de destruir.Opta por DOAR em lugar de roubar.Opta por ATUAR em lugar de adiar.Opta por CRESCER em lugar de consumir-te.Opta por BENDIZER em lugar de blasfemar.Opta por VIVER em lugar de morrer.E aprende a sentir a Minha presença em cada ato de sua vida. Cresça a cada dia um pouco mais no otimismo e na esperança! Deixa para trás os medos e os sentimentos de derrota. Eu estou ao teu lado. Sempre.Chama-me. Busca-me. Lembra-te de mim. Vivo em ti desde sempre e sempre te estou esperando para amar-te.Se hás de vir até Mim algum dia.. que seja hoje, neste momento! Cada instante que vivas sem Mim, é um instante infinito que perdes de Paz.Procura tornar-te criança... simples, generoso doador, com capacidade de extasiar-te e capacidade para comover-te ante à maravilha de sentir-te humano.Porque podes conhecer Meu amor, podes sentir uma lágrima, podes compreender uma dor.Não te esqueças de que és Meu milagre.Que te quero feliz, com misericórdia, com piedade, para que este mundo em que transitas possa acostumar-se a sorrir, sempre que tu aprendas a sorrir.E se és Meu milagre, então usa os teus dons e muda o teu meio ambiente, contagiando esperança e otimismo sem temor porque...EU ESTOU AO TEU LADO! DEUS

SER VENCEDOR EM DEUS


A história de Ester
Irei ter com o rei, ainda que é contra a lei; se perecer, pereci. Ester 4:16.
Você já se lamentou pelas suas origens? Você já desejou que sua infância tivesse sido diferente? Já se sentiu em desvantagem? Certamente, Ester podia sentir tudo isso. Ela ficou órfã ainda pequena, tendo sido criada pelo seu primo, Mordecai.
Ester nunca conheceu seus pais. Ela era uma judia em uma terra estranha, criada em um ambiente hostil como parte de uma minoria desprezada. Quando Vasti, a esposa do rei persa, Assuero, o deixou envergonhado, Ester foi uma das muitas moças trazidas ao harém e colocadas sob a custódia do eunuco do rei. O estilo de vida palaciano corrompido dos tempos antigos dificilmente seria conducente para a fé de Ester.
Mordecai a vigiava, até mesmo no palácio do rei. Ele a incentivava a manter oculta sua etnia. Por um ano, Ester foi treinada na vida do harém. Quando, finalmente, ela apareceu diante do rei, ele "amou a Ester mais do que a todas as mulheres, e ela alcançou perante ele favor e benevolência mais do que todas as virgens". Ester 2:17. Enamorado por sua beleza, equilíbrio e caráter, Assuero a escolheu como rainha.
Em tudo isso, qual era a estratégia de Deus? Por que Ester foi elevada a esta posição tão crucial? Hamã, um dos príncipes do rei, elaborou um plano para destruir Mordecai e os judeus. Todos os judeus deviam ser mortos.
Mordecai ouviu falar sobre a conspiração e apelou para que Ester se manifestasse sobre isso, dizendo: "Quem sabe se para conjuntura como esta é que foste elevada a rainha?" Ester 4:14. Ela enfrentou o desafio, e Deus respondeu. Graças a sua atitude corajosa, o povo de Deus foi poupado.
No divino drama do destino, Deus colocou você no mundo para um momento como este. Não escolhemos viver no começo do século 21. Isto é obra de Deus. Como Ester, fomos chamados para o reino para uma conjuntura como esta. Deus nos convida a sermos fiéis. Não importa nossas origens, Ele quer que sejamos leais a Ele. Ester fez uma poderosa diferença no seu mundo. Nós também podemos fazer diferença.
Enfrente este dia com coragem. Você é um homem de Deus, uma mulher de Deus, destinado (a) a viver neste tempo, neste dia, para fazer diferença por Ele.

NO CAMBATE DA ORAÇÃO



Acampamento 'No combate da oração'

Você vai participar do Acampamento 'No combate da oração'?
Se sua resposta for positiva, não perca as dicas de Fábio Vieira – missionário da Comunidade Canção Nova e supervisor de Infra-estrutura de Eventos – que traz informações detalhadas para você que deseja participar desse acampamento. O evento será realizado na Chácara Santa Cruz, de 13 a 15 de junho, em Cachoeira Paulista (SP). Confira:

13 de junho de 2008
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PROGRAMAÇÃOClique e confira
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TV Canção Nova


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SOBRE O EVENTO

Você vai participar do Acampamento 'No combate da oração'?


Oração para os filhos


'Vai, a tua fé te salvou'


'Conhecereis a verdade e a verdade vos libertará'


'O trabalho edifica o homem'


Conheça o jejum de Daniel


Oração para interceder sobre seu emprego


'Não separe, pois, o homem o que Deus uniu' (Mc 10,9)


Tudo pode ser mudado pela força da oração

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EVENTOS CANÇÃO NOVA

Arraiá na Canção Nova 14 de junho Vitória da Conquista - BA-22.662141, -45.002452
Encontro de cura e liberrtação 14 de junho Curitiba - PR-22.662141, -45.002452
Arraiá da Canção Nova 14 de junho Gravatá - PE-22.662141, -45.002452
II Festival de Artes Canção Nova 19 de junho Cachoeira Paulista -SP-22.662141, -45.002452
Missa do Clube do Ouvinte 25 de junho Campinas - SP-22.662141, -45.002452
Acampamento de Oração 27 de junho Cuiabá - MT-22.662141, -45.002452
Vigilia de oração clamando as bênçãos do céu 28 de junho Vitória da Conquista - BA-22.662141, -45.002452
Acampamento 04 de julho Gravatá - PE-22.662141, -45.002452
Acampamento PHN 10 anos 04 de julho Cachoeira Paulista -SP-22.662141, -45.002452
Kairós para as famílias 06 de julho Curitiba - PR-22.662141, -45.002452
Missa com Padre Edimilson 07 de julho Campinas - SP-22.662141, -45.002452
Acampamento para famílias 18 de julho Cachoeira Paulista -SP-22.662141, -45.002452
Acampamento de Oração 18 de julho Vitória da Conquista - BA-22.662141, -45.002452
Aprofundamento para casais 18 de julho São José do Rio Preto - SP-22.662141, -45.002452
Acampamento de Cura e Libertação 18 de julho Aracaju - SE-22.662141, -45.002452
Missa pela Paz 21 de julho Vitória da Conquista - BA-22.662141, -45.002452
Encontro de Oração 26 de julho Curitiba - PR-22.662141, -45.002452
Missa do Clube do Ouvinte 30 de julho Campinas - SP-22.662141, -45.002452
Missa Do Clube Do Ouvinte 30 de julho Campos dos Goytacazes - RJ-22.662141, -45.002452
Hallel Canção Nova 15 de agosto Cachoeira Paulista -SP-22.662141, -45.002452
Aniversário da Rádio Canção Nova de Vitória da Conquista 22 de agosto Vitória da Conquista - BA-22.662141, -45.002452
Noite dos Namorados 12 de junho Campinas - SP-22.662141, -45.002452
Encontro de casais 13 de junho Lavrinhas - SP-22.662141, -45.002452

PALAVRAS DE FORMAÇÃO ( PROFESSOR)



Formações

Família, muito mais que um conjunto de pessoas
O futuro da sociedade e da Igreja passam inexoravelmente por ela
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A família é muito mais do que um simples grupo de pessoas, unidas de qualquer jeito, e vivendo juntas na mesma casa. É muito mais do que isso, ela é a “célula mãe” da humanidade. Quando Deus quis que a humanidade existisse, a projetou baseada na família; por isso ela é sagrada. Não foi um Papa, um Bispo ou um Cardeal que a instituiu, mas o próprio Deus, para que ela fosse o berço e o escudo de proteção da vida humana na terra.
Marcada pelo sinete divino, a família, em todos os povos, atravessou os tempos e chegou até nós no século XXI. Só uma instituição de Deus tem esta força. Ninguém jamais destruirá a força da família por ser ela uma instituição divina. Para vislumbrar bem a sua importância basta lembrar que o Filho de Deus, quando desceu do céu para salvar o homem, ao assumir a natureza humana, quis nascer numa família.
O Papa João Paulo II, na “Carta às Famílias”, chamou a família de “Santuário da vida” (CF, 11). Santuário quer dizer “lugar sagrado”. É ali que a vida humana surge como de uma nascente sagrada e é cultivada e formada. É missão sagrada da família guardar, revelar e comunicar ao mundo o amor e a vida.
Na visão bíblica, homem e mulher são chamados a – juntos – continuar a ação criadora de Deus e a construção mútua de ambos, gerando os seus filhos amados.
Este é o desígnio de Deus para o homem e para a mulher: juntos, em família: “crescer”, “multiplicar”, “encher a terra”, “submetê-la”. Vemos aí também a dignidade, baseada no amor mútuo, a qual leva o homem e a mulher a deixar a própria casa paterna, para se dedicarem um ao outro totalmente. Este amor é tão profundo, que dos dois faz um só, “uma só carne”, para que possam juntos realizar um grande projeto comum: a família.
Daí podemos ver que sem o matrimônio forte e santo, não é possível termos uma família forte, segundo o desejo do coração de Deus. Isso nos faz entender também que a celebração do sacramento do matrimônio é a garantia da presença de Jesus na família que ali começa, como nas Bodas de Caná.
Como é doloroso perceber hoje que muitos jovens, nascidos em famílias católicas, já não valorizam mais esse sacramento e acham, por ignorância religiosa, que já não é importante subir ao altar para começar uma família!
Ao falar da família no plano de Deus, o Catecismo da Igreja Católica (CIC) diz que ela é “vestígio e imagem da comunhão do Pai, do Filho e do Espírito Santo. Sua atividade procriadora e educadora é o reflexo da obra criadora do Pai” (CIC §2205).
Essas palavras indicam que a família é, na terra, a marca (“vestígio e imagem”) do próprio Deus, que, através dela continua a sua obra criadora. É muito mais que um mero grupo de pessoas.
O futuro da sociedade e da Igreja passam inexoravelmente por ela. É ali que os filhos e os pais devem ser felizes. Quem não experimentou o amor no seio do lar, terá dificuldade para conhecê-lo fora dele. Os psicólogos mostram quantos problemas surgem com as pessoas que não experimentaram o amor do pai, da mãe e dos irmãos.
“A família é a comunidade na qual, desde a infância, se podem assimilar os valores morais, em que se pode começar a honrar a Deus e a usar corretamente da liberdade. A vida em família é iniciação para a vida em sociedade” (CIC §2207). Ela é a “íntima comunidade de vida e de amor” (GS, 48).
Toda essa reflexão nos leva a concluir que cada homem e cada mulher que deixam o pai e a mãe para se unir em matrimônio e constituir uma nova família, não podem fazer isso levianamente, mas devem fazê-lo somente por um autêntico amor, que não é uma entrega passageira, mas uma doação definitiva, absoluta, total, fiel, madura, responsável, até a morte... Se destruirmos a família, destruiremos a sociedade. Por isso, é fácil perceber, cada vez mais claramente, que os sofrimentos das crianças, dos jovens, dos adultos e dos velhos, têm a sua razão na destruição dos lares.
Cabe aqui uma pergunta: Como será possível, num contexto de grande imoralidade de hoje, insegurança, ausência de pai ou mãe, garantir aos filhos as bases de uma personalidade firme e equilibrada, e uma vida digna, com esperança?
Fruto da permissividade moral e do relativismo religioso de nosso tempo, é enorme a porcentagem de famílias destruídas e de pseudofamílias, gerando toda sorte de sofrimentos para os filhos. Muitos crescem sem o calor amoroso do pai e da mãe, carregando consigo essa carência afetiva que se desdobra em tantos problemas e frustrações.
Podemos resumir toda a grandeza, importância e beleza da família, nas palavras do saudoso Papa João Paulo II, na Encíclica Evangelium Vitae: "No seio do 'povo da vida e pela vida', resulta decisiva a responsabilidade da família: é uma responsabilidade que brota da própria natureza dela - uma comunidade de vida e de amor, fundada sobre o matrimônio - e da sua missão que é 'guardar, revelar e comunicar o amor'” ( FC,17).
Muito mais do que um simples grupo de pessoas, unidas de qualquer forma e vivendo juntas, a família, o berço da humanidade segundo o desejo de Deus; é o fruto da união de um homem e de uma mulher, unidos pelo matrimônio e pelo amor para sempre, vivendo a fidelidade, indissolubilidade e gerando os filhos de Deus.

Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br 10/06/2008 - 07h00
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Segunda-feira, 09 de junho de 2008, 18h48
Células-tronco: Entre a Ilusão e a Realidade
Dr. Frei Antônio MoserAssessor da CNBB para assuntos de bioética
Assessoria
Dr. Frei Antônio Moser
Ao longo da história, em todas as civilizações, sempre houve algum tipo de santuário, onde as pessoas buscavam a cura de seus males. Como também, em todos os tempos a maior parte das pessoas sempre acreditou num Ser transcendente que as ajuda a encontrar um sentido para suas vidas e até para seus sofrimentos. Hoje vivemos um certo paradoxo. Por um lado cresce o número dos descrentes, e por outro cresce o número dos que crêem. Só que enquanto uns crêem em Deus, outros, lançam sua confiança inteiramente no que denominam de ciência. Graças a Deus as várias ciências estão progredindo e muito rapidamente. Graças a Deus sobretudo o campo da medicina tem conhecido grandes avanços nestes últimos tempos, oferecendo melhores condições básicas de vida e eventualmente condições para a cura de certos males, ou ao menos algum alívio. Infelizmente, certos grupos que se auto denominam de cientistas, e isto de maneira exclusiva (só nós é que sabemos e podemos), mais parecem regredir a tempos imemoriais do que acompanhar a marcha das verdadeiras ciências. Mais claramente: ao mesmo tempo que negam Deus e milagres, criam ilusões de forças estranhas e milagrosas, capazes de debelar todos os males. Nem é preciso dizer que se trata das células tronco. Maravilhosas sim, apenas que é preciso saber que elas fazem parte de uma verdadeira rede de mecanismos que agem sempre de maneira conjugada e remetem sempre para muitos fatores ao mesmo tempo. Ademais é preciso conhecer e respeitar suas propriedades.Claro que todos queremos e devemos fazer o possível para ajudar os portadores dos mais diversos tipos de deficiências, provenientes das mais diversas causas. O que não podemos fazer é criar nestas pessoas a ilusão de curas mágicas. Criar ilusões não é socorrer os que sofrem: é plantar neles as sementes da desilusão. Ilusão não se confunde com esperança: a primeira, depois de algum tempo, leva ao desespero; a segunda, fundamentada numa concepção realista da vida, jamais decepciona: ela dá forças para enfrentar as contradições que todos, de uma maneira ou de outra, mais cedo ou mais tarde, terão que enfrentar.
Tags: Frei Moser artigo células-tronco embriões
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Terça-feira, 10 de junho de 2008, 09h23
"É preciso educar para a esperança na oração, ação e sofrimento"
Da Redação, com Rádio Vaticano
AP
Bento XVI junto ao Cardeal Camillo Ruini
O Papa Bento XVI inaugurou, ontem à noite, na Basílica de São João de Latrão, sede da Diocese de Roma, os trabalhos do Congresso Diocesano, que, este ano, tem como tema: "Jesus Ressuscitou: educar para a esperança na oração, na ação, no sofrimento".Em seu longo e denso discurso, que pronunciou à assembléia diocesana, na presença do Cardeal Camillo Ruini, Vigário do Papa para a Diocese de Roma, Bento XVI recordou que, por três anos consecutivos, o Congresso tratou do tema da família. "Há dois anos, porém, a Diocese está aprofundando o tema da educação das novas gerações", disse."Trata-se de um tema que envolve, antes de tudo, as famílias, mas também, diretamente, a Igreja, a escola e toda a sociedade", afirmou. E acrescentou: "Procuramos responder, assim, àquela emergência educativa, que representa, para todos, um grande desafio. O objetivo que nos propomos, este ano, refere-se à educação, no prisma da esperança teologal, que se nutre da fé e da confiança em Deus, que, em Jesus, se revelou verdadeiro amigo do homem".EsperançaO Papa disse que, para formar à esperança, é preciso, concretamente, a oração, com a qual nos abrimos e nos dirigimos Àquele que é origem e fundamento da nossa esperança. E o justo modo de rezar é passar pelo processo da purificação interior. Através da oração aprendemos a manter o mundo aberto a Deus e a tornar-nos ministros da esperança.Jesus ressuscitado é o fundamento da nossa fé e da nossa esperança. À luz deste princípio, disse o Papa, podemos compreender as verdadeiras dimensões da fé cristã, como esperança que transforma e sustenta a nossa vida. E explicou: "Concretamente, a esperança de quem crê em Deus, que ressuscitou Jesus dos mortos, se prospecta para aquela felicidade e alegria, plena e total, que nós chamamos vida eterna"."A esperança na vida eterna anima e transforma a nossa existência terrena, orienta e dá significado não efêmero às nossas pequenas esperanças, para mudar e tornar menos injusto o mundo em que vivemos", assinalou. "De modo análogo, a esperança cristã diz respeito, de modo pessoal, a cada um de nós, à nossa salvação; mas, também é esperança comunitária, esperança para a Igreja e para toda a família humana", frisou. "Na sociedade e na cultura de hoje e, de conseqüência, na nossa amada cidade de Roma, não é fácil viver sob o signo da esperança. Por um lado, prevalecem, muitas vezes, atitudes de desconfiança, desilusão e resignação, que contradizem não apenas a grande esperança da fé, mas também as pequenas esperanças".Não é a ciência, mas o amor que redime o homemBento XVI falou das expectativas de grandes novidades e de melhorias que se concentram nas ciências e nas tecnologias e, portanto, nas forças e nas descobertas do homem, como se somente ele pudesse solucionar os problemas. "Porém não é a ciência, mas o amor que redime o homem", recordou o Santo Padre.Prioridades na formaçãoFalando dos males, existentes na Capital italiana, além da educação e da formação da pessoa, o Papa citou outras necessidades primordiais, que devem ser abordadas no atual Congresso Diocesano e neste próximo ano pastoral: "Procuremos, em particular, promover uma cultura e uma organização social mais favoráveis à família e ao acolhimento da vida, além de valorizar as pessoas idosas, e dar resposta a outras necessidades, como a falta de trabalho e a moradia; compartilhar do compromisso de tornar a nossa cidade mais segura e vivível, sobretudo, em relação aos mais pobres e ao imigrado, que vem entre nós com a intenção de encontrar espaço de vida, no respeito das nossas leis".E o Papa concluiu: "Apesar de todas as dificuldades e falências, sabemos que esperança cristã vive também do sofrimento, que a educa, a fortifica e a amadurece. Para que isto seja possível, é preciso reforçar a oração, grande dom da esperança cristã".
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DESCOBERTA


Arqueólogos encontram, no norte da Jordânia, a 1ª igreja cristã do mundo
ALTERA OTAMANHO DA LETRA
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09 de Junho de 2008 às 12:17:37

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Amã, 9 jun (EFE) - Um grupo de arqueólogos acredita ter descoberto "a primeira igreja cristã do mundo" na localidade jordaniana de Rihab, 40 quilômetros ao nordeste da capital Amã, revelou o chefe do Centro de Estudos Arqueológicos local, Abdul Qader Hussan, ao jornal "Jordan Times". "Localizamos o que acreditamos ser a primeira igreja cristã do mundo, construída entre os anos 33 e 70 de nossa era", disse o arqueólogo na entrevista. O templo está soterrado e sobre ele foi construída outra igreja, que ainda está de pé, em honra a São Jorge. "Trata-se de uma descoberta incrível, pois temos provas que nos fazem acreditar que o prédio recebeu os primeiros cristãos e os discípulos de Jesus Cristo" mencionados pelo evangelista Lucas, afirmou Hassan. Segundo o arqueólogo, a caverna subterrânea serviu de residência e local de oração para os cristãos quando sua religião ainda era perseguida. "Acreditamos que não deixaram a caverna até que os romanos abraçaram o cristianismo", acrescenta Hassan, que acredita que a Igreja de São Jorge teria sido construída nesta época. Assim, o templo teria servido de abrigo aos 70 discípulos de Jesus Cristo que, segundo a tradição, foram obrigados a fugir de Jerusalém por causa das perseguições religiosas para se refugiarem no norte da atual Jordânia, principalmente em Rihab. De fato, a Igreja de São Jorge tem um mosaico no qual menciona "os 70 amados de Deus". Segundo a descrição de Hassan, o templo tem poucos degraus, sua estrutura é circular e conta com vários assentos de pedra para os sacerdotes. Para o auxiliar do Bispo da Arquidiocese Grega Ortodoxa da região, Archimandrite Nektarious, a descoberta é "um marco importante para todos os cristãos do mundo" e lembrou que a única caverna semelhante em forma e propósito se encontra em Tessalônica, na Grécia. Além disso, o especialista destacou o valor dos objetos encontrados em um cemitério próximo à caverna. "Encontramos objetos de cerâmica que datam de um período entre os séculos III e VII. As descobertas mostram que os primeiros cristãos e seus descendentes viveram aqui até a queda dos romanos", declarou Hassan. Fontes do Ministério do Turismo jordaniano confirmaram que o Governo assumirá o controle da área da descoberta com o objetivo de atrair o maior número possível de visitantes. Fonte: Yahoo Notícias
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segunda-feira, 9 de junho de 2008

MOMENTO DE REFLEXÃO



,As Almas do Purgatório me disseram...

Este é o titulo de um livro escrito por Maria Simma, uma senhora nascida na Áustria no ano de 1915, na pequena aldeia de "Sonntag", em família muito pobre. Segunda de oito filhos, desde pequena rezava muito pelas almas, como a sua mãe. Teve a graça de receber visitas de almas desde os seus 25 anos de idade, pelo resto de sua vida. Não pretendemos resumir o livro, mas apenas mencionar alguns itens.
(1)
Pode parecer estranho, porém não é novidade na história da humanidade. Encontramos uma série de relatos, inclusive feitos por santos canonizados, como o Santo Cura d'Ars, São João Bosco, Santa Cata-rina de Gênoa (que escreveu muito a respeito), e muitos outros. O mais interessante é que todos esses relatos são muito semelhantes um ao outro.

A primeira alma veio à sua casa no ano de 1940, das 03 às 04 horas de madrugada. Diz ela: Ouvi al- guém andando no meu quarto e acordei. Olhei para ver quem podia ter entrado. Era um estranho, que andava lentamente. Perguntei severo "Como entraste? Que coisa perdeste? Que fazes tu?" Mas como não me respondia, levantei-me de um salto para segurá-lo, e toquei no nada... O homem havia desapa-recido. Voltei à cama e de novo comecei a senti-lo. Outra vez me levantei para segurá-lo, mas de novo esbarrei no nada. Perplexa voltei à cama. Ele não voltou, mas não consegui mais dormir. Aliás, minha mãe dizia que desde pequena nunca tive medo de nada. Pela manhã, após a Missa, encontrei-me com o meu Diretor Espiritual. Ele me disse: "Se tudo acontecer de novo, não pergunte quem és, mas pergunte que coisa queres de mim?

Na noite seguinte, o mesmo homem retornou. Perguntei: "Que coisa queres de mim?" Ele disse: "Manda celebrar três missas por mim e serei libertado." Então compreendi que era uma alma do purgatório. O meu Diretor Espiritual me confirmou. Aconselhou-me a não rejeitar as almas do purgatório, mas de acolhê-las com generosidade. Por alguns anos continuaram poucas visitas, mas depois vieram mais e mais. Muitas vezes pedem Santas Missas por elas e de assistí-las. Pedem para rezar o Santo Rosário, a Via Sacra ou outras orações em suas intenções.

QUE COISA É O PURGATÓRIO? Conforme contam as almas, é uma invenção genial da parte de Deus. Imagina um dia lhe aparecer um ser extraordinariamente belo. Ficaríeis fascinados e atônitos por esse ser de luz e beleza. Tanto mais que Ele demonstra ser totalmente enamorado de vós. Queima já no vosso coração o fogo do amor que vos faz querer abraçá-lo. Mas eis que vos dais conta que não sois lavados há meses, tendes um mau cheiro, vos sentis horrivelmente feios... Então vós mesmos direis: "Não, não é possível que me apresente neste estado. Preciso primeiro me lavar, tomar um banho e depois tornar a vê-lo. O purgatório é exatamente para isto. Para o pecador ter oportunidade de se purifi-car antes de abraçar Jesus.

Nenhuma alma do purgatório quer voltar para a terra, porque essas já têm um conhecimento de Deus infinitamente superior ao nosso, e não querem mais retornar às trevas deste mundo. Elas mesmas que decidem ir para o purgatório para se purificarem antes de entrar no paraíso.

QUAIS OS PECADOS QUE LEVAM AO PURGATÓTIO? São os pecados contra a caridade, contra o amor ao próximo, a dureza de coração, a hostilidade, a calúnia, sexo livre, sim, todas essas coisas. Porém a maledicência e a calúnia são as mais graves, que necessitam de uma longa purificação.

E COMO EVITAR O PURGATÓRIO? Ter um coração bom para com todos. A caridade cobre uma multi-dão de pecados. Devemos fazer muito pelas almas do purgatório, porque elas nos ajudam sempre. É preciso ter muita humildade. É esta a maior arma contra o maligno. A humildade elimina o mal. Uma história contada por Maria:

Conheci um jovem de vinte anos. Habitava um lugarejo vizinho ao meu. Este lugar foi duramente castigado por avalanches que mataram grande numero de pessoas. Uma tarde, quando se encontrava na casa de seus pais, inesperadamente veio um desabamento terrível vizinho à sua casa. Ele ouvindo os gritos desesperados de socorro, se levantou para prestar ajuda àquelas pessoas. A mãe, fechando a porta, disse: "Não! os outros irão socorrê-los, não nós! Não quero que sejas um morto a mais." Mas o jovem disse: "sim, eu vou! Não quero deixá-los morrer assim!". Mas eis que ele também, ao sair, foi soterrado e morreu. Dois dias depois ele veio visitar-me durante a noite e me disse: "Manda celebrar três missas por mim e serei libertado. Tive uma vida cheia de pecados, mas pelo grande ato de amor, colocando em risco a minha própria vida, o Senhor me acolheu assim tão depressa com benevolência. Sim, a caridade cobre uma multidão de pecados." Neste episódio se vê, como um só ato de amor des-interessado foi suficiente para purificar este jovem de uma vida toda vivida no pecado. O Senhor aproveitou este momento de amor para chamá-lo a si. (2)

A SANTA MISSA é o meio mais eficaz para facilitar a libertação das almas do purgatório, porque aí é o próprio Cristo que se oferece a Deus por amor a nós. Se em vida tivermos rezado e participado das missas com todo coração, e durante a semana tivermos vivido segundo o nosso tempo disponível, essas missas trarão um maior proveito para nós quando morrermos, do que as que forem celebradas depois. Uma alma do purgatório vê muito bem o dia do seu funeral, se se reza verdadeiramente por elas, ou se simplesmente faz-se ato de presença ara mostrar que está lá. As almas dizem que as lágrimas não servem de nada para ajudá-las. Ao contrário, serve muito a oração.

O SOFRIMENTO E O PURGATÓRIO: A primeira vez que uma alma me perguntou se eu queria sofrer por três horas por ela, eu disse para mim mesma: "se é só por três horas, vou aceitar". Mas aquelas três horas me pareciam que duravam três dias, os sofrimentos eram terríveis. Mas no final olhei para o relógio e vi que haviam passado somente três horas. Esta alma depois me disse que por eu ter aceitado sofrer por três horas, ela havia sido poupada de passar mais vinte anos no purgatório. Mas é possível ?
Bem, quando se sofre sobre a terra, e ainda mais voluntariamente, podemos crescer no amor de Deus. Isto não é o caso dos sofrimentos no purgatório, que servem somente para purificar os pecados. Sobre a terra temos todas as graças, temos a liberdade de escolher.

INDULGÊNCIAS: As almas dizem que também as Indulgências têm um grande valor, seja para liberta-ção delas, seja para nós. Talvez seja até uma verdadeira crueldade não aproveitarmos esses tesouros que a Igreja nos propõe em favor das almas do purgatório. É pouco sacrifício para muito proveito.

As almas do purgatório não podem fazer nada por elas mesmas. São totalmente impotentes, e se os vivos não rezarem por elas, ficarão em completo abandono. Eis porque é importante utilizar o imenso poder , incrível, que todos nós temos nas mãos para ajudar a libertar as almas que sofrem. Esta é talvez a maneira mais bela de exercitar a caridade.

REENCARNAÇÃO: As almas dizem que Deus nos dá uma só vida. Não há reencarnação.

EXISTEM PADRES NO PURGATÓRIO? (Quando ouviu essa pergunta, Maria levantou os olhos para o céu como se dissesse: Ai, meu Deus!!!. Respondeu:) Sim, são muitos. Estão lá por não terem ajudado aos seus fiéis a terem respeito pela eucaristia. Negligenciaram a oração e a sua fé diminuiu. Porém, é também verdade, que muitos e muitos padres foram e vão diretamente para o céu.

EXISTEM CRIANÇAS NO PURGATÓRIO? Sim, mas para elas o purgatório não é muito longo nem muito penoso, porque a essas falta o pleno discernimento.

PECADOS CONTRA A NATUREZA: As almas que eu conheci (do purgatório) não se perderam, mas devem sofrer muito para purificar-se. Em todas as perversões está presente a obra do maligno e, de um modo particular, no homossexualismo. Diria para rezarem sobretudo a São Miguel Arcanjo, porque é ele, por excelência, quem combate o maligno.

A PRÁTICA DO ESPIRITISMO: Não é boa. É sempre o diabo que faz mover as coisas. Não é lícito chamar as almas. A mim elas vêm por permissão de Deus, eu não as chamo. No espiritismo, invocam-se os espíritos, mas é o próprio demônio que vem fingindo ser a alma deste ou daquele outro. Apresenta-se com falsa aparência, sem ser chamado. Uma vez, uma alma veio encontrar-me e me disse: "Não deves acolher a alma que virá depois de mim, porque ela te pedirá muito sofrimento. Tu não tens saúde para aceitar aquilo que ela te pedir." Fiquei perturbada, pois meu Diretor Espiritual me havia dito que devo acolher com generosidade os seus pedidos. Pensei comigo: será que aquele é o demônio? Fiz o sinal da cruz e disse àquele homem: "Se tu és o demônio, vai-te!!!" De súbito soltou um forte grito e fugiu. E a alma que veio depois, era verdadeiramente uma alma que precisava muito da minha ajuda, e a atendi.

OS BENS MAL ADQUIRIDOS: Fiquei mais conhecida, quando as almas começaram a pedir-me para suplicar às suas famílias a fim de que restituíssem um bem adquirido ilicitamente. Os familiares viram que o que eu dizia era verdadeiro. Muitas vezes as almas vieram encontrar-me para dizer-me: "Vai a minha família, em tal lugar, e diz ao meu filho, ao meu pai, ao meu irmão, para restituir tal propriedade, tal soma de dinheiro, tal objeto, e eu serei libertada do purgatório quando estes bens forem restituídos (porque eu participei do ato ilícito). E assim ficavam maravilhadas por eu conhecer tudo. Fiquei conhecida, porque os jornais publicaram esses acontecimentos.

UMA PROPOSTA PARA TODOS: (3)

Tenho uma proposta para fazer a todos aqueles que leram estes belos testemunhos. A proposta é esta: de tomarmos a decisão de nenhum de nós ir ao purgatório.Isto é perfeitamente possível. Nós temos tudo nas mãos. São João da Cruz disse que a providência de Deus provê sempre, na vida de todo homem, a purificação necessária, a fim de que, quando chegarmos no momento da morte, possamos ir diretamente para o Céu. A providência coloca nas nossas vidas bastante contrariedades, provas, sofrimentos, doenças e faz com que esses meios de purificação sejam suficientes para nos conduzir, se assim quisermos, e ir direto para o Céu.
Mas porque são tão pouco utilizados? Porque nós nos rebelamos, não acolhemos com amor, com reconhecimento, este presente valiosíssimo que são as provas e os sofrimentos na nossa vida, e os perdemos por causa das nossas rebeliões e pela não submissão. Agora, peçamos ao Senhor, a graça de saber acolher verdadeiramente cada ocasião, a fim de que no dia da nossa morte, Jesus nos veja resplandescentes de beleza e de pureza.
Certamente se nós decidirmos isto, não digo que o caminho será fácil, pois o Senhor jamais disse que seria, jamais prometeu a facilidade, mas o caminho será na paz e será um caminho de encontro e felicidade, isto sim. O Senhor estará conosco, sobretudo se quisermos aproveitar o tempo que nos resta aqui na terra, tempo este tão precioso, durante o qual nos é agora concedido crescer no amor, enquanto que as almas do purgatório não podem fazer mais nada por si mesmas. Cada ato de amor que nós oferecermos ao Senhor, cada pequena renúncia, cada pequeno jejum, cada pequena privação, cada luta contra nossas tendências e contra os nossos defeitos, os pequenos perdões aos nossos inimigos, em suma, todas as pequenas coisas que possamos oferecer, será para nós, mais tarde, um ornamento, uma jóia, um verdadeiro tesouro para a eternidade.
Agora acolhamos cada ocasião para sermos belos como Deus deseja desde já que o sejamos. E se víssemos em plena luz, o esplendor das almas puras, o esplendor de uma alma que é purificada, nós choraríamos de alegria, de maravilhados, tanta é a sua beleza. Uma alma humana é qualquer coisa de esplendido diante de Deus, e é por isto que Deus nos deseja perfeitamente puros. A nossa pureza não consiste em não havermos cometido jamais erros, mas em saber arrepender-nos dos que cometemos e em sermos humildes. Vejam! Isto é muito diverso. Os santos não são pessoas impecáveis, mas são aquelas que sabem levantar-se e pedir perdão, cada vez que caem.
Agora, acolhamos também, nós todos, esses maravilhosos meios que o Senhor colocou em nossas mãos para ajudar as almas do purgatório, que ainda sofrem por não terem chegado até Deus. Não esqueçamos que a oração das crianças têm um poder imenso no coração de Deus. Ensinemos as crianças a rezarem. Queria dizer também que os aposentados, e todos aqueles que têm o tempo livre, andassem mais assiduamente à Santa Missa. Poderiam acumular sufrágios não somente para eles, mas também para os seus falecidos e por milhares e milhares de almas. O valor de uma só Missa é incomensurável. Ah, se todos se dessem conta!
Quantas riquezas nós perdemos, por causa da nossa ignorância, da indiferença, ou simplesmente pela nossa preguiça! E dizer, que temos em nossas mãos o poder de salvar os nossos irmãos, tornando-se nós mesmos co-redentores, junto com Jesus nosso salvador e redentor! (ass.) Maria Simma.

NOSSA SENHORA FALA DAS ALMAS DO PURGATÓRIO, EM MEDJUGORIE:

Queridos filhos! Hoje desejo convidá-los a orar todos os dias pelas almas do purgatório. Para todas as almas é necessária a oração e a graça, para chegarem a Deus e ao Amor de Deus. Com isso, também vocês, queridos filhos, recebem novos intercessores, que os ajudarão na vida, a compreender que as coisas da Terra não são importantes para vocês; que só o Céu é a meta para a qual vocês devem encaminhar-se. Por isso, queridos filhos, rezem sem descanso, a fim de que vocês possam ajudar a si mesmos e também aos outros, para os quais as orações trarão a alegria. Obrigado por terem correspondido a meu apelo. (06.11.1986)

CRER SEM QUESTIONAR


QUANDO AS TEMPESTADES DAS TENTAÇÕES SE LEVANTAM, E FAÍSCAM OS TERRIVEIS RELÂMPAGOS, E AS ONDAS SE AVOLUMAM SOBRE A NOSSA CABEÇA, SOZINHOS COMBATEMOS CONTRA A TORMENTA, ESQUECENDO-NOS DE QUE EXISTE ALGUEM QUE NOS PODE VALER. CONFIAMOS EM NOSSA PROPRIA FORÇA ATÉ QUE PERDEMOS A ESPERANÇA, E NOS ACHAMOS A PONTO DE MORRER. ENTÃO NOS LEMBRAMOS DE JESUS, E SE LHE PEDIMOS QUE NOS SALVE, NÃO CLAMAREMOS EM VÃO. EMBORA ELE PESAROSAMENTE NOS REPROVE A INCREDULIDADE E A CONFIANÇA PROPRIA, NUNCA DEIXA DE NOS CONCEDER O AUXILIO DE QUE NECESSITAMOS. SEJA EM TERRA OU NO MAR, SE TEMOS O SALVADOR NO CORAÇÃO, NADA HA A TEMER. A FÉ VIVA NO REDENTOR SERENA O MAR DA VIDA, E ELE NOS GUARDARA DO PERIGO DA MANEIRA QUE SABE SER MELHOR.... POR MAIS FURIOSA QUE SEJA A TORMENTA, OS QUE APELAREM A JESUS COM O GRITO: " SENHOR, SALVA-NOS ! ", ENCONTRARÃO LIVRAMENTO.

PORQUE NÃO ?


COMO TUDO SERIA TÃO SIMPLES E PERFEITO SE O HOMEM TAL QUAL A CRIAÇÃO PERFEITA DE DEUS SE COLOCASSE EM SUAS MÃOS DEIXASSE O SENHOR CONDUZIR TUDO EM SUA VIDA AO INVÉS DE QUERER BRINCAR DE deus.

CATÓLICA NET NOTICIAS ( O PECADO DO DESCASO)



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Bíblia está em casa, mas não é lida - 05/06/2008 - 14:30
O Patriarcado de Lisboa apresentou esta Quinta-feira os resultados de um inquérito sobre a Bíblia realizado entre os católicos que participaram nas celebrações dominicais em Setembro e Outubro de 2007. Os resultados mostram que 87,65 % dos inquiridos tem uma Bíblia em casa, mas na maioria dos casos não a lê regularmente, nem de forma individual nem em grupo.
Para D. José Policarpo, Cardeal-Patriarca de Lisboa, este é “mais um indicador do que um estudo objetivo”, dado o número de respostas “não muito significativo”. De fato, responderam 3839 pessoas, cerca de 4% dos participantes nas referidas celebrações.O Patriarca frisou que “aquilo que nós chamamos ‘Palavra de Deus’ afunila-se na palavra bíblica”, mas esta é “um instrumento de mediação, que tem na sua origem já a marca de Deus, o fenômeno da inspiração, para que o crente possa chegar a escutar o que Deus tem a dizer à pessoa e ao seu povo”.“Um dos riscos da Igreja é que fique no instrumentos e não o trabalho com humildade e interiorização, a ponto de poder tocar um mistério, que é o do Verbo de Deus”, indicou.Nesse sentido, defendeu a “valorização da proclamação da Palavra de Deus em assembléia” e a necessidade de que ensinar os católicos a rezar com a Bíblia,."Precisamos de insistir em ensinar as pessoas a rezar a partir das Sagradas Escrituras. As Sagradas Escrituras não como interesse intelectual, mas com as pessoas a aprenderem a rezar a partir da palavra de Deus", disse D. José Policarpo.Durante o encontro com os jornalistas, o Cardeal-Patriarca admitiu que a Bíblia é "um livro complicado", sustentando que é preciso dar às pessoas "critérios mínimos de contato” com a Escritura."O caminho é ensinar as pessoas a ler a Bíblia em conjunto e com critérios para que percebam, nomeadamente, as diferenças que há entre os vários livros", afirmou, apontando como exemplo a criação de grupos bíblicos.D. José Policarpo destacou a importância de utilizar bem a Palavra de Deus nas celebrações, lamentando os casos em que “a palavra é mal lida”, existe uma escolha inadequada dos leitores e em que “a homilia nem sempre ajuda”.Este responsável disse ainda que “há sinais positivo de interesse pela Escritura, mais fora da celebração do que dentro da celebração, mas uma grande inconsciência de que a Palavra de Deus hoje não é só as escrituras”, mas também o “Magistério autêntico”.O Cardeal-Patriarca considerou, por outro lado, ser significativa a existência de um número “consolador” de pessoas que participam na Missa, não só ao Domingo, mas também durante a semana, número esse que aumentou após a realização do Congresso Internacional para a Nova Evangelização.Sem pessimismo
A apresentação dos números tidos como mais relevantes esteve a cargo do Pe. Paulo Franco, coordenador do Secretariado de Acção Pastoral (SAP) do Patriarcado. Segundo o sacerdote, “vale a pena sublinhar que a maior parte dos participantes nas assembleias dominicais tem Bíblia e tem acesso a ela”, 87,65%
Os dados relativos à leitura individual indicam que 44% dos inquiridos nunca lê a Bíblia ou apenas o faz até 6 vezes ao ano. 9,3% afirmaram lê-la todos os dias.
Quanto à leitura em grupo ou acompanhada, os números tornam-se mais negativos: 67,3% dos inquiridos nunca lê a Bíblia ou apenas o faz até 6 vezes ao ano; apenas 2,1% o fazem todos os dias.
O inquérito mostra em74,6% das respostas que os inquiridos acreditam que, para além da Bíblia, Deus comunica a sua Palavra aos homens “também de outras maneiras”. Não obstante, 16,1% “não sabe, tem dúvidas” quanto a essa comunicação.
O Pe. Paulo Franco destacou que a pertença a movimento/associação tem “influência clara” no acesso e na leitura da Bíblia.O relatório apresentado à imprensa conclui que “estamos ainda longe do horizonte lançado” há 42 anos, no Concílio Vaticano II. “A realidade observada não deixa dúvidas quanto ao caminho que ainda é necessário percorrer”, pode ler-se.D. José Policarpo considera que este inquérito tem “surpresas positivas” e revela também “preocupações grandes”, assegurando que a Diocese procurará valorizar “o Ano Paulino” que se inicia a 28 de Junho, porque “Paulo oferece aos cristãos um itinerário completa de vida, desde a conversão à esperança na vida eterna”.
O Cardeal-Patriarca indicou também que está em cima da mesa a “hipótese de criação de uma escola diocesana da fé”.


Última Alteração: 14:30:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Portugal
Inserida por: Administrador

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