FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 12 de dezembro de 2008

CRISTO É O UNICO DE UMA NOVA HISTÓRIA PARA O HOMEM.

Bento XVI se reuniu com os fiéis e peregrinos na Sala Paulo VI, no Vaticano, para a Audiência Geral desta quarta-feira.
Bento XVI dedicou a sua catequese ao ensinamento de S. Paulo sobre a novidade trazida por Jesus na história do homem, portanto, sobre o significado profundo do Batismo e da Eucaristia e da Igreja como Corpo místico, tema central da doutrina paulina.
O papa recordou que o abuso da liberdade, que vai contra a verdade e a vontade divina, polui as realidades humanas e, em especial, nossas relações fundamentais, ou seja, a relação com Deus,a relação entre o homem e a mulher, e a relação do homem com a natureza.
Esta poluição, disse o papa, é superada por Jesus Cristo. Com Ele, como nos ensina S. Paulo, a história do homem tem um novo início: "Com Cristo começa uma nova história, formada pelo seu 'sim' ao Pai, formada não pela soberbia de uma falsa emancipação, mas pelo amor e pela verdade".
Mas como Jesus chega na minha vida, como Ele a transforma? A resposta fundamental de S. Paulo é através do Espírito Santo, que em Pentecostes criou a nova humanidade. O Espírito, que cria realmente uma nova unidade, supera as divisões utilizando dois elementos: o anúncio da Palavra e os Sacramentos, em especial o Batismo e a Eucaristia.
O pontífice então reiterou que a fé não é fruto do nosso pensamento, mas um dom de Deus: "A fé não vem da leitura, mas da escuta. Não é algo somente interior, mas uma relação, supõe um encontro, supõe a existência do outro que anuncia e cria comunhão".
Ninguém pode se tornar cristão por si só. Somente Cristo pode constituir a Igreja. E da Igreja recebemos a fé: "Tornar-se cristão é mais do que um operação cósmica, que acrescentaria algo de belo a uma existência já em parte completa. É um novo início, é um renascimento, é morte e ressurreição".
Sobre a Eucaristia em São Paulo, Bento XVI afirmou que a promessa da Nova Aliança se realiza no sacrifício do amor de Jesus. Mas qual então é o significado profundo da Eucaristia? O papa respondeu: "Celebrar a Eucaristia significa que Cristo nos doa a si mesmo, o seu amor para nos conformar a Ele e, assim, criar um novo mundo".
Cristo, acrescentou Bento XVI, se une com cada um de nós, mas também com quem está perto de mim e, assim, une todos nós a Ele. É por este motivo que uma Eucaristia sem solidariedade com os outros é uma Eucaristia abusada.
Desta consideração, finalizou o papa, podemos entender o sentido da doutrina paulina da Igreja como Corpo: "A Igreja não é somente uma corporação, como o Estado. É um corpo, não é organização, mas é um organismo".
Após a catequese, o papa saudou os peregrinos em várias línguas. Eis a saudação de em português: "Amados peregrinos de língua portuguesa, as minhas boas-vindas a todos, com uma saudação deferente e amiga aos Presidentes das Câmaras e respectivos munícipes do Alto Tâmega. Imploro as bênçãos de Deus sobre os respectivos compromissos institucionais para que, inspirados pela solidariedade cristã, possam servir e promover o bem comum da sociedade. Com estes votos e a certeza da minha oração pelas intenções que vos trouxeram a Roma, vos abençoo a vós, aos vossos familiares e comunidades cristãs".

Última Alteração: 14:08:00
Fonte: Radio Vaticano Local:Cidade do Vaticano

PRIMEIRO BRASILEIRO NO CORAL DO VATICANO



A Missa do Galo deste ano, celebrada pelo papa Bento 16, vai contar pela primeira vez com a participação de um brasileiro no coral.José Carlos Ferrari Neto, de 11 anos, conseguiu integrar o Coro Capela Sistina do Vaticano, um dos mais antigos e respeitados do mundo, depois de uma rigorosa seleção que durou quase um ano.
“Durante os testes, nos ‘vocalises’, ele ultrapassou o limite de agudo exigido, graças a uma extensão vocal privilegiada“, disse à BBC Brasil José Carlos Ferreira Júnior, pai do soprano.
A prova, realizada nas paróquias católicas por toda a Itália, contou ainda com testes de canto e percepção musical, além de exames de fonoaudiologia em busca de algum problema de dicção.
Rotina
Nascido em Fortaleza (CE), “Neto”, como o cantor é chamado em casa, se mudou com a família para Bari, na Itália, em 2006. O pai é regente de coral e pianista, e havia sido convidado para um intercâmbio no país.
“Foi nesta época que percebi que meu filho tinha talento para ingressar no coral do Vaticano”, conta Ferreira Júnior. “Preparamos um repertório de quatro músicas, em português, inglês, italiano e francês, para apresentar nos exames.”
Brasileiro já se apresentou na Itália e na Alemanha com o coral
Neto estudava o repertório nas horas vagas do curso de musica no Conservatório de Bari. Quando foi aprovado na Escola da Capela Sistina, a família se mudou para a periferia de Roma.
A rotina puxada incluia aulas aos sábados e disciplinas escolares regulares, além das musicais.
Afastamento
O Coro da Capela Sistina é formado por 20 adultos e 35 crianças. Na adolescência, por causa da mudança de voz, os integrantes são afastados, mas continuam a estudar na mesma escola. Depois de crescidos, eles se submetem a novos testes para permanecer no coral. “Acho que fico até os 14 anos e espero poder continuar depois”, aposta Neto.
Ele não é o único estrangeiro no grupo: crianças de Filipinas, Japão, Polônia, África do Sul, Rússia e Inglaterra também integram o coral. Elas conversam entre si em italiano e brincam juntas nas poucas horas de folga.
Antes de subir ao palco, Neto cumpre uma pequena liturgia: “Eu e todos não devemos comer nada, pois não podemos correr o risco de passar mal e interromper o concerto”, afirma ele.
O brasileiro já participou de apresentações na Itália e na Alemanha. Mas o principal evento ainda está por vir: o de cantar para bilhões de pessoas na noite de Natal, de dentro da Basílica de São Pedro, no Vaticano.
Neto diz que está cada vez mais afinado para fazer bonito diante do papa e do mundo católico. “A gente ensaia muito, não tem como errar e nem ficar nervoso”, disse.

Última Alteração: 10:37:00
Fonte: BBC Brasil Local:Cidade do Vaticano
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IGREJA REXAÇA CRITICAS SOBRE SUAS POSIÇÕES SOBRE HOMOSSEXUALISMO.

Os meios de comunicação apresentaram uma imagem distorcida da posição da Igreja sobre os homossexuais, posição que se baseia na rejeição de aceitar a equiparação do "pacto de convivência civil" ao "matrimônio" entre pessoas do sexo oposto. Tal equiparação implicaria a possibilidade da adoção de crianças.
Da mesma forma, a não assinatura, por parte da Santa Sé, da Convenção da ONU em defesa dos portadores de deficiências, é motivada pelo desejo de defender o nascituro e, portanto, uma rejeição ao que seria o "aborto seletivo".
Às vésperas das celebrações pelos 60 anos da Declaração Universal dos Direitos Humanos, o jornal vaticano "L'Osservatore Romano", num artigo assinado por Lucetta Scaraffia, afirma e confirma a posição da Igreja em relação aos direitos dos homossexuais e dos portadores de deficiências.
"Em particular, os meios de comunicação - lê-se no "L'Osservatore Romano" - não consideraram devidamente, na realidade, o texto da proposta francesa sobre a homossexualidade. Apesar de breve, é um texto que facilmente faz entender que a inserção de termos como "discriminação e preconceitos", ao lado do elenco dos comportamentos que as Nações Unidas devem denunciar, elenco que é compartilhado pela Santa Sé, e que comporta prisão ou detenção arbitrárias, pena de morte, tratamentos cruéis, desumanos e degradantes - tornava esse documento, de fato, um instrumento para introduzir, no contexto dos direitos humanos a serem respeitados obrigatoriamente, também o "matrimônio" entre pessoas do mesmo sexo, e conseqüentemente a adoção de crianças ou a possibilidade de recorrer à procriação assistida."
O artigo da proposta francesa está contido no ponto nº 5, que reza: "Estamos também preocupados com o fato de que violências, prepotências, discriminações, exclusões, atitudes estigmáticas e preconceitos sejam dirigidos contra algumas pessoas, em todos os países do mundo, em razão de sua orientação sexual ou da identidade de gênero, e que essas práticas causem danos à integridade e à dignidade das pessoas sujeitas a esses abusos."
De fato, no artigo não se faz referência a "matrimônios" entre pessoas do mesmo sexo nem à adoção de crianças por parte desses "casais".
Em diversos artigos da proposta francesa se pede, ao invés, aos Estados, que combatam as violações dos direitos humanos derivados da orientação sexual. Todavia, o texto da proposta francesa faz referência, repetidamente, à chamada "identidade de gênero", conceito fortemente contestado pela Santa Sé, uma vez que negaria a identidade sexual masculina e feminina estabelecida pela lei natural, para inserir o princípio da orientação sexual como fator constitutivo de um novo modo de definir os sujeitos que gozam dos direitos humanos universais.
Tanto a edição de hoje do "L'Osservatore Romano" quanto o observador permanente da Santa Sé na ONU, Dom Celestino Migliore, já haviam sublinhado que, nos termos "preconceitos" e "discriminações" estavam, em todo caso, incluídas também as uniões entre pessoas do mesmo sexo.
O "L'Osservatore Romano" explica que a proposta francesa tem uma "formulação ambígua", que "deu ensejo à denúncia de uma presumível crueldade da Igreja Católica para com um grupo considerado vulnerável, com uma acusação que se soma a outras análogas, precedentemente elaboradas com precisão e difundidas nos últimos anos".
O resultado foi o de "apresentar a Igreja Católica como uma instituição impiedosa" diante da dor dos enfermos, que poderiam ser curados com o desenvolvimento da pesquisa das células-tronco embrionárias, ou daqueles que dizem que gostariam de ser libertados de seu sofrimento, através da eutanásia: a imagem de uma instituição que apresenta somente rejeições.
"Trata-se naturalmente - explica Lucetta Scaraffia no seu artigo - de hábeis manipulações que mascaram a verdade das intenções e os motivos autênticos desses comportamentos, mas que prejudicam gravemente a imagem da Igreja Católica, percebida cada vez mais pela opinião pública, como "dura" e "desprovida de caridade, com a única finalidade de permanecer fiel a instâncias dogmáticas".
Por essa sua posição, a Igreja Católica pagará um preço - o de ser "no mundo, a única instituição importante que se opõe, racionalmente, a práticas e procedimentos contrários à dignidade de todos os seres humanos; a única que indica, incansavelmente, quais são as verdadeiras vítimas: não apenas os homossexuais quando são discriminados, mas também e, sobretudo, as crianças que estes queiram ou gostariam de ter; não apenas as mulheres que abortam ou são obrigadas a abortar, mas também e, sobretudo, os fetos privados da possibilidade de nascer; não somente os enfermos, mas também e, sobretudo, os embriões "congelados" e "excedentes", cujo desenvolvimento vital é impedido".

Última Alteração: 09:28:00
Fonte: Radio Vaticano Local:Cidade do Vaticano

MENSAGEM DO PAPA PARA O DIA MUNDIAL DA PAZ


Na Mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial da Paz sublinha-se que «a disparidade entre ricos e pobres tornou-se mais evidente»
1. Desejo, também no Início deste novo ano, fazer chegar os meus votos de paz a todos e, com esta minha Mensagem, convidá-los a reflectir sobre o tema: Combater a pobreza, construir a paz. Já o meu venerado antecessor João Paulo II, na Mensagem para o Dia Mundial da Paz de 1993, sublinhara as repercussões negativas que acaba por ter sobre a paz a situação de pobreza em que versam populações inteiras. De facto, a pobreza encontra-se frequentemente entre os factores que favorecem ou agravam os conflitos, mesmo os conflitos armados. Estes últimos, por sua vez, alimentam trágicas situações de pobreza. «Vai-se afirmando (...), com uma gravidade sempre maior – escrevia João Paulo II –, outra séria ameaça à paz: muitas pessoas, mais ainda, populações inteiras vivem hoje em condições de extrema pobreza. A disparidade entre ricos e pobres tornou-se mais evidente, mesmo nas nações economicamente mais desenvolvidas. Trata-se de um problema que se impõe à consciência da humanidade, visto que as condições em que se encontra um grande número de pessoas são tais que ofendem a sua dignidade natural e, consequentemente, comprometem o autêntico e harmónico progresso da comunidade mundial».12. Neste contexto, combater a pobreza implica uma análise atenta do fenómeno complexo que é a globalização. Tal análise é já importante do ponto de vista metodológico, porque convida a pôr em prática o fruto das pesquisas realizadas pelos economistas e sociólogos sobre tantos aspectos da pobreza. Mas a evocação da globalização deveria revestir também um significado espiritual e moral, solicitando a olhar os pobres bem cientes da perspectiva que todos somos participantes de um único projecto divino: chamados a constituir uma única família, na qual todos – indivíduos, povos e nações – regulem o seu comportamento segundo os princípios de fraternidade e responsabilidade.
Em tal perspectiva, é preciso ter uma visão ampla e articulada da pobreza. Se esta fosse apenas material, para iluminar as suas principais características, seriam suficientes as ciências sociais que nos ajudam a medir os fenómenos baseados sobretudo em dados de tipo quantitativo. Sabemos porém que existem pobrezas imateriais, isto é, que não são consequência directa e automática de carências materiais. Por exemplo, nas sociedades ricas e avançadas, existem fenómenos de marginalização, pobreza relacional, moral e espiritual: trata-se de pessoas desorientadas interiormente, que, apesar do bem-estar económico, vivem diversas formas de transtorno. Penso, por um lado, no chamado « subdesenvolvimento moral » 2 e, por outro, nas consequências negativas do « superdesenvolvimento ».3 Não esqueço também que muitas vezes, nas sociedades chamadas «pobres», o crescimento económico é entravado por impedimentos culturais, que não permitem uma conveniente utilização dos recursos. Seja como for, não restam dúvidas de que toda a forma de pobreza imposta tem, na sua raiz, a falta de respeito pela dignidade transcendente da pessoa humana. Quando o homem não é visto na integridade da sua vocação e não se respeitam as exigências duma verdadeira «ecologia humana »,4 desencadeiam-se também as dinâmicas perversas da pobreza, como é evidente em alguns âmbitos sobre os quais passo a deter brevemente a minha atenção.
Pobreza e implicações morais
3. A pobreza aparece muitas vezes associada, como se fosse sua causa, com o desenvolvimento demográfico. Em consequência disso, realizam-se campanhas de redução da natalidade, promovidas a nível internacional, até com métodos que não respeitam a dignidade da mulher nem o direito dos esposos a decidirem responsavelmente o número dos filhos 5 e que muitas vezes – facto ainda mais grave – não respeitam sequer o direito à vida. O extermínio de milhões de nascituros, em nome da luta à pobreza, constitui na realidade a eliminação dos mais pobres dentre os seres humanos. Contra tal presunção, fala o dado seguinte: enquanto, em 1981, cerca de 40% da população mundial vivia abaixo da linha de pobreza absoluta, hoje tal percentagem aparece substancialmente reduzida a metade, tendo saído da pobreza populações caracterizadas precisamente por um incremento demográfico notável. O dado agora assinalado põe em evidência que existiriam os recursos para se resolver o problema da pobreza, mesmo no caso de um crescimento da população. E não se há-de esquecer que, desde o fim da segunda guerra mundial até hoje, a população da terra cresceu quatro mil milhões e tal fenómeno diz respeito, em larga medida, a países que surgiram recentemente na cena internacional como novas potências económicas e conheceram um rápido desenvolvimento graças precisamente ao elevado número dos seus habitantes. Além disso, dentre as nações que mais se desenvolveram, aquelas que detêm maiores índices de natalidade gozam de melhores potencialidades de progresso. Por outras palavras, a população confirma-se como uma riqueza e não como um factor de pobreza.
4. Outro âmbito de preocupação são as pandemias, como por exemplo a malária, a tuberculose e a SIDA, pois, na medida em que atingem os sectores produtivos da população, influem enormemente no agravamento das condições gerais do país. As tentativas para travar as consequências destas doenças na população nem sempre alcançam resultados significativos. E sucede além disso que os países afectados por algumas dessas pandemias se vêem, ao querer enfrentá-las, sujeitos a chantagem por parte de quem condiciona a ajuda económica à actuação de políticas contrárias à vida. Sobretudo a SIDA, dramática causa de pobreza, é difícil combatê-la se não se enfrentarem as problemáticas morais associadas com a difusão do vírus. É preciso, antes de tudo, fomentar campanhas que eduquem, especialmente os jovens, para uma sexualidade plenamente respeitadora da dignidade da pessoa; iniciativas realizadas nesta linha já deram frutos significativos, fazendo diminuir a difusão da SIDA. Depois há que colocar à disposição também das populações pobres os remédios e os tratamentos necessários; isto supõe uma decidida promoção da pesquisa médica e das inovações terapêuticas e, quando for preciso, uma aplicação flexível das regras internacionais de protecção da propriedade intelectual, de modo que a todos fiquem garantidos os necessários tratamentos sanitários de base.
5. Terceiro âmbito, que é objecto de atenção nos programas de luta contra a pobreza e que mostra a sua intrínseca dimensão moral, é a pobreza das crianças. Quando a pobreza atinge uma família, as crianças são as suas vítimas mais vulneráveis: actualmente quase metade dos que vivem em pobreza absoluta é constituída por crianças. O facto de olhar a pobreza colocando-se da parte das crianças induz a reter como prioritários os objectivos que mais directamente lhes dizem respeito, como por exemplo os cuidados maternos, o serviço educativo, o acesso às vacinas, aos cuidados médicos e à água potável, a defesa do ambiente e sobretudo o empenho na defesa da família e da estabilidade das relações no seio da mesma. Quando a família se debilita, os danos recaem inevitavelmente sobre as crianças. Onde não é tutelada a dignidade da mulher e da mãe, a ressentir-se do facto são de novo principalmente os filhos.
6. Quarto âmbito que, do ponto de vista moral, merece particular atenção é a relação existente entre desarmamento e progresso. Gera preocupação o actual nível global de despesa militar. É que, como já tive ocasião de sublinhar, «os ingentes recursos materiais e humanos empregados para as despesas militares e para os armamentos, na realidade, são desviados dos projectos de desenvolvimento dos povos, especialmente dos mais pobres e necessitados de ajuda. E isto está contra o estipulado na própria Carta das Nações Unidas, que empenha a comunidade internacional, e cada um dos Estados em particular, a ‘‘promover o estabelecimento e a manutenção da paz e da segurança internacional com o mínimo dispêndio dos recursos humanos e económicos mundiais para os armamentos'' (art. 26)».6
Uma tal conjuntura, longe de facilitar, obstaculiza seriamente a consecução dos grandes objectivos de desenvolvimento da comunidade internacional. Além disso, um excessivo aumento da despesa militar corre o risco de acelerar uma corrida aos armamentos que provoca faixas de subdesenvolvimento e desespero, transformando-se assim, paradoxalmente, em factor de instabilidade, tensão e conflito. Como sensatamente afirmou o meu venerado antecessor Paulo VI, «o desenvolvimento é o novo nome da paz ».7 Por isso, os Estados são chamados a fazer uma séria reflexão sobre as razões mais profundas dos conflitos, frequentemente atiçados pela injustiça, e a tomar providências com uma corajosa autocrítica. Se se chegar a uma melhoria das relações, isso deverá consentir uma redução das despesas para armamentos. Os recursos poupados poderão ser destinados para projectos de desenvolvimento das pessoas e dos povos mais pobres e necessitados: o esforço despendido em tal direcção é um serviço à paz no seio da família humana.
7. Quinto âmbito na referida luta contra a pobreza material diz respeito à crise alimentar actual, que põe em perigo a satisfação das necessidades de base. Tal crise é caracterizada não tanto pela insuficiência de alimento, como sobretudo pela dificuldade de acesso ao mesmo e por fenómenos especulativos e, consequentemente, pela falta de um reajustamento de instituições políticas e económicas que seja capaz de fazer frente às necessidades e às emergências. A má nutrição pode também provocar graves danos psicofísicos nas populações, privando muitas pessoas das energias de que necessitam para sair, sem especiais ajudas, da sua situação de pobreza. E isto contribui para alargar a distância angular das desigualdades, provocando reacções que correm o risco de tornar-se violentas. Todos os dados sobre o andamento da pobreza relativa nos últimos decénios indicam um aumento do fosso entre ricos e pobres. Causas principais de tal fenómeno são, sem dúvida, por um lado a evolução tecnológica, cujos benefícios se concentram na faixa superior da distribuição do rendimento, e por outro a dinâmica dos preços dos produtos industriais, que crescem muito mais rapidamente do que os preços dos produtos agrícolas e das matérias primas na posse dos países mais pobres. Isto faz com que a maior parte da população dos países mais pobres sofra uma dupla marginalização, ou seja, em termos de rendimentos mais baixos e de preços mais altos.
Luta contra a pobreza e solidariedade global
8. Uma das estradas mestras para construir a paz é uma globalização que tenha em vista os interesses da grande família humana.8 Mas, para guiar a globalização é preciso uma forte solidariedade global 9 entre países ricos e países pobres, como também no âmbito interno de cada uma das nações, incluindo ricas. É necessário um «código ético comum »,10 cujas normas não tenham apenas carácter convencional mas estejam radicadas na lei natural inscrita pelo Criador na consciência de todo o ser humano (cf. Rm 2, 14-15). Porventura não sente cada um de nós, no íntimo da consciência, o apelo a dar a própria contribuição para o bem comum e a paz social? A globalização elimina determinadas barreiras, mas isto não significa que não possa construir outras novas; aproxima os povos, mas a proximidade geográfica e temporal não cria, de per si, as condições para uma verdadeira comunhão e uma paz autêntica. A marginalização dos pobres da terra só pode encontrar válidos instrumentos de resgate na globalização, se cada homem se sentir pessoalmente atingido pelas injustiças existentes no mundo e pelas violações dos direitos humanos ligadas com elas. A Igreja, que é «sinal e instrumento da íntima união com Deus e da unidade de todo o género humano »,11 continuará a dar a sua contribuição para que sejam superadas as injustiças e incompreensões e se chegue a construir um mundo mais pacífico e solidário.
9. No campo do comércio internacional e das transacções financeiras, temos hoje em acção processos que permitem integrar positivamente as economias, contribuindo para o melhoramento das condições gerais; mas há também processos de sentido oposto, que dividem e marginalizam os povos, criando perigosas premissas para guerras e conflitos. Nos decénios posteriores à segunda guerra mundial, o comércio internacional de bens e serviços cresceu de forma extraordinariamente rápida, com um dinamismo sem precedentes na história. Grande parte do comércio mundial interessou os países de antiga industrialização, vindo significativamente juntar-se-lhes muitos países que sobressaíram tornando-se relevantes. Mas há outros países de rendimento baixo que estão ainda gravemente marginalizados dos fluxos comerciais. O seu crescimento ressentiu-se negativamente com a rápida descida verificada, nos últimos decénios, nos preços dos produtos primários, que constituem a quase totalidade das suas exportações. Nestes países, em grande parte africanos, a dependência das exportações de produtos primários continua a constituir um poderoso factor de risco. Quero reiterar aqui um apelo para que todos os países tenham as mesmas possibilidades de acesso ao mercado mundial, evitando exclusões e marginalizações.
10. Idêntica reflexão pode fazer-se a propósito do mercado financeiro, que toca um dos aspectos primários do fenómeno da globalização, devido ao progresso da electrónica e às políticas de liberalização dos fluxos de dinheiro entre os diversos países. A função objectivamente mais importante do mercado financeiro, que é a de sustentar a longo prazo a possibilidade de investimentos e consequentemente de desenvolvimento, aparece hoje muito frágil: sofre as consequências negativas de um sistema de transacções financeiras – a nível nacional e global – baseadas sobre uma lógica de brevíssimo prazo, que busca o incremento do valor das actividades financeiras e se concentra na gestão técnica das diversas formas de risco. A própria crise recente demonstra como a actividade financeira seja às vezes guiada por lógicas puramente auto-referenciais e desprovidas de consideração pelo bem comum a longo prazo. O nivelamento dos objectivos dos operadores financeiros globais para o brevíssimo prazo reduz a capacidade de o mercado financeiro realizar a sua função de ponte entre o presente e o futuro: apoio à criação de novas oportunidades de produção e de trabalho a longo prazo. Uma actividade financeira confinada no breve e brevíssimo prazo torna-se perigosa para todos, inclusivamente para quem consegue beneficiar dela durante as fases de euforia financeira.12
11. Segue-se de tudo isto que a luta contra a pobreza requer uma cooperação nos planos económico e jurídico que permita à comunidade internacional e especialmente aos países pobres individuarem e actuarem soluções coordenadas para enfrentar os referidos problemas através da realização de um quadro jurídico eficaz para a economia. Além disso, requer estímulos para se criarem instituições eficientes e participativas, bem como apoios para lutar contra a criminalidade e promover uma cultura da legalidade. Por outro lado, não se pode negar que, na origem de muitos falimentos na ajuda aos países pobres, estão as políticas vincadamente assistencialistas. Investir na formação das pessoas e desenvolver de forma integrada uma cultura específica da iniciativa parece ser actualmente o verdadeiro projecto a médio e longo prazo. Se as actividades económicas precisam de um contexto favorável para se desenvolver, isto não significa que a atenção se deva desinteressar dos problemas do rendimento. Embora se tenha oportunamente sublinhado que o aumento do rendimento pro capite não pode de forma alguma constituir o fim da acção político-económica, todavia não se deve esquecer que o mesmo representa um instrumento importante para se alcançar o objectivo da luta contra a fome e contra a pobreza absoluta. Deste ponto de vista, seja banida a ilusão de que uma política de pura redistribuição da riqueza existente possa resolver o problema de maneira definitiva. De facto, numa economia moderna, o valor da riqueza depende em medida determinante da capacidade de criar rendimento presente e futuro. Por isso, a criação de valor surge como um elo imprescindível, que se há-de ter em conta se se quer lutar contra a pobreza material de modo eficaz e duradouro.
12. Colocar os pobres em primeiro lugar implica, finalmente, que se reserve espaço adequado para uma correcta lógica económica por parte dos agentes do mercado internacional, uma correcta lógica política por parte dos agentes institucionais e uma correcta lógica participativa capaz de valorizar a sociedade civil local e internacional. Hoje os próprios organismos internacionais reconhecem o valor e a vantagem das iniciativas económicas da sociedade civil ou das administrações locais para favorecer o resgate e a integração na sociedade daquelas faixas da população que muitas vezes estão abaixo do limiar de pobreza extrema mas, ao mesmo tempo, dificilmente se consegue fazer-lhes chegar as ajudas oficiais. A história do progresso económico do século XX ensina que boas políticas de desenvolvimento são confiadas à responsabilidade dos homens e à criação de positivas sinergias entre mercados, sociedade civil e Estados. Particularmente a sociedade civil assume um papel crucial em todo o processo de desenvolvimento, já que este é essencialmente um fenómeno cultural e a cultura nasce e se desenvolve nos diversos âmbitos da vida civil.13
13. Como observava o meu venerado antecessor João Paulo II, a globalização «apresenta-se com uma acentuada característica de ambivalência»,14 pelo que há- de ser dirigida com clarividente sabedoria. Faz parte de tal sabedoria ter em conta primariamente as exigências dos pobres da terra, superando o escândalo da desproporção que se verifica entre os problemas da pobreza e as medidas predispostas pelos homens para os enfrentar. A desproporção é de ordem tanto cultural e política como espiritual e moral. De facto, tais medidas detêm-se frequentemente nas causas superficiais e instrumentais da pobreza, sem chegar às que se abrigam no coração humano, como a avidez e a estreiteza de horizontes. Os problemas do desenvolvimento, das ajudas e da cooperação internacional são às vezes enfrentados sem um verdadeiro envolvimento das pessoas, mas apenas como questões técnicas que se reduzem à preparação de estruturas, elaboração de acordos tarifários, atribuição de financiamentos anónimos. Inversamente, a luta contra a pobreza precisa de homens e mulheres que vivam profundamente a fraternidade e sejam capazes de acompanhar pessoas, famílias e comunidades por percursos de autêntico progresso humano.
Conclusão
14. Na Encíclica Centesimus annus, João Paulo II advertia para a necessidade de «abandonar a mentalidade que considera os pobres – pessoas e povos – como um fardo e como importunos maçadores, que pretendem consumir tudo o que os outros produziram». «Os pobres – escrevia ele – pedem o direito de participar no usufruto dos bens materiais e de fazer render a sua capacidade de trabalho, criando assim um mundo mais justo e mais próspero para todos».15 No mundo global de hoje, resulta de forma cada vez mais evidente que só é possível construir a paz, se se assegurar a todos a possibilidade de um razoável crescimento: de facto, as consequências das distorções de sistemas injustos, mais cedo ou mais tarde, fazem-se sentir sobre todos. Deste modo, só a insensatez pode induzir a construir um palácio dourado, tendo porém ao seu redor o deserto e o degrado. Por si só, a globalização não consegue construir a paz; antes, em muitos casos, cria divisões e conflitos. A mesma põe a descoberto sobretudo uma urgência: a de ser orientada para um objectivo de profunda solidariedade que aponte para o bem de cada um e de todos. Neste sentido, a globalização há-de ser vista como uma ocasião propícia para realizar algo de importante na luta contra a pobreza e colocar à disposição da justiça e da paz recursos até agora impensáveis.
15. Desde sempre se interessou pelos pobres a doutrina social da Igreja. Nos tempos da Encíclica Rerum novarum, pobres eram sobretudo os operários da nova sociedade industrial; no magistério social de Pio XI, Pio XII, João XXIII, Paulo VI e João Paulo II, novas pobrezas foram vindo à luz à medida que o horizonte da questão social se alargava até assumir dimensões mundiais.16 Este alargamento da questão social à globalidade não deve ser considerado apenas no sentido duma extensão quantitativa mas também dum aprofundamento qualitativo sobre o homem e as necessidades da família humana. Por isso a Igreja, ao mesmo tempo que segue com atenção os fenómenos actuais da globalização e a sua incidência sobre as pobrezas humanas, aponta os novos aspectos da questão social, não só em extensão mas também em profundidade, no que se refere à identidade do homem e à sua relação com Deus. São princípios de doutrina social que tendem a esclarecer os vínculos entre pobreza e globalização e a orientar a acção para a construção da paz. Dentre tais princípios, vale a pena recordar aqui, de modo particular, o «amor preferencial pelos pobres»,17 à luz do primado da caridade testemunhado por toda a tradição cristã a partir dos primórdios da Igreja (cf. Act 4, 32-37; 1 Cor 16, 1; 2 Cor 8-9; Gal 2, 10).
«Cada um entregue-se à tarefa que lhe incumbe com a maior diligência possível » – escrevia em 1891 Leão XIII, acrescentando: «Quanto à Igreja, a sua acção não faltará em nenhum momento».18 Esta consciência acompanha hoje também a acção da Igreja em favor dos pobres, nos quais vê Cristo,19 sentindo ressoar constantemente em seu coração o mandato do Príncipe da paz aos Apóstolos: «Vos date illis manducare – dai-lhes vós mesmos de comer» (Lc 9, 13). Fiel a este convite do seu Senhor, a Comunidade Cristã não deixará, pois, de assegurar o seu apoio à família humana inteira nos seus impulsos de solidariedade criativa, tendentes não só a partilhar o supérfluo, mas sobretudo a alterar «os estilos de vida, os modelos de produção e de consumo, as estruturas consolidadas de poder que hoje regem as sociedades».20 Assim, a cada discípulo de Cristo bem como a toda a pessoa de boa vontade, dirijo, no início de um novo ano, um caloroso convite a alargar o coração às necessidades dos pobres e a fazer tudo o que lhe for concretamente possível para ir em seu socorro. De facto, aparece como indiscutivelmente verdadeiro o axioma «combater a pobreza é construir a paz».
Vaticano, 8 de Dezembro de 2008.

MENSAGEM DO DIA


Mensagem do Dia: 12 de Dezembro de 2008 Baruc 4, 1-5 Ela é o livro dos mandamentos divinos e a Lei que subsiste para todo o sempre.Todos aqueles que a seguem adquirirão a vida, e os que a abandonam morrerão.Volta para ela, Jacó, abraça-a. Caminha ao seu encontro, ao esplendor da sua luz.Não entregues a outros esta glória, nem relegues esta salvação a nação estrangeira.Ditosos somos nós, Israel, porque a nós foi revelado o que agrada a Deus!Coragem, povo meu, que trazeis o nome de Israel! Palavra do Padre: Coragem! É verdade!Para viver em família precisamos de muita coragem! Para viver com Jesus precisamos de muita coragem! Feliz aquele que está em Jesus e que tem esta coragem, que tem esta entrega!Com certeza, que nesta sexta-feira, orando pela união da família: marido, mulher, pais, filhos e outros parentes que possamos ter o Natal verdadeiro que é estar com a família, mas não esquecer o aniversariante que é Jesus!
Observação:Não se esqueça do presente. Você já presenteou Jesus? Evangelize! Paz e Bem! Deus abençoe!

AMAR A LINGUA PATRIA É UM ATO DE CIVISMO.

Amar a língua pátria é um ato de civismo. Causou pasmo, estes dias, o emprego do termo “sifu” por uma pessoa notável deste país. No falar e no escrever cumpre primor de linguagem. A pátria é a língua. Causa pasmo, por isso, ver os maus-tratos que sofre o português, um pouco por toda a parte, cotidianamente, na escrita, no rádio, na televisão e, o que é mais lamentável, nas alocuções de muitos homens públicos. Com razão afirmou Antônio José Saraiva: “A palavra deve ser cuidada. Através das palavras liga-se o pensamento e responsabilidade cívica. Não é por acaso que hoje se volta a valorizar a oratória e a retórica – perante a pobreza dos discursos e da comunicação e a confusão dos argumentos. É a identidade como povo e como cultura que está em causa”. É necessário um clamor geral contra o aviltamento, hoje acintoso, da formosa Língua Pátria e medida salutar é promover, em alto nível, uma conscientização do problema para salvar no Brasil este belo idioma. Há um desconhecimento calamitoso da Filosofia da Comunicação, uma vez que a gramática e os vocábulos corretos estão a serviço do entendimento entre pessoas racionais. Fenômeno de fundas conseqüências este da anarquia e empobrecimento da maneira de se exprimir. Tanto mais grave quando já não inclui somente uma geração nova, vítima de um contexto histórico agressivo aos autênticos valores, mas que se alastra até pelas Universidades, envolvendo inclusive mestres conspícuos, cuja pobreza vocabular se ajunta, por vezes, a um mau gosto no uso de expressões, de fato, lastimáveis, que ressumbram a penúria intelectual, a indigência lexicológica reinantes. Verdadeiro vandalismo que se constata nas províncias sublimes da Língua. Semi-analfabetismo que leva, não apenas à infração ostensiva das mais elementares regras gramaticais, mas ainda à desvalorização de nosso opulento vocabulário. É o emprego correto de palavras exatas que dá clareza e ritmo à frase, fazendo a língua portuguesa tão encantadora e melodiosa. Tudo isto atitude antifilosófica e que obstaculiza a comunicação de realidades interiores para se chegar às paragens fascinantes do belo. Se é condenável o mesmo vocábulo usado para manifestar conceitos completamente díspares e tudo se torna “bacana”, “jóia”, como se tão pobre fosse nosso rico idioma, como foi observado, ainda mais triste o uso de termos de baixo calão, grosseiros de visível mau gosto. É preciso coragem para denunciar as agressões ao vernáculo, pois só uma coisa pode libertar-nos da hipnose, da escravidão mental abjeta que vai campeando por toda parte deslustrando a “última flor do Lácio”. Cumpre que se cultive uma linguagem genuína, correta, pura, isenta de baixaria, um falar e um escrever castiço digno da língua de Camões, Vieira, Camilo e Eça de Queiroz, Coelho Neto e Olavo Bilac, Euclides da Cunha e Rui Barbosa, e tantos engrandeceram e opulentaram esta língua, orgulho dos verdadeiros patriotas.Com razão Luiz Antônio Sacconi asseverou: “Desconhecer a língua pátria é vergonhoso; desrespeitá-la é afrontoso. O princípio da nacionalidade, do civismo e da própria cidadania começa com o respeito à língua pátria. Ame-a, cultive-a quanto puder!” Não há dúvida que respeitar, defender e promover a língua pátria significa respeitar, defender e promover o Brasil. * Professor no Seminário de Mariana de 1967-2008



Última Alteração: 14:25:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho Local:Mariana (MG)

ENCONTRADO FRASCOS COM PERFUME DO TEMPO DE JESUS.

Arqueólogos franciscanos que escavam na cidade bíblica de Magdala, atual Israel, disseram ter encontrado frascos de perfume semelhantes aos que podem ter sido usados pelas mulheres que teriam lavado os pés de Jesus.
Os ungüentos perfumados foram achados intactos, no fundo de uma piscina cheia de lama, junto com cabelos e objetos de maquiagem, segundo relato do diretor da escavação, promovida pelo Studium Biblicum Franciscanum, citado no site Terrasanta.net.
"Se as análises químicas confirmarem, esses podem ser perfumes e cremes semelhantes àqueles que a pecadora citada no Evangelho, usou para untar os pés de Cristo", disse o arqueólogo-chefe, padre Stefano de Luca.
"A descoberta dos ungüentos em Magdala é em qualquer medida de grande importância, porque temos em nossas mãos 'cosméticos' da época de Cristo", disse De Luca.
Magdala era o nome de uma antiga cidade perto da costa do mar da Galiléia, no atual norte de Israel. Perto dali existiu uma aldeia palestina até a guerra que criou o Estado judeu, em 1948. Uma cidade israelense chamada Migdal hoje ocupa a região.
"É muito provável que a mulher que untou os pés de Cristo tenha usado estes ungüentos, ou produtos que eram muito similares em composição e qualidade", disse o padre.
O Studium Biblicum Franciscanum participa ativamente da escavação de locais vinculados ao Novo Testamento e aos primórdios do Cristianismo na Idade Média.

Última Alteração: 15:29:00
Fonte: Radio Vaticano Local:Jerusalém