FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 14 de junho de 2011

A ALEGRIA DO SENHORM É NOSSA FORÇA

Neemias 8:18 - E, de dia em dia, Esdras leu no livro da lei de Deus, desde o primeiro dia até ao derradeiro; e celebraram a solenidade da festa sete dias, e no oitavo dia, houve uma assembléia solene, segundo o rito.



Percebendo quão longe estava dos ideais das Escrituras, o povo israelita sentiu grande tristeza. Neemias e Esdras, porém, chamaram a atenção de todos: “Não vos entristeçais, porque a alegria do Senhor é a vossa força” (Neemias 8:18).

A Bíblia é o mais preciso instrumento de diagnóstico espiritual. É ela que nos afirma que “todos pecaram”. Se um líder religioso quiser, tem material bíblico para ficar meses e anos denunciando nossos pecados. Não faltam cultos, dos quais saímos humilhados, condenados e desesperançados.

O objetivo da Bíblia, entretanto, além de diagnóstico, é libertador. Ao falar do pecado, sua intenção é a de nos revelar Cristo, Aquele que nos liberta do pecado e da vida deprimida. Ao apontar para nossas desonestidades diárias, as escrituras nos ensinam como viver a ética cristã, no dia a dia de nossa existência. Aqueles que experimentam praticar a Bíblia descobrem que ela funciona, que ela dá certo. E, quando isso acontece, sempre nos alegramos no Senhor. Viver a Bíblia não entristece ninguém. É vivendo a Bíblia que descobrimos que “a alegria do Senhor é a nossa força”.

"" HAJA LUZ ""


Gênesis 1:3 - ¶ E disse Deus: Haja luz; e houve luz.

A astrofísica contemporânea descobriu a importante relação entre a energia escura e a energia luminosa – relação entre a energia escura e a energia luminosa – relação esta que o autor de Gênesis já descrevera, na antiguidade. O texto afirma, descrevendo o princípio das coisas: “Deus disse – Haja luz. E houve luz” (Gênesis 1:3).

Tirando o criador, a que havia no mundo era “trevas”. Aquilo que a Bíblia chama de “trevas” a astrofísica chama de energia escura. As trevas são como o algarismo “zero”. O zero não é a mesma coisa que nada – Ele é valor em potencial e a sua importância depende da sua posição, quanto ao número “um”. Um zero à esquerda não muda nada – zeros, à direita de um número, potencializam Seu valor.

As trevas, físicas ou espirituais, são apenas um potencial. Seu grande valor acontece quando estão a serviço do Criador. E quando estão a serviço do Criador, as trevas são transformadas em “luz”. Tudo depende, então, de como nos posicionamos, com relação ao Criador nosso. Estar “a direita de Deus” simboliza, nas Escrituras, estar em comunhão com o Senhor, estar ao Seu serviço. Por isso, quando aceitamos Jesus, a luz enviada aos homens, recebemos do Senhor o poder de sermos “o sal da terra e a luz do mundo”.

SOU JESUS

Atos dos Apóstolos 9:5 - E ele disse: Quem és, Senhor? E disse o Senhor: Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro é para ti recalcitrar contra os aguilhões.

No caminho de Damasco, um clarão cega os olhos de Saulo de Tarso. E uma voz poderosa identifica o seu nome: “Saulo, Saulo, por que me persegues?” - Atônito, Saulo pergunta: “Quem és Senhor?” – Disse o Senhor: “Eu sou Jesus, a quem tu persegues” (Atos 9:5).

Quando passam por experiências impactantes, as pessoas naturalmente procuram alguma explicação: “foi muito azar”, “foi o destino”, “foi a pressão social”, “foi minha infância”. A necessidade de algo que justifique é tão grande que, mesmo sem muita lógica, estórias sem pé nem cabeça recebem a categoria de explicação oficial.

A Bíblia é muito clara. Quando perguntada, ela responde e assume. Para a Bíblia, “Jesus é tudo, em todos”. Por isso, não é de estranhar a resposta de Mestre à pergunta de Saulo. Ao dizer “Eu sou Jesus”, o Senhor não perde tempo com discussões teológicas. Saulo sabia muito bem que Jesus tinha sido crucificado. Mesmo assim, a resposta foi simples: ”Eu sou Jesus”. Por isso, mesmo hoje em dia, se perguntarmos ao Senhor a razão de nossas experiências impactantes, a resposta será a mesma. Se somos cristãos, a explicação das coisas profundas em nossa vida se encontra em Cristo. “Eu sou Jesus”.

segunda-feira, 13 de junho de 2011

O AMOR NÃO SUSPEITA MAL

1 Coríntios 13:5 - Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita mal;

No capítulo 13 da sua Primeira Carta aos Coríntios, o Apóstolo Paulo nos apresenta as muitas dimensões do amor, de acordo com o ensino de Jesus. Um dos detalhes focalizados pelo Apóstolo afirma que o amor... “não suspeita mal...” (I Coríntios 13:5).

Nosso mundo é formado por lobos atacando lobos. Para onde quer que olhemos, alguém está à espreita, preparando ciladas, planejando prejuízos. Nem é preciso acreditar em alguma teoria de conspiração. Basta ter olhos abertos e memória refrescada pelos tantos males que inimigos e amigos já nos causaram...

O grande perigo dessa visão intensamente lista do mundo ao redor é o de cairmos na armadilha do pessimismo. Do cinismo. Do medo. Ao escrever-nos sobre as características do amor cristão, Paulo nos ensina o antídoto à postura de lobo, dizendo-nos como deve ser a atitude do cordeiro. Deve ser como a do cordeiro de Deus que, como a Bíblia nos diz, “tira o pecado do mundo”. Jesus, o cordeiro de Deus, nos diz para sermos “simples como as pombas e prudentes com as serpentes”. Esta postura “híbrida”, que somente o Cristo desenvolve na gente, é o que nos capacita a não suspeitar mal. A mente do amor, que “não suspeita mal”, olha através da casca grossa dos pecadores e consegue perceber, lá dentro, a “imagem e semelhança de Deus”. Suspicioso é aquele que não para de suspeitar. Amorável é o cristão que usa o amor de Cristo como o critério de julgamento.

QUANDO O AMOR É BENIGNO

1 Coríntios 13:4 - ¶ O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece.

Na relação das qualidades que caracterizam o amor, como dom do Espírito, encontramos: O amor...”é benigno...” (I Coríntios 13:4).

A primeira pergunta que fazemos quando um exame nos revela que temos um tumor é: “ele é benigno?”. No imaginário leigo, se o termo benigno é visto como um mal que não tem perigo. Como uma coisa estranha que só fica lá, ocupando espaço. Benigno é bom, porque não contém ameaça de morte. Mesmo assim, apesar da sua aparente inocuidade, se a gente tivesse escolha, não desejaria um tumor benigno.

Para o Apóstolo Paulo, o amor “é benigno”. Visto dentro do contexto do ensino apostólico dos dons do Espírito, a benignidade do amor nada possui de estático, quieto, irrelevante. Pelo contrário, o amor é benigno porque causa consequências de benignidade, de salubridade, de equilíbrio. O amor cristão é benfazejo. Ele toma a iniciativa de praticar o bem. Amor benigno é o que causa a bondade, não importa o ambiente, os perigos, as pressões. Diante do sofrimento do próximo, o amor benigno não dá uma de espectador, que pode até lamentar, mas nada contribui para a solução bondosa. Por originar-se no amor de Cristo, o amor cristão nos dá a capacidade de alimentar o bem. O amor é sempre benigno.

O Amor é maior

1 Coríntios 13:13 - Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor, estes três, mas o maior destes é o amor.

Ao terminar seu capítulo clássico sobre o amor, o Apóstolo Paulo concluiu: “Agora, pois, permanecem a fé, a esperança e o amor. Estes três, mas o maior destes é o amor” (I Coríntios 13:13).

Após uma rápida leitura sobre o capítulo Treze de I Coríntios, a conclusão natural é: amar não é possível. Aquelas características todas atribuídas ao amor simplesmente são impossíveis para um mero ser humano. De verdade, de verdade, haverá mesmo alguém que nunca julgue, nunca se irrita, nunca suspeita mal, que nunca busque seus próprios interesses?

O capítulo do amor só pode ser compreendido quando nós o encaramos como a continuação ao capítulo dos “dons do Espírito”, que é o doze. Amar à maneira do amor de Cristo é algo que só pode acontecer quando entendemos que o amor é uma dádiva do Espírito Santo em nos. Quando o Espírito nos conduz a Cristo, vivemos o impacto do “amor que excede a todo entendimento”. “Nós o amamos, porque Ele nos amou primeiro”. Somente recebemos o poder de amar ao próximo como a nós mesmos, quando nos submetemos a “amar ao Senhor sobre todas as coisas”. Crescer em Cristo é crescer na vivência do amor de Cristo e é neste contexto que o amor é o maior de todos os dons do Espírito.

INCREDULIDADE

Mateus 13:58 - E não fez ali muitas maravilhas, por causa da incredulidade deles.

Após pregar várias parábolas sobre o Reino dos Céus, Jesus voltou à “sua cidade”, onde se dedicou a ensinar na sinagoga. Seus concidadãos, que cresceram fisicamente com Ele, desde a infância, não conseguiam nenhuma explicação para a Sua “sabedoria”. Por via das dúvidas acharam por bem não aceitar seus ensinos. Jesus lamentou o fato: ”E não realizou muitos milagres ali, por causa da incredulidade deles” (Mateus 13:58).

Nada de extraordinário na narrativa de Mateus: afinal de contas, nossa própria incredulidade é tão imatura, quanto a dos nazarenos. Cristo sempre nos choca – Ele nos escandaliza pelas coisas que diz e, pasmem todos, Ele nos escandaliza também por coisas que não diz. Quem não se lembra de ter perdido um emprego e somente entender a bênção daquele desemprego anos e anos depois? Só que, no interregno, enquanto a bênção não se nos apresentou explicitamente, nós nos escandalizamos e apelamos para a falta de fé!

Nosso natural é a incredulidade. O exercício da fé no Senhor, da confiança em Cristo, esta prática é obra do Espírito Santo dentro de nós. A coisa dá tanto trabalho ao Senhor, que o Espírito chega a “interceder por nós, com gemidos inexprimíveis...”. Bemaventurado o crente que, finalmente, entrega os pontos e descansa confiantemente no Senhor! É a derrota da incredulidade.