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quarta-feira, 8 de março de 2017

Descançar em Deus....


Em nosso mundo contemporâneo, descansar é um privilégio. A sociedade nanotecnológica exige demasiado conhecimento e dedicação. São imensos esforços e grandes exigências para manter-se inserido no complexo e estruturado sistema automatizado, tal que o conhecimento é engrenagem fundamental para o funcionamento da máquina industrial e da sobrevivência dos seres nela envolvidos. Todo o amanhecer traz consigo a dor e o enfado, para muitos, de dias causticantes. O pão de cada dia é obtido com muito suor, insônias e café. O trabalho é fatigante, mas extremamente necessário. Fomos criados para isso. No princípio, o objetivo ímpar do trabalho não era o enfado, mas sim a completude do homem. Deus criou estes à Sua imagem, conforme a Sua semelhança, a fim dele desfrutar do mundo criado. Por isso mesmo, o Senhor o colocou como o jardineiro dominador. Era tarefa do homem cuidar do jardim de Deus, zelar por ele. O pecado amaldiçoou o trabalho. Deus amaldiçoou a terra e, consequentemente, o trabalho. O pecado entrou na criação quando o homem decidiu ser como seu próprio Criador. Nesse sentido, a depravação humana atingiu todos os aspectos da existência. Um vez que tudo foi criado para o domínio humano, e este corrompeu-se, logo tudo foi corrompido em efeito dominó. Não há um aspecto ou parte da criação que não esteja corrompida, gemendo e aguardando com grande expectativa a sua própria redenção. Após o Senhor ter criado todo o cosmos em 6 dias – por sinal, estes, literais -, o sétimo dedicou ao descanso. Mas, porque um ser que se diz soberano, eterno, onipresente, onipotente e onisciente se cansaria e necessitaria de repouso? Seria um Deus sujeito ao enfado, a ponto de precisar de um dia para recompor suas energias como o faz o ser humano ou os animais? Obviamente, não. A linguagem bíblica, de forma condescendente, é expressa pelo Espírito Santo de forma a explicar ao homem caído os princípios fundamentais da sua espiritualidade. Ela expressa o descanso de Deus como um mandamento ao homem no sentido de lembra-lo e exigir-lhe completa e total devoção ao seu Criador. Tal dia de descanso, ou o sábado, foi instituído por Deus não meramente como um dia para descanso físico ou mental de afazeres penosos, mas sim um dia dedicado à busca de refrigério e comunhão na presença do próprio Deus. Se formos meditar no descanso, verdade é que ele, de fato, não existe. Deus não descansa, e trabalha incessantemente. Ele não abandonou a Sua criação à seu próprio condicionamento e plena vontade. Antes, governa o universo com braços fortes, e cada lei por Ele estabelecida está em constante funcionamento pois Ele está sustentando cada uma com sabedoria, força e poder. Por isso existimos. Por isso, há um universo com bilhões de galáxias e estrelas em constante atividade, muito aquém do nosso alcance, conhecimento ou preocupação. O cosmos Nele se move e por Ele é movido. Isso a nossa mais elevada sabedoria não pode alcançar. O descanso é para o homem, e não para Deus. O mandamento é para o homem se relacionar com Deus, e não ficar inerte ante um determinado dia ou situação. O descanso implica em um dia para o homem voltar-se totalmente para o Seu Criador e render-lhe glória, honra e louvor. O descanso não implica "dormir o dia todo" ou não fazer absolutamente nada o dia todo. Os religiosos nos tempos do Cristo encarnado entendiam assim. E como o Senhor Jesus reagiu a este mandamento? Curou os enfermos, anunciou o Evangelho, libertou os cativos, levantou os caídos, consolou as viúvas. Por quê? Ora, Deus estava ensinando o que a religiosidade havia corrompido. O sábado é para descansarmos em Deus, desfrutarmos Dele, buscarmos a Sua face, e alcançar também o nosso próximo, por meio da comunhão e do partir do pão. Descanso de Filhos. Os filhos descansam debaixo das asas da Soberania do Pai. Estes, creem e confiam que cada aspecto do universo e cada acontecimento da vida humana são regidos pelo poder e pela infinita sabedoria divina. Tal sabedoria para muitos é motivo de escândalo, de ira e de rejeição. Mas os filhos apegam-se à soberania do Pai assim como uma criança apega-se fortemente aos braços seguros de um pai protetor. A soberania é lugar de descanso para filhos fatigados e sobrecarregados. Encontram em Deus a certeza, pela fé, de que todas as coisas contribuem para o seu próprio bem. Uma vez perdidos, agora encontrados. Cegos, que agora veem. Encontram no Pai o descanso da certeza da glória eterna, de que um dia estarão na eternidade reunidos com sua verdadeira família na fé. E isso vai muito além de qualquer tribo, língua, raça, ou nação. A adoção do Pai transcende barreiras culturais ou geográficas. Os sofrimentos e as perseguições por amor ao Pai também. Mas o descanso é sagrado para os eleitos que reclinam suas cabeças no colo do Pai, e muitas vezes clamam "Abba, Pai!" Descanse em Deus. Descanse na soberania de Deus. Descanse no cuidado de Deus. Descanse na alegria da salvação de Deus. Descanse Nele. Paz e bem
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