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terça-feira, 26 de abril de 2016

Nunca deixar de ser um vencedor, sem esperar a coroa da vida......


Ser um vencedor, a começar no aqui ‘’O evangelho nos chama para a vida, para existir em favor do outro e nisto nos incluímos, observar que pessoas de fé tem a coragem para enfrentar e acreditar na vida.’’ A palavra vencedor tem uma conotação de ser reconhecido, de pertencimento e de aceitação. Faz – se notar, com maior ênfase, dentro de uma realidade cultural regida pela competitividade, por essa ética do (s) bem sucedido. Sem titubear, nessa corrida tresloucada pelo ter, como parâmetro para um suposto ser, empanturramo – nos com uma gama de autores sobre o tema vencedor, tanto na considerada esfera secular quanto como religiosa, mística, ideológica e por ai vai. De certo , somos levados a visualizar com uma visão de vencedores veiculados pela mídia, pelas revistas, pela internet e, no caso dos evangélicos, de testemunhos apoteóticos, de predestinados e escolhidos. As vezes, sinto uma sensação de jamais conseguir obter esse patamar de vencedor, principalmente, ao folhear os relatos feitos, nos arraiais evangélicos. Em direção oposta, Jesus aponta para outra direção, de vencedores do dia – a – dia, sujeitos as vicissitudes sociais, marcados por períodos de opressão e incertezas, envoltos por uma tradição desconectada das relações interpessoais. Eis, grosso modo, o cenário trilhado por Jesus, pelo Carpinteiro dos Recomeços, diante de um povo subjugado pelo caudilho ditatorial do império romano, pela superficialidade de uma espiritualidade teocrática ideológica dogmática (mais compromissada a manter as pessoas no conformismo), pela vergonhosa aplicabilidade do nome de Deus e, de tal sorte, manter os miseráveis na miséria de pão, água, vinho, ou seja, de esperança, tolerância, alegria, reconciliação, restauração, bondade e vida. Atentemos como Jesus apresenta uma alteridade, com relação aos nossos parâmetros de ser um vencedor, e traz a figura da mulher sírio – fenícia, do centurião romano, da mulher samaritana, dos leprosos, dos publicanos e, enfim, de gente, como eu e você, ao qual tinham uma história toda peculiar. Vou adiante, em todos esses personagens, percebe – se uma decisão pela vida, sensíveis de não terem, em seu currículo, nenhum feito de milagres, de sinais, de maravilhas, de conquistas de fazer qualquer um ficar de queixo aberto; simplesmente, gente sem fugir da vida, de uma filha adoecida, de um servo preste a morrer, de uma mulher com os pesos de ser vista como algo de segunda espécie, para não dizer – uma escória (caso da Samaritana), de leprosos falidos na concepção de dignidade e respeito. Ultimamente, tenho observado uma perda dessa noção de que ser vencedor se estende as pessoas simples e que não arredam o pé, em prol da vida. São mães que lutam por seus filhos; são jovens que arriscam sonhar; são pessoas, embora doentes, não perderam o sabor pela vida; são pessoas que choram, passam por momentos de querer desistir, de se conformar, de deixar tudo como está. Em outras palavras, não são angelicais, não são os grandes profetas, não são os eloquentes pregadores e seus retumbante sermões, não são os astros da música gospel, não são os escritores do momento. Simplesmente, gente que levanta as cinco e retornar depois das onze, que se depara com o sistema caótico de uma metrópole, como São Paulo, que não foge da luta, dos nãos, dos desafios, das mudanças e ser renovam, diariamente. Então, os vencedores, segundo a narrativa dos meandros de Jesus, elencado nos evangelhos, pouco ou quase ou nem faz referência aos pais da fé, mas sim a pessoas invadidas por uma bondade incessante pela vida, como dito acima. Tristemente, estamos acostumados com o fenomenal, os super – heróis da fé, uma espécie de gente divinizada, canonizada, imune as aflições, as angustias, as dúvidas, as murmurações, as inquietudes, as oposições, aos embates, as contradições, as contrariedades e outras expressões de situações conflituosas da vida. Agora, noutro lado da moeda, Jesus teima e bate o pé para prosseguir a escrever nas páginas da vida, com a tinta de que somos todos humanos e com a pena de que fomos criados para espiritual, cognitiva, volitiva, emocional e afetuosamente a vivermos em parceria, o partilhar e compartilhar, em participação. Desde já, sem qualquer pieguice, ser vencedor passa e perpassa por uma releitura da nossa própria caminhada, com Cristo, pelo qual muitos fardos são lançados fora, culpas e condenações idem. Ou seja, ao utilizar, no título desse texto, sem esperar a coroa da vida, propositadamente, procuro demonstrar a importância de resgatarmos quantos vencedores há, em nosso meio, em nossa biografia, em nossa vida e isto implica redimensionarmos, com propriedade, que os vencedores, a partir de Jesus, não foram identificados, por virtudes, atributos, dons, vocações e, ademais, por assumirem, talvez, sem nunca saber, seu papel de ser sal, em direção a vida e ao próximo, e luz, na mesma proposta. Paz e bem
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