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sexta-feira, 4 de abril de 2014

Confiança e confiabilidade.


Gente crente é gente que confia, que acredita. Entretanto, se Deus é fiel, nem sempre nós também somos. E a “desconfiança” pode contaminar gerações. Explico. Em geral, gostamos de confiar uns nos outros. A confiança torna a vida mais fácil, mais prazerosa. Na Bíblia, esse valor aparece como “fidelidade”: Deus é fiel; Deus é confiável. Assim também as recomendações quanto à família cristã ou quanto aos candidatos a cargos na igreja sempre requerem homens e mulheres fiéis, que criaram filhos fiéis. No grego, “pistóis”: confiáveis, de confiança (2Tm 2.2). De fato, temos dificuldade em confiar em pessoas instáveis, fracas ou volúveis. Ou seja, só confiamos em pessoas confiáveis. Na família, há pais que têm problemas para confiar. São desconfiados. Então, como ensinarão seus filhos a ser confiáveis? Se aquela criança não tem o exemplo e, ao errar, não tem “votos de confiança” por parte do próprio pai, é provável que desenvolva uma personalidade cínica, pusilânime. Nem sempre — pensará você, com algum exemplo em mente. Concordo. As causas e origens desse hábito familiar me parecem muito complexas; contento-me em chamar atenção para o fenômeno. O leitor atento poderá perceber-se descrito aqui e buscará ajuda. Um conselheiro experimentado poderá caminhar com ele e com sua família, na busca da quebra dessa cilada do diabo (Ef 6.11). Esse conselheiro poderá encontrar um pai crente, mas de personalidade manipuladora, que usa segredos e meias verdades como expediente de controle. Sim, mesmo entre crentes, porque esse “expediente” pode ter sido um meio de sobrevivência, por gerações. Poderá encontrar pais que não se percebem autoritários, mas que não dão espaço para diálogo e transparência, nem liberdade de decisões autônomas, instituindo, ao contrário, a relação “gato e rato”. Os ratinhos, talvez por necessidade de sobrevivência, desobedecerão e sabotarão no que puderem e se tornarão “infiéis”, aos olhos de seus pais. Talvez infiéis por formação e personalidade. O autoritarismo produz separação, “esperteza”. Isso é mais comum entre crentes do que gostaríamos de admitir. Naquelas famílias em que o evangelho chega transformando tudo — salvação, em seu sentido mais glorioso –, esse tipo de problema pode passar despercebido e permanecer “ativo” por gerações, reproduzindo-se como conduta normal. Entretanto, o “ministério da reconciliação” pode estender pontes sobre esses abismos. Tudo começa com a revelação do problema pelo Espírito de Deus e com a percepção dele por corações piedosos. Imediatamente saem em busca de ajuda para romper o esquema. Entretanto, como poderão esses fossos ser transpostos? Penso, entre outras coisas, em “confissão”. Tiago fala, em sua carta, de confissão e cura (Tg 5.15-16). Sim, é o caso de cura, pois já estamos no terreno da enfermidade. No momento em que a família se debruça sobre um fenômeno como esse e, em oração, o identifica e renega diante de Deus, ela entra em convalescença. Cristo salva. Agora é vigiar e orar, porque hábitos familiares são persistentes. Agora é cultivar a paz e a alegria da “fidelidade presumida” em cada gesto e em cada circunstância. Por: Rubens Amorese
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