
A pior miséria da humanidade não é a falta de pão.
A pior miséria da humanidade é a miséria existencial, que leva ao culto e a adoração dos símbolos de expressão e reconhecimento, desvio de conduta que não atinge apenas mais favorecidos, povoa também anelos e ambições de excluídos pelas circunstâncias. Uma fraqueza cruamente humana.
Uma questão, que se por um lado afasta o homem dos valores espirituais, por outro lado, estabelece laços de iniqüidade e fere princípios elementares de respeito a dignidade humana.
O culto dos símbolos de expressão estabelece critérios superficiais de avaliação e seleção, de quem é digno e merecedor da nossa melhor atenção, do nosso respeito, solidariedade e dedicação, e faz de muitos, juízes de princípios injustos.
A simplicidade é um tesouro do reino de Deus que só os que se esforçam conseguem alcançar. Entretanto, é preciso cuidado para não se confundir privação com simplicidade ou espiritualidade. Privação não é sinal de simplicidade nem de espiritualidade, provavelmente é sinal de injustiça.
“Não ameis o mundo, nem as coisas que há no mundo. Se alguém ama o mundo, o amor do Pai não está nele; porque tudo o que há no mundo, a cobiça da carne, a cobiça dos olhos e a vaidade da vida, não vem do Pai, mas sim do mundo.” ( I João 2:15,16 )
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