FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 25 de março de 2022

Quando chegares ao teu Reino Senhor lembra-te de mim...

PERDOAI AS NOSSAS OFENSAS Eu não deveria me sentir assim, mas eu me sinto revoltado com algumas atitudes de julgamento e sei que quando eu me sinto assim, eu me torno igual ou pior que o meu juiz. Eu poderia ficar triste e decepcionado, mas no meu íntimo eu já estava me resguardando com incertezas e preconceitos. Então já estava esperando por tudo, mais pelo pior do que pelo melhor. Para não ser surpreendido por nada ou ninguém. Essa atitude de querer me antecipar e também de antecipar os passos dos outros é uma estratégia que mostra muito explicitamente o quanto ainda tenho a melhorar como ser humano e como servo, e revela a malícia que está em mim (Romanos 3:10-12). Quisera dizer que todos os dias de minha vida, desde que conheci a Cristo e o recebi em minha vida, foram cheios de bonanças, justiça e livres de pecados e maus pensamentos, porém estaria pecando novamente ao afirmar tal mentira. A maldade ainda está aqui, mesmo com toda bondade e amor presentes em Cristo e visto que Ele está na minha vida, não há mais espaço para qualquer sentimento ou ação contrárias às suas virtudes ou, pelo menos, deveria ser assim. Mas é quando paro e faço minha autoanálise que reconheço, deveria ser mais frequente. Jesus disse aos fariseus: “Não julgueis, para que não sejais julgados.” (Mateus 7.1) Mas não para por aí Ele continua a exortar dizendo: “Porque com o juízo com que julgardes sereis julgados, e com a medida com que tiverdes medido vos hão de medir a vós. E por que reparas tu no argueiro que está no olho do teu irmão, e não vês a trave que está no teu olho? Ou como dirás a teu irmão: Deixa-me tirar o argueiro do teu olho, estando uma trave no teu? Hipócrita, tira primeiro a trave do teu olho, e então cuidarás em tirar o argueiro do olho do teu irmão.” (Mateus 7.2-5) O fato de me sentir ofendido revela a maldade que há no homem, assim como nosso egocentrismo e crueldade no que vem a seguir, agora pense! Quando alguém te magoa ou te bate qual a sua reação? Jesus disse para amar os que nos odeiam e abençoar os que nos maldizem: (Lucas 6:27-31) E logo após dizer estas coisas ele indaga: “Que mérito vocês terão se amarem aos que os amam? Até os pecadores amam aos que os amam. E que mérito terão se fizerem o bem àqueles que são bons para com vocês? Até os pecadores agem assim.” (Lucas 6:32-33). Ao ler essas palavras eu me recordo da oração que Jesus nos ensina no livro de Mateus: E, quando orares, não sejas como os hipócritas; pois se comprazem em orar em pé nas sinagogas, e às esquinas das ruas, para serem vistos pelos homens. Em verdade vos digo que já receberam o seu galardão. Mas tu, quando orares, entra no teu aposento e, fechando a tua porta, ora a teu Pai que está em secreto; e teu Pai, que vê em secreto, te recompensará publicamente. E, orando, não useis de vãs repetições, como os gentios, que pensam que por muito falarem serão ouvidos. Não vos assemelheis, pois, a eles; porque vosso Pai sabe o que vos é necessário, antes de vós lho pedirdes. Portanto, vós orareis assim: Pai nosso, que estás nos céus, santificado seja o teu nome; Venha o teu reino, seja feita a tua vontade, assim na terra como no céu; O pão nosso de cada dia nos dá hoje; E perdoa-nos as nossas dívidas, assim como nós perdoamos aos nossos devedores; E não nos conduzas à tentação; mas livra-nos do mal; porque teu é o reino, e o poder, e a glória, para sempre. Amém. Porque, se perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai celestial vos perdoará a vós; Se, porém, não perdoardes aos homens as suas ofensas, também vosso Pai vos não perdoará as vossas ofensas.” (Mateus 6:5-15) Queremos a compreensão, mas não estamos dispostos a compreender. Queremos o perdão, mas não queremos perdoar. Queremos ser ajudados, porém não estamos dispostos a ajudar, queremos falar, mas não temos paciência para ouvir. Queremos ganhar, mas não queremos doar. O que não paramos para pensar sobre ofensas é que a cura para elas é o perdão. Bom seria não nos ferirmos, bom seria nos amarmos, ser mais tolerantes, mais empáticos, ser praticantes não apenas leitores (Tiago 1:22). Por isso, como cristão que me declaro, preciso ser o que essa palavra significa. O significado da palavra cristãos no grego é “Pequenos Cristos” – dando o sentido de que o cristão deve ser uma cópia submissa de Cristo. A designação não está relacionada à religião de alguém, mas sim, à identidade que essa pessoa tem com a pessoa de Cristo!”. Em outras palavras, como diz Amanda Rodrigues em sua canção: “Mais do que ler, falar, eu preciso viver”. Eu preciso ser, eu preciso ter, liberar perdão, para que, por fim, eu alcance aquilo que também desejo e almejo receber. Paz e bem

Eis que se aproxima a pascoa do Senhor, vamos repensar nossa forma de falar e amar o próximo. ( Ainda da tempo )

A Maledicência e o Triplo Filtro de Sócrates A famigerada maledicência, também conhecida popularmente como fofoca, é um dos problemas interpessoais e relacionais mais antigos que se tem conhecimento, sendo uma postura anti-ética e irresponsável. Por este motivo, é uma atitude que pode promover consequências funestas ou mesmo desagradáveis. A fofoca pode estar relacionada com a falsidade e a inveja e deste modo ser geradora de intrigas, conflitos e discórdia. A fofoca existe desde tempos imemoráveis, quando o homem desenvolveu a linguagem, provavelmente no paleolítico. Sendo assim, o processo de comunicação não é só uma inclinação natural do ser humano, mas faz parte da sua natureza intrinseca. Somos dotados de linguagem e esta obviamente nos permite estar sempre em comunicação, em interação, em socialização, em troca de informações, tendo como objetivo facilitar a nossa vida. Mas, até que ponto esta comunicação ultrapassa os limites da ética e do relacionamento saudável com os demais, chegando mesmo a desrespeitar os limites da integridade e da moralidade nos nossos relacionamentos? Sócrates, um filósofo grego, explicitou em um diálogo, com um amigo, como podemos lidar de maneira inteligente com a maledicência. Neste discurso ele explica que toda e qualquer informação que nos chega deve passar criteriosamente pelos filtros da VERDADE, BONDADE E UTILIDADE, para que desta forma possa ser propagada. Em outras palavras, a informação a ser passada adiante para outras pessoas deve: • 1- Ser absolutamente um fato verídico, sem alterações ou deturpações ou interpretações subjetivas da realidade; • 2- Deve ter como objetivo precípuo um ato de bondade, com o propósito de ajudar e servir o proximo, ou seja, que não almeje prejudicar ou manchar a imagem de pessoas, grupos, sociedades ou organizações; • 3- E por último, que seja sempre uma informação obrigatoriamente útil para favorecer as pessoas e a comunidade; A fofoca surge por motivos diversos: porque queremos ser aceitos em um grupo, porque queremos chamar atenção dos outros, por vingança, ciúme, ou simplesmente porque queremos “passar o tempo”. No entanto, o motivo principal é o de não termos objetivos definidos, ou seja, além de estarmos nos espelhando nos outros, estamos desocupados. Então, quando estamos desocupados e insatisfeitos, sem objetivos e propósitos de vida, nossa auto-estima baixa e percebemos a vida do outro como mais interessante, dando espaço a sentimentos como a inveja e o ressentimento. Como já relatei em outro texto, todos nós somos únicos e especiais. Ao observar a vida do outro, nossa vida fica esquecida, trava, não se desenvolve e nem prospera, já que não estamos focando nos nossos propósitos. Faça sua vida mais interessante, mais fascinante, pois você também possui muitas qualidades e recursos. Desenvolva-os. A fofoca também tem outro ponto negativo: torna qualquer ambiente hostil, seja na vida pessoal ou social, pois ela fere o direito das pessoas, trazendo consequências negativas, algumas vezes irreparáveis. Todo mundo sabe como uma fofoca começa, dai ela vai se distorcendo, tal qual na brincadeira do telefone sem fio; com sedimentações de informações adicionais e distorções. No final de tudo, ninguém sabe como se chegou a uma estória totalmente diferente e cheia de criatividade; Muito menos se sabe quem disse, quem inventou e propagou. A fofoca não tem identidade. Porém, certamente existem pessoas prejudicadas e com imagens manchadas, sendo difícil contornar a situação ou até mesmo revertê-la. Então, para que se envolver em situações infrutíferas ou danosas? Que tal ocuparmos o nosso tempo com algo que nos beneficie? Devemos rever nossas posturas e valores, nos posicionarmos como pessoas de bem e para o bem, semeando sempre a concórdia e a paz, sendo instrumento de crescimento e bem-estar comum. Para este fim, precisamos filtrar os boatos, as informações que nos chegam, não interagindo com as fofocas e nem fazendo julgamentos precipitados. Utilizar sempre o filtro da verdade, bondade e utilidade. Se assim o fizermos, nos absteremos dos julgamentos precipitados, das antipatias infundadas e das aversões interpessoais sem critérios. (…)porque os outros disseram…(…)porque o outro fez isto ou aquilo, nesse “disse-me-disse” que não leva a nada de bom. Acredito que devemos discutir idéias, propósitos, situações. Discutir sobre questões politicas e sociais, e não discutir sobre o comportamento direto das pessoas; pior, opinar sobre a vida delas sem ter consentimento das mesmas e sem acrescentar nada que as beneficiem. O mundo necessita de pensadores, de questionadores, de avaliadores, de pessoas que façam a diferença, que se preocupem com coisas essenciais, que promovam mudanças e que se preocupem com os outros de forma positiva e responsável. PARA REFLETIR: Como disse Freud: “Quando eu falo do outro, na realidade eu estou falando mais de mim que do outro.” Não esqueça: é de uma pequena fagulha que se provoca um incêndio. Portanto, quando for emitir ou receber alguma informação não esqueça se você está utilizando os três filtros: VERDADE, BONDADE E UTILIDADE. Paz e bem

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2022

NESTA QUARESMA CREIA E FAÇA DE SUA FÉ UMA FLEXA DE AMOR LANÇADA PELO ARCO DO EVANGELHO DE CRISTO.

Ainda me lembro de como fiquei surpreso quando recebi a mensagem de um colega de comunidade— totalmente diferente de mim, principalmente no sentido religioso —, dizendo que me admirava e que eu tinha alguma coisa especial, uma “energia diferente”, como ele descreveu. Também desejou que todos os meus sonhos se realizassem, pois admirava muito minha postura. Naquele dia eu soube que tinha cumprido a famosa frase franciscana: “pregue e, se necessário, use as palavras”. Essa experiência me veio à mente quando me deparei com uma discussão nas redes sociais sobre o lugar do jovem cristão nos ambientes escolares e comunitários. O debate surgiu graças a um meme onde uma menina ironiza seu professor de ciências dizendo que crê na Bíblia e por isso não precisava prestar atenção nas aulas dele. Como alguém que nasceu e foi criado em berço não cristão, conheço bem esse discurso dualista, pois já vivi muitas situações que ensinam isso aos jovens. “O mundo nos odeia”, “a ciência quer destruir nossa fé” e “as universidades são antros de perdição, locais criados para destruir a família e os princípios cristãos”. Esse é o cenário apresentado por lideranças que, ainda marcadas pelo espírito anti-evangélico dos anos 60 e 70 — quando cristãos eram chamados de “os bíblias” e sofriam até mesmo agressões físicas só por terem sua fé —, fazem com que muitos jovens entrem nesses ambientes com uma postura extremamente combativa. Fugir da aparência do mal e evitar tentações não é errado, ao contrário, isso se chama prudência e revela maturidade espiritual de alguém que conhece suas fraquezas, entretanto, muitos confundem o cuidado com arrogância. A atitude “bélica” com que alguns jovens chegam às salas de aula e em seus ambientes comunitarios, crendo que devem rebater seus professores, familiares e criticar seus colegas constantemente revela uma profunda falta de capacidade de dialogar que mais atrapalha do que ajuda o Reino de Deus. Sem querer tomar minha experiência como padrão para todas as outras, creio que a universidade, comunidade, ambiente familiar e a escola são locais como qualquer outro, e apresentam desafios, mas também muitas oportunidades. Sempre tive isso em mente quando entrava em qualquer ambiente ou situação, pois sei que vivemos em um tempo onde já esperam o pior de nós, então ao invés de agir com indiferença, eu preferi seguir os ensinamentos dos meus pais que me criaram ( não meus pais biológicos )de que o verdadeiro cristão não se identifica por seu discurso religioso, mas por suas obras. Eu sabia que ouviria piadas sobre querer ser um cristão ativo e participativo, mas preferi mostrar com o meu testemunho que elas eram equivocadas. Alguns podem dizer que essa postura é covarde, afinal somos ensinados a combater, mas quando leio as mensagens que me mandam ou vejo colegas que nem possuem religião curtindo minhas postagens relacionadas ao cristianismo, me alegro, pois sei que ali foi plantada uma semente do Evangelho. Sei que agora sou aquela importante exceção ao que eles entendiam por “crente”. Creio que essa deve a postura de jovens sedentos por levar a Palavra de Deus a todos os lugares e que reconhecem que evangelizar é antes de tudo um ato de amor de um pecador para outro. A frase “Jesus te ama” não é um simples slogan, e deve ser representada de forma verdadeira por nós, os seguidores de Cristo. Por isso, evite os combates, viva o Evangelho e peça direcionamento ao Espírito Santo, pois logo todos vão conseguir enxergá-lo através de você. Paz e bem

sexta-feira, 27 de agosto de 2021

Só unidos ao Cristo seremos capazes de viver pela fé...

Antes que viesse essa fé, estávamos sob a custódia da Lei, nela encerrados, até que a fé que haveria de vir fosse revelada. — Gálatas 3.23 A graça está presente quando um coração é restaurado pela promessa da misericórdia voluntária de Deus. Então, este coração, junto com o autor do Salmo 42, pode dizer: — Ó minha alma, porque estás tão angustiada e agitada? Tu vês somente lei, pecado, terror, tristeza, desespero, morte, inferno e Diabo? Não estão presentes também graça, perdão de pecados, justiça, conforto, alegria, paz, céu, Cristo e Deus? Pares de perturbar-te, minha alma. O que é a lei, o pecado e todo o mal? Confies em Deus. Ele não poupou seu próprio Filho, mas ofereceu-o por meio de uma morte na cruz pelos teus pecados. Assim, quando estiver amedrontado pela lei, você pode dizer: “Senhora Lei, você não está sozinha e você não é tudo. Existem outros que são maiores e melhores, especificamente a graça, a fé e a bênção. Elas não me acusam, amedrontam ou condenam. Pelo contrário, confortam-me, dizem-me para esperar o melhor e asseguram- me da vitória certa e da salvação em Cristo. Assim, não há razão para que eu me desespere”. Quem quer que realmente compreenda isso pode ser chamado de teólogo. Certos líderes que estão sempre se vangloriando a respeito do Espírito pensam entender a vida pela fé extremamente bem. Entretanto, eu e outros como eu sabemos que mal possuímos o fundamental. Nós somos estudantes diligentes na escola onde a arte da fé é ensinada. Não importa quão bem ela é ensinada. Enquanto permanecermos nestes corpos pecaminosos, não deixaremos de aprender. Paz e bem

quarta-feira, 25 de agosto de 2021

Deus proverá...

Vejam os passarinhos que voam pelo céu: eles não semeiam, não colhem, nem guardam comida em depósitos. No entanto, o Pai de vocês, que está no céu, dá de comer a eles. Será que vocês não valem muito mais do que os passarinhos? (Mt 6.26) Embora não fosse médico, Paulo deveria, já em seu tempo, saber que a ansiedade não pode fazer bem à saúde, além de ser uma fraqueza de espírito. Ele sugere um esforço da parte do cristão para eliminar a ansiedade: “Não andeis ansiosos de coisa alguma”. Também se refere ao método a ser empregado: “Em tudo, porém, sejam conhecidas diante de Deus as vossas petições, pela oração e pela súplica, com ações de graça” (o desabafo ou derramamento da ansiedade diante de Deus pela oração – método adotado por Ana, a mulher estéril, em 1 Samuel 1.9-18). E, em seguida, o apóstolo apresenta o resultado: “E a paz de Deus – que excede todo o entendimento – guardará os vossos corações e as vossas mentes em Cristo Jesus”. Paulo acrescenta que, em vez de pensar nos problemas que produzem ansiedade, os cristãos deveriam selecionar em que pensar: “Tudo o que é verdadeiro, tudo o que é respeitável, tudo o que é justo, tudo o que é puro, tudo o que é amável, tudo o que é de boa fama, se alguma virtude há e se algum louvor existe, seja isso que ocupe o vosso pensamento” (Fp 4.8). O ensinamento é reforçado com o testemunho pessoal do apóstolo: “Aprendi a viver contente em toda e qualquer situação” (Fp 4.6-13). Jesus também dedicou algum tempo ao problema da ansiedade no Sermão da Montanha, à preocupação demasiada quanto às necessidades básicas da vida: comida, bebida e vestuário (Mt 6.25-34). Paz e Bem

Não cobiçais as coisa do mundo, mais sim as coisas do céu....

Busquem, pois, em primeiro lugar o reino de Deus e a sua justiça, e todas essas coisas lhes serão acrescentadas. (Mateus 6.33) Jesus agora contrasta aquilo que os pagãos buscam e aquilo que os cristãos deveriam buscar primeiramente. Aquilo que buscamos é o que está colocado diante de nós como supremo bem para o qual dedicamos a nossa vida. Ele é a nossa preocupação, a nossa ambição. Jesus reduz as opções a duas. Os pagãos são obcecados por seu próprio bem-estar material (comida, bebida e vestimenta), enquanto os cristãos devem estar preocupados acima de tudo com o reino e a justiça de Deus e com a sua propagação por todo o mundo. Jesus começa com a negativa. Três vezes ele repete sua proibição de não nos preocuparmos com as coisas materiais. Ele não está proibindo nem o pensamento nem a prevenção, mas a ansiedade, pois ela é incompatível com a fé cristã. Se Deus realmente cuida da nossa vida e do nosso corpo, será que não podemos confiar que ele cuidará de nossa alimentação e vestimenta? De novo, se Deus alimenta passarinhos e veste os lírios do campo, será que não podemos confiar nele para nos alimentar e vestir? Ao mesmo tempo, não podemos interpretar erroneamente o ensino de Jesus. Primeiro, confiar em Deus não nos isenta de trabalhar para ganharmos o nosso sustento. Os passarinhos nos ensinam essa lição. Como Deus os alimenta? A resposta é que ele não os alimenta! Jesus era um observador perspicaz da natureza. Ele sabia perfeitamente bem que passarinhos alimentam a si mesmos. Deus só os alimenta indiretamente, ao fornecer os recursos com os quais se alimentem. Segundo, confiar em Deus não nos isenta da calamidade. Realmente, nenhum pardal cai ao chão sem a permissão de nosso Pai; mas pardais caem e são mortos. Do mesmo modo acontece aos seres humanos. Da mesma maneira ocorre com os aviões. Em vez de se preocuparem com coisas materiais, os seguidores de Jesus devem buscar primeiro o reino de Deus e a justiça de Deus. Buscar o reino de Deus é proclamar Cristo como Rei, para que as pessoas se submetam à sua soberania. Buscar a justiça de Deus é lembrar que ele ama a justiça e odeia o mal, de modo que, mesmo fora do círculo do reino, a justiça agrada mais a Deus que a injustiça; a liberdade, mais que a opressão; a paz, mais que a violência ou a guerra. Nessa dupla ambição nossas responsabilidades evangelísticas e sociais se combinam, e a glória de Deus se torna o nosso interesse supremo. Para saber mais: Mateus 6.25-34. Paz e bem

sexta-feira, 22 de janeiro de 2021

JESUS É A PESSOA QUE MAIS PRECISAMOS...

Não procurem atalho para Deus. O mercado está transbordando de fórmulas fáceis e infalíveis para uma vida bem-sucedida que podem ser aplicadas em seu tempo livre. Não caiam nesse golpe, ainda que multidões o recomendem. O caminho para a vida – para Deus! – é difícil e requer dedicação total. (Mt 7.13-14) Ele não veio ao mundo para julgar, mas para salvar (Jo 3.17). Ele não veio para os sãos, mas para os doentes. Os sãos não precisam de médico, e, sim, os doentes. Ele não veio chamar justos, mas pecadores ao arrependimento. Os justos não necessitam de arrependimento e, sim, os pecadores ainda distantes do perdão (Lc 5.31-32). Ele veio localizar, buscar e salvar o perdido, seja quem for: o marido desonesto, a mulher prostituta, o amante do dinheiro, o jovem dependente de álcool, a moça dependente de drogas, os cansados e oprimidos da vida, os que estão carregados de tédio, os que têm medo, os que não querem mais viver (Lc 19.10). Ele não veio para roubar, matar e destruir, mas para transmitir vida e vida em abundância (Jo 10.10). Ele não veio para torná-lo rico, mas para dar-lhe paz de espírito, alegria interior, certeza de perdão, purificação de pecados, esperança de vida eterna e plena restauração (Mt 7.13-14). Não tenha medo de Jesus. Deixe-o aproximar-se de você. Ele é a pessoa de que você precisa neste exato momento. Em Jesus você pode confiar. Paz e bem.