FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
terça-feira, 12 de julho de 2016
Porque......
‘’Os atos dos homens não invalidam os propósitos de Deus. ’’
Se Deus criou tudo, ou melhor dito, o ser humano para ser bom e justo, o por qual motivo permite toda uma enxurrada de calamidades, de atrocidades, de mazelas, de genocídios e de atos facínoras? Ora, os mais ferrenhos opositores da fé cristã apontam para isso e põe uma incerteza na saga do Messias, até a cruz, a ressurreição e a veracidade de suas palavras.
De certo, ao mexer e remexer as páginas da denominada igreja, tristemente, acabamos por ser confrontados, com toda uma pletora de situações deploráveis, como as inquisições, as perseguições aqueles que se opunham as arbitrariedades do clero, as conveniências com sistemas políticos e econômicos opressores e por ai vai.
Em tudo isso, quando conversava com algumas pessoas, uma me indagou sobre o por qual motivo Deus criou o diabo e com qual finalidade? Desde então, comecei a ruminar nessa questão e longe de levantar uma abordagem teológica, arrisco específicas ponderações, ao qual me deságua na capacidade de decidir e responder, referente aos seus atos. Ouso dizer, quer queiram ou não, o quanto cada criatura do Criador e aqui, evidentemente, delimito ao ser humano e aos seres celestiais foram constituído com essa condição peculiar de escolha.
Vou mais adiante, o ser humano, eu e você, imbuído e marcado com a característica de decidir e responder, como seres de criação e inovação, de inspiração e transformação. Deveras, os propósitos de Deus envoltos a sermos bem – aventurados, de sermos praticantes da justiça e da dignidade, de sermos solidários e fraternos, de sermos protagonistas da vida e do respeito, de modo algum, perdem sua validade, em decorrência das inclinações adotadas pelos homens.
Aliás, isto me faz ir a direção de uma leitura acurada sobre os rumos de muitos arraiais evangélicos, diga – se de passagem, chafurdados numa espécie de dualismo bem e mal, como se o evangelho dependesse do mal para mostrar sua importância. Infelizmente, colhemos, principalmente, ao acessar os ícones do tele – evangelismo, toda uma ênfase a essa aparente necessidade do mal e nos esquecemos dos nossos atos e das nossas práticas.
É bem verdade, em hipótese alguma nego as falanges demoníacas, as potestades espirituais, agora, se, em Cristo, cria – se uma nova perspectiva de enfrentar a vida, o por qual motivo ainda prosseguimos com um gosto amargo, com relação a servir e seguir as boas novas? Eis uma questão, por ora, a não ser respondida, no que se refere se Deus de tudo tem ciência, por qual motivo, então, formou seres com esses atributos de gerar realidades contagiadas de violência, de hostilidade, de escravidão, de ofensa?
Sinceramente, não sei, tão somente, ainda, em Cristo Jesus, há a via acessível para recomeçar, adentrar na dimensão de uma trajetória simples da vida, sem tantos pesos, sem tantas mensurações de condenação e julgamento, sem tantas imposições para ser quem está certo ou errado, sem tantas cobranças e lutar para saber quem está com a verdade, na palma das mãos.
Por ora, como parte do corpo de Cristo, somos chamados para nos filiar a essa utopia de andar uma légua a mais, de dar a outra face, de fazer as pegadas do bom samaritano, a sinceridade das maiores personalidades de fé alcançadas por Jesus (que eram e foram pessoas marginalizadas, esquecidas, perseguidas, sobre desconfianças e repulsas.
Paz e bem
Que bom não sou melhor que meu próximo.... será ?
Diga-me se você já não se sentiu tentado a imaginar-se melhor que os demais. Mais sábio, mais humilde (que bela contradição) ou talvez “com mais clareza a respeito de meus pequenos, mas desculpáveis erros, assim como das enormes e indesculpáveis hipocrisias dos demais”.
Jesus, como sempre, rompe esses nossos esquemas mentais. Contra todas as expectativas dos religiosos da época, ele mostrou que, por exemplo, inclusão, perdão e transformação são possíveis. Vejamos duas breves histórias, dois encontros, que nos revelam com uma simplicidade surpreendente a maneira como o Senhor nos chama, nos inclui, como ele nos restaura, nos transforma para uma nova vida e propósito. Uso essas três palavras e conceitos de uma maneira consciente: inclusão (ou alcance do evangelho, chegando aos que em verdade precisam dele, os que se reconhecem perdidos); perdão (restaurando, não só internamente, mas também aos olhos dos demais) e transformação (um encontro com Jesus que sempre nos leva a ser diferentes do que éramos antes).
Um publicano chamado Levi (Lucas 5.27-32) e o chefe dos publicanos, Zaqueu (Lucas 19.1-10):
1. Um publicano chamado Levi
Concordemos que se Jesus quisesse popularizar e expandir uma fé entre o povo judeu pareceria que enveredou por uma estratégia absurdamente equivocada. Ele não só parece tolerar como se alia em intimidade com os vilões, com os traidores, com os que expropriam o povo para manter o domínio do império.
Aliar-se e comer com eles era tudo o que os judeus esperariam que o seu Messias não faria. Agora, vem algo mais. Mesmo para os seus discípulos seria difícil entender a lógica de chamar a Levi para segui-lo. Imaginem a cena. Às margens do lago de Genesaré, em Cafarnaum, está uma barraca de cobrança de impostos, que beneficiavam a Herodes Antipas (governador da Galiléia e Peréia) – o mesmo que havia sido responsável pela decapitação de João Batista.
Levi era do tipo mais odiado de cobradores de impostos: um coletor de ‘impostos da agricultura’. Sua posição lhe permitia ser mais arbitrário e, com frequência, mais desonesto. Alguns dos discípulos mais próximos, chamados por Jesus para segui-lo, eram pescadores. Pescadores que estariam pagando impostos justamente através de alguém como Levi.
Taxas aplicadas ao indivíduo, à comunidade, alfandegárias, de todo tipo. Por isso os cobradores de impostos eram mal vistos. Não só ajudavam o país dominador, como também tinham a fama de embolsar algo por fora (soa familiar?). Por isso os líderes dos judeus os consideravam impuros. Cobradores de impostos apareciam na literatura rabínica listados ao lado de assassinos e adúlteros.
2. Zaqueu: mais odiado ainda
Daí chegamos a Zaqueu. Dentre o odiado grupo dos cobradores de impostos, ele estava um degrau acima: ele era um chefe, o responsável por toda uma rede de coleta de impostos. Zaqueu seria o tipo de pessoa rejeitada e ridicularizada pelo povo. Fazer um pixuleco dele seria pouco. Ficar cantando “Zaqueu, o baixinho” também seria apenas uma pequena porção da possível zombaria e desprezo direcionados a ele.
Se muitas vezes eram os líderes dos religiosos que reclamavam da falta de cuidado de Jesus sobre com quem ele andava, agora foi uma reclamação generalizada, ‘todo o povo’. Talvez Zaqueu merecesse esse tratamento. Ele não era ingênuo. Não só havia decidido trabalhar para os poderosos romanos, como se aproveitou dessa situação para roubar e ficar rico.
Se Levi foi surpreendido pelo convite, já Zaqueu buscou a Jesus. Mas ambos ilustram muito bem a atitude desses que recebem perdão e salvação. Levi: levantou-se, deixou tudo, seguiu-o e ofereceu um grande banquete. Zaqueu: queria ver, correu, subiu numa figueira, levantou-se e fez declarações, deu (metade dos bens aos pobres) e devolveu (quatro vezes do que extorquiu).
Mania de restaurar as pessoas
Se Jesus chama, se Jesus vai ao encontro, esse encontro e intimidade produzem transformação na vida dessas pessoas. Jesus tinha essa mania de restaurar as pessoas. Parece que esse ‘hábito’ de Jesus incluía não se importar com o passado dessas pessoas, nem com o seu ‘lugar social’, sua reputação diante dos demais, nem mesmo se importando, ao menos à primeira vista, com os erros dessas pessoas, como se eles pudessem impedir que Jesus se aproximasse e tivesse comunhão íntima com elas. Surpreendente, não? Ser publicano, um representante do império? Ser visto como escória e traidor? Ser um ladrão? Jesus não se impressiona, não deixa de ir até a sua casa e de dividir a mesa com eles.
Assim é o ministério redentivo, perdoador e restaurador de Jesus. Pecadores são perdoados, doentes são sanados e perdidos são encontrados. Se Jesus convida, inclui, perdoa e podemos ver que ele também está interessado em restaurar. Essa restauração passa por uma completa reorientação de suas vidas. Foi assim com Levi, com essa nova identidade. É impressionante ver em quem um odiado cobrador de impostos se transforma: em Mateus, um dos doze discípulos mais próximos de Jesus, um dos apóstolos, o autor da mais longa biografia de Jesus. Levi, que seria também Mateus, um novo nome que poderia apontar para essa restauração, conversão, uma completa nova orientação de vida.
E com Zaqueu? Restauração também com frequência inclui reparação de erros passados. Isso não é sinônimo de penitência, como se fosse possível pagar por seus pecados, nada disso. Apenas significa que justiça muitas vezes inclui um conceito de restituir e reparar, quando possível, o que foi tirado, roubado. É o que acontece na história de nosso ‘chefe da máfia’ dos cobradores de impostos. Quando Zaqueu anuncia os efeitos práticos de sua reparação, a resposta de Jesus é que “hoje entrou salvação nessa casa”. Interessante observar que Jesus decide ir à casa de Zaqueu e jantar com ele antes que ele tomasse essas decisões. Ou seja, Zaqueu não se ‘torna digno’ do convite de Jesus por causa do que faz. Pelo contrário, a misericórdia chega primeiro a Zaqueu, ela é oferecida em primeiro lugar. Logo a misericórdia e a graça de Jesus se transformam em perdão e restauração. Como evidências dessa restauração, surgem as ações de reparação e restituição. Jesus provoca transformação e não há outra maneira de sair da presença de Jesus que não seja transformado pela sua graça.
Como estamos quando nos encontramos com Jesus?
1. Jesus nos aceita, nos convida. Assim não podemos perder a oportunidade desse convite que ele nos faz para uma nova vida. Ele quer se encontrar com cada um de nós, e não coloca condições para esse encontro.
2. É preciso aprender a receber esse perdão de Deus em nossas vidas. O perdão de Deus nos ajudará a perdoar a nós mesmos (o que muitas vezes é o passo mais difícil) e nos ajudará também a ser mais misericordiosos e perdoadores com os demais. Se Jesus me estende da sua graça, quem sou eu para retê-la e não oferecê-la a quem está ao meu redor?
3. Ele nos chama para restauração, para mudança, para transformação. Não sei o que talvez você precise abandonar, renunciar, entregar. Eu sempre tenho uma lista grande em oração – isso talvez seja um sinal de que transformações levam tempo. Mas é um bom caminho ter os ouvidos abertos a esse convite, um coração sedento para receber esse perdão, e pés ligeiros rumo à transformação e à nova vida.
Humildemente, te animo: pare de se achar melhor que os demais e não perca essa oportunidade!
Paz e bem
quinta-feira, 30 de junho de 2016
Porque somos tão cruéis..
Criticar os outros é algo muito perigoso; nem tanto pelos erros que você pode cometer ao criticar, mas pelo fato de você poder estar revelando algumas verdades a seu respeito.
Imagine uma pessoa cravar uma faca afiadíssima no peito de um amigo, num momento de repentina ira. À medida que a lâmina penetra o corpo, seu amigo, atônito, tenta desesperadamente encontrar um pouco ar. A seguir, gritando muito de dor, ele cai ao chão. Provavelmente perdendo muito sangue, sucumbido pelo sofrimento, ele entra em choque e perde os sentidos. Essa pessoa muito certamente não morrerá, porque virá a receber cuidados médicos adequados e em tempo propício.
No entanto, ele irá carregar no peito, pelo resto da vida, uma enorme e repugnante cicatriz. É difícil imaginar uma cena como essa...
A realidade, porém, é que muitos de nós cravamos amiúde lâminas cruéis, inclusive em pessoas que amamos. Nós usamos “facas invisíveis” que não derramam sangue. Nossa arma preferida é a crítica. Os ferimentos que provocamos são tão impiedosos como os produzidos por uma faca de verdade.
É importante encorajarmos a todos sermos mais prudentes com a crítica, porque ela pode destruir a auto estima de alguém e trazer sobre essa pessoa, perdas irreparáveis.
Alguns de nós, já nos tornamos críticos costumazes. Antes mesmo que sare a ferida que provocamos, de novo, e mais uma vez, e outra vez, voltamos a “esfaquear” no mesmo lugar.
Como podemos ser tão cruéis ?
A próxima vez que você sentir que está prestes a “esfaquear” alguém com suas palavras, faça uma pausa, nem que seja por um breve momento, e na sua imaginação torne a sua “faca” visível, isso fará você refletir mais concretamente na atitude que está para tomar.
Uma vez compreendida as feridas que você pode estar causando, haverá a certeza de que ainda existirá chance de você interromper tão impiedoso ataque.
(Meditação: A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto” – prov. 18:21)
Paz e bem
Eu e minha fé.....
Andar com fé, é saber que cada dia é um recomeço, é ter certeza que os milagres acontecem,
e que os sonhos podem se realizar.
Andar com fé, é saber que temos asas invisíveis, é fazer pedidos a Deus e abrir as mãos para o céu !
Andar com fé, é olhar sem temor as portas do desconhecido, ter a inocência dos olhos da criança, a lealdade do cão, a beleza da mão estendida para dar e receber.
Andar com fé, é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós quando tudo parece acabado.
Andar com fé, é saber que temos tudo a nosso favor, é compartilhar as bênçãos multiplicadas, é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Pai amoroso, é a certeza que o melhor sempre acontece e que tudo aquilo que almejamos está totalmente ao nosso alcance.
Basta só Andar com fé!
Paz e bem
Que eu aprenda a ser vida.....
Que Deus não permita que eu perca o romantismo,
mesmo sabendo que as rosas não falam.
Que eu não perca o otimismo,
mesmo sabendo que o futuro que nos espera, não é assim tão alegre.
Que eu não perca a vontade de viver,
mesmo sabendo que a vida é em muitos momentos dolorosa.
Que eu não perca a vontade de ter grandes amigos,
mesmo sabendo que com as voltas do mundo, eles acabam indo embora de nossas vidas.
Que eu não perca a vontade de ajudar as pessoas,
mesmo sabendo que muitas delas são incapazes de ver, reconhecer e retribuir esta ajuda.
Que eu não perca o equilíbrio,
mesmo sabendo que inúmeras forças querem que eu caia.
Que eu não perca a vontade de amar,
mesmo sabendo que a pessoa que mais amo, pode não sentir o mesmo sentimento por mim.
Que eu não perca a luz e o brilho no olhar,
mesmo sabendo que muitas coisas que verei no mundo, escurecerão meus olhos.
Que eu não perca a garra,
mesmo sabendo que a derrota e o ódio são dois adversários extremamente perigosos.
Que eu não perca a razão,
mesmo sabendo que as tentações da vida são inúmeras e deliciosas.
Que eu não perca o sentimento de justiça,
mesmo sabendo que o prejudicado pode ser eu.
Que eu não perca o meu forte abraço,
mesmo sabendo que um dia meus braços estarão fracos.
Que eu não perca a beleza e a alegria de viver,
mesmo sabendo que muitas lágrimas dos meus olhos escorrerão por minha alma.
Que eu não perca o amor por minha família,
mesmo sabendo que ela muitas vezes exigirá esforços incríveis para manter a harmonia.
Que eu não perca a vontade de doar este enorme amor que existe em meu coração,
mesmo sabendo que muitas vezes este será submetido e até rejeitado.
Que eu não perca a vontade de ser grande,
mesmo sabendo que o mundo é pequeno.
E acima de tudo, que eu jamais esqueça que Deus me ama infinitamente.
Que há um pequeno grão de areia de esperança dentro de cada um, que é capaz de mudar e transformar qualquer coisa, pois a vida é constituída de sonhos e concretizada no amor !
Paz e bem
segunda-feira, 20 de junho de 2016
Como ser igreja sem ser coletivo.....
Escutamos com certa frequência que a liberdade de um vai até onde começa a do outro pois, afinal de contas, já dizia a frase de caminhão: Deus deu a vida para cada um cuidar da sua.
Isso até pode ser real em um mundo de relacionamentos superficiais, interesseiros, frágeis e descartáveis, mas não deveria ser assim no contexto do Cristianismo pois, neste, há invasão de privacidade, há entrelaçamento de vidas. Há vida na vida. Um ambiente onde devem existir interesses e disposições mútuas.
Contrariando a célebre frase, como cristãos vivemos e cuidamos um a vida do outro, pois somos membros uns dos outros. Cristianismo é vida em comunidade, não carreira solo. E isso não é opcional.
Você pode até ler sua Bíblia e orar sozinho em sua casa, mas você não pode viver igreja sozinho pois igreja é o coletivo não o indivíduo.
Lendo o Novo Testamento, percebemos a ocorrência de diversos textos que expressam a comunhão ou mutualidade cristã, por exemplo:
• Amai-vos uns aos outros (Rm 12.10; 13.8; 1 Ts 3.12; 4.9; 1 Pe 1.22; 1 Jo 3.11,23; 4.7,11,12; 2 Jo 5; Jo 13.34,35; 15.12,17; 2 Ts 1.3);
• Tende o mesmo sentimento uns para com os outros (Rm 12.16; 15.5);
• Tende paz uns com os outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.13; Mc 9.50);
• Edificai-vos uns aos outros (Rm 14.19; 1 Ts 5.11);
• Acolhei-vos uns aos outros (Rm 15.7);
• Admoesteis uns aos outros (Rm 15.14);
• Servi uns aos outros (Gl 5.13; 1 Pe 4.10; Jo 13.14);
• Levai as cargas uns dos outros (Gl 6.2);
• Suportai-vos uns aos outros (Ef 4.2; Cl 3.13);
• Sejais compassivos uns para com os outros (Ef 4.32);
• Perdoai-vos uns aos outros (Ef 4.32; Cl 3.13);
• Sujeitai-vos uns aos outros (Ef 5.21);
• Instrui-vos mutuamente (Cl 3.16);
• Aconselhai-vos mutuamente (Cl 3.16);
• Consolai-vos uns aos outros (1 Ts 4.18; 5.11);
• Exortai-vos uns aos outros (Hebreus 3.13);
• Confessai, pois, os vossos pecados uns aos outros (Tg 5.16);
• Orai uns pelos outros (Tg 5.16);
• Tenhais comunhão uns com os outros (1 Jo 1.7);
• Confortai-vos uns aos outros (Rm 1.12);
• Cooperai em favor uns com os outros (1 Co 12.25);
• Façais o bem uns para com os outros (1 Ts 5.15);
• Não vos mordeis e nem vos devoreis uns aos outros (Gl 5.13);
• Não nos julguemos uns aos outros (Rm 14.13);
• Não mintais uns aos outros (Cl 3.9);
• Não negligencieis a mútua cooperação (Hb 13.16);
• Não faleis mal uns dos outros (Tg 4.11);
• Não vos queixeis uns dos outros (Tg 5.9);
• Não murmureis entre vós (Jo 6.43);
• Não ofendeis uns aos outros (At 7.26);
• Não vos priveis um ao outro no casamento (1 Co 7.5);
• Não vos destruís uns aos outros (Gl 5.15);
• Não vos provoqueis uns aos outros (Gl 5.26);
• Não tenhais inveja uns dos outros (Gl 5.26).
Paz e bem
Infinito Amor......
Henrique Drummond diz que o amor é a coisa maior do mundo. E do nosso ponto de vista o amor é a coisa maior em Deus. Sem amor Sua justiça nos condenaria; Sua santidade nos afastaria de Sua presença e Seu poder nos destruiria. O amor é a única esperança dos pecadores e nossa maior preocupação deve ser a descoberta do amor de Deus para conosco.
Quanto à Sua natureza moral, diz-se que Deus é duas coisas: luz e amor. “Deus é luz”. 1 João 1:5. Nas Escrituras as trevas simbolizam o pecado e a ignorância, e a “luz” é símbolo de santidade e de entendimento. “Deus é amor”. 1 João 4:8. Luz e amor são perfeições que se equilibram na Sua natureza. Sendo que Deus é luz, Seu amor não é fraqueza de boa índole nem indulgência de boa natureza. Porque Deus é luz, Seu amor é um amor santo, e não um simples sentimento. O amor de Deus nunca entra em conflito com Sua santidade. Desde que Ele é luz, nunca o pecado de Seu povo é desculpado, “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho”. Hebreus 12:6.
O amor de Deus pode ser definido como um princípio eterno de Sua natureza pelo qual Ele é movido a conferir bênçãos eternas e espirituais. O amor é a causa que move todos os Seus atos de misericórdia e graça. O amor de Deus é a prova de que todas as coisas operam para o bem final do Seu povo; ele é a base de toda a Sua atividade de redenção.
CARATERÍSTICAS DO AMOR DE DEUS
1. Seu amor é eterno. “Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí”. Jeremias 31:3. Aqui o segredo da atração do pecador a Deus é explicado. Ele atrai porque Ele ama. “Bem-aventurado aquele a quem escolhes, e fazes chegar a ti”. Salmo 65:4. O amor que nos comprou, também nos procurou, e trouxe-nos a um lugar de segurança, até mesmo ao Propiciatório… Jesus Cristo. Nunca houve tempo quando Deus não amasse Seu povo, e nunca haverá tal dia. Ele nos amou tanto antes de sermos salvos quanto após sermos salvos, “em que Cristo morreu por nós, sendo nós ainda pecadores”. Romanos 5:8.
2. Deus é imutável. Deus não muda nem pode haver mudança em Seu amor. “Como havia amado os seus, que estavam no mundo, amou-os até o fim”. João 13:1. O amor de Deus por Seu povo não teve princípio e, bendito seja Seu nome, ele jamais terá fim. É como o próprio Deus, de eternidade a eternidade. O argumento principal de Paulo pela segurança do salvo é que nada pode nos separar do amor de Deus… nada na sepultura do passado, nada nos perigos do presente nem nada no ventre do futuro. O amor de Deus não é sujeito a mudança.
O amor de Deus não varia, nem conhece final; donde corre, sempre corria, do trono manancial.
3. O amor de Deus é soberano. Isto é auto-evidente. Deus é soberano, consultando Seu próprio prazer majestoso, e operando todas as coisas conforme o conselho de Sua vontade. Portanto, segue-se que Seu amor é soberano. Ele, por Si mesmo, escolhe os objetos de Seu amor. Se ama a Jacó e odeia a Esaú, quem O critica? Se ama o pecador caído e odeia o anjo caído, quem interrogará o Seu direito de agir de tal maneira? Se é verdade que Ele “compadece-se de quem quer, e endurece a quem quer”. Romanos 9:18. “Quem és tu, que a Deus replicas”? Romanos 9:20.
Nada há no pecador que faça Deus amá-lo; ninguém pode reivindicar o direito do amor divino; Seu amor é soberano e de graça. O que existia no pecador que atraísse o coração de Deus? Absolutamente nada! A verdade é que tudo merecia Sua ira; tudo pelo que talvez me odiasse. O único motivo de Sua atração por nós foi Seu querer, Seu desejo.
4. O amor de Deus é eficaz. Isto é óbvio, pois é o amor do Todo-Poderoso. Grande é o significado de ser amado por Deus. Muitas vezes somos amados pelos que não podem nos ajudar. Eles não têm a capacidade de fazerem por nós o que desejariam fazer. Tal amor é insuficiente pela falta de poder para torná-lo eficaz. Dario amava a Daniel, mas não tinha o poder para salva-lo. Mas nós somos amados pelo Todo-Poderoso, a quem nada é difícil. Os objetos do amor de Deus são eternamente seguros. Aquele que se assegura do amor de Deus, assegura-se também duma morada celestial.
A pergunta fundamental é esta: Como posso saber se Deus me ama? Como posso estar certo de que tudo opera para o meu bem? A resposta: Certifique-se de que ama a Deus. Meu amor por Deus evidencia o Seu amor por mim. “Nós o amamos a ele porque ele nos amou primeiro”. 1 João 4:19. Seu amor em nós criou nosso amor por Ele. “O amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus”. João 4:7.
MANIFESTAÇÕES DO AMOR DE DEUS
Deus é amor e Ele manifesta o que Ele é. Não existem atributos divinos vãos em Deus. Não há tal coisa como amor secreto. O amor se mostra exteriormente, quer seja de Deus, quer seja do homem. O amor é um princípio ativo e vivo da vida.
1. O amor de Deus pelo pecador manifestou-se na dádiva de Seu Filho. O amor doa. O amor dá de que tem de melhor. Deus amou de tal maneira que deu Seu Filho unigênito. Cristo amou à igreja de tal maneira que deu-Se a Si mesmo por ela. Efésios 5:25 . O Bom Pastor dá a Sua vida pelas Suas ovelhas. João 10:11. Como um judeu típico, Nicodemos pensava que Deus amava somente aos judeus, mas nosso Senhor lhe disse que Deus amou o mundo de tal maneira que deu Seu Filho unigênito, para que todo aquele que nEle crê (judeu ou gentio) não pereça, mas tenha a vida eterna. Até serem ensinados de outra maneira, os próprios apóstolos de Cristo pensavam que o rebanho estava entre os judeus, mas o Senhor os corrigiu dizendo: “E dou minha vida pelas ovelhas. Ainda tenho outras ovelhas que não são deste aprisco; também me convém agregar estas, e elas ouvirão a minha voz, e haverá um rebanho e um Pastor”. João 10:15-16. As ovelhas para os judeus estavam num rebanho, uma circunscrição cerimonial que os distinguia dos gentios. As ovelhas para os gentios não tinham sido sujeitas às leis cerimoniais. Ao salvar as ovelhas entre os judeus, Cristo as tirou do rebanho (judaísmo), e as fez um com as ovelhas entre os gentios que ouviram Sua voz, havendo assim somente um rebanho e um Pastor. Todo o povo de Deus é um em Cristo, pois, “não há judeu nem grego; não há servo nem livre; não macho nem fêmea; porque todos vós sois um em Cristo Jesus”. Gálatas 3:28. Isto não ensina que não existe esferas diferentes no serviço de Deus, mas antes que todos são salvos por uma salvação comum.
2. O amor de Deus é manifesto no novo nascimento. Por natureza somos filhos da ira; mas por um nascimento sobrenatural nos tornamos filhos de Deus. “Não são os filhos da carne que são filhos de Deus”. Romanos 9:8. João diz: “Vede quão grande amor nos tem concedido o Pai, que fôssemos chamados filhos de Deus”. 1 João 3:1. Não somos apenas chamado filhos, mas somos feito filhos de Deus pelo novo nascimento. Somos filhos dum chamado divino: o chamado eficaz que vem com o novo nascimento.
3. O amor de Deus é manifesto na disciplina. A disciplina é uma expressão e prova de amor. “Porque o Senhor corrige o que ama, e açoita a qualquer que recebe por filho”. Hebreus 12:6. Aqui está a prova de que nenhum filho de Deus é perfeito. Todos precisam de açoite. A palavra corrigir significa; treinar um filho, criá-lo, e a palavra açoitar significa surrar. Os filhos necessitam de treino e açoites, e o amor de Deus nos dará o que necessitamos. A correção vem da mão amorosa dum Pai sábio: a condenação vem dos lábios retos dum Juiz santo e justo. Quando os santos são confrontados por causa do pecado, eles são corrigidos por um Senhor para não serem depois condenados com o mundo. 1 Coríntios 11:32. A correção não é prazerosa, mas é proveitosa; ela multiplica os frutos de retidão e nos faz participar da Sua santidade. Hebreus 12:10-11.
VÁRIOS ASPECTOS DO AMOR DE DEUS
Alguns teólogos falam de vários tipos de amor divino, mas preferimos pensar de um princípio divino com várias emoções, de acordo com o objeto que há de receber Seu amor. Apreciamos o que Dr. Kerfoot tem a dizer sobre este assunto:
“Se o objeto do amor é amável, então a emoção de amor é complacência. Se o objeto precisa de bondade ou beneficência, a emoção é benevolência. Se o objeto encontra-se em estado de angústia, a emoção é de compaixão ou piedade, etc. Do mesmo modo que o princípio fundamental do fogo é o mesmo seja qual for a matéria consumida, assim o amor divino sempre se baseia no mesmo princípio”.
1. Quando o amor de Deus atua sobre Si mesmo ou sobre criaturas inocentes, este é um amor de complacência. É este o aspecto de Seu amor para com Seu Filho em quem Se compraz, e em quem sempre se deleita. Seu amor pelos anjos é do mesmo tipo, um amor de complacência e deleite.
2. Quando o amor de Deus é para com o pecador, como objeto que precisa de misericórdia, então é manifesto em forma de piedade e compaixão. Os santos eram por natureza filhos da ira, mas Deus que é rico em misericórdia, por causa de Seu amor para conosco, nos vivificou juntamente com Cristo. Efésios 2:3-5. Em misericórdia Ele desperta o pecador morto para a vida, e esta maravilhosa misericórdia é resultante de Seu grande amor. O grande amor pelos pecadores resulta em misericórdia e graça abundante. Uma prostituta suja, embriagada que enchia o ar com gritos e palavras obscenas, era arrastada pela rua por dois policiais. De repente uma linda senhorita bem vestida saiu e a beijou. Num momento de lúcido espanto, a vil criatura perguntou estupefata: “Por que me beijou?” “Por amor”, respondeu a jovem. Será tal exemplo de amor uma surpresa? Então lembre-se que a distância moral entre Deus e o pecador é muito além desta; mas Ele ainda curva-Se para dar o beijo da reconciliação.
Que grande amigo é meu Jesus. Tão santo, bom e terno! Sem outro igual, é o Seu poder e o seu amor supremo. Para esta ovelha sem vigor, olhou com simpatia; e sua tão bondosa mão, serviu-me então de guia.
Paz e bem
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