FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 29 de março de 2016

Eu servo obediente....! Será ?


“Eu não sei lidar com os músicos da minha paróquia!”, disse o padre. Já perdi a conta de quantas vezes ouvi este tipo de reclamação. Muitas vezes padre e ministério não se entendem. Parecem querer coisas diferentes, terem visões distintas sobre a liturgia e o modo como a música pode contribuir para ela. Com certa frequência vi desentendimento e intolerâncias. Esta distância entre padre e leigo/músico pode surgir em uma palavra mal compreendida ou mesmo quando dita de forma pouco clara. O caminho de restauração da unidade paroquial é em alguns casos, longo e dolorido. Quem tem razão? Pouco importa. Se for verdade que o amor tem suas próprias razões, é verdade também que o amor é razão de tudo o que somos e fazemos pastoralmente. Todo nosso serviço nasce do amor. E o amor não escolhe hora ou jeito de se dar. Amor verdadeiro se entrega por completo, por inteiro no tempo e no espaço da vida. Ao longo de muitos anos servindo em missas e grupos de oração, aprendi que o caminho para a unidade e serviço requer abnegação. Requer deixar de lado a discussão do momento, o argumento do convencimento. Convence-se não pelas palavras mas pelo exemplo de obediência, generosidade e mansidão. “Mas o padre não aceita nossas sugestões!”, exclamam os jovens ao longo dos anos por milhares de paroquias pelo Brasil. Meu conselho? Permaneçam sugerindo, estudando e contribuindo. Mas, sobretudo, permaneçam obedecendo. Se virá o reconhecimento externo ou não, eu não sei. Mas com certeza sua vida interior se abrirá, se alargará. Na medida do amor da sua obediência, por mais custosa que lhe seja. A obediência é um caminho de santidade seguro. Obediência não é omissão ou descaso. Obediência é um reconhecer em Deus o governo das nossas vidas. Mesmo que ignoremos o destino, mesmo que aquele que guia se ensurdeça às nossas vozes. Obedecer é curvar-se para elevar-se. Ou melhor: ser elevado. Obedecer é a justa medida do serviço por amor. E o amor não cansa e não se cansa, como nos lembra São João Da Cruz! Paz e bem

segunda-feira, 28 de março de 2016

Confiança ......


“E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança” (Marcos 4:39). Exausto, Jesus adormeceu na popa do barco. Mas, de repente, o vento começou a soprar sobre o Mar da Galiléia, agitando as ondas. O céu escureceu enquanto os relâmpagos riscavam o céu e os trovões ribombavam. O barco era agitado pelo mar como se fosse uma rolha de cortiça perdida nas ondas. Os discípulos de Jesus, galileus de braços fortes, experientes no mar, acostumados a conduzir seus barcos em tempestades, nunca haviam encontrado uma tempestade como aquela. Embora fossem marujos experientes, os discípulos sentiram-se como criancinhas. Eles pensaram que não havia como contornar a situação. Tremendo de frio, seus músculos fervendo na tentativa de remar contra a tempestade, eles viram que estavam sendo arrastados para a morte. Os discípulos estavam certos de que iriam perder a vida. Foi então que focaram sua atenção em outra coisa. Eles desviaram o olhar da tempestade e olharam para Ele. Não havia ninguém mais no barco que pudesse ajudar. Será que Ele se preocupava? Eles clamaram: “Mestre, não Te importas com nosso iminente naufrágio? Não Te importas que não tenhamos nada em que segurar-nos, nada em que possamos confiar? Quando toda a nossa genialidade humana falha, Tu não Te importas?” Marcos 4:39 e 40 diz: “E Ele, despertando, repreendeu o vento e disse ao mar: Acalma-te, emudece! O vento se aquietou, e fez-se grande bonança. Então, lhes disse: Por que sois assim tímidos?” A única razão para temer a tempestade é você ficar remando o seu próprio barco, com o foco na tempestade. Quanto mais você olha para a ondas e as nuvens negras, quanto mais você escuta os trovões e vê os relâmpagos, mais temeroso fica o seu coração. Ellen White escreveu: “A fé viva no Redentor serena o mar da vida, e Ele nos guardará do perigo pela maneira que sabe ser a melhor” (DTN, p. 336). Se já houve um tempo para que ajustássemos nossas prioridades, esse tempo é agora. Se já houve um tempo de reajustar o foco de nossa visão, de saber que nosso coração é um com Deus, e de saber que Jesus está a bordo de nosso barco, esse tempo é agora. Paz e bem

Deus corrige seus amados.....


“Bem-aventurado o homem, Senhor, a quem Tu repreendes, a quem ensinas a Tua lei” (Salmo 94:12). Você quer ser feliz? A felicidade abrange todas as áreas da vida. Não é apenas um estado de espírito. É uma experiência real. Você pode ser feliz sempre. Cada minuto, cada dia, cada ano, apesar das circunstâncias e a despeito das dificuldades. A felicidade não é determinada por fatores externos, sejam positivos ou negativos. O salmista explica, no verso de hoje, que a felicidade está atrelada à repreensão e relacionada com o ensino. Ninguém aprende sem repreensão. Sem aprendizagem não existe felicidade. A felicidade não é algo que se alcança num segundo. É um longo caminho de aprendizagem que envolve descobrimento, renúncia e, muitas vezes, sacrifício. Infelizmente, desde a entrada do pecado, o melhor instrumento de instrução parece ser a dor. A criança aprende que o fogo queima quando experimenta a dor. O garoto aprende que correr desenfreadamente é perigoso quando leva um tombo ou bate a cabeça. Um dia ele cresce. E, quando seria factível pensar que aprendeu a lição, ele descobre que dentro de si existe uma natureza que, apesar de conhecer o caminho da felicidade, resiste a andar nele. Deus usa a repreensão para abrir os olhos da criatura rebelde e trazê-la de volta ao caminho. Existem pessoas que só se deixam encontrar por Jesus quando, exaustas, não têm outra alternativa. Qual é o propósito da repreensão? O Salmista responde no verso 13: “Para lhe dares descanso nos dias maus”. Isto me lembra as vezes em que tive de dizer “não” aos meus filhos, para livrá-los da dor e das frustrações. Está você vivendo hoje um momento difícil? Antes de se lamentar ou achar que Deus o abandonou, por que não faz um balanço da vida? Por que não tenta descobrir a causa? Se algo não está saindo conforme os seus planos, por que não pensar que Deus está preparando outros planos maiores e melhores do que os seus? Deposite a sua confiança em Deus, mesmo que tenha todos os motivos para “desconfiar”, porque: “Bem-aventurado o homem, Senhor, a quem Tu repreendes, a quem ensinas a Tua lei” (Sl 94:12). Paz e bem

Você já agradeceu a Deus hoje ?


“Graças a Deus, que sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do Seu conhecimento” (II Coríntios 2:14, NVI). Uma menina que havia recebido um frasco de perfume levou-o para fora a fim de mostrá-lo às suas amiguinhas. Escondeu-o atrás, nas costas, e disse: “Vocês não adivinham o que eu tenho!” Então, emocionada, segurou- o bem acima de sua cabeça. Suas companheiras exclamaram: “Imitação, é disso que se trata – imitação!” Suas coleguinhas haviam lido o rótulo do frasco. Mas uma disse: “É só faz-de-conta. Por que você não tira a tampinha? Então vamos saber se é de verdade ou não.” Quando tiraram a tampa e cada uma delas cheirou um pouco o frasco, uma delas disse triunfantemente: “Veja só, é de verdade mesmo!” Hoje existe a grande necessidade de que os cristãos removam a tampa do frasco e deixem que o mundo aspire a fragrância de Jesus, a Rosa de Sarom. Quando Ele vive no meu coração, as pessoas saberão que estive com Jesus, pois estarei exalando “em todo lugar a fragrância do Seu conhecimento”. Visualize esta passagem: “Deus… sempre nos conduz vitoriosamente em Cristo e por nosso intermédio exala em todo lugar a fragrância do Seu conhecimento.” Uma nota na Bíblia de Estudo da Nova Versão Internacional nos informa: “A imagem é a da marcha triunfal romana, na qual o general vitorioso conduz seus soldados e os cativos que trouxeram, em procissão festiva, enquanto as pessoas observam e aplaudem, e o ar está cheio do doce perfume liberado pelas especiarias queimadas nas ruas. Assim o cristão, chamado para o combate espiritual, é triunfantemente conduzido por Deus em Cristo, e é por intermédio dele que Deus espalha por toda a parte a ‘fragrância’ do conhecimento de Cristo.” O cristão é um frasco vivo de perfume. Nossa vida deve espalhar a suave fragrância de Cristo entre aqueles com quem entramos em contato. As pessoas não se impressionam tanto com o que cremos, mas sim com o que somos e com nossa maneira de viver. Quando convidamos Jesus para entrar em nosso coração, Ele vive Sua vida em nós, e aqueles que nos conhecem desejam ter aquilo que temos. Como resultado, quando as pessoas contemplam a sua vida e a minha, respondem entusiasticamente: “Veja só, é de verdade mesmo!” Paz e bem

terça-feira, 22 de março de 2016

Perdão, meus pecados lavados por Deus.....


“... eu lançava na prisão, açoitava nas sinagogas os que criam em ti. Quando o sangue de Estêvão, tua testemunha, se derramava, também estava presente, consentia na sua morte, guardava as capas dos que o matavam. Disse-me: Vai, porque hei de enviar-te aos gentios de longe.” Atos 22;19 a 21 Temos Paulo, em face a sua chamada, desqualificando-se por causa dos crimes pretéritos; Jesus, apressando-o por causa dos anseios futuros. Desse modo, o ser humano tende a olhar para as dificuldades; Deus, para os objetivos. Por nefasto que tenha sido nosso pretérito, se, O Senhor nos perdoa, recebe, o passado está resolvido. Ficarmos nos atormentando com remorsos não deriva de eventual bondade nossa; antes, é traço de incredulidade, de quem duvida do perdão Divino. Deus afirma que lança os pecados perdoados no “Mar do esquecimento”; nós, adquirimos roupas de mergulho e submergimos nas águas sujas atrás do que deveríamos esquecer. Não que seja possível a uma pessoa saudável esquecer, estritamente, no sentido de não mais lembrar. Mas, como dizemos sobre esquecer um amor, ainda lembramos o vivido, agora, lembrança sem dor. É bom que lembremos desse modo, os descaminhos idos, pois, quanto piores forem, maior será nossa gratidão ao Salvador que deles nos tirou, como disse Davi: “... Tirou-me de um charco de lodo, firmou meus pés sobre uma rocha.” Sal 40 Quando o Senhor nos comissiona, não o faz por causa de coisas que fizemos; geralmente, apesar, do que fizemos. Noutras palavras, não nos chama por nossos méritos, antes, por Sua Bondade. Certo que, limpa o vaso que pretende usar, como fez quando chamou Isaías; o profeta que reconhecera a impureza dos seus lábios, O Santo o purificou, e comissionou. Observemos os carros à noite; as luzes que apontam para frente são poderosas, reguláveis para perto e longe; as de trás, são tênues, avermelhadas, não servem para iluminar, antes, para mostrar a presença a outros, basicamente. Assim deveria ser com o “carro” das nossas vidas. Não obstante andarmos num mundo noturno, escurecido pela impiedade, devemos contar com a vívida Luz de Cristo para mostrar o caminho. Tanto para perto, implicações de nosso andar agora, quanto, longe, nossa esperança nas promessas. “Lâmpada para meus pés é a tua Palavra; luz para meu caminho”. Sal 119;105 As luzes de trás, servem mais a outros que a nós; os que viram o que fomos, e verem no que Jesus nos transformou, hão de identificar a presença da salvação. “Muitos, verão, temerão, e aprenderão a confiar no Senhor” Ainda, salmo 40. Assim, quando O Senhor chama-nos, será perda de tempo investigarmos procurando motivos em nós; os motivos estão Nele. Nós temos passados ruins, limitações de talentos, credenciais pífias, mas, se tivermos ouvidos espirituais, coração voluntário, índole servil, estaremos “qualificados”, aos Divinos Olhos. O mesmo Paulo, que considerava-se o principal dos pecadores por ter perseguido à Igreja, indigno de ser chamado apóstolo, nascido fora de tempo, - disse – ( e, pensar que temos “apóstolos” hoje! ) esse Paulo, digo, viveu na pele, aprendeu e ensinou sobre as “credenciais” que, Deus busca nos Seus comissionados: “Porque, vede, irmãos, vossa vocação, não são muitos os sábios segundo a carne, nem muitos poderosos, nem muitos nobres que são chamados. Mas, Deus escolheu as coisas loucas deste mundo para confundir as sábias; Deus escolheu as coisas fracas deste mundo para confundir às fortes; Deus escolheu as coisas vis deste mundo, as desprezíveis, as que não são, para aniquilar as que são; para que nenhuma carne se glorie perante ele.” I Cor 1; 26 a 29 Nosso “material de construção” é péssimo para Obra de Deus; Ele não usa isso. Regenera os Seus, da Água ( Palavra ) de do Espírito, ( Santo ). “Assim, se alguém está em Cristo, nova criatura é, as coisas velhas passaram, eis, que tudo se fez novo.” II Cor 5;17 Com o Novo Material edifica-nos; nos faz partícipes na edificação da Sua Obra. Porém, testa-nos pelo fogo das aflições, para ver se estamos usando o devido cuidado. Feitos que não resistem à prova serão consumidos. “Se alguém, sobre este fundamento formar um edifício de ouro, prata, pedras preciosas, madeira, feno, palha; a obra de cada um se manifestará; na verdade o dia a declarará, porque pelo fogo será descoberta; o fogo provará qual a obra de cada um.” I Cor 3; 12 e 13 Nosso passado sujo foi purificado por sangue; nosso andar renascido é, pelo fogo. Pregadores que ensinam triunfalismo invés de santidade, devaneiam fugir de um fogo necessário agora; conduzem a outro inevitável depois. Pois, se no nosso sujo pretérito aceitamos de bom grado a solução de Deus, em nosso incógnito devir, devemos confiar na Sua direção também. Paz e bem

Não importa se sou Lider ou Liderado: o importante é sermos um em Cristo.....


Em Êxodo 17: 8-13. Vemos uma história muito conhecida do povo de Israel: Uma guerra de Israel contra o povo de Amaleque. E nos diz a bíblia que Moisés, Arão e Hur, subiram ao monte para interceder pelo povo. E ao passo que Moisés levantava suas mãos o povo prevalecia, mas quando seus braços se abaixavam o povo perdia a guerra. Essa história nos ensina no mínimo duas coisas de suma importância na vida a Igreja: 1 - A importância da vida da Liderança na intercessão da igreja: O líder, seja ele o Sacerdote, Líder de comunidade, líder de Liturgia, líder de ministérios, etc. Precisa entender e assumir seu papel de intercessor na vida de sua igreja. O líder precisa viver de uma forma intensa e apaixonante a vida de oração. Pois aqueles que estão abaixo de sua liderança precisam de cobertura espiritual para terem forças nas guerras diárias e consequentemente vitória, assim como teve o povo de Israel. Contudo, o Líder possui limitações, o que nos leva ao ponto dois. 2 - A importância dos liderados na vida dos líderes: Uma vez que sabemos que as lideranças possuem suas limitações, como Moisés, os liderados, assim como Arão e Hur, precisam estar atentos a esses momentos. Moisés apresentou sua limitação física, pois não conseguia permanecer por muito tempo com os braços estendidos, uma vez que seus braços eram pesados. Mas o mais interessante disso tudo é que Arão e Hur estavam atentos e tão logo perceberam a dificuldade de seu líder "tomaram uma pedra, e a puseram debaixo dele, para assentar-se sobre ela; e Arão e Hur sustentaram as suas mãos, um de um lado e o outro do outro; assim ficaram as suas mãos firmes até que o sol se pôs". Ou seja, os liderados são fundamentais na vida dos líderes, pois somam para o crescimento da igreja, dando total ajuda e suporte para suas lideranças. Os liderados também precisam orar e interceder pelos seus líderes, precisam estar atentos nas dificuldades de seus líderes para fornecer total suporte. Logo, tanto os líderes são importante no crescimento da igreja, como os liderados na vida dos líderes. E assim todo o corpo de Cristo cresce bem ajustado! "Melhor é serem dois do que um, porque têm melhor paga do seu trabalho. Porque se um cair, o outro levanta o seu companheiro; mas ai do que estiver só; pois, caindo, não haverá outro que o levante". Eclesiastes 4:9,10 Paz e bem

E sua casa onde e como foi edificada....?


Todo aquele que vem a mim e ouve as minhas palavras e as observa, eu vos mostrarei a quem é semelhante. É semelhante a um homem que, edificando uma casa, cavou, abriu profunda vala e lançou o alicerce sobre a rocha; e, vindo a enchente, arrojou-se o rio contra aquela casa e não a pôde abalar, por ter sido bem construída”. (Lucas 6:48). O alicerce é a base mais importante de qualquer construção. É aquilo que fundamenta, sustenta e dá apoio. “Todo aquele, pois, que ouve estas minhas palavras e as observa, será comparado a um homem prudente, que edificou a sua casa sobre a rocha. Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e deram com ímpeto contra aquela casa, e ela não caiu; pois estava edificada sobre a rocha. Mas todo aquele que ouve estas minhas palavras e não as observa, será comparado a um homem néscio, que edificou a sua casa sobre a areia. Desceu a chuva, vieram as torrentes, sopraram os ventos e bateram com ímpeto contra aquela casa, e ela caiu: e foi grande a sua ruína”. (Mateus7:24-27). Assim, é o caminhar para a vida cristã, quanto mais sólida for alicerçada a palavra de Deus, firmada como rocha em nossos corações, mais força teremos para enfrentar os desafios do mundo com mais segurança. Certamente, um bom alicerce é a base segura de sustentação para as pequenas e grandes colunas. Em seu Evangelho, Cristo nos fala desse alicerce como elemento essencial de edificação do espírito, ao direcionar e focar a mensagem para os que O buscam em Conhecimento e em Verdade; ao oferecer ensinamentos de fé e domínio próprio como pilares universais dos valores humanos para uma vida emocionalmente equilibrada. Para Cristo, o domínio de si e o conhecimento de Deus elevam a alma do cristão a fim de que se organize mental e espiritualmente na vida social e familiar com respeito e sabedoria. A palavra de Deus se dirige a "Filho meu". O único modo de se tornar filho de Deus é pela fé em Cristo Jesus. “Pois todos vós sois filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus”. (Gálatas 3:26). “Mas, a todos quantos o receberam, deu-lhes o poder de serem feitos filhos de Deus, a saber, aos que creem no seu nome”. (João 1:12). É necessário tomar cuidado para não se deixar enganar por algum falso "Jesus" (II Coríntios 11:4), só o Jesus apresentado pela Bíblia é o verdadeiro, porque a palavra de Deus é a verdade “Santifica-os na verdade; a tua palavra é a verdade”. (João 17:17). Quem não crê em Jesus Cristo jamais entenderá o temor do SENHOR e jamais achará o conhecimento de Deus. (Provérbios2:5-6) 5-Então entenderás o temor do Senhor, e acharás o conhecimento de Deus. 6-Porque o Senhor dá a sabedoria: da sua boca vem o conhecimento e o entendimento. (Lucas 14:33) “Assim, pois, qualquer de vós, que não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo”. O primeiro passo para tornar-se discípulo de Jesus é a disposição de tomar a sua cruz e segui-lo. Negue-se a si mesmo, lute com as armas da luz, não se canse de fazer o bem! ... ore assim: Pai, seja feita a TUA VONTADE não a minha! É na ausência de tudo que a luz de Deus se faz presente para iluminar a nossa vida e nos guiar. O esvaziar de si mesmo nos leva a intimidade e a comunhão com Ele, nos faz reconhecer o quanto somos frágeis e falhos e o quanto carecemos dos seus cuidados. Essa certeza torna os nossos pés seguros e a nossa fé inabalável diante das aprovações. É diante da graça misericordiosa de Deus que Ele nos prepara para as grandes lutas e vitórias. E nos envia os Teus anjos como refúgio e fortaleza. O refúgio para o caminho secreto da autodescoberta, segundo Jesus Cristo, exige renúncia de si mesmo; desapropriação de si. Para Ele, os princípios de fé em Deus esvaziam a natureza conflituosa do Homem de suas penitências e culpas, conduzindo-o ao caminho do conhecimento sustentável das relações do homem com a natureza sábia e consoladora. Cristo é o cordeiro, luz do mundo, é aquele que vem para perdoar, transformar, libertar, curar e quebrar as algemas da escravidão, é dele o espírito da bondade, da descoberta de si e do amor ao próximo. Essa busca pela redenção de si mesmo requer aperfeiçoamento e cuidados com a mente, o espírito e o corpo. A minha salvação e a minha honra de Deus dependem; ele é a minha rocha firme, o meu refúgio. “Só Ele é a minha rocha e a minha salvação; e o meu refúgio; não serei jamais balado. “De Deus dependem a minha salvação e a minha glória; estão em Deus a minha rocha e o meu refúgio” é a minha fortaleza; não serei abalado. Em Deus está o meu forte rochedo e o meu refúgio. (Salmo 62.6-7-8) A águia, ao contrário do Homem, busca instintivamente a base para o seu ninho, os lugares mais altos, de preferência a rocha. Na rocha estamos firmes, seguros, acolhidos e amparados dos ventos fortes e das tempestades. “Os que esperam no Senhor, adquirirão sempre novas forças, tomarão asas como de águia, correrão e não fatigarão, andarão e não desfalecerão. ” (Isaías40: 31) É Deus quem nos dá armadura de força e nos aperfeiçoa. Cristo molda o nosso caráter no ventre da sua Rocha, lá crescemos e aprendemos a confiar nEle. “Sede uma rocha protetora para mim, um abrigo bem seguro que me salve! Porque sois a minha força e meu amparo, o meu refúgio, proteção e segurança! (Sl 70). Dentro da sociedade contemporânea midiática quem mais perde a identidade pessoal nesse confronto é o cristão. Todos os atrativos estão centrados no poder do consumo para persuadi-lo o tempo todo, temos menos cristãos e mais cristãos consumistas. A cultura consumista passou a promover o pensamento da ganância pelo lucro. A supremacia do ter sobre o ser gerado pela sedução da propaganda tem degradado a relação do Homem com Deus e o meio ambiente sustentável. O conflito entre ele e a sociedade de consumo o tem afastado da busca pela conduta humanitária. O secularismo do neuromarketing tem submetido o Homem ao afastamento de Deus e à perda de si mesmo, ao deixar de lado seus valores e méritos em detrimento do desejo momentâneo, egoísta, onde tudo é descartável. Além disso, o apóstolo Paulo diz: “Não coloquem sua esperança nas coisas deste mundo porque elas os deixam arrogantes. ” Infelizmente, as coisas materiais nos tornam arrogantes e nos afastam da presença de Deus. Por isso, um dos pontos reveladores das bases para uma vida saudável cristã, segundo Paulo, se concentra no conhecimento da fé e do equilíbrio de si. Esta fé redentora, que abriga a todos com justiça e amor, faz o Homem valorizar mais as relações de afeto dos amigos e familiares. É necessário, pois, que o Homem aprenda e cresça com os ensinamentos da fé cristã. Esse desejo por uma sociedade mais humanizada é o grande aliado para levar o Homem ao conhecimento de Deus e ao equilíbrio de si mesmo. Portanto, há duas suposições talvez inesperadas, que devemos ter em mente antes de desafiar a perspectiva dos nossos prazeres, saber que Deus é um Deus de alegria; e o desejo humano de encontrar o sentido da vida, só é real e verdadeiro quando reconhecemos Nele a sua soberania como base para a nossa conduta. Na abordagem humana, devemos entender que o elemento principal da fé é Deus, é Ele, quem se faz presente no momento de nossas angústias conflituosas e nos chama para sermos discípulos do evangelho do amor. “ ORA, a fé é o firme fundamento das coisas que se esperam, e a prova das coisas que se não veem” (Hebreu 1:11) Paz e bem.