FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Ai de mim se não Evangelizar .


A igreja é desafiada e convocada por Deus para proclamar o evangelho do reino durante a sua peregrinação no mundo. Há uma carência e uma sede de Deus no mundo e a responsabilidade da igreja de Cristo é suprir a carência e saciar a sede das pessoas, levando Jesus ao conhecimento de todos (Marcos 16.15). Entendamos que a igreja é o indivíduo, ou seja, eu e você. A igreja não é o templo mas sim as novas criaturas que foram alcançadas pela palavra e se reúnem no templo para adorar. E esse conglomerado de pessoas que se chama igreja tem a missão de ir e proclamar o evangelho do reino a todas as pessoas. A igreja precisa ter um relacionamento com Deus, e esse relacionamento deve refletir no relacionamento com as pessoas. Primeiro a igreja precisa amar a Deus, se esse amor não existir, é impossível existir amor ao próximo. Dessa forma a missão (IDE) está principalmente ligada ao amor. A demonstração desse amor é quando renunciamos ao nosso conforto para promover o conforto de outros, é quando não nos preocupamos apenas com o nosso bem-estar, mas também com o bem-estar dos outros, não apenas na nossa alegria, mas também na alegria dos outros, não apenas com as nossas necessidades, mas ajudar a suprir as necessidades dos outros. Essa é uma característica de uma igreja que cumpre o IDE. A igreja precisa sair das quatro paredes do templo, avançar no resgate dos perdidos, proclamando as boas-novas de salvação, ela deve ser o canal de Deus para transformação da comunidade, promovendo a conservação dos valores morais e éticos que formam uma sociedade nos padrões estabelecidos por Deus. A igreja dever ser relevante na sociedade. O negócio da igreja é gente. A igreja é gente cuidando de gente. Servir aos outros deve ser a motivação central da igreja. O IDE de Jesus implica em sair da inércia, do comodismo e avançar, ir por todo mundo, e o propósito do IDE é pregar o evangelho. Foi concedida à igreja a missão de proclamar as boas novas do reino. Quando ainda não éramos igreja alguém que era igreja se dispôs a cumprir o IDE, e apresentou a nós o evangelho, nos transformado através dele em novas criaturas, em igreja. E nós que agora somos igreja temos a responsabilidade e o dever de demonstrar a nossa gratidão a Deus pela provisão da sua palavra e proclamar as boas novas. O nosso papel não é apenas falar, pregar, anunciar, mas também ensinar. O difícil não é falar, o difícil não é apresentar Cristo, o difícil é fazer com que permaneçam em Cristo. A palavra precisa ser proclamada e ensinada para que seja firmada e promova a transformação do indivíduo, para que ele se torne um membro e fortaleça o Corpo de Cristo, ou seja, se torne igreja. A proclamação da palavra não deve ser apenas no falar, mas principalmente no testemunho. O testemunho da igreja deve ser contundente, incontestável, que promova transformação em quem vê. A igreja deve ser um referencial para a sociedade, um fator diferenciador. Deve ser o sal e a luz. (Mt. 5.13-16). É chamada a fazer a diferença. Na qualidade de discípulos de Jesus, não devemos esconder a verdade que conhecemos. Tudo o que fazemos seja por palavras ou ações, fazemos para a gloria de Deus, (Cl 3.17) isso é a verdadeira igreja. A proclamação do evangelho deve ser feita a todas as pessoas. Esse é o ponto máximo da missão, que considero o mais importante. Nossa missão é ir e pregar a todas as pessoas (At 1.8). É possível alguém sozinho pregar em Jerusalém, Judeia, Samaria e até aos confins da Terra? Sim. Vamos a explicação da resposta: a missão ele é feita indo, orando, e contribuindo. Se eu não posso ir para outro estado ou país, eu posso ir até o meu vizinho, meu parente, meus colegas, meus amigos etc. Dessa forma Jerusalém (nossa cidade) está sendo alcançada. Posso orar e contribuir com os missionários que estão em outras cidades do nosso estado, dessa forma, Judéia (nosso estado) está sendo alcançada, da mesma forma com os missionários de outros estados alcançando Samaria (nosso país), e com os missionários de outras nações alcançando os confins da terra. Assim cada um de nós conseguimos fazer a missão de forma integral. Mas devemos entender que cada um tem um chamado especifico para a obra missionária. Somos chamados a fazer a obra localmente em nosso cotidiano, mas também o chamado para fazer a obra nos confins da terra. Precisamos pedir a Deus que nos mostre o chamado. Não podemos ter medo da resposta. Se temos medo da resposta de Deus para o chamado é porque ainda não somos igreja. Ainda não entendemos a missão. Percebemos então que se somos igreja de verdade, não há como fugir do chamado, da missão, da tarefa que foi designada a nós. A missão está presente em todos os momentos da igreja. O mundo tem sede de Deus, é preciso haver paixão pelas almas para que a igreja cumpra a missão. É tempo de avivamento, de despertamento da igreja para a missão. A seara é grande, os ceifeiros são poucos (Mt 9.37). São poucos os que se dispõem para a obra. Que haja despertamento! Paz e bem

terça-feira, 13 de agosto de 2013

Deus: Seria possível muda-lo ?


"Em tempos remotos, lançaste os fundamentos da terra; e os céus são obras das tuas mãos. Eles perecerão, mas tu permaneces; todos eles envelhecerão como uma veste, como roupa os mudarás, e serão mudados. Tu porém, és o mesmo, e os teus anos jamais terão fim". Salmos 102:25-27 A maioria de nós, cristãos, afirmamos que Deus é imutável. No nosso discurso quando vamos evangelizar, pregar, ou até mesmo para validar nossas afirmações, dizemos que Deus é imutável, fiel em suas promessas. Mas na vida prática, cremos em um Deus imutável? Ser imutável é não estar sujeito à mudança. E a imutabilidade é um atributo de Deus. Grudem define a imutabilidade afirmando que Ele é imutável no seu ser, nas suas perfeições, nos seus propósitos e nas suas promessas. A definição correta dos atributos de Deus nos faz entender melhor as Escrituras e a vontade de Deus para as nossas vidas. Conhecer os atributos de Deus nos torna mais próximos dele e consequentemente nos traz uma maturidade espiritual que aplicamos à nossa vida prática e a tornamos melhor. Entendendo os propósitos de um Deus imutável, conseguimos administrar melhor as coisas mutáveis. Conseguimos entender melhor o contexto em que estamos inseridos e aplicarmos a nossa fé de uma forma que responda às nossas expectativas. Quando nós entendemos que Deus é um ser imutável, que um dos seus atributos é a imutabilidade, nós entendemos também que todos os demais atributos de Deus não sofrem alteração, e aí podemos confiar plenamente nele, no seu amor, na sua bondade, na sua misericórdia, no seu zelo, na sua onipotência, na sua perfeição, na sua beleza, e em todos os demais atributos, plenamente convictos de que nem sequer um deles pode ser transformado. "Deus não se corrompe; se os seus atributos podem ser alterados, Ele passa a sofrer corrupção". Se não entendemos e não cremos na imutabilidade, também não poderemos crer que Ele será imutável em seus atributos. Não conseguiremos crer que Deus é firme em seus propósitos, em suas promessas, em suas palavras. Se Ele diz que nos amou, Ele continuará a nos amar, e não nos deixará de amar por causa das nossas ações; se Ele diz que cuidará de nós, com certeza Ele cuidará, se Ele prometeu, Ele de fato cumprirá. Se Deus não é imutável, Ele se torna corruptível e todos os seus atributos também. E a palavra de Deus em Tiago 1:17 diz: "Em Deus não pode existir variação nem sombra de mudança". Infelizmente, o mundo por não entender corretamente a imutabilidade de Deus tem proposto uma teologia deficiente, onde apresenta-se o Deus Soberano, Criador e Sustentador de todas as coisas, como um Deus sujeito ao tempo e a história, ou seja, um Deus sujeito aos homens e suas vontades. E através desse pensamento propagado, surgem as heresias, os erros doutrinários... erros que muitas vezes tentamos aplicar a nossa vida prática na "ilusão" de que pode dar certo. Se Deus não muda em seu caráter, nos seus propósitos e nas suas promessas, por que sempre tentamos mudar Deus e a sua palavra conforme as mudanças temporais? Por que os valores anteriormente bíblicos, hoje sofrem tantas alterações? Por que sujeitamos Deus ao tempo a a história? A resposta é simples: Deixamos de crer em um Deus imutável. E nessa onda, tudo se inverte: o homem já não exerce mais o seu papel de homem, a mulher quer ocupar o espaço do homem, os filhos querem ser como os pais, os pais se igualam aos filhos e assim por diante. E tudo sofre inversão. Porque se Deus muda, tudo pode ser mudado. E aí, aqueles princípios e valores bíblicos que são inalteráveis sofrem a ação do relativismo. E aí, mata-se a teologia. Se partimos do princípio que Teologia é o estudo acerca das coisas de Deus e O tornamos como um de nós, matamos a teologia. Deus é imutável, e Ele se revela a nós nos mostrando a Sua vontade. Que cada um de nós tenha consciência do nosso papel nessa jornada, como homem, como mulher, como cristão. Tendo convicção de que os mandamentos de Deus são para serem cumpridos hoje, agora e sempre. E com certeza, seremos recompensados por esse Deus maravilhoso que não muda, não mente, e que nos diz que trabalha em nosso favor. Crer na imutabilidade de Deus nos faz confiar em suas promessas, nos faz perseverar em meio às tempestades, nos faz lutar em meio as adversidades da vida. O Deus que curou ontem, continua curando hoje, o Deus que salvou ontem, continua salvando hoje. Ele é o mesmo Deus todo poderoso que pode executar todas as coisas em nosso favor. Portanto, creiamos, mesmo em meio as dificuldades, que Ele está próximo e que, ainda que nos faltem forças, Ele sonda os nossos corações, e a palavra não dita, a dor não expressada, a angustia ou a aflição que limita a nossa voz nunca poderá limitar a ação de um Deus Soberano que não muda. Paz e bem

Cruz, sofrimento e espiritualidade.


“...Cristo crucificado, escândalo para os judeus, loucura para os gentios.” (1Co 1.23). Vivemos numa sociedade que abomina a realidade do sofrimento. Por todos os meios tenta negar a sua existência. Muitos são os meios empregados, desde a alienação das drogas lícitas e ilícitas, às técnicas psicológicas e às indústrias do cosmético e entretenimento. Também religiões tradicionais falam do absurdo do sofrimento como uma contradição da existência humana em face de seu propósito em ser feliz. A cultura contemporânea acusa o Cristianismo de ter glorificado o sofrimento, dizem que não faz bem para a alma ser confrontada, por meio da cruz, com os lados desagradáveis da vida. Por isso, infelizmente, no contexto cristão, ou pelo menos, que se faz passar por cristão, não poucas expressões eclesiásticas também anatematizam o sofrimento e a imagem da cruz. Reputam o sofrimento sempre como uma ação demoníaca, ou na maioria das vezes, oprimem os fieis reputando à falta de fé e de obediência à Deus o sofrimento experimentado. Claro, os demônios tem poder limitado e limitada liberdade para impingir certos tipos de sofrimentos. A incredulidade e a desobediência também trazem consigo os sofrimentos que lhes são próprios. Mas, o fato é que, o sofrimento faz parte da contingência humana. Todos seremos acometidos pelo “absurdo” do sofrimento, da contradição unilateral dos elementos desta existência que escapam à nossa vontade ou controle. Se o sofrimento fosse apenas uma simples questão de falta de fé ou desobediência, o que teríamos a dizer de Paulo, Estêvão, Pedro e todos os mártires que regaram o chão da Igreja com o seu sangue? Precisamos redescobrir a espiritualidade da cruz como linguagem para entender e integrar o sofrimento como parte essencial na formação de nosso caráter, mas também como marca de genuinidade de nossa fé vivida na contramão dos valores e das medidas deste mundo. Os cristãos antigos perguntavam menos pela razão do sofrimento. Para eles, fazia parte de sua existência no mundo. Mas eles viam na cruz uma ajuda para passar pelo sofrimento sem perecer. A cruz os fortalecia e lhes dava a esperança de que não haveria sofrimento definitivo. Ainda que a cruz termine na morte, ela aponta para a ressurreição, para a transformação do pior sofrimento possível em nova vida, em vida indestrutível. Assim entendemos que o sofrimento entendido na perspectiva da cruz de Cristo é a realidade que cruza e contraria diariamente nosso caminho e nossa vida para quebrar as ideias erradas que construímos em relação a nós mesmos, corroborando assim para a nossa maior identificação com Cristo. É aquela nova criação para a qual valem outras medidas, que não as de uma existência puramente mundana, que precisa se orientar pelas leis desumanas deste mundo caído. O mundo, com suas medidas e seus parâmetros de desempenho, reconhecimento e felicidade, já não tem poder sobre nós. O sofrimento recebido na sabedoria da cruz é um sinal da graça de Deus e um protesto contra as nossas tentativas de redimir-nos a nós mesmos e de comprar a nossa salvação com o desempenho próprio. O sofrimento nos coloca em nosso lugar: criaturas incapazes que dependem da Graça de Deus. Se não fossem as contradições da vida e se tudo fosse só sucesso, facilmente nos idolatraríamos a nós mesmos, como tantos fazem por aí, como “Narcisos” incensando a própria vaidade. Por mais absurdo que possa soar aos nossos ouvidos aburguesados, a espiritualidade da cruz é a chave para a verdadeira vida. Longe de nós desejarmos o sofrimento, ou atraí-lo, ou produzi-lo gratuitamente (isto seria uma blasfêmia e negaria a própria verdade e utilidade da cruz no gracioso plano redentor do Pai). Mas longe de nós também negar ou não acolher a realidade do sofrimento, categorizando-o como absurdo. Aprendamos dos antigos cristãos: “Teu Senhor não foi pregado no poste da cruz? Tu deves imitar o teu Senhor! Se amas teu Senhor, então morre a mesma morte que ele e faze o caminho do apóstolo: ‘O mundo foi crucificado para mim, e eu para o mundo.’ (Gl 6.4). Por mundo entenda: elogio humano, poder e sucesso exterior, fama, riqueza, luxúria, bebedices e glutonerias, fofocas e maledicências...Crucifica-te para estas coisas” (João Crisóstomo). “E, assim, quando sofrer, que seja por fazer o bem, ou, para te fazer bem” (Tertuliano). Não existe Cristo sem crucificação. Não existe cristão sem Cruz! Nos laços da cruz gloriosa, _______ Rev. Luiz Fernando dos Santos

sexta-feira, 9 de agosto de 2013

O Pai desconhecido.


É verdade que Deus é Rei dos reis, Senhor dos senhores, Todo-poderoso, Altíssimo, três vezes Santo, sobremodo tremendo (Sl 111.9) e Deus zeloso que visita a iniquidade dos pais nos filhos até a terceira e quarta geração daqueles que o aborrecem (Êx 20.5). Mas Ele é Pai também e deve ser tratado como tal. Por que não consideramos Deus Pai? Por que não nos relacionamos com Ele como filhos? Por que não o buscamos como nosso Pai? Talvez seja por falta de informação ou por informação equivocada – talvez nos tenham comunicado apenas a santidade de Deus, e não a sua misericórdia; talvez só a sua severidade, e não a sua bondade; talvez só o seu castigo, e não o seu perdão. Nesse caso, é necessário romper com a informação incompleta e abraçar novos conceitos, embora tão antigos quanto os primeiros conceitos. A reviravolta pode ser difícil, mas é a única saída. Jesus fez um esforço constante para nos passar a ideia da paternidade de Deus. Muitas vezes, Ele se dirigia aos discípulos referindo-se sempre a Deus como “o vosso Pai” ou “o teu Pai”. Só no Sermão da Montanha, essa curta expressão aparece quinze vezes, especialmente no capítulo 6 de Mateus (versos 1, 4, 6, 8, 14, 15, 18, 26 e 32). A palavra mais direta e encorajadora está no modelo de oração que Jesus oferece: “Portanto, orem assim: ‘Pai nosso, que estás no céu...’” (Mt 6.9, NTLH). Quase sempre, principalmente na introdução de cada Epístola (Rm 1.7; 1 Co 1.3; 2 Co 1.2; Gl 1.3-4; Ef 1.2; Cl 1.2; 1 Ts 1.3; 2 Ts 1.1), Paulo se refere a Deus chamando-o de “nosso Pai”, tanto Pai dele próprio como dos irmãos em Cristo. O apóstolo garante que Deus é “nosso Pai” e “Pai de nosso Senhor Jesus Cristo” (2 Co 1.2-3). Isso abre caminho para ele declarar com toda ênfase: “Se somos filhos, então somos herdeiros; herdeiros de Deus e co-herdeiros com Cristo” (Rm 8.17). A questão é de vital importância, tanto na doutrina como na prática. Nosso relacionamento com Deus não é uma relação com uma força impessoal, não é com um Deus distante, não é com um Deus inclemente – é com um Deus que nos permite chamá-lo de Aba (Rm 8.15), que em aramaico quer dizer Pai. Para que não haja nenhuma dúvida, nenhuma hesitação, nenhum receio e nenhum acanhamento, as Escrituras ensinam que “o próprio Espírito [o Espírito de Deus] se une a nosso espírito, atestando [ou assegurando, ou afirmando, ou testemunhando, como aparece em outras versões] que somos filhos de Deus” (Rm 8.16, CNBB). Se Deus é nosso Pai, então podemos chorar na presença dele, podemos confessar pecados e pedir perdão, podemos abrir nossa alma e derramar perante Ele nossos sustos e medos, podemos pedir-lhe conselho e orientação, podemos segurar a sua mão e nos colocar a caminho. O grande desafio de Paulo no areópago era apresentar o Deus Desconhecido aos atenienses (At 17.23) e nas cartas é apresentar o Pai Desconhecido aos crentes. Elben M. Lenz César

quinta-feira, 8 de agosto de 2013

Já olhou para dentro de seu coração ?


Em minhas observações sempre procurei enfatizar a importância do amor externado em laços de fraternidade; penso ainda ser a igreja o lugar ideal para que estes mesmos laços sejam cada vez mais fortalecidos. A igreja promove a união, o amor, a solidariedade e a compreensão da fraqueza humana, nos fazendo enxergar no próximo nossas próprias limitações. No artigo que escrevi a respeito dos "desigrejados", ressaltei a importância da igreja institucionalizada e o privilégio de ser membro ativo do corpo, com todas as suas implicações, pois através da igreja nos fortalecemos, através dela aprendemos, crescemos, acertamos e erramos, como humanos que somos. Mas, penso que é importante ressaltar não apenas as responsabilidades do cristão como um membro comum, mas, principalmente, ressaltar as responsabilidades atribuídas à liderança, pois a mesma deve conduzir o rebanho com amor, respeito, paciência e fé. Estas virtudes são essenciais para que a sabedoria seja aplicada de forma eficaz em momentos de conflito. Para que não haja julgamentos precipitados. Conhecendo a palavra, sabemos que temos o direito de julgar baseado em obras presentes, atuais, pois a própria escritura nos diz que os bons frutos procedem de uma boa árvore, e o fruto ruim, de uma árvore má. Porém temos que ter cautela ao proferir juízo sobre alguém, pois a flecha lançada não volta atrás. Nós vemos o mundo como nós somos. Quando julgamos alguém, geralmente julgamos a partir de nós mesmos, a partir da nossa experiência e das nossas suposições; na verdade, a partir daquilo que somos capazes de ser e fazer. O nosso juízo baseado em achismos é pura hipocrisia e fere a Deus. A palavra de Deus afirma que só Ele conhece o coração do homem, portanto, aquele que julga, ultrapassa a palavra de Deus. Julguemos sim, as obras, mas não o coração, não o interior e muito menos o passado. Pois se Deus olhasse para o passado de qualquer homem, todos estariam sujeitos à condenação. Quem julga o passado, não acredita na restauração que se obtém através de Cristo no presente. Portanto, quem olha para atrás não é digno de Deus. A igreja é fundamental para o desenvolvimento sadio do cristão, portanto, a liderança deve antes de emitir juízo sobre alguém, olhar para si mesma, procurando responder se está de fato, exercendo seu papel acolhedor e transformador na sociedade. Paz e bem

domingo, 4 de agosto de 2013

Quando o amor restaura.


Quando Jesus Cristo foi ao encontro de João Batista; este disse: Eis o cordeiro de Deus que tira o pecado do mundo, o qual eu não sou digno de desabotoar as sandálias. No entanto Jesus humildemente deixou-se ser batizado; ou seja Ele olhou para João com olhos de misericórdia. Não foi o mesmo que Ele fez com a mulher adúltera? E quando ele lavou os pés dos discípulos? Não demonstrou Ele ter grande humildade? Estas passagens nos faz refletir sobre a verdadeira essência do evangelho. Será que estamos olhando o nosso irmão com olhos de misericórdia? Será que estamos servindo? Ou estamos deixando outras preocupações interferir nesta tarefa? Jesus disse: Amai-vos uns aos outros. O amor implica em servir, cuidar, honrar, respeitar, perdoar. Quando amamos automaticamente vemos o próximo como a nós mesmos. Fazemos da vitória do irmão a nossa vitória. Somos um corpo e um dia estaremos juntos com o Mestre no céu. Enquanto este dia não chega, cumpramos o mandamento que Ele nos deixou: Amemos uns aos outros, ajudando na fraqueza, fortalecendo a esperança, perdoando as faltas. Sabendo que quando fazemos pelo próximo fazemos por nós mesmos; pois isto em algum momento se refletirá na sociedade e na igreja. Olhemos sempre o lado positivo, Pois cristo nunca permitiu que o negativo falasse mais alto. Tanto que Ele disse: Onde abundou o pecado super abundou a graça. Homens inteligentes como Thomas Alva Edson usaram o negativo em favor da sociedade. Com o negativo ele inventou a energia elétrica que é fundamental nos dias atuais. E nós o que estamos fazendo com o negativo para o bem da sociedade e da igreja? Pensemos nisto e creiamos que o Senhor nos capacita para efetuar a transformação do negativo para positivo. Pois com Ele tudo é possível, com Ele saltamos muralhas, vencemos desafios, superamos fraquezas e somos mais que vencedores. Jesus abençoe a todos. Paz e bem

Inunda-me.


..Incomode-nos ao tentarmos desviar o olhar de Ti, mesmo que por um momento, incomode-nos quando nosso orgulho, arrogância e soberba quiserem se sobressair e quando precipitadamente começarmos a julgar nosso irmão (Mt 7.1-5), advirta-nos ao criarmos conceitos precoces e nos desarme de qualquer julgamento (Is 64.6). Brade em nosso íntimo, quando estivermos indiferentes e insensíveis ao sofrimento do próximo, um pequenino que pode não nos oferecer nenhuma vantagem, mas que para Ti tem um valor inestimável (Mt 26.35-40). Ah Espírito de Deus, perdoa-nos e incomode-nos quando temos a oportunidade de compartilhar alimento para o corpo e para a alma e em nosso egoísmo e orgulho somos terrivelmente omissos “Aquele, pois, que sabe fazer o bem e não o faz, comete pecado’ (Tg 4.17), perdoe-nos, advirta-nos e nos ensine a nos amarmos uns aos outros (1 Jo 4.9-11). Incomode-nos quando surgirem ofertas que não provém de Ti, e estivermos a um passo de lhe entristecer (Ef 4.30); Sussurre dentro de nós, quando estivermos dispersos da Tua Palavra (Jo 14.26) e nos distanciarmos dela, advirta-nos quando estivermos sendo somente ouvintes da Palavra de Deus e não cumpridores dela. Sussurre quando sutilmente deixamos que a duplicidade em nosso coração nos contamine (Tiago 1.8), quando loucamente achamos que não tem problema servirmos ao Senhor um pouco e servirmos a nós mesmos, nossas próprias concupiscências carnais (Pv 27.20; 1Jo 2.16). Incomode-nos quando presumirmos ainda que remotamente que sabemos de tudo, e que os outros é que estão sempre errados e desta forma nos esqueçamos de nossas misérias. Incomode-nos quando tratarmos a Tua Palavra como um simples livro histórico, poético ou de autoajuda e nos esqueçamos de que ela é viva e eficaz, é poderosa para nos confrontar e desvendar nossas mentiras, a nossa verdadeira condição. Incomode-nos ao cairmos no erro da mesmice, da oração medíocre, mecânica e sem sentido, e da religiosidade hipócrita e louca, incomode-nos ao pensarmos que as máscaras que usamos ocultarão quem realmente somos, desperte-nos para a Verdade! Ah querido Espírito, nos chacoalhe e incomode-nos principalmente pelas almas abatidas e sedentas de Ti, faça-nos entender a urgência de ajudá-las, sensibilizando-nos aos seus clamores. Incomode-nos, pra que intercedamos a favor de nossos vizinhos e familiares, pelos indivíduos que desconhecemos e até por aqueles que nos fazem mal (Rm 12.17-21). Faça arder em nossos corações amor genuíno pelo próximo. Brade em meu ser neste exato momento, enquanto escrevo estas palavras, enquanto algum leitor percorre os olhos em cada letra, peço para que toque profundamente em nosso íntimo. Me advirta veementemente quando começar a sucumbir a hipocrisia da aparência cristã e me distancie do verdadeiro evangelho libertador. Me advirta Espírito Santo quando eu estiver indo por caminhos da mesmice, do convencimento que não preciso mais aprender nada da Palavra, que não preciso mais de um conselho sábio e ache que sou imune a minha própria carne e as setas do maligno (Ef 6.16) me inquiete quando achar que sou sábia a meus próprios olhos e deixe de temer ao Senhor da minha vida (Pv 3.7). Querido Espírito Santo, me advirta quando a ambição por possuir bens quiser ser o maior objetivo da minha vida e deixe de buscar a Tua presença. Me incomode e corrija quando meu coração estiver se voltando para a incerteza das riquezas que é tão passageira e corruptível (Sl 49.6,7; 11, 13-14,17; 1 Tm 6.17-19), me corrija quando começar a cobiçar a riqueza e prosperidade do ímpio (Sl 49. 16,17). Santifica meus lábios para que não falem enganosamente, que destes lábios só saiam palavras agradáveis e edificantes (Cl 4.6) e rendam louvor a Ti (Sl 63.3), faça uso destes lábios para “[...] dizer a seu tempo uma boa palavra ao que está cansado [...]” (Is 50.4). Me ajude querido Espírito a afirmar e viver a integridade de Jó: “Não falarão os meus lábios iniqüidade, nem a minha língua pronunciará engano” (Jó 27.4). A medida que vou estreitando meu relacionamento contigo, me ensine a não querer classificar meus erros, a seriedade do pecado que cometo, considerando que posso selecioná-lo. Junto minhas forças pra implorar e gritar bem alto: NÃO ME LANCES FORA DA TUA PRESENÇA (SL 51.11), NÃO SE RETIRE, NÃO SE AFASTE, ME CORRIJA QUANTAS VEZES FOR NECESSÁRIO MAS NÃO ME PRIVE DE SUA PRESENÇA, DE SUA HABITAÇÃO AQUI DENTRO DE MIM, NA MINHA MENTE, NO MEU CORAÇÃO, NO MEU SER, NO MEU ÍNTIMO, NEM POR UM SEGUNDO. EU NÃO SUPORTARIA. POIS A TUA AUSÊNCIA,É AUSÊNCIA DE VIDA, DE AMOR PLENO, DE ALEGRIA, DE RELACIONAMENTO SINCERO! Então meu Querido Amigo fique, habite aqui dentro de mim pra nunca, nunca, nunca mais sair (1 Co 3.16).Não desista de nós, de mim, fique, fique, aqui dentro, permaneça aqui QUERIDO E DOCE ESPÍRITO SANTO e Incomode-nos! Paz e bem