FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Nunca desista de sua Familia.
Maio chegou e com ele a necessidade de refletir sobre família, mãe, casamento... Considero este mês um dos mais importantes do ano e peço a você que perceba a família e as suas implicações não apenas no âmbito institucional, mas principalmente, no sentido próprio e pessoal da palavra – a sua família.
A Bíblia, nossa única regra de fé e prática e o manual da família, nos fornece lições muito preciosas sobre a vida doméstica. Observando os fatores tempo e cultura, as famílias bíblicas sofreram desafios e ataques parecidos que nós enfrentamos hoje. Atente para a seguinte passagem, registrada em Gênesis 29 e 30. Jacó apaixonou-se por Raquel, a filha mais nova Labão e propôs ao seu futuro sogro, que também era seu tio, trabalhar sete anos para ter direito a se casar com ela. Após o cumprimento do prazo, Labão deu uma festa e, quando a noite chegou, tramou de entregar a Jacó a sua outra filha, a mais velha, que se chamava Lia. Ao amanhecer, Jacó ficou indignado porque imaginava estar casado com a mulher a quem amava. Após uma semana, finalmente Jacó recebeu Raquel também como esposa, porém teve que trabalhar mais sete anos para seu sogro. Obviamente, Lia virou a rejeitada e Raquel a preferida. Lia era fértil, Raquel estéril. As irmãs passaram então a competir. Crise instalada, inveja dominante, período de angústia e dor.
Anos mais tarde, Raquel, ao orar ao Senhor, engravidou e nasceu um menino, a quem deu o nome de José. Após o nascimento do filho com a mulher amada, Jacó, depois de fazer muitas concessões, decidiu romper com seu tio e sogro, que mais uma vez tentou persuadí-lo a ficar. Somente após anos de trabalho e muita dedicação, Jacó finalmente tomou a iniciativa e fez o seguinte questionamento: “Contudo, quando farei algo em favor da minha própria família?” (Gn 30.30-NVI). Eis aí um exemplo de homem firme e prudente, que soube romper com acordos passados e investir na sua família. Diz a conclusão do texto que Labão, mesmo contrariado, consentiu com a partida de Jacó, que tornou-se rico em bens e propriedades. Deus honrou e abençoou a sua família. Acordo feito, etapa vencida, tempo de novos desafios e conquistas.
Acho esta passagem bíblica bastante significativa e relevante para os dias atuais. É hora de chamarmos “Labão” para conversar e decidirmos firmemente fazer algo em favor da nossa própria família. É tempo de despertar, é momento de sair do comodismo e do marasmo e lutar não apenas pela instituição familiar, mas principalmente por aqueles que estão dentro de casa, debaixo dos nossos cuidados. Portanto,levante-se em favor da sua família, pois os dias são maus e há perigos por todos os lados. Preserve a sua aliança, eduque e discipline seus filhos, honre seus pais. Não negocie os valores bíblicos. Tenha coragem para refutar ideologias que denigrem a imagem da família, conforme aprendemos e cremos. Tome posição contra o pecado e não se adeque ao padrão deste mundo. Mantenha o seu lar debaixo do senhorio de Cristo, não da sociedade moderna.
Afaste-se de “Labão”, dos inimigos da família, dos assédios sutis e perniciosos. Com coragem e unção que vem do Alto, faça algo em favor da sua família. Este é o tempo! Ainda dá tempo... Paz e bem
O milagre da vida: Um feito extraordinário ! ( Testemunho)
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (II Ts 5:18).
No mês de março tivemos o Dia Internacional da Mulher. Em maio as homenagens são extensivas principalmente à mulher na condição de “Mãe”. Atualmente, pela infinita misericórdia divina, também sou mamãe e quero compartilhar um pouquinho a experiência. Desejo de todo o meu coração que estes relatos contribuam com a fé e a esperança dos leitores, principalmente dos que estão à espera de um milagre.
Contraí núpcias em dezembro de 1988. Na época, eu era apenas uma adolescente, porém, convicta de que eu estava assumindo uma enorme responsabilidade a partir daquela data. E com certeza a assumi. Passado algum tempo, todos aguardavam que uma gravidez ocorresse. Pensei que tudo aconteceria de modo natural como já vinha acontecendo com os recém-casados à minha volta; imaginei que logo, logo eu seria mamãe.
Depois de alguns anos desacostumei da ideia. Eu possuía os ovários micropolicísticos e isto impedia a fecundação. Sendo anormais, eles apresentavam implicações. Os médicos até sugeriam que eu tratasse os ovários ou estimulasse-os a partir de medicação. Eu ficava apavorada com a ideia, mas também nunca desejei fazer adoção. Foi assim mês após mês, ano após ano, levando uma vida dedicada ao lar, ao trabalho e ao Reino de Deus. Para muitos eu era considerada uma estéril, e assim fui vista durante 19 anos...
Só quem já passou e passa por situação semelhante sabe o quanto é desconfortável ser questionado sobre o assunto (Por que a demora? Em quem está o problema?). Em outras ocasiões, participar de festejos, principalmente os infantis era igualmente embaraçoso: levava os sobrinhos ou simplesmente não comparecia.
Em novembro de 2007, eis que o Todo poderoso, o Deus que eu vi abençoar muitas mulheres ao meu redor, olhou misericordiosamente para sua pequenina serva e abriu-lhe a madre! Fui alvo de um grande milagre! O milagre da vida agora pulsava dentro de mim! O mesmo Deus que formou meus ovários, limpou-os por completo e o que parecia impossível pelas vias normais, aconteceu, para o louvor da Sua glória!
Descobri a gravidez na 10ª semana, realizando exames ginecológicos. O susto foi enorme! Senti meu corpo como que a levitar na cama daquela clínica. Uma das primeiras medidas da médica após a descoberta foi deixar-me ouvir as lindas e fortes batidas do coraçãozinho e elas ainda ressoam na minha mente! Impacto, surpresa, susto, alegria, medo, tudo junto foi sentido e vivenciado naquela sala de atendimento. Foi marcante e inexplicável!
Inevitavelmente houve muita festa entre as famílias. À medida que a notícia se espalhava, via-se o choro e o riso no rosto dos familiares, amigos e irmãos em Cristo.
Apenas seis meses pra ajustar tudo: um pouquinho a casa, a mobília e tudo o que fosse necessário para recepcionar e acomodar o novo integrante da família.
No mais íntimo do meu ser sempre nutri a esperança de que “se um dia Deus me desse um filho, ele se chamaria Hatus” (do hebraico, significa "congregado" - I Cr 3:22).
Na segunda ultrassonografia realizada (abril/2008), a mesma médica que identificou a gravidez identificou o sexo: masculino. E no dia 28 de agosto de 2008, às 06:12h, nasceu meu amado e esperado filho. Desse dia em diante minha vida mudou radicalmente!
Continuo trabalhando e servindo ao meu Deus com muita satisfação. Além de tudo isto, sou MÃE durante as vinte e quatro horas! Sou corujíssima! Depois do nascimento de Hatus nunca mais estive longe de casa por muito tempo, só o estritamente necessário. É minha riqueza maior, um tesouro do qual terei que prestar contas. Por isto, convém ficar atenta e alerta. Fui muito criticada porque o matriculei na escola secular somente aos quatro anos, mas não me arrependo nem um pouco, pois no lar e na igreja ele tem suportes muito mais eficazes!
Meu filho está prestes a completar cinco aninhos e sou grata a Deus por tudo o que tem feito em nossas vidas. Eu e o pai somos cristãos, fomos criados ouvindo os ensinos sagrados e temos procurado fazer o mesmo com Hatus: orientando-o no caminho em que deve andar, e esperamos jamais vê-lo distanciar-se dEle. Meu filho já é um adorador! Gosta de vários instrumentos musicais e tem uma voz muito afinada para o louvor.
Estes são alguns relatos da minha experiência materna, experiência que inúmeras mulheres vivenciaram algumas vezes. O Deus Extraordinário que amo e adoro, o mesmo Deus que nos assegura que nada foge ao Seu controle, a mim reservou esta experiência somente aos 36 anos de minha vida! Como filha Sua, nEle descanso e espero. Ele é sabedor de tudo o que se passa dentro em mim, antes que eu manifeste; sonda e conhece a minh’alma e continua sabedor dos anseios mais secretos do meu coração. Sua misericórdia se estende de geração a geração. Ele foi e continua sendo bom para com os filhos Seus. Mais uma vez digo: obrigada por tudo, meu Deus!
Cinco mil caracteres é pouco pra descrever as muitas emoções!!!
Por: Arlêne Tavares
Macapá - AP
Abra o coração para vida.
Algumas vezes as pessoas chegam a nossas vidas e rapidamente nos damos conta de que isso acontece porque deve ser assim, para servir a um propósito, para ensinar-nos uma lição, para nos descobrir quem somos na realidade, para nos ensinar o que desejamos alcançar. Muitas vezes, não sabemos quem são essas pessoas, mas quando olhamos em seus olhos sabemos e compreendemos que elas afetarão nossas vidas de uma maneira tão profunda que nos assustará.
Algumas vezes, essas pessoas lhe parecerão horríveis dolorosas e injustas, mas isso te levará a entender que se não superar essas coisas nunca testará seu potencial, ou seja, a sua força e o poder de seu coração. Tudo acontece por alguma razão nesta vida. Nada acontece por acaso ou por sorte. Enfermidades, feridas, o amor, momentos perdidos de grandeza ou de pura bobeira, tudo ocorre para provar os limites de nossa alma.
Sem essas pequenas provas, a vida seria como um caminho recém-pavimentado, suave e liso, direto, sem rumo a nenhum lugar, plano, cômodo e seguro, mas sem razão de existir.
As pessoas que conhecemos afetam nossas vidas, as derrotas e vitorias que experimentamos com elas criam as pessoas que somos. É com as más experiências que muitas vezes aprendemos as lições mais significativas de nossas vidas. Se alguém te fere, te trai ou arrebenta com seu coração dê-lhes graças porque te ensinaram a importância de perdoar, da confiança e de ter mais cuidado no futuro para quem você abrirá o seu coração. Se alguém te ama, ame-o não porque ele te ama, mas porque te ensinou a amar e abrir o seu coração e seus olhos para as coisas pequenas da vida.
Aprenda tudo o que pode aprender, porque quem saberá, se mais tarde não terá essa oportunidade. Permita-se apaixonar (mesmo que doa), a se libertar e colocar sua vista em um lugar bem alto. Mantenha sua cabeça bem alta porque você tem todo o direito de fazer isto. Repita consigo mesmo que é uma pessoa magnífica e simplesmente creia. Somos nós mesmos que atraímos para o nosso prejuízo ou para o nosso favor as companhias que nos acrescentarão as forças para a queda nas trevas ou para a ascensão à Luz Divina. Paz e bem
Algumas vezes, essas pessoas lhe parecerão horríveis dolorosas e injustas, mas isso te levará a entender que se não superar essas coisas nunca testará seu potencial, ou seja, a sua força e o poder de seu coração. Tudo acontece por alguma razão nesta vida. Nada acontece por acaso ou por sorte. Enfermidades, feridas, o amor, momentos perdidos de grandeza ou de pura bobeira, tudo ocorre para provar os limites de nossa alma.
Sem essas pequenas provas, a vida seria como um caminho recém-pavimentado, suave e liso, direto, sem rumo a nenhum lugar, plano, cômodo e seguro, mas sem razão de existir.
As pessoas que conhecemos afetam nossas vidas, as derrotas e vitorias que experimentamos com elas criam as pessoas que somos. É com as más experiências que muitas vezes aprendemos as lições mais significativas de nossas vidas. Se alguém te fere, te trai ou arrebenta com seu coração dê-lhes graças porque te ensinaram a importância de perdoar, da confiança e de ter mais cuidado no futuro para quem você abrirá o seu coração. Se alguém te ama, ame-o não porque ele te ama, mas porque te ensinou a amar e abrir o seu coração e seus olhos para as coisas pequenas da vida.
Aprenda tudo o que pode aprender, porque quem saberá, se mais tarde não terá essa oportunidade. Permita-se apaixonar (mesmo que doa), a se libertar e colocar sua vista em um lugar bem alto. Mantenha sua cabeça bem alta porque você tem todo o direito de fazer isto. Repita consigo mesmo que é uma pessoa magnífica e simplesmente creia. Somos nós mesmos que atraímos para o nosso prejuízo ou para o nosso favor as companhias que nos acrescentarão as forças para a queda nas trevas ou para a ascensão à Luz Divina. Paz e bem
terça-feira, 14 de maio de 2013
Diga-me algo sobre o amor.
''O evangelho de Cristo já nos aceitou e acredito ser esse o maior desafio a ser vivenciado, por cada um de nós. Em resumo, fomos aceitos e, por tal modo, torna - se desnecessário buscarmos meios para obtermos respectivo alvo. Vou além, o ser humano, lá no fundo de sua existência, aspira consolidar esse propósito, ou seja, a aceitação. Então, independentemente de nosso passado (com escolhas e decisões, aos quais não há como mudar, mas essa verdade de maneira alguma deve nos levar a um ressentimento mórbido). Afinal de contas, o evangelho de Cristo nos aceitou, nos incluiu e nos chama para um recomeço, pelo qual sorrir, viver, ser gente com lágrimas e alma, ser gente com uma espiritualidade viva e livre, ser gente com gente é, sim e sim, possível.''
''Podemos praticar a caridade, sem nenhuma dificuldade, porque independe de colocar nossas fragilidades e convicções em pauta. Agora, o amor envolve olhar para quem está ao nosso lado e permitir que nos veja, com todas nossas fronteiras.''
''a unidade nos chamada para sair da solidão e a unanimidade do superficial.''
''Participar da mesa de Cristo nos traz a escolha por assumirmos o compromisso pelo próximo e sempre devemos perguntar: - Quem é esse próximo? Talvez a resposta esteja ao seu lado!...''
‘’O amor não se vale de uma epopeia para ser aceito, mas simplesmente de um abraço; não se desdobra em métodos e sistemas de persuasão, mas procura levantar o olhar do próximo; não tem respostas para tudo, mas tem a coragem para sentar ao lado e respeitar as fronteiras do próximo; não concebe o silêncio, como algo mórbido ou uma fuga hipócrita; não aceita se fragmentado em conceitos equivocados de servir para uns e outros não; não aceita ser visto apenas como ágape, nem eros e muito menos philia; abre a porta para o diálogo e o ouvir; desce pelas escadarias do serviço fraternal; lança as cordas dos recomeços; não barra as lágrimas; sobe ao palco da vida e aceita rir, sorrir, curtir o pôr do sol, o suave ressoar dos ventos, o toque alentador das águas do rio e outras formas de conceber a vida, sem os pesos e contrapesos; não se curva diante de uma felicidade plastificada; não se conforma com os muros da indiferença, da intolerância e da insensibilidade; aplaude as qualidades do próximo; não se envergonha de dizer o quanto o próximo é valioso, é importante e é singular; não se esconde na culpa e nem da condenação; o amor ouve, sente e percebe o pulsar das emoções; submerge na alegria de ser gente, de ler um romance, de levantar ancora em direção do recomeçar; o amor abre caminhos, aproxima e aprofunda o respeito com relação ao próximo; o amor reconhece os erros, mas não faz disso um desgraça; o amor torce, sem ver o semelhante numa arena de gladiadores; o amor tem uma substancia lúdica, irreverente, humana, poética, singela e transparente; o amor não terá resposta para tudo; não faz do próximo, canal de suas frustrações e amarguras; o amor não se coloca como julgador, mas atenta para cada situação; o amor é um contínuo aprendiz da inclusão; o amor não precisa de holofotes; o amor se abre para a democracia da confissão, porque não se amolda a ditadura do narcisismo e da perfeição; o amor serve e espera o retorno de faces livres, abertas, francas e companheiras; o amor participa dos alaridos de um recém – nascido, torna – se parceiro de um ser diante das decisões e escolhas da vida e o acompanha no derradeiro suspiro; o amor folheia as páginas dos primeiros passos, estranhamente se encontra no ímpeto da puberdade e na transição da maturidade, não abona o surgir das rugas e das marcas dos anos; o amor não se encontra nas sinagogas, nas mesquitas, nas igrejas, nas miríades de ideologias, mas sim no encontro daquilo que estava separado; o amor não mata, não subjuga, não manipula, não explora e não se aproveita das fragilidades do próximo; o amor parece uma incógnita, uma verdade de outro mundo, uma decisão contraditória; o amor tem os passos de Charles Chaplin, a honestidade das peças de Skaskpear, a simples imersão ao fundo da vida – em Jesus Cristo; o amor sopra velinhas, prepara o churrasco, não dispensa o sorvete com cobertura, não abole a vida de ser vivida.’’ Paz e bem
Uma excomunhão necessária ( Escrito por um Evangélico ).
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;” II Cor 10; 4 e 5
Interessante figura usada aqui por Paulo! Conselhos contra o conhecimento de Deus, são equiparados a fortalezas. O salmista usa a figura das cidades de refúgio que ofereciam proteção a homicidas culposos, para figurar a segurança dos servos, em Deus; “Deus é nosso refúgio e fortaleza” Sal 46; 1
Temos então o choque entre duas fortalezas; uma em Deus, outra, contra Deus. Se a fortaleza do inimigo consiste em conselhos que ofuscam o conhecimento, os chamados sofismas, nossas armas devem ser eficazes para desfazer tais conselhos.
Do sofista, aliás, já os filósofos não tinham um bom conceito; “Um impostor, … malabarista de argumentos, mais verossímeis do que verdadeiros, mais sedutores do que plausíveis.” Platão
Sob o argumento veraz que Deus é amor, os movimentos homossexuais, têm feito seus malabarismos sofísticos; seu pleito não é pelo direito à prática, pois, já têm; tampouco pela integridade , liberdade, os bens, etc, que também lhes faculta a lei. O que querem é a sacralização de seu erro. Que sejam aceitas no meio cristão essas formas de comportamento que Bíblia abomina.
Ora, se a Bíblia não conta, por que querem ser cristãos? Agora, se ela conta, precisam mudar seu agir e se adequar, simples assim.
É como se alguém promovesse o baile do azul, e eles quisessem participar, mas, estando todos vestidos de vermelho. Qual sua providência? Ao invés de buscarem as vestes azuis, decidiram sair exigindo que o vermelho fosse doravante nominado de azul, natural que sejam “barrados no baile”. Certo há alguns porteiros daltônicos que já não sabem a diferença, que dancem lá, pois.
A imprensa engajada na causa gay deu grande destaque à excomunhão do “padre” Beto que não vê problema no homossexualismo, nem na promiscuidade consentida, e acha que a igreja deve mudar. Ora, não sou católico, nem concordo com muito que eles creem e fazem, mas, nessa, como discordar?
Se a igreja trata, sobretudo, de bens espirituais, crê e ensina que a felicidade está no porvir, sendo aqui mero campo probatório, lugar de renúncias, cruz; e, essa gente acha que a felicidade é dessa vida, e consiste também em satisfazer as comichões do corpo, inevitável o choque.
Os pensadores antigos, tinham outra ideia sobre a felicidade; “Se felicidade estivesse nos prazeres do corpo, diríamos felizes os bois, quando encontram ervilha para comer.” (Heráclito)
Gostem ou não, cristianismo vero manda o corpo pra cruz, e aposta suas fichas nos bens da alma. Isso vale para gays e heteros, pois também nós temos nossos corpos reféns de desejos impuros, que temos que crucificar.
Não confundamos liberdade com libertinagem, pois; a vera liberdade desprende dos próprios desejos malsãos, e nem é tão livre assim, é condicional; afinal, leva “cativo todo entendimento à obediência de Cristo”, lembram?
Embora ante seus simpatizantes que o aplaudiram, o padre pareça sábio, libertário, a Sabedoria, substantivo, aos olhos de Deus, carece ainda certo adjetivo, como ensina Tiago: “…a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura…” Tg 3; 17 a oposta, dissera ser, de outra esfera, “terrena” de outro campo de atuação, “animal” de outra fonte de inspiração; “diabólica”. V 15.
Não basta parecer bondoso, tolerante, bem intencionado um postulado qualquer, para ser reputado probo; se não traz o selo de pureza segundo Deus, é anátema.
"Ah! Dentro de toda a alma existe a prova de que a dor como um dardo se renova quando o prazer barbaramente a ataca…"
( Augusto dos Anjos )
terça-feira, 23 de abril de 2013
Lançado fora.
E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. O texto completo está em Mt 25.14-30 e ilustra os investimentos que Deus faz antecipadamente em pessoas para o trabalho no seu reino. Resumindo, Jesus comparou o reino dos céus a homens que receberam investimentos para trabalhar em sua obra. Os talentos foram recebidos proporcionalmente segundo a capacidade de cada um para o exercício no reino. Os que receberam cinco e dois talentos trabalharam e foram recompensados. O que recebeu um talento enterrou-o e devolveu-o na hora do acerto de contas.
Não penso aqui em desenvolver questões doutrinárias ou teológicas, mas tratar da atuação prática de cada pessoa no reino. Com clareza, vemos duas frentes de trabalho no reino com investimentos antecipados feitos pelo dono da obra. Uns trabalharam para o crescimento do reino e apresentaram relatórios elogiáveis e receberam um prêmio pelo que fizeram. Outros enterraram seus talentos. Ficaram meditando na severidade de Deus e pararam no tempo sem nada fazer para o crescimento do reino. Não posso avaliar o trabalho que tiveram estes homens para cavar um buraco para enterrar seus talentos, mas certamente molharam a camisa trabalhando contra o crescimento do reino.
A avaliação que Jesus fez deles foi negativa, e eles não alcançaram graça para inclusão com os trabalhadores vitoriosos. A dica que Jesus dá aos leitores do texto é que no reino de Deus não há espaço para acomodados. Ele não aceita desculpas nem interage com os desprovidos de coragem para trabalhar no seu reino e os julga como incompetentes para desfrutarem das maravilhas de sua morada no Paraíso Celeste e aplica a palavra de desconforto quando ordena que sejam lançados nas trevas.
Vamos fazer uma pergunta: Como está sendo utilizado o seu talento no reino? Para enterrar a habilidade de trabalhar no reino de Deus, não é necessário ir longe e cavar um buraco para isso. É só utilizar alguns recursos vindos do líder do outro reino. O uso deles gera alguns sintomas tais como abandonar a leitura bíblica; não ter tempo para oração; achar que a igreja está ficando muito chata com as longas missas celebradas; pensar que as mensagens televisionadas e outras virtuais substituem a comunhão no templo; estar insatisfeito para fazer serviço na igreja; enxergar os irmãos como pessoas inferiores a si; deixar de ir à igreja porque o irmão cometeu pecado que provocou escândalo; ignorar o perdão e amar o pecado.
Não vou concluir esse texto, mas vou deixar uma proposta de Deus a Salomão em 2Cr. 7.14 que precisa mexer com o nosso coração para não sermos lançados fora: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. Paz e bem
Aprender a esperar.
Em tempos de ansiedades avassaladoras, onde fantasmas assustam, supostas ameaçam enxergo, a insegurança grita, eu preciso aprender a esperar.
Vivendo na era da velocidade, onde tudo pede pressa, urgências saltitam a minha frente e embaralham minha vista, a aceleração contínua pressiona e sinto-me atropelada, eu preciso aprender a esperar.
Na época onde o instantâneo é exigência básica, o imediatismo comanda desejos e dita ritmos, quando poucas horas se tornam eternidade angustiante, eu preciso aprender a esperar.
Numa sociedade onde o acúmulo é regra, onde conquistas são vitrines, onde ter ou parecer vale mais do que ser, eu preciso aprender a esperar.
Quando o contexto é de uma suposta perfeição, onde o belo é padronizado, a ditadura da moda se instala com força, e o que não está pronto é desprezado, eu preciso aprender a esperar.
Eu preciso aprender não o desespero da fome, mas a oportunidade de ser saciada e encontrar calmaria.
Diante de dias maus que me arrancam lágrimas, que esfolam uma esperança enfraquecida pela dor prolongada, que furtam o sono que já foi tranquilo, eu preciso aprender a esperar.
Esperar a noite da alma passar, o dia amanhecer, os raios de luz mostrarem novas perspectivas e renovarem os passos outrora cansados.
Eu quero aprender a esperar, com toda esperança, a alegria que pode vir, que voltará após o amanhecer.
Esperar que as lágrimas sejam secadas e que um caminho para novos risos se abram, e a celebração seja maior que antigos lamentos.
Esperar por uma volta definitiva, daquele que assegurou-me um novo mundo, falou sobre a cura das nações, de um brilho eterno, onde não mais haverá espaço para noite, para assaltos, violências, injustiças, apenas um dia sem fim, sol da eternidade.
Eu preciso aprender a esperar. Esperar a libertação das ilusões, esperar a novidade de vida. Enquanto espero, aprender. Aprender a conhecer e me solidarizar com as noites de tantos. Aprender com minhas fragilidades e oferecer suporte ao necessitado, não porque eu seja melhor, mas porque espero o melhor. Nessa esperança me reparto, e sou misteriosamente acrescida. O que me estimula a aprender melhor, a viver atenta, a observar as estrelas, os sinais dos tempos, a me aproximar em esperança viva.
Ensina-me, Senhor.
Por: Tais Machado
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