FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 30 de setembro de 2011

DEUS PAI AMOR PROVIDENTE

Prosseguindo a nossa meditação sobre Deus Pai, hoje queremos deter-nos sobre o Seu amor generoso e providente. “É unânime, a este respeito, o testemunho da Escritura: a solicitude da divina Providência é concreta e imediata, cuida de tudo, desde os mais insignificantes pormenores até aos grandes acontecimentos do mundo e da história” (Catecismo da Igreja Católica [C.I.C.], 303). Podemos partir de um texto do Livro da Sabedoria, no qual a Providência divina é contemplada em ação para ajudar uma barca no meio do mar: “Mas a Vossa Providência, ó Pai, é que a governa, porque Vós até no mar abristes caminho e uma rota segura no meio das ondas. Desta maneira mostrais que podeis salvar do perigo, de tal modo que, mesmo sem o conhecimento da arte, os homens podem meter-se no mar” (Sb 14, 3-4).

Num salmo encontra-se ainda a imagem do mar, sulcado pelos navios e no qual se agitam animais pequenos e grandes, para recordar o alimento que Deus fornece a todos os seres vivos: “Todos eles esperam de Vós que lhes deis de comer a seu tempo. Vós dais-lhes e eles o recolhem, abris a Vossa mão e saciam-se de bens” (
Sl 104, 27-28).

A imagem da barca no meio do mar, bem representa a nossa situação diante do Pai providente. Ele – como diz Jesus – “faz que o sol se levante sobre os bons e os maus e faz cair a chuva sobre os justos e os pecadores” (
Mt 5, 45). Contudo, diante desta mensagem do amor providente do Pai, vem espontâneo perguntar-se como se pode explicar o sofrimento. E é preciso reconhecer que o problema do sofrimento constitui um enigma, diante do qual a razão humana se perde. A divina Revelação ajuda-nos a compreender que ele não é querido por Deus, tendo entrado no mundo por causa do pecado do homem (cf. Gn 3, 16-19). Deus permite-o para a própria salvação do homem, tirando do mal o bem. “Deus onipotente…, sendo sumamente bom, jamais permitiria que qualquer mal existisse nas Suas obras, se não fosse suficientemente poderoso e bom, a ponto de tirar do próprio mal o bem” (Santo Agostinho, Enchiridion de fide, spe et caritate, 11, 3: PL 40, 236). Significativas, a este respeito, são as palavras tranquilizadoras, dirigidas por José aos seus irmãos, que o tinham vendido e agora dependiam do seu poder: “Não, não fostes vós que me fizestes vir para aqui. Foi Deus… Meditastes contra mim o mal: Deus aproveitou-o para o bem a fim de que acontecesse o que hoje aconteceu e um povo numeroso foi salvo” (Gn 45, 8; 50, 20).

Os projetos de Deus não coincidem com os do homem;
são infinitamente melhores, mas muitas vezes permanecem incompreensíveis à mente humana. Diz o Livro dos Provérbios: “O Senhor é Quem dirige os passos do homem; como poderá o homem compreender o seu próprio destino?” (Pr20, 24). No Novo Testamento, Paulo pronunciará este princípio consolador: “Deus coopera em tudo para o bem daqueles que O amam” (Rm 8, 28).

Qual deve ser a nossa atitude diante desta provida e clarividente ação divina?
Não devemos, certamente, esperar de maneira passiva aquilo que Ele nos manda, mas colaborar com Ele, a fim de que leve a cumprimento tudo o que iniciou a fazer em nós. Devemos ser solícitos, sobretudo na busca dos bens celestes. Estes devem ocupar o primeiro lugar, como o exige Jesus: “Procurai primeiro o Seu reino e a Sua justiça” (Mt 6, 33). Os outros bens não devem ser objeto de preocupações excessivas, porque o nosso Pai celeste conhece quais são as nossas necessidades; é o que nos ensina Jesus quando exorta os Seus discípulos a “um abandono filial à Providência do Pai celeste, que cuida das mais pequenas necessidades de seus filhos” (C.I.C., 305): “Não vos inquieteis com o que haveis de comer ou de beber, nem andeis ansiosos, pois os homens do mundo é que andam à procura de todas estas coisas; mas o vosso Pai sabe que tendes necessidade delas” (Lc 12, 29 s.).

Portanto, somos chamados a colaborar com Deus, em atitude de grande confiança.
Jesus ensina-nos a pedir ao Pai celeste o pão quotidiano (cf. Mt 6, 11; Lc 11, 3). Se o recebermos com reconhecimento, virá também espontâneo recordar que nada nos pertence, e devemos estar prontos a dá-lo: “Dá a todo aquele que te pede, e ao que se apodera do que é teu, não lho reclames” (Lc 6, 30).

A certeza do amor de Deus faz-nos confiar na Sua providência paterna também nos momentos mais difíceis da existência.
Esta plena confiança em Deus Pai providente, também no meio das adversidades, é expressa de modo admirável por Santa Teresa de Jesus: “Nada te perturbe, nada te cause medo. Tudo passa, Deus não muda. A paciência obtém tudo. A quem tem Deus nada falta. Só Deus basta” (Poesias, 30).

A Escritura oferece-nos um exemplo eloquente de total entrega a Deus, quando narra que Abraão maturara a decisão de sacrificar o filho Isaac. Na realidade, Deus não queria a morte do filho, mas a fé do pai. E Abraão demonstra-a plenamente, pois quando Isaac lhe pergunta onde está o cordeiro do holocausto, ousa responder-lhe que “Deus providenciará” (
Gn 22, 8). E, justamente, logo depois ele experimentará a benévola providência de Deus, que salva o jovenzinho e lhe recompensa a fé, cumulando-o de bênçãos.

É preciso, então, interpretar semelhantes textos à luz da inteira revelação, que alcança a sua plenitude em Jesus Cristo. Ele ensina-nos a repor em Deus uma imensa confiança, também nos momentos mais difíceis: pregado na Cruz, Jesus abandona-Se totalmente ao Pai: “Pai, nas Tuas mãos entrego o Meu espírito” (
Lc 23, 46). Com esta atitude, Ele eleva a um nível sublime quanto Jó sintetizara nas conhecidas palavras: “O Senhor mo deu, o Senhor mo tirou; bendito seja o nome do Senhor!” ( 1, 21). Mesmo aquilo que humanamente é uma desventura, pode entrar naquele grande projeto de amor infinito, com o qual o Pai provê à nossa salvação. Fonte: Audiência do dia 24 de março de 1999, do Papa João Paulo II

ONDE ESTA SEU NOME ?

SEU NOME ESTÁ GRAVADO NAS MÃOS DE JESUS 
É em Nome d´Ele que entro em sua casa, neste momento, para lhe dar esta Boa Notícia, porque estou certo que hoje você estava precisando muito ouvir esta declaração de Amor de Jesus!
Olhe com muita atenção para esta imagem. Na palma da Mão de Jesus, onde o seu nome está gravado, foi derramado o Preciosíssimo Sangue de Jesus, para que você se convença de que apenas um toque desta Mão poderosa é suficiente para curar o seu coração, o seu corpo, a sua alma e transformar radicalmente a sua vida.

Foi Jesus mesmo quem disse: "Até agora não pedistes nada em meu Nome. Pedi e recebereis, para que a vossa alegria seja perfeita" (Jo 16, 24). Ponha sua confiança nesta Palavra e peça com fé.

Clame o poder deste Sangue Redentor das Mãos chagadas de Jesus agora mesmo sobre a sua maior necessidade, sobre a maior dificuldade que você estiver enfrentando, seguido da poderosa oração: "Mãos ensangüentadas de Jesus, Mãos feridas lá na Cruz. Vêm tocar em mim. Vem, Senhor Jesus!"

Milhares de testemunhos que recebemos diariamente sobre o poder extraordinário das Mãos ensangüentadas de Jesus permitem que eu afirme a você: é possível que milagres aconteçam também na sua vida e na vida de seus familiares.

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

PLANTANDO DÁ

Quem não planta, também não colhe. Os frutos são consequência de um longo e determinado trabalho. Exige tempo, critério, fidelidade e insumos para que a produção seja com qualidade e quantidade. É o mesmo que acontece nos planos de Deus.
Imaginando uma videira verdadeira e com produção fecunda! Para isto ela tem que ser bem cuidada e podada no tempo certo. As uvas daí produzidas terão qualidade porque tudo foi bem planejado e trabalhado com responsabilidade pelo seu dono.
O Reino de Deus é a vinha do Senhor. Ela pertence a Ele. Quem não é dono e não cuida como dono, pode agir com infidelidade e com más pretensões. Isto pode acontecer com os missionários mal intencionados, que em vez de construir, destroem a vinha do senhor.
Outubro é o mês dedicado às missões na Igreja, de descoberta dos líderes religiosos para trabalhar nas comunidades levando a Palavra de Deus. O trabalho missionário deve ser cultivado. Ele exige dedicação. O cuidado da vinha é confiado aos missionários.
Como missionário, tenhamos em conta que somos servos, e não donos da vinha. Os frutos devem ser entregues ao seu verdadeiro dono. Nunca podemos usurpar o lugar de Deus. O próprio Jesus agiu como servo e não se apegou a nada que pertencia ao Pai.
Não é tão fácil ser verdadeiro e dedicado missionário. Isto exige exercício autêntico da justiça e do direito, porque o campo trabalhado pertence a Deus. O trabalhador tem que ter a sua mente identificada com a do Mestre, sendo fiel discípulo e missionário.
O itinerário missionário passa pelo relacionamento com Deus. Acontece na confiança e na intimidade com Ele. Mas é impossível se as preocupações materiais estiverem em primeiro lugar. O desapego dos bens terrenos fortalece o trabalho missionário.
Nem sempre nos preocupamos com aquilo que é mesmo essencial, com o testemunho de vida, por exemplo, agindo com pureza, honestidade etc. Só teremos frutos saudáveis de vida e de paz na sociedade se plantamos e cuidamos bem da vinha do Senhor.
                                                     Bispo de São José do Rio Preto.
 
Última Alteração: 10:50:00
Fonte: Dom Paulo Mendes Peixoto
Local:São José do Rio Preto

A VINHA DO SENHOR

O texto de Mt 21,33-43 nos conta a história de um proprietário de terras que desejou cuidar de seus campos. Cuidou deles da melhor maneira que pôde. Mas teve de viajar e os trabalhadores que deixou como responsáveis pela vinha acharam que eram donos. Quiseram ficar com os frutos. A tal ponto que, quando o senhor enviou seus criados para buscarem a colheita, mataram-nos. Atreveram-se a matar até mesmo o seu filho. O senhor desgostou-se e com razão.
A parábola da vinha tem todas as características de uma alegoria. Cada elemento tem um significado: Deus é o proprietário; a vinha é Israel; os servos são os profetas; os administradores são os judeus infiéis; os outros vinhateiros são os pagãos e os pecadores; o filho é Jesus.
A parábola mostra ainda uma violência constante e crescente contra os que Deus enviou como seus mensageiros, uns foram espancados, outros mortos, outros ainda apedrejados.
Se olharmos para nossas vidas, perceberemos que a vida da humanidade, nossa família e nossa vida é a vinha do Senhor. Ele a criou e cuidou dela com amor. E a colocou em nossas mãos. Somos responsáveis pela colheita, por viver a nossa vida de maneira fraterna, no amor, na compreensão e na justiça. O fruto que Deus quer é a vida do homem, é a nossa vida. Não somos donos dela. É um presente dado por Deus, que nos pede para cuidar dele com amor e que o façamos crescer em liberdade e fraternidade.
Peçamos ao Senhor que não nos abandone e que não seja como o senhor daquela terra que teve de partir e deixar os trabalhadores sozinhos, para que não caiamos na tentação de pensar que a vida é nossa. Para que todas as manhãs saibamos erguer os olhos para o Senhor, ao começar o dia e, dessa forma, reconhecê-lo como nosso Deus e Criador e lhe digamos que persistiremos trabalhando na sua vinha para tornar o mundo um lugar mais justo, mais humano e mais fraterno.

                                              Arcebispo Emérito de Juiz de Fora(MG).
 
Última Alteração: 09:16:00
Fonte: Dom Eurico dos Santos Veloso
Local:Juiz de Fora(MG)

SEU FILHO, GUIA PARA OS PAIS

A bebida deveria ser sempre embalada  em força de berço. As garrafas de uísque, por exemplo, deveriam ter forma de bercinho infantil. Assim, pelo menos, o pai ou a mãe se lembrariam de uma triste verdade: cada vez que numa casa entra a bebida, sacrifica-se um filho.

No coração de um pai que bebe, ou da mãe que foge da convivência com os filhos, mora a solidão ao infinito. Dar origem a uma vida para depois fugir dela é, de todas as alienações, a mais alienante. É o mesmo que demitir-se na hora da promoção.
 
Última Alteração: 13:13:00
Fonte: Pe. Zezinho SJC
Local:São Paulo (SP)

UMA MISSÃO BEM CUMPRIDA

Nem sempre se reflete sobre as significativas palavras de Jesus um dia proferidas do alto da Cruz: “Tudo está consumado” (Jo 19,30). Enquanto homem, pouco antes de entregar a sua alma  ao Pai, o divino Salvador fez uma  retrospectiva admirável. Como se fora um vídeo tape Ele repassou tudo que fora dito sobre sua vinda a este mundo e sua tarefa redentora. Ele viu-se em espírito rodeado pelos profetas e todos eles a uma voz a proclamarem que tudo que fora vaticinado sobre o Messias se realizara.  Os discípulos de João Batista o haviam interrogado a mandado do próprio Precursor: “És tu aquele que há de vir ou devemos esperar outro?” (Mt 11,3) Jesus havia atestado então, referindo-se aos oráculos de Isaías: “Ide contar a João o que estais ouvindo e vendo: os cegos recuperam a vista, os coxos andam, os leprosos são purificados e os surdos ouvem, os mortos ressuscitam e os pobres são evangelizados” ( Idem v.4). Na Sinagoga de Nazaré Ele lera um trecho de Isaías e pudera asseverar: “Hoje se realizou essa Escritura que acabaste de ouvir” (Lc 4,21). Antes, os sacerdotes e os escribas do povo haviam confirmado outro fato messiânico que se dera: “E tu Belém de Judá de modo algum és o menor entre os clãs de Judá, pois de ti sairá um que será o guia que apascentará Israel”, o meu povo” (Mt 2,5). Ele nascera em Belém e com o cajado da Cruz conduziria  multidões à verdadeira Terra da promissão. Jesus foi passando um a um tudo que profetizaram Jeremias, Habacuc, Joel, Amós, enfim tudo que sobre Ele se falou no Antigo Testamento e tudo havia se cumprido. Jesus repassou toda sua trajetória: seus milagres, suas palavras, suas ações e era exatissimamente o que deveria ter acontecido. As Escrituras cumpriram-se plenamente. Sofrera o que deveria padecer. As figuras do Messias nele se realizaram. Ali na Cruz Ele era o novo Abel morto, não por um irmão apenas, mas por muitos que o levaram a tal suplício. Era Noé salvando a humanidade com o madeiro da Cruz. Isaac ia ser imolado por seu pai, mas Ele estava sendo, de fato, sacrificado pelo Pai Eterno. Davi com cinco pedras vencera o gigante Golias, Ele com as cinco chagas derrotava o insidioso Satã. Cristo percebeu também ao vivo que estava concretizado aquilo que Ele havia declarado: “Como Moisés levantou a serpente no deserto, assim é necessário que seja levantado o Filho do Homem” (Jo 3,14). Aquela Cruz era muito mais poderosa que o sinal mosáico que curava enfermos, pois era o símbolo universal da salvação eterna de todos aqueles que a recebessem com fé e amor. Missão cumprida! Ele se lembrou ainda daquela prece secular do povo eleito que clamava: “Gotejai, ó céus, lá do alto, derramem as nuvens a justiça, abra-se a terra e produza a salvação” (Is 45,8). Vê, porém seu sangue borrifando os homens e a redenção desejada operada. Nem escapou à sua recordação um poeta célebre e festejado que teve acentos de profeta, o grande Virgílio, que pulsara sua lira de ouro e rogara às musas da Sicília que entoassem a sua voz, pois se aproximava a regeneração humana. Num momento de pulcra inspiração, este vate pedira a Apolo para rasgar os véus  que envolviam os segredos das Sibilas e clamava por uma nova ordem irrompendo no seio dos séculos, uma nova progênie descendo das alturas, anunciando a vinda de um menino desconhecido. A presença dele faria o mar, o céu, o universo todo desprender um cântico sublime, um hino que excederia as músicas de Lino e as melodias de Orfeu. Seria um cantar jubiloso anunciando a renovação de tudo, anúncio das alvoradas do espírito. Anunciava Virgílio deste modo uma nova economia que jorrava do íntimo dos séculos, uma nova geração que descia altaneira do alto, porque havia nascido o infante, aquele que era a salvação. Cristo bem podia aplicar a si o dito virgiliano, pois Ele, e unicamente Ele, poderia assim vir de encontro às aspirações salvíficas que pulsavam por toda a parte. Ele, realmente, respondia a todas as expectativas do homem de todos os tempos. Contemplou os vícios de então, as trevas que cobriam horizontes sociais, afincou seu olhar sobre todos os feitos da História, antes e depois do Calvário, vislumbrou o passado e o futuro e pôde afirmar: “Tudo está consumado”! Ninguém cumpriria sua missão nesta terra como Ele, ontem, hoje e sempre o mais perfeito personagem de todos os tempos!

                               * Professor no Seminário de Mariana durante 40 anos.
 
Última Alteração: 09:43:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho*
Local:Mariana

terça-feira, 27 de setembro de 2011

MOMENTOS DE VIDA

Ás vezes aparecem em nossas vidas
Momentos difíceis;
Momentos que tiram as nossas forças,devastam  nossa coragem.
Parecem ser momentos muito fortes,
momentos incombatíveis...
E muitas vezes nós nos deixamos vencer por estes momentos.
Poucas pessoas sabem, que o coração do ser humano,
guarda segredos... Um de seus segredos,é uma força que combate qualquer momento de turbulência essa força se chama FÉ!
Ela é imensamente forte...
Ela é a certeza, e o sorriso junto da paz.
Ela é o alimento da alma, o alimento que nos dá força e quando alguem descobre esse segredo que é a FÉ,ele a cultiva, e faz brotar a Felicidade.
Daí para frente essa FÉ descoberta, percorre as nossas convicções  e enfim é vivida.
Faça de cada lágrima de dor,uma gotinha de coragem em busca pela felicidade!
E tenha sempre em mente o Amor de Deus.
Deus mora em sua vida não tenha dúvidas,Confie Nele!
Ele não coloca desafios que você não possa enfrentar;
Ele coloca desafios para que você cresça no amor
E na vontade de viver...

Paz e bem
Fonte: Luiz C Gomes