FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 26 de janeiro de 2009

EIS O CORDEIRO DE DEUS


Em meio ao burburinho das multidões, uma voz tênue, mas convincente, reconhece e apresenta o Cristo que passa.
A simplicidade com que o evangelista João narra os fatos e, principalmente, as consequências dessa apresentação pública nos fazem refletir sobre o papel do cristão no mundo de hoje.

Basta uma olhadela às multidões dos aflitos. O burburinho do homem angustiado cresce assustadoramente. Parece-me muito mais um estrondo, um grito alarmante de socorro, preso à garganta do homem moderno. Onde está o Messias, o nosso Salvador? – é a grande interrogação.

A exemplo de João Batista, o cristão de hoje tem por missão apresentar ao mundo o Cristo que passa. O Mestre da fraternidade, único caminho dos que anseiam por nova esperança, por dias melhores, pelo sentido da vida plena, pela verdadeira Paz, enfim. Os sinais de desesperança entre os povos nos chamam à responsabilidade evangélica: são sinais de omissão missionária. Significam que os cristãos de hoje se acomodam ou se envergonham da missão fundamental da fé: levar Jesus a todos os povos. Apresentá-lo às Nações como único embaixador de nova esperança, novo Reino entre os homens.
As pessoas evangelizadas são portadoras da esperança. Conhecem seu Mestre, sua “casa” e sua doutrina. Esse relacionamento lhes proporciona uma alegria pessoal, uma descoberta impossível de se reter egoisticamente. “Encontramos o Messias”, deveriam repetir como André repetiu, euforicamente, a seu irmão Simão, que se tornou o chefe dessa Igreja peregrina. A continuidade da experiência de fé é a partilha desta. Não se compreende uma comunidade cristã fechada em si mesma, longe da realidade que a cerca, distante das necessidades da grande comunidade humana.

Se o mundo “vai mal”, nós cristãos temos nossa parcela de responsabilidade. Somos um quarto da população humana, portanto uma parcela ainda significativa dessa sociedade que julgamos injusta. A falta de comprometimento evangélico, a subestimação de seu grande potencial transformador, até mesmo os falsos conceitos de vida religiosa são as causas principais dos conflitos e desacertos entre os homens.

Não podemos menosprezar nosso potencial de transformação que o mundo exige. A pessoa de fé é mensageira da Paz. Por onde quer que passe, irradia (ou deveria irradiar) a presença de Cristo, o novo Cordeiro, oferecido em holocausto à redenção de todos. Se quisermos um mundo melhor é preciso sair de nosso “mundinho”. É preciso revelar a todos o “segredo” de que somos portadores: “Eis o Cordeiro de Deus”. Eis o caminho, a verdade, a vida ansiosamente procurada e dificilmente encontrada longe dos princípios da verdadeira fé.

Mas o desafio não acaba aqui. Para um mundo em conflitos, distante da proposta de reconciliação trazida por Jesus, todo esforço que se faça sem uma vida coerente, sem um testemunho convincente, soará sempre como uma voz no deserto, um grito sem eco. A pregação do Batista clamou sim no deserto, mas partiu de um coração convencido da verdade que anunciava e se calou logo que sentiu a presença do Cristo. O resto seria com Ele... Quando nossa ação missionária considerar esse pequeno detalhe, encontraremos o eco desejado. Primeiro anunciamos. Depois damos espaço para a ação do Mestre que nos inspira. Esse é o segredo do sucesso doutrinário da Igreja: pregar, sim; mas depositar o restante na ação miraculosa e misericordiosa do Cristo. Assim Ele continuará sua peregrinação, sua passagem triunfante entre todos aqueles que ainda esperam o Cordeiro de Deus, aquele que tira os pecados desse mundo.


wagner@meac.com.br

sábado, 24 de janeiro de 2009

DIA HISTÓRICO PARA A SANTA SÉ.


Hoje é um dia histórico para a Santa Sé: desde as 12h, pode-se ver no site Youtube a imagem e a voz do papa. Hoje também foi apresentada na Sala de Imprensa do Vaticano a mensagem de Bento XVI para o Dia Mundial das Comunicações sociais, que se celebra em 24 de janeiro.
No documento, o pontífice se dirige especialmente aos jovens, à chamada ‘geração digital’, para que dela parta o impulso para evangelizar através da Internet, ‘verdadeiro dom para a humanidade’. A web deve se tornar um local de promoção dos grandes valores da existência e não de banalização das relações humanas.
A partir de hoje, entre os milhões de vídeos disponíveis no Youtube, pode-se encontrar também a informação vaticana produzida cotidianamente pela Rádio Vaticano e pelo Centro Televisivo Vaticano com as mesmas características de interatividade que tornaram o site popular e tão difuso entre os jovens.
É a eles que o papa se dirige com sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações Sociais. Bento XVI desenvolve o binômio “Novas tecnologias e novas relações”, citando as luzes e sobras da Internet: desde o extraordinário potencial às ameaças de quem utiliza a rede para difundir ‘palavras e imagens degradantes para o ser humano’.
O papa encoraja os trabalhadores deste setor emergente da mídia a promoverem uma ‘cultura do respeito, do diálogo, da amizade’; e condena quem utiliza a Internet para alimentar o ódio e a intolerância, para desprezar a beleza e a intimidade da sexualidade humana, para explorar ‘os mais frágeis e indefesos’. Neste sentido, Bento XVI agradece e elogia as redes digitais que ‘tentam promover a solidariedade humana, a paz e a justiça; os direitos humanos, especialmente nas áreas do mundo onde o acesso à Internet é penalizado pelo grande ‘abismo tecnológico’.
Em sua mensagem, o papa frisa que seria um grande dano para o futuro da humanidade se os novos instrumentos da comunicação, que permitem compartilhar conhecimentos e informações rápida e eficazmente, não se tornassem acessíveis aos povos econômica e socialmente marginalizados.
O papa dedica um capítulo da mensagem às pessoas que se conectam por trabalho ou lazer, e interpreta o ‘desejo de se conectar e o instinto de se comunicar’ como a natural propensão do ser humano de se relacionar com os outros. Bento XVI reconhece que este desejo está em nossa natureza como reflexo de nossa participação no amor comunicativo e unificante de Deus, que quer fazer de toda a humanidade uma só família.
O papa recorda também os muitos benefícios trazidos pela rede: famílias podem permanecer em contato mesmo quando estão divididas por grandes distâncias, estudantes e pesquisadores acessam rápida e facilmente a documentos, fontes e descobertas científicas.



Todavia, os perigos são muitos e o papa alerta os jovens a não banalizarem o conceito de amizade. “Quando o desejo de contatos virtuais se torna obsessivo – escreve – a conseqüência é que a pessoa se isola, interrompendo a interação social real; e os modelos de repouso, silêncio e reflexão – necessários para o desenvolvimento salutar – são alterados”.



Enfim, o último apelo é lançado aos jovens católicos: “A rede é um ‘continente digital’ infinito, no qual vocês são chamados a testemunhar o Evangelho”.



O papa conclui sua mensagem com uma comparação: “Nos primeiros tempos da Igreja – recorda – os Apóstolos e seus discípulos levaram a Boa Nova de Jesus ao mundo greco-romano: hoje, como ontem, para ser frutuosa, a evangelização requer a compreensão da cultura e dos costumes, para tocar as mentes e corações. O anúncio de Cristo no mundo das novas tecnologias supõe um conhecimento mais profundo, para ser adequadamente utilizado”.























Última Alteração: 10:42:00

Fonte: Rádio Vaticano
Local:Cidade do Vaticano

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sexta-feira, 23 de janeiro de 2009

ONDE DEUS QUER QUE ESTEJAMOS ( POR NOEMI SANTOS)


Como é difícil sabermos onde Deus quer que estejamos, quais os caminhos a trilhar. Muitas vezes os anseios, desejos, projetos que idealizamos, apesar de perfeitos perante os mandamentos de Deus, muitas vezes não é a Sua vontade. E como é difícil muitas vezes chegarmos a essa compreensão, a esse entendimento. Achamos que se estamos andando na justiça de Deus, todos os nossos projetos serão abençoados, porém, não é essa a regra, e enquanto seres humanos, apesar de espirituais, é difícil muitas vezes entendermos o porque que algo ``as vezes tão perfeito não se realiza, algo tão buscado, tão trabalhado.Essa perfeição está somente para os nossos olhos, mas não para os olhos de Deus. Se Deus impede alguma realização, algum sonho nosso, é porque de alguma forma isso nos traria infelicidade, insatisfação, ou então, poderá até trazer realização financeira, por exemplo, mas com certeza será um projeto que irá nos afastar da Presença de Deus, e ele não nos quer longe, assim como um pai zeloso não quer ver o seu filho longe de si.Se algo na tua vida não ocorreu, não se formatou da maneira que projetás-te, não se entristeça porque Deus tem sempre algo muito melhor para aqueles que o amam, e não será diferente com você. Hoje poderá ser difícil de entender, mas com certeza à frente você entenderá os propósitos de Deus.Oração: Amado Deus, em nome de Jesus, eu te peço Senhor que me ensine a reconhecer a tua vontade para a minha vida, entender os teus propósitos e aceitá-los, sempre na certeza de que o Senhor tem o melhor para a minha vida, pois a tua Palavra diz:"Vós os que temeis ao Senhor, confiai no Senhor; ele é seu auxílio e seu escudo"Sl115:11. Obrigada Senhor, pela tua Presença na minha vida, nada sou sem o teu amor e a tua misericórdia