
FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
sábado, 29 de novembro de 2008
sexta-feira, 28 de novembro de 2008
O ENCONTRO DE ZAQUEU

Pe Geovane Saraiva* Jesus, no seu caminho para Jerusalém, ao atravessar a cidade de Jericó, encontra-se com Zaqueu. Que encontro belo e maravilhoso! O Senhor Jesus o chama pelo nome e pede que desça da árvore.
Ao contrário da multidão que só vê o mal e coisas negativas em Zaqueu, Jesus olha para ele com profundo amor, dizendo que ele tem jeito, que tem boas qualidades, que ele é filho de Abraão e que o Filho do Homem vai buscar e salvar o que estava perdido.
Zaqueu é um personagem do Evangelho que quer ver e tem uma vontade enorme de ver, mas ele não pode ver. Ele tem a desvantagem de ser de baixa estatura e também é descriminado por ser cobrador de impostos. O desejo dele, porém, é maior que tudo, ao ponto de subir em uma árvore para ver Jesus passar por aquele lugar. O Filho de Deus percebeu a ânsia, a vontade de Zaqueu e se manifestou, dizendo: “Zaqueu desce depressa porque hoje devo ficar em tua casa” (cf. Lc l9, 1-10).
É preciso, a exemplo de Zaqueu, de uma grande vontade, de atitudes e gestos concretos. Na passividade e na indiferença nada acontece. Nossa vontade de ver Jesus deve está associada também a uma vontade de praticar e de realizar a missão confiada a nós pelo Divino Mestre e Senhor da nossa vida e da história.
Jesus percebeu o desejo que brotou do coração de Zaqueu, que estava sem paz e intranqüilo, como tão maravilhosamente se expressa Santo Agostinho: “O meu coração está inquieto enquanto em vós não descansar”.
Jesus de Nazaré foi à casa de Zaqueu e a acolhida foi a melhor possível; foi uma grande benção para o seu lar. A visita produziu frutos, começando com a conversão desse pecador. “Senhor, eis que eu dou a metade de meus bens aos pobres e se explorei a alguém, vou devolver quatro vezes mais”.
A salvação que chegou a casa desse homem de baixa estatura não é um acontecimento qualquer, nem qualquer mensagem. Mas foi fruto do desígnio redentor de Deus que é Pai e que quer a redenção da humanidade, a nossa redenção.
A nossa vontade de ver Jesus, de ir ao encontro da “árvore da vida”, de fazermos uma experiência rica e profunda do amor de Deus, de um encontro pessoal com Cristo. Ele que é o caminho, a verdade e a vida, quando isso acontecer, a salvação terá chegado à nossa casa.
* Pároco de Santo Afonso
Última Alteração: 10:30:00
Fonte: Pe. Geovane Saraiva Local:Fortaleza (CE)
SUTIL MANIPULAÇÃO CONTRA A VIDA NA AMÉRICA LATINA

Por Carmen Elena Villa
A América Latina se converteu no território no qual certas ideologias intensificam seus esforços para substituir e alterar os valores fundamentais como a família e o respeito à vida desde sua concepção até sua morte natural, denuncia o sacerdote argentino Juan C. Sanahuja, fundador e diretor do portal virtual Noticias Globales (http://www.noticiasglobales.org/), que promove notícias a favor da vida, denunciando ao mesmo tempo o engano e a manipulação.
O Pe. Sanahuja é jornalista pela Universidade de Navarra, na Espanha, e doutor em Teologia pela mesma instituição. Também é membro correspondente da Pontifícia Academia para a Vida e vice-assessor do Consórcio de Médicos Católicos de Buenos Aires.
Autor de «El desarrollo sustentable. La nueva ética internacional» («O desenvolvimento sustentável. A nova ética internacional»), passando por Roma, ele falou com a Zenit sobre o tema da manipulação contra a vida na América Latina.
– Quais são os fatores, na sua opinião, que foram gerando uma mentalidade antivida na América Latina?
– Juan C. Sanahuja: Além das metas de população antinatalista, que se impõem em alguns países, ou considerações dos Estados Unidos, há três objetos muito claros que devem ser estudados em profundidade.
O primeiro foi o Informe Kissinger de 1974, que diz que não se pode impor o controle de natalidade, mas que é preciso mostrar a cara, falando de direitos de saúde sexual e reprodutiva ao invés de impor metas demográficas. É uma maneira mais sutil e, portanto, mais eficaz para formar nas pessoas a mentalidade antivida.
O segundo é a mudança de padrões culturais dos países do terceiro mundo. Dentro deles está o conceito de religião.
O terceiro são os que foram impostos por políticos nascidos nestes países. Políticos do terceiro mundo que formam uma rede nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha. Deu-se ao longo destes anos – e vemos que está tendo êxito — uma nova série de políticas em suas universidades para transmiti-las. Isso está mais lento na América Latina porque a Igreja Católica pesa muito e porque muitas igrejas cristãs também difundem a mentalidade a favor da vida. Junto com as catequeses, conferências cristãs souberam defender os valores de uma família.
– Onde esta mentalidade penetrou mais fortemente?
– Juan C. Sanahuja: A mentalidade antivida colonizou o mundo jurídico, os juízes, os advogados e o mundo médico. Daí a oposição que estas pessoas apresentam diante da objeção de consciência plasmada na Conferência sobre a mulher realizada em Pequim em 1995. Não quero dizer que todos os juízes, advogados e médicos estejam colonizados, mas sim uma parte. Eles se declaram contra pontos não-negociáveis que o Papa Bento XVI estabeleceu claramente: a vida humana, a família e direitos dos pais à educação dos filhos.
É uma engenharia social da qual a mídia participa. Mas temos a grande força da verdade. Estas mudanças culturais estão baseadas num cúmulo de mentiras e manipulações.
– Você poderia citar alguns exemplos da manipulação das causas do aborto?
– Juan C. Sanahuja: Na Argentina, por exemplo, está se levando a cabo um debate, porque desde os anos 30 o código penal não penaliza o aborto em caso de morte da mãe e em caso de estupro de uma demente. Agora a pressão é muita para que se ampliem essas causas a todo tipo de estupro e que se inclua também a saúde psíquica. Na Espanha, mais de 90% dos abortos são praticados por motivos psíquicos da mulher. É uma causa muito aberta.
Além dos números amplificados de aborto, dá-se um engano claro com a chamada pílula do dia seguinte, que é abortiva.
– Em que países da América Latina você vê que existe uma maior pressão antivida?
– Juan C. Sanahuja: Vejo sobretudo no México, no Brasil e na Argentina uma pressão muito grande. No Brasil e na Argentina, por parte do governo federal de cada um dos países. No México me parece que a situação é diferente; ultimamente, o governo federal se distanciou; inclusive há dois estados que incluíram o respeito à vida desde sua concepção até sua morte natural. No Brasil, o governo de Luiz Inácio Lula da Silva, e na Argentina, com o de Cristina Kirchner, ambos estão empenhados em legislar a favor do aborto.
– Quais ideologias existem por trás desta manipulação antivida?
– Juan C. Sanahuja: Ideologia de gênero é um enorme guarda-chuvas onde se inclui o aborto, a anticoncepção, a esterilização da mulher, a homossexualidade. Tudo isso argumentado pela sentença que diz que o sexo biológico com o qual se nasce não importa, a sexualidade se constrói ao longo da vida e cada um faz o que quer com sua vida e seu corpo. Isso vem bem contrastado pela V Conferência Geral do Episcopado Latino Americano, realizada em Aparecida (maio de 2007), que declara como isso provocou modificações legais que «ferem gravemente a dignidade do matrimônio, o respeito ao direito à vida e a identidade da família».
– Você crê que a Igreja serviu como muro de contenção para deter a mentalidade antivida na América Latina?
– Juan C. Sanahuja: A raiz cristã serviu como muro de contenção, sim. Mas temos de ser conscientes de que este não é um tema só de questão religiosa. Não matar, o direito de educar aos filhos, a homossexualidade como atitude antinatural, são três questões que pertencem à lei natural que Deus inscreveu no coração do homem. Isso deveria ser evidente em todas as pessoas, sejam crentes ou não. A Igreja anuncia a lei natural, mas devemos levar em conta que estamos defendendo valores naturais e não religiosos.
Última Alteração: 10:44:00
Fonte: Zenit.org Local:Roma (Itália)
O IMPACTO DA TECNOLOGIA SOBRE A FAMILIA

Dom João Petrini fala sobre os impactos da tecnologia sobre a família - 27/11/2008 - 13:16
“As inovações tecnológicas introduziram novos valores e novos comportamentos no quotidiano das pessoas, algumas tendo incidência muito forte na maneira de compreender a família”. A afirmação é do bispo auxiliar de Salvador, na Bahia, dom João Carlos Petrini, durante a conferência “O impacto da tecnologia sobre a estrutura familiar”, proferida na manhã desta quinta-feira, 27, no Congresso Internacional promovido pela Pontifícia Academia para a Vida e pela CNBB, em Indaiatuba (SP).
Segundo dom Petrini, com a descoberta e a difusão da contracepção química, a sexualidade foi separada da procriação “e isto alterou substantivamente a percepção da sexualidade e das de intimidade”.
Dom Petrini reconheceu as conquistas das novas tecnologias, mas alertou também para os riscos que apresentam. “Entre as mudanças que aconteceram na família e no modo de compreender a vida humana, algumas constintuem irrenunciáveis conquistas de civilidade. Outras, pelo contrário, expressam a tendência a não reconhecer limites ao arbítrio individual para redefinir a experiência humana, no que diz respeito ao corpo e à esfera da intimidade, mesmo quando isso coloca em risco o desenvolvimento da própria humanidade”.
Na sua opinião, a valorização da família passa pelo reconhecimento de sua cidadania. “A família constitui o maior recurso humano e social disponível, e é de interesse dos poderes públicos não desperdiçar esses recursos”, afirmou. Para ele, o Estado deve considerar a criança, o idoso, a mulher, o adolescente “não como categorias abstratas ou indivíduos isolados, mas como membros de uma comunidade familiar”. Ainda de acordo com dom Petrini, uma primeira política social em favor da família é a criação de uma “cultura de família”.
Última Alteração: 13:16:00
Fonte: CNBB Local:Indaiatuba (SP)
NA ALEGRIA DA ESPERANÇA

Na alegria da esperança - 27/11/2008 - 14:35 Há primores de beleza literária que não envelhecem. Um deles é para mim a página em que o notável escritor Gustavo Corção comparou a Igreja com Penélope, pela arte com que é organizada a sua liturgia. Não há quem não conheça a história que a Mitologia compôs a respeito da mulher de Ulisses. Para escapar aos pretendentes que a assediavam pedindo-lhe a mão, durante os misteriosos vinte anos da viagem de Ulisses após a guerra de Tróia, Penélope pretextou dever terminar antes uma colcha fúnebre que estava tecendo para honrar seu sogro Laerte. Quando acabasse, aceitaria um casamento. Mas, na sua maravilhosa fidelidade ao marido ausente - talvez morto? - desfazia sempre durante a noite o trabalho que tinha feito durante o dia. Até que o esposo voltou finalmente. Assim a Igreja, aguardando a volta do Divino Esposo, no fim dos tempos, vai tecendo e destecendo ano por ano a maravilhosa tapeçaria da liturgia. E é o branco da Páscoa e do Natal, o vermelho da Paixão e de Pentecostes, o roxo da Quaresma e do Advento, e o verde dos longos domingos do Tempo Comum, vividos na alegria da esperança e da fidelidade. Estamos recomeçando com a Igreja mais uma vez o trabalho do glorioso tecido. Estamos entrando de novo no Advento. E a preparação para a chegada de Cristo no Natal. Mas, ao mesmo tempo, alongando o olhar da fé para a última chegada no final dos tempos. Advento é, portanto, tempo de esperança e de expectativa. Não propriamente de penitência, como era interpretado anteriormente. São quatro semanas que vamos viver densamente com a Igreja a caminho do Natal. Rezando, cantando, suplicando, meditando. Grandes companheiros estão ao nosso lado nesse caminho: Isaías, o maior dos profetas, que pede que "os céus se rasguem para que Deus possa descer" (Is 63, 17); João Batista que vem "preparar os caminhos do Senhor"; São Paulo, que melhor do que ninguém nos sabe falar do mistério da Encarnação; e, sobretudo, a Virgem Maria, a Estrela da Manhã que anunciou a chegada do Sol Divino. Com essa companhia poderemos fazer do Advento uma preparação digna para o Natal. E insisto nessa palavra "preparação digna" para o Natal. Não esvaziá-Io de seu conteúdo divino. Não permitir que o Natal se reduza à exterioridade de festas sociais sem nenhum sentido espiritual; ou à porfia de troca de presentes, estimulada pelo comércio, com mal disfarçada ambição de lucros exagerados; ou ao envio de mensagens sem nenhum sentido de amizade e de fé, e simplesmente por uma praxe que eu chamaria de burocrática. É claro que não queremos com isso diminuir o valor desse clima de alegria e de encontro fraterno, de que a atmosfera do mundo fica impregnada no tempo do Natal. Só queremos que em tudo haja sinceridade e dignidade. Para isso nada melhor do que as várias formas de celebração do Advento. E a novena do "Natal em Família", hoje difundida em todo o Brasil, com grande resultado, para cultivar o espírito de oração, a harmonia das famílias e a reflexão sobre temas de vida cristã. E o costume de se "armar" o presépio, que fala tanto, sobretudo ao coração das crianças, marcando-as com lembranças que enriquecerão um dia o entardecer de sua vida. Com tudo isso alimentamos o espírito de alegria e de esperança com que nos devemos preparar para o Natal. E realizamos a atitude de vigilância que a Igreja nos inculca pelas orações e pelas leituras deste tempo do Advento. Não se espera a Deus de mãos vazias. Nem agora, para o Natal, nem muito menos para sua última chegada no fim dos tempos, que já é antecipada para cada um no dia da própria morte. "Vigiai" - nos diz a Igreja com palavras de Jesus no Evangelho - porque não sabeis quando o senhor da casa voltará: à tarde, à meia-noite, ao canto do galo, ou de manhã; para que, vindo de repente, não vos encontre dormindo. E o que vos digo, digo a todos: vigiai! " (Mc 13, 35-37). Acordados, no serviço do bem. Jamais adormecidos na maldade! LEITURAS do 1º domingo do Advento do ANO BIs -1563, 16b-17; 19b; 64, 2b-7. 29 –1 Cor 1, 3.9. 39-Mc 13, 33.37.Contato:Pe. Lucas de Paula Almeida, CM (031) 34260069 - (031) 99760069
Última Alteração: 14:35:00
Fonte: Pe. Lucas de Paula Almeida, CM Local:Belo Horizonte (MG)
VATICANO CONDENA ATAQUES NA INDIA
O diretor dos serviços de informação do Vaticano, Pe. Federico Lombardi, classificou como “trágicos e alarmantes” os ataques que atingiram ontem à noite hotéis de luxo, restaurantes e hospitais na cidade indiana de Bombaim.
Pelo menos 100 pessoas morreram e outras tantas terão ficado feridas, nas diversas explosões e disparos. Várias pessoas foram feitas reféns em pelo menos dois hotéis de cinco estrelas da cidade, o Taj Mahal e o Oberoi.Segundo o Pe. Lombardi, estes acontecimentos dizem respeito “à comunidade internacional no seu conjunto”.
Última Alteração: 14:50:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Cidade do Vaticano
Pelo menos 100 pessoas morreram e outras tantas terão ficado feridas, nas diversas explosões e disparos. Várias pessoas foram feitas reféns em pelo menos dois hotéis de cinco estrelas da cidade, o Taj Mahal e o Oberoi.Segundo o Pe. Lombardi, estes acontecimentos dizem respeito “à comunidade internacional no seu conjunto”.
Última Alteração: 14:50:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Cidade do Vaticano
PAPA UNI-SE A MARCHA PELA LIBERTAÇÃO DOS SEQUESTRADOS NA COLOMBIA
Bento XVI enviou uma mensagem aos participantes na marcha que terá lugar esta Sexta-feira, em Bogotá, para pedir a “libertação dos sequestrados”.
“Elevo a Deus uma fervorosa oração para que acabe esse flagelo e se chegue em breve à concórdia e à paz nessa amada nação”, disse ontem o Papa, no Vaticano.Esta marcha em foi convocada por diversas organizações civis colombianas, a partir de uma proposta da ex-prisioneira das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Ingrid Betancourt. Trata-se da quarta marcha organizada este ano com este propósito.
No passado mês de Fevereiro, Bento XVI pedira orações pelos “filhos e filhas” da Colômbia, que “sofrem a extorsão, o sequestro e a perda violenta dos seus entes queridos”."Peço ao Senhor que se ponha definitivamente termo a esse sofrimento desumano e se encontrem caminhos de reconciliação, respeito mútuo e concórdia sincera, restaurando-se assim a fraternidade e a solidariedade, que são as bases sólidas para alcançar o justo progresso e construir uma paz estável”, indicou.
Última Alteração: 15:52:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Cidade do Vaticano
“Elevo a Deus uma fervorosa oração para que acabe esse flagelo e se chegue em breve à concórdia e à paz nessa amada nação”, disse ontem o Papa, no Vaticano.Esta marcha em foi convocada por diversas organizações civis colombianas, a partir de uma proposta da ex-prisioneira das Forças Armadas Revolucionárias da Colômbia (FARC), Ingrid Betancourt. Trata-se da quarta marcha organizada este ano com este propósito.
No passado mês de Fevereiro, Bento XVI pedira orações pelos “filhos e filhas” da Colômbia, que “sofrem a extorsão, o sequestro e a perda violenta dos seus entes queridos”."Peço ao Senhor que se ponha definitivamente termo a esse sofrimento desumano e se encontrem caminhos de reconciliação, respeito mútuo e concórdia sincera, restaurando-se assim a fraternidade e a solidariedade, que são as bases sólidas para alcançar o justo progresso e construir uma paz estável”, indicou.
Última Alteração: 15:52:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Cidade do Vaticano
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