FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 14 de novembro de 2008

Diretor das Pom de Zâmbia: "precisamos do testemunho deixados pelos missionários... -

"Precisamos do testemunho deixado pelos missionários a fim de continuar a difundir o Evangelho em comunhão com a Igreja Universal", disse Pe. Bernard Macadani Zulu, diretor nacional das Pontifícias Obras Missionárias de Zâmbia que foi entrevistado pela AgênciaFides em relação à situação do país e da Igreja. Em Zâmbia se realizaram recentemente as eleições presidenciais antecipadas por causa da morte do Presidente Levy. A consulta foi vencida por Rupiah Banda. Como o senhor avalia a realização do pleito?"Estamos satisfeitos com a maneira com a qual foram realizadas as eleições, um evento não previsto, que se realizou por causa da morte do Presidente Mwanawasa. Numa tal situação, poderiam se verificar violências que, graças a Deus, não aconteceram. A campanha eleitoral foi até correta e as eleições se realizaram na calma. É preciso considerar que numa democracia muito jovem, o multipartidarismo e as eleições livres foram instaurados somente em 1991 e o fato que estas eleições foram realizadas de maneira correta, é um bom sinal. Estamos conscientes de que existe ainda muito trabalho a ser feito em prol da melhoria do nosso sistema democrático. Os partidos políticos devem cumprir as promessas que fazem durante as campanhas eleitorais e os governantes devem fazer o possível para buscar o bem comum e trabalhar pelo bem-estar da população. Devemos melhorar a maneira de utilizar as reservas do país fazendo com que elas sirvam para o bem de todos. Temos o problema da corrupção que o presidente falecido começou acombater. Espero que este processo continue. Devemos ter consciência de que este problema diz respeito a todos e todos os cidadãos de Zâmbia devem se integrar na luta contra a corrupção". A Igreja fez a sua parte em promover entre a população uma cultura democrática, em colaboração com outras igrejas cristãs. Isto porque, enquanto católicos, estamos conscientes de que todo aspecto da vida diz respeito à evangelização.
A Igreja em Zâmbia nasceu graças ao apóio dos missionários. Como os católicos locais vivem o mandato de Jesus Cristo de evangelizar o mundo?
A Igreja em Zâmbia é o fruto do trabalho dos missionários. Seremos eternamente agradecidos a estes nossos irmãos que abandonaram seus países para vir numa terra distante trazer a Mensagem do Evangelho. Trata-se de um gesto heróico. Muitos missionários morreram em nosso país, e neles nos inspiramos a fim de prosseguir o nosso caminho de fé. Sentimos que fazemos parte da Igreja universal e por isso ouvimos os apelos de Jesus que deseja que proclamemos a sua Mensagem até os confins da terra. Desejamos levar outros ao dom da fé que recebemos através de nossos irmãos. Vivemos a nossa vocação missionária: em Zâmbia, através da colaboração entre as dioceses, como também no exterior, através do envio de nossos sacerdotes ao exterior (também na Europa). A exigência missionária está presente em nossas discussões e nos perguntamos muitas vezes como podemos ser verdadeiros agentes da evangelização.
E neste trabalho as POM têm uma função central...
As POM colaboram com os bispos de Zâmbia na obra de evangelização. Agradeço ao Senhor de ser o diretor das POM porque isso me ajuda a ter uma visão mais ampla dos desafios que a Igreja deve enfrentar. Acredito que no futuro da Igreja católica em Zâmbia: temos numerosas vocações sacerdotais, religiosas e leigas. Devemos fazer com que estas vocações tenham uma formação adequada. É um desafio, mas podemos afirmar que se a messe é grande existe uma abundância de trabalhadores.


Última Alteração: 13:55:00
Fonte: Agência Fides Local:Zâmbia (África)

UM BOM ACORDO


Por ocasião da visita do Presidente Lula ao Vaticano, neste dia 13 de novembro de 2008, foi assinado um ACORDO entre o Brasil e Santa Sé, referente ao estatuto jurídico da Igreja Católica no Brasil, assinalando alguns pontos específicos que implicam o relacionamento concreto entre Igreja e Estado em nosso país.
E´ um fato relevante, que terá amplas repercussões. Para aquilatar sua importância histórica, bastaria lembrar que desde a proclamação da Republica vinha sendo aguardado um documento que servisse de referência básica para identificar e explicitar as relações entre o Estado Brasileiro e a Igreja Católica.
Com o “acordo” que acaba de ser firmado, foi dado um grande passo para embasar com clareza a personalidade jurídica da Igreja Católica no Brasil, e explicitar alguns pontos que mais necessitavam de detalhamentos práticos para o bom relacionamento entre ambas as partes, no pleno respeito da autonomia tanto do Estado Brasileiro como da Igreja Católica.
O “acordo” procurou se restringir ao mínimo, e ao mesmo tempo ao suficiente, na sua abrangência. Esclareça-se que ele não tem as feições de uma “concordata” tradicional, como a grande maioria dos países já tem com a Santa Sé. Uma “concordata” estabelece em detalhes todos os pontos do relacionamento entre Igreja e Estado em determinado país. Não foi esta a opção assumida no Acordo de agora. A intenção de ambas as partes foi limitar o acordo ao mínimo necessário para um tranqüilo e seguro relacionamento jurídico envolvendo as duas partes.
Outra observação importante se refere ao fato de que todos os pontos do acordo estão em conformidade com o que prescreve a Constituição Brasileira, e fazem parte da praxe jurídica já existente. O Acordo vem aglutinar estes pontos em documento único, consolidando-os com sua força jurídica que lhe é conferida pela solenidade do ato celebrado publicamente entre o Brasil e a Santa Sé.
Acrescente-se que este “acordo”, na maneira como foi e está sendo conduzido, obedece aos trâmites da Constituição Brasileira, que confere ao Presidente da República a responsabilidade de celebrar acordos internacionais, e determina que estes acordos sejam ratificados pelo Parlamento Brasileiro. Portanto, a efetivação do Acordo demanda esta providência política muito importante, de ser aprovado pelo Parlamento para que surta definitivamente os seus efeitos.
Neste sentido, convém divulgar seu conteúdo, para que todos possam se dar conta da sua conformidade com a Constituição Brasileira, e da sua conveniência política. Pois mesmo se referindo especificamente às relações entre a Igreja Católica e o Estado Brasileiro, esse Acordo é de interesse público para todos. Em primeiro lugar para o próprio Estado Brasileiro, que assim finalmente tem um parâmetro claro para definir suas relações com qualquer Igreja. Seja para a sociedade que pode ter mais clareza da consistência jurídica da Igreja Católica. Como, evidentemente, para a própria Igreja Católica, que finalmente passa a ter melhor clareza sobre o reconhecimento público de sua personalidade jurídica expressa em documento adequado e solene.
Aliás, o ponto central do Acordo que acaba de ser assinado está, exatamente, na definição clara da personalidade jurídica da Igreja Católica no Brasil, que esteve presente desde o início da formação da nacionalidade brasileira, e continua presente com tanta capilaridade no território brasileiro como nenhuma outra instituição existente no país. Comparando, é como se um indivíduo finalmente conseguisse o CIC ou RG que atesta sua existência jurídica. Tardou, mas este documento é agora resgatado, não de maneira fragmentada e esparsa em praxes jurídicas recolhidas episodicamente, mas condensado em documento único, que permanecerá como referência clara para todo o ordenamento jurídico implicado em seu conteúdo.
A assinatura deste acordo é um fato relevante, a ser saudado por todos como expressão da maturidade política da República Federativa do Brasil e da responsabilidade pública da Igreja Católica em nosso país.
(http://www.diocesedejales.org.br/)

quinta-feira, 13 de novembro de 2008

ERA UMA VEZ


Era uma vez uma menina que tinha como seu melhor amigo um pássaro encantado. Ele era encantado por várias razões. Primeiro, porque ele não vivia em gaiolas, vivia solto, vinha quando queria, vinha porque a amava. Segundo, porque sempre que voltava suas penas tinham cores diferentes, as cores dos lugares por onde tinha voado. Certa vez, voltou com penas imaculadas brancas, e ele contou estórias de montanhas cobertas de neve. Outra vez, suas penas estavam vermelhas, e ele contou estórias de desertos incendiados pelo sol. Era grande a felicidade quando eles estavam juntos. Mas sempre chegava a momento quando o pássaro dizia: "Tenho que partir". A menina chorava e implorava "Por favor, não vá. Fico triste. Terei saudades. Vou chorar..." "Eu terei saudades também", dizia o pássaro "Eu também vou chorar. Mas vou lhe contar um segredo: eu sou encantado por causa da saudade". "É a tristeza da saudade que faz com que minhas penas fiquem bonitas. Se eu não for, não haverá saudade. Eu deixarei de ser um pássaro encantado e, talvez você deixará de me amar". E partiu... A menina sozinha, chorava. E foi numa noite de saudade, que ela teve uma idéia: "Se o pássaro não puder partir ele ficará. Se ele ficar, seremos felizes para sempre. E para ele não partir basta que eu o prenda numa gaiola". Assim, aconteceu, a menina comprou uma gaiola de prata, a mais linda que ela pode encontrar. Quando o pássaro voltou eles se abraçaram, ele contou estórias e adormeceu. A menina aproveitando-se do seu sono, o engaiolou... Quando o pássaro acordou ele deu um grito de dor. "Ah, menina o que você fez? Quebrou-se o encanto. Muitas penas transformaram-se em um cinzento triste. E veio o silêncio. Deixou de cantar. Também a menina entristeceu. Não era mais aquele pássaro que ela tanto amava. E de noite chorava, pensando naquilo que havia feito aos seu amigo... Até que não mais agüentou. Abriu a porta da gaiola. "Pode ir pássaro" ela disse: "Volte quando quiser..." "Obrigado menina" disse o pássaro, irei e voltarei quando ficar encantado de novo. E você sabe: ficarei encantado de novo quando a saudade voltar dentro de mim e dentro de você. Quantas vezes em algum determinado momento, aprisionamos a quem amamos, pensando que estamos fazendo o melhor. Pense... Muitas vezes, deixar livre é uma forma singela de ver voltar... QUE VOCÊ SAIBA DIRECIONAR O SEU AMOR DE FORMA A NÃO PRENDER... MAS DE FORMA A CONQUISTAR!!!

O PROPOSITO DE DEUS


“Não tenham medo daqueles que matam o corpo, mas não podem matar a alma. Pelo contrário, tenham medo daquele que pode arruinar a alma e o corpo no inferno! Não se vendem dois pardais por alguns trocados? No entanto, nenhum deles cai no chão sem o consentimento do Pai de vocês. Quanto a vocês, até os cabelos da cabeça estão todos contados. ” (Mt 10, 28-30)
Somos propriedade de Deus, nossa vida e nosso coração devem estar consagrado a Ele diariamente. Ele permite todas as coisas e sabe o que realmente é melhor para nós. Muitas vezes vivenciamos situações que fogem por completo do nosso controle, não compreendemos e nos questionamos sobre o que fazer. Porém, quando estamos caminhado com Cristo, temos a certeza de que nada acontece sem o seu consentimento e que em tudo Ele tem um propósito.
Caminhar desta forma nos dá maior força para percebermos que nossas lágrimas são diamantes para Deus e nossa fé é essencial para acreditarmos que em meio a tudo que Deus permito, existe um fim sagrado. Porém precisamos ficar atentos ao que nos afasta de Deus, pois Ele deve ser a essência da nossa caminhada e o verdadeiro motivo para suportarmos a adversidades do mundo.
O mundo não quer nossa felicidade em Cristo, mas sim a falsa felicidade pautada no bem-estar a qualquer custo. Nós, como conhecedores da Palavra, precisamos ir além do hoje, precisamos caminhar rumo ao céu, rumo à morada santa que Deus reserva para nós. Tendo esta meta de salvação, podemos perceber as grandes maravilhas que Deus pelos olhos da fé.
Se hoje nada está como imaginávamos ou se num piscar de olhos tudo fugiu do seu controle, esteja perto de Deus, busque o discernimento para avaliar o que Deus tem permitido e mesmo que não entendamos, busquemos n’Ele o consolo para que ao tempo certo tudo seja feito de para o nosso bem e nossa santificação.
Acreditemos juntos na ação de Deus em nossa vida e mesmo que venha a tempestade, busquemos o porto seguro do coração de Jesus

JESUS A PORTA CERTA PARA SALVAÇÃO


“Jesus tornou a dizer-lhes: Em verdade, em verdade vos digo: eu sou a porta das ovelhas. Todos quantos vieram antes de mim foram ladrões e salteadores, mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou a porta. Se alguém entrar por mim será salvo; tanto entrará como sairá e encontrará pastagem. O ladrão não vem senão para furtar, matar e destruir. Eu vim para que as ovelhas tenham vida e para que a tenham em abundância.” (Jo 10, 7-10)
A porta do cercado que prende as ovelhas tanto pode ser o ponto de entrada, como o ponto de saída. O cercado é sinal de proteção e de cuidado e neste contexto hoje podemos nos imaginar como sendo as ovelhas que recebem o cuidado de Deus. Quando estamos com Ele e entramos por Ele para ficarmos aos seus cuidados estaremos protegidos e em tudo Ele proverá. Até nossa saida, quando é feita por Ele e através d’Ele é para que encontremos alimentos.
De repente me vejo numa situação de um retiro espiritual ou de uma celebração da missa, quando eu realmente me sinto abastecido do amor de Deus em sua plenitude, é como se estivesse me preparando para sair e levar o “alimento” às ovelhas desgarradas. Porém, quando a gente sai é preciso que fique de olho na porta para que não percamos a essência e o motivo pelo qual estamos fora do cercado. Quando ficamos de olho na porta, saberemos a hora em que Ele nos permitirá entrar novamente e buscar auxilio e proteção.
Existem muitas situações que tentam fazer com que não tenhamos em vista a porta que é Jesus, desta forma seremos as ovelhas desgarradas, mas o bom pastor já deu a vida por nós e quer que continuemos buscando o caminho de volta.
Mesmo que as coisas difíceis aconteçam, precisamos confiar na “pastagem” que Deus reserva para nós, n’Ele temos vida e vida em abundância.
Um bom final de semana para todos e que o Senhor seja realmente a nossa segurança e que n’Ele tenhamos a verdadeira proteção.
Obrigado, Senhor por Tua providência e por Tua misericórdia para conosco.

O QUE QUERO SER PARA JESUS


a “Jesus perguntou àquele que tinha falado: Quem é minha mãe e quem são meus irmãos? E, estendendo a mão para os discípulos, Jesus disse: Aqui estão minha mãe e meus irmãos, pois todo aquele que faz a vontade do meu Pai que está no céu, esse é meu irmão, minha irmã e minha mãe.” (Mt 12, 48-50)
O que queremos ser de Jesus? Queremos ser colegas, conhecidos, trabalhadores, espectadores, irmãos? O que Maria quis ser de Jesus? Barriga de aluguel, uma incubadora ou a mãe? O que os discípulos quiseram ser de Jesus? O que eu e você queremos ser enfim?
Se quisermos ser colegas de alguém, é muito simples: precisamos apenas ligar de vez em quando, dizer como estamos de maneira superficial, saber como a pessoa está e se der, podemos visitá-la qualquer dia desses; para sermos conhecidos também é fácil, só basta cumprimentar ao ver, tentar lembrar de onde é mesmo que nós conhecemos, mas não forçar muito a mente, pois certamente teremos coisas mais importantes para pensar; já o trabalhador, trabalha apenas, recebe seu salário e vai viver sua vida, de vez em quando, porém, faz hora extra, mas cobra por isso, pois “deixou de viver” para servir; ser espectador é mais fácil ainda basta assistirmos o que a pessoa tem para mostrar e admirar, questionar ou criticar, então pronto é só voltar para o seu mundinho.
Da mesma forma como atuamos com as pessoas, podemos ser com Jesus, ele nos dá a opção de liberdade para agirmos. Porém ele nos diz claramente que “os que fazem a vontade do Pai” são seus irmãos, irmãs e mãe. Muitos preferem interpretar que Jesus rejeita Maria, mas como rejeitar aquela que mais fez a vontade do Pai? Afinal, com o seu sim, Maria escolheu ser a mãe de Deus e realmente é a mãe de Deus e da humanidade. E se nós queremos fazer a vontade do Pai e sermos irmãos de Jesus, a que mais fez Sua vontade, Maria, e se tornou sua mãe, certamente é nossa também.
A vontade de Jesus é que sejamos mais que amigos, mais que servos, quer que sejamos seus irmãos e façamos a vontade do Pai. Precisamos lutar para que esta realidade seja espontânea em nossa vida. Quero deixar claro a minha posição de busca, pois tenho buscado cada dia mais viver e fazer a vontade do Pai. Não é tão simples quanto parece, mas eu estou tentando e quero levar esse amor de Pai e de amigo que sinto.
Senhor entrego em tuas mãos a vida de cada um que lê hoje essa partilha e peço que venhas fazer a tua vontade na vida de todos. Peço que tenha misericórdia de nossas faltas e nos ensine e estar mais próximos de Ti. Eu te louvo e te bendigo pelos grandes milagres que fazes em nossa e que não percebemos, peço pelos que sofrem com a fome, com a miséria, com a violência e a injustiça. Como filhos que querem fazer a vontade do Pai, queremos nos espelhar em quem já o fez: como Maria, os apóstolos e tantos homens e mulheres que vivem por Ti e para Ti.
Glórias e louvores ao Deus que nos ama e nos quer felizes.

O TRAJE CERTO PARA FESTA


Quando o rei entrou para ver os convidados, observou aí alguém que não estava usando o traje de festa. E lhe perguntou: ‘Amigo, como foi que você entrou aqui sem o traje de festa?’ Mas o homem nada respondeu. Então o rei disse aos que serviam: ‘Amarrem os pés e as mãos desse homem, e o joguem fora na escuridão. Aí haverá choro e ranger de dentes’. Porque muitos são chamados, e poucos são escolhidos.” (Mt 22, 11-14)
Diariamente somos convidados a fazer parte do banquete de Deus e várias podem ser as nossas respostas. Podemos simplesmente ignorar o convite, podemos nos preparar de última hora, ou podemos tentar entrar de “penetras” sem os trajes adequados. Às vezes até pensamos que estamos “vestidos” adequadamente. Mas daí, o Senhor me coloca um questionamento: qual o “traje” que tenho colocado em minha vida, em minha alma? Este traje é digno de um banquete com O Rei? O que tem vestido minha alma, amor, caridade, fé ou dinheiro, arrogânica, pecado? O Rei sabe exatamente quem está ou não preparado para o grande dia e o convite nos é dado a cada nascer do sol, a cada respirar. Temos nos preparado ou não? Eu poderia ser bem enfático dizendo que ”o fim está próximo” ou chantageando, mas este sentimento de chamado deve partir do nosso coração, pois é o coração que Deus vê e de acordo com a importância que damos ao convite é que estaremos nos preparando devidamente. E a preparação é um caminho que deve ser trilhado com paciência, por isso chamamos de caminhada e ela muitas vezes é árdua, mas o prêmio é bem maior e mais gratificante. Portanto, convido você a refletir sobre como vc tem revestido sua vida. Que traje temos usado? Muitos são chamados, e você quer ser um escolhido? Então prepare-se para o banquete… Bom dia!