FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 18 de setembro de 2008

É MARAVILHOSO


SENHOR, hoje venho aqui p/ agradecer...
Agradecer as ricas bênçãos que tens derramado em minha vida.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que não sou um produto do acaso, mas que fui criada por Ti e que tens planos p/ mim.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que, mesmo sendo fraca e limitada, sou amada, querida e aceita por Ti, como serva e obreira nesta grande seara.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que naqueles momentos quando o consolo humano é falho, o teu Espírito me consola, conforta e vivifica.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que posso depositar os meus anseios, dificuldades e problemas em Ti e que, assim tudo se torna mais fácil de aceitar e assumir.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que não tens limites, nem tempo, nem espaço e, em meio a esta grandiosidade, me encontro eu, (um grão de areia, que c/ apenas um sopro teu, sumiria), no entanto me conservas como "a menina dos teus olhos", segundo a tua Palavra.
É MARAVILHOSO, SENHOR, saber que só Tu podes dar a vida, mas eu posso transmitir aos outros a alegria de viver.
Alegria, que, através de Ti, eu posso sentir e distribuir àquelas vidas que não conhecem a verdadeira alegria do teu Espírito.
Por isso hoje, venho te agradecer e dizer tbém:
"É MARAVILHOSO, SENHOR, TER TÃO POUCO A PEDIR E TANTO A AGRADECER!"

ORAÇÃO A JESUS CRISTO EUCARISTIA


1. Deus, nosso Pai, nós acreditamos que és o Criador de todas as coisas e que vieste junto de nós no rosto do teu Filho, concebido de Maria Virgem, por obra do Espírito Santo, feito um de nós e penhor de vida eterna.
2. Acreditamos, Pai providente, que, pela força do teu Espírito, o pão e o vinho se transformam no Corpo e Sangue do teu Filho, flor de farinha que alivia a fome do caminho.
3. Acreditamos, Senhor Jesus, que a tua Encarnação se prolonga na semente do teu Corpo Eucaristia, para dares de comer aos famintos de luz e de verdade, de amor e de perdão, de graça e de salvação.
4. Acreditamos que, na Eucaristia, Te prolongas na história, para alentar a fraqueza do peregrino e o sonho de quem anseia dar fruto em seu trabalho. Sabemos que em Belém, «casa do Pão», o Pai Eterno preparou, no ventre da Virgem Maria, o pão que Ele oferece aos que têm fome de infinito.
5. Acreditamos, Jesus Eucaristia, que estás real e verdadeiramente presente no pão e no vinho consagrados, prolongando a tua presença salvadora e oferecendo às tuas ovelhas pastagens abundantes e águas puras.
6. Acreditamos que os olhos se enganam ao ver o pão e a nossa língua ao provar o vinho, porque aí Tu estás na plenitude do teu ser, oferecido em sacrifício e dando vida ao mundo sempre saudoso do paraíso.
7. Naquela noite, no Cenáculo, ao tomares, Senhor, o pão e o vinho nas tuas mãos,
estavas a oferecê-los a todos, pelos séculos sem fim.
8. Contigo, Cordeiro da Aliança, se elevam em cada altar, em que Te ofereces ao Pai,
os frutos da terra e do trabalho do homem, a vida do crente, a dúvida de quem procura, o sorriso das crianças, os projetos dos jovens, a dor dos que sofrem e a oferenda de quem dá e se dá aos seus irmãos.
9. Acreditamos, Senhor Jesus, que a tua bondade preparou uma mesa para o grande e o pequeno, em que todos nos tornamos irmãos até darmos a vida uns pelos outros
como Tu a deste por nós.
10. Acreditamos, Jesus, que sobre o altar do teu sacrifício, se enche de força a nossa carne fraca que não responde sempre aos desejos do espírito,
mas que tu transformarás à imagem do teu corpo.
11. Acreditamos que, na mesa preparada para todos, sempre haverá lugar para quem procura, um espaço para o excluído da sociedade,
porque nela superas os sinais de morte, inaugurando novos céus e uma nova terra.
12. Acreditamos, Jesus, que não deixaste sós os teus irmãos: permaneces discreto no sacrário da consciência e no pão e no vinho da tua mesa, como luz e força do cansado peregrino.
13. Acreditamos, finalmente, que no começo do Terceiro Milênio, te convertes em companheiro de caminho. «Faz-te ao largo!», é este o lema, nesta hora da tua Igreja,
para construirmos, cheios de esperança, uma nova etapa da nossa história.
14. Nós Te damos graças, Jesus Eucaristia,
por nos impelires a uma nova evangelização alentada por Ti.
Que a tua Mãe acompanhe os que aceitam viver e anunciar a tua Palavra,
e que a sua intercessão torne fecunda a tua semente.
Amém.
Cardeal João Sandoval Iñiguez
Arcebispo de Guadalajara

A FORMIGA CARREGADEIRA


Eis que os olhos do Senhor estão sobre os que o temem, sobre os que esperam na sua benignidade, para os livrar da morte, e para os conservar vivos na fome. A nossa alma espera no Senhor; ele é o nosso auxílio e o nosso escudo. Pois nele se alegra o nosso coração, porquanto temos confiado no seu santo nome. Seja a tua benignidade, Senhor, sobre nós, assim como em ti esperamos. (Salmos 33, 18-22)

Quando criança, costumava brincar de esconde-esconde com meus amigos da vizinhança. No entanto, eu nunca tinha paciência suficiente para ficar escondido por muito tempo em algum canto, esperando que me achassem. Logo cansava, revelando-me, e (é claro!), sendo perdedor na brincadeira.



Uma vez, porém, escondi-me entre uma árvore e um muro. Foi quando percebi a presença de uma pequena formiga, que insistentemente tentava escalar o muro, carregando com ela um pedaço de folha que era muito maior que seu próprio corpo.



Comecei então a contar quantas vezes ela caía, voltava ao ponto inicial, pegava a folha novamente e, então, retomava sua escalada. Foram setenta e sete vezes até que ela, finalmente, chegou com a folha no topo do muro. Nunca mais esqueci aquela cena, que, além de me ensinar muito sobre o valor da persistência, fez-me ganhar no esconde-esconde pela primeira vez (e fiquei tão bom naquela brincadeira que, em pouco tempo, ninguém mais queria brincar daquilo comigo!).
Hoje, adulto, percebo que é a perseverança que revela a fé genuína. A Bíblia diz que “aquele que perseverar até o fim, esse será salvo” (Marcos 13, 13). E Jesus nos ensina que “devemos orar sempre, sem esmorecer” (Lucas 18, 1).

Agora, leia este parágrafo com a maior atenção: a oração que toma como motivo para desânimo o fato de preces passadas não terem sido atendidas, já deixou de ser uma oração de fé. Para uma real oração de fé, a ausência de resposta é somente uma evidência de que o momento dessa resposta está muito mais próximo.
Ficou entendido? São Mateus sintetiza isso da seguinte maneira: “pedi, e dar-se-vos-á; buscai, e achareis; batei e abrir-se-vos-á.” (Mateus 7, 7). Se o Senhor está nos fazendo esperar, devemos mencionar o assunto a Ele outra vez, mas façamo-lo sempre como alguém que está crendo. Devemos “orar sem cessar” (1 Tessalonicenses 5, 17), de tal modo a nunca perdermos a fé, mas crescermos na fé; e “devemos sempre dar graças por tudo a Deus, nosso Pai, em nome de nosso Senhor Jesus Cristo” (Efésios 5, 20), pois Ele é o Criador de tudo e de todos, e através do Espírito Santo, que é o Consolador, jamais falha. Como diz a Bíblia, “espera no Senhor, anima-te e Ele fortalecerá o teu coração” (Salmos 27, 14). O verdadeiro poder da oração vem daquele que persevera, que insiste na petição e a renova a todo instante, tomando forças a partir da sua oração anterior.
Oração e perseverança devem estar sempre juntas; e louvor a Deus, sempre presente. Orar é como fazer algum esporte: se um atleta passa um único dia sem praticar, já nota a diferença. A perfeição só vem através do exercício permanente. Se um nadador deixar de praticar, sabemos qual será o resultado.
Devemos exercer nossa prática religiosa com o mesmo espírito dos esportistas, e seguindo o belo exemplo da formiga carregadeira: Só assim caminharemos para a perfeição, e só assim começaremos a vencer, pois àqueles que perseveram, Deus lhes promete vitória (veja Filipenses 3, 13-14).

A FÉ REMOVE MONTANHAS


"Ao que Jesus lhes disse:
Tende fé em Deus;
porque em verdade vos afirmo que,
se alguém disser a este monte:
Ergue-te e lança-te no mar,
e não duvidar no seu coração,
mas crer que se fará o que diz,
assim será com ele.
Por isso, vos digo
que tudo quanto em oração pedirdes,
crede que recebestes,
e será assim convosco"
(Mc 11.22-24).


Os membros de uma pequena igreja nas montanhas de Great Smoky (EUA) construíram um novo prédio em um terreno que haviam recebido por doação. Dez dias antes da inauguração, o inspetor de obras da localidade informou ao pastor que o estacionamento era insuficiente para o tamanho do prédio. Se a igreja não dobrasse o tamanho do estacionamento, não poderia usar o salão. Infelizmente, a igreja já havia ocupado cada polegada do escasso terreno, com exceção da colina que ficava atrás do prédio. Para criar mais vagas no estacionamento, seria necessário remover a colina.
Na manhã do domingo seguinte o pastor anunciou corajosamente que de tardezinha queria reunir-se com todos os membros da igreja que tivessem "fé para remover montanhas". Eles fariam uma corrente de oração para pedir a Deus que removesse a colina e providenciasse o dinheiro suficiente para asfaltar o estacionamento antes da inauguração no domingo seguinte.



No horário combinado reuniram-se para orar 24 dos 300 membros da igreja. Eles oraram no topo da colina durante várias horas. Às 22 horas o pastor disse o último "Amém". "Conforme está planejado, inauguraremos o salão no próximo domingo", garantiu ele. "Deus nunca nos abandonou, e creio que também desta vez Ele será fiel".
Na manhã seguinte, quando estava trabalhando em seu gabinete, alguém bateu com força na porta. Ao responder "entre!", apareceu um empreiteiro de aspecto rude, que tirou seu capacete. "Desculpe, pastor, sou da empreiteira de obras da localidade vizinha. Estamos construindo um enorme centro de compras e precisamos de terra. O senhor estaria disposto a nos vender uma parte da colina que fica atrás da igreja? Nós pagaremos a terra que tirarmos e asfaltaremos gratuitamente o espaço vazio, desde que possamos dispor da terra imediatamente. Não podemos continuar com a construção do shopping antes que a terra esteja depositada no local e suficientemente compactada".
O novo salão foi inaugurado no domingo seguinte como tinha sido planejado, e no evento de abertura estavam presentes muito mais membros "com fé para remover montanhas" do que na semana anterior.

Seja sincero:

Você teria participado daquela reunião de oração?
Algumas pessoas dizem que a fé é produzida pelos milagres.
Mas outras sabem: milagres resultam da fé!

A CARTEIRA ( UMA HISTÓRIA DE PAIXÃO VERDADEIRA )


Eu retornava para casa, em um dia muito frio, quando tropecei em uma carteira.



Procurei por ‘algum meio’ de identificar o dono. Mas a carteira só continha três dólares e uma carta amassada, que parecia ter ficado ali por muitos anos. No envelope, muito sujo, a única coisa legível era o endereço do remetente. Comecei a ler a carta tentando achar alguma dica. Então eu vi pelo cabeçalho que ela tinha sido escrita há quase sessenta anos atrás. A letra era bonita e feminina, em tinta azul claro, e no canto esquerdo do papel havia uma flor. A carta dizia que sua mãe a havia proibido de se encontrar com Michael mas ela escrevia a carta para dizer que sempre o amaria. Assinado... Hannah.
Era uma carta bonita, mas não havia nenhum modo, com exceção do nome Michael, de identificar o dono. Entrei em contato com a companhia telefônica, expliquei o problema ao operador e lhe pedi o número do telefone no endereço que havia no envelope. O operador disse que havia um telefone mas não poderia me dar o número. Por sua própria sugestão, entrou em contato com o número, explicou a situação e fez uma conexão daquele telefone comigo. Eu perguntei à senhora do outro lado, se ela conhecia alguém chamada Hannah. Ela ofegou e respondeu:
_ "Oh! Nós compramos esta casa de uma família que tinha uma filha chamada Hannah. Mas isto foi há 30 anos!"
_ "E você saberia onde aquela família pode ser localizada agora?", eu perguntei.
_ "Do que me lembro, aquela Hannah teve que colocar sua mãe em um asilo alguns anos atrás", disse a mulher. "Talvez se você entrar em contato eles possam informar".
Ela me deu o nome do asilo e eu liguei. Eles me contaram que a velha senhora tinha falecido alguns anos atrás, mas eles tinham um número de telefone onde acreditavam que a filha poderia estar vivendo. Eu lhes agradeci e telefonei. A mulher que respondeu explicou que aquela Hannah estava morando agora em um asilo. A coisa toda começa a parecer estúpida, pensei comigo mesmo. Para que estava fazendo aquele movimento todo só para achar o dono de uma carteira que tinha apenas três dólares e uma carta com quase 60 anos? Apesar disso, liguei para o asilo no qual era suposto que Hannah estava vivendo e o homem que atendeu me falou:
_ "Sim, a Hannah está morando conosco."
Embora já passasse das 10 da noite, eu perguntei se poderia ir para vê-la.
_ "Bem", ele disse hesitante, "se você quiser se arriscar, ela poderá estar na sala assistindo a televisão".
Eu agradeci e corri para o asilo. A enfermeira noturna e um guarda me cumprimentaram à porta. Fomos até o terceiro andar. Na sala, a enfermeira me apresentou a Hannah. Era uma doçura, cabelo prateado com um sorriso calmo e um brilho no olhar. Falei a ela sobre a carteira e mostrei-lhe a carta. Assim que viu o papel de carta com aquela pequena flor à esquerda, ela respirou fundo e disse:
_ "Esta carta foi o último contato que tive com Michael."
Ela pausou um momento em pensamento e então disse suavemente:
_ "Eu o amei muito. Mas na ocasião eu tinha só 16 anos e minha mãe achava que eu era muito jovem. Oh, ele era tão bonito... Ele se parecia com Sean Connery, o ator."
_ "Sim", ela continuou, "Michael Goldstein era uma pessoa maravilhosa. Se você o achar, lhe fale que eu penso freqüentemente nele. E..." ela hesitou por um momento, e quase mordendo o lábio, " fale para ele que eu ainda o amo. Você sabe...", ela disse sorrindo com lágrimas que começaram a rolar em seus olhos, "eu nunca me casei. Eu jamais encontrei alguém que correspondesse ao Michael."




Eu agradeci a Hannah e disse adeus. Quando passava pela porta da saída, o guarda perguntou:
_ "A velha senhora conseguiu lhe ajudar?"
_ "Pelo menos agora eu tenho um sobrenome. Mas eu acho que vou deixar isto para depois. Eu passei quase o dia inteiro tentando achar o dono desta carteira".
Quando o guarda viu a carteira, ele disse:
_ "Ei, espere um minuto! Isto é a carteira do Sr. Goldstein. Eu a reconheceria em qualquer lugar. Ele está sempre perdendo a carteira. Eu devo tê-la achado pelos corredores ao menos três vezes."
_ "Quem é Sr. Goldstein?", eu perguntei com minha mão começando a tremer.
_ "Ele é um dos idosos do oitavo andar. Isso é a carteira de Mike Goldstein, sem dúvida. Ele deve ter perdido em um de seus passeios."
Agradeci o guarda, corri ao escritório da enfermeira e lhe falei sobre o que o guarda tinha dito. Nós voltamos para o elevador e subimos. No oitavo andar, a enfermeira disse:
_ "Acho que ele ainda está acordado. Ele gosta de ler à noite. Ele é um homem bem velho."
Fomos até o único quarto que ainda tinha luz e havia um homem lendo um livro. A enfermeira foi até ele e perguntou se ele tinha perdido a carteira. O Sr. Goldstein olhou com surpresa, pondo a mão no bolso de trás e disse:
_ "Oh, está perdida!"
_ "Este amável cavalheiro achou uma carteira e nós queremos saber se é sua?"
Entreguei a carteira ao Sr. Goldstein, ele sorriu com alívio e disse:
_ "Sim, é minha! Devo ter derrubado hoje a tarde. Eu quero lhe dar uma recompensa."
_ "Não, obrigado", eu disse. "Mas eu tenho que lhe contar algo. Eu li a carta na esperança de descobrir o dono da carteira".
O sorriso em seu rosto desapareceu de repente.
_ "Você leu a carta?"
_ "Não só li, como eu acho que sei onde a Hannah está".
Ele ficou pálido de repente.
_ "Hannah? Você sabe onde ela está? Como ela está? É ainda tão bonita quanto era? Por favor, por favor me fale", ele implorou.
_ "Ela está bem... É bonita da mesma maneira como quando o senhor a conheceu", eu disse suavemente.
O homem sorriu e perguntou:
_ "Você pode me falar onde ela está? Quero chamá-la amanhã mesmo." Ele agarrou minha mão e disse: "Eu estava tão apaixonado por aquela menina que quando aquela carta chegou, minha vida literalmente terminou. Eu nunca me casei. Eu sempre a amei."
_ "Sr. Goldstein", eu disse, "Venha comigo."
Fomos de elevador até o terceiro andar. Atravessamos o corredor até a sala onde Hannah estava assistindo televisão. A enfermeira caminhou até ela, "Hannah..." ela disse suavemente, enquanto apontava para Michael que estava esperando comigo na entrada.
_ "...Você conhece este homem?"
Ela ajeitou os óculos, olhou por um momento, mas não disse uma palavra.
Michael disse suavemente, quase em um sussurro:
_"Hannah, é o Michael. Lembra-se de mim?"
_ "Michael! Eu não acredito nisto! Michael! É você! Meu Michael!"
Ele caminhou lentamente até ela e se abraçaram. A enfermeira e eu partimos com lágrimas rolando em nossas faces.
_ "Veja...", eu disse. "...Veja como o bom Deus trabalha! Se tem que ser, será!".
Aproximadamente três semanas depois eu recebi uma chamada do asilo em meu escritório.
_ "Você pode vir no domingo para assistir a um casamento? O Michael e Hannah vão se amarrar"!
Foi um casamento bonito, com todas as pessoas do asilo devidamente vestidos para a celebração. Hannah usou um vestido bege claro e bonito. Michael usou um terno azul escuro. O hospital lhes deu o próprio quarto e se você sempre quis ver uma noiva com 76 anos e um noivo com 79 anos agindo como dois adolescentes, você tinha que ver este par. Um final perfeito para um caso de amor que tinha durado quase 60 anos.

A DISTANCIA DE UMA ORAÇÃO


De maneira alguma te deixarei,
nunca jamais te abandonarei"
(Hebreus 13:5).


Se você colocar um falcão em um cercado de um metro quadrado e inteiramente aberto por cima, o pássaro, apesar de sua habilidade para o vôo, será um prisioneiro. A razão é que um falcão sempre começa seu vôo com uma pequena corrida em terra. Sem espaço para correr, nem mesmo tentará voar e permanecerá um prisioneiro pelo resto da vida, nessa pequena cadeia sem teto.



O morcego, criatura notavelmente ágil no ar, não pode sair de um lugar nivelado. Se for colocado em um piso complemente plano, tudo que ele conseguirá fazer é andar de forma confusa, dolorosa, procurando alguma ligeira elevação de onde possa se lançar. Um zangão, se cair em um pote aberto, ficará lá até morrer ou ser removido. Ele não vê a saída no alto, por isso, persiste em tentar sair pelos lados, próximo ao fundo. Procurará uma maneira de sair onde não existe nenhuma, até que se destrua completamente, de tanto atirar-se contra o fundo do vidro.
Existem pessoas como o falcão, o morcego e o zangão: atiram-se obstinadamente contra os obstáculos, sem perceber que a saída está logo acima. Se você está como um zangão, um morcego ou um falcão, cercado de problemas por todos os lados, olhe para cima!
E lá estará DEUS, pronto para ajudar, à distância apenas de uma oração...



“Busquei ao Senhor, e ele me respondeu,
e de todos os meus temores me livrou.

Olhai para ele, e sede iluminados;
e os vossos rostos jamais serão confundidos.

Clamou este pobre, e o Senhor o ouviu,
e o livrou de todas as suas angústias.

O anjo do Senhor acampa-se
ao redor dos que o respeitam, e os livra.

Provai, e vede que o Senhor é bom
bem-aventurado o homem que nele se refugia.

Respeitai ao Senhor, vós, seus santos,
porque nada falta aos que o respeitam.

Os leõezinhos necessitam e sofrem fome,
mas àqueles que buscam ao Senhor,
bem algum lhes faltará.

Vinde, filhos, ouvi-me;
eu vos ensinarei o respeito do Senhor”

A AVÓ DE JESSICA ( UMA VIDA DE AMOR )


O que o homem semear, isso colherá.
(Gálatas 6:7)


Quando Jéssica veio ao mundo, trazia a cabeça amassada e os traços deformados, devido ao parto difícil vivido por sua mãe. Todos a olhavam e faziam careta, dizendo que ela se parecia com um lutador de box espancado. Todos tinham a mesma reação, menos a sua avó. Quando a viu, a tomou nos braços, e seus olhos brilharam. Olhou para aquele bebê, sua primeira netinha e, emocionada, falou: “linda!”. No transcorrer do desenvolvimento daquela sua primeira netinha, ela estaria sempre presente. E um amor mútuo, profundo, passou a ser compartilhado.
Anos depois, quando a avó de Jéssica foi diagnosticada como possuindo o Mal de Alzheimer, toda a família se tornou especialista no assunto. Parecia que, aos poucos, a vózinha ia se despedindo. Ou eles a estavam perdendo. Começou a falar em fragmentos. Depois, o número de palavras foi ficando sempre menor, até não dizer mais nada. Uma semana antes de morrer, seu corpo perdeu todas as funções vitais e ela foi removida, a conselho médico, para uma clínica de doentes terminais. Jéssica insistiu para ir vê-la. Ela entrou no quarto onde a avó estava e a viu deitada na cama, com seus óculos ao rosto, embora estes já não lhe servissem mais, pois ela não conseguia abrir os olhos.
O corpo estava debilitado, a boca entreaberta e mole. Uma grande dose de morfina a mantinha adormecida. Lentamente, Jéssica se sentou à sua frente. Tomou a sua mão esquerda e a segurou. Afastou daquele rosto amado uma mecha de cabelos brancos e ficou ali, sentada, sem se mover, incapaz de dizer coisa alguma.



Desejava falar, mas a tristeza que a dominava era tamanha, que não a conseguia controlar. Então, aconteceu... A mão da avó foi se fechando em torno da mão da neta, apertando mais e mais. O que parecia ser um pequeno gemido se transformou em um som, e de sua boca saiu uma palavra: “Jéssica”. A garota tremeu. O seu nome. A avó tinha quatro filhos, dois genros, uma nora e seis netos. Como ela sabia que era ela?
Naquele momento, a impressão que Jéssica teve foi que um filme era exibido em sua cabeça. Viu e reviu sua avó nos 14 recitais de dança em que ela se apresentou. Viu-a sapateando na cozinha, com ela. Brincando com os netos, enquanto os demais adultos faziam a ceia na sala grande. Viu-a, sentada ao seu lado, no Natal, admirando a árvore decorada com enfeites luminosos. Então Jéssica olhou para a avó, ali, e vendo em que se transformara aquela mulher, sua garganta ficou apertada, e ela chorou.
Deu-se conta que ela não assistiria ao seu último recital de dança, nem voltaria a torcer com ela no próximo campeonato mundial de futebol. Nunca mais poderia se sentar a seu lado, para admirar a árvore de Natal. Não a veria toda arrumada para o baile de sua formatura, ao final daquele ano. Não estaria presente no seu casamento, nem quando seu primeiro filho nascesse. As lágrimas corriam abundantes pela sua face. Acima de tudo, chorava porque finalmente compreendia a história que haviam lhe contado: de como a avó havia se sentido no dia em que ela nascera.
A avó olhara ‘através’ da sua aparência, enxergara ‘lá dentro’, e vira uma vida. Então, lentamente, Jéssica soltou a mão da avó e enxugou as lágrimas que molhavam o seu rosto. Ficou de pé, inclinou-se para a frente e a beijou. Num sussurro, disse para a avó: “linda!”.

O amor... não é invejoso;
o amor não se vangloria, não se ensoberbece...
não busca os seus próprios interesses...
não suspeita mal;
não se regozija com a injustiça,
mas se regozija com a verdade;
tudo sofre, tudo crê,
tudo espera, tudo suporta.

O amor jamais acaba.

Porque agora vemos como por espelho, em enigma,
mas então veremos face a face;
agora conheço em parte, mas então conhecerei plenamente,
como também sou plenamente conhecido.

Agora, pois, permanecem
a fé, a esperança, o amor, estes três;
mas o maior destes é o amor.

(I Corintios 13