FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 4 de setembro de 2008

RAZÃO, CORAÇÃO E FÉ


João Heliofar de Jesus Villar

Quem leu a revista Veja, edição de 18 de junho, encontrou a entrevista do matemático John Allen Paulos, que escreveu o livro Irreligion, para demonstrar que os argumentos clássicos que sustentam a existência de Deus são absolutamente inconsistentes do ponto de vista lógico. Nas respostas dadas nas páginas amarelas, ele garante que se as pessoas gostassem mais de matemática, “pensariam com mais rigor. Isso faria com que pusessem suas crenças em xeque”.

A opinião do matemático é interessante, porque reflete uma concepção comum no meio acadêmico: a de que a fé normalmente é filha da falta de reflexão intelectual mais madura. Houvesse maior rigor lógico no pensamento da massa, a fé tenderia a desaparecer.

Esse ponto de vista de que o crente não pensa com rigor, e só por isso permanece crente, não é incomum no pensamento secular, especialmente na classe culta. Segundo esse paradigma as pessoas acreditam em Deus porque lêem muito pouco. No final das contas a fé decorre de um problema de falta de conhecimento.

A base para essa postura não decorre da irrazoabilidade dos argumentos favoráveis à existência de Deus, todos perfeitamente plausíveis. É que, ainda que razoáveis, esses argumentos não oferecem a prova definitiva que satisfaria um investigador que seguisse rigorosamente o método científico ou o raciocínio lógico.

Mas não vamos nos ocupar disso. A discussão entre ateus e crentes, já observou Donald Miller, está ficando cansativa e há muito deixou de ser sobre Deus e se tornou mais um espetáculo de ostentação onde cada lado procura mostrar que é mais inteligente do que o outro.

A menção ao livro de John Allen Paulos serve apenas de mote para observar que nem o rigor lógico nem o método científico de investigação constituem o instrumento adequado para se buscar a Deus. Talvez a inteligência não seja a ferramenta mais adequada para municiar o explorador que parte nessa aventura de investigação.

É que o objeto de investigação parece não ser um objeto. É alguém que, ao que tudo indica, não está disposto a ser esquadrinhado pela inteligência fria e objetiva, própria da investigação científica. É interessante notar a afirmação de Isaías 45.15 ao Deus que se oculta, o Deus Absconditus. Neste tempo, em que alguns líderes cristãos se sentem tão seduzidos pelo brilho espetacular da inteligência secular, é importante afirmar a impotência dessa ferramenta para perscrutar as coisas de Deus.

O intelecto humano é incapaz de, por si só, encontrar a Deus. Se há alguém por trás da cortina do mundo material, não será descoberto pelos nossos sentidos ou pelo exercício do pensamento lógico.

Na história do pensamento humano quem destacou essa verdade com admirável precisão foi Pascal, destaca Edward Tingley, filósofo canadense, num brilhante artigo publicado na edição da revista Touchstone de junho. Segundo Pascal, “é o coração e não a razão que percebe a Deus”.

Quando Pascal fala no coração não está se referindo simplesmente aos sentimentos, que são trapaceiros e nos enganam freqüentemente, mas à convicção que nasce no âmago do ser, que responde a um anseio muito mais profundo que a simples curiosidade intelectual. Ao contrário do que pensa o matemático citado no início deste artigo, não há como pôr em xeque a crença de quem foi convencido no coração, ainda que essa pessoa seja treinada a “pensar com mais rigor”. O autor de Pensamentos adverte contra dois excessos: “excluir a razão; admitir só a razão”; e ao dizer que “o coração tem razões que a própria razão desconhece” não está afirmando a prevalência dos sentimentos, mas tão-somente estabelecendo que o coração tem o poder de conhecer certas realidades que a razão não pode demonstrar.

Talvez quando Deus usa a boca de Jeremias para afirmar que será encontrado por aqueles que o buscam de todo o coração, esteja querendo afirmar que não pretende ser examinado pela curiosidade intelectual de ninguém. O que ele deseja é relacionamento. E relacionamento só é possível quando há encontro de corações.


• João Heliofar de Jesus Villar, 45, é procurador regional da República da 4ª Região (no Rio Grande do Sul) e cristão evangélico

VAMOS PARTICIPAR


Gente, vamos votar. O Pe. Gilson merece!!!

Toca de Assis - BH


Fraternidade de Aliança Toca de Assis
Central Regional São Bento José Labre
Rua Espírito Santo, 1059, sala 304, Centro.
Cep 30.160-031 BH /MG.
Tel.: (31) 3273-5757

Amigos e irmãos, envio o endereço para votação do prêmio que fui indicado.
Prêmio Betinho - Atitude Cidadã, que será entregue pelo COEP, com o objetivo de valorizar as pessoas que promovem cidadania. Em BH foram indicadas três pessoas, entre elas eu.
Passe esse endereço para sua lista de amigos e peçam para votar também

Cique no link e vote.
http://www.coepbrasil.org.br/premiobetinho/Publico/premio.aspx

Parece estranho que eu sendo indicado, peça o voto. Mas se não for pelo meu e-mail, como vocês ficariam sabendo?
Com Deus!

A Alegria do Senhor é nossa força.

quarta-feira, 3 de setembro de 2008

AMIZADE,NAMORO E ALEGRIA.


A amizade e o namoro são relações maravilhosas se o objetivo for conhecer-se e compartilhar momentos e gostos, sem esquecer que o mais fácil é se apaixonar. O mais difícil é permanecer apaixonados. Uma coisa é que seu corpo já esteja preparado para ter relações sexuais, outra coisa é que sua mente já esteja. Você realmente gosta de sua(seu) namorada(o)? Peça que ele/ela lhe respeite porque você não é objeto de prazer. Peça que lhe cuide e que se cuide, porque as relações sexuais prematuras diminuem a auto-estima.A sexualidade humana é um tesouro porque transmite o maior bem: a vida humana. Não devemos ter medo de dizer que as relações sexuais entre adolescentes devem esperar para realizar-se dentro do matrimônio, porque este é o âmbito adequado para o nascimento e educação de um ser humano. As relações íntimas serão boas na mesma medida em que se “integrem” ao matrimônio.Os adolescentes sexualmente ativos admitem que vivem com culpas. Quando decidem viver castamente, eles se sentem como novos e crescem como pessoas; além disso, melhoram seu potencial intelectual, artístico e social. Com o sexo não se deve jogar. Quando alguém lhe pressionar dizendo: “Só peço uma vez e não insistirei mais”, você pode responder: “Isso é justamente o que me preocupa. Prefiro me conservar para alguém que me queira por toda a minha vida”.O namorado que ama a sua namorada sabe esperar e não pede uma “prova de amor”, quando ele não pode oferecer um matrimônio com a mesma pressa com que ele pede esta “prova de amor”. Algumas mulheres cedem e dão a tal “prova de amor” para satisfazer o namorado. Estas mulheres demonstram uma grande insegurança pessoal e acham que, se não cedem, vão perder o namorado, mas na verdade acontece o contrário: quando termina o mistério, vem o tédio, o cansaço. Outras pessoas têm relações sexuais por debilidade, porque não têm força de vontade para dizer “Não”! Uma vez que começam com beijos e carícias, com freqüência, não podem frear. O sexo não é pecado, é um dom valioso que se deve cuidar para oferecê-lo à pessoa escolhida, no momento adequado. Se os jovens tiverem relações pré-matrimoniais, estarão mais predispostos a sofrerem mais quando chegar a separação, porque as relações sexuais são vinculantes: unem física e espiritualmente e não são esquecidas. Além disso, existe uma estreita relação entre a vida casta e a honestidade.Se os jovens começarem a provar carícias e beijos, será difícil se conhecerem, pois se engulosinam e passam já a ter uma relação não livre, mas viciada, porque as carícias íntimas seduzem. Você já é cúmplice. Alguns acham que têm muito em comum, quando talvez não tenham realmente nada; outros se deixam levar pelas paixões e, quando se conhecem mais profundamente, perdem o encanto. E não se conheceram porque não chegaram a ser amigos, somente namorados com direitos!O ser humano não pode viver sem amor. Sua vida não tem sentido se não se encontrar com o amor, mas com o amor verdadeiro, capaz de sacrifícios. O sexo é como o fogo: consome tudo o que você edificou até este momento. Você vale realmente para que esperem por você? Não deprecie seu corpo. Você vale muito! Valorize-se!

A CARIDADE NUNCA ACABA.


"Por ora subsistem a fé, a esperança e a caridade - as três. Porém, a maior delas é a caridade." (I Cor 13,13)




Amor é uma palavra que expressa um sentimento grandioso, mas tem sido desvirtuada e, atualmente, não sabemos o que significa, sendo usada de modo pejorativo. A Caridade é a terceira virtude teologal, além de ser a principal. A caridade,ou seja é o amor de Deus que habita em nosso coração e é o sentimento que compartilhamos com as pessoas em nossa volta quando nos deixamos ser guiados pelo Espírito Santo.“A Caridade é a virtude teologal, pela qual a pessoa ama a Deus sobre todas as coisas, por Ele mesmo (Não por interesse) e ama ao próximo por Deus ”.


Existem dois tipos de amor: o amor concupiscência que é um amor por egoísta, onde na verdade não há amor,mas sim interesses próprios em busca de prazer e de satisfazer nosso próprio ego ou vazio interior e há o amor de amizade,ou amor ágape que é o amor de Deus,que é um amor gratuito sem ficar esperando nada em troca. Ágape é mais do que amor romântico e é mais do que a amizade. Ágape é compreensão, boa vontade ativa e redentora para com todos os homens. Ágape é um amor espontâneo que nada espera em troca..O amor de Deus por nós é um amor incondicional.Quando a gente ama alguém a este nível, ama todos os seres humanos não porque se gosta deles, não porque o seu mode de ser me agrada, mas porque amamos.Foi isso que Jesus quis quando nos ensinou: "Amais os vossos inimigos" (Mt 5: 44).


O amor não é um sentimento,é uma ação e uma ação que quando sincera exige doação.


O mandamento principal para o cristão é AMAR, já que o amor contém todos os demais mandamentos.São Paulo disse que “a caridade é o vínculo da perfeição” (Col 3, 14); “A ciência incha mas a caridade edifica” (1Cor 8,1); “A caridade não pratica o mal contra o próximo. Portanto, a caridade é o pleno cumprimento da lei” (Rom 13, 10); “Tudo o que fazeis, fazei-o na caridade” (1 Cor 16, 14); “Mas, pela prática sincera da caridade, cresçamos em todos os sentidos, naquele que é a cabeça, Cristo.” (Ef 4, 15) .Muitos querem apenas o “Deus que é Amor”, mas se esquecem do Deus que é também a Verdade. Esta é uma “porta estreita ” que muitos não querem entrar, mas é a “porta da vida”. (Mt 7,13). A Igreja é muitas vezes criticada exatamente porque não abre mão da verdade. Não aceita fazer a caridade sem observar a verdade.Santo Agostinho recomendava com sua sabedoria e santidade: “Não se imponha a verdade sem caridade, mas não se sacrifique a verdade em nome da caridade”. Sem a verdade a caridade é falsa, e não pode haver salvação,porque Jesus Cristo é a excelência da caridade e da verdade.


A verdade é a caridade são duas virtudes fundamentais para a nossa salvação.

PERDER A CONFIANÇA



Meu pai nos ensinou em casa: "Se alguém não tiver palavra, não deveria nem viver". Prometeu? Pois que cumpra! Ou não deveria ter prometido.
Jesus é a Palavra que se fez carne. Só por isso já percebemos a importância da palavra. Quando empenhamos nossa palavra é como se nos empenhássemos a nós mesmos. Empenhando a palavra estamos empenhando a nossa vida. No casamento os noivos dão a palavra! Empenham-se um com o outro. Quando um não cumpre vem a decepção e a cobrança: "O que você prometeu no altar? Já esqueceu?" Sempre que alguém nos dá a palavra, combina ou se compromete com algo, passamos a ter convicção de que ele realmente vá cumprir. Esta passa ser nossa expectativa, embora muitas vezes, acabe sendo frustrada por aquele que não honra a palavra dada.
Deus é fiel porque cumpre o que promete. Quem promete e não cumpre é infiel. Cada vez que prometo algo e não cumpro, ou pior: nego que tenha dito, meu crédito com a pessoa para a qual fiz a promessa cai. Ela passa a crer cada dia menos em mim. Até o ponto de dizer: "em fulano de tal" não confio mais! Simplesmente não dá! Ele prometeu e descaradamente negou na minha cara. Essa pessoa não é mais de minha confiança! É duro quando as pessoas passam a ter essa idéia a nosso respeito e vão passando umas para as outras: "Olha, ele negou isso para mim"!
Se o outro sabe de outra vez que não honramos a palavra, logo, logo, a fama se espalha: "Naquela pessoa não se deve confiar". E "o jeito é gravar o que se conversa e combina", sugere alguém. Assim, devagarinho, nossa ficha vai sendo feita. De grão em grão nós passamos ser pessoas que não merecem mais confiança. Que não têm mais crédito.
Isso é terrível, mas pode ser o que vamos construindo pelas vezes que não honramos a palavra dada. Posso até me impor sobre o outro, mas meu crédito vai diminuindo. Como aquele menino, da fábula, que um dia gritou que estava sendo atacado pelo lobo. Muitos correram para socorrê-lo. Chegando lá, era mentira. Uma segunda vez ele gritou e alguns foram ajudá-lo novamente. Era mentira mais uma vez. Uma terceira vez ele gritou... Ninguém foi socorrê-lo. Acabou sendo morto. Dessa vez era verdade. Porém, o "filme estava queimado". Ele havia perdido o crédito.
Portanto, devemos ter cuidado com o que dizemos e com o que dizemos que não dissemos. Terrível será ser conhecido como uma pessoa em quem não se acredita e confia mais!
Padre Alir
Perder a confiança - cancaonova.com

A PRESENÇA AMOROSA DE DEUS EM NOSSA VIDA.


"Tudo isso para que procurem a Deus e se esforcem por encontrá-lo como que às apalpadelas, pois na verdade ele não está longe de cada um de nós. Porque é nele que temos a vida, o movimento e o ser, como até alguns dos vossos poetas disseram: Nós somos também de sua raça..."(At 17, 27-28)
Porque não sentimos Deus como os Santos sentiam?
Deus é mais íntimo que o meu próprio ser.Deus nos conhece mais que nós mesmos nos conhecemos.Quantas vezes nos sentimos fracos e desanimados, porque nos falta aprender que não podemos fazer nada sem Deus. Por exemplo, no Sacramento do Matrimônio, a criatura desvia o amor de Deus para a criatura, então, ela começa a enfraquecer pela falta do amor autêntico, ou seja, ela deixa de amar o outro com o amor de Deus e com isso há o enfraquecimento do relacionamento e as consequências serão: filhos que não respeitam os pais, pais que não respeitam os filhos, marido que não respeita a esposa, esposa que não respeita o marido, brigas, drogas, bebedeiras, traição...tudo isso por colocar o amor a criatura acima do amor a Deus. Mas só poderemos amar a Deus em primeiro lugar a partir do momento que entedermos que Deus não está ao nosso lado apenas, Deus está dentro de nós, precisamos deixar que o Coração de Cristo e a Alma de Cristo viva em nós."Meu coração e minha carne podem já desfalecer, a rocha de meu coração e minha herança eterna é Deus."(Sl 73,26) O Espírito Santo está em todas e em cada parte do nosso corpo, em união. Com o pecado mortal, deixamos de sentir a presença de Deus,mas porque nós nos afastamos de Deus, nos fechamos a Graça. Acontece também que no meio da tribulação ,parece que Deus está longe de nós, mas Deus está ainda mais presente porque quer nos ajudar.Quando fazemos oração e não sentimos nada, é nesta hora que a nossa oração tem mais valor, porque Deus nos prova...é a hora da Desolação como dizia Santo Inácio em seu livro Exercícios Espirituais. Depois destes momentos de desolação, tribulação, tentações, provações, sofrimentos , solidão, sempre virá o momento da consolação,porém Santo Inácio nos atenta para que não busquemos a Deus nestes momentos para buscar a consolação dEle, mas que o busquemos A Deus, o Senhor da verdadeira consolação.Ele sabe tudo o que precisamos e sempre virá em nosso auxílio. Deus jamais permitiria que sejamos tentados além de nossas forças.É um Deus que nos ama. É um Deus perfeito. Não devemos jamais deixar Deus sozinho, nossa companhia com Deus se faz através da oração.Nossa vida deve ser de oração contínua, com isso prolongamos a comunicação com ele o dia todo, levando sempre em conta o equilíbrio, visto que temos nossas obrigações e nosso relacionamento com o próximo,e aí entra aquilo que Deus quer de nós, oferecendo o nosso trabalho por amor a Deus e para Sua Glória, tudo o que produzirmos em nosso trabalho seá uma forma contínua de oração, se nos relacionamos com o próximo enxergando nele Deus que vive dentro dele, continuamos nosso relacionamento com Deu, com conosco e com o próximo e com isso vivemos, crescemos e amadurecemos...Nada no mundo pode me causar mais atração do que meu melhor amigo: Deus, com isso até nossos pensamentos serão formas de relacionamento com ele, onde eu oro, falo, e ele ouve e fala, concedendo-me inspirações divinas, orientando-me no caminho em que devo seguir. Um acoisa importante também neste diálogo com Deus em meio as agitações, barulhos e correrias do dia-a-dia são as jaculatórias, fontes riquíssimas de comunicação com Deus.Por exemplo, se falo a Ele de coração e alma:"Jesus eu te amo". Ele te responderá "Eu também te amo".Eis aí o início do nosso relacionamento diário com Deus.Não precisa nada de extraordinário nem mirabolante. Deus é simples e age na calma, mansidão e simplicidade. Dirija-se ele com sinceridade, como se dirigisse a alguém que você ama muito e você colherá bons frutos.
Sagrado coração de Jesus, eu confio em Vós
Doce Coração de Maria, sede minha salvação.
Glorioso Patriarca São Jo´se, rogai por nós.
Divino Espírito Santo, enviai do céu, um raio de vossa Luz.
Fonte: Trecho da pregação do Retiro de Silêncio da perseverança, segundo o método de Santo Inácio de Loyola, realizado pela Associação Católica Lumen Dei.
Renata Monteiro Teixeria

terça-feira, 2 de setembro de 2008

" NÓS "


O dia cansa, Senhor. Para o que nesta vida me dás tantos dias como este, em que mal vou sabendo de mim, o que quer dizer: de “nós”. São tão cheios de coisas, de afazeres, de pessoas – que oram brincam, ora se entristecem por tão pouca coisa e se agitam como a onda do mar que sobe e se atira à praia, enrolando-se em mil e um grãos de areia (pensamentos) que nada mais são que os problemas que fabricam.

Queria encontrar alguém (quase) tão simples como Tu. Onde está? Tu o sabes, mas não me dizes. Deixas-me nessa infrutífera luta do dia a dia movimentado como a estação de metro e entalada (enlatada) entre essa azafamada gente, como é dentro da carruagem.
Prefiro ir a pé, passo a passo, contigo. Que passe a caravana e os cães ladrem que em nada nos ralam um pouco.

Distraem-me – Tu sabes. Sabes e ficas tão calado quanto eu que no burburinho Te procuro sem sucesso. Ou és aquele mesmo ali na esquina parado, sem pasta nem telefone, sem parecer ter onde ir a correr? Pergunto-Te mentalmente enquanto devagar vou passando.

Há poucas crianças na rua na hora em que por ali ando. Também elas estão fechadas em recreios de cimento e murados, se empurrando umas às outras, sempre a gritar o nome de alguém que não é o Teu. De volta e meia, é uma das empregadas que assustada com a ideia de que algum dos pequeninos caia, que solta um “ai Jesus!” sem pensar sequer em Ti…

Nisto, recordas-me que um dia, pairando na nuvem, dizias que por um tempo deixar-Te-íamos de ver e subiste… Mas tu estás! Em todo este movimento que fazemos em torno de Ti, como um novelo de lã, fiada pelos nossos corações, unidos em Teu rebanho e povo que não desatas do Teu imenso amor por nós.

Ensina-nos Senhor a partilhá-Lo entre nós e conTigo – todos feito um, embora ligados por meadas diversas, em cores, lã, seda e algodão, uns, mais ou menos vivos e puros; rolando na bondade das Tuas mãos e por vontade do Teu Espírito que nos acende e nos quer unos e santos como Tu.

Ensina-nos Senhor, a ser esse “nó” que não se desata.
Amen