FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
quarta-feira, 26 de março de 2014
Razão, romantismo e fé.
Tão importante quanto saber o destino da estrada é entender o significado da caminhada.
Faço parte de uma geração profundamente influenciada pelo racionalismo e romantismo. O racionalismo, marcado pelos avanços do conhecimento humano nos últimos 200 anos, tenta nos convencer que tudo pode ser explicado intelectualmente. Todos os mistérios podem ser desvendados e aquilo que não se pode provar não possui valor. O racionalismo desenha uma linha imaginária entre os que reconhecem apenas a razão e aqueles que buscam o significado da vida. Os primeiros se veem como racionais e apontam os outros como ingênuos.
De certa forma podemos pensar que o racionalismo é a morte da esperança. Ao reconhecer que nossa vida não passa daquilo que podemos plenamente explicar, perdemos de vista a possibilidade de nos encantarmos com o inexplicável que nos tira as palavras e o fôlego. Ao usar a razão como único crivo para as experiências da vida, reduzimos a vivência humana às combinações químicas do cérebro e biológicas do ambiente perdendo, assim, o anseio pela relação com o a força mais transformadora – o amor – e Deus, aquele que primeiro nos amou. Ao resumirmos a história aos fatos palpáveis nos perdemos na própria história. Olhamos, analisamos e explicamos a humanidade, mas sem enxergar a vida.
O romantismo é uma influência quase antagônica ao racionalismo cientificista, porém ao mesmo tempo o complementa na construção da nossa sociedade e da corrente visão de mundo. O romantismo não é esperança, mas aparência de esperança. Não é alegria, mas imagem de alegria. É a busca por uma vida ideal, idílica e perfeita, portanto puramente imaginária. Todos os aspectos da sociedade estão influenciados pelo romantismo. A vida que se almeja nunca é a sua – real – mas a outra. Não há contentamento, mas desejo. Não há satisfação, apenas busca. A família ideal é uma imagem vista em anúncios onde todos sorriem, estão sempre em movimento, o clima é perfeito, todos são belos e se divertem exaustivamente. Eles não são uma família, mas uma ideia. E esta ideia de perfeição tem como missão tornar todas as vidas potencialmente insatisfeitas com o que são e o que tem. É a morte do contentamento e a justificativa das insatisfações.
O romantismo colabora para a construção de uma sociedade hedônica – onde todos buscam o prazer – e narcisista – que cultua o belo. O racionalismo colabora para que esta sociedade seja também materialista – valorizando apenas o que se vê – e triunfalista – definindo a vida pelos rasos critérios do sucesso público, tangível e contábil. Busca-se uma roupa nova como quem busca o ar que respira. O novo aparelho eletrônico não é apresentado como uma utilidade para o homem, mas como significado para a vida. Coisas triviais e desnecessárias passam a ter maior importância que o real sofrimento humano, a injustiça social, o desespero da alma e os valores da vida. Se o racionalismo mata a esperança, o romantismo faz nascer a futilidade.
É justamente nesta sociedade cada dia mais melancólica e rasa que Jesus lança o mais fascinante convite: siga-me! Não é um convite solto no ar ou palavra de um guia que simplesmente aponta o rumo, mas uma chamada ao relacionamento.
O convite de Jesus não promete os prazeres hedônicos, as fenômenos narcisistas, as futilidades materiais ou os aplausos triunfalistas. É um convite que anda na contramão das propostas irrecusáveis da sociedade moderna, pois é precedido por “negue-se a si mesmo” e “tome a sua cruz”. Não nos convida a uma simples caminhada, mas a um coração transformado. Não é um passeio de fim de tarde, mas o início de um relacionamento eterno.
Possivelmente as três convocações mais enfáticas de toda a Bíblia sejam: amar a Deus, amar ao próximo e fazer discípulos. É na caminhada, seguindo a Jesus, que estes fenômenos acontecem. Passamos a aprender a amar Deus, que primeiro nos amou; começamos a ver os que estão ao nosso lado com olhos de interesse, compaixão e fascínio; passamos a fazer discípulos para que todos nos pareçamos mais com Jesus.
A caminhada de Jesus não apenas propõe o rumo, mas expõe o significado da vida ao longo do percurso. É no caminho que nossos olhos se abrem e um relacionamento muito além das limitadas propostas racionalistas e românticas se apresenta. É um relacionamento perceptivo, mas além da nossa compreensão. É visivelmente transformador, mas não possui uma fonte mensurável. É resultado de fé, mas dá significado à própria matéria. Não é racionalista, mas confere sentido racional à existência. Não é romântico e fantasioso, mas real e libertador. Não é um encontro com seu próprio ‘eu’, mas com o próprio Criador.
Observe que o primeiro passo para este relacionamento não é dado por nós, mas pelo que nos convida. Ao ouvir a sua voz... siga-o. Se estiver em outro caminho... volte.
“E Jesus dizia a todos: se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, tome cada dia a sua cruz e siga-me. Quem quiser salvar a sua vida, a perderá. Mas quem que, por amor de mim, perder a sua vida, a salvará”. (Lucas 9.23-24). Paz e bem
segunda-feira, 24 de fevereiro de 2014
Vivemos em meio a violência, por falta de amor a PALAVRA DE DEUS.
“… O seu pão comerão com receio, e a sua água beberão com susto, … por causa da violência de todos os que nela habitam.” Ez 12; 19 Interessante parceria encontramos aqui; violência e medo. Claro que, por violência não devemos entender apenas violações físicas, antes, toda sorte de violação. Aliás, foi imediatamente após a violação de um mandamento Divino que surgiu pela primeira vez o medo no seio da humanidade. “…Ouvi a tua voz soar no jardim, e temi, porque estava nu, e escondi-me” Gên 3; 10. Todavia, a Bíblia não preceitua o pacifismo como remédio; ainda que a busca da paz seja ensinada em vários textos, o antídoto ao medo é o amor. Como assim? “No amor não há temor, antes o perfeito amor lança fora o temor; porque o temor tem consigo a pena, e o que teme não é perfeito em amor.” I Jo 4; 8 Esse temor que acena com penalidade é um sinal vermelho no painel da consciência alertando que algum tipo de violência se cometeu. Afinal, diverso da abordagem vulgar onde amor é algo que “se faz”, a definição Bíblica abarca comprometimento espiritual; voluntária decisão moral. “Se me amais, guardai os meus mandamentos.” Jo 14; 15 Onde isso é cumprido não há o que temer; amor gera devoção, obediência; obediência dá azo ao repouso da consciência. O mais sábios dos homens, Salomão, também associou o medo à impiedade, e a confiança, à justiça; “Os ímpios fogem sem que haja ninguém a persegui-los; mas os justos são ousados como um leão.” Pv 28; 1 Diz mais; quando a violência resulta na morte de alguém, tal será fugitivo da consciência durante todos os seus dias. “O homem carregado do sangue de qualquer pessoa fugirá até à cova; ninguém o detenha.” Pv 28; 17 Então, se é certo que violência gera violência, na perspectiva Divina é medida profiláctica; isto é, para tentar reeducar ao violento eventual, prevenindo a reincidência; “O homem de grande indignação deve sofrer o dano; porque se tu o livrares ainda terás de tornar a fazê-lo.” Prov 19; 19 Por isso existem prisões, multas, juros, e toda sorte de reparos visando coibir violações de direitos. Assim, a violência não é um mal em si, mas, uma triste necessidade medicinal, dada a enfermidade da alma humana. Sempre uma reação social contra alguém desajustado aos pactos coletivos. Entretanto a violência grassa nas ruas do país, incólume ante uma geração de autoridades frágeis, vítimas de outra violência mais perniciosa; a verbal. Deturpam o sentido das palavras; fazem a ditadura das minorias, sacra, e qualquer reação social uma imposição violenta do Estado. A baderna seria “beatificada” pela causa; a reação da sociedade organizada, excomungada pela lei implícita que é proibido reprimir, reagir. Querem esses magos “reformadores” sociais o perfeito equilíbrio com um pé na terra firme outro na areia movediça; digo, possuir todos os direitos e nenhum dever. Natural que a sociedade claudique como se andasse com um pé na rua outro no meio fio. A Santa Paciência de Deus cansou uma vez já, precisamente pelo excesso de violência que havia; “Então disse Deus a Noé: O fim de toda a carne é vindo perante a minha face; porque a terra está cheia de violência; e eis que os desfarei com a terra.” Gên 6; 13 O Juízo Divino foi extremamente violento e cabal; mas, isso soa como “conto do vigário” aos ouvidos de muitos; nada aprendem com o exemplo pretérito. Malaquias, o profeta, vaticinou tais dias nos quais, o homem sentiria vergonha de ser honesto, como disse Ruy Barbosa. “…Inútil é servir a Deus; que nos aproveita termos cuidado em guardar os seus preceitos, e em andar de luto diante do Senhor dos Exércitos? Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos;… ” Mal 3; 14 e 15 Adiante, o mesmo Senhor acena com “outra vez”, a necessidade de juízo violento: “…vereis a diferença entre o justo e o ímpio; entre o que serve a Deus, e o que não o serve.” V 18 Essa onda libertino-progressista não é um “remake” de Deus, antes, o vergonhoso corolário da falência moral da humanidade. O Criador continua no mesmo lugar, bem como Sua Santa Palavra. “Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo!” Is 5; 20 O Eterno sabe que a permanência indefinida da maldade acaba minando a boa índole; por isso, em tempo, Ele vai agir. “Porque o cetro da impiedade não permanecerá sobre a sorte dos justos, para que o justo não estenda as suas mãos para a iniquidade.” Sal 125; 3. Paz e bem
sexta-feira, 14 de fevereiro de 2014
Adorar com simplicidade.
“Vinde, cantemos ao SENHOR, com júbilo, celebremos o Rochedo da nossa salvação. Saiamos ao seu encontro, com ações de graças, vitoriemo-lo com salmos. Porque o SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem. Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes. Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou”.
Este texto me faz pensar no salmista cultuando a Deus. A maneira de se expressar revela muita sensibilidade no seu relacionamento com Deus. O camponês, ao passar perto das urticárias, se cuida para não tocar nas urtigas, pois elas causam uma sensação horrível, uma coceira incômoda. Ao contrário da sensação desconfortável que é experimentada por quem toca nas urtigas, a sensação na alma do adorador ao se relacionar com Deus é profundamente agradável.
A sensibilidade do salmista no seu relacionamento com Deus evidencia suas virtudes, dentre as quais vamos destacar três.
A coletividade – O senso de comunhão. Há em sua alma uma convicção de que Deus se agrada da comunhão no momento em que a congregação se reúne para adorá-lo. O coração do salmista está extremamente ansioso pelo agrupamento do povo para o culto. O convite é feito em voz imperativa. Se fosse hoje, talvez ilustrasse um pastor gritando assim: “Povo de Deus, está chegando a hora do culto, deixem... parem... desliguem... e venham para cantar hinos de louvor e adoração a Deus”. A voz do salmista deve ser a nossa voz hoje. Vinde, levantemo-nos com a família e saiamos ao encontro de Deus para cultuá-lo na coletividade, no ajuntamento dos santos.
A majestade – O senso de soberania divina. “De acordo com Jean Bodin (1530-1596, soberania refere-se à entidade que não conhece superior na ordem externa nem igual na ordem interna.” (Wikipédia). O convite que o salmista faz aos adoradores é recheado de um poderoso marketing. Há uma exposição dos atributos daquele que vai ser cultuado, adorado. “O SENHOR é o Deus supremo e o grande Rei acima de todos os deuses. Nas suas mãos estão as profundezas da terra, e as alturas dos montes lhe pertencem. Dele é o mar, pois ele o fez; obra de suas mãos, os continentes”. Essa é mais uma virtude do adorador. Saber reconhecer Deus como soberano.
A humildade – O senso de contrição do adorador. “Vinde, adoremos e prostremo-nos; ajoelhemos diante do SENHOR, que nos criou”. O salmista reconhece que a grandeza de Deus requer a proclamação de louvores e adoração e que é necessária a prostração diante de sua soberania, que é preciso ajoelhar-se para que a alma sinta a mais profunda intimidade com o criador.
O adorador precisa destas virtudes. Saber convidar para o culto coletivo, apresentar o marketing da soberania divina e humilhar-se diante de Deus. Paz e bem
segunda-feira, 23 de dezembro de 2013
Deus nunca descansa.
“Olho para os montes e pergunto: “De onde virá o meu socorro?” O meu socorro vem do Senhor Deus, que fez o céu e a terra. Ele, o seu protetor, está sempre alerta e não deixará que você caia. O protetor do povo de Israel nunca dorme, nem cochila. O Senhor guardará você; ele está sempre ao seu lado para protegê-lo. O sol não lhe fará mal de dia, nem a lua, de noite. O Senhor guardará você de todo perigo; ele protegerá a sua vida. Ele o guardará quando você for e quando voltar, agora e sempre.” Sl 121 NTLH
Todo trabalhador precisa de um tempo de férias. As férias mexem com as expectativas dele. Ele faz projetos para si nessa época. É um tempo de sossego com a família, uma viagem, e outros tantos projetos pairam na mente do merecedor das férias. Todavia, é fácil perceber que na vida há quem nunca tira férias, como é o caso do coração, que trabalha constantemente; dos pulmões; e de Deus, que, por sua natureza eterna, também não para. É a ele, quanto a este constante trabalhar, que me refiro nesta reflexão.
O salmo acima diz que Deus, como protetor de Israel, nunca dorme nem cochila. Deus não tira férias. Ele tem o universo para cuidar, o mundo com tudo que nele existe e ainda um grande número de pessoas que Ele escolhe para oferecer proteção especial; este grupo é formado pelo povo de Israel, conforme diz o salmista. Ele declara com tons de segurança que confia plenamente em Deus para ser o seu socorrista: “O meu socorro vem do Senhor”. A esperança de socorro do salmista pode ser também a nossa, pois o Deus em quem ele expressa confiança afirma que não cochila nem dorme e é também o Deus que não morre, e tem as reais condições de socorrer o aflito a qualquer tempo.
Não sei exatamente qual situação de emergência moveu o salmista a declarar a confiança em Deus para lhe dispensar socorro, mas posso imaginar várias situações que levam uma pessoa a fazer tal declaração. Vou fazer aqui algumas perguntas. Será que o salmista ia fazer uma longa caminhada passando pelos montes, enfrentando o calor do dia, já que ele fala de sol? Será que ele temia as feras do campo durante a noite, uma vez que ele se refere à lua? Será que nessa caminhada corria o risco de enfrentar bandidos? Na verdade, não é necessário haver nenhum perigo visível diante de nós. A vida é uma caminhada com permanentes riscos. O certo é viver na companhia de Deus em todo o tempo, sabendo que seu socorro é o único imediato, pois Ele não dorme, não cochila, não morre e ainda tem os seus anjos, que estão disponíveis para assistir aos que vão herdar a salvação, conforme registro de Hebreus – “Não são todos eles espíritos ministradores, enviados para serviço a favor dos que hão de herdar a salvação?” Hb1.14.
Quando nossa vida está afinada com Deus, podemos fazer a mesma declaração de fé que o salmista fez: “O meu socorro vem do Senhor”. Podemos confiar nos cuidados permanentes de Deus à nossa disposição. Ele está sempre disponível em tempo de paz, alegria, harmonia e também nos momentos de aflição, pois ele não tira férias. Paz e be
Porque não sonhar ?
Referência: Salmos 126.1-3 (RA)
INTRODUÇÃO[1]
A paz de Cristo. Quero começar este sermão definindo o que representa o ato de sonhar na vida do ser humano.
Os sonhos são como vento, você os sente, mas não sabe de onde eles vieram e nem para onde vão.
Os sonhos nascem como flores nos terrenos da mente humana.
O Dr. Augusto Cury afirma que há dois tipos de sonhos:
Primeiro são os sonhos produzidos quando mergulhamos no sono.
Segundo são os sonhos diurnos que produzimos quando estamos acordados, vivendo as batalhas da existência, sentindo a vida que pulsa em nosso dia-a-dia.
Existem sonhos que produzimos quando nasce um filho, quando conquistamos um amigo, quando beijamos quem amamos.
Mas eu quero dar ênfase ao ato de sonhar os sonhos de Deus. Quero ministrar junto aos cristãos que estão dispostos a sonhar os sonhos de Deus.
A Escritura diz: “O homem sonha e faz planos, mas Deus sempre realiza a Sua vontade”. (Provérbios 19.21 Bíblia Viva)
Meditemos no Salmo 126.
Contexto
Este salmo refere-se ao retorno dos judeus do cativeiro babilônico depois de 70 anos de exílio. Na verdade, o cativeiro ocorreu como um castigo da parte de Deus, por motivo de apostasia. E agora, o salmista estava muito feliz porque o Senhor tinha restaurado a sorte do povo.
O profeta Jeremias em sua carta aos cativos da Babilônia havia dito: Porque eu bem sei os pensamentos que tenho a vosso respeito, diz o Senhor; pensamentos de paz, e não de mal, para vos dar o fim que esperais. (Jeremias 29:11 ACF)
a) Sonhar os sonhos de Deus gera uma alegria sem igual.
Quando o SENHOR trouxe do cativeiro os que voltaram a Sião, estávamos como os que sonham. (Salmos 126:1 ACF)
Por meio do poder de Deus e do decreto do imperador persa, Ciro, os cativos voltaram do cativeiro babilônico para Jerusalém. Foi tudo como um belo sonho que levou os exilados a um estado de êxtase.
Quando os sonhos de Deus se cumprem em nossas vidas eles trazem vida sobre a morte, alegria sobre a tristeza e esperança sobre o desânimo.
Quando os sonhos de Deus se cumprem em nossas vidas eles transformam um dia cinzento e chuvoso num dia de sol, e nos levam a superar os obstáculos, nos encorajando a conquistar.
b) Os sonhos de Deus levam embora a lamentação e os gemidos dando lugar ao riso e aos cânticos de alegria.
Então a nossa boca se encheu de riso e a nossa língua de cântico; então se dizia entre os gentios: Grandes coisas fez o Senhor a estes. (Salmos 126:2 ACF)
Os sonhos de Deus trazem sentido à nossa existência; Trazem vida ao nosso ser. Os sonhos de Deus trazem saúde para as nossas emoções e renovam as nossas forças.
Quando os judeus estavam no cativeiro, eles pensaram que não teria mais jeito pra eles. Acharam que os sonhos de Deus não iriam se cumprir na vida deles. Eles se assentavam às margens dos rios da Babilônia e choravam (Salmos 137). Já haviam até pendurado as suas harpas, pois não conseguiam entoar cânticos a Deus.
Muitas vezes a nossa vida é assim. Em meio às tormentas da vida, sequer temos forças para louvar a Deus. Mas os sonhos de Deus vão se cumprir em nossas vidas e voltaremos a cantar o hino da vitória.
A lamentação vai dar lugar ao júbilo em nome de Jesus.
c) Os sonhos de Deus nos fazem enxergar e entender o quão grande e maravilhoso Deus é.
Grandes coisas fez o Senhor por nós, pelas quais estamos alegres. (Salmos 126:3 ACF)
Os sonhos de Deus deixam claro que tal sonho só foi possível por meio da intervenção divina em nossas vidas.
As aflições do mundo muitas vezes nos levam a dar mais valor aos problemas que ao tamanho do poder do nosso Deus.
Alegremo-nos no Senhor que grandes coisas têm feito por nós. Aleluia.
Você quer sonhar os sonhos de Deus na sua vida? Segue três orientações:
1) Guarde o seu coração.
Sobre tudo o que se deve guardar, guarda o teu coração, porque dele procedem as fontes da vida. (Provérbios 4:23 ACF)
Muitas vezes somos seduzidos pelas coisas do mundo e ao invés de sonharmos os sonhos de Deus cuja glória será d’Ele, incorremos no erro de sonhar os nossos sonhos, cuja glória será nossa.
2) Ouça a voz de Deus e veja qual a Sua vontade.
Sobre a minha guarda estarei, e sobre a fortaleza me apresentarei e vigiarei, para ver o que falará a mim, e o que eu responderei quando eu for arguido. (Habacuque 2:1 ACF)
Discernir e entender os sonhos que Deus deseja realizar em nossa vida nos livra de muitos embaraços em nossa caminhada cristã.
3) Espere o tempo necessário para que os sonhos de Deus se cumpram na sua vida.
Tudo tem o seu tempo determinado, e há tempo para todo o propósito debaixo do céu. (Eclesiastes 3:1 ACF)
É tempo de sonhar os sonhos de Deus. Paz e bem
sexta-feira, 6 de dezembro de 2013
O que fazer ?
Talvez, você já tenha tido alguns dos pensamentos do tipo: “Vou desistir do meu casamento, não vale a pena continuar”; “Vou desistir do curso que estou fazendo, não serei capaz de concluí-lo”; Vou desistir da igreja, ela não vai melhorar nunca”; Vou desistir da minha família, já fiz tudo que tinha que fazer por ela”; Vou desistir de lutar por uma sociedade melhor, ninguém mais se importa com isso”; Vou desistir de amar as pessoas, elas são ingratas e hipócritas”; Vou desistir de ler a Bíblia, ela é muito difícil de ser compreendida”; “Vou desistir de orar pelas autoridades, elas fazem tudo errado”; “Vou desistir de manter um namoro que vê o sexo como bênção no casamento, afinal a maioria ao meu redor mantém relações sexuais sem qualquer compromisso conjugal”; “Vou desistir de minha dieta, afinal a morte vem para todos”; “Vou desistir de minhas caminhadas, não ajudam a ganhar dinheiro”; “Vou desistir do Brasil, vou para os Estados Unidos”; “Vou desistir de cumprir normas tributárias, já não suporto mais tanto desperdício com a verba pública”; “Vou desistir de crer que um milagre possa ocorrer, o médico já disse que a doença não tem cura”; “Vou desistir de economizar, é impossível vencer os ídolos do consumo” etc.
É verdade que há situações na vida em que precisamos mudar de direção e desistir do que está causando nossa destruição ou adoecimento da alma. Mas, também é verdade que a desistência de alvos justos e nobres pode nos levar a enterrar prematuramente o que poderia vir a ser uma conquista extraordinária num futuro breve ou distante. Nesse sentido, imagine se o homem tivesse desistido de pesquisar e de elaborar e produzir vacinas para combater doenças. Pense na quantidade de contaminações que haveria se o homem tivesse desistido de inventar sistemas de tratamento de água que facilitassem o uso adequado da mesma. Considere a tragédia que seria se o homem tivesse desistido de combater ideologias monstruosas e governos e dirigentes infernais. Pare para refletir quão pouco encantamento e graça teria a vida se os santos e profetas tivessem desistido de fazer diferença no mundo, se os poetas tivessem desistido de escrever suas poesias e os compositores suas músicas. Cogite a situação que teríamos hoje que enfrentar se o homem tivesse desistido de sonhar alto, se o pai de Rafaela Silva e seus professores de judô tivessem desistido dela, e se ela, atualmente campeã mundial no esporte que pratica, tivesse desistido de lutar pelas tolices que ouviu quando não foi vitoriosa nas Olimpíadas de 2012.
Caríssimo(a), se Jesus, o Deus que se fez gente, não desistiu de buscar o perdido, nem de amar os excluídos. Se Ele, em figura humana, não desistiu de dar sua própria vida em favor da nossa, temos razões de sobra para não desistir diante das lutas ou decepções, mas, sim, a oportunidade de prosseguir e conquistar, unidos a Ele, o que parecia impossível de ser conquistado. Por isso, prossiga seguindo os passos do Cristo vencedor, por meio de quem somos mais do que vencedores!
Paz e bem
A espera. ( Deus nunca deixa de chegar )
Ao começar a escrever, não consigo deixar de colocar minhas próprias indagações e questionamentos quanto ao momento no qual me encontro. Não seria diferente agora, onde a “dor” da espera toma o meu ser, e faz com que eu perceba minha fragilidade e impotência diante das adversidades da vida. Esperamos muitas vezes por uma resposta, um milagre. Chegamos ao ponto de crer que tudo acabou e que agora é o fim, mas o fim de quê, na verdade? Somos tomados e enredados nas situações que perdemos a noção, o equilíbrio e a certeza do olhar atento do “Aba Pai”. Com certeza, você já enfrentou uma situação onde se viu sem saída, sem saber para onde ir, e pensou: “onde está Deus? Será que Ele se esqueceu de mim? Não estaria ele tão distante ao ponto de escutar meu clamor, e perceber meu desespero?”. É engraçado como nos esquecemos dos livramentos diários, por vezes imperceptíveis, das alegrias vividas, das pessoas que estão ao nosso lado. Achamos que nossa caminhada é solitária. Esperar é um exercício difícil. Vivenciar esse tempo nos exige exercitar nossa fé, nos desarmarmos e, por fim, nos entregarmos. Parece fácil não é mesmo? Como eu queria que fosse… Permitir expor nossa situação é o “start” que todos precisamos para recobrar a lucidez, perceber que a vida não acabou e continuar a caminhada. Em algum momento isso tudo vai passar e, após o vendaval, nos restará a convicção de que o sofrimento nos amadureceu, fortaleceu e mostrou que Deus sempre esteve perto, velando por nós. Enfrente esse seu momento, não tente se esconder, fingir que nada está acontecendo. Faça aquilo que só você pode fazer e nunca se esqueça de agradecer pelo fato de poder esperar, pois a revelação da parte de Deus para mim e para você chegará no momento certo. O relógio de Deus nunca informa a hora errada. ________ Jeverton “Magrão” Ledo é missionário e capelão escolar.
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