FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
domingo, 26 de maio de 2013
O verdadeiro discípulo segue e se deixa ser seguido na comunhão com Cristo.
''Viver em comunhão traz consigo o risco por não construir a minha imagem de cristianismo no próximo, mas sim permitir a Cristo formar a imagem de um ser livre e aberto para a vida.''
A comunhão que segue as pegadas do Cristo Ressurrecto nos chama para a convivência mútua, para o relacionamento interativo e tal decisão abre a questão para não sermos apenas ouvintes, mas parceiros da mensagem inclusiva de Cristo; para sermos não apenas receptores voltados a atender os anseios de uma dimensão egoísta e sim para sermos participantes da manifestação das boas novas, na realidade do próximo. Vou adiante, isto envolve partilharmos a narrativa prática e simples da bondade, da misericórdia, da justiça e da paz. É bem verdade, muito embora essa decisão, em certos momentos, traga riscos, rejeições e refutações. Sem sombra de dúvida, valer – se de um não sonoro e retumbante, diante das convidativas e até apreciáveis trajetórias de um evangelho de discursos, sem o serviço integral, em todas as esferas da vida, marcado por ritualismos vazios, por uma completa ausência do discipulado e por permanecer numa fé mais parecida com ideais e ídolos, ao invés de ir a direção da confissão sincera e séria.
O Discipulado Fora das Prateleiras
''O discípulo de Cristo não leva consigo as indumentárias dos discursos vazios e enfadonhos das persuações teológicas e doutrinárias, ou de uma salvação para o aqui e agora, ou de uma fé sem esperança no próximo, em nós mesmos e na vida; tão somente, carrega as lágrimas, os sorrisos, o estou contigo, o não sei o que dizer e não tenho repsostas para tudo, mas Ele se encontra conosco, nas tensões, nas vicissitudes, nas contradições, nas incertezas, nas dúvidas, nas perdas e nas obscuridades.''
O discipulado fora das prateleiras ou que não vem pronto, não traz pergaminhos do certo e errado, não tem subdivisões que segregam e tornam as pessoas ofensoras (uma das outras), não cria e não mantém grupos exclusivistas, não lê a cartilha do poder e da opressão, da coerção e desfiguração do próximo. Em direção oposta, o discipulado propõe a formação de dependentes ensináveis, de aprendizes contínuos da vida (em todo seu ritmo, em toda sua melodia, em toda sua cadência, em toda sua intensidade, em sua profundidade, em todas suas descobertas e revelações). Afinal de contas, o discipulado paina as poeiras das máscaras dominicais e faz com que o nosso olhar se incline para o olhar do semelhante. Por fim, o discipulado pulsa as aspirações de um Deus despido das honrarias e dos apetrechos das ideologias religiosas para, então, deixar suas pegadas nas escadarias do coração humano. Paz e bem.
Por que não mudar ?
Desde os primórdios... Hehehe, engraçado dizer isso, mas não achei outra expressão melhor para expressar o que estou dizendo, então... Desde que a história tem registros, em todos os seus passos, o homem tem mostrado grande dificuldade em lidar com mudanças.
E é sobre mudanças esse post. Não quero deixar o leitor entediado com extensas referências e citações, por isso serei o mais breve por isso. A principal parte, e o objetivo final desse texto é fazer com que você reflita sobre as mudanças que devem acontecer na sua vida. Mudanças que com certeza, ainda não aconteceram porque alguém tem te atrapalhado, e esse alguém é você mesmo.
Temos tendências naturais a buscar conforto. E na maioria das vezes esse conforto é o responsável por não querermos mudar. Em outras o medo é o agente “retardador” que nos faz pensar várias vezes antes de mudarmos ou até desistirmos. E outras poucas vezes levamos em conta agentes externos, que nos prendem e nos atrapalham como, por exemplo, como essas mudanças poderiam afetar a vida das pessoas ao nosso redor.
No final, qualquer coisa é desculpa para não mudarmos. Temos medo de viver coisas novas, mudar os ares. Mudar de vida.
Mudar de emprego, sair ou entrar em um relacionamento, começar algo novo, fazer um curso, mudar o visual, mudar uns móveis de lugar...
De coisas banalmente simples, à coisas extremamente complexas nosso eu, acaba por nos travar nos impossibilitando de experimentar mudanças que poderiam literalmente mudar o curso de nossa história.
Nem sempre mudar traz coisas positivas. “Mas como saberemos se não mudarmos?” Certos aprendizados só vêem com erros, com perdas e até com dor. Na estrada da vida vale tudo. Iremos passar por tudo, e com certeza – tudo pelo que podemos passar pode ser usado como aprendizado para algo maior. E o melhor: “Ao nosso favor!”
Por isso, aproveite seu dia! Aproveite sua vida! Veja as coisas pelo lado bom, podemos tirar lições importantes de tudo na vida. Não tenha medo de mudar! Não tenha medo de crescer e se tornar uma pessoa melhor! Não tenha medo de viver coisas novas...
Pense nisso. E que “a força” esteja com você, em todos os momentos, inclusive nesse de MUDANÇAS.
Enquanto você pensa... ouça. Paz e bem
sexta-feira, 17 de maio de 2013
Nunca desista de sua Familia.
Maio chegou e com ele a necessidade de refletir sobre família, mãe, casamento... Considero este mês um dos mais importantes do ano e peço a você que perceba a família e as suas implicações não apenas no âmbito institucional, mas principalmente, no sentido próprio e pessoal da palavra – a sua família.
A Bíblia, nossa única regra de fé e prática e o manual da família, nos fornece lições muito preciosas sobre a vida doméstica. Observando os fatores tempo e cultura, as famílias bíblicas sofreram desafios e ataques parecidos que nós enfrentamos hoje. Atente para a seguinte passagem, registrada em Gênesis 29 e 30. Jacó apaixonou-se por Raquel, a filha mais nova Labão e propôs ao seu futuro sogro, que também era seu tio, trabalhar sete anos para ter direito a se casar com ela. Após o cumprimento do prazo, Labão deu uma festa e, quando a noite chegou, tramou de entregar a Jacó a sua outra filha, a mais velha, que se chamava Lia. Ao amanhecer, Jacó ficou indignado porque imaginava estar casado com a mulher a quem amava. Após uma semana, finalmente Jacó recebeu Raquel também como esposa, porém teve que trabalhar mais sete anos para seu sogro. Obviamente, Lia virou a rejeitada e Raquel a preferida. Lia era fértil, Raquel estéril. As irmãs passaram então a competir. Crise instalada, inveja dominante, período de angústia e dor.
Anos mais tarde, Raquel, ao orar ao Senhor, engravidou e nasceu um menino, a quem deu o nome de José. Após o nascimento do filho com a mulher amada, Jacó, depois de fazer muitas concessões, decidiu romper com seu tio e sogro, que mais uma vez tentou persuadí-lo a ficar. Somente após anos de trabalho e muita dedicação, Jacó finalmente tomou a iniciativa e fez o seguinte questionamento: “Contudo, quando farei algo em favor da minha própria família?” (Gn 30.30-NVI). Eis aí um exemplo de homem firme e prudente, que soube romper com acordos passados e investir na sua família. Diz a conclusão do texto que Labão, mesmo contrariado, consentiu com a partida de Jacó, que tornou-se rico em bens e propriedades. Deus honrou e abençoou a sua família. Acordo feito, etapa vencida, tempo de novos desafios e conquistas.
Acho esta passagem bíblica bastante significativa e relevante para os dias atuais. É hora de chamarmos “Labão” para conversar e decidirmos firmemente fazer algo em favor da nossa própria família. É tempo de despertar, é momento de sair do comodismo e do marasmo e lutar não apenas pela instituição familiar, mas principalmente por aqueles que estão dentro de casa, debaixo dos nossos cuidados. Portanto,levante-se em favor da sua família, pois os dias são maus e há perigos por todos os lados. Preserve a sua aliança, eduque e discipline seus filhos, honre seus pais. Não negocie os valores bíblicos. Tenha coragem para refutar ideologias que denigrem a imagem da família, conforme aprendemos e cremos. Tome posição contra o pecado e não se adeque ao padrão deste mundo. Mantenha o seu lar debaixo do senhorio de Cristo, não da sociedade moderna.
Afaste-se de “Labão”, dos inimigos da família, dos assédios sutis e perniciosos. Com coragem e unção que vem do Alto, faça algo em favor da sua família. Este é o tempo! Ainda dá tempo... Paz e bem
O milagre da vida: Um feito extraordinário ! ( Testemunho)
“Em tudo dai graças, porque esta é a vontade de Deus em Cristo Jesus para convosco" (II Ts 5:18).
No mês de março tivemos o Dia Internacional da Mulher. Em maio as homenagens são extensivas principalmente à mulher na condição de “Mãe”. Atualmente, pela infinita misericórdia divina, também sou mamãe e quero compartilhar um pouquinho a experiência. Desejo de todo o meu coração que estes relatos contribuam com a fé e a esperança dos leitores, principalmente dos que estão à espera de um milagre.
Contraí núpcias em dezembro de 1988. Na época, eu era apenas uma adolescente, porém, convicta de que eu estava assumindo uma enorme responsabilidade a partir daquela data. E com certeza a assumi. Passado algum tempo, todos aguardavam que uma gravidez ocorresse. Pensei que tudo aconteceria de modo natural como já vinha acontecendo com os recém-casados à minha volta; imaginei que logo, logo eu seria mamãe.
Depois de alguns anos desacostumei da ideia. Eu possuía os ovários micropolicísticos e isto impedia a fecundação. Sendo anormais, eles apresentavam implicações. Os médicos até sugeriam que eu tratasse os ovários ou estimulasse-os a partir de medicação. Eu ficava apavorada com a ideia, mas também nunca desejei fazer adoção. Foi assim mês após mês, ano após ano, levando uma vida dedicada ao lar, ao trabalho e ao Reino de Deus. Para muitos eu era considerada uma estéril, e assim fui vista durante 19 anos...
Só quem já passou e passa por situação semelhante sabe o quanto é desconfortável ser questionado sobre o assunto (Por que a demora? Em quem está o problema?). Em outras ocasiões, participar de festejos, principalmente os infantis era igualmente embaraçoso: levava os sobrinhos ou simplesmente não comparecia.
Em novembro de 2007, eis que o Todo poderoso, o Deus que eu vi abençoar muitas mulheres ao meu redor, olhou misericordiosamente para sua pequenina serva e abriu-lhe a madre! Fui alvo de um grande milagre! O milagre da vida agora pulsava dentro de mim! O mesmo Deus que formou meus ovários, limpou-os por completo e o que parecia impossível pelas vias normais, aconteceu, para o louvor da Sua glória!
Descobri a gravidez na 10ª semana, realizando exames ginecológicos. O susto foi enorme! Senti meu corpo como que a levitar na cama daquela clínica. Uma das primeiras medidas da médica após a descoberta foi deixar-me ouvir as lindas e fortes batidas do coraçãozinho e elas ainda ressoam na minha mente! Impacto, surpresa, susto, alegria, medo, tudo junto foi sentido e vivenciado naquela sala de atendimento. Foi marcante e inexplicável!
Inevitavelmente houve muita festa entre as famílias. À medida que a notícia se espalhava, via-se o choro e o riso no rosto dos familiares, amigos e irmãos em Cristo.
Apenas seis meses pra ajustar tudo: um pouquinho a casa, a mobília e tudo o que fosse necessário para recepcionar e acomodar o novo integrante da família.
No mais íntimo do meu ser sempre nutri a esperança de que “se um dia Deus me desse um filho, ele se chamaria Hatus” (do hebraico, significa "congregado" - I Cr 3:22).
Na segunda ultrassonografia realizada (abril/2008), a mesma médica que identificou a gravidez identificou o sexo: masculino. E no dia 28 de agosto de 2008, às 06:12h, nasceu meu amado e esperado filho. Desse dia em diante minha vida mudou radicalmente!
Continuo trabalhando e servindo ao meu Deus com muita satisfação. Além de tudo isto, sou MÃE durante as vinte e quatro horas! Sou corujíssima! Depois do nascimento de Hatus nunca mais estive longe de casa por muito tempo, só o estritamente necessário. É minha riqueza maior, um tesouro do qual terei que prestar contas. Por isto, convém ficar atenta e alerta. Fui muito criticada porque o matriculei na escola secular somente aos quatro anos, mas não me arrependo nem um pouco, pois no lar e na igreja ele tem suportes muito mais eficazes!
Meu filho está prestes a completar cinco aninhos e sou grata a Deus por tudo o que tem feito em nossas vidas. Eu e o pai somos cristãos, fomos criados ouvindo os ensinos sagrados e temos procurado fazer o mesmo com Hatus: orientando-o no caminho em que deve andar, e esperamos jamais vê-lo distanciar-se dEle. Meu filho já é um adorador! Gosta de vários instrumentos musicais e tem uma voz muito afinada para o louvor.
Estes são alguns relatos da minha experiência materna, experiência que inúmeras mulheres vivenciaram algumas vezes. O Deus Extraordinário que amo e adoro, o mesmo Deus que nos assegura que nada foge ao Seu controle, a mim reservou esta experiência somente aos 36 anos de minha vida! Como filha Sua, nEle descanso e espero. Ele é sabedor de tudo o que se passa dentro em mim, antes que eu manifeste; sonda e conhece a minh’alma e continua sabedor dos anseios mais secretos do meu coração. Sua misericórdia se estende de geração a geração. Ele foi e continua sendo bom para com os filhos Seus. Mais uma vez digo: obrigada por tudo, meu Deus!
Cinco mil caracteres é pouco pra descrever as muitas emoções!!!
Por: Arlêne Tavares
Macapá - AP
Abra o coração para vida.
Algumas vezes as pessoas chegam a nossas vidas e rapidamente nos damos conta de que isso acontece porque deve ser assim, para servir a um propósito, para ensinar-nos uma lição, para nos descobrir quem somos na realidade, para nos ensinar o que desejamos alcançar. Muitas vezes, não sabemos quem são essas pessoas, mas quando olhamos em seus olhos sabemos e compreendemos que elas afetarão nossas vidas de uma maneira tão profunda que nos assustará.
Algumas vezes, essas pessoas lhe parecerão horríveis dolorosas e injustas, mas isso te levará a entender que se não superar essas coisas nunca testará seu potencial, ou seja, a sua força e o poder de seu coração. Tudo acontece por alguma razão nesta vida. Nada acontece por acaso ou por sorte. Enfermidades, feridas, o amor, momentos perdidos de grandeza ou de pura bobeira, tudo ocorre para provar os limites de nossa alma.
Sem essas pequenas provas, a vida seria como um caminho recém-pavimentado, suave e liso, direto, sem rumo a nenhum lugar, plano, cômodo e seguro, mas sem razão de existir.
As pessoas que conhecemos afetam nossas vidas, as derrotas e vitorias que experimentamos com elas criam as pessoas que somos. É com as más experiências que muitas vezes aprendemos as lições mais significativas de nossas vidas. Se alguém te fere, te trai ou arrebenta com seu coração dê-lhes graças porque te ensinaram a importância de perdoar, da confiança e de ter mais cuidado no futuro para quem você abrirá o seu coração. Se alguém te ama, ame-o não porque ele te ama, mas porque te ensinou a amar e abrir o seu coração e seus olhos para as coisas pequenas da vida.
Aprenda tudo o que pode aprender, porque quem saberá, se mais tarde não terá essa oportunidade. Permita-se apaixonar (mesmo que doa), a se libertar e colocar sua vista em um lugar bem alto. Mantenha sua cabeça bem alta porque você tem todo o direito de fazer isto. Repita consigo mesmo que é uma pessoa magnífica e simplesmente creia. Somos nós mesmos que atraímos para o nosso prejuízo ou para o nosso favor as companhias que nos acrescentarão as forças para a queda nas trevas ou para a ascensão à Luz Divina. Paz e bem
Algumas vezes, essas pessoas lhe parecerão horríveis dolorosas e injustas, mas isso te levará a entender que se não superar essas coisas nunca testará seu potencial, ou seja, a sua força e o poder de seu coração. Tudo acontece por alguma razão nesta vida. Nada acontece por acaso ou por sorte. Enfermidades, feridas, o amor, momentos perdidos de grandeza ou de pura bobeira, tudo ocorre para provar os limites de nossa alma.
Sem essas pequenas provas, a vida seria como um caminho recém-pavimentado, suave e liso, direto, sem rumo a nenhum lugar, plano, cômodo e seguro, mas sem razão de existir.
As pessoas que conhecemos afetam nossas vidas, as derrotas e vitorias que experimentamos com elas criam as pessoas que somos. É com as más experiências que muitas vezes aprendemos as lições mais significativas de nossas vidas. Se alguém te fere, te trai ou arrebenta com seu coração dê-lhes graças porque te ensinaram a importância de perdoar, da confiança e de ter mais cuidado no futuro para quem você abrirá o seu coração. Se alguém te ama, ame-o não porque ele te ama, mas porque te ensinou a amar e abrir o seu coração e seus olhos para as coisas pequenas da vida.
Aprenda tudo o que pode aprender, porque quem saberá, se mais tarde não terá essa oportunidade. Permita-se apaixonar (mesmo que doa), a se libertar e colocar sua vista em um lugar bem alto. Mantenha sua cabeça bem alta porque você tem todo o direito de fazer isto. Repita consigo mesmo que é uma pessoa magnífica e simplesmente creia. Somos nós mesmos que atraímos para o nosso prejuízo ou para o nosso favor as companhias que nos acrescentarão as forças para a queda nas trevas ou para a ascensão à Luz Divina. Paz e bem
terça-feira, 14 de maio de 2013
Diga-me algo sobre o amor.
''O evangelho de Cristo já nos aceitou e acredito ser esse o maior desafio a ser vivenciado, por cada um de nós. Em resumo, fomos aceitos e, por tal modo, torna - se desnecessário buscarmos meios para obtermos respectivo alvo. Vou além, o ser humano, lá no fundo de sua existência, aspira consolidar esse propósito, ou seja, a aceitação. Então, independentemente de nosso passado (com escolhas e decisões, aos quais não há como mudar, mas essa verdade de maneira alguma deve nos levar a um ressentimento mórbido). Afinal de contas, o evangelho de Cristo nos aceitou, nos incluiu e nos chama para um recomeço, pelo qual sorrir, viver, ser gente com lágrimas e alma, ser gente com uma espiritualidade viva e livre, ser gente com gente é, sim e sim, possível.''
''Podemos praticar a caridade, sem nenhuma dificuldade, porque independe de colocar nossas fragilidades e convicções em pauta. Agora, o amor envolve olhar para quem está ao nosso lado e permitir que nos veja, com todas nossas fronteiras.''
''a unidade nos chamada para sair da solidão e a unanimidade do superficial.''
''Participar da mesa de Cristo nos traz a escolha por assumirmos o compromisso pelo próximo e sempre devemos perguntar: - Quem é esse próximo? Talvez a resposta esteja ao seu lado!...''
‘’O amor não se vale de uma epopeia para ser aceito, mas simplesmente de um abraço; não se desdobra em métodos e sistemas de persuasão, mas procura levantar o olhar do próximo; não tem respostas para tudo, mas tem a coragem para sentar ao lado e respeitar as fronteiras do próximo; não concebe o silêncio, como algo mórbido ou uma fuga hipócrita; não aceita se fragmentado em conceitos equivocados de servir para uns e outros não; não aceita ser visto apenas como ágape, nem eros e muito menos philia; abre a porta para o diálogo e o ouvir; desce pelas escadarias do serviço fraternal; lança as cordas dos recomeços; não barra as lágrimas; sobe ao palco da vida e aceita rir, sorrir, curtir o pôr do sol, o suave ressoar dos ventos, o toque alentador das águas do rio e outras formas de conceber a vida, sem os pesos e contrapesos; não se curva diante de uma felicidade plastificada; não se conforma com os muros da indiferença, da intolerância e da insensibilidade; aplaude as qualidades do próximo; não se envergonha de dizer o quanto o próximo é valioso, é importante e é singular; não se esconde na culpa e nem da condenação; o amor ouve, sente e percebe o pulsar das emoções; submerge na alegria de ser gente, de ler um romance, de levantar ancora em direção do recomeçar; o amor abre caminhos, aproxima e aprofunda o respeito com relação ao próximo; o amor reconhece os erros, mas não faz disso um desgraça; o amor torce, sem ver o semelhante numa arena de gladiadores; o amor tem uma substancia lúdica, irreverente, humana, poética, singela e transparente; o amor não terá resposta para tudo; não faz do próximo, canal de suas frustrações e amarguras; o amor não se coloca como julgador, mas atenta para cada situação; o amor é um contínuo aprendiz da inclusão; o amor não precisa de holofotes; o amor se abre para a democracia da confissão, porque não se amolda a ditadura do narcisismo e da perfeição; o amor serve e espera o retorno de faces livres, abertas, francas e companheiras; o amor participa dos alaridos de um recém – nascido, torna – se parceiro de um ser diante das decisões e escolhas da vida e o acompanha no derradeiro suspiro; o amor folheia as páginas dos primeiros passos, estranhamente se encontra no ímpeto da puberdade e na transição da maturidade, não abona o surgir das rugas e das marcas dos anos; o amor não se encontra nas sinagogas, nas mesquitas, nas igrejas, nas miríades de ideologias, mas sim no encontro daquilo que estava separado; o amor não mata, não subjuga, não manipula, não explora e não se aproveita das fragilidades do próximo; o amor parece uma incógnita, uma verdade de outro mundo, uma decisão contraditória; o amor tem os passos de Charles Chaplin, a honestidade das peças de Skaskpear, a simples imersão ao fundo da vida – em Jesus Cristo; o amor sopra velinhas, prepara o churrasco, não dispensa o sorvete com cobertura, não abole a vida de ser vivida.’’ Paz e bem
Uma excomunhão necessária ( Escrito por um Evangélico ).
“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;” II Cor 10; 4 e 5
Interessante figura usada aqui por Paulo! Conselhos contra o conhecimento de Deus, são equiparados a fortalezas. O salmista usa a figura das cidades de refúgio que ofereciam proteção a homicidas culposos, para figurar a segurança dos servos, em Deus; “Deus é nosso refúgio e fortaleza” Sal 46; 1
Temos então o choque entre duas fortalezas; uma em Deus, outra, contra Deus. Se a fortaleza do inimigo consiste em conselhos que ofuscam o conhecimento, os chamados sofismas, nossas armas devem ser eficazes para desfazer tais conselhos.
Do sofista, aliás, já os filósofos não tinham um bom conceito; “Um impostor, … malabarista de argumentos, mais verossímeis do que verdadeiros, mais sedutores do que plausíveis.” Platão
Sob o argumento veraz que Deus é amor, os movimentos homossexuais, têm feito seus malabarismos sofísticos; seu pleito não é pelo direito à prática, pois, já têm; tampouco pela integridade , liberdade, os bens, etc, que também lhes faculta a lei. O que querem é a sacralização de seu erro. Que sejam aceitas no meio cristão essas formas de comportamento que Bíblia abomina.
Ora, se a Bíblia não conta, por que querem ser cristãos? Agora, se ela conta, precisam mudar seu agir e se adequar, simples assim.
É como se alguém promovesse o baile do azul, e eles quisessem participar, mas, estando todos vestidos de vermelho. Qual sua providência? Ao invés de buscarem as vestes azuis, decidiram sair exigindo que o vermelho fosse doravante nominado de azul, natural que sejam “barrados no baile”. Certo há alguns porteiros daltônicos que já não sabem a diferença, que dancem lá, pois.
A imprensa engajada na causa gay deu grande destaque à excomunhão do “padre” Beto que não vê problema no homossexualismo, nem na promiscuidade consentida, e acha que a igreja deve mudar. Ora, não sou católico, nem concordo com muito que eles creem e fazem, mas, nessa, como discordar?
Se a igreja trata, sobretudo, de bens espirituais, crê e ensina que a felicidade está no porvir, sendo aqui mero campo probatório, lugar de renúncias, cruz; e, essa gente acha que a felicidade é dessa vida, e consiste também em satisfazer as comichões do corpo, inevitável o choque.
Os pensadores antigos, tinham outra ideia sobre a felicidade; “Se felicidade estivesse nos prazeres do corpo, diríamos felizes os bois, quando encontram ervilha para comer.” (Heráclito)
Gostem ou não, cristianismo vero manda o corpo pra cruz, e aposta suas fichas nos bens da alma. Isso vale para gays e heteros, pois também nós temos nossos corpos reféns de desejos impuros, que temos que crucificar.
Não confundamos liberdade com libertinagem, pois; a vera liberdade desprende dos próprios desejos malsãos, e nem é tão livre assim, é condicional; afinal, leva “cativo todo entendimento à obediência de Cristo”, lembram?
Embora ante seus simpatizantes que o aplaudiram, o padre pareça sábio, libertário, a Sabedoria, substantivo, aos olhos de Deus, carece ainda certo adjetivo, como ensina Tiago: “…a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura…” Tg 3; 17 a oposta, dissera ser, de outra esfera, “terrena” de outro campo de atuação, “animal” de outra fonte de inspiração; “diabólica”. V 15.
Não basta parecer bondoso, tolerante, bem intencionado um postulado qualquer, para ser reputado probo; se não traz o selo de pureza segundo Deus, é anátema.
"Ah! Dentro de toda a alma existe a prova de que a dor como um dardo se renova quando o prazer barbaramente a ataca…"
( Augusto dos Anjos )
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