FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
segunda-feira, 19 de julho de 2010
ENCONTRO SAGRADO
Estendendo-me teus braços, quando espiei o corredor do berçário com mil portas de possibilidades;
Brincando de pega-pega com as crianças;
Dando boas risadas e elas penduradas ao teu pescoço.
Na chuva que cai lá fora dos olhos da criança deixada;
No amigo imaginário dos pequeninos;
Encontrei-te
Nas entrelinhas da sagrada palavra;
Alinhavando as linhas das velhas páginas da minha história;
No teu Filho amado;
Aliviando o peso do prato das perdas e colocando mais peso nos ganhos;
Na imagem refletida sobre a superfície de uma plácida lagoa, de uma ilha no agitado oceano de mim mesmo. O nome da ilha: Lugar de Oração;
Encontrei-te
Despertando-me com o cheiro do café da manhã;
No sabor da fruta mais doce que não encontro mais;
Tocando a minha pele nos raios do sol que brilha da última galáxia no Universo que se chama alma;
No frio de inverno fúnebre em pleno ártico do meu ser;
No nevoeiro de quem somos;
Encontrei-te
Numa sossegada flor a avenida por onde jorram carros;
No beija-flor que toca a flor;
No sol retratado nos olhos de quem beija a flor;
Nos átomos que vibram suas asas, movem o ar, provocam ventos e tempestades, movem veleiros, atravessam continentes, destroem nações e apagam as velas de um último aniversário.
Encontrei-te
Ao meu lado, quando das tempestades que me pregaram sustos;
No canto escuro dos meus questionamentos;
Quando não encontrei mais palavras;
Destruindo os meus muros, quando saí na varanda de mim mesmo e olhei em torno;
Naquele que lançou luz na minha escuridão;
Encontrei-te
Acalmando-me num dia de cólera;
Quando segurei o touro pelos chifres;
Quando mergulhei de cabeça;
Quando senti o nó na garganta;
Quando enfiei minha cara no travesseiro;
Encontrei-te
No olhar angustiado da velinha carente;
No esfarrapado estendendo-se na calçada;
Nos que se arrastam com seus fardos carregados de angústias, ansiedades e depressões;
Naquele que ajudou o cego a atravessar a alucinada rua da sua existência;
Joalheiro lapidando os mais lindos corações;
Encontrei-te
Sorrindo quando acalmei a fúria com resposta branda;
Feliz quando fiz o outro feliz;
Nas mãos de quem levantou o caído;
Resgatando os encarcerados das algemas de suas culpas;
Encontrei-te
Entre cada segundo;
Quando eu corria para todas as direções;
Nas mil distrações;
Nas pequenas gentilezas;
Novamente estendendo-me teus braços no Jardim Celestial.
A GRAÇA IRRESISTÍVEL
"Não fostes vós que me escolhestes mais eu vos escolhi e vos nomiei para que vades e deis fruto e o vosso fruto permaneça."
Jesus fala de uma escolha muito singular, tenho visto os adoradores do livre arbítrio, seja lá o que isto signifique para eles, se debatendo tentado mudar o contexto deste texto em relação a chamada salvívica de Cristo aos seus escolhidos, mas este texto quando harmonizado com outros prova-nos a imensa grandeza da graça irresistível e sepulta o outro evangelho de uma vez por todas, pois elimina qualquer participação do homem na obra da salvação vejamos uma definição de graça Irresistível: "Cada membro da Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - participa e contribui para a salvação de pecadores. Como já foi mostrado, o Pai, antes da fundação do mundo, escolheu aqueles que iriam ser salvos e deu-os ao Filho para serem o Seu povo. Na época oportuna o Filho veio ao mundo e assegurou a redenção desse povo. Mas esses dois grandes atos - a eleição e a redenção - não completam a obra da salvação, pois está incluída no plano divino para a recuperação do pecador perdido a obra renovadora do Espírito Santo, pela qual os benefícios da obediência e da morte de Cristo são aplicados ao eleito. A doutrina da Graça Irresistível ou Eficaz está relacionada com essa fase da Salvação. Declarada de modo simples, esta doutrina afirma que o Espírito Santo nunca falha em trazer à salvação aqueles pecadores que Ele pessoalmente chama a Cristo. Ele aplica inevitavelmente a salvação a todo pecador que Ele tencionou salvar, e é Sua intenção salvar todos os eleitos."
Os cincos pontos do calvinismo chamam de chamada eficaz ou graça Irresistível o ato ou efeito de e pelo a qual Deus Atrai para Si os seus eleitos por meio da morte substitutiva de Cristo Jesus o salvador. Podemos ver a graça irresistível sob dois aspectos: Soberania de Deus e aplicação da soberania na Escolha dos salvos e réprobos.
O que temos de certo é o fato de que a graça é irresistível, não por que Deus força a natureza humana, bem longe disso, o profeta Jeremias tem uma explicação muito profunda sobre isto, vejamos. Jeremias 31:3”:
Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. “
Que coisa linda que coisa Maravilhosa!!! Desculpem as minhas emoções transparecerem mais é que como diz outro grande profeta Isaias, que disse: “nunca se viu com os olhos e nem seu ouviu como os ouvidos a cerca de um Deus Como o Nosso Deus que trabalha em prol dos que nele confiam” a graça Irresistível do ponto de vista da Soberania de Deus deve ser entendida da seguinte perspectiva:
1º A soberania de Deus não é uma arma que Deus usa para exercer Seu domínio sobre a criatura racional do universo infinofinito, nem um meio pelo qual Ele ordena que tudo seja como Ele disse que seja sem que as criaturas terem responsabilidade por seus atos e escolhas, então como poderemos explicar a forma como os eleitos são atraídos a Deus ?
Por meio do amor e da imensa bondade de Deus para com seus servos. ” O profeta diz de longe, se me deixou ver o Senhor e me disse: Com amor eterno eu te Amei e com Benignidade eu te atrai. “ Temos de compreender dois fatos importante neste texto: Primeiro, Deus não falou de outro aspecto relativo a Sua personalidade, Ele falou de Si Mesmo, pois João diz: “Deus é Amor “ ,então Deus em Sua auto revelação está nos dizendo que antes do princípio primordial Ele já conhecia os seus escolhidos e tinha se doado a eles, vejamos o que J. C Ryle Diz sobre O amor “Ouçamos o que João diz: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor ” (1 João 5:7-8).
Não farei comentário algum sobre estes textos. Penso que será melhor deixá-los diante dos meus leitores em sua eloqüente simplicidade, e deixá-los falar por si mesmos. Se alguém está disposto a pensar que o assunto deste artigo é insignificante, apenas pedirei a ele que olhe para estes textos, e pense novamente. Aquele que desce o “amor” do santo do alto lugar que ele ocupa na Bíblia e o trata como um assunto de importância secundária, deve acertar as contas com a Palavra de Deus. Eu certamente não gastarei tempo argumentando com tal pessoa.”
Concordo plenamente que o texto é auto explicitado e profundo. A graça não é um conjunto de filosofias, não é um sermão bem elaborado ou uma porção de versículos isolados de seu contexto, não, a graça é a Pessoa do próprio Jesus Entregando-se ao pecador e dizendo Vinde A mim e achareis descanso, a graça é Deus na Cruz religando consigo o mundo, vejamos A confissão de Fé de Westminster:
CAPÍTULO VIII
DE CRISTO O MEDIADOR
. Aprouve a Deus em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do Mundo; e deu-lhe desde toda a eternidade um povo para ser sua semente e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado.
Ref. Isa. 42: 1; I Ped. 1: 19-20; I Tim. 2:5; João 3:16; Deut. 18:15; At. 3:20-22; Heb. 5:5-6; Isa. 9:6-7; Luc. 1:33; Heb. 1:2; Ef. 5:23; At. 17:31; II Cor.5:10; João 17:6; Ef. 1:4; I Tim. 2:56; I Cor. 1:30; Rom.8:30. II. O Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distinta – as, Divindade e a humanidade – foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem. Ref. João 1:1,14; I João 5:20; Fil. 2:6; Gal. 4:4; Heb. 2:14, 17 e 4:15; Luc. 1:27, 31, 35; Mat. 16:16; Col. 2:9; Rom. 9:5; Rom. 1:3-4; I Tim. 2:5.”
Deus em sua soberania usa os meios a Ele lícitos para que no decurso dos tempos e nos limites do espaço por meio da pregação da sua santa palavra os pecadores eleitos sejam a Ele Atraídos de tal forma que as vezes a criatura pensa que tem algum mérito na obra de sua salvação, contudo só Deus é o autor da salvação por meio da graça através da fé.
2º A aplicação da soberania na escolha dos eleitos e dos réprobos, deve ser analisada sob dois aspectos justa-combinados que vede vejamos ainda,
CFW - CAPÍTULO XIV
DA FÉ SALVADORA:
I. A graça da fé, pela qual os eleitos são habilitados a crer para a salvação das suas almas, é a obra que o Espírito de Cristo faz nos corações deles, e é ordinariamente operada pelo ministério da palavra; por esse ministério, bem como pela administração dos sacramentos e pela oração, ela aumentada e fortalecida.
Ref. Heb. 10:39; II Cor. 4:13; Ef. 1:17-20, e 2:8; Mat. 28:19-20; Rom. 10:14, 17: I Cor. 1:21; I Ped. 2:2; Rom. 1:16-17; Luc. 22:19; João 6:54-56; Rom. 6:11; Luc. 17:5, e 22:32.
II. Por essa fé o cristão, segundo a autoridade do mesmo Deus que fala em sua palavra, crê ser verdade tudo quanto nela é revelado, e age de conformidade com aquilo que cada passagem contém em particular, prestando obediência aos mandamentos, tremendo às ameaças e abraçando as promessas de Deus para esta vida e para a futura; porém os principais atos de fé salvadora são -aceitar e receber a Cristo e firmar-se só nele para a justificação, santificação e vida eterna, isto em virtude do pacto da graça. Ref. João 6:42; I Tess. 2:13; I João 5:10; At. 24:14; Mat. 22:37-40; Rom. 16:26; Isa. 66:2; Heb. 11:13; I Tim. 6:8; João1:12; At. 16:31; Gal. 2:20; At. 15: 11.
Fé salvadora e pregação da palavra, é importante lembrarmos que sem a pregação da palavra não há verdadeira salvação, os ataques dos satânistas contra a doutrina Bíblica da Predestinação baseia-se tão sómente em crenças vãs e filosofias balofas de ímpios e mal feitores que temem a Justa Ira de Deus e o castigo eterno que lhes está reservado, sendo assim eles tem de inventar algo que engane por algum tempo as suas consciências cauterizadas e seus corações pútridos de pecados. A Fé salvadora só é alcançada por uma pessoa a quem o próprio Deus se auto revela como salvador e a ninguém mais, por isto os filhos do diabo não podem alcançar perdão, porque Jesus Não morreu por eles, não veio para salva-los. A graça é irresistível e resistida por todos os ímpios pelos quais Jesus não Morreu, mas um eleito de Deus não tem como resistir a chamada, ainda sobre isto vejamos:
CFW - CAPÍTULO XV
DO ARREPENDIMENTO PARA A VIDA
“I. O arrependimento para a vida é uma graça evangélica, cuja doutrina deve ser tão pregada por todo o ministro do Evangelho como a da fé em Cristo.Ref. At. 11: 18; Luc. 24:47; Mar. 1: 15; At. 20:21.II. Movido pelo reconhecimento e sentimento, não só do perigo, mas também da impureza e odiosidade do pecado como contrários à santa natureza e justa lei de Deus; apreendendo a misericórdia divina manifestada em Cristo aos que são penitentes, o pecador pelo arrependimento, de tal maneira sente e aborrece os seus pecados, que, deixando-os, se volta para Deus, tencionando e procurando andar com ele em todos os caminhos dos seus mandamentos. Ref. Eze. 18:30-31 e 34:31; Sal.51:4; Jer. 31:18-19; II Cor.7:11; Sal. 119:6, 59, 106; Mat.21:28-29.III. Ainda que não devemos confiar no arrependimento como sendo de algum modo uma satisfação pelo pecado ou em qualquer sentido a causa do perdão dele, o que é ato da livre graça de Deus em Cristo, contudo, ele é de tal modo necessário aos pecadores, que sem ele ninguém poderá esperar o perdão, Ref. Ez. 36:31-32 e 16:63; Os. 14:2, 4; Rom. 3:24; Ef. 1: 7; Luc. 13:3, S; At. 17:30,31. IV. Como não há pecado tão pequeno que não mereça a condenação, assim também não há pecado tão grande que possa trazer a condenação sobre os que se arrependem verdadeiramente. Ref. Rom. 6:23; Mat. 12:36; Isa. 55: 7; Rom. 8:1; Isa. 1: 18.,V. Os homens não devem se contentar com um arrependimento geral, mas é dever de todos procurar arrepender-se particularmente de cada um dos seus pecados. Ref. Sal. 19:13; Luc. 19:8; I Tim. 1:13, 15. VI. Como todo o homem é obrigado a fazer a Deus confissão particular das suas faltas, pedindo-lhe o perdão delas, fazendo o que, achará misericórdia, se deixar os seus pecados, assim também aquele que escandaliza a seu irmão ou a Igreja de Cristo, deve estar pronto, por uma confissão particular ou pública do seu pecado e do pesar que por ele sente, a declarar o seu arrependimento aos que estão ofendidos; isto feito, estes devem reconciliar-se com ele e recebê-lo em amor.”
Portanto se você meu caro leitor é uma daquelas vitimas do outro evangelho e crer que Deus ama a todos, ou que Deus ama o pecador e aborrece o pecador, quem sabe ainda acredita que pode por obras boas ser salvo ou reencarnar no fim de um vida de muitos pecados, arrependa-se já, deixe tudo isto, pois tudo isto não passa de lixo religioso, baboseira que o diabo soprou nos ouvidos de muitos líderes de seitas e falsas religiões, que são na verdade pequenas agências do inferno aqui na terra, repito, arrependa-se dos seus pecados suplique o perdão de Deus, implore, para que Cristo se torne seu Rei, seu Senhor e Salvador pessoal, faça isto do mais profundo do seu ser, do intríseco de sua alma pecaminosa e carente da Glória de Deus. Pois só assim pode haver verdadeira Salvação por meio da graça, através da fé em Jesus Cristo sómente.
Jesus fala de uma escolha muito singular, tenho visto os adoradores do livre arbítrio, seja lá o que isto signifique para eles, se debatendo tentado mudar o contexto deste texto em relação a chamada salvívica de Cristo aos seus escolhidos, mas este texto quando harmonizado com outros prova-nos a imensa grandeza da graça irresistível e sepulta o outro evangelho de uma vez por todas, pois elimina qualquer participação do homem na obra da salvação vejamos uma definição de graça Irresistível: "Cada membro da Trindade - Pai, Filho e Espírito Santo - participa e contribui para a salvação de pecadores. Como já foi mostrado, o Pai, antes da fundação do mundo, escolheu aqueles que iriam ser salvos e deu-os ao Filho para serem o Seu povo. Na época oportuna o Filho veio ao mundo e assegurou a redenção desse povo. Mas esses dois grandes atos - a eleição e a redenção - não completam a obra da salvação, pois está incluída no plano divino para a recuperação do pecador perdido a obra renovadora do Espírito Santo, pela qual os benefícios da obediência e da morte de Cristo são aplicados ao eleito. A doutrina da Graça Irresistível ou Eficaz está relacionada com essa fase da Salvação. Declarada de modo simples, esta doutrina afirma que o Espírito Santo nunca falha em trazer à salvação aqueles pecadores que Ele pessoalmente chama a Cristo. Ele aplica inevitavelmente a salvação a todo pecador que Ele tencionou salvar, e é Sua intenção salvar todos os eleitos."
Os cincos pontos do calvinismo chamam de chamada eficaz ou graça Irresistível o ato ou efeito de e pelo a qual Deus Atrai para Si os seus eleitos por meio da morte substitutiva de Cristo Jesus o salvador. Podemos ver a graça irresistível sob dois aspectos: Soberania de Deus e aplicação da soberania na Escolha dos salvos e réprobos.
O que temos de certo é o fato de que a graça é irresistível, não por que Deus força a natureza humana, bem longe disso, o profeta Jeremias tem uma explicação muito profunda sobre isto, vejamos. Jeremias 31:3”:
Há muito que o SENHOR me apareceu, dizendo: Porquanto com amor eterno te amei, por isso com benignidade te atraí. “
Que coisa linda que coisa Maravilhosa!!! Desculpem as minhas emoções transparecerem mais é que como diz outro grande profeta Isaias, que disse: “nunca se viu com os olhos e nem seu ouviu como os ouvidos a cerca de um Deus Como o Nosso Deus que trabalha em prol dos que nele confiam” a graça Irresistível do ponto de vista da Soberania de Deus deve ser entendida da seguinte perspectiva:
1º A soberania de Deus não é uma arma que Deus usa para exercer Seu domínio sobre a criatura racional do universo infinofinito, nem um meio pelo qual Ele ordena que tudo seja como Ele disse que seja sem que as criaturas terem responsabilidade por seus atos e escolhas, então como poderemos explicar a forma como os eleitos são atraídos a Deus ?
Por meio do amor e da imensa bondade de Deus para com seus servos. ” O profeta diz de longe, se me deixou ver o Senhor e me disse: Com amor eterno eu te Amei e com Benignidade eu te atrai. “ Temos de compreender dois fatos importante neste texto: Primeiro, Deus não falou de outro aspecto relativo a Sua personalidade, Ele falou de Si Mesmo, pois João diz: “Deus é Amor “ ,então Deus em Sua auto revelação está nos dizendo que antes do princípio primordial Ele já conhecia os seus escolhidos e tinha se doado a eles, vejamos o que J. C Ryle Diz sobre O amor “Ouçamos o que João diz: “Amados, amemo-nos uns aos outros; porque o amor é de Deus; e qualquer que ama é nascido de Deus e conhece a Deus. Aquele que não ama não conhece a Deus; porque Deus é amor ” (1 João 5:7-8).
Não farei comentário algum sobre estes textos. Penso que será melhor deixá-los diante dos meus leitores em sua eloqüente simplicidade, e deixá-los falar por si mesmos. Se alguém está disposto a pensar que o assunto deste artigo é insignificante, apenas pedirei a ele que olhe para estes textos, e pense novamente. Aquele que desce o “amor” do santo do alto lugar que ele ocupa na Bíblia e o trata como um assunto de importância secundária, deve acertar as contas com a Palavra de Deus. Eu certamente não gastarei tempo argumentando com tal pessoa.”
Concordo plenamente que o texto é auto explicitado e profundo. A graça não é um conjunto de filosofias, não é um sermão bem elaborado ou uma porção de versículos isolados de seu contexto, não, a graça é a Pessoa do próprio Jesus Entregando-se ao pecador e dizendo Vinde A mim e achareis descanso, a graça é Deus na Cruz religando consigo o mundo, vejamos A confissão de Fé de Westminster:
CAPÍTULO VIII
DE CRISTO O MEDIADOR
. Aprouve a Deus em seu eterno propósito, escolher e ordenar o Senhor Jesus, seu Filho Unigênito, para ser o Mediador entre Deus e o homem, o Profeta, Sacerdote e Rei, o Cabeça e Salvador de sua Igreja, o Herdeiro de todas as coisas e o Juiz do Mundo; e deu-lhe desde toda a eternidade um povo para ser sua semente e para, no tempo devido, ser por ele remido, chamado, justificado, santificado e glorificado.
Ref. Isa. 42: 1; I Ped. 1: 19-20; I Tim. 2:5; João 3:16; Deut. 18:15; At. 3:20-22; Heb. 5:5-6; Isa. 9:6-7; Luc. 1:33; Heb. 1:2; Ef. 5:23; At. 17:31; II Cor.5:10; João 17:6; Ef. 1:4; I Tim. 2:56; I Cor. 1:30; Rom.8:30. II. O Filho de Deus, a Segunda Pessoa da Trindade, sendo verdadeiro e eterno Deus, da mesma substância do Pai e igual a ele, quando chegou o cumprimento do tempo, tomou sobre si a natureza humana com todas as suas propriedades essenciais e enfermidades comuns, contudo sem pecado, sendo concebido pelo poder do Espírito Santo no ventre da Virgem Maria e da substância dela. As duas naturezas, inteiras, perfeitas e distinta – as, Divindade e a humanidade – foram inseparavelmente unidas em uma só pessoa, sem conversão composição ou confusão; essa pessoa é verdadeiro Deus e verdadeiro homem, porém, um só Cristo, o único Mediador entre Deus e o homem. Ref. João 1:1,14; I João 5:20; Fil. 2:6; Gal. 4:4; Heb. 2:14, 17 e 4:15; Luc. 1:27, 31, 35; Mat. 16:16; Col. 2:9; Rom. 9:5; Rom. 1:3-4; I Tim. 2:5.”
Deus em sua soberania usa os meios a Ele lícitos para que no decurso dos tempos e nos limites do espaço por meio da pregação da sua santa palavra os pecadores eleitos sejam a Ele Atraídos de tal forma que as vezes a criatura pensa que tem algum mérito na obra de sua salvação, contudo só Deus é o autor da salvação por meio da graça através da fé.
2º A aplicação da soberania na escolha dos eleitos e dos réprobos, deve ser analisada sob dois aspectos justa-combinados que vede vejamos ainda,
CFW - CAPÍTULO XIV
DA FÉ SALVADORA:
I. A graça da fé, pela qual os eleitos são habilitados a crer para a salvação das suas almas, é a obra que o Espírito de Cristo faz nos corações deles, e é ordinariamente operada pelo ministério da palavra; por esse ministério, bem como pela administração dos sacramentos e pela oração, ela aumentada e fortalecida.
Ref. Heb. 10:39; II Cor. 4:13; Ef. 1:17-20, e 2:8; Mat. 28:19-20; Rom. 10:14, 17: I Cor. 1:21; I Ped. 2:2; Rom. 1:16-17; Luc. 22:19; João 6:54-56; Rom. 6:11; Luc. 17:5, e 22:32.
II. Por essa fé o cristão, segundo a autoridade do mesmo Deus que fala em sua palavra, crê ser verdade tudo quanto nela é revelado, e age de conformidade com aquilo que cada passagem contém em particular, prestando obediência aos mandamentos, tremendo às ameaças e abraçando as promessas de Deus para esta vida e para a futura; porém os principais atos de fé salvadora são -aceitar e receber a Cristo e firmar-se só nele para a justificação, santificação e vida eterna, isto em virtude do pacto da graça. Ref. João 6:42; I Tess. 2:13; I João 5:10; At. 24:14; Mat. 22:37-40; Rom. 16:26; Isa. 66:2; Heb. 11:13; I Tim. 6:8; João1:12; At. 16:31; Gal. 2:20; At. 15: 11.
Fé salvadora e pregação da palavra, é importante lembrarmos que sem a pregação da palavra não há verdadeira salvação, os ataques dos satânistas contra a doutrina Bíblica da Predestinação baseia-se tão sómente em crenças vãs e filosofias balofas de ímpios e mal feitores que temem a Justa Ira de Deus e o castigo eterno que lhes está reservado, sendo assim eles tem de inventar algo que engane por algum tempo as suas consciências cauterizadas e seus corações pútridos de pecados. A Fé salvadora só é alcançada por uma pessoa a quem o próprio Deus se auto revela como salvador e a ninguém mais, por isto os filhos do diabo não podem alcançar perdão, porque Jesus Não morreu por eles, não veio para salva-los. A graça é irresistível e resistida por todos os ímpios pelos quais Jesus não Morreu, mas um eleito de Deus não tem como resistir a chamada, ainda sobre isto vejamos:
CFW - CAPÍTULO XV
DO ARREPENDIMENTO PARA A VIDA
“I. O arrependimento para a vida é uma graça evangélica, cuja doutrina deve ser tão pregada por todo o ministro do Evangelho como a da fé em Cristo.Ref. At. 11: 18; Luc. 24:47; Mar. 1: 15; At. 20:21.II. Movido pelo reconhecimento e sentimento, não só do perigo, mas também da impureza e odiosidade do pecado como contrários à santa natureza e justa lei de Deus; apreendendo a misericórdia divina manifestada em Cristo aos que são penitentes, o pecador pelo arrependimento, de tal maneira sente e aborrece os seus pecados, que, deixando-os, se volta para Deus, tencionando e procurando andar com ele em todos os caminhos dos seus mandamentos. Ref. Eze. 18:30-31 e 34:31; Sal.51:4; Jer. 31:18-19; II Cor.7:11; Sal. 119:6, 59, 106; Mat.21:28-29.III. Ainda que não devemos confiar no arrependimento como sendo de algum modo uma satisfação pelo pecado ou em qualquer sentido a causa do perdão dele, o que é ato da livre graça de Deus em Cristo, contudo, ele é de tal modo necessário aos pecadores, que sem ele ninguém poderá esperar o perdão, Ref. Ez. 36:31-32 e 16:63; Os. 14:2, 4; Rom. 3:24; Ef. 1: 7; Luc. 13:3, S; At. 17:30,31. IV. Como não há pecado tão pequeno que não mereça a condenação, assim também não há pecado tão grande que possa trazer a condenação sobre os que se arrependem verdadeiramente. Ref. Rom. 6:23; Mat. 12:36; Isa. 55: 7; Rom. 8:1; Isa. 1: 18.,V. Os homens não devem se contentar com um arrependimento geral, mas é dever de todos procurar arrepender-se particularmente de cada um dos seus pecados. Ref. Sal. 19:13; Luc. 19:8; I Tim. 1:13, 15. VI. Como todo o homem é obrigado a fazer a Deus confissão particular das suas faltas, pedindo-lhe o perdão delas, fazendo o que, achará misericórdia, se deixar os seus pecados, assim também aquele que escandaliza a seu irmão ou a Igreja de Cristo, deve estar pronto, por uma confissão particular ou pública do seu pecado e do pesar que por ele sente, a declarar o seu arrependimento aos que estão ofendidos; isto feito, estes devem reconciliar-se com ele e recebê-lo em amor.”
Portanto se você meu caro leitor é uma daquelas vitimas do outro evangelho e crer que Deus ama a todos, ou que Deus ama o pecador e aborrece o pecador, quem sabe ainda acredita que pode por obras boas ser salvo ou reencarnar no fim de um vida de muitos pecados, arrependa-se já, deixe tudo isto, pois tudo isto não passa de lixo religioso, baboseira que o diabo soprou nos ouvidos de muitos líderes de seitas e falsas religiões, que são na verdade pequenas agências do inferno aqui na terra, repito, arrependa-se dos seus pecados suplique o perdão de Deus, implore, para que Cristo se torne seu Rei, seu Senhor e Salvador pessoal, faça isto do mais profundo do seu ser, do intríseco de sua alma pecaminosa e carente da Glória de Deus. Pois só assim pode haver verdadeira Salvação por meio da graça, através da fé em Jesus Cristo sómente.
quarta-feira, 14 de julho de 2010
SENHOR DE TUDO E DE TODOS
A autoridade que Jesus Cristo recebeu do Pai ao ressuscitar, segundo sua própria declaração em Mateus 28.18, é uma autoridade universal: “Toda a autoridade me foi dada no céu e na terra”. Em outras palavras, sua autoridade se estende sobre a totalidade da criação e sobre todos os aspectos da vida humana. Não há nada nem ninguém que esteja fora da órbita da autoridade de Jesus Cristo. Ele tem autoridade não apenas sobre a igreja, mas também sobre o mundo. Não apenas sobre o domingo, mas também sobre o restante da semana. Não apenas sobre o que está relacionado com as práticas religiosas, mas também sobre o que concerne à família e ao trabalho, à arte e à ciência, à economia e à política.
Isto não significa, porém, que todos reconheçam essa autoridade de Cristo, mas sim que todos deveriam reconhecê-la. Com efeito, o que distingue os cristãos dos não-cristãos é o fato de que aqueles reconhecem e, portanto, confessam, a autoridade universal de Jesus Cristo e vivem à luz desse reconhecimento, enquanto estes não a reconhecem nem a confessam. Como afirma o apóstolo Paulo: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Rm 10.12). Como veremos mais adiante, isto é o que torna necessária a missão da igreja, cuja essência é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor. “Isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo (Rm 10.8b-9).
Infelizmente, com muita frequência nós cristãos nos deixamos levar pela dicotomia entre a esfera do sagrado e a esfera do secular. Fazemos separação entre a ética e a religião, entre o público e o privado, entre o mundo e a igreja. Como consequência, estamos marcados pela incoerência entre nossa confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos, por um lado, e nosso estilo de vida, por outro.
Esta incoerência se faz visível hoje em dia, por exemplo, na maneira como permitimos que a sociedade de consumo defina nosso estilo de vida, impondo-nos valores alheios aos do reino de Deus. A sociedade de consumo transformou o aforismo do filósofo francês Rene Descartes “cogino, ergo sum” (“penso, logo existo”) em “consumo, logo existo”. Como resultado, a maioria das pessoas na sociedade moderna, especialmente no mundo dominado pelo capitalismo, não consome para viver, mas vive para consumir. Pressupõe que, se uma pessoa quer chegar a ser “alguém” entre seus contemporâneos, deve ter capacidade para adquirir os símbolos de “status” que a sociedade de consumo oferece. E, para alcançar este objetivo, muitas pessoas estão dispostas a pagar um alto preço: a saúde, as boas relações conjugais e familiares, a satisfação fruto do exercício de uma vocação escolhida livremente.
Em contraste com o estilo de vida que reflete os valores da sociedade de consumo, o estilo de vida coerente com a confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos renuncia a estes valores e se compromete com a realização do propósito de Deus para a vida humana exemplificado por seu Filho. É um estilo de vida em que prevalecem os valores do reino de Deus que se resumem em “shalom”: harmonia com Deus, harmonia com o próximo, harmonia com a criação de Deus. E é nesta direção que aponta a missão integral.
Isto não significa, porém, que todos reconheçam essa autoridade de Cristo, mas sim que todos deveriam reconhecê-la. Com efeito, o que distingue os cristãos dos não-cristãos é o fato de que aqueles reconhecem e, portanto, confessam, a autoridade universal de Jesus Cristo e vivem à luz desse reconhecimento, enquanto estes não a reconhecem nem a confessam. Como afirma o apóstolo Paulo: “Pois não há distinção entre judeu e grego, uma vez que o mesmo é o Senhor de todos, rico para com todos os que o invocam” (Rm 10.12). Como veremos mais adiante, isto é o que torna necessária a missão da igreja, cuja essência é a proclamação de Jesus Cristo como Senhor. “Isto é, a palavra da fé que pregamos. Se, com a tua boca, confessares Jesus como Senhor e, em teu coração, creres que Deus o ressuscitou dentre os mortos, serás salvo (Rm 10.8b-9).
Infelizmente, com muita frequência nós cristãos nos deixamos levar pela dicotomia entre a esfera do sagrado e a esfera do secular. Fazemos separação entre a ética e a religião, entre o público e o privado, entre o mundo e a igreja. Como consequência, estamos marcados pela incoerência entre nossa confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos, por um lado, e nosso estilo de vida, por outro.
Esta incoerência se faz visível hoje em dia, por exemplo, na maneira como permitimos que a sociedade de consumo defina nosso estilo de vida, impondo-nos valores alheios aos do reino de Deus. A sociedade de consumo transformou o aforismo do filósofo francês Rene Descartes “cogino, ergo sum” (“penso, logo existo”) em “consumo, logo existo”. Como resultado, a maioria das pessoas na sociedade moderna, especialmente no mundo dominado pelo capitalismo, não consome para viver, mas vive para consumir. Pressupõe que, se uma pessoa quer chegar a ser “alguém” entre seus contemporâneos, deve ter capacidade para adquirir os símbolos de “status” que a sociedade de consumo oferece. E, para alcançar este objetivo, muitas pessoas estão dispostas a pagar um alto preço: a saúde, as boas relações conjugais e familiares, a satisfação fruto do exercício de uma vocação escolhida livremente.
Em contraste com o estilo de vida que reflete os valores da sociedade de consumo, o estilo de vida coerente com a confissão de Jesus Cristo como Senhor de tudo e de todos renuncia a estes valores e se compromete com a realização do propósito de Deus para a vida humana exemplificado por seu Filho. É um estilo de vida em que prevalecem os valores do reino de Deus que se resumem em “shalom”: harmonia com Deus, harmonia com o próximo, harmonia com a criação de Deus. E é nesta direção que aponta a missão integral.
A TURMA DE JESUS.
Enquanto viveu aqui como Filho de Deus e como Filho do homem, Jesus nunca esteve sozinho, nem em seu nascimento, nem em seu ministério, tampouco na sua morte e ressurreição.
Ele estava cercado de anjos, desde o anúncio da concepção dado à Maria -- “Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus” (Mt 1.23) -- até o anúncio da ressurreição, dado às mulheres que foram ao túmulo para embalsamar o seu corpo -- “Sei que vocês estão procurando Jesus que foi crucificado [mas] ele não está aqui; ressuscitou como havia dito” (Mt 28.5-6).
Ele estava cercado de pessoas prontas para servi-lo em qualquer circunstância: Maria emprestou-lhe o ventre, o colo e o seio; certo morador de um povoado próximo a Betfagé emprestou-lhe uma jumenta e o seu jumentinho para a entrada triunfal; outro proprietário emprestou-lhe uma grande sala mobiliada e arrumada em Jerusalém para ele comer a Páscoa com os discípulos; e mulheres da Galileia, curadas e perdoadas por ele, davam-lhe assistência com seus bens. Até as crianças o rodeavam e gritavam espontaneamente: “Viva o Filho de Davi!” (Mt 21.15, BV).
Jesus estava cercado de pecadores, considerados, na época, os piores de todos, como os publicanos e as prostitutas.
Pessoas de certo prestígio e de posses se aproximavam de Jesus e lhe prestavam algum benefício. Entre elas está Joana, mulher de Cuza, que era procurador de Herodes Antipas. Outros dois são Nicodemos e José de Arimateia, ambos ricos, conceituados e membros do Sinédrio. Inicialmente discípulos ocultos de Jesus, eles saíram corajosamente do armário quando solicitaram a Pilatos o corpo do Senhor e o desceram da cruz para embalsamá-lo e dar-lhe sepultura.
A natureza também esteve ao lado de Jesus. Na escuridão da noite em que ele nasceu, houve imensa claridade, porque a luz gloriosa do Senhor brilhou nos céus de Belém. Na claridade do dia em que ele morreu, houve densas trevas sobre a face da terra, porque “o sol parou de brilhar” do meio-dia às 3 horas da tarde. Para tornar aquela tarde ainda mais sinistra, a terra tremeu e as rochas se partiram.
É muito significativo que, depois de quase dois milênios, o nome de Jesus não caiu no esquecimento e suas palavras e milagres são continuamente lembrados em todo o mundo. Havia tanto assunto sobre Jesus que João temia que o mundo inteiro não seria suficiente para caber todos os livros a serem escritos (Jo 21.25). O fenômeno persiste até hoje: três dias antes do Natal de 2002, o “Jornal do Brasil” publicou um artigo de Deonísio da Silva, professor da Universidade de São Carlos, o qual mencionava que haviam sido publicados mais livros sobre Jesus entre o final do segundo milênio e o alvorecer do terceiro, do que em todos os séculos anteriores.
Porém, Jesus não é e nunca foi unanimidade. No correr do tempo, ele tem sido o centro da atenção de muitos e também o centro da repulsão para outros tantos. Todavia, quando se anuncia o evangelho com autoridade, coerência e convicção, muitos se convertem e fazem questão de se chamar “a turma de Jesus”!
Ele estava cercado de anjos, desde o anúncio da concepção dado à Maria -- “Você ficará grávida e dará à luz um filho, e lhe porá o nome de Jesus” (Mt 1.23) -- até o anúncio da ressurreição, dado às mulheres que foram ao túmulo para embalsamar o seu corpo -- “Sei que vocês estão procurando Jesus que foi crucificado [mas] ele não está aqui; ressuscitou como havia dito” (Mt 28.5-6).
Ele estava cercado de pessoas prontas para servi-lo em qualquer circunstância: Maria emprestou-lhe o ventre, o colo e o seio; certo morador de um povoado próximo a Betfagé emprestou-lhe uma jumenta e o seu jumentinho para a entrada triunfal; outro proprietário emprestou-lhe uma grande sala mobiliada e arrumada em Jerusalém para ele comer a Páscoa com os discípulos; e mulheres da Galileia, curadas e perdoadas por ele, davam-lhe assistência com seus bens. Até as crianças o rodeavam e gritavam espontaneamente: “Viva o Filho de Davi!” (Mt 21.15, BV).
Jesus estava cercado de pecadores, considerados, na época, os piores de todos, como os publicanos e as prostitutas.
Pessoas de certo prestígio e de posses se aproximavam de Jesus e lhe prestavam algum benefício. Entre elas está Joana, mulher de Cuza, que era procurador de Herodes Antipas. Outros dois são Nicodemos e José de Arimateia, ambos ricos, conceituados e membros do Sinédrio. Inicialmente discípulos ocultos de Jesus, eles saíram corajosamente do armário quando solicitaram a Pilatos o corpo do Senhor e o desceram da cruz para embalsamá-lo e dar-lhe sepultura.
A natureza também esteve ao lado de Jesus. Na escuridão da noite em que ele nasceu, houve imensa claridade, porque a luz gloriosa do Senhor brilhou nos céus de Belém. Na claridade do dia em que ele morreu, houve densas trevas sobre a face da terra, porque “o sol parou de brilhar” do meio-dia às 3 horas da tarde. Para tornar aquela tarde ainda mais sinistra, a terra tremeu e as rochas se partiram.
É muito significativo que, depois de quase dois milênios, o nome de Jesus não caiu no esquecimento e suas palavras e milagres são continuamente lembrados em todo o mundo. Havia tanto assunto sobre Jesus que João temia que o mundo inteiro não seria suficiente para caber todos os livros a serem escritos (Jo 21.25). O fenômeno persiste até hoje: três dias antes do Natal de 2002, o “Jornal do Brasil” publicou um artigo de Deonísio da Silva, professor da Universidade de São Carlos, o qual mencionava que haviam sido publicados mais livros sobre Jesus entre o final do segundo milênio e o alvorecer do terceiro, do que em todos os séculos anteriores.
Porém, Jesus não é e nunca foi unanimidade. No correr do tempo, ele tem sido o centro da atenção de muitos e também o centro da repulsão para outros tantos. Todavia, quando se anuncia o evangelho com autoridade, coerência e convicção, muitos se convertem e fazem questão de se chamar “a turma de Jesus”!
segunda-feira, 12 de julho de 2010
TEOLOGIA DA PROPRIEDADE
Estava lendo um texto de Max Weber e, em uma das partes, fiquei chocado com a atualidade da descrição que ele faz da noção do merecimento de bênçãos no universo religioso por parte dos fiéis.
Os afortunados raramente se contentam com o fato de serem afortunados. Além disso, necessitam saber que têm o direito à sua boa sorte. Desejam ser convencidos de que a "merecem" e, acima de tudo, que a merecem em comparação com os outros. Desejam acreditar que os menos afortunados também estão recebendo o que merecem. A boa fortuna deseja, assim, "legitimar-se".
WEBER, Max. A psicologia social das religiões mundiais. In: ____. Ensaios de sociologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1974. p.314.
Pensando bem na terminologia empregada para designar a pregação de bens materiais e o materialismo-consumista que invade, descaradamente, os púlpitos na atualidade, acredito que não seria sacrilégio mudar a corrente designação. Por que teologia da prosperidade? Por que não teolorgia da propriedade?
Vamos por partes, como o Jack - já que a moral anda tão degradada. Teolorgia: por quê? O Houaiss define orgia como "festa que se caracteriza pela euforia, pelos excessos de bebida, de desregramentos etc.; abundância, profusão". E não é isso que acontece na consciência daqueles que propagam a dita cuja? Se teologia ainda é o "estudo de Deus e suas relações com o homem", não consigo entender como se pode conceber a ideia de que, por ser filho do Rei e demais jargões de boca, tenho o direito de exigir prosperidade. Bíblica e historicamente, percebo que o homem e a mulher se enriquecem através do seu trabalho. E o trabalho, que é consequência do pecado, é o instrumento usado por Deus para nos dignificar.
Quem quer dinheiro? A maioria da população brasileira aprendeu, com o Sílvio Santos, a responder a essa questão inserindo-se na lista de interessados. A riqueza, o dinheiro é nosso desejo. Ainda que a teolorgia da propriedade não tenha suas raízes nas terras tupiniquins, o território brasileiro constitui, para ela, espaço ideal para propagação. Você ainda se lembra que nossa sociedade se caracteriza por uma minoria rica e uma esmagadora maioria pobre?
Não parece estranho tentar elaborar uma justificativa para legitimar esse desejo? Não soa absurdo cometer crimes à exegese para forjar um respaldo bíblico à nossa ganância? Talvez, por estarmos tão acostumados em tentar justificar nossos próprios erros, nem nos damos conta do perigo que é levar adiante as mentiras sobre nós mesmos, contando mais uma meia-verdade. Adão e Eva tentam esse método desde quando comeram o fruto proibido no Éden.
Os afortunados raramente se contentam com o fato de serem afortunados. Além disso, necessitam saber que têm o direito à sua boa sorte. Desejam ser convencidos de que a "merecem" e, acima de tudo, que a merecem em comparação com os outros. Desejam acreditar que os menos afortunados também estão recebendo o que merecem. A boa fortuna deseja, assim, "legitimar-se".
WEBER, Max. A psicologia social das religiões mundiais. In: ____. Ensaios de sociologia. 3.ed. Rio de Janeiro: Zahar, 1974. p.314.
Pensando bem na terminologia empregada para designar a pregação de bens materiais e o materialismo-consumista que invade, descaradamente, os púlpitos na atualidade, acredito que não seria sacrilégio mudar a corrente designação. Por que teologia da prosperidade? Por que não teolorgia da propriedade?
Vamos por partes, como o Jack - já que a moral anda tão degradada. Teolorgia: por quê? O Houaiss define orgia como "festa que se caracteriza pela euforia, pelos excessos de bebida, de desregramentos etc.; abundância, profusão". E não é isso que acontece na consciência daqueles que propagam a dita cuja? Se teologia ainda é o "estudo de Deus e suas relações com o homem", não consigo entender como se pode conceber a ideia de que, por ser filho do Rei e demais jargões de boca, tenho o direito de exigir prosperidade. Bíblica e historicamente, percebo que o homem e a mulher se enriquecem através do seu trabalho. E o trabalho, que é consequência do pecado, é o instrumento usado por Deus para nos dignificar.
Quem quer dinheiro? A maioria da população brasileira aprendeu, com o Sílvio Santos, a responder a essa questão inserindo-se na lista de interessados. A riqueza, o dinheiro é nosso desejo. Ainda que a teolorgia da propriedade não tenha suas raízes nas terras tupiniquins, o território brasileiro constitui, para ela, espaço ideal para propagação. Você ainda se lembra que nossa sociedade se caracteriza por uma minoria rica e uma esmagadora maioria pobre?
Não parece estranho tentar elaborar uma justificativa para legitimar esse desejo? Não soa absurdo cometer crimes à exegese para forjar um respaldo bíblico à nossa ganância? Talvez, por estarmos tão acostumados em tentar justificar nossos próprios erros, nem nos damos conta do perigo que é levar adiante as mentiras sobre nós mesmos, contando mais uma meia-verdade. Adão e Eva tentam esse método desde quando comeram o fruto proibido no Éden.
A RESPOSTA DE DEUS AO MAL
Há enigmas que, enquanto o Reino de Deus não vier em sua completa plenitude, permanecerão objeto das mais variadas especulações. E, honestamente, não sei se, frente à grandeza deste Reino (afinal, o apóstolo Paulo afirma que "Olho nenhum viu, ouvido nenhum ouviu, mente nenhuma imaginou o que Deus preparou para aqueles que o amam" - cf I Co 2.9) estaremos preocupados em buscar respostas às então velhas questões que nos aborreciam nos dias de hoje. Um deles é a presença constante do mal.
O mal acompanha o ser humano por onde quer que ele vá. É inescapável. Tanto pelas suas próprias ações, quanto pelas ações exteriores, os chamados "desastres naturais" (ainda que muitos possam ser, direta ou indiretamente, atribuídos a sua ação, outros seguramente não o são) atingem a todos, sem distinção facilmente perceptível.
Há diversas explicações, nenhuma satisfatória. Uma, baseada no livro da Antiga Aliança, propõe que o mal é resposta de Deus as ações inadequadas ou pecaminosas do homem. Raciocínio que remete a cada um de nós à infância, onde havia muito da relação boa ação = premiação e má ação = punição. Poderosa regressão, que transmite a subjetiva certeza de que o raciocínio está correto.
Contudo, Jesus adverte no Sermão da Montanha de que Deus Pai "faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos" (cf. Mt 5.45). Ele desafia a noção simplista de que todo (e este advérbio é que faz diferença) mal é punição. Sim, pode acontecer, e exemplos bíblicos não faltam. Mas há uma certa porção de mal distribuída a todos, indistintamente (aparentemente), sem que faça sentido muitas vezes. Por que Estêvão tinha de morrer? e o apóstolo Tiago? por que Paulo sofreu tanto no seu ministério*? por que boas pessoas, incluindo cristão verdadeiros, morrem em terremotos, tsunamis, enchentes, acidentes, doenças potencialmente curáveis...?
Outra explicação afirma que Deus aperfeiçoa seus filhos através do sofrimento. Ideia algo trágica...por que o crescimento em santidade e caráter somente pode ser moldado por graus extremos de sofrimento? Não seria moldado pelas pequenas (ao menos na superficialidade) dificuldades do cotidiano, sendo o mal maior apenas o efeito colateral de vivermos neste mundo que "jaz no maligno"? Contudo, as Escrituras afirmam que "o Senhor disciplina a quem ama, e castiga todo aquele a quem aceita como filho" (cf. Hb 12.6). Mas o contexto do versículo é a luta do cristão contra o pecado, sua busca de santificação, e não o mal...
Na oração do Pai Nosso Jesus ensina a orar suplicando para sermos livres do mal (cf Mt 6.13) e na sua oração na última ceia, intercedeu para que não fôssemos retirados do mundo, mas, sim, livres do mal (cf Jo 17.15). A oração dEle não é ouvida? Ou nós entendemos errado o significado da palavra "mal"?
A encarnação de Deus em Jesus me parece ser a única resposta adequada, mas insatisfatória frente ao nosso sofrimento. Ele se faz homem, e habita entre nós. Por livre e soberana decisão, opta por ser companheiro de seus compatriotas em todos os sofrimentos da época. E por livre e soberana decisão, tomada mesmo antes da criação do mundo, aceita ser vítima de injustiça: não foi julgado por um crime ou ofensa real, mas inventada - portanto, sua morte não foi consequência de suas ações humanamente falando. Identificando-se com nossa necessidade de redenção, aceita ser o sacrifício perfeito. Associando-se ao nosso sofrimento, sua execução não é rápida, mas lenta e dolorosa. Ele não sentiu todos os sofrimentos que somos capazes de experimentar, mas vivenciou duríssimas provas, tanto físicas como psicológicas e espirituais.
A resposta de Deus ao mal é solidariedade. É empatia. É estar junto. É oferecer ombro amigo. É oferecer compaixão. Não fala da origem, ou da razão, do mal. Mas combate-o da forma mais poderosa possível, destruindo a solidão, a falta de sentido, dando suporte firme as nossas fraquezas e temores.
-----------------------
cf II Co 11.23ss: entre outros, 195 açoites,1 apedrejamento, 3 naufrágios
OBRIGADO SENHOR
Que darei eu ao SENHOR, por todos os benefícios que me tem feito?" (Sl 116.12).
Vemos neste texto, o salmista preocupado e perguntando a si mesmo, o que daria ao Senhor pelos benefícios recebidos. Enquanto muitos estão querendo ser agradados; é bom preocuparmos em agradar ao Senhor. O sentido real de culto e adoração é entregar, oferecer, doar ao Senhor. A primeira vez que o verbo adorar aparece na bíblia é em Gênesis 22.5, quando Abraão ia entregar o seu filho Isaque. Ele estava subindo para sacrificá-lo ao Senhor; estava oferecendo a Deus o que tinha de melhor. Isso sim, é adorar; isso sim, é cultuar ao Senhor; e não somente pedir.
Muitos crentes ao sair de casa para irem ao culto dizem: "hoje quero receber algo" e realmente estamos sempre recebendo algo da parte do Senhor, pois isso é bíblico (Mateus 7.8). Entretanto, não podemos inverter as prioridades; primeiro "[...] o reino de Deus e sua justiça", depois as nossas necessidades (Mateus 6.33). "Ninguém apareça de mão vazias perante mim", essa era a exigência em Êxodo 23.15. O Senhor está sempre pedindo algo de nós. Feliz aquele que está sempre pronto a oferecer.
Tomarei o cálice da Salvação – O salmista estava assumindo um compromisso de viver uma vida comprometida com o reino de Deus. A expressão ‘tomar o cálice’, mostra que ele bem sabia que isso implicaria em uma renúncia total ao mundo e seus deleites. Não obstante, muitos tentarem facilitar o caminho para o céu através de atalhos e outros artifícios, ainda existem aqueles que estão dispostos a atentar para uma tão grande salvação (Hebreus 2.3).
Invocarei o nome do Senhor – Mesmo quando muitos se fiam em socorros terrestres, o Senhor se alegra daqueles que confiam em seu nome e reconhece que é vão o socorro do homem; enquanto muitos confiavam em carros e cavalos, os que confiam no Senhor jamais farão da carne o seu braço forte (Jeremias 17.5), mas invocarão o nome do Senhor. Isso fala de uma vida de fé, que realmente agrada a Deus (Hebreus 11.6).
Pagarei os meus votos – Certamente havia alguns votos que estavam no esquecimento, mas agora nascia um sentimento verdadeiro que fazia com os votos não cumpridos fossem lembrados. É bom não esquecermos de cumprir nossos votos. No momento da tormenta e da dor, fazemos votos que são facilmente esquecidos quando tudo se faz bonança. Faça uma introspectiva e veja se existe algum voto por cumprir com aquele que sempre atende aos nossos pedidos.
Creio que ao ler essas linhas, o Espírito Santo toca em você e te comunica algo que Ele está esperando de ti. Não sei o que o Senhor te pede nesta hora, mas tenho certeza que alguma coisa você precisa entregar ao Senhor. Talvez não seja o Isaque, como no caso de Abraão, ou metade das riquezas, como no caso do jovem rico; talvez seja apenas os cinco pães e dois peixes, mas certo é, ele te pede algo.
“Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti [...]” (Miquéias 6.8).
Vemos neste texto, o salmista preocupado e perguntando a si mesmo, o que daria ao Senhor pelos benefícios recebidos. Enquanto muitos estão querendo ser agradados; é bom preocuparmos em agradar ao Senhor. O sentido real de culto e adoração é entregar, oferecer, doar ao Senhor. A primeira vez que o verbo adorar aparece na bíblia é em Gênesis 22.5, quando Abraão ia entregar o seu filho Isaque. Ele estava subindo para sacrificá-lo ao Senhor; estava oferecendo a Deus o que tinha de melhor. Isso sim, é adorar; isso sim, é cultuar ao Senhor; e não somente pedir.
Muitos crentes ao sair de casa para irem ao culto dizem: "hoje quero receber algo" e realmente estamos sempre recebendo algo da parte do Senhor, pois isso é bíblico (Mateus 7.8). Entretanto, não podemos inverter as prioridades; primeiro "[...] o reino de Deus e sua justiça", depois as nossas necessidades (Mateus 6.33). "Ninguém apareça de mão vazias perante mim", essa era a exigência em Êxodo 23.15. O Senhor está sempre pedindo algo de nós. Feliz aquele que está sempre pronto a oferecer.
Tomarei o cálice da Salvação – O salmista estava assumindo um compromisso de viver uma vida comprometida com o reino de Deus. A expressão ‘tomar o cálice’, mostra que ele bem sabia que isso implicaria em uma renúncia total ao mundo e seus deleites. Não obstante, muitos tentarem facilitar o caminho para o céu através de atalhos e outros artifícios, ainda existem aqueles que estão dispostos a atentar para uma tão grande salvação (Hebreus 2.3).
Invocarei o nome do Senhor – Mesmo quando muitos se fiam em socorros terrestres, o Senhor se alegra daqueles que confiam em seu nome e reconhece que é vão o socorro do homem; enquanto muitos confiavam em carros e cavalos, os que confiam no Senhor jamais farão da carne o seu braço forte (Jeremias 17.5), mas invocarão o nome do Senhor. Isso fala de uma vida de fé, que realmente agrada a Deus (Hebreus 11.6).
Pagarei os meus votos – Certamente havia alguns votos que estavam no esquecimento, mas agora nascia um sentimento verdadeiro que fazia com os votos não cumpridos fossem lembrados. É bom não esquecermos de cumprir nossos votos. No momento da tormenta e da dor, fazemos votos que são facilmente esquecidos quando tudo se faz bonança. Faça uma introspectiva e veja se existe algum voto por cumprir com aquele que sempre atende aos nossos pedidos.
Creio que ao ler essas linhas, o Espírito Santo toca em você e te comunica algo que Ele está esperando de ti. Não sei o que o Senhor te pede nesta hora, mas tenho certeza que alguma coisa você precisa entregar ao Senhor. Talvez não seja o Isaque, como no caso de Abraão, ou metade das riquezas, como no caso do jovem rico; talvez seja apenas os cinco pães e dois peixes, mas certo é, ele te pede algo.
“Ele te declarou, ó homem, o que é bom; e que é o que o SENHOR pede de ti [...]” (Miquéias 6.8).
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