FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

segunda-feira, 4 de janeiro de 2010

JESUS NASCEU VAMOS ADORA-LO


Mateus nos conta que quando Jesus nasceu vieram uns pastores para adorá-lo. Ponto.

Mas Mateus nos conta quando Jesus nasceu. Em que momento, especificamente. Ele afirma: Jesus nasceu no tempo de Herodes (Mt 2.1). Tempo de dores, de dificuldades políticas. Tempo da total subserviência do rei de Israel aos romanos. Tempo de opressão, da falta de liberdade e de paz entre os homens. Tempo de exploração, do pagamento de altos impostos ao Império de Roma. Tempo de crise religiosa, de transformação do Templo em covil de ladrões. Tempo de hipocrisia, de líderes que limpam o copo por fora, mas por dentro está sujo; que dão o dízimo, mas esquecem do mais importante que é amar; tempo de sacerdotes e levitas que não se importam com a vida do próximo, como faz o bom samaritano.

Mateus informa que Deus costuma chegar no momento oportuno. E esse momento, comumente é o mais difícil. Foi assim no tempo de Herodes: nasceu Jesus. Foi assim que afirmou Ezequiel: estando eu nas margens do rio Quebar (no tempo do cativeiro babilônico): abriram-se os céus e eu tive uma visão de Deus.

Que maravilha quando Deus opera! O que era trevas, converte-se em luz; ali, onde ninguém via saída, abrem-se novas oportunidades; e aquilo que parecia impossível, torna-se possível.

E alguns sábios estavam fora de Jerusalém quando observaram uma estrela diferente. Quando percebemos que há uma nova possibilidade, uma nova oportunidade, um novo momento, não há dúvida: é nascido o messias esperado! E os sábios foram ao seu encontro, adoraram Deus-menino, e depois lhe ofertaram presentes: ouro, incenso e mirra!

Mas espere!

Eu pensava que tinham adorado Jesus dando presentes. A tradição religiosa aponta muito para a idéia de que temos condições de agradar Deus com nossos feitos, ofertas e sacrifícios. Mas a Bíblia não diz isso. Mateus afirma que primeiro eles prostraram-se e adoraram, depois deram presentes.

Se com presentes eles agradeceram, como é que adoraram?

Acredito que responder a essa pergunta é achar a chave da verdadeira adoração. Adoramos a Deus quando aceitamos o perdão que Jesus oferece. Jesus nasceu, e de graça resolveu ofertar à humanidade o perdão e a vida eterna. O único modo de adora-lo é aceitando o perdão que ele oferece dia-a-dia. O restante é gratidão e louvor. Foi isso que ele quis dizer à mulher samaritana: os verdadeiros adoradores adoram o Pai em espírito e em verdade. É que Deus mudou de endereço, está morando aqui com a gente, e não habita mais em templos feitos pelas mãos dos homens. Melhor: quer habitar no ser humano. Então, não existe mais um lugar para pedir perdão/adora-lo. Pedimos perdão em qualquer lugar, não pra cumprir um ritual religioso, mas porque nos arrependemos de verdade do nosso pecado. Adoramos em espírito e em verdade, porque um menino nos nasceu e nasceu pra perdoar!

ORAR QUE É BOM.......


É impressionante nossa cara de pau diante daquele que nos conhece pelo avesso: Jesus Cristo, o Senhor. Reclamamos da segunda-feira, da vida, da igreja, do serviço, do alimento, da casa, dos filhos, dos pais, da sogra, do vizinho, do governo, do sol, da chuva, do frio, do calor, do cabelo, da altura, da cor, do carro sem opcionais, do note book de um Gb, da cebola, dos pepinos... (lembra).

Depois de uma overdose de queixa descabida, com o coração ainda intoxicado pelo vício da malandragem humana decaida e auto enganadora e como auditores espirituais cegos e sem juízo, jogamos no altar Divino, nossas reclamações.

Chamamos isso de oração. As vossas palavras foram agressivas para mim, diz o SENHOR; mas vós dizeis: Que temos falado contra ti? Vós dizeis: Inútil é servir a Deus; que nos aproveitou termos cuidado em guardar os seus preceitos e em andar de luto diante do SENHOR dos Exércitos? Ora, pois, nós reputamos por bem-aventurados os soberbos; também os que cometem impiedade se edificam; sim, eles tentam ao SENHOR e escapam. ML 3; 13-15

O Senhor continua o mesmo, ouvindo o que pensamos e sondando nossos corações( Sl 139).Continua o mesmo,resistindo ao soberbo e dando graça ao humilde diante dEle. É tempo de rasgarmos nossos corações, converter nosso riso em pranto, nossa alegria em tristeza. Confessar e reconhecer todo cinismo maligno que tem nos convencido de que, compromisso com ministério e ofertas são substitutos diretos de uma vida de oração e piedade. Não há um registro bíblico em que Deus tenha deixado de responder uma oração contrita e sincera.

...e se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e buscar a minha face, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, e perdoarei os seus pecados, e sararei a sua terra. Agora, estarão abertos os meus olhos e atentos os meus ouvidos à oração deste lugar. 2 Cr 7;14-15

Essa não é uma promessa única de Israel, mas diz respeito a qualquer membro do corpo de Cristo e em qualquer lugar. Chega de oração sem gratidão, sem fé, sem quebrantamento, sem a paz de Deus que excede todo entendimento. Os murmuradores decidiram pelo não orar, pois todos os que experimentaram orar, alteraram o curso da história e definiram pelo poder do Espirito Santo um paradigma para as próximas gerações.

PESCADORES DE HOMENS OU DE CATIVEIROS ?


Eu sei e qualquer um ainda sabe o que significa ser pescador, aquele profissional que se forma pela experiência vivida, passada de pai para filho ou pelos mais experientes de uma comunidade praieira. Convivi aproximadamente 3 anos com uma comunidade de pescadores no litoral de Alagoas, onde meu tio tinha uma casa de veraneio, e ouvia suas histórias, comprava seus produtos ou passeava de jangada sob o comando de algum deles.
O ritual de formação do pescador não tem sala de aulas, nem livros, nem professores. O que existe é uma passagem de conhecimento muito natural do pai para o filho que o acompanha em suas saídas para o mar, ou mesmo de um pescador mais experiente que permite a ida do pimpolho na companhia dos adultos. Nessas incursões, ele apreende tudo: a se orientar pelo vento, pelas estrelas, descobrem onde se encontra o quê, vendo, ouvindo ou praticando, até que seja capaz de adentrar sozinho, o que acontece cedo.

Dizem, e eu acredito, que eles sabem mais sobre o mar do que qualquer comandante de um grande navio, que não saberia, sem os seus instrumentos de navegação, se orientar pelos sinais da natureza para conduzir sua embarcação. O resultado é que todos são emancipados num determinado momento e passam a trabalhar sozinhos ou em grupos por afinidades. Trabalho e lazer são uma coisa só. Tudo o que trazem para a terra serve a comunidade, vendem seus peixes por preços que todos possam pagar e faturam apenas o suficiente para sobrevivência sua e da família naquele dia. Não há comandantes, só os mais experientes na prática. São comunidades harmônicas que vivem solidariamente. Infelizmente estão em extinção.

À medida que os homens começam a vislumbrar a possibilidade do lucro e da riqueza, começam a perder o sentido da própria vida e a destruí-la. A pesca agora é industrial e predatória. E para solucionar o problema da escassez que geram, eles passam a investir na criação em cativeiro. Aí a especialização, as salas de aulas, os professores e as teorias começam a ser necessárias para o sucesso. Surgem os opressores que escravizam os mais fracos para deles tirar o seu rendimento sem limites, quanto mais melhor. Esse parece ser o movimento do homem. Aos poucos eles desembaraçam-se da natureza e propõem soluções tamponadas para os seus erros.

E não é diferente com a religião. A dica de Jesus quando convoca os seus discípulos a segui-lo é: “Vinde após mim, e eu vos farei pescadores de homens.”
Isso nos diz que o conhecimento/contato de Deus deveria ser passado, naturalmente, de pai para filho ou pelos anciãos mais experientes de uma comunidade pela prática no dia-a-dia, até que a criança já pudesse se conduzir sozinha e passar a contribuir para a comunidade com os seus frutos, os do espírito. Era a proposta inicial do Senhor, uma transmissão de valores, os dele. O processo de extinção se anuncia também aqui.

Agora essa pesca tornou-se industrializada e predatória; a frente estão o volume, o lucro e a riqueza. A solução para essa ação tão geradora de escassez passa a ser a criação de homens, em cativeiro. De novo precisam das salas de aulas, dos livros, dos professores e das especializações para tal atividade. Opressores mantêm cativos os fracos e oprimidos para assegurarem o rendimento do seu negócio. Claro está, pelo menos para alguns, que os peixes não são mais os mesmos. Não se produz mais os Noés, os Abrãaos, os Isaques, os Jacós, os Moisés, os Davis, nem os Pedros ou os Joãos da vida. Os clones não sabem que existe Vida além do aquário. Os originais de Deus continuam espalhados nas águas do mundo, sendo perseguidos pela indústria da “pesca” ou marginalizados pelos doutores da fé. Isso é bom ou é ruim? Ando a me perguntar... Tags:


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quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

BOM NATAL PARA TODOS OS IRMÃOS DESTE BLOG


Quando chega o Natal todos se esmeram em dar presentes para os parentes, amigos, colegas de serviço, etc. Os mais abastados preparam a ceia com os produtos típicos da época que, devido à tradição são importados e, portanto, vendidos a preços proibitivos para a população em geral.

Não interessa! Até mesmo nos lares mais humildes, a presença do Natal é sentida e comemorada de forma especial, principalmente pelas crianças, que vêem na data uma oportunidade, talvez a única, de receber um brinquedo - usado que seja – mas que para elas representaria a realização de um sonho.

Ah! Voltar no tempo, voltar à infância. Dormir, ansioso para acordar no dia seguinte diante de um presente que nos foi deixado pelo Papai Noel. Se não foi possível, a frustração do momento, dará lugar à esperança do futuro (no ano que vem, o presente virá, pois este ano Papai Noel não deve ter tido tempo...).

Mas, e o Natal? O que é o Natal?
Alguns darão um enfoque capitalista, pragmático, no qual o Natal é um período do ano em que as pessoas gastam e consomem mais, adquirindo presentes e produtos alusivos à data. Há os chamados “festeiros” ou “arroz de festa” e, para eles, é mais um motivo para comemoração.

Há também os consumistas inveterados, chamados “compulsivos”, que aproveitam “as festas” para dar vazão a sua volúpia de compras, “atacando” o comércio “a prazo” e endividando-se para o resto do ano.

Segundo os dicionaristas, NATAL é um adjetivo que diz respeito ao dia do nascimento. É também um substantivo, dia em que se comemora o nascimento de CRISTO. É, sobretudo neste conceito que estamos interessados.

É que poucos comemoram, na verdade, o nascimento do Cristo, o nascimento de um Deus, ocorrido no meio do nada, num estábulo, perante a assistência de alguns animais.No entanto, um Rei, um Senhor, um Soberano, que veio ao mundo para anunciar o Reino dos Céus, inaugurando uma “Nova Era de Esperança para os homens de boa vontade”.

Faço votos que neste Natal tenhamos uma “festa de aniversário”; celebrando, cada um nós, dentro de nossas possibilidades, a Fraternidade, o Aniversário de Jesus, que é o verdadeiro e único motivo para a comemoração.

Finalmente, dentro do chamado “espírito de natal”, façamos uma festa solidária, convidando parentes, amigos e etc.

Ah! Uma recomendação importante se faz pertinente: Não esqueçamos de convidar o Aniversariante.

FELIZ NATAL!

sexta-feira, 4 de dezembro de 2009

DESCONFIE


Viver numa sociedade não emancipada é um sacrifício pra qualquer ser humano que possui um pequeno indício de racionalidade. A autonomia roubada rouba-nos o direito de prescindir do pensamento do outro e seguir mediante o pensamento que construímos no percurso da nossa própria existência. Vivemos uma crise no mundo contemporâneo entre a individualidade e a coletividade, esta, insiste em privar o individuo em suas ações e escolhas. A coletividade em suas referências e convenções sociais sempre tem uma forma desumana de inibir a iniciativa individual.

Os mecanismos de inibição produzem o sentimento de culpa e de medo que eternizam ainda mais o status de dependência do sujeito. Na ausência de um mínimo de reflexão critica não resta ao manipulado escolher apenas o que lhe foi proposto ou induzido. Assim, a vida vai sendo esticada nessa estranha dialética entre opressor e oprimido, entre senhores e escravos. A mídia, por exemplo, com seus aparatos sensoriais manipula ao máximo o poder de compra das pessoas, ditando o produto que se deve comprar, sem, na maioria dos casos, a devida necessidade de compra. O que acontece é um processo de sedução do qual o comprador se vê impossibilitado de fazer alguma escolha diferente.

Na religião acontece o mesmo. Existe um fascínio de espiritualidade onde o indivíduo é levado a ser como a maioria. Todos passam pelo mesmo processo. Não dá pra ser diferente do coletivo. Se a pessoa esboçar qualquer tipo de reação não será aceita no grupo. Há uma mesma língua, um só pensamento, uma só prática, não de uma espiritualidade sincera, mas de uma pseudo-espiritualidade que não se estabelece nem pela lógica dos fatos. Por exemplo, dar dízimo em muitos ambientes evangélicos é sinal de obediência a Deus, mas, mais do que isso, é uma forma de se dar bem na vida. Espera-se que Deus retribua inúmeras vezes mais aquele valor ofertado. Assim, não é lógico imaginar que Deus seja comparado ao baú da felicidade ou coisa parecida. Dar dízimo não é jogar na loteria.

Por isso que é difícil viver sem autonomia racional. Sem capacidade de pensar escolhas. Nem o sistema educacional brasileiro nos ensina a pensar. Apenas engolimos idéias antiquadas e vomitamos pensamentos obsoletos. Não progredimos nunca. Não criamos, não inventamos, apenas mantemos com muita precariedade o que está posto. O lema positivista de Auguste Comte na Bandeira do Brasil é balela. Não há progresso no Brasil. Olhe para o Senado, são os mesmos autocratas de sempre. Enfim, faço um apelo para quem lê, desconfie. Desconfie de tudo

quinta-feira, 3 de dezembro de 2009

PARA REFLEXÃO, NATAL


Você já foi a alguma festa na qual o aniversariante não estava presente, ou que não havia sido convidado por seus amigos nem por seus pais que organizaram a comemoração? Acredito que sua resposta seja não, aliás, uma pergunta desta estirpe soa no mínimo estranha tendo em vista que a pessoa homenageada da festa é o aniversariante. E quem teria tamanha falta de consideração em deixa–lo de fora? Porém por mais ilógica que uma situação dessa possa parecer, ela se repete todo final de ano no natal, dia 25 de dezembro, data em que comemoramos o nascimento de Jesus Cristo. Basta ligar o nosso aparelho de televisão, sintonizar o rádio, ou acessarmos a Internet e tão logo iremos perceber que a maior festa da cristandade perdera toda sua essência e espiritualidade. Se antes, tinha por finalidade relembrar o nascimento do príncipe da paz, atualmente tem sido uma boa época para a industria marketeira lançar seus produtos, atrair clientela (e como sempre, o maior alvo são as crianças) e ganhar dinheiro e convenhamos, muito dinheiro!

Por isso não é de se admirar que embora seja uma festa cristã ela atenda o interesse até mesmo do ateu mais convicto em sua filosofia antagônica a qualquer tipo de religião. Logo, tem sido mais plausível falar do bom velhinho do que até mesmo de Jesus. E embora o Papai Noel seja uma figura lendária e fictícia tem roubado cena, sendo querido e idolatrado por crianças de várias etnias e de todo tipo de crença, e isso mesmo sem existir e sem ser o homenageado da ocasião.

Em razão destes desvirtuamentos, a festa natalina tem assumido um caráter um tanto quanto sincrético, ou seja, embora ela tenha raízes cristãs, não envolvem mais somente cristãos. Porém, isso não seria de todo ruim se todos entendessem o seu real significado. Sendo assim, ao se desviar de seu cerne tem sido uma festividade mais humanista do que propriamente cristã, mais materialista do que espiritual, substancialmente pragmática e relativamente filantrópica.

O problema disso tudo se encontra no fato de que a maioria das pessoas se reúnem diante de mesas fartas e bem adornadas para comemorar o nascimento de Jesus, sem antes conhecê–lo e sem que ele faça parte de suas vidas. Convidam parentes, vizinhos, crianças carentes para fazerem parte daquele momento, mas Cristo onde está ?

O natal sem Jesus é semelhante àquela manjedoura que reservaram para José e Maria, esta, grávida e já ás vésperas do parto para passarem a noite. Aquele lugar não passava de um estábulo velho (não sei se era velho, mas suponhamos que fosse...) cheio de palha e cheirando animais. Porém quando Maria deu a luz ao Salvador, aquele lugar passou a ser então um dos lugares mais importantes e privilegiados de toda história.

Que nesta data tão sublime não haja simplesmente um comer e beber acompanhado de blateração e festejo, mas que venha ter também uma reflexão em cima do que este dia simboliza. Que o natal não termine nas primeiras horas do dia 26 de dezembro, mas que ele se estenda até a volta de Cristo, e que em cada momento lembremos que ele nasceu para morrer por cada um de nós. Todo dia é propício para estender a mão ao necessitado, a dar lugar ao amor, ao perdão e a fraternidade.

Neste natal, que estejamos comemorando também nosso novo nascimento, e que ofereçamos a Deus este dia racionalmente, nos desvencilhando de todas projeções feitas em relação ao natal pelo mercado consumista, ou das deturpações causadas por fábulas infundas e oriundas da imaginação humana. Um Feliz natal com Cristo a todos.

ACHEI JESUS, O CRISTO !

Sei que ainda estamos um pouquinho distante do natal, onde neste período, sempre aparece um tal espírito natalino, ouve-se que as pessoas se tornam boazinhas, ajudadoras, compadecidas das misérias alheias, enfim, durante todo o ano, com seus trezentos e sessenta e cincos dias, destes, apenas sete, são utilizados para a caridade, num total de 1,91% do ano, utilizado para a bondade, pouquíssimo não é?

Mas como dizia, não é tempo de natal, entretanto, salta-me ao coração uma situação narrada nas páginas da Bíblia: E entrando na casa, viram o menino com Maria sua mãe e, prostrando-se, o adoraram; e abrindo os seus tesouros, ofertaram-lhe dádivas: ouro incenso e mirra. Ora, sendo por divina revelação avisados em sonhos para não voltarem a Herodes, regressaram à sua terra por outro caminho. (Mateus 2:11 e 12).

Esta narrativa, conta de três homens sábios, que através dos livros proféticos do Antigo Testamento, tomaram conhecimento que dentre os judeus nasceria o messias. Chegando o tempo oportuno, vieram até Israel em busca de tal feito. Sem saber da localização da casa onde estava Jesus, buscaram informações. Sabendo disso, Herodes, rei em Israel, chama secretamente os três sábios, e diz-lhes que quando acharem o menino deveriam avisá-lo, pois também queria oferecer seus presentes ao pequeno Rei.

Bem, quem procura sempre acha. Acharam o menino, juntamente com sua mãe, ofereceram seus presentes, e por um sentimento nada humano, sobrenatural, voltaram por outro caminho, não pelo caminho de volta ao palácio de Herodes, pois certamente morreriam.

Isso tudo, é uma grande realidade em nossos dias. Todos nós, sem exceção, nascemos com um vazio em nosso ser, uma sede desesperada, uma inquietação nos sentimentos, que quando não suprida, leva-nos a experimentar os Herodes da vida. Estes Herodes são tudo aquilo que devoram nossas preciosas vidas, alcoolismo, drogas, corrupção, medo, ansiedade, vergonha, religiosidade, traumas, e uma infinita lista de situações que nos impedem de viver plenamente.

O desejo daqueles sábios era conhecer Jesus Cristo. Eis aí o grande segredo, conhecer a Jesus Cristo! Não mais um Jesus menino, deitado estático numa manjedoura, ou ainda, pendurado numa cruz, mas alguém vivo, completamente vivo.

Note, que o trio de magos após conhecerem o Messias, não voltaram pelo mesmo caminho, pois seria uma rota de morte. Depois que alguém deparar-se com a amada pessoa de Jesus Cristo, não tem como ser a mesma pessoa. Nossos caminhos mudam, os conceitos e preconceitos caem, a vida se torna algo fascinante, há sentido no que fazemos.

Esta história tão remota é uma grande verdade para nossos dias. Pare de andar pelos caminhos de Herodes, pois levaram você até a morte. Ache Jesus Cristo, vivo, eterno, completamente apaixonado por você. Isso mesmo, do jeito que você é, sem máscaras, machucado, saudável, feliz, preso, livre, ache Ele agora mesmo.

Jesus Cristo te ama do jeitinho que você é, mas fará de tudo para te deixar jeito que Ele é.Paz e bem