FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 11 de dezembro de 2008

MENSAGEM DO DIA.




Evangelho de São Lucas 9, 28-36 Passados uns oitos dias, Jesus tomou consigo Pedro, Tiago e João, e subiu ao monte para orar. Enquanto orava, transformou-se o seu rosto e as suas vestes tornaram-se resplandecentes de brancura. E eis que falavam com ele dois personagens: eram Moisés e Elias, que apareceram envoltos em glória, e falavam da morte dele, que se havia de cumprir em Jerusalém. Entretanto, Pedro e seus companheiros tinham-se deixado vencer pelo sono; ao despertarem, viram a glória de Jesus e os dois personagens em sua companhia. Quando estes se apartaram de Jesus, Pedro disse: Mestre, é bom estarmos aqui. Podemos levantar três tendas: uma para ti, outra para Moisés e outra para Elias!... Ele não sabia o que dizia. Enquanto ainda assim falava, veio uma nuvem e encobriu-os com a sua sombra; e os discípulos, vendo-os desaparecer na nuvem, tiveram um grande pavor. Então da nuvem saiu uma voz: Este é o meu Filho muito ama do; ouvi-o! E, enquanto ainda ressoava esta voz, achou-se Jesus sozinho. Os discípulos calaram-se e a ninguém disseram naqueles dias coisa alguma do que tinham visto.
Palavra do Padre: Que você também, em Cristo Jesus, possa transfigurar. Não sei como está sua família, o Natal está chegando mas, essa transfiguração deve começar de dentro, ou seja , em nós mesmos.Que você se transfigure na misericórdia divina.Lembrando: Hoje temos Missa de Libertação. Boa quinta-feira! Paz e Bem! Deus abençoe!

quarta-feira, 10 de dezembro de 2008

NOTICIAS NACIONAIS

Abaixo-assinado pede aprovação da PEC do Trabalho Escravo - 09/12/2008 - 10:17
Até o dia 1° de dezembro deste ano, mais de 140 mil assinaturas já tinham sido coletadas no abaixo-assinado que pede a aprovação da Proposta de Emenda Constitucional do Trabalho Escravo, a PEC 438. O documento, sob responsabilidade da Frente Nacional contra o Trabalho Escravo e pela Aprovação da PEC 438, é uma forma de pressionar a aprovação das novas medidas pelo Congresso Nacional. Apresentada em 1999 pelo ex-senador Ademir Andrade (PSB-PA), a PEC propõe nova redação ao Art. 243 da Constituição Federal, que trata do confisco de propriedades em que forem encontradas lavouras de plantas psicotrópicas ilegais. Com a PEC, a expropriação sem indenização atingiria também as propriedades que explorem mão-de-obra análoga à escravidão. Após o confisco, as terras seriam destinadas a assentamentos de famílias como porte do programa de reforma agrária.
Em 2003, a proposta foi aprovada em dois turnos pelo Senado e, em 2004, pela Câmara dos Deputados em primeiro turno. Sua votação em segundo turno está parada desde agosto de 2004. Os dados do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE) mostram que há urgência na solução do problema. Nos últimos 12 anos, 27.645 pessoas foram libertadas, em 1.184 fiscalizações realizadas em 621 operações.
Em 2007, 5.877 trabalhadores libertados de situação análoga à escravidão pelo grupo móvel de fiscalização do governo federal. Foi o maior número desde o ano de 1995, quando as operações foram iniciadas. Os pagamentos de direitos devidos aos trabalhadores (R$ 9,8 milhões) e o total de autos de infração lavrados (3.075) em 2007 também superaram as marcas dos anos anteriores.
Movimentos e organizações sociais realizaram, em março deste ano, em Brasília, uma grande manifestação em favor da aprovação da PEC. Estiveram presentes caravanas de diversos estados do Brasil. Os movimentos pediram mais empenho do governo federal na aprovação da proposta.
Em junho deste ano, a Organização Internacional do Trabalho (OIT) divulgou dados em que estimava um número entre 25 mil e 40 mil pessoas vivendo sob trabalho forçado, análogo à escravidão, no Brasil. Segundo a OIT, em relação ao número de trabalhadores escravos, só perde para o continente asiático, que possui quase 10 milhões de trabalhadores nessa situação. A estimativa é que a região latino-americana tenha 1,3 milhão de pessoas submetidas a esse tipo de regime.
Para assinar, acesse: www.reporterbrasil.org.br/abaixo-assinado.php


Última Alteração: 10:17:00
Fonte: Adital Local:Brasília (DF

O SENHOR É A MINHA LUZ


Devemos ir em frente mesmo que nossas emoções estejam abaladas, porque o Senhor é nossa luz e salvação. Temos de aprender a não nos deixar levar apenas pelas emoções, porque elas existem para nos alertar, e não nos escravizar.
Sempre haverá tristeza e angústia. Mas temos de aprender o que o Senhor está ensinando para nós hoje. Precisamos seguir em frente firmes, apesar de nosso medo. A Palavra de Deus funciona. Procure acreditar nesta certeza: de quem eu terei medo? O Senhor sempre vai estar comigo. Ele não me abandona.
"Ao Senhor peço apenas uma coisa: habitar em Seu santuário todos os dias da minha vida". Você precisa deixar que o Senhor habite em seu coração. Não há o que temer. Tudo o que você tem de fazer é agarrar-se nEle com toda força.
Nós achamos que "mandamos no nosso nariz" - e mandamos mesmo. E nos esborrachamos com ele no chão, porque achamos que podemos tudo. Temos de nos deixar impregnar pela única verdade que liberta, cura e salva: a Palavra de Deus.
Seu irmão,
Monsenhor Jonas Abib

UM OLHAR SOBRE AS MUITAS AMAZÔNIAS



Nas barrancas do rio Tapajós vivem diversas comunidades que estão na região desde tempos imemoriais. O mesmo acontece em cada beira de rio na Amazônia. A região tem 23 milhões de habitantes. Relativamente pouco se comparado com os mais de 150 milhões do restante do Brasil, e levando-se em conta que a região que detém a maior floresta tropical do mundo representa 53% do território brasileiro. As dimensões ficam ainda mais complexas se as contas incluírem as Amazônias do Peru, do Equador, da Colômbia, da Venezuela e das Guianas. Assim o Brasil fica com apenas 50% de todas as Amazônias, o que significa 52 milhões de quilômetros quadrados. A Pan-Amazônia chaga a mais de 100 milhões de quilômetros quadrados. O uso do plural – Amazônias - é justificável não apenas por uma questão de geografia política e fronteiras nacionais, mas porque as Amazônias têm, também, economias distintas, culturas múltiplas e fatores socioambientais dos mais diversos.
O desafio de olhar para a Amazônia é, também, a vontade de se despir de preconceitos e ideologias para poder perceber as nuances de cada comunidade, cada modelos econômico e cada modo de vida. Compreender que a região precisa se desenvolver sem maniqueísmos e que a floresta e a biodiversidade de cada Estado pode se trabalhada de forma sustentável de acordo com a cultura local. No Sul/Sudeste as pessoas têm a verdadeira noção das diferenças culturais, políticas e ambientais existentes entre gaúchos e mineiros, entre paulistas e cariocas, entre baianos e goianos. No entanto, quando se trata de Amazônia a tendência é considerar, de longe, que tudo é parte de uma única cultura, de um ecossistema monolítico e de um modo de vida igual.
Não, as muitas Amazônias são diferentes em quase tudo. Mesmo a floresta, com sua onipresença, têm nuances que o povo local conhece bem. Tem bichos e plantas que preferem estar aqui ou ali. A economia varia de acordo com a região. As fronteiras são empurradas de forma diferente e mesmo o desmatamento tem vetores distintos. Em ul lugar é o gado, em outro a madeira. Outro ainda é a soja, e muitos outros estão aguardando sua vez, como estradas e represas. A biodiversidade da região é feita por 425 espécies de mamíferos, 1.300 de aves, 427 de anfíbios e 371 de répteis, além de mais de 3 mil espécies de peixes e 40 mil espécies de plantas. Têm rios de água preta (Negro), água branca (Solimões) e águas claras (Tapajós). Tem 200 mil índios, divididos em 220 povos e que falam 180 línguas.
Entres os grandes problemas da Amazônia está o desmatamento, o uso insustentável de seus recursos naturais, a ocupação desordenada do território, a falta de regularização fundiária e uma imensa ladainha de mazelas. Mas, para resolver todas elas, o Brasil precisa encarar de frente a maior delas: o preconceito e o desconhecimento das realidades das Amazônias. Ninguém gosta do que não conhece e o preconceito prospera na ignorância. Os olhos do mundo estão voltados para a Amazônia brasileira e o Brasil precisa oferecer respostas para formulação de política públicas de desenvolvimento sustentável para a região.
Os desafios da mídia
Para que a sociedade brasileira comece a formular novas propostas e alternativas para a Amazônia é necessário que a conheça em profundidade e não apenas quando saem os índices de desmatamento ou surge alguns escândalo. A maior parte dos jornalistas que atua nos grandes jornais do eixo Rio/SP/Brasília nunca esteve na Amazônia de fato. Alguns foram a Manaus ou a Belém, cidades cosmopolitas que pouco ou nada têm de contato real com a floresta. Cobrir as Amazônias é caro, argumentam com razão editores de todo o Brasil. Uma viagem à região exige recursos escassos nas redações: tempo, dinheiro e jornalistas preparados para o trabalho de reportagem na região.
No entanto, a Amazônia é a grande pauta global. É ela que define a presença do Brasil na mídia internacional, não os sonhos e realizações de empresários, pesquisadores e políticos que vivem e trabalham próximos ao trópico de Câncer. Nas grandes mídias globais os indicadores e números da região ganham destaque em textos de reportagens, análises e fartos infográficos. Também ONGs brasileiras e internacionais mantém bases na região, com trabalhos em todas as vertentes. Esta presença internacional é vista com certa xenofobia por quem não conhece e não sabe o que acontece na linha do Equador. Uma xenofobia que chega a atingir inclusive brasileiros tradicionais, como as populações indígenas e quilombolas. Eles têm direitos ancestrais que são reconhecidos pela Constituição do Brasil, mas recebem ataque de pessoas que não têm a autoridade, o conhecimento ou o caráter necessário para opinar
Cabe à mídia, ou melhor, aos jornalistas, uma vez que a própria mídia passa por um processo de reconstrução baseado nas inovações da TV digital e na internet, estar preparados para deitar um olhar maduro e isento de preconceitos sobre uma das regiões mais ricas, biodiversa e vital para o Brasil e para o equilíbrio ambiental global. A busca por modelos de desenvolvimento baseados em princípio de sustentabilidade precisa do apoio de profissionais de imprensa capazes de relatar boas práticas e não apenas oferecer denúncias. O jornalismo necessário para estes novos tempos tem de carregar a inovação das boas notícias sem deixar de manter a vigilância cidadã sobre os desmandos e crimes cometidos em uma região onde o Estado é notado por sua ausência.
O exercício deste novo jornalismo é o desafio de uma geração de brasileiros que está vendo o planeta ficar pequeno o Brasil crescer. Um jornalismo que olha diferente e projeta para um tempo de grandes transformações ambientais, éticas e políticas. Será o jornalismo que vai mostrar como estão sendo construídos os caminhos para que a humanidade e o Brasil superem entraves de uma profunda mudança de paradigmas econômicos e sociais. E a Amazônia é um dos importantes campos deste jornalismo. O Brasil precisa conhecer a Amazônia e a mídia tem um papel estrutural nesta tarefa.
Fonte: Agência Envolverde


Última Alteração: 10:44:00
Fonte: Revista Missões Local:Amazonas

ULTIMO ADEUS A ALEXIS ll



Representantes da sociedade russa e de todas as Igrejas da Europa marcaram presença esta Terça-feira no último adeus a Alexis II, Patriarca ortodoxo de Moscovo e de toda a Rússia. A cerimónia decorreu na Catedral da Epifania, em Moscovo, e foi presidida pelo metropolita Kirill, sucessor interino do falecido Patriarca.
Nos últimos três dias mais de 50 mil fiéis homenagearam o Patriarca, artífice do renascimento da Igreja Ortodoxa russa após a queda da União Soviética.
Os restos mortais deixaram no Sábado a residência de Peredelkino, onde Alexis II falecera na véspera, aos 79 anos de idade, e foram levados para Moscovo.
O caixão foi transportado esta manhã para a catedral da Epifania, por desejo do próprio Patriarca, onde foram celebradas as exéquias e foi sepultado o corpo Alexis II.
Na celebração, que durou cerca de quatro horas, marcaram presença os chefes de 6 Igrejas Ortodoxas, com destaque para o Patriarca de Constantinopla, Bartolomeu I.
A Santa Sé enviou a Moscovo uma delegação de cinco pessoas para o funeral de Alexis II. A comitiva foi liderada pelo Cardeal Walter Kasper, presidente do Conselho Pontifício para a promoção da unidade dos cristãos (CPPUC).
Presentes no funeral estiveram ainda o Cardeal Roger Etchegaray (presidente emérito do Conselho Pontifício Justiça e Paz), o Arcebispo Antonio Mennini (representante diplomático da Santa Sé na Federação Russa), o jesuíta Milan Žust (do CPPUC) e Mons. Ante Joziæ (secretário da Nunciatura em Moscovo).
Entretanto, o O Santo Sínodo da Igreja Ortodoxa Russa escolheu para ficar à frente do Patriarcado de Moscovo o metropolita Kirill, de Smolensk e Kaliningrado. Kirill desempenhará o cargo de Guardião do Trono Patriarcal (Patriarca interino), que governará a Igreja Ortodoxa Russa no "período de interpatriarcado" e dirigirá a Igreja até à escolha definitiva, que, segundo os estatutos, deverá ser feita no prazo de seis meses, ou seja, antes de Junho do ano que vem.
Kirill, de 62 anos, era desde Novembro de 1989 o responsável pelas relações exteriores do Patriarcado de Moscovo.
Mensagem de Bento XVI
Com viva comoção tomei conhecimento da notícia da morte de Sua Santidade Alexis II, Patriarca de Moscovo e de todas as Rússias, e com afecto fraterno desejo enviar ao Santo Sínodo e a todos os Membros da Igreja Ortodoxa Russa as minhas mais sentidas condolências, garantindo a minha proximidade espiritual neste momento de grande tristeza.
Elevo súplicas ao Senhor para que acolha no seu Reino de paz e de alegria eterna este seu incansável ministro e conceda consolação e conforto a quantos choram a dolorosa partida.
Recordando o compromisso comum no caminho da recíproca compreensão e colaboração entre ortodoxos e católicos, é-me grato recordar os esforços que o saudoso Patriarca fez pelo renascimento da Igreja, depois da dura opressão ideológica, que causou o martírio de tantas testemunhas da fé cristã.
Recordo também o bom combate pela defesa dos valores humanos e evangélicos que ele empreendeu em particular no Continente europeu, desejando que o seu empenho produza frutos de paz e de autêntico progresso humano, social e espiritual.
No momento doloroso da despedida, quando o seu corpo mortal é entregue à terra na expectativa da ressurreição, possa a memória deste servo do Evangelho de Cristo ser apoio para quantos agora estão na dor e encorajamento para quantos receberão a sua herança na guia desta venerada Igreja Ortodoxa Russa.
Com afecto fraterno no Senhor Ressuscitado,
BENEDICTUS PP. XVI


Última Alteração: 15:25:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Moscou

MENSAGEM DO DIA.




Salmo 69 Ao mestre de canto. De Davi. Para servir de lembrança. Comprazei-vos, ó Deus, em me livrar; depressa, Senhor venha em meu auxílio. Sejam confundidos e humilhados os que odeiam a minha vida. Recuem e corem de vergonha os que se comprazem com meus males.Afastem-se, cobertos de confusão, os que me dizem: Ah! Ah! Pelo contrário, exultem e se alegrem em vós todos os que vos procuram. Que repitam sem cessar: Glória ao Senhor! Aqueles que desejam vosso auxílio. Quanto a mim, sou pobre e desvalido. Socorrei-me, ó Deus, sois meu protetor e libertador. Senhor não tardeis mais. Palavra do Padre: Amados , creiam: Deus provê. Deus proverá. Sua misericórdia não tardará.Boa quarta-feira!União da Família! Em nome de Jesus! Paz e Bem! Deus abençoe!

terça-feira, 9 de dezembro de 2008

MENSAGEM DO DIA


Amós 9, 11-15 - Promessas de Restauração Naquele dia, levantarei a cabana arruinada de Davi, repararei as suas brechas, levantarei as suas ruínas, e a reconstruirei como nos dias antigos, para que herdem o que resta de Edom, e de todas as nações sobre as quais o meu nome foi invocado - oráculo do Senhor, que executará estas coisas. Eis que vêm dias - oráculo do Senhor - em que seguirão de perto o que planta e o que colhe, o que pisa os cachos e o que semeia; o mosto correrá pelas montanhas, todas as colinas se derreterão. Restaurarei então o meu povo de Israel: reconstruirão as cidades devastadas e as habitarão; plantarão vinhas e beberão o seu vinho, cultivarão pomares e comerão os seus frutos. Implantá-los-ei no seu solo, e não serão mais arrancados da terra que lhes dei - oráculo do Senhor, teu Deus.
Palavra do Padre: Amados! Estamos orando, pedindo que o Senhor implante em nós, e já foi implantada a restauração, a união da nossa família.Não esqueça: Deus conta com você! Deus conta conosco!Emanuel! Deus conosco! Boa terça-feira! Evangelizem! Paz e Bem! Fiquem com Deus