FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sábado, 19 de julho de 2008

ATEISMO RACIONALISTA



O racionalismo exalta a razão a ponto de recusar toda realidade independente da consciência. Todos os ateus crêem que sua descrença é racional. Entretanto, há uma distinção muito nítida entre os ateísmos do tipo marxista, existencialista ou nietzschiano e o ateísmo racionalista propriamente dito. Os marxistas se dizem ateus, não tanto em nome da verdade, como em salvaguarda de certos valores que, segundo eles, estariam em xeque, dado que a religião tira o homem do real. O racionalista, pelo contrário, se proclama ateu, porque ele crê ter chegado à certeza de que religião não passa de uma falsidade. É a forma mais típica de descrença. Eclosão peculiar de um sentimento vivo do antagonismo definitivo entre a fé e a ciência. Isto se iniciou no século XVIII e se prolongou além do século XIX. Nos dias atuais, os estudos filosóficos e científicos, escoimados de certos preconceitos, levam diretamente à verdade. Além disto, como bem sintetiza Ignace Lepp, “ao longo dos últimos decênios a ciência conheceu inúmeros e dolorosos reveses. Ela não foi capaz de manter suas promessas „o pelo menos as de seus protagonistas „o de dar aos homens as razões suficientes de viver e de lhes assegurar sua felicidade total. Basta que se pense nas angústias de um Einstein e de um Oppenheimer diante das ameaças que constitui para a humanidade a descoberta feita, por eles mesmos e seus discípulos, da energia atômica”. Há, entretanto, ainda ateus racionalistas. Eles exercem influxo que não se pode subestimar entre as grandes correntes filosóficas deste tempo. Não são, porém, tão dogmáticos quanto os do século XIX. O caráter deste ateísmo racionalista é antes um agnosticismo. Contenta-se em falar que não há demonstração da existência de Deus, sem asseverar a não existência de Deus e de toda ordem transcendental. Não há mais a dicotomia entre o oratório e o laboratório. Aliás, Pio XII atestou: “A verdadeira Ciência, mais ela progride, de cada porta que abre a Ciência”. Não se pode também ignorar o existencialismo ateu que coloca a lume o porvir tétrico do homem, constrangido a edificar na perplexidade um futuro incerto. A transcendência objetiva ultramundana, a mais válida, porque nos leva a Deus, não é admitida senão por poucos existencialistas. Sartre a contesta explicitamente, dizendo que cada homem é uma existência “jetée-lá” neste mundo, como estreme contingência, sem causa, nem razão de ser. Isto é uma absurdidade, mas Deus também é uma absurdidez, isto é, inexplicável. O ateísmo satriano continua a causar funestas conseqüências nos seus leitores.* Professor no Seminário de Mariana - MG

Última Alteração: 10:51:00
Fonte: Côn. José Geraldo Vidigal de Carvalho Local:Mariana (MG)






DA PARABOLA DO JOIO E DO TRIGO



Muita gente nunca viu a planta do joio, nem tem a menor idéia do que seja. O joio é uma gramínea que nasce no meio do trigo e parecem muito com ele. O joio pode danificar terrivelmente a plantação. É uma praga simplesmente. Por causa da larga difusão da parábola de Jesus no Evangelho deste XVI domingo do Tempo Comum, mesmo para aquele que nunca viu o joio é conhecida a frase proverbial: " Semear joio no meio do trigo". E todos entendem o que isso significa. Isto é, o trabalho malvado dos que espalham o mal no mundo no meio do bem. Dos que ensinam o erro. Dos que criam desavença no seio da família, ou no ambiente de trabalho. Dos que querem que a comunidade fique desunida, separada e lutando cada um por seu grupinho, em vez de olhar para a união da comunidade. Quanta semente por aí que não saiu das mãos do divino semeador. Foi semeada pelo homem, inimigo de Deus e da humanidade. Diante desse fenômeno, há os afoitos que queriam eliminar tudo violentamente, correndo risco de destruir muita coisa boa na pressa de acabar com o mal. São os autoritários, os radicais, os que tem vocação para ditador. Deus não é assim. Ele é o Senhor da história. Tem paciência. Ele sabe que existe a hora do mal e do poder das trevas... Mas ele tem pela frente a eternidade e o julgamento final para o definitivo triunfo da luz. E espera. Inclusive porque deseja a conversão do pecador como nos ensina em outros lugares do Livro Sagrado. O que assusta em determinadas épocas da história é o crescimento demasiado de gente semeando o joio.O joio da pornografia, por exemplo... Semeando no meio do trigo da dignidade, e do respeito.O joio do amor livre e do adultério, no meio do trigo da família e da fidelidade; O joio do egoísmo e da ganância, no campo onde deve crescer o trigo da justiça, da fraternidade; O joio da violência, no campo onde deve crescer o trigal da paz e da concórdia que constrói o amor.Assim, o mal vai tomando conta e pode afogar de uma vez a semente do bem que vai crescendo. Poderá haver áreas totalmente dominadas pela depravação que se tornam irrespiráveis, como acontece com a poluição do que acaba tornando impossível a vida em determinadas regiões. Isso porque se chegou ao grau de saturação: acima do que as forças da vida e da saúde podem suportar. Penso que isso deve levar muita gente a refletir em suas responsabilidades. Principalmente aqueles que por causa do dinheiro fecham os ouvidos à voz da consciência e vão usando de todos os meios lícitos ou ilícitos pouco importam para terem cada vez mais ainda que isso seja a custa de dinheiro, da paz e da consciência dos outros.
PONTO DE REFLEXÃO
Essa parábola do joio leva também a uma oportuna consideração. vezes ouvimos reclamações assim: "Fulano faz tanto mal aos outros. Por que, pois, Deus não o castiga? Eu procuro ser honesto com todos, e não consigo ter nada. Fulano de tal é tapeador, mentiroso, ladrão, não teme a Deus... No entanto tudo lhe vai bem. Parece que as coisas dão certo para ele melhor que para mim. Lembremos aqui da parábola do joio. Agora não é tempo de julgamento. Deus está deixando o joio crescer com o trigo, sem arrancá-lo agora.
No fim de nossa vida, cada um receberá a recompensa ou o castigo que merece. Agora é o tempo de semear a boa semente, de fazer o bem, de cumprir cada um o seu dever. O julgamento e a separação definitiva do bem e do mal, isso compete a Deus que conhece não só o nosso procedimento, mas até o nosso pensamento. Outro pensamento que podemos tirar dessa parábola é este: O mal procura infiltrar-se no meio do bem, com a aparência de coisa boa. O mal, como mal, é comumente rejeitado. O homem sente-se envergonhado de fazer o mal, como mal. Então, todo o mal que há sobre a terra procura ter uma aparência de coisa boa para poder entrar no coração do homem. Não se esqueçam de que o joio era uma erva ruim, mas tinha a mesma aparência do trigo que é bom.
Boa semente.... E joio.....
OS FALSOS PROFETAS
(Mt 7,15-23)
Cristo já previa que no decorrer dos tempos haveria de surgir falsos profetas, que, com aparência de bons, tentariam enganar as pessoas mais simples. Por isso os ensinamentos de Jesus valem para o passado, para o presente e para o futuro. Em outro lugar do Evangelho, Cristo disse claramente: "Cuidado com os falsos profetas, que vêm a vós com pele de ovelha, mas por dentro são lobos roubadores. Pelos seus frutos os conhecereis.
Porventura colhem-se uvas dos espinheiros, ou figos dos abrolhos? Portanto, toda árvore boa dá bons frutos e toda árvore má dá maus frutos. Não pode uma árvore boa dar frutos maus, nem uma árvore má dar frutos bons. Toda árvore que não dá bons frutos será cortada e lançada ao fogo. Pelos seus frutos, portanto, os conhecereis. "Nem todo que me diz: Senhor, Senhor, entrará no reino dos céus, mas o que faz a vontade de meu Pai que está nos céus. Muitos me dirão naquele dia: Senhor, Senhor, não profetizamos nós em teu nome, em teu nome não expulsamos demônios e em teu nome não fizemos milagres? Então lhes declararei publicamente: Nunca vos conheci, apartai-vos de mim, obreiros de iniqüidade" (Mt 7,15-23).
EXPLICAÇÃO "Falsos profetas" - São os inventores de novas religiões. Cristo fundou uma só Igreja, uma só religião, e colocou à frente de seu rebanho um único chefe -o Papa. No entanto, com o correr dos séculos apareceram novas religiões e diferentes pregadores, dizendo falar em nome de Deus. Ora, a Igreja verdadeira deve ter sua origem nos tempos em que Cristo estava neste mundo. Através de vinte séculos a Igreja Católica formou seus santos e provou a santidade autêntica de milhares de homens e de mulheres; sacerdotes e leigos. Hoje, porém, vemos os nomes desses santos e o nome do próprio Deus explorados pela macumba, pelo espiritismo e por tantos curandeiros e feiticeiros. Os santos são os bons "frutos" da Igreja. Cada religião que quiser se apresentar como verdadeira, deve apresentar também suas boas obras e seus santos, pois, como disse Jesus, "toda árvore boa dá bons frutos". Mesmo o católico - não basta só dizer: "Eu sou muito católico". Se sua vida não corresponder ao Evangelho, Cristo dirá no juízo final "Nunca te conheci; aparta-te de mim".
PERGUNTAS PARA CONTINUAR A REFLEXÃO
1. Saberia contar a parábola do joio? Experimente. 2. Nessa parábola do joio, quem é o semeador da boa semente? e semeador do joio? 3. Que é campo? 4. Que você entende por "tempo de colheita" ? 5. Onde há, nessa parábola, uma alusão ao inferno ? 6. Que é o joio ? 7. Que significa "Filho do Homem" ? 8. Que são "falsos profetas" ? 9. Como você reconhece a religião verdadeira ? 10. Para entrar no céu basta ser católico?

Pe. Lucas de Paula Almeida, CM padrelucas@terra.com.br - www.padrelucas.com.br TEL. (031)34260069- 99766272





SACRAMENTO DA ORDEM ( CATÓLICA NET FORMAÇÃO)



Jesus quis comunicar à Igreja uma participação de seu Sacerdócio para continuar o Seu Sacrifício redentor da humanidade. Isso acontece pelo sacramento da Ordem. É o sacerdócio ministerial, diferentemente do sacerdócio batismal dos demais fiéis, que capacita o indivíduo para atuar na “pessoa de Cristo” (in persona Christi), Cabeça da Igreja.
“A Ordem é o sacramento graças ao qual a missão confiada por Cristo a seus Apóstolos continua sendo exercida na Igreja até o fim dos tempos; é, portanto, o sacramento do ministério apostólico. Comporta três graus: o episcopado, o presbiterado e o diaconato” (Cat. § 1536).
A ordenação confere um dom do Espírito Santo, permitindo exercer um “poder sagrado” que só pode vir do próprio Cristo, por meio de sua Igreja. A imposição das mãos do bispo, com a oração consecratória, constitui o sinal visível dessa consagração.
É pelos sacramentos do Batismo e da Confirmação (Crisma) que os fiéis são consagrados para ser um sacerdócio santo. Mas, há uma diferença entre o sacerdócio dos leigos e dos consagrados: enquanto o sacerdócio comum dos fiéis se realiza pela graça batismal, vida de fé, de esperança e de caridade, vida segundo o Espírito, o sacerdócio ministerial está a serviço do sacerdócio comum. É um dos meios pelos quais Cristo não cessa de construir e de conduzir sua Igreja. Por isso, é transmitido por um Sacramento próprio – a Ordem.
Cristo escolheu seus Apóstolos pessoalmente, e com eles conviveu durante cerca de três anos, formando-os para serem seus enviados. Na última Ceia, instituiu o sacerdócio da Nova Aliança. Ordenou que os Apóstolos e os seus sucessores no sacerdócio renovassem na Missa o sacrifício da cruz. Ao pronunciar a frase “Fazei isto em minha memória” (Lucas 22,19), instituiu-os sacerdotes do Novo Testamento.
Nos Atos dos Apóstolos vemos S. Lucas dizer que “em cada igreja instituíram bispos e, após orações com jejuns, encomendaram-nos ao Senhor, em quem tinham confiado” (At 14, 23). Jesus escolheu os Doze Apóstolos para dar início à Igreja porque a quis estruturada em uma hierarquia definida, como mostram os Evangelhos: “Ele escolheu Doze” (Mc 3, 13-16).
Jesus concedeu ordem e poder aos Apóstolos para agirem como se fosse Ele mesmo: “Quem vos ouve, a mim ouve; quem vos rejeita, a mim rejeita; e quem me rejeita, rejeita aquele que me enviou” (Lc 10,16).
O sacramento da Ordem comunica “um poder sagrado”, que é o próprio poder de Cristo. Por isso, o sacerdote deve viver celibatário como o Cristo, para poder servir ao Reino de Deus sem outras preocupações, entregando-se integralmente a esse serviço.
* Prof. Felipe Aquino é teólogo e apresentador dos programas Escola da Fé e Trocando idéias, na TV Canção Nova





sexta-feira, 18 de julho de 2008

CONVITE

A todos os amigos do MENSAGEIRO DA PAZ!
Visitem o blog da Catequese de Crisma da Comunidade de Santa Efigênia

http://cateqcrisma.blospot.com.br

UMA QUESTÃO DE ESCOLHA - Padre Fábio de Melo

O coração anda no compasso que pode. Amores não sabem esperar o dia amanhecer. O exemplo é simples. O filho que chora tem a certeza de que a mãe velará seu sono. A vida é pequena, mas tão grande nestes espaços que aos cuidados pertencem. Joelhos esfolados são representações das dores do mundo. A mãe sabe disso. O filho, não. Aprenderá mais tarde, quando pela força do tempo que nos leva, ele precisará cuidar dos joelhos dos seus pequenos. O ciclo da história nos direciona para que não nos percamos das funções. São as regras da vida. E o melhor é obedecê-las.Tenho pensado muito no valor dos pequenos gestos e suas repercussões. Não há mágica que possa nos salvar do absurdo. O jeito é descobrir esta migalha de vida que sob as realidades insiste em permanecer. São exercícios simples...Retire a poeira de um móvel e o mundo ficará mais limpo por causa de você. É sensato pensar assim. Destrua o poder de uma calúnia, vedando a boca que tem ânsia de dizer o que a cabeça ainda não sabe, e alguém deixará de sofrer por causa de seu silêncio. Nestas estradas de tantos rostos desconhecidos é sempre bom que deixemos um espaço reservado para a calma. Preconceitos são filhos de nossos olhares apressados. O melhor é ir devagar.Que cada um cuide do que vê. Que cada um cuide do que diz. A razão é simples: o Reino de Deus pode começar ou terminar, na palavra que que escolhemos dizer.É simples...

quinta-feira, 17 de julho de 2008

A ESPERANÇA E DESESPERANÇA.


Há dias em nossas vidas que temos a impressão de que chegamos no fim do caminho. Olhamos para frente e não vemos nem uma saída. Não há uma luz no fim do túnel e não há também nem uma possibilidade de voltar. Parece que todos os nossos projetos, objetivos foram levados para bem distante. Estamos sem condições de torná-los realidade, de alcançá-los. Parece mesmo que o outono da nossa existência fez com que secasse as nossas esperanças, e o vento forte do inverno veio para varrer das nossas mãos todos os nossos sonhos acalentados. A morte vem e arrebata os afetos de nossa alma, deixando-nos o coração dilacerado. Sentimo-nos perdidos, não sabemos que rumo tomar. Ficamos atônitos, sem nem uma ação ou reação. Sentimo-nos como árvore ressecada, sem folhas, sem brilho, sem vontade de viver. É a desesperança. De repente, como acontece com a natureza, a primavera vem e muda toda a paisagem. As árvores secas enchem-se de frutos verdes e logo estão cobertas de folhas e flores. O tom acinzentado cede lugar às cores vivas e tonalidades mil. É a esperança. Os entes queridos que nos antecederam na viagem de retorno à pátria espiritual, um dia estarão novamente juntos aos nossos corações saudosos., num abraço de carinho e afeição. Tudo na natureza volta a sorrir. A relva verde fica bordada de flores, de variadas matizes. As borboletas bailam no ar. Os pássaros nos brindam com suas sinfonias harmoniosas. Tudo é vida. Assim ,quando a chama da esperança reascende em nosso íntimo, os nossos sonhos, desfeitos, são substituídos por outros anseios, outros desejos. Nossos objetivos se modificam, e o entusiasmo nos invade a alma. Jesus, o sublime Galileu, falou-nos de esperança no Sermão da Montanha, com o suave canto das Bem-Aventuranças. Exemplificou-nos os seus ditos e feitos. Enfim, toda a sua mensagem é de esperança. Por isso alimente os seus sonhos, com a esperança de um mundo feito de pessoas como você. Aproveite, viva a vida com intensidade, respeitando o espaço de cada uma das pessoas que se fazem presentes na face da Terra. Se a desesperança cercar-se de nós, vamos lembrar o amigo dos céus: "Meu fardo é leve e meu julgo é suave". Pois bem, se o fardo é leve, por que não o conduzimos e se o seu julgo é suave, por que não o aceitamos? Vamos levar a vida adiante, acreditando, especialmente, naquela força maior que nos deu vida, Deus, independente de qual seja o nome que você dê a ele. Saibamos aproveitar com sabedoria qualquer momento que a nós é oferecido, momento como esse que estamos vivendo, pra dizer quem sabe um... eu te amo!






quarta-feira, 16 de julho de 2008

MULHER VIRTUÓSA


Provérbios 31:10-31 10 - Mulher virtuosa quem a achará? O seu valor muito excede ao de rubis. 11 - O coração do seu marido está nela confiado; assim ele não necessitará de despojo. 12 - Ela só lhe faz bem, e não mal, todos os dias da sua vida. 13 - Busca lã e linho, e trabalha de boa vontade com suas mãos. 14 - Como o navio mercante, ela traz de longe o seu pão. 15 - Levanta-se, mesmo à noite, para dar de comer aos da casa, e distribuir a tarefa das servas. 16 - Examina uma propriedade e adquire-a; planta uma vinha com o fruto de suas mãos. 17 - Cinge os seus lombos de força, e fortalece os seus braços. 18 - Vê que é boa a sua mercadoria; e a sua lâmpada não se apaga de noite. 19 - Estende as suas mãos ao fuso, e suas mãos pegam na roca. 20 - Abre a sua mão ao pobre, e estende as suas mãos ao necessitado. 21 - Não teme a neve na sua casa, porque toda a sua família está vestida de escarlata. 22 - Faz para si cobertas de tapeçaria; seu vestido é de seda e de púrpura. 23 - Seu marido é conhecido nas portas, e assenta-se entre os anciãos da terra. 24 - Faz panos de linho fino e vende-os, e entrega cintos aos mercadores. 25 - A força e a honra são seu vestido, e se alegrará com o dia futuro. 26 - Abre a sua boca com sabedoria, e a lei da beneficência está na sua língua. 27 - Está atenta ao andamento da casa, e não come o pão da preguiça. 28 - Levantam-se seus filhos e chamam-na bem-aventurada; seu marido também, e ele a louva. 29 - Muitas filhas têm procedido virtuosamente, mas tu és, de todas, a mais excelente! 30 - Enganosa é a beleza e vã a formosura, mas a mulher que teme ao SENHOR, essa sim será louvada. 31 - Dai-lhe do fruto das suas mãos, e deixe o seu próprio trabalho louvá-la nas portas.