FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

domingo, 19 de junho de 2016

O poder destrutivo da inveja.....


Após viajar pelo mundo e colecionar as sementes das mais variadas árvores e dos mais belos jardins, foi num simples vilarejo que o Jardineiro decidiu passar sua velhice e lá realizar seu grande sonho. Aurora não sabia, mas era a semente mais especial que o Jardineiro havia plantado. Ele escolheu o centro daquele imenso lugar para ser a moradia da sua favorita, pois vislumbrava algo de magnífico nela e precisava deixá-la florescer… Quando ainda era um jovem broto, Aurora cresceu ouvindo o Jardineiro contar as histórias de suas viagens. Ouviu também sobre suas angustias e medos, sobre suas grandes realizações, sobre seus amores esquecidos e sobre o sonho de um dia concluir seu extraordinário jardim. Aurora nunca se sentia só, dia após dia, o Jardineiro cuidava de suas folhas e a ensinava ficar de pé, erguendo seu tronco e mostrando qual a direção ela deveria seguir – sempre para o alto. Pelas manhãs, Aurora se preparava para o dia que se iniciava. Com a mesma alegria que uma criança recebe o pai, Aurora recebia seu amigo sábio e conselheiro – o Sol. Era realmente um momento de grande felicidade, pois cada encontro com o Sol alimentava as suas forças e auxiliava em seu crescimento. Antes de morrer, o Jardineiro concretizou seu sonho, compartilhando com os moradores daquele simples vilarejo o fruto de suas peregrinações pelo mundo: a mais bela paisagem que alguém poderia contemplar. Da mesma forma que idealizou, as espécies encontradas naquele extraordinário jardim chamavam a atenção pela notável beleza e extravagância. Para os visitantes, era considerado um lugar mágico (e talvez fosse!). O tempo passou… Aurora cresceu bonita e cheia de vida. Suas folhas, flores e frutos, eram os mais admirados em toda extensão daquele humilde vilarejo. De longe, podia-se ver a imensa árvore Aurora e seu esplendor junto ao amanhecer. O tempo também se encarregou de transformar aquele humilde lugar em um dos mais prósperos povoados das redondezas. O jardim se tornara um ponto turístico que atraiu a atenção de vários curiosos e impulsionou os negócios por ali. O vilarejo era conhecido pela agradável vida de seus habitantes, talvez porque os moradores cultivavam o hábito de passarem às tardes reunidos no jardim. E todos os entardeceres eram assim: algumas senhoras sentadas logo na entrada para tomar chá e colocar os assuntos em dia, às crianças correndo pelo interior do jardim brincando de pega-pega e pique esconde, alguns adolescentes dormindo encostados nas árvores (geralmente com um livro sobre o peito), e os casais de apaixonados descobrindo o verdadeiro amor num beijo. De todas as formas, aquele lugar era para os seus visitantes, um recanto de descanso e apreciação. Aurora sabia que possuía o necessário para viver, pois o Sol lhe concedera conhecimento para que continuasse crescendo forte e bela. Porém, a vida não se resume apenas em belezas, também fazem partes dela as escolhas…. Haviam perigos reservados para Aurora que nem ela mesma imaginava e o Sol (o sábio conselheiro) cuidou de adverti-la sobre a influência dos habitantes do vilarejo sobre a sua espécie. Apesar do seu tamanho, Aurora não amadureceu o suficiente para afastar-se dos riscos que estavam a sua espera. Voltando seus olhos para a vida dos habitantes do vilarejo, começou a enfraquecer…. Passava os dias observando a maneira particular de viver dos moradores e invejou o que possuíam. Desejou fazer parte deles, e quem sabe, ser como um deles: conversar, correr, ler, dormir, amar, chorar, tudo que pessoas comuns fazem – eram as suas ambições. Começou a se envaidecer. Percebeu que ao seu redor nenhuma árvore era tão admirável e produtiva quanto ela, pois ouvia de todos que suas folhas, flores e frutos, eram os mais desejados em todo o vilarejo. Experimentou o orgulho e a soberba quando desprezou o alerta que vinha de suas amigas, as borboletas (preocupadas com o mal que cercava sua amiga), a respeito dos perigos presentes nas suas escolhas – elas lutaram tanto para protegê-la, mas sem sucesso voltaram para casa desanimadas por serem ignoradas. O João de Barro, temendo que algo pior acontecesse, juntou a sua família e partiu – a vida nos galhos de Aurora já não era mais segura. As outras famílias que viviam com Aurora sentiram que não eram mais bem-vindas no interior do seu tronco e também decidiram partir. Aurora finalmente sentiu-se livre para ser e fazer o que gostaria. A forte ambição de se tornar como as pessoas que invejava, afetou seu julgamento. Estava cega, arrogante e tornando-se seca por dentro. Os dias se passaram e Aurora se envolvia ainda mais com seu novo alvo – os moradores do vilarejo. Esqueceu-se de nutrir suas raízes, desprezou a sabedoria do Sol e os avisos de seus amigos, desistiu de fazer parte do sonho do Jardineiro e decidiu trilhar um caminho egoísta traçado apenas para si. E assim, a soberba consumiu o que restava do fluido de vida que circulava em suas veias. Algo terrível estava reservado para Aurora: manifestar em sua própria forma a decadência dos seus últimos dias. A força da vida abandonava aos poucos Aurora, sua consciência, porém, ainda precisava se redimir do mal que havia causado. Uma das suas amigas mais próximas, a Lagarta, que suportou sua rejeição diária, juntou-se a ela nesse triste momento de despedida. Talvez próximo do fim de uma caminhada haja uma visão diferente do caminho…, foi assim que Aurora alcançou o entendimento e sua consciência se expandiu. Olhou para o céu e pediu perdão ao Sol, agradeceu pela força e sabedoria que recebeu gratuitamente. Chamou pela memória o Jardineiro e agradeceu por tê-la ensinado a direção certa no começo da vida. Olhou ao seu redor e agradeceu a todos que estavam presentes, sentiu-se satisfeita por tê-los conhecido – foi uma grande dádiva. Chamou pelos pássaros e pelas borboletas, eles ouviram de longe e chegaram às pressas. “Agradeço por tentarem me proteger quando eu estava confusa e perdida, apenas os verdadeiros amigos nos levam para longe dos perigos ou tentam no resgatar quando estamos no meio dele, vocês agiriam assim comigo e carregarei vocês dentro de mim para onde eu for; só quero lhes pedir um último favor, que me façam uma promessa…”, e assim Aurora despediu-se de todos aqueles que fizeram parte de sua história. Um grande alvoroço se abateu sobre o vilarejo. A maior árvore do jardim estava morta e seu tronco pendia de um lado para o outro, ameaçando a vida de todos. Uma nuvem negra pairava sobre os habitantes do vilarejo: o que fazer diante dessa situação? Se uma árvore daquela dimensão caísse destruiria o que haviam construído. Medo, incerteza, preocupação, tristeza, pânico, temor de um acontecimento desagradável – os moradores do vilarejo pressionavam o prefeito por uma solução… O prefeito então chegou à resolução do problema, expediu uma ordem para derrubada da árvore. Convocou os lenhadores e engenheiros mais habilidosos da região. E assim a árvore foi removida com segurança do jardim e os moradores do vilarejo puderam descansar de suas aflições. No chão, o que restou de Aurora serviu para aquecer o frio inverno que assolava as famílias do vilarejo. Os pássaros e as borboletas cumpriram a promessa que fizeram a Aurora. Voaram o mais longe que puderam, atravessaram rios, lagos e montanhas, espalharam as sementes de sua amiga por todo lugar. Aurora não desejava que suas filhas vivessem próximo das pessoas, pois temia o mal dessa relação, muito menos que enfrentassem os perigos que ela atraiu. Então orientou as borboletas que contassem às suas filhas a seguinte fábula: “Era uma vez uma grande árvore que se desviou do caminho do crescimento. Por desprezar a sabedoria e o conselho do Sol, abandonou os amigos e desistiu de se nutrir de coisas boas. Viveu até os últimos dias de vida observando e desejando a maneira de viver de outros, até aprender (perto do fim) a ser grata pela vida abençoada que já possuía. Por rebelar-se contra a sua natureza, a grande árvore descobriu que é preciso ter cuidado com as escolhas que fazemos, pois as consequências são parte delas. Quando decidiu parar de crescer com o Sol, a grande árvore trilhou um caminho sem volta e assistiu a sua própria decadência acontecer. Cuidado, era o que repetia! É preciso permanecer crescendo para o alto…”. E essas foram às últimas palavras da grande árvore…, assim termina a sua história. De geração em geração, as borboletas seguem com a sua promessa. Até os dias de hoje, a essência de Aurora vive em outras formas espalhadas em vários lugares…. O que surgiu da terra retornou para terra, porém, a memória de Aurora viaja até os dias de hoje pelo tempo. Outras árvores cresceram no lugar que o Jardineiro reservou para a sua favorita, mas nenhuma tão bela e especial quanto Aurora foi um dia.

Como me vejo e enxergo o meu próximo.....


Um homem plantou uma rosa e passou a regá-la constantemente. Antes que ela desabrochasse, ele a examinou e viu o botão que em breve desabrocharia, mas notou espinhos sobre o talo e pensou, “Como pode uma flor tão bela vir de uma planta rodeada de espinhos tão afiados?” Entristecido por este pensamento, ele se recusou a regar a rosa e, antes mesmo de estar pronta para desabrochar, ela morreu. Assim é com muitas pessoas. Dentro de cada alma há uma rosa: são as qualidades dadas por Deus. Dentro de cada alma temos também os espinhos: são as nossas falhas. Muitos de nós olhamos para nós mesmos e vemos apenas os espinhos, os defeitos. Nós nos desesperamos, achando que nada de bom pode vir de nosso interior. Nós nos recusamos a regar o bem dentro de nós e, consequentemente, ele morre. Nunca percebemos o nosso potencial. Algumas pessoas não veem a rosa dentro delas mesmas. Portanto alguém mais deve mostrar a elas. Um dos maiores dons que uma pessoa pode possuir ou compartilhar é ser capaz de passar pelos espinhos e encontrar a rosa dentro de outras pessoas. Esta é a característica do amor. Olhar uma pessoa e conhecer suas verdadeiras falhas. Aceitar aquela pessoa em sua vida, enquanto reconhece a beleza em sua alma e ajudá-la a perceber que ela pode superar suas aparentes imperfeições. Se nós mostrarmos a essas pessoas a rosa, elas superarão seus próprios espinhos. Só assim elas poderão desabrochar muitas e muitas vezes. Portanto sorriam e descubram as rosas que existe dentro de cada um de vocês e das pessoas que amam… Paz e bem

A perfeita paz...


Houve um reino que ofereceu um grande prêmio ao artista que fosse capaz de captar numa pintura a paz perfeita. Foram muitos os artistas que tentaram. O rei observou e admirou todas as pinturas, mas houve apenas duas de que ele realmente gostou. A primeira era um lago muito tranqüilo, este lago era um espelho perfeito onde se refletiam plácidas montanhas que o rodeavam. Sobre elas encontrava-se um céu muito azul com tênues nuvens brancas. Todos que olhavam para essa pintura viam refletida uma paz muito grande. A segunda pintura tinha também montanhas. Mas estas eram escabrosas e estavam despidas de vegetação. Sobre elas havia um céu tempestuoso do qual se precipitava um forte aguaceiro com faíscas e trovões. Montanha abaixo, parecia descer uma turbulenta torrente de água. Tudo isso se revelava nada pacífico. Quando se observava atentamente atrás da cascata havia um arbusto crescendo de uma fenda na rocha. Nesse arbusto encontrava-se um ninho. E ali, em meio ao ruído e à violência da cena, estava um passarinho placidamente sentado no seu ninho. Essa foi a pintura escolhida pelo rei que explicou: “Paz não significa estar num lugar sem ruídos, sem problemas, sem trabalho árduo ou sem dor. Paz significa que, apesar de estar no meio de tudo isso, permanecemos calmos em nosso coração. Este é o verdadeiro significado da paz, a PAZ PERFEITA”. Paz e bem

Riqueza e Pobreza


Um dia um pai de família rica decidiu ensinar ao seu filho como é bom ser rico. Resolveu levar o garoto para viajar para o interior e mostrar como é difícil a vida de pessoas pobres. Eles passaram um dia e uma noite num pequeno sítio de uma família muito pobre. Quando retornaram da viagem o pai perguntou ao filho: – Como foi a viagem? – Muito boa, papai! – Você entendeu a diferença entre a riqueza e a pobreza? – Sim. – E o que você aprendeu? Perguntou o pai. O filho respondeu: – Eu vi que nos temos um cachorro em casa. Eles têm quatro. Nós temos uma piscina que alcança o meio do jardim; eles têm um riacho que não tem fim. Nós temos uma varanda coberta e iluminada; eles têm uma floresta inteira… Ao final da resposta, o pai ficou boquiaberto, sem reação. E o garotinho, abraçando fortemente o seu pai, completou: – Obrigado, pai, por me mostrar o quanto nós somos pobres! Este garotinho talvez tenha ensinado a maior lição a seu pai. Tudo depende da maneira como você olha para as coisas. As coisas que realmente importam não têm preço. Se você tem amor, amigos, família, saúde, bom humor e atitudes positivas para com a vida, você tem tudo! Se você é “pobre de espírito”, você não tem nada! Paz e bem

sexta-feira, 29 de abril de 2016

Missão e evangelização urbanas....


Há muitos desafios à tarefa das missões urbanas; talvez os maiores estejam relacionados ao preconceito que costumamos ter contra certas pessoas. Isso forma uma espécie de “barreira humana”. Nas cidades, tais barreiras nos saltam mais aos olhos, pois há pessoas que são consideradas indesejáveis ou pelo menos ignoradas no cotidiano urbano. Como devemos agir para com esses seres humanos, segundo a Palavra de Deus? Para a nossa reflexão sobre a missão e a evangelização urbanas, analisemos o episódio da cura efetuada pelo Senhor Jesus no geraseno endemoninhado. Podemos extrair desse episódio alguns princípios gerais que nos orientem na nossa tarefa de evangelização em nossa cidade. I. A cura do endemoninhado geraseno Assim que Cristo e os seus discípulos desembarcaram no Mar da Galiléia, na terra dos gerasenos, foi ao seu encontro um homem possuído por demônios, que havia tempos vivia em condições animalescas, sem roupas e que residia nos sepulcros. Ao ver o Filho de Deus, o reconheceu escandalosamente e lhe rogou que não o perturbasse, pois Cristo havia ordenado aos espíritos imundos que saíssem dele (vs.26-29). Identificando-se como Legião, em resposta à pergunta do Senhor Jesus, os demônios solicitaram permissão para entrar nos porcos que pastavam ali próximo. Após a permissão do Senhor, os demônios entraram na manada, o que resultou na precipitação dela despenhadeiro abaixo, rumo ao mar, fato que espantou os porqueiros, os quais foram narrar o ocorrido na cidade e pelos campos (vs.30-34). Tendo ouvido o relato, o povo foi verificar o ocorrido e se espantou ao ver o antigo endemoninhado em perfeita sanidade, aos pés de Cristo. O fato ocorrido foi confirmado por outras testemunhas, mas os gerasenos, amedrontados pelos relatos e pela visão do homem recuperado, rogaram ao Filho de Deus que se retirasse daquele lugar, pelo que Cristo voltou ao barco (vs.35-37). O homem que fora curado pelo Senhor pediu permissão para segui-lo, mas Jesus o despediu dizendo que ele deveria voltar para a sua casa e anunciar aos seus familiares o que Deus fizera; então aquele homem passou a anunciar por toda a cidade tudo o que Cristo havia feito (vs.38,39). Esse relato bíblico é impressionante, pois apresenta muitos dados incomuns, não apenas quanto à anormalidade da presença e da atuação demoníacas, mas também quanto ao fato de Jesus ter sido evidenciado como Messias através dos espíritos imundos. Comumente os demônios o reconheciam rápida e publicamente (Mc 1.24), o que não é uma virtude em si, mas a confirmação incontestável de uma verdade (Tg 2.19): Cristo tem absoluto poder sobre todos os seres, homens e anjos, fiéis e rebeldes (Mt 28.18; Cl 2.10). Certamente tais manifestações serviam para evidenciar a singular autoridade do Senhor como o Messias (Lc 4.18,19,33-37). Essa autoridade foi compartilhada em alguma medida com os apóstolos e discípulos missionários, responsáveis pela implantação do Cristianismo (Lc 10.9; Mt 17.16-18,21), ainda que eles não a possuíssem na mesma medida, pois neles era apenas delegada. Além desse papel confirmador de Jesus como o Messias, não se deve negar que o poder espiritual do mal exerça influência devastadora no mundo sem Cristo. Ainda que as formas de atuação malignas não precisem ser obrigatoriamente as mesmas, as finalidades continuam sendo manter os pecadores sem Cristo nas trevas espirituais (2Co 4.4,5), conservando-os mortos (1Jo 5.19) na escravidão moral do pecado (1Jo 3.8; Jo 8.34,44). Vejamos agora como esse relato nos ensina importantes princípios para a evangelização nos centros urbanos. II. O evangelho como causa eficiente Analisando o texto, destacamos o poder eficiente que Cristo tem para transformar a vida das pessoas. Os efeitos da ação salvadora que o Senhor Jesus produz podem ser mais claramente percebidos no grande contraste experimentado por aqueles que foram libertos da escravidão do pecado através do encontro com o Filho de Deus. O anúncio do evangelho é o meio através do qual o próprio Redentor se revela aos homens (Jo 5.39) atraindo-os para uma relação graciosa com Deus (Jo 1.12; Gl 3.26), com todas as graças daí decorrentes, desde a salvação (Rm 1.16) da condenação dos pecados até à nossa glorificação (1Pe 1.5-7), passando pela salvação do poder escravizador dos pecados (1Pe 1.23). As ações do Estado e dos cidadãos podem trazer alguns benefícios às pessoas, mas o farão apenas na esfera natural, preservando a manutenção digna das relações sociais (Rm 12.18; 13.4). Contudo, essas ações não têm poder para produzir eficiente mudança no coração das pessoas (seus desejos malignos e as suas práticas pecaminosas); a ação humana, inclusive a sua religiosidade, apenas consegue coibir parcialmente a manifestação das malignidades que estão nos corações (Mt 23.27,28), mas sem efetivar a mudança interior e sobrenatural que só o evangelho pode produzir (Ef 1.13). Essa convicção de que o evangelho é o poder de Deus para salvar e libertar pecadores deve nos motivar e acompanhar a fim de realizarmos a tarefa de evangelização em uma sociedade que, estando sob trevas e perdida espiritualmente, ainda terá muitas pessoas libertas e salvas do maligno poder escravizador do pecado (Cl 1.13). Esse é o poder que o evangelho (1Jo 3.8,9) tem de transformar vidas, unindo-as a Cristo Jesus (2Co 5.17), salvando-as da condenação dos pecados exclusivamente pela soberana graça divina (Ef 2.8,9) e reconciliando-as com Deus (Rm 5.1), mediante a fé por ele mesmo concedida. O Espírito Santo atua de forma gracioso através do anúncio do evangelho (Jo 3.3; Gl 3.3-5) produzindo verdadeiros milagres ao transformar as pessoas para a glória de Deus (Ez 36.25-27). Essa convicção no poder eficiente do evangelho deve nos levar em direção aos milhares de pessoas que estão vivendo sem Deus neste mundo, escravizadas por toda sorte de práticas pecaminosas, sob o poder maligno das trevas, ainda que estejam sem consciência do terrível estado da sua alma imortal (Ef 2.1-3). Devemos ir ao encontro delas na plena certeza de que a misericórdia e o poder de Deus são capazes e suficientes para transformá-las positivamente (Ef 2.4-7), chamando-as para o louvor da sua glória, mediante o evangelho (2Ts 2.13,14), o qual produz gloriosas mudanças na vida dos incrédulos quando recebido com fé (1Ts 1.5,9; 2.13). Com base nessas convicções, não devemos nos acomodar ou até mesmo nos acovardar diante do desafio de resgatar para Deus aqueles que ele já preparou, ainda que estejam nos mais baixos níveis da escravidão maligna. A Palavra de Deus nos enche de ânimo aos nos afirmar: “onde abundou o pecado, superabundou a graça” (Rm 5.20), e também aos nos recordar que fomos libertos das trevas para nos tornarmos libertadores de outros que ainda estão escravizados (1Pe 2.9,10). III. A restauração da imagem de Deus como meta O nosso propósito diante do desafio das inúmeras pessoas perdidas e escravizadas pelo maligno através de uma vida pecaminosa na qual vivem não se encerra em apenas anunciarmos o evangelho. Na verdade, esse anúncio é para que um projeto glorioso se inicie nas suas vidas, o qual só se encerrará com o maravilhoso encontro final com Cristo (Fp 1.6). Esse projeto consiste basicamente na restauração da perfeita imagem de Deus no homem através do poder eficiente da sua obra (Rm 8.29). Essa é a única maneira de efetivamente neutralizar o poder devastador do pecado em nós, inclusive em relação a Deus (Rm 5.10-12). Costuma-se chamar esse processo de santificação, no qual é operada eficazmente uma crescente transformação gloriosa em nosso ser como fruto da graça de Deus (2Co 3.18). Apesar de ser uma graça divina, a santificação se processa com a ativa participação dos fiéis, os quais naturalmente a perseguem como um reflexo esperado da presença de Deus em suas vidas (1Jo 3.1-3). É por isso que a mudança de vida serve de indício para se reconhecer a genuína experiência espiritual de conversão (1Jo 3.7-9). Sendo assim, não se espera que os cristãos interpretem as condutas pecaminosas dos incrédulos e ímpios que lotam as cidades como evidentes sinais da preterição deles (Gl 1.23), como se eles demonstrassem dessa forma que não foram eleitos por Deus para uma vida diferente. Tal conhecimento não nos é dado (Dt 29.29). Não é saudável nem recomendável procurar identificar aqueles que serão condenados por Deus tendo como evidência a permanência em sua incredulidade. Enquanto ainda estiverem vivos (Hb 9.27), poderão ser alcançados pela imensa misericórdia de Deus (Ef 2.3,4,10; Rm 11.23). Antes, devemos seguir o exemplo de Cristo, o qual, ciente dos decretos divinos, não apenas convidava a todos (Mt 11.25-30), mas também se compadecia das pessoas escravizadas em seus pecados, as quais rejeitavam a oportuna ocasião da visitação divina (Lc 19.41-44). Certamente, o deleite do coração de Jesus seria acolhê-los amorosamente (Lc 13.34). Caso tenhamos o nosso coração despertado pela graça divina, devemos nos encorajar a pregar, na certeza do poder divino para transformar pecadores em santos instrumentos para a sua glória, segundo o exemplo de Jesus Cristo (Mc 6.34). Um convertido não sabe se outro pecador também irá a Cristo. Ainda assim ele deve se empenhar por evangelizar os incrédulos na esperança de alcançá-los e na certeza de que a misericórdia de Deus é eficiente para trazer a si quem ele quiser e quando quiser (Rm 9.15,16). Sendo assim, lembremo-nos que, embora algumas conversões pareçam impossíveis, não o são para Deus (Mt 19.25,26). Conclusão Devemos realizar as missões urbanas buscando a restauração da imagem de Deus na vida dos descrentes, sem nos esquecer de que não devemos sentenciar previamente ninguém à exclusão no reino de Deus. Devemos ir em busca de todos, sem nos esquecer dos marginalizados e inconvenientes, como o homem geraseno, porque há muitos escolhidos dentre eles (Mt 22). Estes serão alcançados pela igreja fiel nessa tarefa missionária. Empenhemo-nos por ver toda a igreja, a noiva de Cristo, completamente reunida para as bodas do Cordeiro (Ap 19.7-9). Aplicação Quais são os grupos de pessoas que estão à margem da sociedade e da igreja e que poderíamos tentar alcançar com o evangelho? Quais seriam as dificuldades que a igreja teria para alcançar e receber essas pessoas? Elabore um projeto. >> Texto publicado na revista Palavra Viva – Sua Cidade Para Cristo, pela Editora Cultura Cristã. >> Autor do Estudo: Raimundo M. Montenegro Neto

Aprendam a fazer o bem....


O ministério profético de Isaías foi longo – cerca de 40 anos, e difícil – em meio à grande agitação política e grande ruína moral. A ascensão do império assírio criava uma forte tensão política em toda a região, acarretando uma desconfiança teológica (“Deus pode nos salvar?”) e, como consequência, uma estratégia de independência (alianças militares). O povo, começando pelos seus governantes, era guiado por um misto de individualismo, hipocrisia, auto satisfação e cinismo. As assembleias e festas, sempre cheias, e a engrenagem cúltica, girando a todo vapor, poderiam dar a impressão de fervor espiritual, mas a realidade era bem diferente, como mostra a denúncia do profeta. A questão, que não é nova e nem fácil de resolver, está de novo sobre a mesa. É a velha queda de braço entre vitalidade espiritual e religiosidade. Idealmente, as duas deveriam andar lado a lado, mas isso nem sempre acontece. É possível perceber quando uma espiritualidade real sustenta a religiosidade? Existe algum sinal confiável sobre isso? Ou, olhando a partir de outro ângulo, uma vida justa e correta é garantia de uma espiritualidade autêntica? Existe um ponto de convergência para estas duas possibilidades? Para entender o que a Bíblia fala No verso 2 a totalidade da criação (céus e terra) é convocada como testemunha para o processo que Deus instaura contra todo o povo. Qual é a principal acusação? Como isso era “verificável” no dia a dia da nação? (vv. 2-4) A seguir, o profeta pinta um quadro de desolação, causado pela própria desobediência do povo (vv. 5-9). Aparentemente, nem há mais espaço para novas repreensões (v. 5). Nem tudo aqui é literal, mas as imagens mostram várias dimensões da vida nacional que estavam sendo impactadas pelo pecado. Quais são essas dimensões? Sacrifícios, holocaustos, ofertas, festas, orações… Eram prescrições centrais e visíveis da religião do Antigo Testamento. Embora o próprio Deus as tivesse instituído, essas práticas agora estavam sendo rejeitadas (vv. 10-15). Por que? Qual era o problema com a religiosidade do povo? Era a religiosidade em si, ou faltava algum coisa, algum complemento? (vv. 16-17) A última parte do verso 13, de acordo com a tradução da Bíblia de Jerusalém, diz o seguinte: “não posso suportar iniquidade e solenidade”. A declaração de Deus, através do profeta, nos ajuda a perceber que as práticas religiosas, por mais nobres que sejam os sentimentos e emoções que as acompanham, se não nos conduzirem à pratica efetiva do bem em prol do nosso próximo, especialmente daqueles que estão no lado mais fraco do elo econômico (“órfãos e viúvas”), não terão valor para Ele. Não passarão de “solenidade” misturada com “iniquidade”. Pensando em sua vida, e na sua comunidade de fé, faça uma avaliação honesta e corajosa de suas práticas religiosas. Como acha que Deus as vê? Nosso trecho termina com um convite à reflexão, feito pelo próprio Senhor (v. 18). Há esperança, porque “não existe falta que esgote o perdão divino” (Bíblia de Jerusalém). Qual é a única condição imposta por Deus, de acordo com o texto (vv. 19-20)? Hora de Avançar Parar de fazer o que é mal, arrepender-se do mal praticado e dispor-se a voltar para Deus quer dizer simplesmente mudar de vida, pôr-se no caminho outra vez… A verdade é que nós nos convertemos e somos convertidos. Só voltamos para Deus quando somos por ele voltados. Não podemos empurrar tudo para o Senhor nem empurrar tudo para nós. Para pensar O trecho que estamos estudando é um rico exemplo da combinação, presente em várias partes de Isaías, da justiça e da graça de Deus. As palavras de juízo são fortes, mas a força do perdão também é grande. Tanto o julgamento quanto o perdão dos pecados é obra divina. O que Deus espera é a confissão e o arrependimento do seu povo, uma disposição para mudar de rumo, para fazer diferente. A “espada” mencionada no final deste trecho representava a invasão estrangeira, com todos os seus males, mas era uma ameaça que poderia ser afastada pela submissão a Deus (v. 19). A nossa religiosidade pode nos lançar numa falsa experiência de transcendência. Ela faz isso nos afastando do próximo, nos prendendo num comodismo auto centrado e nos cegando para a realidade à nossa volta. Uma piedade integral (holística), ao contrário, nos faz experimentar uma transcendência genuína, pois nos permite experimentar a realidade espiritual, o relacionamento com Deus, mas nos joga de volta para a realidade do nosso mundo carente, uma realidade de sofrimento e necessidade. É aí que a nossa piedade precisa fazer diferença. O que disseram Não apenas crentes individuais, mas a igreja como um todo em um determinado local pode cair em pecado. Portanto, o lembrete a resistir ao mal é dado ao crente individual e à igreja como um todo em toda parte… De fato, a conversão é o modo de Deus renovar e mudar a face da igreja, e também de levá-la a novos caminhos e capacitá-la a cruzar novas fronteiras… A conversão cristã tem como objetivo colocar mulheres e homens a serviço de Deus e do próximo… é a passagem de uma existência desumanizada e desumanizadora para uma vida humanizada e humanizadora. Orlando Costas (1942-1987), missiólogo porto-riquenho Para responder Nossas práticas exteriores devem ser um reflexo de nossa vida interior, e nossa vida interior deve se expressar em nossas práticas exteriores. Essa relação precisa ser orgânica, como uma coisa só. Seu amor a Deus o leva a amar seu próximo? E seu amor ao próximo tem sido maior devido ao seu amor a Deus? Uma parte do texto nos mostra um convite duplo da parte de Deus: “Parem de fazer o mal, aprendam a fazer o bem!” (vv. 16b-17a). Ou seja, não podemos nos contentar em apenas nos “desviar” do mal, mas precisamos também ser proativos no “fazer o bem”. E, neste contexto, “fazer o bem” tem a ver com buscar o direito do próximo, corrigir o opressor, fazer justiça ao órfão e defender a causa da viúva (v. 17, Bíblia de Jerusalém). Como vimos antes, os órfãos e as viúvas representavam as pessoas economicamente mais vulneráveis. No seu contexto de vida, quem representaria melhor os “órfãos e viúvas”? O que você tem feito pelo direito deles? Eu e Deus Pai, fico pensando que tenho de correr e fazer algo; tu continuas a me chamar de volta para ser alguém. Usa esta vida que criaste e redimiste para preservar e beneficiar aqueles entre os quais vivo hoje. Amém. (Eugene Peterson) >> Autor do estudo: Reinaldo Percinoto Júnior.

Luz Acesa: proteção e testemunho


No capítulo 19 do livro de Atos é narrado o início da igreja cristã em Éfeso, capital da província romana da Ásia, por meio do ministério do apóstolo Paulo. Devido à localização estratégica da cidade, esta igreja desempenhou um importante papel na expansão do cristianismo. A estadia de Paulo na cidade durou cerca de dois anos (mais longa que de costume), e algum tempo depois ele escreveu a carta que contém o texto que embasará nosso estudo. O foco geral da carta é a igreja de Cristo, que representa “a nova humanidade de Deus, […] uma comunidade onde o poder de Deus de reconciliar as pessoas a si próprio é experimentado e compartilhado através de relacionamentos transformados” (Bíblia de Estudo de Genebra, p. 1399). Paulo desenvolve o argumento de que os cristãos receberam uma nova vida em Cristo, e por isso conformam uma nova humanidade, uma nova sociedade humana que, sendo nova, deve adotar novos padrões de comportamento, despindo-se do “velho homem” e revestindo-se “do novo homem, criado para ser semelhante a Deus em justiça e em santidade provenientes da verdade” (Ef 4.22-24). É no contexto desta boa notícia de novidade, e renovação no “modo de pensar”, que somos convidados a vivermos como “filhos da luz” (Ef 5.8), em contraposição às trevas de outrora. Qual o significado desta nova e resplandecente “filiação”? Qual a origem desta luz? É sobre isto que pretendemos refletir, entre outras coisas, no estudo a seguir. Para entender o que a Bíblia fala Em todo o trecho, Paulo faz uso do rico simbolismo da luz e das trevas. Note que Paulo não diz que antes eles estavam nas trevas e agora estão na luz, mas sim que antes eles eram trevas e agora são luz (v. 8). Por que esta pequena diferença ortográfica é tão significativa? Em que esfera, afinal, havia ocorrido essa radical transformação? Qual era, de fato, a fonte ou origem desta mudança? (v.8; cf. João 8.12) Já que agora os cristãos são luz no Senhor, eles devem também viver como filhos da luz (v.8b). O que isto significava na prática? Segundo Paulo, quais seriam os resultados, ou frutos, de uma vida sob esta condição? (vv.9,10) No v. 11, o apóstolo apresenta o outro lado da moeda, ao se viver como luz. Ele menciona dois aspectos, um negativo e outro positivo, da atitude que devemos ter em relação às trevas, quando andamos na luz. Quais são eles? Você consegue citar exemplos práticos desses dois aspectos, que devem fazer parte da nossa vivência cristã? Paulo esperava também que a luz de Cristo, brilhando por meio dos cristãos, tivesse um efeito duplo à medida que fosse revelado o que estava encoberto pelas trevas. Você consegue perceber esse efeito duplo sendo expresso no v.13? Muitos comentaristas acreditam que o v. 14 é uma citação de um hino cristão, que era utilizado na Páscoa ou mesmo no batismo. Com que metáforas é descrita a condição anterior dos homens, ou seja, antes de conhecerem a luz de Cristo? Esta poderia ser uma boa descrição do processo que temos chamado de “conversão”? Hora de Avançar Assim, aprendemos, desde cedo, que esse simbolismo [da primeira Páscoa] fala de escravidão e de libertação; de trevas e de luz. A servidão no Egito, hoje, materializa-se no jugo do pecado; e a celebração da Páscoa transforma-se em memorial de libertação pelo poder de Deus. (Rubem Amorese) Para pensar Paulo procura incentivar e motivar seus leitores, e todos nós, com relação às implicações práticas do fato de que agora são luz no Senhor. Eles não são luz em si mesmos, ou por causa de algo que fizeram, mas por causa do que Cristo fez por eles, dando-lhes vida quando ainda estavam “mortos em transgressões” (Ef 2. 4-10). Devemos notar a preocupação do apóstolo em mostrar a seus leitores que não é suficiente deixar algumas práticas, mas serem proativos e passarem à pratica de novas obras, como “filhos da luz”. Uma vez unidos a Cristo, que é “a luz do mundo” (Jo 8. 12; 9. 5), os cristãos passam a ser também luz para o mundo (Mt 5. 14-16). E sua presença acabará iluminando as obras do mal, da injustiça e da mentira, promovendo o “fruto da luz”: bondade, justiça e verdade. O que disseram Cristo é ainda a luz verdadeira, totalmente estranha à mentira; sabemos então que também nossa vida tem de ser iluminada pelos raios da verdadeira luz. Os raios do sol da justiça são as virtudes que dele emanam para iluminar-nos, “para que rejeitemos as obras das trevas e caminhemos nobremente como em pleno dia”; pelo repúdio de toda ação vergonhosa e escusa, agindo sempre na claridade, tornamo-nos nós também luz e, o que é próprio da luz, resplandeceremos para os outros pelas obras. (Gregório de Nissa, bispo, século IV) Para responder As lâmpadas só emitem luz a partir de energia. Era assim nos tempos do Novo Testamento (tendo o azeite como combustível), e é assim hoje em dia, com as nossas lâmpadas (usando energia elétrica). Metaforicamente, podemos nos considerar “lâmpadas” de Cristo, pois não emitimos luz própria; a fonte de nossa luz é Cristo. Com qual “combustível” você tem alimentado sua “luz”? Nos seus vários relacionamentos, você tem se comportado como uma “testemunha da luz” (Jo 1. 8)? Pensando em seu contexto particular de atuação diária – família, bairro, cidade, como você poderia “encarnar” o fruto da luz descrito por Paulo, envolvendo-se em atividades que promovam a bondade, a justiça e a verdade? Eu e Deus Tu, Senhor, a luz do mundo, sê luz em mim para que minha vida mostre a claridade e o calor de tua salvação. Amém. (Eugene Peterson, “Um ano com Jesus”, Ed. Ultimato) >> Autor do estudo: Reinaldo Percinoto Júnior >> Este estudo bíblico foi desenvolvido a partir do artigo Que haja luz em tua casa, de Rubem Amorese.