FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 15 de junho de 2012

Ah! Se crêssemos.


“… só o crente é obediente, e só o obediente é que crê.” Dietrich Bonhoeffer “… quando o Filho do homem vier, encontrará fé na terra?” Lucas 18:8 “Eu creio, mas me ajude a vencer as minhas dúvidas!” Marcos 9:24 Ah! Se crêssemos de verdade que é o céu de delícias que nos aguarda, jamais chamaríamos a morte de um cristão de tragédia, mas de livramento. Ah! Se crêssemos na Palavra quando diz que somos filhos amados, os cargos, hierarquias e os aplausos humanos não representariam nada para nós. Ah! Se crêssemos que o mandamento de Deus é bondade de Deus para nós, não seríamos tão lentos, incompletos e resistentes para obedecer. Ah! Se crêssemos na soberania de Deus, não perderíamos os cabelos, a saúde, a paciência diante dos problemas porque está tudo resolvido. Ah! Se crêssemos que “no monte do Senhor se proverá”, não perderíamos uma noite de sono sequer pensando como poderemos sobreviver. Ah! Se crêssemos no propósito de Deus conosco, não teríamos crises existenciais, vazio pessoal ou qualquer senso de inutilidade. Ah! Se crêssemos no perdão pleno e definitivo, não viveríamos a produzir obras mortas e a fazer peripécias ministeriais motivadas pela culpa. Ah! Se crêssemos na imagem de Deus em cada pessoa, não trataríamos o mendigo, o mau cheiroso, o gay, o ateu com desprezo. Ah! Se crêssemos que Jesus edifica sua igreja, não procuraríamos tanto o auxílio do poder político para realizar a missão que Ele já nos deu tudo para realizar. Ah! Se crêssemos na grandeza do Reino de Deus, não viveríamos a proclamar presunçosamente a centralidade de nossa visão, denominação e ministério. Ah! Se crêssemos que a oração é uma porta aberta para o divino e o mistério de Deus, não seriam necessários incentivos ou muita pregação para as pessoas viverem a falar com Deus. Ah! Se crêssemos que a nossa dívida perdoada por Deus era muito grande, não gastaríamos tanto tempo chafurdando na lama da amargura e da autocompaixão em razão das bobagens que nos fazem. Ah! Se crêssemos que servimos ao Criador e Senhor do Universo não ficaríamos tão deslumbrados e tão cachorrinhos subservientes diante de autoridades, artistas ou celebridades. Ah! Se crêssemos… Paz e bem

É maravilhoso poder servir no amor


Preparando um estudo sobre "comunhão e serviço" cheguei a um texto que escrevi a mais de 3 anos atrás, mas parece que quanto mais o tempo passa, mais ele entra em conexão com a realidade, uma vez que a tendência é o amor se esfriar e a iniqüidade aumentar. Qualquer um que deseja servir ao Senhor, toda a motivação nesta vida tem de partir da fé pela via do amor. Sem amor, não sobra espaços para recordações ou saudades, pois não faria sentido. A síntese do amor é sofrer, crer, esperar e oferecer suporte sempre! Geralmente quando ouvimos sobre o amor, o vinculamos ao sentido de gostar, prazer e fixação. No entanto, geralmente quando a bíblia nos fala de amor, nos remete à doação, entrega, pedido e oferta de perdão. A lógica de Jesus sobre o amor nos faz dar uma revira-volta sobre nossa capacidade de compreensão. Quando Jesus chama Levi ao ministério, ele deixa tudo e segue. Amor implica em decisão e entrega! Jesus ao discursar sobre o amor diz que não há méritos no amor recíproco, pois se faz quando se recebe ou se entrega porque sabemos que vamos receber. Ele nos remete a amar aqueles que dificilmente oferecerão alguma coisa em troca. Assim é o Pai com a humanidade e, portanto precisamos seguir seu exemplo. O único dom capaz de despertar outros dons a se fazerem dons entre as pessoas é o Amor. Por isso quando perguntado sobre como lidar com pessoas, digo sempre o seguinte: Não existem fórmulas, técnicas ou qualquer artefato humano que possa oferecer sentido ou trazer algum tipo de vida se não existir amor. Sem amor não há vida, não existe sentido, não há alegria. Sem amor até a própria existência se pergunta por si mesmo. Sem amor o que é passageiro se torna eterno e o que deveria ser eterno, passageiro. Sem amor não percebemos que as coisas mais belas estão nas mais simples. Sem amor achamos que a quantidade autentica alguma coisa e que as pessoas podem ser tratadas como estatística. Sem amor o que é belo, se torna feio e o feio se torna aparente. Sem amor o que se tem é apenas inquietação sem despertamento e consciência sem motivação. Sem amor aquele que sai do aprisco é tratado como se nunca fosse dele. Neste caso, correr o risco das noventa e nove por uma é algo que não se passa na mente quanto o mais no coração. Sem amor tudo passa sem crescimento, tudo fica sem sustentação e aquilo que cresce dificilmente amadurece para a vida. Sem amor os ensinamentos de Jesus sempre necessitam de contextualização e as palavras de interpretação. Servir ao Senhor, antes de ser um ato de obediência regrada tem de ser um ato de amor. Somente o amor produz obediência! Ame a Deus de todo o coração e deixe que Ele produza o que for necessário a fim de você servi-lo com gratidão e amor onde quer que seja. O amor procura sempre um coração para repousar e se fazer casa junto aos outros. Sirva ao Senhor com alegria e amor e Ele providenciará tudo o que for necessário para estimular ainda mais este amor em seu coração. Por isso: Não pense nas atividades, pense nas oportunidades; Não pense nos números, pense nos corações; Não pense em ter apenas o que se não tem, mas valorize o que se tem e sendo o que for, aproveite o máximo!; Creia sempre, principalmente quando tudo a volta falar ao contrário; Não dê nada sem amor, antes o seu amor produza a necessidade da entrega; Não peça a Deus mais paciência com os outros, peça que Ele o quebrante a fim de deixar que o amor produza toda paciência necessária; A bondade nos aproxima de quem somos e subitamente nos leva ao encontro do próximo; No amor, a inveja dá espaço à cooperação e o orgulho ao quebrantamento; Os interesses pessoais são trocados pelos interesses da comunidade; A ira passa com um simples convite ou um simples olhar; Quando existe amor, buscamos a justiça e a igualdade para o bem comum; Quando existe amor, a verdade traz sentido a nossa alegria; O amor não perece, Ele se afirma sempre nos corações que desejam vivê-lo com intensidade. Todas as coisas passarão, mas permanecerão a fé, a esperança e o amor que é o mais sublime de todos. Ame tão somente e saberás que somente amando se faz sentido ser quem és e carregar o nome Daquele que se fez amor por nós! Nunca se esqueça ... Ele nos amou primeiro e este deve ser o nosso maior exemplo! Paz e bem

A Samaria de ontem, de hoje, e de amanhã



A “Samaria da humanidade” era o Gólgota. Por que a ‘Samaria da humanidade’? Você pode estar se perguntando. Porque no Gólgota toda a humanidade foi alvo do mesmo amor presente na passagem da mulher samaritana. Todos éramos samaritanos no Gólgota, tanto judeus quanto gentios. Na cruz, Jesus derramou seu sangue por ‘samaritanos’ judeus e ‘samaritanos’ gentios. Jesus passou pela Samaria da humanidade. O lugar chamado ‘caveira’ não podia ter nome mais apropriado. Não somente por ser ali o lugar onde normalmente acontecia o cumprimento da sentença de morte dos romanos. Mas por ser também o lugar onde Jesus foi dar vida a uma multidão de mortos. A mulher samaritana, pecadora e marginalizada tem sua simbologia aqui. Simboliza os pecadores de todo mundo no tempo e espaço. Na mulher samaritana vejo minha imagem de pecador ignorante e distante de Deus. Na pessoa de Jesus vemos a imagem de um homem que reflete genuinamente a imagem de Deus sem mancha ou distorção. O salvador do mundo. Imagine o quanto foi impactante para essa samaritana ter o salvador do mundo passando por sua terra e lhe pedindo água. Aquele que prometia água viva pedia água. Na ‘Samaria’ da humanidade, o Cristo pede a um ‘samaritano’, água, recebendo vinagre em seu lugar. A ‘samaria’ da humanidade fora um pouco mais ingrata com ele! Contudo sua voz continuava dizendo, como à samaritana: Se você conhecesse o dom de Deus e quem lhe pede água, você lhe teria pedido e ele lhe teria dado água viva. A que o samaritano ingrato poderia ter respondido: O Senhor não tem com que tirar água, e o poço é fundo. Oh quão fundo é o poço que Jesus nos foi conseguir água na ‘Samaria’ da humanidade! Para os espectadores que viram o Mestre naquela cruz devia parecer impossível tirar água daquele poço. Podemos dizer que o fato de ser quase impossível olhar para o Senhor na cruz e crer que dali poderia sair água capaz de fazer viver eternamente é comparado à insistência da mulher samaritana em crer que Jesus falava de água literalmente. Ao perceber tal equivoco Jesus pacientemente demonstra mais uma vez um amor capaz de quebrar qualquer barreira entre Deus e o homem explicando graciosamente o caráter espiritual e eterno da água que ele a oferecia. “Quem beber dessa água terá sede outra vez, mas quem beber da água que eu lhe der nunca mais terá sede. Ao contrario, a água que eu lhe der se tornará nele uma fonte de água a jorrar par a vida eterna”. Jesus precisava passar por ‘Samaria’ também para nos convencer dos nossos pecados. Ele disse para a mulher samaritana: “Vá, chame o seu marido e volte”. Qual marido? Essa mulher já tinha tido cinco, sendo que o atual não era seu marido. Não era uma acusação de Jesus, era um convite à reflexão e arrependimento. Com mesmo tom e timbre este mesmo testemunho estava presente na cruz; e ao ouvir tal testemunho, o ladrão que fora crucificado do lado direito do mestre, um ‘samaritano’, disse: “Lembra-te de mim quando entrares no teu reino”. -Aquele que desagradara a Deus por tanto tempo compreende, na ultima hora de sua vida, que a água que ele bebera até ali não saciara a sua sede, e que ele precisava urgentemente de provar da água viva - “Ainda hoje estarás comigo no paraíso”, foi a resposta do Mestre. Quanta graça e amor essas duas historias nos revelam. Podemos então nos perguntar: Não será esse o Cristo? Não será a humanidade ‘samaria’? Para os ‘samaritanos’ sedentos de hoje o Mestre continua revelando sua graça ao chama-los a beber da fonte da água viva. Cabe a nós pecadores provarmos e vermos que o Senhor é bom. Paz e bem

quarta-feira, 6 de junho de 2012

Ai de mim se não Evangelizar



Evangelizar é apresentar Jesus Cristo pelo Espírito Santo, no qual os homens depositam a total confiança nele e desejam servi – ló. É necessário que exponha Cristo como o único mediador entre os homens e Deus. “Porquanto há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens, Cristo Jesus, o homem.” 1 Timóteo 2:5. Ele morreu apenas uma vez, para remir todos os pecados das pessoas escolhidas. “Pois também Cristo morreu, uma única vez, pelos pecados, o justo pelos injustos, para conduzir – vos a Deus; morto, sim, na carne, mas vivificado no Espírito.”1 Pedro 3:18. Não existe evangelização sem a proclamação desta mensagem. É dever de todos os cristãos divulgarem a ideia de que ele é o caminho, a verdade e a vida. “Respondeu – lhe Jesus: Eu sou o caminho, e a verdade, e a vida; ninguém vem ao Pai senão por mim.” João 14:6. Em a passagem, onde Jesus Cristo deixou aos discípulos após a ressurreição foi a Grande Comissão, no qual ordena “E disse – lhes: Ide por todo o mundo e pregai o evangelho a toda criatura.” Marcos 16:15. Nesta, o Salvador deseja que aqueles que foram transformados, através do Espírito Santo vão ao encontro daqueles que não possuem a Salvação e divulguem a Escritura Sagrada. Evangelizar, portanto, significa a divulgação de o pensamento de que homens e mulheres estão decaídos pelos pecados e Deus deu vida juntamente com Cristo. “Mas Deus, sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou, e estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamente com Cristo, - pela graça sois salvos.” Efésios 2:4 – 5. Esta declaração implica na propagação de que estes estão afastados de Deus, sem a presença do amor dele e próximos do juízo. Este conceito abrange em divulgar a mensagem que Cristo é a única esperança no mundo ou no vindouro. Evangelizar é reconhecer as pessoas que estão no pecado a aceitar o único Salvador para obter a verdadeira vida. É convocar as pessoas para a autêntica conversão e confiança. Não há evangelização sem a presença real do Espírito Santo. A evangelização é produzida por seres humanos, todavia, a fé é dom de Deus. Todos os evangelistas desejam que as pessoas, no qual ele intercede e leva a mensagem do Pai, sejam convertidas. O resultado desta ação depende da vontade do EU SOU. A obrigação dos convertidos é levar as boas – novas. Trata – se como mediadores entre a palavra de misericórdia àqueles que estão mortos espiritualmente. É uma obrigação dos cristãos levarem ao conhecimento das pessoas que não obtém a salvação. “Porque não me enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho; não com sabedoria de palavra, para que se não anule a cruz de Cristo.” 1 Coríntios 1:17. A mensagem que deve ser proclamada é sobre Deus. Na Bíblia, o Pai revela quem é ele, qual o seu caráter, seus padrões, seus ensinamentos, o que nos ordena. Ele nos mostra que devemos servi – ló. O evangelho é a mensagem sobre o pecado. Através das Santas Escrituras, o Pai nos mostra como alcançamos o padrão divino, como tornamos culpados, corruptos, e a forma de que estamos sob a ira dele. Ele nos conta o motivo de sermos pecadores por natureza. Diante deste conhecimento, o EU SOU, nos leva a um desespero, com fim de buscarmos em primeiro lugar o seu reino e sua justiça (Mateus 6:33), pois o pecado faz separação entre o homem e Deus. “Mas as vossas iniquidades fazem separação entre vós e o vosso Deus; e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça.” Isaías 59:2. O primeiro motivo da evangelização é glorificar ao Pai. “Portanto, quer comais, quer bebais, ou façais outra cousa qualquer, fazei tudo para a glória de Deus.” 1 Coríntios 10:31. Os seres humanos devem cumprir este mandamento semelhante ao primeiro e maior que é amar a Deus. “Respondeu – lhe Jesus: Amarás o Senhor, teu Deus, de todo o teu coração, de toda a tua alma e de todo o teu entendimento.” Mateus 22:37. A partir do momento que estamos obedecendo às vontades do Pai, estamos demonstrando o amor por Ele. “Aquele que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama [...]” João 14:21. “Porque este é o amor de Deus: que guardemos os seus mandamentos; ora, os seus mandamentos não são penosos.” 1 João 5:3. No ato da evangelização, glorificar a Deus não significa apenas o cumprimento do seu mandamento e sim a divulgação do amor de Deus. O outro motivo que deve ser aflorados aos que receberam a misericórdia é desejar que estes obtêm a salvação, fruto do amor ao próximo. Não existe outra necessidade maior de o ser humano receber além da Salvação. À medida que amamos ao nosso próximo, desejamos que estes recebam a Luz. É mister, urgentemente, divulgarmos a Palavra de Deus aos que não a conhecem, para desfrutar desta imensa alegria de estar junto à presença dele. Paz e bem

segunda-feira, 4 de junho de 2012

Porque ?


Existem certas coisas que simplesmente não vamos entender. Absurdos que jamais deveriam ter acontecido. Desgraçadamente estão registrados em nossa lembrança, lugar de onde jamais sairão. Como lidar com eles? Primeiramente, não abrigue esse tipo de questionamento: " - por que foi acontecer justamente comigo?" Esse tipo de indagação é incoerente, porque eu e você vivemos num mundo caótico, onde o pneu do meu carro é de borracha exatamente como o seu. Ambos estamos sujeitos ao câncer da mesma forma que estamos à gripe. As tragédias abatem-se sobre ricos e pobres, cultos e iletrados, bons e maus. Estamos na mesma "espaçonave Terra", e o terremoto que derruba a sua casa, derruba a minha também. Não há lógica nos desastres. Em segundo lugar, desista de encontrar culpados. Os absurdos são absurdos exatamente porque sua causa é estranhamente desconhecida. A gente arrisca um palpite aqui, se atreve a uma opinião ali, mas ninguém atinge a raiz. Ninguém encontra uma resposta que satisfaça. A gente se debate num mar de conjecturas e probabilidade e acaba morrendo na praia. É perda de tempo. Finalmente, não caia na besteira de culpar Deus. Afinal, se há culpados pela existência de absurdos, esse culpado é a criatura, não o Criador. Tudo que Deus fez (e faz) é perfeito. Os absurdos acontecem quando o ser humano intervém. Aliás repare bem nos absurdos que a vida nos reserva: há sempre o "dedo do homem", a falha humana, mecânica, arquitetônica, elétrica, etc. Coisas que o próprio homem cria, com a sua marca registrada: a imperfeição. Aconteceu em sua vida um grande absurdo? Contraiu uma doença grave? Perdeu um ente querido num desastre? Seu cônjuge o abandonou? Foi traído(a)? Sua firma faliu? Sofreu um injustiça da parte de quem você tanto confiava? O absurdo tem uma meta: provocação. Você está sendo provocado a reagir de modo que piore a situação. lembre-se: o absurdo é proveniente do caos. Não se reage ao caos. Não tente entender. Procure o silêncio, estar com gente séria, que sentirá a dor com você. Recolha-se. Deus quer falar com você. Fé é para essas horas. "Ninguém é capaz de entender o que se faz debaixo do sol. Por mais que se esforce para descobrir o sentido das coisas, o homem não o encontrará. O sábio pode até afirmar que entende, mas, na realidade não o consegue encontrar"(*). Grande verdade! Apegue a ela e não tente decifrar os acontecimentos. Permita-me dizer que, seguindo uma grande perda, geralmente há uma grande vitória. Se você tiver paciência e fé em Deus, dias melhores virão. "Deus é o nosso refúgio e a nossa fortaleza, auxílio sempre presente na adversidade" (***). Deus coloca ordem no caos de nossa vida, reordena nosso pensamentos, perdoa nosso erros, e por meio de seu Filho Jesus, por instrumentalidade do Espírito Santo, nos guia pela mão, para um tempo de ressurreição, um tempo de entendimento de sua vontade específica para cada um de nós. Não se esqueça: ninguém nasce em lata de lixo e muito menos com estrela na testa. As oportunidades bem como os desastres, são consequências naturais da vida. Não desista da vida. Saber reagir diante dos absurdos, é o segredo de uma vida bem sucedida. Paz e bem

Nós somos todos corruptos.

Que o Espirito do Senhor abra os olhos de nosso povo.

Não sei o porquê nossa política é tão tolerante assim com esses criminosos de altas laias; porque esses camaradas são delinqüentes e dos grandes, entende? Aqueles milhões que roubam ali; faltam na saúde, na educação e são refletidos diretamente na sociedade, como no caso violência e da criminalidade e a miséria também; fazendo o povo morrer na fila do INSS. E por aí vai... Eu vi ontem na tv... vi camaradas ali que deveriam estar na cadeia. O tal da “cachoeira” tirando o sarro da cara deles. Agora te pergunto: como pode um cara ser julgado por outros de práticas semelhantes às deles, qual a moral? Acho que é por isso que se toleram, salvo as exceções, é coisa de quem tem rabo preso mesmo. Para resolver essa situação, a primeira coisa a ser mudada em nosso país seria a legislação. Ela é conivente e, na verdade, até fomenta esse tipo de prática. Ou seja, é a velha história do colarinho branco. A diferença está na roupa. Os ratões gordos são pegos e a justiça manda soltar, aí, nesse caso então, quem tem que ser preso é a justiça. Compreende? O interessante é que esse tipo de tolerância da legislação é exclusividade daqui do nosso amado Brasil e a nossa sociedade paga um preço alto por essa postura do legislativo brasileiro. Por hora, penso em concordar coma falácia do governo, dizendo: “... oh! Não vote no fulano, seu voto é que vai dizer lá na frente...” querendo se eximir da culpa, pelo ladrão figurar entre os pretendentes ao cargo, jogando a responsabilidade para o povo. É uma baita falta de justiça, moral e ética. É tipo assim: Se o camarada é pego roubando um sabonete e for fichado, terá ficha suja pro resto da vida, não podendo sequer trabalhar depois, a sociedade e o sistema financeiro, bem como os empresários o descriminará para sempre, a verdade é essa. Agora, lá no meio do cenário político não é assim; se o cara rouba milhões, prejudicando a nação toda, matando gente, contribuindo para a proliferação da droga no Brasil e etc. ele tem certa “ficha suja”, mas é amparado pelo “bando” e depois liberado, sendo senador, deputado, e tudo mais. Ora essa! Isso não cheira mal? Agora, diga-me: como que a sociedade discrimina o cara do exemplo do sabonete e não expurga esse segundo exemplo por muito mais que fez? Isso não cheira à carniça? A imoralidade fede! Agora, não é que a sociedade queira isso não! Mas é que nós temos uma mídia “porca” desfrutando de tal “liberdade”, que, na verdade, é refém de uma política de mercado, que o que vale são os altos lucros, que fomentam esses comportamentos e promovem esses camaradas, fazendo uso da manipulação da opinião. Ou seja, eles elegem quem eles querem e o que manda é a grana. Aqui vivemos uma inversão de valores, o errado é que está certo, o mentiroso é que é ouvido, o criminoso é que e solto, o corrupto é que é eleito, e por aí vai... Precisamos acordar Brasil!!! Paz e bem

Entrega


Deixe pra lá! Releve! Perdoe! Tenho percebido que essas são palavras difíceis para algumas pessoas, e fáceis para outras. E o que está por trás dessas atitudes me intriga. Parece que algumas pessoas têm uma grande capacidade de “deixar pra lá”, de relevar uma ofensa, de esquecer um agravo. É como se não se apegassem às coisas. Na hora da perda, não sofrem muito. Porém, não lutam tanto pelo que acham importante. Sem luta, não há vitória. Outras parecem incapazes de abrir mão. Então, tudo o que a vida lhes tira, produz a dor de um assalto, de uma violência. Entre estas últimas, as que mais me chamam atenção são aquelas que não “abrem mão” de suas razões. Seja em uma simples conversa, que acaba em discussão, seja em uma questão de direito, apegam-se às suas razões até às lágrimas. E se, após muitas lutas, essas coisas lhes são “tomadas”, entram em desespero de morte. As pessoas do primeiro grupo sofrem menos, por não se apegarem demasiadamente. Não lutam tanto, não retêm tanto. Não perdem muito, mesmo quando são abusadas. Entretanto, conheço gente que é capaz de se lembrar de todas as violências sofridas ao longo da vida. Coisas que lhes foram tiradas, batalhas perdidas, conversas encerradas, desconsiderações, injustiças, votos vencidos, estão todos lá, no depósito de passivos, de haveres, aguardando ressarcimento. Sim, a vida (que acaba assumindo nomes de pessoas) lhes deve. Se algo nunca foi entregue, então lhes foi tomado. Se nunca foi perdoado, ainda é “dívida ativa”. Se nunca foi esquecido, está registrado para oportuna cobrança. Talvez uma pessoa assim considere aquele que “deixa pra lá” um leviano. E talvez o que releva e esquece considere aquele que não “abre mão” um infeliz briguento. Lembro-me de ter “deixado pra lá” direitos de consumidor, só para não arranjar briga. Porém, lembro-me de ter “pendurado” ofensas, aguardando o pedido de desculpas. Recordo-me de ter dado razão a quem não a tinha, para preservar a amizade, e de ter “aberto mão” da amizade por não achar justo “deixar barato”. Certa vez, deparei-me com uma frase usada em um curso para noivos: “O que você prefere: ter razão ou ser feliz?” -- como que a dizer que, se eu quisesse ter sempre razão, seria infeliz! Será que essa pergunta não nos ajudaria a definir melhor a qual grupo pertencemos? Eu confesso: naquele exato momento me descobri preferindo ter razão. E argumentei para mim mesmo que a felicidade, à custa do que é certo, não vale a pena. Senti-me como a formiga invejosa, criticando a alegria “irresponsável” da cigarra. Nesse momento, ouvi a palavra de Paulo aos coríntios conflagrados: “[...] por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano?” (1Co 6.7). Ocorre-me então que talvez a atitude correta não seja o “deixar pra lá”, mas a entrega. Em vez de esquecer, entrego meus direitos, bens e razões ao reto Juiz. Assim, as coisas não ficarão sem consequência, sem julgamento, sem resposta. Contudo, estarei “deixando pra lá”, em um ato de fé, para ser feliz. Imagino que, por esse caminho, Deus me acrescentará o orar pelos meus inimigos e me alegrará ao vê-los abençoados. Por: Rubens Amorese.