FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
quinta-feira, 22 de março de 2012
Sera que mentimos ?
Nunca houve um tempo de tanta mentira como em nossos dias.
O político e filósofo Benjamim Franklin declarou certa vez: ‘A meia verdade é freqüentemente uma grande mentira’. Já Oliver W. Holmes afirmou: ‘O pecado usa muitas ferramentas, mas a mentira é uma espécie de cabo que se ajusta a todas elas!’ Charles Spurgeon esclareceu: ‘ A mentira dá volta ao globo, enquanto a verdade calça as botas’.
Mentira é falsificar algo contrário à verdade, fingir etc. Pilatos estava tão preso à mentira, que não conseguiu assimilar a verdade que estava bem perto dele, Jesus. Se uma meia verdade é uma grande mentira, as primeiras palavras que temos notícia de um pecador foi uma grande mentira.
Obrigado a sair do seu esconderijo, Adão se apresenta diante do seu Juiz, muito envergonhado e começa a resmungar uma justificativa. São as primeiras palavras de um pecador que temos notícia. Ele mistura a verdade – ‘Tive medo’ - com uma meia verdade – ‘porque estava nu’. A verdade toda era que desobedecera a Deus e por isso se tornara consciente de sua nudez. Nunca mais Adão (homem) iria agir como uma pessoa perfeitamente verdadeira, autêntica. Perdeu a confiança e nem Jesus confiava no homem [Jo 2. 24, 25].
Alguém já disse que todos mentem pelo menos três vezes ao dia. Segundo os mentirólogos, elas podem ser de várias maneiras: de salão, mentirinhas (novelas e filmes), piadinhas cristãs ou não, aquelas que por muito ser contadas se tornam “verdade”, e por aí vai. Psicólogos afirmam que passa pela cabeça de todos nós pelo menos dez mil pensamentos por dia, e quantas deles são mentirosos?
As mentirinhas dos púlpitos. Poucos creem do que vem do púlpito hoje, como descobrir isso? Quando o cantor(a) canta, mas não vive o que canta e, é um namorador(a) e adúltero(a) safado(a), mentiroso (a); da mesma forma o , pregador ou qualquer outro que blefa no púlpito. Mundo da mentira!
Jesus disse: Seja, porém a tua palavra: Sim, sim, não, não. O que disso passa é procedência maligna. ‘[...] e a todos os mentirosos... ’; ‘Fora ficam os cães [...] e todo aquele que ama e pratica a mentira. O ser humano só pode viver no mundo sem mentir quando permitir que Aquele que nunca mentiu e nunca houve engano em sua boca, entre em sua vida.
A mentira pode levar as pessoas a perderem a felicidade da Eterna Glória!
Para crescer ou ser um vencedor não precisa bajular, nem ser invejoso, ciumento ou mentiroso; e sim, verdadeiro.
QUÊ, MENTIRA CRISTÃ? CÊ TÁ BRINCANDO! Paz e bem
Tudo para gloria de Deus
2 Crônicas 7:1-4, 14-16; Romanos: 3:23 Passamos a falar agora, da Glória, como presença de DEUS e manifestação do seu poder em nossas vidas, e da necessidade, porque estávamos separados da Glória de Deus (Romanos 3:23), de atraí-la no sentido de viver para glorificar ao Senhor. Lógico, estamos partindo do princípio de alguém que já foi alcançado pela Graça. Desta forma, não nos referimos a um libertador salvífico, pois este é o Senhor Jesus Cristo, e sim a agentes deste avivamento de salvação, direcionados por Cristo. Para que isto aconteça é preciso: - Clamar O que direcionou o Senhor para o Egito para libertar o povo da escravidão foi o clamor do povo, que angustiado clamou por socorro e foi ouvido pelo Senhor que lhe enviou um libertador para lhe representar. Necessitamos de um libertador em nossos momentos de crises, de angústia, alguém enviado por Deus para nos consolidar, caminhar conosco, e o clamor nos propicia isto, Êxodo 3:7. Deus concede poderes ao libertador, para operar sinais, e curas, para anunciar os desígnios do Senhor, Êxodo 4:10. Contudo, você pode ser o libertador levantado por Deus para libertar sua família, sua geografia, ou ainda, levar alguém à Salvação em Cristo. Então, fique atento as primeiras declarações de Moisés, ele alegou suas limitações, estas impedem que a glória do Senhor se manifeste Êxodo 3:11, e atrai a ira e não a glória do Senhor 4:11, neste versículo diz que não precisamos saber falar, nem ser capacitado, pois o chamado é dele e ele nos capacitará, o que precisamos, é nos deixar ensinar. Quantos presos de língua tornaram-se grandes pregadores da Palavra! Deus diz que Ele é a solução para todos os teus questionamentos, ele tem a resposta, a Palavra final. Talvez você veja sua vida pelas limitações, não acredite em si mesmo, quer que outros façam aquilo que é para você fazer, o Senhor quando vem em nossa direção já decidiu nos usar, ao mesmo tempo em que o clamor no traz visitações de Deus. Você receberá visitações do Senhor, e quando Ele chegar virá com uma novidade, tua libertação e cura e um chamado para libertar aos cativos com uma Palavra Rhema. Desta forma, cremos que Ele será conosco, ter fé, é outro fator que nos conduzirá a experiências sobrenaturais com Deus, sua glória e poder. Conduzindo-nos assim, à certeza que trabalhará em nossas limitações, e nos transformará em libertadores em Cristo, de nossa família, nossos amigos, nossa geografia, Nossa nação. Ele nos ensina e nos guia a caminhar em sua direção, “não sou Eu, o Senhor?” 4:11b. Mesmo quando nos falta confiança, como faltou a Moisés, “Há! Senhor! Envia aquele que hás de enviar, menos a mim!” vers. 13. O Senhor se mostra Deus da providencia, enviou Arão com Moisés, para que sua Glória fosse manifesta. O Senhor nos enviará homens que sejam adjuntores, sejam um conosco um irmão em Cristo, que ao mesmo tempo seja discípulo, supra as nossas debilidades e estejam dispostos a caminhar conosco nesta caminhada de conquista que Deus estabeleceu sobre nossas vidas, Não apenas um Arão, mas centenas deles que falem por nós em geografias que não possamos ir, por causa da limitação do tempo, nos representarão em aliança de fidelidade. O Senhor falará por ti, te ensinará um oficio que te trará prosperidade, unção, derramamento de poder sobre tua família, tua célula. João 16:13-14. Quando a glória do Senhor está sobre nós, entramos em um estágio sobrenatural, em 2 Crônicas 7:1-4, depois da oração do Rei, veio a resposta do Céu e a glória do SENHOR manifesta, e a primeira resposta foi sobre o holocausto, sobre o sacrifício. Para entrar em nossa casa a Glória visita nosso coração, é preciso haver sacrifício no altar em todos os níveis, não de bois ou ovelhas, mas de vida (Romanos 12:1-2), e sementes lançadas na direção de Deus, o sacrifício, a semente, a oferta, o dízimo, Malaquias 3:10, atraem a glória de DEUS. E quando nos tornamos semeadores do Reino, nossa gratidão é expressa por investimentos 7:4. DEPOIS QUE VIRAM A Glória do Senhor ofereceram mais sacrifícios. Quando a glória do Senhor está sobre nós, há muitos motivos para festejar, para celebrar 7:8, Salomão agiu sob a Palavra de seu mentor, Davi. E tudo que intentou fazer prosperamente o efetuou, 7:11. Vamos agir debaixo deste manto de Unção, e O Senhor nos prosperará. Quando nos movimentamos na direção de Deus Ele no ouve Salmo 40:1-5. Quando o Senhor se manifesta, diz claramente que ouviu a oração e escolheu aquela casa para casa de sacrifício. Isto nos dá a certeza de que, quando estamos na direção certa, nossa oração é ouvida, talvez o sentimento de desistência tenha batido à tua porta, não creia que tuas orações sejam ouvidas, não creia na resposta, no entanto, persevere, pois cedo ou tarde haverá uma visitação de Deus em tua direção e com ela a certeza de que Ele está contigo. Pode clamar! Estarei atento, diz o Senhor, (II Crônicas 7:14), à oração que se fizer neste lugar. Paz e bem
terça-feira, 20 de março de 2012
Ser humilde
Desista o quanto antes de tentar comparar-se com este ou aquele colega de ministério. Isso só te levará para baixo. Não tente imitar ou perseguir o perfil de qualquer pessoa que não seja JESUS. Ele é seu padrão. Jamais se esqueça.
Desista o quanto antes de procurar o sucesso baseando-se em sua performance. É tolice. Basta olhar os bem sucedidos segundo Deus e se surpreenderá. Estêvão morreu apedrejado e é considerado o pregador de um sermão só. Mas quem duvida que foi um sucesso? Assistindo seu martírio estava Saulo, o homem que virou o mundo antigo de pernas para o ar.
Desista o quanto antes de passar a imagem de que tem tudo sob controle. As pessoas são mais inteligentes do que imagina nossa vã compreensão. Elas "captam vibrações extra sensoriais" que denunciam nossa presunção e esperarão, de camarote, nosso desmanche.
Desista o quanto antes de bancar o "superman". Você não é melhor do que a pior de suas ovelhas. Dentro de você mora alguém que Paulo muito bem chamou de "miserável homem". Palavras mágicas que nos ajudam a aliviar o stress do ministério são: "não sei", "ore por mim", "errei", "preciso de sua ajuda", "perdoe-me", etc.
Desista o quanto antes de se colocar como modelo. Mesmo que você seja um homem de bem, honrado e temente a Deus, há alguém melhor para o papel: Cristo. Deixe que as pessoas ultrapassem você em santidade e unção. Não seja uma tampa. Seja um canal.
Por fim, desista de perseguir ideais mundanos como "ter um rol de membros grande", ou um prédio bonito, ou atuar em varios ministérios, ou um título de mestrado. Você pode até desejar e obter isso, mas que seu ideal seja CRISTO: ser parecido com Cristo, satisfazer-se em Cristo e buscar a glória de Cristo.
"...todas as outras coisas perdem o valor quando comparadas com o ganho inestimável de conhecer a Cristo Jesus, meu Senhor. Eu pus de lado tudo o mais, achando que valia menos do que nada, a fim de que possa ter a Cristo, e tornar-me um com Ele"(Fil 3:8 - VIVA)
Então, desista já. Paz e bem
quinta-feira, 15 de março de 2012
Sabedoria.
A maior diferença que existe entre o homem e o animal é inquestionavelmente a capacidade de raciocinar. Apesar de a ciência natural tecer grande esforço para mostrar e estreitar as semelhanças entre o humano e o animal, a verdade é que o fato da capacidade de pensar, imaginar, prever, ou seja, a capacidade intelectual é, e continuará sendo, um grande abismo intransponível que separa o ser humano de qualquer outra forma de vida na terra. Somos seres pensantes!
Como herdeiros de tal capacidade não podemos resistir ao conhecimento. Desde que nascemos temos sempre o impulso de decifrar o mundo ao nosso redor. Uns mais, outros menos, mas todos nós somos atraídos ao conhecimento. Conhecimento que é a capacidade de ter consciência dos elementos bem como de suas características e funcionamento. O conhecimento é gerado pela informação. Temos informações variadas e após um processamento e direcionamento delas a um propósito temos o conhecimento. Assim, conhecemos a natureza, os homens e alguns fenômenos. Sabemos o que é a terra, a eletricidade, o vento, a chuva, o clima; um carro, casa ou moto. Sabemos o que é um eletrodoméstico, um computador. Também sabemos o que é a política, a economia. Enfim, conhecemos muitas coisas.
Contudo, existe algo que é superior ao conhecimento. A ciência! Enquanto o conhecimento parece estático a ciência é mais dinâmica e abrangente. Enquanto o conhecimento quer simplesmente afirmar que o vento é o ar em movimento, a ciência quer investigar mais longe e quer saber por que existe o movimento? De onde vem e para onde vai o ar? Qual a influência do vento sobre o homem e a natureza? Podemos dominar o vento? Assim, a ciência busca compreender causas e efeitos e inter-relações entre os conhecimentos. Não é muito útil saber que numa tomada há energia elétrica se não sabemos utilizá-la para nada. Ao contrário, quando fazemos uso adequado do conhecimento estamos usando a ciência.
Uma perspectiva ainda maior é proporcionada pela sabedoria, pois além de tudo, do conhecimento e da ciência, ela trata de valores morais, do que é certo ou errado para aplicação prática. Podemos conhecer um fruto, ter ciência das implicações de comê-lo, mas não ter sabedoria para decidir se comemos ou não! A falta de sabedoria implica tomar atitudes erradas. Portanto, a tríade: conhecimento, ciência e sabedoria devem andar juntas.
Em nosso estudo bíblico/teológico também devemos ter em consideração essa tríade. Ao lermos a bíblia estamos no primeiro patamar, o de conhecimento, ou seja, adquirimos as informações sobre os fatos históricos que ocorreram a muito tempo atrás. Mas, os meros fatos históricos não nos falam muito se não forem interligados com todo o contexto bíblico e com todo o processo de interesse bíblico de nos mostrar as causas, efeitos e aplicações gerais de tais eventos. Saber que Jesus Cristo morreu não tem nenhum valor a não ser ligado ao fato de que sua morte foi expiatória pela humanidade, que Jesus é o verbo encarnado, que existe um Deus, que somos pecadores e precisávamos dessa graça, enfim, é preciso, neste ponto, trabalharmos no nível da ciência e enxergar a linha de propósitos a que os eventos remontam.
Por último, a sabedoria nos convida a analisar moralmente tudo o que conhecemos e temos ciência. A sabedoria nos impulsiona a tomar decisões práticas condizentes com as conclusões bíblicas. Ser sábio, portanto, é viver a Palavra de Deus que é a ciência bíblica baseada no conhecimento revelado.
Qual animal se preocupa com isso? Nenhum, pois isso não é para animal é para seres pensantes como eu e você. Paz e bem
quarta-feira, 7 de março de 2012
É utopia querer viver a unidade ?
Venhamos e convenhamos, falar sobre unidade está mais manjado do que qualquer outro tema. Quando se começa o ano, há alguma divisão e/ou confusão no ministério ou na igreja, muda a liderança, ou mesmo em retiros das igrejas ou ministérios se aborda a comunhão focada na unidade. E ainda tem as músicas de comunhão cantadas nos cultos: “Um mais um, igual a um. Dois mais dois, igual a um. Três mais três, igual a um. Sempre um só. Sempre um só. É assim que Deus quer ver o seu povo. Na UNIDADE do Espírito. Vivendo em COMUNHÃO. Vivendo em UNIÃO. SE AMANDO com intensidade…”. Isso não é uma crítica a abordagem desse tema, mas é fato que é bem comum falar sobre ele.
Diante de tanta abordagem sobre o assunto, será mesmo que sabemos, entendemos e vivemos de fato a unidade? O que é isso realmente? Pois bem, vamos buscar tratar disso de uma forma diferente. Preste atenção: vamos tentar tratar de uma forma diferente. Não garanto que consiga. Pode ser que você já tenha visto isso em algum lugar com o seu Pároco ou líder.
A unidade é sinônimo de união, homogeneidade, uniformidade, e significa “ação coletiva orientada para o mesmo fim” (Aurélio Séc. XXI), isto é, a uniformidade existente num grupo que tenha a mesma missão e o mesmo propósito. Não tem nada a ver com um conjunto de pessoas que tenham as mesmas características. Isso pode ocorrer, mas não é obrigatório.
Na igreja dificilmente encontraremos a maioria dos membros iguais. Acontece um ou outro caso, porque Deus criou cada indivíduo com características próprias dentro do padrão divino. É na diversidade onde mais observamos o agir do Senhor. Dentro desta variedade qualitativa está o que torna o grupo uniforme (com unidade), Jesus Cristo. É quando o Filho do Homem é o foco da igreja e a missão desta é o Seu Evangelho – a transmissão e a vivência – que realmente encontramos a unidade.
Entretanto, precisamos entender que, apesar de não termos as mesmas qualidades em todas as pessoas do grupo, é necessário abrir mão de características que não pertencem aos princípios do conjunto. Quando o apóstolo Paulo diz em Cl 3.5, “exterminai as inclinações carnais”, ele está dizendo que as tendências da natureza humana não pertencem aos preceitos do Senhor (lembre-se que o homem decaiu na desobediência no Jardim) e que o discípulo de Cristo não deve comungar com isto.
Então, se você quer colaborar com a unidade no corpo de Cristo, você não pode estar ligado à prostituição, à impureza, à paixão, à maus desejos, à avareza/idolatria (v.5), à ira, à malícia, ao vocabulário indecente e à mentira (v.8). Estas coisas pertenciam a você, a nós, quando estávamos fora da comunhão com Deus (v.7). E são sobre elas que vem a ira divina (v.6). É DEFEITO DO VELHO HOMEM! Quando temos algo quebrado queremos consertar e, se possível, ter um novo. Por que também não o fazemos com a nossa própria vida?
Nisso a sacada é que, mesmo diferentes uns dos outros, precisamos ter o mesmo sentimento (Fl 2.5) – compaixão, bondade, humildade, suavidade/mansidão, paciência e, principalmente, amor (Cl 3.12,13). Quando aparecer aquele amado “insuportável” e que não colabora com a unidade esteja pronto a perdoá-lo, tolerá-lo, pois isso é o que significa suportar em Cl 3.13.
Assim que abandonarmos o que não presta do velho homem e nos enchermos das coisas boas, do caráter de Cristo, conseguiremos alcançar a unidade real. Enquanto isso não ocorrer a unidade será utopia. As diferenças e diversidades continuarão e em muito contribuirão para o desenvolvimento do grupo, mas o foco, o Evangelho (vivido e transmitido) e o sentimento devem ser os mesmos em todos.
Que essa possa ser a sua atitude. Diga ‘adeus’ ao velho homem e se “aprochegue” ao novo. Deus abençoe! Paz e bem
Existe uma segunda chance ?
Não existem muitas segundas chances por aí. No mundo atual, impera a necessidade do "hoje" e do "agora" característicos da geração fast-food. As pessoas não tem mais paciência, e a arte de esperar há muito parece ter sido esquecida. Quantas vezes passamos por isso? Quando fomos deixados de lado na escolha do time da escola, quando fomos trocados por alguém mais novo, mais forte, mais rápido... ou talvez por motivos que nos são desconhecidos. O fato é que enfrentamos situações assim: toda nossa esperança parece se esvair pelos nosso dedos. Não há luz no fim do túnel e nenhuma opção parece ser viável.
O que fazer? Existe a possibilidade de recomeçar?
Dentre tantas preciosidades existentes nas Escrituras, há uma que deve sempre estar diante de nós:
"...eis que faço novas todas as coisas..." Ap 21.5
Isso não é reconfortante? Saber que nossos fracassos não são fatais, e que onde há ruínas uma nova vida pode brotar?
Um dos apóstolos de Jesus, Pedro, sabe muito bem o que é ter uma segunda chance. Seu temperamento impetuoso o tornou um dos principais apóstolos, fazendo parte do círculo mais íntimo de Cristo. Momentos antes de Sua prisão, Jesus revela a seus discípulos que eles iriam abandoná-lo e, mais tarde, após a ressurreição os encontraria. E quem toma a palavra? Pedro, que afirma: "mesmo que todos te abandonem, eu nunca te deixarei" (Mc 14.28).
Podemos imaginar Pedro batendo no peito afirmando estas palavras: "Jesus, eu não sei dos outros, mas pode contar comigo! Eu nunca vou te deixar...". Fazemos isso, não? Com mais frequencia do que gostaríamos de reconhecer. Julgamos os outros a partir de um ponto de vista (nosso ou externo) e, comparando-nos com os outros, dizemos: "Eu não seria capaz de fazer isso, ou falar aquilo, ou agir assim...sou bom demais, Jesus! Eu tenho a força e a vontade para me manter firme. Nunca vou vacilar...". Afinal de contas, sempre há alguém pior do que nós".
É. Certas coisas preferiríamos nunca ter dito.
Em seguida, com Jesus já preso, encontramos Pedro ao lado de João dentro do pátio da casa de Caifás, e os acontecimentos então se desenrolam de uma forma dramática. Por três vezes as pessoas ali presentes apontam para Pedro, dizendo que ele era um dos discípulos. E em todas elas, Pedro nega a afirmação, chegando mesmo a amaldiçoar-se!
O golpe final veio quando, após negar ser um dos discípulos pela terceira vez, seus olhos encontram os de Jesus - Pedro, então parte dali e "...chora amargamente"(Lc 22.61-62). O texto grego aqui usa a expressão pikros (πικρως ) que traz a ideia de uma dor aguda, dura e fatal. O que você sentiria no lugar de Pedro? Talvez você não se veja desta forma, mas quantas vezes fracassamos naquilo que garganteamos como vitória? Como Pedro, batemos no peito de dizemos: "pode deixar comigo. Eu nunca vou fazer isso...ou voltar àquele lugar...ou falhar com você novamente...foi a última vez..." e os discursos são os mais variados, porém a tônica é a mesma. Somos confrontados com nossas próprias palavras, e a realidade às vezes é dura demais.
Tão dura que nos faz querer voltar atrás...desistir de tudo e aceitar a derrota. É interessante analisar as derrotas que sofremos. Somos derrotados pelo tempo, por pessoas, situações...mas a pior de todas é quando o inimigo somos nós. Aqui a força de muitos desaba, e com Pedro foi assim. Lembra-se o que Pedro fazia antes de seguir a Jesus? Ela era pescador...e após todos estes acontecimento, onde o encontramos? Pescando!(Jo 21.2-3).
É interessante como Pedro age após o fracasso: volta à antiga vida! Tenha em mente que Jesus já havia ressuscitado e aparecido a eles, mas de algum modo, isso parece não motivar a Pedro a perseverar e a pregar a ressurreição do Mestre. Observe como o fracasso tem o poder de, mesmo presenciando um milagre, nos deixar abatidos e derrotados. É impressionante como ficamos insensíveis às Boas Novas quando estamos assim...
Porém Jesus manda um recado aos discípulos, lembrando-os de que os iria encontrar - recado este especialmente direcionado a Pedro.Mais tarde, numa praia da Galiléia, Pedro está novamente diante dos mesmos elementos encontrados na ocasião da negação: uma fogueira, uma roda de pessoas...e Jesus! Agora Ele estava ali...e o final do diálogo com Pedro é a reafirmação dele com um dos apóstolos: segue-me (v.19)!
Uma segunda chance.
Não é todo dia que você ganha uma segunda chance, e Pedro sabia disso. Quando soube que era Jesus, mergulhou nas águas frias do Tiberíades e não apenas nadou até a praia, mas entregou-se de tal maneira que marchou valentemente até Roma, pregando o Evangelho e morrendo crucificado de cabeça para baixo, pois não se achava digno de morrer como o Mestre.
Uma segunda chance.
Não é todo dia que você encontra alguém que lhe dê uma segunda chance. Muito menos alguém que faça isso todos os dias...
...mas em Cristo encontramos ambas as pessoas!
terça-feira, 6 de março de 2012
Inigualável mestre e salvador
Sócrates ensinou por 40 anos, Platão por 50 e Aristóteles por 40 anos. Jesus, nem mesmo por quatro. Mas o impacto do breve ministério de Cristo excede infinitamente os 130 anos somados desses três gigantes gregos.
Entre todos os que foram imortalizados ao longo de milênios nas páginas da história, Jesus de Nazaré teve o mais breve período de ministério público. Só três anos e meio. Mas que três anos e meio foram estes!
Falando de Jesus como Mestre, o escritor incrédulo Lecky confirmou:"Três curtos anos tiveram mais influência para melhorar e regenerar a humanidade que todas as pesquisas filosóficas e todas as exortações dos moralistas."
Desde os primeiros dias de seu ministério, houve discussão e debate sobre Jesus. O interessante é que essas discussões continuam, mesmo hoje. Começaram com o povo de seu próprio tempo e de sua própria cidade. “Donde Lhe vêm esta sabedoria e estes poderes miraculosos? Não é este o filho do carpinteiro? Não se chama sua mãe Maria...?” Mt 13:54,55.
Sim, Jesus era carpinteiro, mas era mais que isso. Ele era Deus em carne. É essa dimensão adicional de sua natureza que ofende muitos. Para os que os que atribuem demasiada importância a si mesmos, essa alegação de divindade é muito difícil de engolir. E o eu é a primeira coisa que Cristo nos ordena submeter.
À semelhança de seus contemporâneos nazarenos, muitos querem submeter Jesus a um lugar geográfico e histórico. Mas Jesus não pode ser limitado desta forma. Ele é Deus criador e Senhor da História. Crer em Jesus como Messias e Filho de Deus é afirmar indiretamente que sua origem não foi no ventre de Maria. É afirmar sua diferença essencial do restante da humanidade, por mais que Ele seja semelhante a nós em muitos aspectos.
Sem quaisquer explicações racionalistas, o Novo Testamento apresenta Jesus Cristo tanto humano como divino. Se no Evangelho de Mateus sua genealogia é humana, João inicia seu Evangelho afirmando que a Palavra é Deus, e essa mesma Palavra “SE FEZ carne e habitou entre nós” (v.14). Talvez, prevendo as futuras indagações sobre a contaminação moral, o Novo Testamento declara sem margem para dúvidas que Jesus viveu sem pecado (Hb 7:26; 1Pe2:22).
Jesus sabia quem era, tinha consciência de sua divindade (Jo 10:30; 1410); afirmava ser a Vida e ter direito de doar a vida (Jo 14:6; 11:25); Jesus estava ciente de sua missão na terra dada por Deus (Mc 10:45). A diferença entre Cristo e outra pessoa qualquer é que Ele é Deus. Ele afirmava ser Deus. Afinal, uma criatura não poderia ser o Salvador da humanidade caída.
Os ensinos de Jesus não eram simplesmente sábios. Também não consistia em opiniões, conjecturas, suposições ou idéias emprestadas de outros pensadores. Mais que isso, Eles continham um elemento qualitativo que os distinguia essencialmente de tudo o que os havia precedido ou que veio depois.
Nunca existiu um Mestre como Jesus. Ele ensinava verdades de valor permanente, que até hoje surpreendem por sua vigência. Ensinava com acerto e autoridade, e as pessoas se sentiam melhores depois de ouvi-lo. Sua palavra era construtiva e cheia de esperança. Nunca pronunciou erro ou engano, nem Se distanciou da verdade mais pura. Não apenas instruía, mas mostrava como viver melhor.
Mas não era Homem apenas de palavras. Para Jesus não foram apenas palavras. Ele tinha obras mais que suficientes para sustentar suas palavras. No momento em que terminou o formidável Sermão do Monte, a cena mudou abruptamente, e Jesus mergulhou imediatamente no atendimento às necessidades do povo(Mt 8,9).
Jesus não apresentava paliativos para acalmar as consciências. A pregação dEle não era do tipo que massageava o ego; sua mensagem era daquelas que exigiam transformação e morte para o pecado. Declarações com “negue-se a si mesmos, tome a sua cruz, ou `aborreça´ a familiares...” são expressões que podem levar alguns a taparem os ouvidos e até exclamar novamente: “ Duro é este discurso”.
O seu ministério e propósito era trazer salvação a todos. Sua Graça era inclusiva e de longo alcance. Desde a prostituta ao pregador, desde o leproso ao advogado, procurou alcançar todo aquele que viesse a Ele. Viveu para salvar e curar.
Era movido para as pessoas; seu coração voltava-se para elas. Sentia suas dores. Simpatizava com suas necessidades. Sua compaixão amorosa vinha de dentro de seu coração.
Foi de sua livre e espontânea vontade que deu a vida pelos pecadores. Morreu em nosso lugar, sofreu o que nós merecíamos, para que pela fé tivéssemos direito à uma vida eterna e feliz.
A Fé na sua ressurreição transformou a História e o mundo. Porque Ele vive, podemos crer no amanhã. Creiamos ou não; estejamos preparados ou não;Ele voltará para buscar os que o amam e destruir para sempre o Mal.
Estabelecerá um Reino Eterno e de Paz. O Reino dELE começa no coração dos que o recebem pela fé, culminando em seu retorno de Glória.
Conhecer a história de Jesus não é tudo. Temos que conhecer, por experiência própria, o Jesus da história. Paz e bem
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