FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
terça-feira, 1 de junho de 2010
CAMINHO SEM VOLTA
momento quase sem forças, mas pedi para a enfermeira Dane,
minha amiga, para escrever esta carta que será
endereçada aos jovens de todo o Brasil, antes que seja
tarde demais:
Eu era uma jovem 'sarada', criada em uma excelente
família de classe média alta Florianópolis. Meu pai é
Engenheiro Eletrônico de uma grande estatal e procurou
sempre para mim e para meus dois irmãos dar tudo de bom e
o que tem de melhor, inclusive liberdade que eu nunca soube
aproveitar.
Aos 13 anos participei e ganhei um concurso para modelo e
manequim para a Agência Kasting e fui até o final do
concurso que selecionou as novas Paquitas
do programa da Xuxa. Fui também selecionada para fazer um
Book na Agência Elite em São Paulo.
Sempre me destaquei pela minha beleza física, chamava a
atenção por onde passava. Estudava no melhor colégio de
'Floripa', Coração de Jesus. Tinha todos os
garotos do colégio aos meus pés.
Nos finais de semana freqüentava shopping, praias, cinema,
curtia com minhas amigas tudo o que a vida tinha de melhor a
oferecer às pessoas saradas, física e mentalmente.
Porém, como a vida nos prega algumas peças, o meu destino
começou a mudar em outubro de 2004. Fui com uma turma de
amigos para a OKTOBERFEST em Blumenau.
Os meus pais confiavam em mim e me liberaram sem mais
apego. Em Blumenau, achei tudo legal, fizemos um esquenta no
'Bude', famoso barzinho na Rua XV.
À noite fomos ao 'PROEB' e no 'Pavilhão
Galego' tinha um show maneiro da Banda Cavalinho Branco.
Aquela movimentação de gente era trimaneira''.
Eu já tinha experimentado algumas bebidas, tomava
escondido da minha mãe o Licor Amarula, mas nunca tinha
ficado bêbada. Na quinta feira, primeiro dia de OKTOBERFEST,
tomei o meu primeiro porre de CHOPP.
Que sensação legal, curti a noite inteira
'doidona', beijei uns 10 carinhas. Inclusive minhas
amigas colocavam o CHOPP numa mamadeira misturado com
guaraná para enganar os 'meganha', porque menor
não podia beber; mas a gente bebeu a noite inteira e os
'otários' não percebiam.
Lá pelas 4h da manhã, fui levada ao Posto Médico, quase
em coma alcoólico, numa maca dos Bombeiros. Deram-me umas
injeções de glicose para melhorar. Quando fui
ao apartamento quase 'vomitei as tripas', mas o meu
grito de liberdade estava dado. No dia seguinte aquela dor
de cabeça horrível, um mal estar daqueles, como
tensão pré-menstrual. No sábado conhecemos uma galera de
S. Paulo, que alugaram um 'ap' no mesmo prédio. Nem
imaginava que naquele dia eu estava sendo
apresentada ao meu futuro assassino. Bebi um pouco no
sábado, a festa não estava legal, mas lá pelas 5:30 h da
manhã fomos ao 'ap' dos garotos para curtir o
restante da noite. Rolou de tudo e fui apresentada ao famoso
baseado 'Cigarro de Maconha', que me ofereceram.
No começo resisti, mas chamaram a gente de 'Catarina
careta', mexeram com nossos brios e acabamos
experimentando. Fiquei com uma sensação esquisita, de
baixo astral, mas no dia seguinte antes de ir embora
experimentei novamente.
O garoto mais velho da turma o 'Marcos', fazia
carreirinho e cheirava um pó branco que descobri ser
cocaína. Ofereceram-me, mas não tive coragem naquele dia.
Retornamos a 'Floripa', mas percebi que alguma coisa
tinha mudado, eu sentia a necessidade de buscar novas
experiências, e não demorou muito para eu novamente
deparar-me com meu assassino 'DRUGS'.
Aos poucos, meus melhores amigos foram se afastando quando
comecei a me envolver com uma galera da pesada, e sem
perceber, eu já era uma dependente química, a partir do
momento que a droga começou a fazer parte do meu cotidiano.
Fiz viagens alucinantes, fumei maconha misturada com
esterco de cavalo, experimentei cocaína misturada com um
monte de porcaria.
Eu e a galera descobrimos que misturando cocaína com
sangue, o efeito dela ficava mais forte, e aos poucos não
compartilhávamos a seringa e sim, o sangue que cada
um cedia para diluir o pó.
No início, a minha mesada cobria os meus custos com as
malditas, porque a galera repartia e o preço era
acessível. Comecei a comprar a 'branca' a R$ 10,00
o grama, mas não demorou muito para conseguir somente a R$
20,00 a boa, e eu precisava no minimo de 5 doses diárias.
Saía na sexta-feira e retornava aos domingos com meus
'novos amigos'. Às vezes, a gente conseguia o
'extasy', dançávamos nos 'Points' a noite
inteira e depois... farra!
O meu comportamento tinha mudado em casa, meus pais
perceberam, mas no início eu disfarçava e dizia que eles
não tinham nada a ver com a minha vida...
Comecei a roubar em casa pequenas coisas para vender ou
trocar por drogas... Aos poucos, o dinheiro foi faltando e
para conseguir grana fazia programas com uns velhos que
pagavam bem.
Sentia nojo de vender o meu corpo, mas era necessário para
conseguir dinheiro. Aos poucos toda a minha
família foi se desestruturando.
Fui internada diversas vezes em Clínicas de Recuperação.
Meus pais, sempre com muito amor, gastavam fortunas para
tentar reverter o quadro.
quando eu saía da Clínica agüentava alguns dias, mas
logo estava me picando novamente. Abandonei tudo: escola,
bons amigos e família.
Em dezembro de 2007 a minha sentença de morte foi
decretada; Descobri que havia contraído o vírus da AIDS,
não sei se me picando, ou através de relações sexuais
muitas vezes sem camisinha.
Devo ter passado o vírus a um montão de gente, porque os
homens pagavam mais para transar sem camisinha.
Aos poucos os meus valores, que só agora reconheço,
foram acabando, família, amigos, pais, religião, Deus, até
Deus, tudo me parecia ridículo.
Meu pai e minha mãe fizeram de tudo, por isso nunca vou
deixar de amá-los.
Eles me deram o bem mais precioso que é a vida e eu a
joguei pelo ralo. Estou internada, com 24 kg, horrível,
não quero receber visitas, porque não podem me ver assim.
Não sei até quando sobrevivo, mas do fundo do coração
peço aos jovens que não entrem nessa viagem maluca...
Você com certeza vai se arrepender, assim como eu, mas
percebo que é tarde demais pra mim.
OBS: Patrícia encontrava-se internada no Hospital
Universitário de Florianópolis e a enfermeira Danelise,
que cuidava de Patrícia, veio a comunicar que Patrícia
veio a falecer 14 horas mais tarde depois que escreveram
essa carta, de parada cardíaca respiratória em
conseqüência da AIDS.
Por favor, repassem esta carta. Este era o último desejo de Patrícia.
POR FAVOR AMIGOS, PEÇO-LHES ENCARECIDAMENTE QUE ENVIEM
ESSA CARTA A TODOS... SE ELA CHEGOU A SUA MÃO NÃO É POR
ACASO! SIGNIFICA QUE VOCÊ FOI
ESCOLHIDO PARA AJUDAR ALGUÉM!!!!
segunda-feira, 31 de maio de 2010
FAMÍLIA IDÉIA DE DEUS
Num passado não muito distante as famílias eram muito grandes; chamadas "patriarcais": compunham-se do pai, mãe, filhos, filhas, noras, genros, netos, netas, bisnetos, bisnetas e, às vezes trinetos, tetranetos. Viviam no interior, na Casa Grande, e o regime era patriarcal, governado pelo homem, o pai [patriarca], que já não era só pai, mas avô, bisavô, etc.
Com o advento da Revolução Industrial (Séc. XVIII), a necessidade de mão de obra fez migrar para as cidades grande quantidade de pessoas, e foram constituídas outras famílias menores, agora denominadas nucleares: pai, mãe, filhos e filhas.
Os filhos e filhas saiam de casa, ao se casarem, e formavam novo núcleo [novas famílias nucleares], sem perder, todavia, o vínculo afetivo com seus ascendentes.
Em síntese, de maneira simples, essa é a história das famílias até bem pouco tempo, poucas décadas, não muito diferente do que Deus criara, e determinara que assim fosse.
Com a “evolução” dos costumes [involução dos princípios] as famílias se viram mescladas com outros envolvimentos [e não estamos aqui, como o macaco, sentando sobre a própria cauda apontando para a cauda de terceiros. Em nossa família, como em quaisquer outras, hoje, há situações como às que nos referimos].
O erro de um dos cônjuges leva o outro a um caminho sem volta. O mundo ruiu. Deu-se o desenlace. Sem chão, sem teto, na solidão, há a justa busca, em segundas núpcias, do direito à felicidade.
Esses novos envolvimentos são segundos, terceiros cônjuges e com eles filhos dos primeiros ou segundos cônjuges, que passaram a fazer parte do novo tipo de família [não mais nuclear!].
Não é suposição, mas convicção, que as cabecinhas das crianças estão confusas com esses fatos. Por exemplo, soubemos que uma criança de uns 10 anos perguntou à sua mãe: “mãe por que a ‘fulana’ é avó de meu irmão e não é minha avó?”
Por oportuno, embora dito em outra situação, citamos um texto de J. I. Packer, que se enquadra neste contexto:
“O que virá em seguida? Não há nada de bom a esperar? Há, mas temos de buscar esta boa esperança fora do processo sócio-político-econômico. Deus o Criador, que nos fez, que nos sustenta e que conhece os nossos corações, nunca pretendeu que os seres humanos vivessem sem esperança”.
Houve, da parte de Deus, indiscutíveis bons propósitos ao criar a humanidade. Um deles foi o de que tivéssemos a plenitude da perfeição, da felicidade, do amor, da paz, não pecássemos, tivéssemos a vida eterna.
Satanás, todavia, travestido de serpente, soprou no ouvido da mulher: “é certo que não morrereis” (Gn. 3. 4). Começou ali a ação satânica de desvirtuar a vontade e os propósitos de Deus, e, tendo logrado êxito, levou a humanidade ao desastre, desastre progressivo, mas constante, que alcança os dias de hoje.
Outro grande propósito foi e é a constituição da família, a família nos moldes dEle: “Deixe o homem pai e mãe, e se une à sua mulher” (Gn. 2. 24).
Esse modelo era necessário para que os filhos pudessem nascer e crescer num ambiente sadio, tendo os pais como exemplos, referenciais de vida. A família foi criada como bênção, a partir da qual o Senhor construiria a Sociedade, sendo a família o instrumento para definir e viver os valores.
Assim, o mundo seria outro. Famílias comprometidas com Deus, fundamentadas em sua Palavra, em busca, como prioridade, de uma vida segundo os padrões divinos.
Nós cristãos somos chamados a ser bênção, devemos dar o exemplo para a promoção de uma mudança dessa Sociedade distante dos valores da família sadia, e afastada dos valores cristãos.
Satanás, nosso adversário e de Deus, sempre travestido de algo sedutor, já está soprando nos ouvidos da humanidade, mais algumas de suas perversões.
Hoje estamos vivendo dias confusos; as pessoas já não sabem o que é o certo, e o que é o errado, cada um quer ter a liberdade de exercer os seus Direitos [o Direito de exercer a sua liberdade]. Mas a nossa liberdade vai até onde começa a liberdade do outro.
Amamos as pessoas, as respeitamos enquanto pessoas, mas a liberdade de cada um de nós não poderá jamais ferir a vontade de Deus, e Ele [não as Igrejas] não quer esse novo modelo de família que está prestes a ser formalizado. Optamos por não detalhar, tendo em vista, hodiernamente, a escravização da Sociedade ao, já famoso e indigesto, “politicamente correto”.
Como cristãos, temos que orar pelas famílias e estar vigilantes para que os propósitos de Deus, em relação ao seu modelo familiar, não sejam corrompidos pela ação permanente e incansável do inimigo.
Assim, aquela nossa esperança, destacada nas palavras de J. I. Packer, é a concretização da Palavra Profética, que aponta para o retorno de Jesus, quando então o mundo viverá a paz, a felicidade, a pureza, o amor perfeito [ágape] para o qual Deus nos criou.
TRÊS CRÔNICAS
Desespero
"Vida cristã, para ser cristã, deve compreender o reflexo do próximo no espelho da sua existência e na nascente da sua espiritualidade."
Alguém poderia dizer, com irrepreensível propriedade, ter condições de apresentar antídotos, diante dos períodos de desespero? De certo, descrever e definir condições no que toca a enfrentar tal situação se torna explicável. Evidentemente, para quem não experimenta esse estado de vácuo, de insignificância e destruição.
Em tais períodos, sejamos sinceros e sérios, tudo parece que será pulverizado. A fé cristã, a confiança na vida e nas pessoas, o abrigo na comunhão espiritual, à liberdade e o perdão protagonizado por Cristo.
Tudo adentra em convulsões. O chão se transforma em precipícios. O próximo passa a ser uma testemunha de culpa e condenação e buscar um esconderijo passa a ser a melhor alternativa. Embora estejamos na apoteose de um evangelho acima das vicissitudes, das inclemências, das torpezas e perdas da vida, quer queiramos ou não, na realidade concreta, identificamos, exatamente, o oposto.
Por mais que muitos ecos possam dizer não, as turbulências são partes da vida. Então, o que faço ou posso fazer? Ouso ciente das minhas superficialíssimas condições, adotar o primeiro mandamento, a declaração de Deus é Deus, mesmo diante da mais espinhosa das dúvidas e dos malogros.
Quem sabe, não precisamos da incidência do Deus-ser humano ‘’Jesus Cristo’’ a fim de resgatar o sentido, o destino e o motivo de uma espiritualidade revolucionária e uma coragem de ser.
A miséria que mais dói
Atrevi-me a intitular essa contida e superficialíssima intenção de, quem sabe, chegar a algum lugar, ‘’a miséria que mais dói’’. De maneira graciosa, extraí essa frase, do escritor Moçambicano Mia Couto, da obra Vozes anoitecidas. Sem nenhuma delonga, contempla-nos com a seguinte observação, aliás, fruto de uma verdade inquebrável:
‘’confrontados com a ausência de tudo, os homens abstêm-se do sonho, desarmando do desejo de serem outros’’.
Parto dessas afirmações e convido-lhes a andarmos pelos cômodos de uma realidade divorciada de uma percepção e concepção acurada da transcendência. Muito embora tenhamos a nossa disposição uma profusão de discursos voltados ao místico, divino, sobrenatural e ecumênico. No entanto, arrisco pontuar, observo uma ausência, nunca dantes vista na história da humanidade, de uma perspectiva do transcendente que leve o ser humano a uma esperança genuína, a uma fé solidária, fraterna e dialética.
Em poucas palavras, parece que aceitamos as regras do jogo de um sistema de afortunados e infortunados. Neste ínterim, tenho visto um evangelho desarmado no que toca a enfrentar um estado de escassez espiritual, de nos tornar mais gente, mais alma, mais sangue, mais liberdade... Tudo vem inclinado a uma relação de ‘’resolver os meus problemas’’ e só.
Vou além, em meio a uma cultura que faz do ser humano um espetáculo de consumo descartável; quiçá não seja também a nossa postura diante da Graça de Cristo? Por enquanto, paro por aqui e deixo, a cada um de vocês, a importância em ponderar nas palavras de Eclesiastes 04. 01.
Um mundo sem curiosidade
‘’Com Deus existindo, tudo dá esperança; sempre um milagre é possível, o mundo se resolve. (...) Tendo Deus, é menos grave se descuidar um pouquinho, pois no fim tudo dá certo.’’
As palavras decantadas pelo narrador-protagonista, o velho jagunço Riobaldo, de Grande Sertão, veredas, de Guimarães Rosa, nos levam a compreendermos, com maior elucidação, a biografia do povo brasileiro.
Aliás, indo as páginas constituidoras dessa obra, monumental e antológica, torna-se categórico e contundente uma versão do milagre pautado num processo de proximidade, de intimidade e transparência à existência humana. Faz-se notar, estabelece uma relação de confiança desenvergonhada, diante de Deus. Não por menos, ao escarafuncharmos o personagem Riobaldo, considero a urgência de bebermos da sua porção de, efetiva e retumbantemente, trilharmos por uma espiritualidade sem os pesos de provar e provar.
Digo isso, em decorrência de vivenciarmos uma panorâmica social submetida ao secularismo ‘’pragmático, utilitário e individualista’’ e isto tem desencadeado uma geração aflita e atemorizada.
Afinal de contas, num mundo de reconhecidos e rejeitados, a segunda opção pode ser catastrófica, vexatória e aviltante. Muito embora haja, no limiar do Séc. XXI, uma pluralidade de vertentes de milagres e de uma visão do divino mais parecida com um mundo perdido na sua ânsia desenfreada pelo progresso.
Lá no fundo, necessitamos, prioritariamente, de uma fé, de um milagre, de uma espiritualidade que ande afinada com utopias possíveis e com uma humanidade que não trate pessoas, segundo uma classificação de espécies úteis e descartáveis, de redefinir a proposta de os sonhos nos tornarem mais próximos e libertos em benefício da vida e de uma dimensão do sagrado não desumanizador.
ONISCIÊNCIA DE DEUS
"Senhor, tu me sondas e conheces:
conheces meu sentar e meu levantar,
de longe penetras o meu pensamento;
examinas meu andar e meu deitar,
meus caminhos todos são familiares a ti."
"A palavra ainda não chegou à minha língua,
e tu, Senhor, já a conheces inteira.
Tu me envolves por trás e pela frente
e sobre mim colocas a tua mão.
É um saber maravilhoso, e me ultrapassa,
é alto demais: não posso atingi-lo!"
Salmo 139 v.1-6 (BJ)
O salmista diz que o Senhor o sonda. Esta palavra é interessantíssima e muito profunda. Porque ela quer dizer que o Senhor caminha por labirintos escondidos da minha alma; transita por lugares escuros e profundos e conhece os porões sujos e imundos da minha vida.
Ele conhece estes recantos melhor do que eu.
Ele sabe o que vai no mais profundo do meu ser.
Portanto, aos olhos de Deus eu sou como uma grande vitrine, muito iluminada em que nada escapa de seu conhecimento.
Veja que o salmista diz que, Deus se interessa até pelas coisas mais singelas do nosso dia a dia, como o jeito dele de se sentar e de se levantar, e o acompanha aonde quer que ele vá.
Por outro lado, isso demonstra que Deus tem um profundo interesse na sua criatura – a pessoa humana.
Por conhecer com riqueza e minúcias de detalhes o pensamento do salmista, este declara que antes que a palavra lhe chegue à língua o Senhor já há conhece.
Por fim, o salmista declara que Deus o envolve totalmente. Fico pensando que a melhor ilustração deste envolvimento é de um casulo que as lagartas fazem em torno de si. É um envolvimento absoluto. Nenhuma área da vida do salmista escapa deste contorno.
Se já não fosse maravilhoso estar envolvido pelo Senhor, este ainda estende a sua mão sobre o salmista e o cobre com a sua proteção.
Atônito e perplexo, imbuído de um sentimento de impotência diante da grandeza do que ele acaba de constatar, o salmista então declara:
“É um saber maravilhoso, e me ultrapassa, é alto demais: não posso atingi-lo!” Salmo 139 v.1-6 (BJ)
Reverente então, o salmista aceita e recebe com felicidade aquilo que não compreende e descansa nos braços do Senhor.
Que nós possamos também aceitar como dádiva, a transparência de nossa alma para com Deus, e nos regozijar-mos nela, elevando ao Senhor orações sinceras, sem rodeios e que exponham o âmago de nossos problemas. Evitemos assim, as preces dissimulatórias e hipócritas que tentam esquivar de Deus aquilo que ele já está cansado de saber.
quinta-feira, 27 de maio de 2010
UM BAÚ DE COISAS BOAS
Que saudade de ruas sem carros, de pés descalços correndo em estradas empoeiradas.
Ah!, que saudade de quintais sem muros, de serenata no escuro, de biscoito de polvilho frito e café quente na beira da fornalha.
Ah!, que saudade de manga espada, de subir nos pés de jabuticaba, de correr atrás das galinhas e brincar de esconde- esconde.
Ah!, que saudade das festas na rua, das brincadeiras sadias, das travessuras e das rusgas com os irmãos.
Ah!, que saudade de nadar escondido no córrego, de correr de boi bravo, de buscar lenha para o fogareiro e chupar cana olhando a chuva.
Ah!, que saudade da inocência, do pirulito Zorro, do Mini-Chicletes Adams, do pão com carne e ki-suco e das músicas de vitrola que não incomodava o vizinho.
Ah!, que saudade daquele tempo que correr atrás de dinheiro era apenas comprar uma moeda de chocolate.
Ah!, que saudade de andar de trole, de jogar bola na rua e apagar o padrão do vizinho na hora da novela.
Ah!, que saudade de levantar cedo ouvindo a voz dos parentes que chegavam de viagem.
Ah!, que saudade de ir para escola para chegar logo a hora de voltar para casa para brincar.
Ah!, que saudade de brincar no pátio da Igreja como se fosse a minha casa.
Ah!, que saudade das pescarias em família, de dormir amontoado e comer na cuia.
Ah!, que saudade dos meus avós, alguns que nem conheci.
Ah!, que saudade de subir em pé de manga, brincar de Tarzan e pegar borboletas na primavera. Onde estão aquelas flores amarelas que nasciam na primavera? Quase não as vejo, parece que deram lugar às flores cinzentas dos asfaltos e calçadas.
Ah!, que saudade de comer salame frito com arroz e feijão, porque isso significava que meu pai estava em casa.
Ah!, que saudade de ouvir rádio com meu pai, aquelas cantigas antigas cheia de sabedoria, diferente dessa batida seca e das letras sem nexo de hoje em dia.
Ah!, que saudade de andar a pé de bermuda e chinelo, de comprar na venda e jogar bolinha de gude.
Ah!, que saudade.... Não sei dizer onde perdemos o fio da meada, só sei que estamos cada vez mais fechados, menos amigos, mais individualistas, desrespeitosos, insensíveis e infelizes.
Sei também que a terra sofre, a criança sofre, o adolescente sofre, o jovem sofre, o velho sofre e Deus também.
Mas ainda há tempo, esqueça um pouco a seriedade do trabalho, tire o sapato e o disfarce de super-heroi e seja gente, apenas gente.
Chame uns amigos, frite uns bolos de polvilho e dê boas risadas. Procure o inimigo para selar a paz. Chame os filhos para uma pescaria. Faça um jantar especial, um bolo e leve para alguém, sem segundas intenções. Sorria para as pessoas, mesmo as que não sorrirem para você. Ofereça ajuda, faça um trabalho voluntário. Desligue o celular, o computador a televisão. Pare de se preocupar um pouco com a arrumação da casa e deixe de encher as unhas os cabelos e os rostos com esse tal de cosmético. Liberte-se dessa tirania da beleza artificial!
Ame e se deixe amar e isso renovará seu coração e embelezará seu rosto, seu corpo seu ser.
Seja como as crianças e então terá encontrado a verdadeira sabedoria e felicidade e o lugar mais seguro do mundo – pois das tais é o Reino dos Céus.
Não deixe que a arrogância do outro lhe torne arrogante, nem que a violência do outro lhe faça violento, dê a outra face e ande duas milhas. Diga não à mentira e acredite em milagres.
Não deixe que a cultura diga quem você é, mas mude a cultura pelo menos em sua mente.
E lembre-se, podemos abençoar ou maldizer com nossas palavras; podemos passar pela vida sem ter ou deixar saudades, isso vai depender de como lido com o que a vida, as frustrações, decepções fizerem de mim.
Aprenda com os erros e pare de acreditar que o fracasso é pior do que a vitória; pode ser que a vitória nos torne pessoas piores do que a derrota.
E por fim, pare de amontoar coisas e se cerque de amigos, pois quem encontra um amigo encontra um tesouro.
Ah!, que saudade de quintais sem muros, de serenata no escuro, de biscoito de polvilho frito e café quente na beira da fornalha.
Ah!, que saudade de manga espada, de subir nos pés de jabuticaba, de correr atrás das galinhas e brincar de esconde- esconde.
Ah!, que saudade das festas na rua, das brincadeiras sadias, das travessuras e das rusgas com os irmãos.
Ah!, que saudade de nadar escondido no córrego, de correr de boi bravo, de buscar lenha para o fogareiro e chupar cana olhando a chuva.
Ah!, que saudade da inocência, do pirulito Zorro, do Mini-Chicletes Adams, do pão com carne e ki-suco e das músicas de vitrola que não incomodava o vizinho.
Ah!, que saudade daquele tempo que correr atrás de dinheiro era apenas comprar uma moeda de chocolate.
Ah!, que saudade de andar de trole, de jogar bola na rua e apagar o padrão do vizinho na hora da novela.
Ah!, que saudade de levantar cedo ouvindo a voz dos parentes que chegavam de viagem.
Ah!, que saudade de ir para escola para chegar logo a hora de voltar para casa para brincar.
Ah!, que saudade de brincar no pátio da Igreja como se fosse a minha casa.
Ah!, que saudade das pescarias em família, de dormir amontoado e comer na cuia.
Ah!, que saudade dos meus avós, alguns que nem conheci.
Ah!, que saudade de subir em pé de manga, brincar de Tarzan e pegar borboletas na primavera. Onde estão aquelas flores amarelas que nasciam na primavera? Quase não as vejo, parece que deram lugar às flores cinzentas dos asfaltos e calçadas.
Ah!, que saudade de comer salame frito com arroz e feijão, porque isso significava que meu pai estava em casa.
Ah!, que saudade de ouvir rádio com meu pai, aquelas cantigas antigas cheia de sabedoria, diferente dessa batida seca e das letras sem nexo de hoje em dia.
Ah!, que saudade de andar a pé de bermuda e chinelo, de comprar na venda e jogar bolinha de gude.
Ah!, que saudade.... Não sei dizer onde perdemos o fio da meada, só sei que estamos cada vez mais fechados, menos amigos, mais individualistas, desrespeitosos, insensíveis e infelizes.
Sei também que a terra sofre, a criança sofre, o adolescente sofre, o jovem sofre, o velho sofre e Deus também.
Mas ainda há tempo, esqueça um pouco a seriedade do trabalho, tire o sapato e o disfarce de super-heroi e seja gente, apenas gente.
Chame uns amigos, frite uns bolos de polvilho e dê boas risadas. Procure o inimigo para selar a paz. Chame os filhos para uma pescaria. Faça um jantar especial, um bolo e leve para alguém, sem segundas intenções. Sorria para as pessoas, mesmo as que não sorrirem para você. Ofereça ajuda, faça um trabalho voluntário. Desligue o celular, o computador a televisão. Pare de se preocupar um pouco com a arrumação da casa e deixe de encher as unhas os cabelos e os rostos com esse tal de cosmético. Liberte-se dessa tirania da beleza artificial!
Ame e se deixe amar e isso renovará seu coração e embelezará seu rosto, seu corpo seu ser.
Seja como as crianças e então terá encontrado a verdadeira sabedoria e felicidade e o lugar mais seguro do mundo – pois das tais é o Reino dos Céus.
Não deixe que a arrogância do outro lhe torne arrogante, nem que a violência do outro lhe faça violento, dê a outra face e ande duas milhas. Diga não à mentira e acredite em milagres.
Não deixe que a cultura diga quem você é, mas mude a cultura pelo menos em sua mente.
E lembre-se, podemos abençoar ou maldizer com nossas palavras; podemos passar pela vida sem ter ou deixar saudades, isso vai depender de como lido com o que a vida, as frustrações, decepções fizerem de mim.
Aprenda com os erros e pare de acreditar que o fracasso é pior do que a vitória; pode ser que a vitória nos torne pessoas piores do que a derrota.
E por fim, pare de amontoar coisas e se cerque de amigos, pois quem encontra um amigo encontra um tesouro.
SEM RAZÃO
Jesus sem razão me amou;
Jesus sem razão me compreendeu;
Jesus sem razão me acolheu;
Jesus sem razão me encontrou;
Jesus sem razão me entendeu;
Jesus sem razão me olhou;
Jesus sem razão me perdoou;
Jesus sem razão me abraçou;
Jesus sem razão chorou por mim;
Jesus sem razão padeceu por mim;
Jesus sem razão sofreu por mim;
Jesus sem razão tocou em mim;
Jesus sem razão me ajudou;
Jesus sem razão fez-me caminhar;
Jesus sem razão existe pra mim;
Jesus sem razão me enviou;
Jesus sem razão me libertou;
Jesus sem razão me segurou;
Jesus sem razão me salvou;
Jesus sem razão me purificou;
Jesus sem razão habitou e habita em mim;
Jesus sem razão fez-se para mim,
A minha própria razão de pregar, de orar, de louvar,
de sorrir...de viver.
(*) não sendo eu merecedor
Jesus sem razão me compreendeu;
Jesus sem razão me acolheu;
Jesus sem razão me encontrou;
Jesus sem razão me entendeu;
Jesus sem razão me olhou;
Jesus sem razão me perdoou;
Jesus sem razão me abraçou;
Jesus sem razão chorou por mim;
Jesus sem razão padeceu por mim;
Jesus sem razão sofreu por mim;
Jesus sem razão tocou em mim;
Jesus sem razão me ajudou;
Jesus sem razão fez-me caminhar;
Jesus sem razão existe pra mim;
Jesus sem razão me enviou;
Jesus sem razão me libertou;
Jesus sem razão me segurou;
Jesus sem razão me salvou;
Jesus sem razão me purificou;
Jesus sem razão habitou e habita em mim;
Jesus sem razão fez-se para mim,
A minha própria razão de pregar, de orar, de louvar,
de sorrir...de viver.
(*) não sendo eu merecedor
PACIÊNCIA E HUMILDADE.
Boa tarde. Paz seja convosco. Pensei em escrever uma mensagem on line e abri o devocional Gotas de Orvalho. A mensagem de hoje diz: "O que você não puder mudar, isso carregue com paciência e humildade, até que Deus mude."
Esta mensagem falou ao meu coração. Tenho muitas coisas no meu coração que não consigo mudar. São como espinhos na carne. Muitas vezes oro e passo um tempo com Deus. A seguir vem um mensageiro de Satanás e destrói aquilo que levei tempo para construir. São coisas que não consigo mudar. Jesus, em sua misericódia, diz-me que devo ter paciência e umildade. Deus irá mudar a minha situação. Eu por mim mesmo não consigo mudar.
Rm 9.28-29 nos diz: "Pois o Senhor julgará logo e de uma vez o mundo inteiro." Como o próprio Isaías tinha dito antes: "Se o Senhor Todo-Poderoso não nos tivesse deixado alguns descendentes, seríamos agora como a cidade de Sodoma, estaríamos destruídos como Gomorra."
Quando me examino, noto em mim o pecado. Há um mal dentro de mim. É bem como Paulo fala. O bem que me proponho fazer acabo não fazendo e o mal que não quero fazer, este acabo fazendo. Vejo que tenho a possibilidade de produzir qualquer tipo de pecado, basta ter condições propícias para sua realização. Entre eu e um pedófilo, por exemplo, não há diferença. Poço até não cometer o pecado da pedofilia, mas potencialmente também sou um pedófilo.
Isto revela a nossa mais triste condição de pecador. A cobiça que há no nosso coração revela isto. Precisamos de Jesus. Sem Jesus nada poço fazer. Sem o Espírito Santo não podemos ser convencidos do pecado, da justiça e do juízo de Deus. É por isto que pecar contra o Espírito de Deus não tem perdão. Sem Ele não podemos nos regenerar, pois não há convencimento do erro.
Quando ligo a mídia brasileira fico perplexo. Ali observamos o quando o homem está distante de Deus. Os programas mostram um mundo em desagregação. A sociedade está completamente perdida. Perdeu a noção do certo e do errado. Vejo homens que lutam pela justiça, mas no fundo não têm a consciência do pecado. É por isto que quem não tiver pecado deve atirar a primeria pedra. Não podemos ser coniventes com o pecado, mas devemos amar o pecador.
O pecado tem perdão, mas tem conseqüências. Na verdade, só Jesus pode nos perdoar. O homem, mesmo o cristão, não perdoa realmente. Fico observando o senador Malta, justiceiro da pedofilia. Ele, eu, os padres pedófilos e todos os homens somos todos iguais. Há um mal potencial dentro de nós, que sob condições favoráveis se manifesta.
A sociedade se perdeu. Babilônia está ruindo. Homossexualismo, lesbianismo, travestismo e pedofilia são o que se vê. Por outro lado há o narco-tráfego. As drogas ganham um espaço cada vez maior em todos os setores de uma sociedade perdida em seus valores. Isto acontece porque o ser humano quer encontrar a paz e não consegue. Só Jesus é o príncipe da paz e só Ele nos dá a paz. Vivemos uma verdadeira guerrilha urbana. Nossos capitais estão cercadas por um cinturão de miséria, drogas e criminalidade. A violência está banalizada. Não temos mais segurança, saúde e educação. O governo está mergulhado na corrupção. Lula tenta se mostrar do bem, mas está cerdado por gente do mal, para usar uma expressão popular. Está tudo dominado.
Chegamos a conclusão que o cenário está quase pronto para a volta de Jesus e do surgimento da nova ordem mundial. Cercado de problemas e sem liderança, o homem está pronto para entregar o governo mundial ao anticristo. Estamos vivendo a maior crise de autoridade da história do homem na terra. A besta vem como anjo de luz, como se fosse Cristo, como se fosse o Messias, no lugar de Jesus, mas nada tendo com o Mestre.
Os judeus pensarão que finalmente o Messias chegou. A igreja cristã desavisada pensará que Jesus voltou. Os árabes acham que quando Jesus voltar o islã dominará a terra. Nem divergências religiosos haverão.
Há coisas dentro de mim que não poço mudar e coisas exteriores que também não poço mudar. Só me resta ter paciência e humildade até que Deus mude todas as coisas. Só Jesus mudará o meu mundo interior e o nosso mundo exterior. Depois da grande tribulação vem o milênio. Enquanto isto, o que está sujo, suje-se mais. E o que está limpo, limpe-se mais. Quando menos se esperar, Jesus irá buscar a sua igreja, não de placas, mas dos santos lavados no seu Sangue. Que Ele nos encontre vigilantes, pois os dias são maus.
A oração é a porta para sair da prisão de nossas preocupações. Deus começou a boa obra em nós e é poderoso para completá-la até a volta de Jesus, que está próxima. Jesus venceu o sistema babilônico que rege o mundo. O sistema está acabado. Não temos mais liderança, pois abandonamos Deus, nosso verdadeiro líder, mas Deus não nos entregou à nossa própria sorte. Ele é paciente. Jesus está voltando para resolver nossas impossibilidades . Maranata. Obrigado pela oportunidade de lhes escrever. Paz.
Esta mensagem falou ao meu coração. Tenho muitas coisas no meu coração que não consigo mudar. São como espinhos na carne. Muitas vezes oro e passo um tempo com Deus. A seguir vem um mensageiro de Satanás e destrói aquilo que levei tempo para construir. São coisas que não consigo mudar. Jesus, em sua misericódia, diz-me que devo ter paciência e umildade. Deus irá mudar a minha situação. Eu por mim mesmo não consigo mudar.
Rm 9.28-29 nos diz: "Pois o Senhor julgará logo e de uma vez o mundo inteiro." Como o próprio Isaías tinha dito antes: "Se o Senhor Todo-Poderoso não nos tivesse deixado alguns descendentes, seríamos agora como a cidade de Sodoma, estaríamos destruídos como Gomorra."
Quando me examino, noto em mim o pecado. Há um mal dentro de mim. É bem como Paulo fala. O bem que me proponho fazer acabo não fazendo e o mal que não quero fazer, este acabo fazendo. Vejo que tenho a possibilidade de produzir qualquer tipo de pecado, basta ter condições propícias para sua realização. Entre eu e um pedófilo, por exemplo, não há diferença. Poço até não cometer o pecado da pedofilia, mas potencialmente também sou um pedófilo.
Isto revela a nossa mais triste condição de pecador. A cobiça que há no nosso coração revela isto. Precisamos de Jesus. Sem Jesus nada poço fazer. Sem o Espírito Santo não podemos ser convencidos do pecado, da justiça e do juízo de Deus. É por isto que pecar contra o Espírito de Deus não tem perdão. Sem Ele não podemos nos regenerar, pois não há convencimento do erro.
Quando ligo a mídia brasileira fico perplexo. Ali observamos o quando o homem está distante de Deus. Os programas mostram um mundo em desagregação. A sociedade está completamente perdida. Perdeu a noção do certo e do errado. Vejo homens que lutam pela justiça, mas no fundo não têm a consciência do pecado. É por isto que quem não tiver pecado deve atirar a primeria pedra. Não podemos ser coniventes com o pecado, mas devemos amar o pecador.
O pecado tem perdão, mas tem conseqüências. Na verdade, só Jesus pode nos perdoar. O homem, mesmo o cristão, não perdoa realmente. Fico observando o senador Malta, justiceiro da pedofilia. Ele, eu, os padres pedófilos e todos os homens somos todos iguais. Há um mal potencial dentro de nós, que sob condições favoráveis se manifesta.
A sociedade se perdeu. Babilônia está ruindo. Homossexualismo, lesbianismo, travestismo e pedofilia são o que se vê. Por outro lado há o narco-tráfego. As drogas ganham um espaço cada vez maior em todos os setores de uma sociedade perdida em seus valores. Isto acontece porque o ser humano quer encontrar a paz e não consegue. Só Jesus é o príncipe da paz e só Ele nos dá a paz. Vivemos uma verdadeira guerrilha urbana. Nossos capitais estão cercadas por um cinturão de miséria, drogas e criminalidade. A violência está banalizada. Não temos mais segurança, saúde e educação. O governo está mergulhado na corrupção. Lula tenta se mostrar do bem, mas está cerdado por gente do mal, para usar uma expressão popular. Está tudo dominado.
Chegamos a conclusão que o cenário está quase pronto para a volta de Jesus e do surgimento da nova ordem mundial. Cercado de problemas e sem liderança, o homem está pronto para entregar o governo mundial ao anticristo. Estamos vivendo a maior crise de autoridade da história do homem na terra. A besta vem como anjo de luz, como se fosse Cristo, como se fosse o Messias, no lugar de Jesus, mas nada tendo com o Mestre.
Os judeus pensarão que finalmente o Messias chegou. A igreja cristã desavisada pensará que Jesus voltou. Os árabes acham que quando Jesus voltar o islã dominará a terra. Nem divergências religiosos haverão.
Há coisas dentro de mim que não poço mudar e coisas exteriores que também não poço mudar. Só me resta ter paciência e humildade até que Deus mude todas as coisas. Só Jesus mudará o meu mundo interior e o nosso mundo exterior. Depois da grande tribulação vem o milênio. Enquanto isto, o que está sujo, suje-se mais. E o que está limpo, limpe-se mais. Quando menos se esperar, Jesus irá buscar a sua igreja, não de placas, mas dos santos lavados no seu Sangue. Que Ele nos encontre vigilantes, pois os dias são maus.
A oração é a porta para sair da prisão de nossas preocupações. Deus começou a boa obra em nós e é poderoso para completá-la até a volta de Jesus, que está próxima. Jesus venceu o sistema babilônico que rege o mundo. O sistema está acabado. Não temos mais liderança, pois abandonamos Deus, nosso verdadeiro líder, mas Deus não nos entregou à nossa própria sorte. Ele é paciente. Jesus está voltando para resolver nossas impossibilidades . Maranata. Obrigado pela oportunidade de lhes escrever. Paz.
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