FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 17 de novembro de 2009

O TERRENO E AS SANTAS SEMENTES


O que fica à beira do Caminho

Em sua jornada continuará sozinho

Chega até a ouvir a Palavra de Deus que lhe é pregada

No entanto sobre a Verdade continua sem entender nada

E o único arrebatamento que ele experimenta

É o da própria ignorância com a qual a Deus tenta

Consequentemente não experimenta o novo nascimento espiritual

E em sua alma nada acontece de especial

E como desprezou a Palavra em sua mente

O diabo veio e roubou-lhe a Preciosa e Santa Semente

Roubou-lhe também a oportunidade

De ingressar gloriosamente na eternidade

O que se assemelha ao terreno pedregoso

Até parece que vai ter um desfecho mais glorioso

Pois externa uma certa emoção

E se alegra com as boas novas da salvação

Mas o que é um lamento

É que é de pouca duração tão sublime momento

Pois no instante em que chegou a perseguição e a angústia

Contra ele o diabo mostrou toda a sua maligna astúcia

E levantando-se contra a própria Palavra de Deus

Ofendeu-se de ser contado dentre os filhos Seus

Esse também não pode ver Deus agindo na sua terrena história

O que lhe afastou do Caminho no fim do qual receberia a Coroa da Vitória

Mas a Semente cai mesmo em todo lugar

Pois caiu em um “terreno” que tinha espinheiros como pomar

Lugar de muito cuidado e atenção

Onde há até espaço para se fazer uma reflexão

Pois ali foi semeada a Santa Semente

Só que as muitas vozes lhe confundiram a mente

Apesar de ser boa a Palavra há coisas mais importantes a fazer

E duas delas são: a busca do sucesso e o sonho de enriquecer

E assim o diabo percebeu

Que aquele ainda poderia ser seu

E com a glória do mundo a lhe propor

Sufocou-lhe a Palavra de Amor

Assim voltou-se para a intelectualidade

E fechou seu coração para a gloriosa eternidade

Mas, para o semeador, sempre chega o momento esperado

E ele encontra um “terreno” preparado

O arado por ali seu trabalho já exerceu

E toda a terra remexeu

Então a Palavra de Deus é semeada

E é ouvida, acolhida e amada

Abraçando assim a Santa Semente em seu coração

Experimenta uma maravilhosa transformação

Pois a Semente se transforma em uma árvore grande e frondosa

Cujos inúmeros frutos a tornam ainda mais formosa

Pois foi regada pela chuva da Graça de Deus

Sendo contada dentre os filhos Seus

E crendo ser o Evangelho de Jesus da Verdade a revelação

Não desprezou tão grande salvação

Sem perder, portanto, a oportunidade

Recebeu a Vida abundante e ingressou na gloriosa eternidade

MAIS UM GOLIAS


Realmente algumas pessoas marcam nossas vidas, nossos pais, nossos irmãos, namorados, irmãos em Cristo, enfim, por todas as situações de nosso viver estamos rodeados de pessoas.

Por que não falar de nossos amigos de infância, da nossa primeira professora, a primeira namorada? O interessante disso tudo, é que nem sempre as pessoas que cruzaram nossas vidas nos trazem boas lembranças. Isso me traz à memória o primeiro dia no dentista (risos). Estas pessoas as vezes não recebidas como dádivas divinas, que as vezes surgem em nosso caminho como obstáculos, são na verdade as ferramentas de Deus para forjar o nosso caráter.

Em alguns momentos até em ouvir o nome dessas ferramentas, gera dentro de nós um certo desconforto, mas com o passar dos dias, vemos que se não passássemos por tais, a vida não valia tanto ser vivida.

Hoje olhamos, vemos algumas cicatrizes, no momento doloridas, feridas abertas, mas agora apenas marcas sem dor. Claro que lembramos, rimos, nos emocionamos, são apenas marcas que contribuíram para o que somos hoje.

Vem em minha memória a vida de Davi, um homem tão cheio de vitórias, marcas, conquistas, entretanto, no profundo do seu ser entendia que a melhor coisa da sua vida era estar nos átrios do Senhor. Davi, por sua vez, também enfrentou situações que na verdade eram conflitos entre pessoas, e o mais marcante destes conflitos foi com o gigante Golias.

E eu lhe pergunto: Quem seria Davi sem Golias? Para Davi alcançar o que alcançou, ele teve que passar por Golias. Golias pode representar muitas coisas em nossas vidas, temores, complexos, pessoas, situações que achamos que nunca vamos superar. Davi encarou o gigante de frente. Primeiramente sabia que o Senhor era com ele, e em segundo lugar não aceitou a afronta do gigante para com o seu Deus.

Por mais que Saul tentou impedi-lo de lutar, Davi entendeu que aquele era o momento, que o gigante era alguém que o Senhor tinha colocado na sua vida, e ele teria que derrubá-lo.

Isso tudo é uma ótima lição para nossas vidas. Gigantes foram feitos para serem vencidos. Pare de reclamar, de murmurar, de dizer que o gigante é grande demais para você, que sua espada está manchada de sangue. Levante-se, erga a cabeça, saiba que o Senhor dos Exércitos é com você, Ele te chamou para este momento, vença!

O interessante disso tudo, é que Davi tomou para si cinco pedras, para muitos retrata uma questão apostólica, bem cada um com a sua revelação. Para mim Davi tomou cinco pedras, porque sabia que Golias era de uma família de cinco irmãos. Na sua mente dizia ele: Em nome do Senhor o primeiro vai cair, e se vier os demais, certamente cairão também.

Glória a Deus! Entenda que todas as coisas contribuem para o bem daqueles que amam o Senhor (Romanos 8:28), se você realmente ama ao Senhor, descanse, e encare a vida de frente, pois tudo isso está contribuindo com a sua vida.

segunda-feira, 16 de novembro de 2009

DERRUBANDO MUROS


"Pois foi Cristo quem nos trouxe a paz, tornando os judeus e os não-judeus um só povo. Por meio do sacrifício do seu corpo, ele derrubou o muro de inimizade que separava os judeus dos não-judeus." – Ef 2.14

09 de Novembro de 2009 é uma data marcante para a Humanidade. Vinte anos atrás o mundo viu extasiado, como quem sonha acordado, a queda do muro que cercava o Portão de Brandemburgo, na entrada de Berlim Oriental.

Para quem não se recorda dos fatos ou mesmo desconhece a História, Lúcia Hipólito, jornalista da Rádio CBN, resumiu com brilhantismo esse evento sócio-político insano, que não apenas dividiu a Alemanha, dividiu o Planeta. Acompanhe o resumo:

"Em 13 de agosto de 1961, com o acirramento da Guerra Fria e com a grande migração de berlinenses do lado oriental para o ocidental, o governo da Alemanha Oriental resolveu construir um muro dividindo os dois setores. Dele faziam parte 66,5 km de gradeamento metálico, 302 torres de observação, 127 redes metálicas electrificadas com alarme e 255 pistas de corrida para ferozes cães de guarda. Foi também proibido a passagem das pessoas para o setor ocidental da cidade. Checkpoint Charlie, um dos pontos de passagem entre os lados da cidade. A construção do muro – símbolo da separação dos blocos capitalistas e comunistas – não respeitou casas, prédios ou ruas. Policiais e soldados da Alemanha Oriental impediam e até mesmo matavam quem tentasse ultrapassar o muro. Muitas famílias foram separadas da noite para o dia. Pelo menos 80 pessoas morreram, 112 ficaram feridas e milhares foram aprisionadas nas diversas tentativas de atravessá-lo. Sua estrutura chegou a ser reforçada por quatro vezes."

COMO OS MUROS SÃO ERGUIDOS?

Muros são erguidos quando começamos a acreditar que somos melhores que os outros, ou, como pensava Jean Paul Sartre, quando achamos que “o inferno são os outros”.

Quando isso acontece, muros de separação são erguidos não apenas entre cidades ou nações, mas também entre pessoas, instituições e denominações religiosas.

A arrogância, a presunção e a ganância do ser humano são o cimento e as pedras que continuam erguendo muros de separação por toda a parte.

UMA LEITURA CRISTÃ DA HISTÓRIA

Como seguidores de Jesus Cristo, somos desafiados a ver a História da Humanidade da mesma maneira como ele viu e como com ela interagiu. Somos chamados a derrubar novos muros de separação e a mostrar o Caminho Vivo e Novo que pode ser trilhado por todos - Jesus!

Mas como faremos isso? Como derrubaremos os muros externos, se internamente erguemos muros de proteção que nos mantém isolados uns dos outros, alimentando em nós a idéia tola de que somos realmente melhores do que os outros? É, precisamos reencontrar o Caminho da humildade.

Durante a minha formação acadêmica de um bom cristão, dois pensadores foram decisivos para que eu desenvolvesse uma compreensão cristã da vida e da própria História: Merval Rosa e Leonardo Boff.

Com o professor Merval, aprendi que igreja não é um clube social dos ótimos e que não fazemos parte dela porque somos melhores do que qualquer outro membro da sociedade, mas, tão somente, porque tivemos a graça de sermos achados por Cristo.

Com Boff, aprendi que o único caminho que o ser humano, especialmente o ser humano cristão, é chamado a trilhar é o da humildade. Bater no peito e dizer – como Fernando Henrique disse com Lula “eu não sou igual a ele” – além de ser deselegante, é também uma grande tolice, visto que somos humanos e nada do que é humano nos é indiferente, como bem declarou Publius Terêncios (170 a.C.).

Observe as palavras do apóstolo Paulo aos Efésios: “Pois foi Cristo quem nos trouxe a paz, tornando os judeus e os não-judeus um só povo. Por meio do sacrifício do seu corpo, ele derrubou o muro de inimizade que separava os judeus dos não-judeus.” – Ef 2.14

Cristo nos trouxe a paz, derrubando muros de inimizade.

Aproveitemos, portanto, as comemorações dos vinte anos da queda do muro de Berlim, para derrubar os muros de separação que por desventura carregamos na alma. Vamos reencontrar aqueles que para nós mesmos dissemos não querer saber nunca mais e tornar o acesso livre novamente. Com o martelo do perdão e do amor podemos fazer muito mais do que com o cimento e as pedras da arrogância e da presunção. Afinal, o muro de separação não priva apenas de quem está do lado de lá, mas quem está do lado de cá também . Paz e bem

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

BARTIMEU OU ZAQUEU ?


Assim como qualquer meio em que vivemos, sempre existem os paradoxos, as discrepâncias. Não era para ser assim, mas dentro do Reino de Deus, por sua vez existem coisas que realmente não posso entender. Estas irregularidades, já existiam desde os tempos mais remotos.

Pois bem, para melhor entendermos o quero transmitir, reportemo-nos para dois milagres, a cura do cego Bartimeu e a conversão de Zaqueu, por sinal, aconteceram quase que próximos um do outro, nas regiões de Jericó.

Bartimeu, muito interessante, embora cego, viu o que ninguém viu em Jesus, ele viu Jesus como filho de Davi, para muitos uma forma de pedir esmolas, até podia ser, mas ele declarou que Jesus era o Messias, se era filho de Davi, então era o herdeiro do trono de Davi. Clamando, faz com Jesus o atenda, e por fim curado da cegueira.

Zaqueu, por sua vez, desprezado por seu ofício de publicano, mas com um tremendo interesse em conhecer quem era Jesus. Correndo a frente da multidão, sobe em uma árvore e espera o que vai dar. Jericó, a cidade dos suaves perfumes, era rica em vegetação, muitas árvores, e Jesus para exatamente sob a árvore onde há um homem que queria conhecê-lo. Chamado por seu nome, ele desce com alegria, e ao encontro com Jesus ele confessa seus erros, promete restituição a que tivera defraudado, exatamente como dizia lei.

Até aqui nada de mais, nada de incrível, nada revelador, duas situações envolvendo Jesus Cristo e dois homens com vidas bens distintas. Mas, ao ler sobre a reação daqueles que estavam como testemunhas destes dois milagres, algo me salta ao coração.

Com a cura de Bartimeu, diz-nos o texto que toda a multidão vendo o que acontecera ia louvando a Deus pelo caminho.

Com a conversão de Zaqueu, a reação da multidão foi de murmuração, o texto diz que todos murmuravam porque Jesus iria hospedar-se na casa de um pecador.

Exatamente isso que acontece, nos milagres muito louvor, muita festa, já na conversão murmuração, reclamação, biquinhos e testas franzidas.

E a grande pergunta é esta: qual dos dois realmente garantiram salvação? Bartimeu ou Zaqueu?

Hoje vivemos uma igreja que é voltada exatamente para necessidades, para os milagres, não que isso seja pecado, não, mas não passam de milagres. Não nos alegramos mais com a conversão, a confissão de pecados tornou-se algo fora de moda, restituir o que foi defraudado, não tem nada haver. Nossos púlpitos estão fartos de promessas de cura, riquezas, farturas, e longe de arrependimento, de confissão. Arrependimento não dá ibop, milagres lotam estádios.

Quando perdemos a noção do pecado, perdemos também a alegria do perdão.

O Reino de Deus tem alegria? Sim! Mas primeiro é justiça, depois a paz, e por fim a alegria. Muitos vivem sem paz, porque querem somente a alegria do Reino, não sabendo, ou não sendo levados a entender, que o gerador de paz e alegria é a justiça.

Se não mudarmos radicalmente nossas pregações, conselhos, sermões, nossos filhos não saberão o que realmente é o Reino de Deus.

Reflita nisso, seja ousado, seja um profeta nesses dias.

NÃO SE ENGANE


Falsas esperanças faziam parte dos discursos dos falsos profetas na época em que Jeremias viveu (Jr 14:13-15). Anunciavam "paz, paz", quando não havia paz nenhuma (Jr 6:13-14). Curavam superficialmente a ferida do povo oferecendo band-aid, quando era necessária uma profunda cirurgia.

O profeta Hananias espalhava falsas esperanças ao povo, pois anunciava que o cativeiro seria apenas uma breve temporada de dois anos (Jr 28: 2-3). Esta era uma grave mentira (Jr 28:15), pois o cativeiro durou 70 anos (Jr 25:12). Os falsos profetas ofereciam falsas esperanças até aos sacerdotes (Jr 27:16), que detinham o controle religioso naquela época. Jeremias, pelo contrário, não oferecia falsas esperanças ao povo. Quando estavam no cativeiro, enviou-lhes uma carta deixando bem claro a situação que teriam que enfrentar lá no cativeiro (Jr 29: 5-10), e só depois de 70 anos retornariam à terra natal.

Nós também, como porta-vozes do Senhor, não devemos anunciar falsas esperanças. Não devemos anunciar palavras que o Senhor não nos autorizou a anunciar (Jr 29:23). É impressionante como falsas esperanças estão sendo espalhadas nos púlpitos hoje em dia. Os chamados pregadores da prosperidade enfeitam sua mensagem com esperanças vazias, que servem para entreter os auditórios lotados. Portanto, temos que remar contra a maré e anunciar a verdadeira mensagem do Senhor, que em nenhum momento apresenta falsas esperanças a ninguém.

Jesus Cristo nunca ofereceu uma mensagem recheada de vãs esperanças. Ele foi incisivo ao apresentar o custo do verdadeiro discipulado. Tomar a cruz dia a dia e seguir a Cristo não é algo agradável e prazeroso (Lc 9:23), mas é o único caminho para agradar a Deus. O escriba aproximou-se oferecendo o seu serviço, mas Cristo disse: “As raposas tem seus covis e as aves dos céus, ninhos. Mas o Filho do homem não tem onde reclinar a cabeça” (Mt 8:20). Cristo não ofereceu falsas esperanças ao jovem rico que se mostrou empolgado querendo saber o que fazer para ser salvo. Ele ofereceu o caminho da renúncia, não o caminho de promessas fáceis. Diante de Nicodemos, a proposta de Jesus Cristo foi considerada estranha (nascer de novo!), mas não estava carregada com pitadas de esperanças irreais.

Qualquer que seja o momento, não devemos incorrer no erro de oferecer esperanças vazias a quem quer que seja. As pessoas precisam saber que a única esperança real é aquela que a Bíblia apresenta, o que passar disso é pura ilusão. A esperança bíblica oferece um alicerce confiável que não trará frustração e desânimo. O homem precisa enxergar que somente na Palavra de Deus irá encontrar a verdadeira esperança, e nós, como porta-vozes do Senhor, devemos apresentar esta mensagem de forma transparente.

sexta-feira, 6 de novembro de 2009

PELA PAZ

...sou pela paz

A paz é tão mais
que ausência de guerra,
de balas perdidas,
assalto, seqüestro
e ataque homicida.
A paz é maior
que um mero conceito
gravado em cartazes,
cantado em frases
ou fotos no peito.
A paz, é respeito!

Por quê não dizer
bom dia, obrigado,
pedir por favor,
tratar gentilmente
o humilde e o doutor?
E ter compaixão
por cada vivente,
se bicho, se gente...
Ao pão e ao carinho,
todos têm direito.

E sem preconceito!

Qualquer seja a raça
ou terra de origem,
qualquer seja a crença...
A paz vai além
de vãs desavenças.
E alcança a grandeza
que irmana, congrega,
comparte, abençoa,
não fere ou magoa,
nem busca proveito.
Amar, é o preceito!

É lei que constrói,
em cada detalhe,
com coisas singelas,
presente e futuro
serenos, seguros.
E não suja a vida,
recicla, preserva,
protege a existência
das obras de Deus.
O amor tem sapiência.
O amor é o princípio;
a paz... Consequência.

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

ELES SE DIZEM CRISTÃOS.......


Estão chamando de sensatez ao relativismo
Chamam de amor a licenciosidade
Ao liberalismo chamam de liberdade
A ausência de convicção chamam de equilíbrio
Estão chamando evangelização de proselitismo
Chamam de razão a negação da Verdade
Ao ser humano chamam de deus
Enquanto rebaixam Deus a um mero conceito
Sábios aos seus próprios olhos
Loucos aos olhos de Deus
Suas almas se tornaram vãs como suas vãs filosofias
Amam o mundo e o que no mundo há
Não é que não tenham esperança na volta de Jesus
Na verdade não desejam que Jesus volte
Na verdade, na verdade, nem esperam que Jesus volte
O que aspiram é uma experiência cósmica
Anseiam por encontrar um deus que não é Deus
Só desejam a si mesmos
O deus deles é o próprio ventre
Seja o ventre localizado na região abdominal ou na cabeça
Estão chamando de espiritualidade a intelectualidade
A filosofia chamam de “Nossa Mãe”
E ao pensamento humanista de “Nosso pai”
Dizem que o Absoluto é um absurdo
Mas vivem o absurdo de sua própria obstinação
Chamam a incredulidade de inteligência
E ao pecado chamam de virtude
Se vangloriam da argúcia de suas mentes réprobas
No espelho são Narcisos
Na doçura de suas palavras há veneno
Vestem-se de almas piedosas para disseminarem suas fábulas
Vestem-se de ministros de justiça à semelhança que Satanás se transforma em anjo de luz
Pois a luz que há dentro deles são densas trevas
A esses cabe a denúncia de Cristo: “Vocês têm por pai o diabo, pois satisfazem os desejos dele”
Entorpecem as mentes de seus ouvintes enquanto lhes roubam as almas
Esses são da Sinagoga de Satanás
E ao se dizerem cristãos se fazem duplamente mentirosos
São capazes de acender uma vela para Deus e outra para o diabo
Mas nesse caso só a do diabo é que permanece acesa
Possuem lâmpadas sem azeite
Dormem o sono da insensatez
Talvez acordarão com o brado do Anjo: “Eis que o Noivo já vem!”
Mas para eles será o início de um tempo de terror
Pois chamaram a mentira de Verdade
E deram as costas ao Salvador
Professam a Graça ao mesmo tempo em que a ultrajam
Usam da Palavra para negá-la
Afastam os sedentos da Fonte que pode saciá-los
Antes tivessem amarrado uma grande pedra ao pescoço e se lançado nas profundezas do mar
Que estar a desviar os “pequeninos” do Senhor
Pois se chamam as trevas de luz
Certamente a morte eterna lhes será o destino
A não ser que se arrependam e retornem para Jesus
Cessem de combater a fé
E se engajem no bom combate da fé e pela fé
Quem sabe assim o Senhor tenha misericórdia deles e lhes dê uma nova chance. Paz e bem