FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

COMO ANDA SUA CONVICÇÃO ?


A palavra convicção no dicionário significa "Certeza Adquirida". Ser e estar convicto de suas crenças, seus sonhos e projetos são tarefas que exigem persistência. Os amigos de Daniel passaram pela prova que talvez fosse a maior de suas vidas e, viveram na própria pele, a experiência de ir na contramão do desejo de um Rei que acreditava ser a sua vontade soberana. Em resposta àquilo que acreditavam fortemente, eles venceram limitações, barreiras intransponíveis e enfrentaram com honra e dignidade um homem que tinha o poder da morte e da vida aos olhos humanos.

A História dos amigos de Daniel emociona, encoraja e nos trás a memória quem somos de verdade: Filhos de Deus! E não precisamos em nenhum momento negociar sob pressão de quem se acha dono do poder para sermos aceitos e reconhecidos.

No Salmos 71.5 diz "Pois tu és minha esperança, Senhor Deus, a minha confiança, desde a minha mocidade. Em ti me tenho apoiado, desde o meu nascimento, do ventre materno tu me tiraste, tu és motivo para os meus louvores constantemente."

Somos chamados para renovar a nossa convicção! Que coragem! Que ousadia destes três jovens, preferiram a morte do que servir a um deus morto, que nada podia fazer por eles. Eles não se esconderam da responsabilidade, souberam dizer não.

Quando somos confrontados reagimos de forma agressiva ou recuamos, tem pessoas que acabam negociando na hora da pressão. Não foi o caso destes jovens que possuíam uma coragem inabalável, desafiaram a maior autoridade humana da época. E hoje tem faltado coragem para dizer não ao pecado, ao invés de enfrentá-lo, nos deixamos levar pelas suas seduções.

Eles entraram naquela fornalha de fogo ardente para não negaram a seu Deus, tamanha era a convicção e não se prostraram diante de outro deus que não fosse o Deus Vivo e verdadeiro. Seja o exemplo de convicção e fé dos Amigos de Daniel uma constante em nossas vidas.

MESTRE E DISCIPULOS


Não sei exatamente o que Paulo, o apóstolo, viu em Timóteo. Bem, ele o conhecia de perto. E também a mãe, a avó, bem como sabia que volta e meia o “pobre moço” ficava doente. Não se pode dizer que seriam razões suficientes para a contratação de um estagiário e, menos ainda, de um substituto para o próprio apóstolo, que estava nos seus últimos dias.

De fato, os critérios da “escolha” e do “investimento” de Paulo no neto de Lóide são um tanto estranhos. Ele era tímido, muito jovem, inexperiente, e a saúde não era grande coisa. Nada parecido com os empreendedores, modelos de sucesso, apresentados pela mídia; antes, bem próximo da nossa realidade, do que nós mesmos vemos e experimentamos todos os dias.

Aliás, é mais fácil nos identificarmos com as fraquezas de Timóteo do que com as grandezas das celebridades. E o roteiro apresentado nas duas cartas de Paulo a Timóteo não é nenhum segredo. Algo como reconhecer o dom que recebemos -- é bom que se diga, Paulo deixa claro que o dom não foi dado apenas a Timóteo --; enfrentar as dificuldades, o sofrimento até; manter-se coerente e exemplo para a comunidade; mostrar disciplina e assumir as verdades bíblicas que aprendeu.

Timóteo não era santo. Nem eu. Mas os conselhos do velho apóstolo valem para todos. Se você não é bonito ou elegante como os executivos se parecem, não consegue impressionar os headhunters e não tem a mínima ideia de onde vai estar daqui a cinco ou dez anos, nem tudo está perdido. Os “últimos dias” (2Tm 3.1-5) seriam assim mesmo, insiste o apóstolo. E arremata: “Busque a justiça, a piedade, a fé, o amor, a perseverança e a mansidão” (1Tm 6.11). “Permaneça nas coisas que aprendeu e das quais tem convicção, pois você sabe de quem o aprendeu. Porque desde criança você conhece as Sagradas Letras, que são capazes de torná-lo sábio para a salvação mediante a fé em Cristo Jesus” (2Tm 3.14-15).Paz e bem

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

QUAL O VALOR DO SEU TEMPO ?


A vida, o tempo e as oportunidades são valiosas demais para que a percamos com distrações. Não devemos gastar tempo com coisas que nos consomem.

Como você tem investido seu tempo?

As oportunidades são únicas e as pessoas que passam em nossas vidas também.
No inicio de minha vida Cristã Deus me agraciou com uma amizade muito especial de um casal de servos da RCC, AFONÇO e GRACINHA, que me discipularam por muitos anos. GRACINHA me cativava diariamente com sua sabedoria e discrição como mulher. Uma mulher profundamente apaixonada pelo Senhor. GRACINHA é casada e na época seus filhos eram pequenos, mas ainda sim, sempre encontrava um tempo precioso para investir em minha vida. Quando eu expressava minha preocupação em interrompe-la com suas tarefas ou cuidado de seus filhos, ela olhava para mim com uma ternura que jamais esquecerei e dizia: "Não se preocupe filhoamado…Uma vida vale mais…"

Quão precioso é o seu tempo? O que tem ocupado seu coração?

“Não ajuntei tesouros na terra, onde a traça e a ferrugem destroem e onde os ladrões arrombam e roubam. Mas ajunteis tesouros no céu, onde nem a traça nem a ferrugem destroem e onde os ladrões não arrombam nem roubam. Pois onde estiver o vosso tesouro, ai estará também o vosso coração” Mt. 6: 19-21.

Porque gastamos tanto tempo com coisas insignificantes e nos deixamos incendiar por ansiedades que nos tomam a alegria de usufruirmos de uma vida abundante para qual fomos criados?

“Portanto, tornou Jesus a dizer: Em verdade vos digo que eu sou a porta das ovelhas. Todos os que vieram antes de mim são ladrões e assaltantes, mas as ovelhas não os ouviram. Eu sou na porta. Todo aquele que entrar por mim, salvar-se-á. Entrará e sairá, e achará pastagens. O ladrão só vem para roubar, matar e destruir, eu vim para que tenham vida, e a vida em abundância.” João 10:7-10.

Os grandes tesouros não são compostos de grandes realizações ou do acumulo de riquezas, mas de pequenos feitos que vão acontecendo dia a dia enquanto caminhamos.

O mais importante não é fim das coisas, mas o caminho traçado para alcança-las.

Como você tem investido seu tempo? Qual é o seu tesouro?

“Mas em nada tenho a minha vida por preciosa para mim mesmo, contanto que cumpra com alegria a minha carreira e o ministério que recebi do Senhor Jesus, para dar testemunho do evangelho da graça de Deus” Atos 20:24.

Lembre-se “…Pois onde estiver o vosso tesouro, ai estará também o vosso coração.” Mt 6:21. Paz e bem

UMA VIVA ESPERANÇA.


Os dias em que vivemos são dias de tensas crises. Fala-se muito em crise financeira, porém, existe uma forte crise existencial que atingiu não somente a nossa existência quanto pessoa, mas também, a nossa existência quanto igreja.

A desconstrução e construção da fé têm acontecido de forma tão conjunta que muitos estão abatidos, achando não haver mais esperança. A bem da verdade é que as máscaras da teologia da prosperidade tem caído, e já não é qualquer um que engole mais os discursos cheios de fantasias e presunções.

A muito, o Pentecostalismo e alguns dos reformados, acabaram cedendo espaço para que muitas aberrações invadissem o Evangelho, fazendo uma mistura terrível e assustadora. Sincretismos religiosos, apetrechos, e tantas e tantas coisas foram sendo empurrados goela abaixo. Hoje, há muitas pessoas frustradas sem conseguir enxergar um palmo à frente na vida espiritual, confundido denominações com o genuíno Cristianismo, pastores com mercadejadores da fé e Jesus com Césares, que davam "pão e circo" para o povo.

Nesse tempo, é bom lembrar o que o apóstolo Pedro escreveu para os irmãos que estavam vivendo dispersos por diversas regiões devido à perseguição aos cristãos por conservarem a fé verdadeira em Jesus enquanto outros adoravam os imperadores-deuses, quando disse: “Bendito o Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, que, segundo a sua muita misericórdia, nos regenerou para uma viva esperança, mediante a ressurreição de Jesus Cristo dentre os mortos” (I Pe 1.3).

Essa viva esperança mencionada por Pedro é que nos faz conservar na verdade em tempos assim. Mesmo enfrentando tribulações, privações e provações, a esperança, se manifesta de forma mais intensa em tempos assim, de dificuldades e infortúnios.

No outro lado, está uma esperança morta, porque faz com que as pessoas se rendam as chavões da fé, que enganam, aos encantamentos, as fábulas que tem poder momentâneo carregados de eufemismo. Uma esperança morta faz com que as pessoas busquem desesperadamente prosperidade nas mega-campanhas que prometem mundos e fundos em troca de ofertas financeiras exorbitantes. Uma esperança morta faz com que as pessoas vivam o ministério da carne, buscando a satisfação imediata dos seus apetites e das suas cobiças.

Mas Pedro alertou que aqueles que estão enfrentando dificuldades e privações estão para além desses entraves. Sim! Ele disse que Deus nos regenerou para uma “viva esperança”. Essa viva esperança nos faz entender que no meio do caos, Deus continua sendo Deus. Que a semente da autentica fé continua produzindo raízes e frutificando nos corações daqueles que Jesus chamou de “boa terra” (Mt 13.23).

Uma viva esperança tem consciência que a despeito dos mercadejadores da fé, ainda existem profetas de Deus que ousam a clamar nos desertos. Uma viva esperança nos faz lembrar que Jesus não ofereceu privilégios aos seus seguidores e nem prometeu que o seu Reino era daqui. Pelo contrário foi pronto em afirmar: “meu Reino não é desse mundo”. Ele nos ensinou a ressignificar a vida a partir dos princípios do Reino de Deus, um Reino de paz, justiça e alegria no Espírito Santo.

Que nesse tempo onde o vento tem “soprado” sobre a Igreja, possamos manter essa viva esperança ardendo em nossos corações, pedindo que o Espírito Santo nos dê discernimento no meio dos furacões que tem arrastado muitos a uma esperança morta e abraçarem o ministério da carne.

Uma viva esperança será notória naqueles que realmente foram regenerados pelo Deus Pai, de nosso Senhor Jesus Cristo.

Paz seja convosco!

PORQUE SER ESPIRITUAL ?


E por que Espiritual? Porque estamos tratando de algo que não se vê, algo não físico e material, mas sim, de algo que transcende a mente humana, a alma. Não se pode tentar quantificar a sabedoria, o amor, a bondade, o ato divino de perdoar. Não estamos falando do mundo da alma, da mente humana ou das emoções e sentimentos. Estamos falando de algo que vem de Deus e é dado por Deus. O rei Salomão pediu a Deus esta sabedoria e lhe foi dada. Ninguém pode ter a fé de Deus se Este não lhe der. Uma coisa é ter fé no ser humano, a outra não é somente ter fé em Deus, mas ter a fé de Deus, que vem Dele. Ele a dá a quem pede.

A engenharia espiritual deseja produzir no coração do homem, uma inteligência espiritual movida pela fé em um Deus Supremo, de quem podemos extrair projetos, propósitos e atributos que promovem o desenvolvimento para uma excelente qualidade de vida, potencializando a criatividade, o domínio próprio, o equilíbrio e ato de amar e ser amado.

Uma vez perguntaram a Einstein: “como ele conseguiu criar e desenvolver tão sabiamente a teoria da relatividade? Einstein respondeu que não havia criado nada e que nem era o autor de nada. Ele, simplesmente, conseguiu desvendar um pouquinho das leis que já existiam na natureza e que vieram de uma mente divina e criadora.

De fato Einstein tinha razão, pois o homem nunca criou nada, apenas é capaz de descobrir princípios e leis que já existiam e que aglutinados sabiamente passam a gerar algo físico que beneficia o homem.

Existe alguns conceitos sobre a inteligência espiritual:

Ter consciência que temos dúvidas e perguntas a cerca da nossa vida e do universo para as quais não encontramos ainda respostas: de onde venho? O que faço aqui? Para onde vou após a morte? Etc.

Descobrir o sentido da vida, entendendo o âmago de nosso ser e a semelhança existente com um Ser Criador de todas as coisas;

Pela inteligência espiritual tem-se acesso à mente divina, extraindo dela princípios e virtudes, como a fé, a esperança, o amor, a alegria, a bondade, a paciência, a compaixão, o domínio próprio, além de discernir entre o bem e o mal;

A inteligência espiritual investe massivamente na fé. Esta por sua vez gera esperança e força para vencer tribulações e dificuldades;

Pela inteligência espiritual compreendemos que o homem é espírito, alma e corpo.

Pela inteligência espiritual pode-se entender a amplitude da liberdade à medida que se conhece as leis de Deus que regem nossa vida e o universo;

Pela inteligência espiritual podemos extrair o lado bom das religiões, seus sábios princípios, sem se deixar ser dominado pelo radicalismo e fanatismo;

Pela inteligência espiritual pode-se libertar das paixões que escravizam e destroem a vida do homem, como o ciúme, a inveja, a soberba, o ódio, o rancor, os vícios, etc.

Pela inteligência espiritual entende-se melhor sobre a morte, o sentido e propósito da vida terrena e também da futura vida eterna para aqueles que nela crêem;

A inteligência espiritual vale-se da intuição, entendo os segredos da vida e do universo;

Pela inteligência espiritual nos tornamos mais inteligentes à medida que buscamos e nos aproximados da mente Criadora;

Pela inteligência espiritual continuamos a entender a ciência, pois esta muitas vezes se cala, quando a fé se inicia;

A inteligência espiritual nos leva a viver os grandes princípios morais revelados na Bíblia, investindo na meditação e oração, buscando respostas que tanto procuramos;

Jesus, o Mestre dos mestres, nos ensinou muito de como é possível usar a inteligência espiritual. Jesus se interagia tanto com o pensamento de Deus Pai que Ele mesmo disse: - “Eu e o Pai somos um e não faço nada sem Ele.”( Jo10:30)

Enfim, a inteligência espiritual atua na esfera da fé, onde o dinheiro não compra e nem domina.

Portanto, inteligência espiritual seria a habilidade ou a capacidade de crer em uma mente criadora e universal e se interagir com ela, pelo conhecimento da Palavra revelada na Bíblia. O conhecimento desta leva a aumentarmos a medida da fé recebida. Ou seja, quanto mais conhecemos os princípios divinos, mais experimentamos e interagimos com a mente divina. O Mestre Jesus nos ensinou e abriu esta “porta” do entendimento, nos despertando para mudanças interiores para o aperfeiçoamento e descoberta de novos valores e propósitos de vida.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

PERDÃO GRAÇA DIVINA


Algumas pessoas vivem conflitos tremendos, pois parecem carregar um fardo tão pesado e terrível da culpa. A culpa corrói, destrói e mina toda a alegria do indivíduo, tudo parece ser difícil e penoso. A culpa também azeda todo e qualquer relacionamento: entre amigos, marido e mulher, pais e filhos, irmãos e irmãs, e o motivo da culpa pode estar no pecado cometido.

Mas talvez você pense: "Pecado é matar, roubar, adulterar, e tantas outras coisas parecidas!" Tudo isso, claro, também é pecado, porém essa questão vai mais além. Está escrito: "Pois todos pecaram e carecem da glória de Deus" (Rm 3.23). O fato é que todo ser humano tem uma natureza corrompida, caída, pecaminosa. Até mesmo em pensamentos cometemos pecado. Jesus deixou isso bem claro. "Ouviste que foi dito: Não adulterará. Eu, porém, vos digo: qualquer que olhar para uma mulher com intenção impura, no coração, já adulterou com ela" (Mt 5.27-28).

O homem é pecador não porque peca. Ele peca justo porque é pecador. É a sua natureza, a menos que seja regenerado pelo sangue de Cristo. Ainda assim, terá de lutar com essa natureza. A diferença agora é que ele pode ou não escolher viver longe da prática do pecado. A alegria só pode inundar a sua vida quando o seu coração é inundado pelo perdão do Senhor.
O pecado do homem foi a sua rebelião contra Deus, quando, na sua própria atitude, disse a Deus: "Deus, eu não te quero". E quando o homem voltou as costas para o Criador, ele pecou e passou a ter uma natureza pecaminosa.

Agora, no seu ser, no âmago da sua alma, o homem traz uma natureza corrompida, maligna. É em razão disso que o homem peca e vive pecando.

Mas a mensagem do Evangelho não é simplesmente tratar com os frutos, mas com a raiz. Ou seja, a mensagem do evangelho é de transformação de vida, e a vida que Deus oferece é diferente de tudo que já viveu. Pois assim está escrito: "E, assim, se alguém está em Cristo, é nova criatura; as coisas antigas já passaram; eis que se fizeram novas" (2Co 5.17).

Quando o homem se volta para Jesus, crendo na obra do Calvário, na obra da cruz, ele toma Jesus Cristo como seu Senhor e Salvador e, a partir daí, brota ou explode de seu interior uma nova vida, e ele passa a ser uma nova criatura em Cristo. E a partir daí também, a culpa que antes era um fardo terrível sobre ele, desaparece, e brota em seu coração uma paz diferente, inigualável, indizível, capaz até mesmo de transcender as circunstâncias. Ele vai continuar vivendo no mesmo mundo, debaixo das mesmas circunstâncias, das mesmas pressões e mesmas dificuldades, mas com algo diferente: a certeza de que ele não está só, de que a presença de Deus, a sua graça e seu perdão estão ao seu alcance.

Vejamos 1Jo.1-9: "Se confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda a injustiça." Grave bem: "Se confessarmos os nossos pecados." É o pecado que tem destruído a sua vida, que o tem aniquilado?

Enquanto você não acertar a sua vida, enquanto você não confessar, o peso do pecado continuará sobre você. Mas não basta apenas confessar, é preciso abandonar de vez a prática do pecado. Abandonar.

O CAMINHO DA LIBERDADE


Se existe algo que Deus deseja que o seu povo tenha é liberdade. Em todos os sentidos. E encontrar o caminho da liberdade e da libertação (nem sempre uma coisa é sinônima da outra, pois há muitos que são livres, mas não são libertos) passa pelo conhecimento da verdade. O Senhor disse: "O meu povo está sendo destruído, porque lhe falta o conhecimento" (Os 4.6).

Neste sentido, quero falar acerca da libertação financeira, que não é conquistada apenas pela expulsão de um demônio específico. Aliás, nem tudo é demônio. Porque se assim fosse, qual seria a explicação de muitas pessoas sem entendimento da Palavra serem abençoadas! No livro de Romanos há uma instrução dada por Paulo que muitos evitam comentar por se encontrarem exatamente assim. "A ninguém fiqueis devendo coisa alguma, exceto o amor com que vos ameis uns aos outros." Eu não tenho dívidas. Não é que eu não tenha crédito. Quando eu me casei com a Renata, eu era pastor da igreja e ganhava três salários. Quando estava para me casar, eles aumentaram. Passei a ganhar cinco salários por mês. Uma benção! Compramos o fogão e a cama e algumas coisas mais. Porém, na nossa sala não havia sofá. Ela ficou vazia por aproximadamente um ano. Quem fosse lá tinha que sentar no chão. Era desconfortante. Porém, tínhamos um propósito no coração de não fazer dívidas. Se eu quisesse ir à loja, eu compraria um sofá. Mas, e a pressão? Eu precisava ter liberdade para ser homem de Deus. E ninguém tem a liberdade para ser homem ou mulher de Deus com cobrador na porta. Depois de um tempo, com a graça de Deus, eu pude comprar um sofá.

O Senhor disse: "Se o Filho vos libertar, verdadeiramente sereis livres." Algumas pessoas dizem assim: "Mas não conseguimos ficar sem fazer dívidas!" E por pensarem dessa forma, há muitos que estão endividados, sem liberdade, presos pelo endividamento. Começa com o famoso "duas vezes sem juros", depois "três, dez" e por aí vai. Mas acontece que não existe parcelamento sem juros, pois quando se compra à vista, o valor é outro. No parcelamento, os juros estão embutidos. Sabe por que não devemos ter dívidas? Por causa do nome do Senhor. É o nome do Senhor que está em jogo. Muitos sabem que isso desonra e envergonha o nome de Deus.

Veja o que Paulo disse ao seu filho na fé, Timóteo: "Procura apresentar-te a Deus aprovado, como obreiro que não tem de que se envergonhar, que maneja bem a palavra da verdade." (2 Timóteo 2.15). Os nossos filhos vão nos imitar. As pessoas que você leva a Cristo serão como você também. E se você estiver emaranhado em suas finanças, eles também estarão assim.

Que Deus o abençoe!