FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 20 de junho de 2008

CATÓLICA NET NOTICIAS



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Tráfico Humano: uma afronta aos direitos humanos! - 18/06/2008 - 17:12
Arlindo Pereira Dias*Cerca de 50 pessoas de 20 diferentes nacionalidades participaram no dia 17 de junho de uma conferencia sobre o tráfico de pessoas no mundo na Casa Geral dos Missionários do Verbo Divino, em Roma. Em 2006, o Capitulo Geral dos Verbitas, que reuniu 160 pessoas de todo o planeta assumiu como resolução “a ampliação das informações sobre o tráfico de pessoas e a busca de colaboração com outros para liberar o mundo deste terrível flagelo”. A conferencista foi a indiana e irmã salesiana Bernadete Sangma. Desde 1999 ela coordena o trabalho de promoção da mulher a partir de seu instituto. A congregação conta com comunidades de assistência às mulheres vitimas do trafico na Itália e na Albânia. A religiosa define como missão do grupo “espalhar informação para que o conhecimento gere medidas de prevenção”. Trata-se de um projeto conjunto entre a USG e UISG (União de Superioras e Superiores Gerais) e a OIM – Organização Internacional para a migração.
O filipino P. Antonio Pernia, Superior Geral dos Verbitas, comenta que até o momento o grupo de religiosas està envolvido nesta missão, mas não conta com colaboração da parte masculina. Para ele, a importância da conferencia esta na oportunidade de “um problema tão grande ser conhecido pelas comunidades, especialmente do ramo masculino. Embora seja uma responsabilidade de todos a questão sensibiliza mais as mulheres e menos os homens. Por isso existe a necessidade que sejamos mais informados do problema”, conclui. Entre os casos citados pelo dossiê està o de um senhor chinês de nome Ngun Chai que vendeu a sua filha de 13 anos para a prostituição, ao preço de uma televisão e ainda manifestou sentir pena de não a ter vendido por um preço melhor. Outro caso é o da menina Berta, originária da vila de Sapele, um estado que faz fronteira com Edo (Nigéria). Um conhecido contactou-a perguntando-lhe se ela queria trabalhar com a sua irmã num salão de beleza na Alemanha. Em vez disso, Berta encontrou-se na Itália onde lhe deram roupas provocantes e a obrigaram a ir para a estrada. Quando entramos nos dados a constatação se torna ainda mais escandalosa. Todos os anos, entre 800 mil e dois milhões de pessoas são apanhadas no circulo do tráfico. A maior parte das vítimas vem da Ásia. Em um ano, cerca de 225 mil mulheres são traficadas do Sudeste da Ásia e cerca de 150 da Ásia do Sul. A ex-União Soviética é já considerada uma das maiores fontes de tráfico: as mulheres envolvidas para a exploração sexual são cerca de 100 mil. Todos os anos entre 200 mil e 500 mil mulheres são traficadas da América Latina para os Estados Unidos e a Europa.Milan Bubak, Coordenador da Dimensão de Justiça e Paz dos Verbitas comenta que um dos motivos da propagação deste flagelo é a “falta de informação e a ingenuidade das pessoas que crêem em falsas promessas”. Ele recorda ainda que o trafico “não está relacionado apenas ao comercio sexual, mas também a outros tipos de abuso, como escravidão de trabalho e até mesmo o assassinato de pessoas para comercialização de órgãos”.
Uma imigração que possa transformar a vida!
Após a conferência, a Irmã Bernadete nos concedeu a seguinte entrevista:
Como nasceu este compromisso em relação ao combate ao trafico de pessoas?
Os grupos de Justiça e Paz e integridade da Criação (JPIC) fizeram um encontro com a irmã Lea Ackerman, fundadora do grupo Solidariedade com as mulheres desfavorecidas (SOLWODI). O encontro suscitou interesse das congregações religiosas em trabalhar neste campo para combater o trafico. Ao seu interno criou-se um grupo de trabalho especifico sobre o trafico de mulheres e crianças. Na plenária da USG de 2001 o grupo apresentou um documento descrevendo o fenômeno e fatos relatados e as estatísticas do trafico nas diversas partes do mundo. Interpelado pela OIM – Organização Internacional para as migrações o projeto começou a oferecer cursos de formação sobre o tema na Itália. Daí para a frente foram feitos cursos na Nigéria e África do Sul, em Santo Domingos e Brasil, Tailândia e Filipinas, Roma, Albânia e Romania.
Qual foi a experiência mais difícil que teve durante o acompanhamento deste trabalho?O trafico traz experiências muito duras de todos os lados. È tão desumanisante! A minha experiência mais forte foi acompanhar umas meninas tailandesas que foram traficadas na Itália. Uma delas tinha apenas 17 anos e a encontramos na casa de acolhida. Ela tinha uma cicatriz que ia do ombro à cintura. Ela se jogou do segundo andar porque via chegar homens, também com drogas. Ficou apavorada e se jogou do segundo andar. Ficou cheia de fraturas e ficou por muito tempo no hospital. Estava muito sofrida e dizia que se voltasse à Tailândia não poderia mais sobreviver. A vida ali e os trabalhos são muito duros e a saúde dela não permitia mais trabalho.Em Manaus constatei que mulheres indígenas são traficadas à Ilha das Margaridas, na Venezuela, uma zona de turismo. O envolvimento do crime organizado é tão forte que as pessoas têm medo até de falar do assunto. As mulheres colombianas são levadas ao Japão para a exploração sexual. Como a cultura e a língua são totalmente diferentes, o trauma que elas sofrem é muito mais forte. No Brasil é comum o trafico interno e em direção à Europa e EUA. Na América Latina muitas mulheres de Santo Domingos e Bolívia são traficadas para a Argentina ou da Bolívia para o Chile. As mulheres peruanas são levadas à Coréia do Sul. Depois da queda de Sucre no Equador houve um fluxo muito forte de imigrantes equatorianos para a Itália, também para o trafico sexual.
O que a sociedade e as Igrejas podem fazer no combate ao trafico de pessoas?
Devemos tecer redes de colaboração para que o fenômeno seja combatido nos paises de origem e nos paises de destinação ou transito. Nos paises de origem uma das medidas a se tomar é lutar contra a pobreza e encontrar alternativas de trabalho não só para as mulheres, mas também para os jovens para que não caiam facilmente nas armadilhas dos traficantes. Ainda não sabemos utilizar nossa força na criação de canais mais seguros de imigração para os jovens que buscam melhoria de vida em outros lugares. Se os traficantes são tão capazes de estabelecer contato entre uma nação e outra para explorar as pessoas porque não podemos criar estratégias que promovam a sua dignidade? Devemos garantir o direito a uma imigração que de verdade possa transformar a vida. Tudo isto deveria acontecer de modo transversal incluindo a luta contra a discriminação das mulheres e das meninas. Por toda a parte o aspecto da exploração sexual é muito forte. Isto chama em causa a relação de desigualdade entre homem e mulher, entre as mulheres e quem as vende e usa. Nos paises de destino, que coincidem com os paises desenvolvidos, seria necessário mudar a política de migração e combater as políticas econômicas injustas que geram o continuo empobrecimento dos paises pobres. De outro lado deveríamos procurar ver como apoiar as pessoas que caíram nesta armadilha e ajudá-las a reconstruir sua vida. * Missionário do Verbo Divino, em Roma

Última Alteração: 17:12:00
Fonte: Revista Missões Local:Roma (Itália)
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Presidente da Conferência: "As dificuldades e as pressões não nos desencorajam" - 17/06/2008 - 15:28
"A missão da Igreja avança em meio a dificuldades de todos os tipos: financeira, política, pressões dos extremistas. Mas fazemos o melhor e não nos desencorajamos", disse emconversa com a Agência Fides Dom Lawrence Saldanha, Arcebispo de Lahore e Presidente da Conferência Episcopal do Paquistão, no Vaticano para a visita Ad limina apostolorum."A população católica vive na pobreza e as dificuldades econômicas atingem também a Igreja. Alguns grupos radicais muçulmanos fazem uma campanha contra a cristandade, com ameaças e intimações para deixar o país, às vezes com conversões forçadas", explica Dom Saldanha. "Mas a Igreja continua a sua vida. As vocações para a vida sacerdotal e religiosa diminuíram. Muitos jovens só têm o desejo de emigrar. Mas aqueles que ficam, participam ativamente da pastoral". "Procuramos anunciar a Boa Notícia de Cristo, mas precisamos prestar muita atenção porque há leis, como a da blasfêmia, usadas para atingir os cristãos. Estamos com freqüência diante de extremistas que dificultam a obra do anúncio. O governo tenta controlar estes fenômenos, mas também não é fácil para as forças da ordem. O governo acredita poder lidar com esses grupos, que atuam principalmente no Noroeste do país e pretendem introduzir a sharia. Achamos que é inútil e não funciona: não se pode e não se deve dar espaço para esses grupos, pois podem adquirir cada vez mais força e legitimação. É preciso combatê-los ou logo a sua influência se estenderá a todo o país. O fanatismo religioso é um problema para todos: mesmo para o governo paquistanês e para os muçulmanos moderados e não somente para as minorias religiosas". Mas existem também experiências de diálogo e de colaboração com o Islã, como a criação de "Comitês inter-religiosos para a paz", onde nos reunimos para nos conhecermos, discutirmos problemas comuns e falar de reconciliação. A Igreja é atuante na promoção dos direitos humanos: "Participamos do movimento pela reforma do sistema judiciário que envolveu a nação nos últimos meses. A Comissão "Justiça e Paz" colabora com outros órgãos na defesa dos direitos humanos, também na sede da Onu. Somos muito atuantes no setor: participamos da campanha pela democratização do país e pela liberdade religiosa. Hoje, o país está avançando nesse sentido".Dom Saldanha recorda o empenho da Igreja também na área da educação: trata-se de "uma grande responsabilidade num país com taxa de analfabetismo de 60%". As escolas católicas, além disso, estão abertas também para as crianças muçulmanas, que ficam juntas e acompanham as mesmas matérias com as crianças cristãs."Nessa visita Ad limina - conclui o Arcebispo - trazemos os nossos problemas, mas ao apresentá-los à Santa Sé estamos seguros de receber incentivo, esperança, oração e ajuda concreta".

Última Alteração: 15:28:00
Fonte: Agência Fides Local:Paquistão
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Publicada por Pe. Mário em 14:43

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terça-feira, 17 de junho de 2008

SER MISSIONARIO



A OBRA MISSIONÁRIA
Capítulo 33
O Senhor revelou a Adão o plano do evangelho: "E assim começou a ser pregado o Evangelho, desde o princípio" (Moisés 5:58). Mais tarde, quando as pessoas se tornaram iníquas, os filhos justos de Adão foram enviados para pregar o evangelho: "E eles (...) exortavam a todos os homens, em todas as partes, a se arrepender, e fé foi ensinada aos filhos dos homens" (Moisés 6:23).
Todos os profetas foram missionários. Cada um deles, na sua época, foi ordenado a pregar a mensagem do evangelho. Todas as vezes que o sacerdócio esteve na Terra, o Senhor precisou de missionários para pregar os princípios eternos do evangelho a Seus filhos.
A Igreja do Senhor É uma Igreja Missionária
A Igreja do Senhor sempre foi uma Igreja missionária. Quando o Salvador viveu na Terra, ordenou Apóstolos e Setentas e deu-lhes a autoridade e responsabilidade de pregar o evangelho. A maior parte da pregação foi feita ao seu próprio povo, os judeus (ver Mateus 10:5-6). Depois que Jesus ressuscitou, enviou Após-tolos para pregar o evangelho aos gentios, ordenando-lhes: "Ide por todo o mundo, pregai o evangelho a toda criatura" (Marcos 16:15).
O Apóstolo Paulo, um grande missionário, foi enviado aos gentios. Após sua conversão à Igreja, passou o resto da vida pregando-lhes o evangelho. Em momentos diferentes de sua missão, foi açoitado, apedrejado e aprisionado. Ainda assim, toda vez que escapava dos perseguidores, pregava o evangelho tão diligente-mente quanto antes (ver Atos 23:10-12; Atos 26).
A obra missionária começou novamente quando a Igreja do Senhor foi restaurada por intermédio do Profeta Joseph Smith. Hoje, os Apóstolos e Setentas têm a responsabilidade principal de proclamar o evangelho, assegurando-se de que ele seja pregado a todo o mundo. O Senhor disse a Joseph Smith: "Que proclames o meu evangelho de terra em terra, e de cidade em cidade (...) presta o teu testemunho em todo lugar, a todo o povo" (D&C 66:5, 7). Em junho de 1830, Samuel Harrison Smith, um dos irmãos do Profeta, começou a primeira viagem missionária pela Igreja.
Desde aí, milhares de missionários foram chamados e mandados a pregar o evangelho. A mensagem que levam ao mundo é de que Jesus Cristo é o Filho de Deus e o Salvador da humanidade. Eles testificam que o evangelho foi restaurado na Terra por um profeta de Deus [ver David O. McKay, Gospel Ideals (Ideais do Evangelho), p. 132]. Os missionários recebem a responsabilidade de pregar o evangelho a todas as pessoas, batizando-as e ensinando-as a fazer todas as coisas que o Senhor ordenou (ver Mateus 28:19-20). Os missionários santos dos últimos dias custeiam a própria missão, pregando a mensagem do evangelho em todas as partes do mundo.
O Evangelho Será Pregado a Todo o Mundo
Uma revelação moderna diz que devemos levar o evangelho restaurado a todas as nações e povos (ver D&C 133:37). O Senhor nunca nos dá um mandamento sem preparar o caminho para que realizemos o que nos foi ordenado (ver 1 Néfi 3:7). O Senhor preparou vários meios para que o evangelho fosse pregado às nações que estavam fechadas para nós. Se continuarmos a orar e exercitar a fé, o Senhor abrirá as portas de outras nações para a obra missionária.
O Senhor também está "inspirando a mente dos grandes inventores para criar meios de favorecer a obra do Senhor de maneira como nunca se viu antes no mundo." [Russell M. Nelson, "Computerized Scriptures Now Available" (Escrituras Agora Disponíveis em Computador), Ensign, abr. 1988, p. 73.] Jornais, revistas, tele-visão, radio, satélites, computadores e outras descobertas do gênero ajudam a levar a mensagem do evangelho a milhões de pessoas [ver Spencer W. Kimball, "When the World Will Be Converted" ("Quando o Mundo For Convertido"), Ensign, out. 1974, pp. 10-14]. Nós, que temos a plenitude do evangelho, precisamos usar essas invenções para cumprir o mandamento do Senhor: "Pois, na verdade, deste lugar deve partir o som ao mundo todo, e às partes mais longínquas da terra - o evangelho deverá ser pregado a toda criatura." (D&C 58:64)
A Obra Missionária É Importante
"Este é o nosso principal interesse como igreja: salvar e exaltar as almas dos filhos dos homens." (Ezra Taft Benson, A Liahona, outubro 1974, p. 36.) A obra missionária é necessária, a fim de dar às pessoas a oportunidade de ouvir e aceitar o evangelho. Elas precisam aprender a verdade, voltar-se para Deus e receber perdão para seus pecados.
Muitos dos nossos irmãos e irmãs na Terra foram cegados por falsos ensinamentos e "só estão afastados da verdade, por não saberem onde encontrá-la" (D&C 123:12). Por meio da obra missionária podemos levar-lhes a verdade.
O Senhor ordenou: "Portanto, trabalhai, trabalhai na minha vinha pela última vez - pela última vez chamai os habitantes da terra" (D&C 43:28). Ao ensinarmos o evangelho aos nossos irmãos e irmãs, estamos preparando o caminho para a segunda vinda do Salvador (ver D&C 34:6).
Devemos Todos Ser Missionários
Todo membro da Igreja deve ser missionário, mesmo que não tenha sido formalmente chamado e designado. Temos a responsabilidades de ensinar o evangelho por palavras e ações a todos os filhos do Pai Celestial. O Senhor nos disse: "E todo o que for prevenido deverá prevenir o seu próximo" (D&C 88:81). Um profeta disse-nos que devemos mostrar aos nossos semelhantes que nós os amamos, antes de levarmos a eles palavras de advertência. Eles precisam sentir nossa amizade e desejo de nos entrosarmos com eles.
Os filhos de Mosias aceitaram de boa vontade a responsabilidade de ensinar o evangelho. Quando se converteram à Igreja, ficaram cheios de compaixão pelas outras pessoas e quiseram pregar o evangelho aos seus inimigos, os lamanitas, "porque não podiam suportar que qualquer alma humana se perdesse; e até mesmo a idéia de que alguma alma tivesse de sofrer o tormento eterno fazia-os tremer e estremecer" (ver Mosias 28:1-3). Visto que o evangelho traz alegria a nossa vida, sentimos esse tipo de amor e compaixão por nossos irmãos e irmãs e o desejo de partilhar a mensagem do evangelho com todos os que desejarem ouvir.
De que Forma Podemos Todos Ser Missionários?
Existem muitas maneiras de partilharmos o evangelho. Eis aqui algumas sugestões:
1. Mostrar aos amigos e a outras pessoas a alegria que sentimos por viver as verdades do evangelho. Dessa forma, seremos uma luz para o mundo (ver Mateus 5:16);
2. Sobrepujar a timidez natural, tornando-nos amigáveis e sendo gentis com os outros, ajudando-os a ver que estamos sinceramente interessados neles e que não buscamos ganhos pessoais;
3. Explicar o evangelho aos amigos não-membros e a outras pessoas;
4. Convidar à nossa casa os amigos interessados em aprender mais sobre o evangelho, para serem ensinados pelos missionários. Se os amigos não-membros moram muito longe, podemos pedir aos missionários residentes naquela área que os visitem;
5. Ensinar os filhos a importância de se partilhar o evangelho, preparando-os espiritual e financeiramente para saírem em missão;
6. Pagar o dízimo e contribuir para o fundo missionário. Essas contribuições são usadas em prol da obra missionária;
7. Ajudar a sustentar um missionário, cuja família não esteja em condições de fazê-lo;
8. Fazer pesquisas de história da família e trabalhos no templo para ajudar nossos antepassados a receber todas as bênçãos do evangelho;
9. Convidar não-membros para atividades tais como noites familiares, reuniões sociais, conferências, etc.
O Pai Celestial nos ajudará a sermos bons missionários quando tivermos o desejo de partilhar o evangelho e orarmos pedindo orientação. Ele nos ajudará a encontrar os meios de partilhar o evangelho com aqueles que nos cercam.
O Senhor Promete-nos Bênçãos por Fazermos a Obra Missionária
O Senhor disse ao Profeta Joseph Smith que os missionários receberiam grandes bênçãos. Falando aos élderes que voltavam de sua missão, o Senhor disse: "Bem-aventurado sois, pois o testemunho que tendes prestado está registrado nos céus, para ser visto pelos anjos; e eles se regozijam convosco" (D&C 62:3).
O Senhor nos disse também:
"E, se acontecer que, se trabalhardes todos os vossos dias, proclamando arrependimento a este povo, e trouxerdes a Mim, mesmo que seja uma só alma, quão grande será a vossa alegria com ela no reino de Meu Pai!
E agora, se a vossa alegria for grande com uma só alma que trouxerdes a Mim no reino de Meu Pai, quão grande será a vossa alegria, se Me trouxerdes muitas almas!" (D&C 18:15-16)
Escrituras Adicionais

CANÇÃO NOVA FORMAÇÃO ( PALAVRAS DO PROFESSOR)



Formações

Harmonia Conjugal
Casamento, uma escola de amor
A+A-
O casamento, e a família de modo especial, é uma escola de amor, porque a convivência diária obriga a acolher os outros com respeito, diálogo, compreensão, tolerância e paciência. Esse exercício forte de vivência das virtudes faz cada um crescer como pessoa humana. Na família, Deus nos ensina a amar e nos dá a oportunidade de sermos amados.
A harmonia conjugal é atingida quando o casal, na vivência do amor, ‘supera-se a si mesmo’ e harmoniza as suas qualidades numa união sólida e profunda. Quando isso ocorre cada um passa a ser enriquecido pelas qualidades do outro. Há, então, como que uma transfusão de dons entre ambos. Mas, para isso, é preciso que o casal chegue à unidade, superando as falsidades, infantilidades, mentiras e infidelidades. Para chegar a esse ponto é necessário olhar para o outro com muita seriedade, respeito e atenção.
Ninguém é obrigado a se casar e a constituir uma família, mas se tomamos esta decisão, então devemos ‘casar pra valer’, com toda responsabilidade. Aquela pessoa com quem decidimos nos casar é a ‘escolhida’ entre todos os homens ou mulheres que conhecemos; e, portanto, como o(a) eleito(a), devemos ter-lhe em alta estima, como a pessoa ‘especial’ na nossa vida, merecedora, portanto, de toda atenção e respeito.
É lamentável que entre muitos casais, com o passar do tempo, e com a rotina do dia-a-dia, a atenção com o outro, e, pior ainda, o respeito, vão acabando. Não tem lógica, por exemplo, que um ofenda o outro com palavras pesadas, o que provoca ressentimentos; não tem cabimento que o marido fique falando mal da esposa para os outros, criticando-a para terceiros. Isso também é infidelidade. Pois esta não acontece somente no campo sexual.
Por outro lado, é preciso cuidar para que a atenção e o carinho para com o outro não diminuam. É importante manter acesa a chama do desejo de agradar o outro. São nos detalhes que muitas vezes isso se manifesta: Qual é a roupa que ela gosta que eu vista? Qual é o corte de cabelo que ele gosta? Qual é a moda que ele gosta? Qual é a comida de que ele gosta? Quais são os móveis que ela gosta? Qual é o carro que ela prefere? Qual é o lazer que ele gosta? Enfim, a preocupação em alegrar o outro – sem cair no exagero, é claro – é o que mantém a comunhão de vidas.
Ouça comentários de André e Cris Bittencourt sobre o tema
Isso não quer dizer que o amor conjugal deva ser um ‘egoísmo a dois’. Como dizia Exupéry: “Amar não é olhar um para o outro, mas é olhar ambos na mesma direção”. Isto é, o casal não pode parar em si mesmo, ele tem grandes tarefas pela frente: os filhos, a ajuda aos outros, a vida na Igreja, entre outros. Importa olhar na mesma direção e caminhar juntos.
Para que a harmonia aconteça é preciso conhecer o outro. Cada um de nós é um mistério insondável, único e irrepetível. Somos indivíduos. Não haverá dois iguais a você na face da terra e na história dos homens, mesmo que se chegue ao absurdo da clonagem do ser humano. Cada um de nós é insubstituível, e isso mostra o quanto somos importantes para Deus.
Quando nos casamos, recebemos o outro das mãos de Deus e da família, como um presente ímpar, singular, sem igual, e que deve, portanto, ser cuidado com o máximo cuidado, para sempre.
É fundamental para a vida do casal que cada um conheça a história do outro: a sua vida, o seu passado, a realidade familiar de onde veio, entre outros, para poder compreendê-lo, ajudá-lo, amá-lo e perdoá-lo. Ninguém ama a quem não conhece. Quando o casal não se conhece bem, acaba cometendo dois erros: antes do casamento parece que o outro não tem defeitos; e depois do casamento parece que tem todos.
Ao conhecermos a profundidade desse ‘mistério’ que é o outro, teremos, então, condições reais de aceitá-lo como ele é, e, a partir daí, ajudá-lo a se superar.
Do livro “FAMÍLIA, SANTUÁRIO DA VIDA”
Prof. Felipe Aquino

Felipe Aquinofelipeaquino@cancaonova.comProf. Felipe Aquino, casado, 5 fihos, doutor em Física pela UNESP. É membro do Conselho Diretor da Fundação João Paulo II. Participa de Aprofundamentos no país e no exterior, já escreveu 60 livros e apresenta dois programas semanais na TV Canção Nova: "Escola da Fé" e "Trocando Idéias". Conheça mais em www.cleofas.com.br 16/06/2008 - 07h00
Tags: namoro casamento harmonia Comente
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Não sei perder
A vida é uma constante de vitórias e de derrotas
A+A-
Quando criança praticava os mais variados tipos de esportes. Sempre gostei de disputar, competir, e claro, de vencer. Isso me trouxe um problema, pois detestava perder. Lembro-me de minha mãe dizendo, várias vezes, quando me via reclamando de uma derrota no jogo de bolinhas de gude, por meu time ter perdido no futebol ou por qualquer outra derrota: – “Menino, você precisa aprender a perder!” É verdade. Eu preciso aprender a perder!
A vida é uma constante de vitórias e de derrotas. Faz parte da dinâmica da nossa existência. E nesse movimento de alegrias e tristezas, de conquistas e de ruínas, em fevereiro de 2007, tive minha pior derrota: perdi meu pai.
Na morte do meu pai senti falta de não ter aprendido a perder. Nessa perda, a maior da minha vida, tive vontade de desistir de tudo, de me revoltar com Deus, de brigar e reclamar, como fazia quando perdia qualquer disputa na minha infância, mas uma situação interessante aconteceu. No momento do enterro tudo foi muito doloroso. Só quem já passou por essa situação sabe como é. Eu estava de braços cruzados e de repente uma mão se enfiou por debaixo do meu braço e segurou a minha mão.
Não olhei para ver de quem era aquela mão. Na verdade, nem sabia ao certo quem eram as pessoas daquela multidão que acompanhava o enterro. O que importava é que alguém me deu a mão, alguém segurava a minha mão no momento em que eu perdi, no momento da derrota. Assim que terminou o enterro aquela mão se soltou e a pessoa voltou-se para trás. Depois fui saber quem me dera o apoio, mas na hora nem pensei em procurar o dono daquela mão, pois sabia que aquela era a mão de Deus.
Ainda não aprendi a perder. Ainda sofro com as derrotas. Mas essa experiência tem me feito buscar nas derrotas a presença de Deus, que não me deixa só. A mão de Deus que me ampara. A presença de Deus que me faz crer que depois da morte vem a ressurreição. E a ressurreição é vida nova. Mudanças positivas acontecem. Novidades aparecem…
De lá para cá continuei perdendo, mas por meio dessas derrotas, tenho tentado permitir que Deus, com sua mão, não somente me ampare, como fez no dia do falecimento do meu pai, mas que também me conduza pelos caminhos que Ele tem para mim. Afinal: "Somos mais que vencedores, graças àquele que nos amou" (Rm 8,37).

Denis Duartedenisufv@yahoo.com.brDenis Duarte Pesquisador, professor, escritor é especialista em Bíblia e mestrando em Ciências da Religião na área de Literatura e Religião no Mundo Bíblico. Autor dos livros: Se creres, verás glória de Deus e a Experiência de ouvir e transmitir a voz de Deus Acesse: blog.cancaonova.com/denisduarte17/06/2008 - 07h00
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PALAVRAS DO MONSENHOR ( Canção Nova )


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Terça-Feira, 17 de junho 2008A quem você quer seguir?
Infelizmente, durante muito tempo não tínhamos visão. Hoje, porém, Jesus a está clareando, mostrando as coisas nitidamente para que possamos optar. E assim como o Espírito Santo foi enviado aos apóstolos, para que “enxergassem”, Ele está sendo enviado a nós. Veja se você continua com seus ressentimentos, suas mágoas, não perdoando e não falando com essa ou aquela pessoa; muitas vezes, nem mesmo com seus familiares... E veja também se está nutrindo sentimentos negativos em relação à Igreja, ao sacerdote ou a movimentos aos quais pertenceu, etc. Se isso estiver acontecendo você está cedendo lugar àquele que não perdoa, que prega o ódio e a divisão, o oposto do que Jesus Cristo nos ensinou. Portanto, está dando brecha ao maligno. E este é muito sutil e esperto, pois se não consegue entrar pelo adultério, roubo, ódio, vingança, ele o faz pelo ressentimento, pela mágoa, decepção. Mas o que ele quer é entrar, e para isso basta uma brecha...Ou você é decidido com o Senhor ou vai ser sempre um fraco que cede a tudo: ao ressentimento, à mágoa, aos pensamentos impuros, aos vícios, à fofoca... Sim, quem não tem coragem de acabar com coisas pequenas, aparentemente inofensivas, quem não é fiel e firme no mínimo, não o será nas coisas essenciais da vida. Decida-se! Seu irmão,Monsenhor Jonas Abib

17/06/2008 - A quem você quer seguir? 16/06/2008 - Guardai-me e defendei-me, Virgem Maria 13/06/2008 - Cheios do Espírito Santo 12/06/2008 - É hora de reassumir nossa vida cristã