FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 11 de agosto de 2016

Qual será a tua herança.....


Qual a primeira coisa que lhe vem à mente quando você escuta a palavra "herança"? Herança é algo que se recebe por direito, por lei ou por caracteristicas naturais". Existem vários tipos de herança. Entre eles, citam-se: 1. herança financeira: herdada de parentes ou amigos que morrem, é o tipo de herança que se ganha através da desgraça dos outros. 2. herança genética: pode ser definida como o que se transmite por hereditariedade, ou, simplesmente, bagagem genética. São as caracteristicas fisicas que recebemos dos nossos parentes: tipo de sangue, cor da pele e, infelizmente, problemas de saúde. Talvez essas duas sejam as mais conhecidas. No entanto, existem duas outras que são totalmente diferentes destas. Estas duas primeiras podem acabar, pois, como diz a Palavra, o ladrão vem e rouba, a ferrugem corrói e a traça destrói. E, com relação à herança genética, nós morremos fisicamente. As outras duas heranças, depende muito da escolha de cada um se ficará com elas ou não. Vejamos: 3. herança do pecado (Rm 3.23). Começou com Adão e Eva, que são os legítimos representantes dela. Ela não escolhe posição social (herança financeira) nem cor (herança genética) e nivelou todo mundo em um só patamar: "todos pecaram...". No entanto existe cura para todas essas outras aqui referidas que é a nossa terceira e última herança., 4. herança da graça (Jo 1.12). Quem a consquistou nunca teve dinheiro, mas era extremamente rico. Veio, sim, através de uma linhagem, a de Davi, mas acima desta ele tinha uma linhagem celestial. Se todos pecaram, todos também foram alcançados(Jo 3.16). – Apaga os erros cometidos por causa da primeria herança (Rm 8.1). – Não pode ser roubada, como a herança financeira, pois Paulo diz em Romanos 8.35 que ninguém pode nos separar do amor de Cristo. Seja deste mundo ou do porvir. – Nos dá o direito de participar de uma raça eleita: a dos de primeiro mundo? Não. A dos nobres de sangue azul? Não. A dos lavados pelo sangue carmesim de Jesus Cristo. – Recebemos riquezas; não a da herança financeira, mas aquela que está bem guardada em tesouros, onde o ladrão não rouba. – Receberemos um novo corpo, não com as caracteristicas do nossos pais humanos, mas sim de um corpo glorificado. – Teremos um novo nome, não registrado em cartório humano, mas sim no livro da vida. Quando alguém morre escreve um livro testamento, e nele coloca os nomes de quem ele deseja que sejam repartidas a sua herança. Quero lhe dizer que alguém morreu e deixou uma herança indizevel e inefavel, este alguém se chama Jesus Crsto, o justo. Se você me perguntar o que é necessário para receber todos estes galardões, eu lhe responderia com atos 16.1, como tão bem falou Paulo e Silas para aquele carcereiro: "Crê no Senhor Jesus Cristo e será salva tu e a a tua casa". Paz e bem

Certezas e o evangelho do amor...


O que fazer quando a alma de muitos grita por algo novo e outros preferem a velho, o retrógrado, o ultrapassado, o que já não transforma? Quando uma adoração torna-se uma obrigação para o cristão, quando uma religião toma uma posição superior ao próprio Cristo, quando um culto torna-se antropocêntrico e não cristocêntrico, acho que Deus observa do seu trono e se indigna com tanta hipocrisia, com tanto farisaísmo, com tanta falta de conhecimento sobre Ele: — Estou cansado de seus cultos, voces levantam as suas mãos cheias de mentira, cheias de idéias e filosofias sobre o que Eu sou, mas Eu sou o que Eu sou, não o que acham que Eu sou, retorcem a minha palavra, a utilizam para justificar suas teorias e doutrina de homens. Será que não me respeitam como Deus, como criador de vocês, como Pai de vocês, filhos ingratos! Morri por todos, quero salvar todos, mas vocês estão limitando o meu poder por seus legalismos exarcerbados. Deixam Mamom tomar conta de Meus cultos, gastam o seu tempo com coisas vãs, fúteis ao meu reino. Eu mesmo disse que cuidaria de vocês, mas não crêem. É tempo de voltar ao primeiro amor, ao evangelho verdadeiro, o evangelho do amor, da comunhão, do partir do pão e do culto racional. Paz e bem

Porque não cremos como deveria......


Leio alguns salmos de lamento ou súplica e fico com a impressão de que muitas vezes nossa ‘alma’, isto é, nossas emoções, não respeita nossa fé. Nos salmos 42 e 43 há um refrão que diz, “Por que estás abatida, ó minha alma, por que te perturbas dentro de mim? Espera em Deus, pois ainda o louvarei, minha salvação e meu Deus” (42.5,11; 43.5). Retrata alguém tentando convencer a sua alma (a si mesmo) a confiar em Deus. É interessante o contraste entre as descrições de Deus e de si mesmo. Deus é minha salvação, meu Deus (42.5,11), Deus vivo (42.2) concede a sua bondade (42.8), é o meu cântico (42.8), minha rocha (42.9), minha fortaleza (43.2), minha grande alegria (43.4). Por outro lado, o salmista diz, derramo a minha alma (42.4), minhas lágrimas têm sido meu alimento (42.3), minha alma tem sede de Deus (42.2). Ele pergunta, quando irei e verei a face de Deus? (42.2), por que te esqueceste de mim? (42.9), por que ando lamentando por causa da opressão do inimigo? (42.9; 43.2), por que me rejeitaste? (43.2). Como alguém que crê em Deus como rocha, salvação e grande alegria pode lamentar dizendo por que me rejeitas? Por que ando lamentando? Por que te esqueceste de mim? As figuras que o salmista usa para descrever Deus denotam solidez, confiança, proteção. Deus é rocha, fortaleza, meu auxílio, minha salvação. Mas as perguntas e a descrição de sua própria situação denotam fragilidade, necessidade, perturbação, fraqueza. A alma tem sede, está longe de Deus, o salmista foi esquecido e rejeitado por Deus e está sob opressão. Vejo nesses salmos e em outros salmos de lamento aquilo que chamo de a alma não respeitar nossa fé. Pela fé afirmamos e queremos confiar que Deus é rocha, é fortaleza, é minha grande alegria. Queremos esperar nele que é nosso auxílio e nosso Deus. Porém os conflitos, aflições e sofrimento nos abalam e perturbam a ponto de nós estranharmos nossas emoções. É como se intensos sentimentos, emoções e pensamentos estivessem sabotando nossa confiança em Deus. O salmista estranha a sua alma e tenta convencer a si mesmo a esperar em Deus a quem ele ainda haveria de louvar. Esse salmo tem uma boa notícia e uma má notícia. A má notícia é que parece que as circunstâncias não mudaram. Pelo menos não há nenhuma indicação nesses salmos (42, 43) de que a situação do salmista tenha mudado, isto é, que a opressão do inimigo tenha cessado. Pelo contrário, ele suplica que Deus defenda a sua causa diante da nação ímpia (43.1), que envie a sua luz e verdade par ao guiar (43.3), e se compromete a no futuro ir louvar a Deus em seu altar (43.4). A boa notícia é que embora as circunstâncias não tenham mudado, a sua confiança está sendo restabelecida. Enquanto suas lágrimas tomavam conta dele noite e dia (42.3), as lágrimas são substituídas pela bondade durante o dia e pelo canto à noite (42.8). A oração não levou a uma mudança imediata das circunstâncias, mas revigorou sua confiança. O lamento, o luto, a queixa diante de Deus têm essa capacidade – transformar nosso choro em sorriso ainda que as circunstâncias não tenham mudado. Paz e bem

terça-feira, 12 de julho de 2016

Porque......


‘’Os atos dos homens não invalidam os propósitos de Deus. ’’ Se Deus criou tudo, ou melhor dito, o ser humano para ser bom e justo, o por qual motivo permite toda uma enxurrada de calamidades, de atrocidades, de mazelas, de genocídios e de atos facínoras? Ora, os mais ferrenhos opositores da fé cristã apontam para isso e põe uma incerteza na saga do Messias, até a cruz, a ressurreição e a veracidade de suas palavras. De certo, ao mexer e remexer as páginas da denominada igreja, tristemente, acabamos por ser confrontados, com toda uma pletora de situações deploráveis, como as inquisições, as perseguições aqueles que se opunham as arbitrariedades do clero, as conveniências com sistemas políticos e econômicos opressores e por ai vai. Em tudo isso, quando conversava com algumas pessoas, uma me indagou sobre o por qual motivo Deus criou o diabo e com qual finalidade? Desde então, comecei a ruminar nessa questão e longe de levantar uma abordagem teológica, arrisco específicas ponderações, ao qual me deságua na capacidade de decidir e responder, referente aos seus atos. Ouso dizer, quer queiram ou não, o quanto cada criatura do Criador e aqui, evidentemente, delimito ao ser humano e aos seres celestiais foram constituído com essa condição peculiar de escolha. Vou mais adiante, o ser humano, eu e você, imbuído e marcado com a característica de decidir e responder, como seres de criação e inovação, de inspiração e transformação. Deveras, os propósitos de Deus envoltos a sermos bem – aventurados, de sermos praticantes da justiça e da dignidade, de sermos solidários e fraternos, de sermos protagonistas da vida e do respeito, de modo algum, perdem sua validade, em decorrência das inclinações adotadas pelos homens. Aliás, isto me faz ir a direção de uma leitura acurada sobre os rumos de muitos arraiais evangélicos, diga – se de passagem, chafurdados numa espécie de dualismo bem e mal, como se o evangelho dependesse do mal para mostrar sua importância. Infelizmente, colhemos, principalmente, ao acessar os ícones do tele – evangelismo, toda uma ênfase a essa aparente necessidade do mal e nos esquecemos dos nossos atos e das nossas práticas. É bem verdade, em hipótese alguma nego as falanges demoníacas, as potestades espirituais, agora, se, em Cristo, cria – se uma nova perspectiva de enfrentar a vida, o por qual motivo ainda prosseguimos com um gosto amargo, com relação a servir e seguir as boas novas? Eis uma questão, por ora, a não ser respondida, no que se refere se Deus de tudo tem ciência, por qual motivo, então, formou seres com esses atributos de gerar realidades contagiadas de violência, de hostilidade, de escravidão, de ofensa? Sinceramente, não sei, tão somente, ainda, em Cristo Jesus, há a via acessível para recomeçar, adentrar na dimensão de uma trajetória simples da vida, sem tantos pesos, sem tantas mensurações de condenação e julgamento, sem tantas imposições para ser quem está certo ou errado, sem tantas cobranças e lutar para saber quem está com a verdade, na palma das mãos. Por ora, como parte do corpo de Cristo, somos chamados para nos filiar a essa utopia de andar uma légua a mais, de dar a outra face, de fazer as pegadas do bom samaritano, a sinceridade das maiores personalidades de fé alcançadas por Jesus (que eram e foram pessoas marginalizadas, esquecidas, perseguidas, sobre desconfianças e repulsas. Paz e bem

Que bom não sou melhor que meu próximo.... será ?


Diga-me se você já não se sentiu tentado a imaginar-se melhor que os demais. Mais sábio, mais humilde (que bela contradição) ou talvez “com mais clareza a respeito de meus pequenos, mas desculpáveis erros, assim como das enormes e indesculpáveis hipocrisias dos demais”. Jesus, como sempre, rompe esses nossos esquemas mentais. Contra todas as expectativas dos religiosos da época, ele mostrou que, por exemplo, inclusão, perdão e transformação são possíveis. Vejamos duas breves histórias, dois encontros, que nos revelam com uma simplicidade surpreendente a maneira como o Senhor nos chama, nos inclui, como ele nos restaura, nos transforma para uma nova vida e propósito. Uso essas três palavras e conceitos de uma maneira consciente: inclusão (ou alcance do evangelho, chegando aos que em verdade precisam dele, os que se reconhecem perdidos); perdão (restaurando, não só internamente, mas também aos olhos dos demais) e transformação (um encontro com Jesus que sempre nos leva a ser diferentes do que éramos antes). Um publicano chamado Levi (Lucas 5.27-32) e o chefe dos publicanos, Zaqueu (Lucas 19.1-10): 1. Um publicano chamado Levi Concordemos que se Jesus quisesse popularizar e expandir uma fé entre o povo judeu pareceria que enveredou por uma estratégia absurdamente equivocada. Ele não só parece tolerar como se alia em intimidade com os vilões, com os traidores, com os que expropriam o povo para manter o domínio do império. Aliar-se e comer com eles era tudo o que os judeus esperariam que o seu Messias não faria. Agora, vem algo mais. Mesmo para os seus discípulos seria difícil entender a lógica de chamar a Levi para segui-lo. Imaginem a cena. Às margens do lago de Genesaré, em Cafarnaum, está uma barraca de cobrança de impostos, que beneficiavam a Herodes Antipas (governador da Galiléia e Peréia) – o mesmo que havia sido responsável pela decapitação de João Batista. Levi era do tipo mais odiado de cobradores de impostos: um coletor de ‘impostos da agricultura’. Sua posição lhe permitia ser mais arbitrário e, com frequência, mais desonesto. Alguns dos discípulos mais próximos, chamados por Jesus para segui-lo, eram pescadores. Pescadores que estariam pagando impostos justamente através de alguém como Levi. Taxas aplicadas ao indivíduo, à comunidade, alfandegárias, de todo tipo. Por isso os cobradores de impostos eram mal vistos. Não só ajudavam o país dominador, como também tinham a fama de embolsar algo por fora (soa familiar?). Por isso os líderes dos judeus os consideravam impuros. Cobradores de impostos apareciam na literatura rabínica listados ao lado de assassinos e adúlteros. 2. Zaqueu: mais odiado ainda Daí chegamos a Zaqueu. Dentre o odiado grupo dos cobradores de impostos, ele estava um degrau acima: ele era um chefe, o responsável por toda uma rede de coleta de impostos. Zaqueu seria o tipo de pessoa rejeitada e ridicularizada pelo povo. Fazer um pixuleco dele seria pouco. Ficar cantando “Zaqueu, o baixinho” também seria apenas uma pequena porção da possível zombaria e desprezo direcionados a ele. Se muitas vezes eram os líderes dos religiosos que reclamavam da falta de cuidado de Jesus sobre com quem ele andava, agora foi uma reclamação generalizada, ‘todo o povo’. Talvez Zaqueu merecesse esse tratamento. Ele não era ingênuo. Não só havia decidido trabalhar para os poderosos romanos, como se aproveitou dessa situação para roubar e ficar rico. Se Levi foi surpreendido pelo convite, já Zaqueu buscou a Jesus. Mas ambos ilustram muito bem a atitude desses que recebem perdão e salvação. Levi: levantou-se, deixou tudo, seguiu-o e ofereceu um grande banquete. Zaqueu: queria ver, correu, subiu numa figueira, levantou-se e fez declarações, deu (metade dos bens aos pobres) e devolveu (quatro vezes do que extorquiu). Mania de restaurar as pessoas Se Jesus chama, se Jesus vai ao encontro, esse encontro e intimidade produzem transformação na vida dessas pessoas. Jesus tinha essa mania de restaurar as pessoas. Parece que esse ‘hábito’ de Jesus incluía não se importar com o passado dessas pessoas, nem com o seu ‘lugar social’, sua reputação diante dos demais, nem mesmo se importando, ao menos à primeira vista, com os erros dessas pessoas, como se eles pudessem impedir que Jesus se aproximasse e tivesse comunhão íntima com elas. Surpreendente, não? Ser publicano, um representante do império? Ser visto como escória e traidor? Ser um ladrão? Jesus não se impressiona, não deixa de ir até a sua casa e de dividir a mesa com eles. Assim é o ministério redentivo, perdoador e restaurador de Jesus. Pecadores são perdoados, doentes são sanados e perdidos são encontrados. Se Jesus convida, inclui, perdoa e podemos ver que ele também está interessado em restaurar. Essa restauração passa por uma completa reorientação de suas vidas. Foi assim com Levi, com essa nova identidade. É impressionante ver em quem um odiado cobrador de impostos se transforma: em Mateus, um dos doze discípulos mais próximos de Jesus, um dos apóstolos, o autor da mais longa biografia de Jesus. Levi, que seria também Mateus, um novo nome que poderia apontar para essa restauração, conversão, uma completa nova orientação de vida. E com Zaqueu? Restauração também com frequência inclui reparação de erros passados. Isso não é sinônimo de penitência, como se fosse possível pagar por seus pecados, nada disso. Apenas significa que justiça muitas vezes inclui um conceito de restituir e reparar, quando possível, o que foi tirado, roubado. É o que acontece na história de nosso ‘chefe da máfia’ dos cobradores de impostos. Quando Zaqueu anuncia os efeitos práticos de sua reparação, a resposta de Jesus é que “hoje entrou salvação nessa casa”. Interessante observar que Jesus decide ir à casa de Zaqueu e jantar com ele antes que ele tomasse essas decisões. Ou seja, Zaqueu não se ‘torna digno’ do convite de Jesus por causa do que faz. Pelo contrário, a misericórdia chega primeiro a Zaqueu, ela é oferecida em primeiro lugar. Logo a misericórdia e a graça de Jesus se transformam em perdão e restauração. Como evidências dessa restauração, surgem as ações de reparação e restituição. Jesus provoca transformação e não há outra maneira de sair da presença de Jesus que não seja transformado pela sua graça. Como estamos quando nos encontramos com Jesus? 1. Jesus nos aceita, nos convida. Assim não podemos perder a oportunidade desse convite que ele nos faz para uma nova vida. Ele quer se encontrar com cada um de nós, e não coloca condições para esse encontro. 2. É preciso aprender a receber esse perdão de Deus em nossas vidas. O perdão de Deus nos ajudará a perdoar a nós mesmos (o que muitas vezes é o passo mais difícil) e nos ajudará também a ser mais misericordiosos e perdoadores com os demais. Se Jesus me estende da sua graça, quem sou eu para retê-la e não oferecê-la a quem está ao meu redor? 3. Ele nos chama para restauração, para mudança, para transformação. Não sei o que talvez você precise abandonar, renunciar, entregar. Eu sempre tenho uma lista grande em oração – isso talvez seja um sinal de que transformações levam tempo. Mas é um bom caminho ter os ouvidos abertos a esse convite, um coração sedento para receber esse perdão, e pés ligeiros rumo à transformação e à nova vida. Humildemente, te animo: pare de se achar melhor que os demais e não perca essa oportunidade! Paz e bem

quinta-feira, 30 de junho de 2016

Porque somos tão cruéis..


Criticar os outros é algo muito perigoso; nem tanto pelos erros que você pode cometer ao criticar, mas pelo fato de você poder estar revelando algumas verdades a seu respeito. Imagine uma pessoa cravar uma faca afiadíssima no peito de um amigo, num momento de repentina ira. À medida que a lâmina penetra o corpo, seu amigo, atônito, tenta desesperadamente encontrar um pouco ar. A seguir, gritando muito de dor, ele cai ao chão. Provavelmente perdendo muito sangue, sucumbido pelo sofrimento, ele entra em choque e perde os sentidos. Essa pessoa muito certamente não morrerá, porque virá a receber cuidados médicos adequados e em tempo propício. No entanto, ele irá carregar no peito, pelo resto da vida, uma enorme e repugnante cicatriz. É difícil imaginar uma cena como essa... A realidade, porém, é que muitos de nós cravamos amiúde lâminas cruéis, inclusive em pessoas que amamos. Nós usamos “facas invisíveis” que não derramam sangue. Nossa arma preferida é a crítica. Os ferimentos que provocamos são tão impiedosos como os produzidos por uma faca de verdade. É importante encorajarmos a todos sermos mais prudentes com a crítica, porque ela pode destruir a auto estima de alguém e trazer sobre essa pessoa, perdas irreparáveis. Alguns de nós, já nos tornamos críticos costumazes. Antes mesmo que sare a ferida que provocamos, de novo, e mais uma vez, e outra vez, voltamos a “esfaquear” no mesmo lugar. Como podemos ser tão cruéis ? A próxima vez que você sentir que está prestes a “esfaquear” alguém com suas palavras, faça uma pausa, nem que seja por um breve momento, e na sua imaginação torne a sua “faca” visível, isso fará você refletir mais concretamente na atitude que está para tomar. Uma vez compreendida as feridas que você pode estar causando, haverá a certeza de que ainda existirá chance de você interromper tão impiedoso ataque. (Meditação: A morte e a vida estão no poder da língua; o que bem a utiliza come do seu fruto” – prov. 18:21) Paz e bem

Eu e minha fé.....


Andar com fé, é saber que cada dia é um recomeço, é ter certeza que os milagres acontecem, e que os sonhos podem se realizar. Andar com fé, é saber que temos asas invisíveis, é fazer pedidos a Deus e abrir as mãos para o céu ! Andar com fé, é olhar sem temor as portas do desconhecido, ter a inocência dos olhos da criança, a lealdade do cão, a beleza da mão estendida para dar e receber. Andar com fé, é usar a força e a coragem que habitam dentro de nós quando tudo parece acabado. Andar com fé, é saber que temos tudo a nosso favor, é compartilhar as bênçãos multiplicadas, é saber que sempre seremos surpreendidos com presentes do Pai amoroso, é a certeza que o melhor sempre acontece e que tudo aquilo que almejamos está totalmente ao nosso alcance. Basta só Andar com fé! Paz e bem