FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

domingo, 28 de setembro de 2014

Só o Senhor é Deus ........


2ª Leitura - Fl 2,1-11 Tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus. Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 2,1-11 Irmãos: 1Se existe consolação na vida em Cristo, se existe alento no mútuo amor, se existe comunhão no Espírito, se existe ternura e compaixão, 2tornai então completa a minha alegria: aspirai à mesma coisa, unidos no mesmo amor; vivei em harmonia, procurando a unidade. 3Nada façais por competição ou vanglória, mas, com humildade, cada um julgue que o outro é mais importante, 4e não cuide somente do que é seu, mas também do que é do outro. 5Tende entre vós o mesmo sentimento que existe em Cristo Jesus. 6Jesus Cristo, existindo em condição divina, não fez do ser igual a Deus uma usurpação, 7mas ele esvaziou-se a si mesmo, assumindo a condição de escravo e tornando-se igual aos homens. Encontrado com aspecto humano, 8humilhou-se a si mesmo, fazendo-se obediente até a morte, e morte de cruz. 9Por isso, Deus o exaltou acima de tudo e lhe deu o Nome que está acima de todo nome. 10Assim, ao nome de Jesus, todo joelho se dobre no céu, na terra e abaixo da terra, 11e toda língua proclame : 'Jesus Cristo é o Senhor' - para a glória de Deus Pai. Palavra do Senhor. Na missa de ontem 27/09, as 18:00hs, celebrada na Capela de Santa Efigênia e presidida por Padre Eudes, não foi dificil compreender apos sua homilia o quanto somos mesquinhos e pequeninos, quem estava presente pode participar de uma das mais belas pregações que participei nestes trinta e dois anos de serviço ao meu senhor. Acima esta o texto da Leitura da Carta de São Paulo aos Filipenses 2,1-11 a qual foi usada com mais enfase por nosso sábio sacerdote, para mim foi um abraço de Deus dado por suas sabias palavras e um encorajamento para as horas em que temos a vontade de chutar o balde por atitudes mesquinhas e tirânicas de alguns irmãos que acham que ao ser chamado para trabalhar na vinha do Senhor se acham acima do bem e do mal e tentam com isto ser donos da vinha. Gostaria que todos nós fizéssemos uma reflexão nesta leitura e voltássemos a casa do Pai, não como Senhores mas como servos humildes e obedientes. Quando as circunstâncias enfraquecem minha fé, a graça não me parece suficiente e tanto amor não alegra meu coração... Quando sou grande aos meus próprios olhos, as coisas me importam mais que as pessoas e meus pés guiam-se por conta própria... Quando coloco uma máscara, minhas palavras contradizem as ações e as decisões são passageiras... É preciso parar. Silenciar. Inclinar os ouvidos e prestar atenção aos sussurros do coração... Tempo de questionar e de buscar respostas. Por onde andei? O que fiz? Por que me afastei? Tempo de lágrimas, arrependimento, humilhação e súplicas. Tempo de ouvir Sua voz suave, permitir ser abraçado, sentir Seu perdão e aconchegar-me com Seu terno e eterno amor. Tempo de receber Sua paz, ouvi-lo me chamar de amigo e ter a certeza que nada poderá nos separar. Em tempo, voltar à casa do Pai.

Paz e bem

Porque devemos ser igreja e estar na igreja......


Igreja não é um templo feito por mãos humanas, que será o “local da benção de Deus”. Porque somos bombardeados de informações erradas que procuram “vincular” a presença de Deus a lugares “santos”. Tentando resgatar o conceito vetero-testamentário do templo como habitação de Deus. Mas nós somos o templo do Espírito Santo (cf. Ef. 6:19) e Deus não habita em templos feitos por mãos humanas (cf. At 7:48). Esse conceito tem afastado muitas pessoas do amor de Deus. Criando apenas um vínculo religioso, uma obrigação religiosa e não uma verdadeira caminhada como cristão. Resgatando o sacerdócio nos moldes do Antigo Testamento e anulando a graça de Cristo. No entanto, isso não significa que devemos abdicar de nossa presença na Igreja, como instituição. Pelo contrário, é apenas estabelecer nossa fé da maneira correta. Porque um indivíduo, sozinho, ao contrário do que muitos têm pregado, não é igreja. Todos somos parte da Igreja. Somos parte do Corpo. “Porque, assim como o corpo é um, e tem muitos membros, e todos os membros, sendo muitos, são um só corpo, assim é Cristo também.” 1º Coríntios 12:12 “Para que não haja divisão no corpo, mas antes tenham os membros igual cuidado uns dos outros, De maneira que, se um membro padece, todos os membros padecem com ele; e, se um membro é honrado, todos os membros se regozijam com ele. Ora, vós sois o corpo de Cristo, e seus membros em particular." 1º Coríntios 12:25-27 Mas, é fundamental ressaltar que o Corpo de Cristo, a Igreja, são as pessoas e não os templos. O templo é apenas o local da nossa reunião, de nos unirmos com o objetivo de sermos oração. O templo em si não é santo, nós é que devemos ser. A analogia de Paulo referindo-se a Igreja como um corpo, não somente me agrada como me parece a melhor definição que temos. Os membros do corpo precisam e dependem uns dos outros. Eles não podem viver separados, precisam estar ligados. Há ainda em Efésios outra definição que nos dá a dimensão do que isso significa. “E qual a sobre excelente grandeza do seu poder sobre nós, os que cremos, segundo a operação da força do seu poder, Que manifestou em Cristo, ressuscitando-o dentre os mortos, e pondo-o à sua direita nos céus, Acima de todo o principado, e poder, e potestade, e domínio, e de todo o nome que se nomeia, não só neste século, mas também no vindouro; E sujeitou todas as coisas a seus pés, e sobre todas as coisas o constituiu como cabeça da igreja, que é o seu corpo, a plenitude daquele que cumpre tudo em todos.” Efésios 1:19-23 Ele, Cristo, é o cabeça da Igreja. A Igreja é o seu corpo, sua plenitude. E o que isso significa? Plenitude é o estado do que se acha completo, inteiro, cheio. Superabundância, grandeza. Logo, concluímos que é na Igreja que se manifesta a grandeza e o cuidado de Deus na vida de seus filhos. Ela é a Sua plenitude. Nela se completa a manifestação do Senhor, o seu amor e o seu cuidado. E todos nós precisamos do amor e do cuidado do Senhor. Nós precisamos da Sua Igreja. Por isso, eu preciso da Igreja. Eu não sou igreja sozinho, sou parte de um todo, sou parte de um corpo. O Corpo de Cristo. Nós precisamos da Igreja de Cristo, nós precisamos uns dos outros. O problema de meu irmão tem que ser meu também, da mesma forma o meu problema deve ser dele. Temos que aprender, a cada dia, o significado de "levar as cargas uns dos outros" (cf. Gal. 6:2) e assim caminharmos em unidade e amor. Paz e bem

Tire o celular, pois a terra é santa.....


Por Calebe Ribeiro Se Moisés tivesse um IPhone na época da sarça provavelmente ele passaria por ela sem perceber o evento, ou talvez, começaria a filmar e depois lançaria no Instagram com a tag: “#SemFiltro”. O celular nos priva muitas vezes de perceber “sarças que se queimam” por aí. O que quero mostrar é que o celular também é um forte concorrente disputando o monopólio da nossa atenção. Não me venha com esse papo de que é possível mexer em um aplicativo enquanto se conversa com alguém e ainda assim manter a atenção concentrada nas duas coisas. Bobagem! Deixou de ser atenção concentrada e tornou-se atenção fragmentada. Nos filmes mais antigos, depois de uma boa noite de sexo, cada um virava para o seu lado da cama e acendia um cigarro, cena clássica essa. Hoje, um casal moderno e tecnológico depois do sexo vira cada um para o seu lado e vai mexer no celular, dar uma última olhada no Facebook e no Instagram. Acordamos com o celular na nossa mão, pois ele é o nosso despertador. Tomamos café com ele, pois ficamos mandando mensagem ou lendo as notícias. Vamos para o trabalho com ele nos nossos ouvidos, pois transformou-se no nosso Ipod. Ficamos no trabalho com ele em cima da mesa e qualquer notificação já olhamos para a tela, não respeitamos nem as reuniões, nem as aulas, olhamos mesmo. Quando vamos ao banheiro não existe melhor companheiro do que um celular, só na hora do banho que fica difícil, mas agora já inventaram um que não molha. Enfim, o celular passa mais tempo com a gente do que nossas esposas, maridos, filhos, amigos. Estou para completar um ano de casado e percebi que toda vez que minha esposa e eu levamos o celular para a cama nos privamos de conversar um com o outro. Ficamos em silêncio olhando para a tela do celular e algumas vezes comentamos alguma coisa. Depois de desligados os celulares (de forma forçada, pois a bateria já chega nos 5%) falamos boa noite um para o outro e dormimos. Comecei a perceber que os últimos trinta minutos do meu dia, dos quais poderia passar conversando com minha esposa, passei na verdade de olho na telinha. Engraçado que quando compartilhei essa realidade com alguns amigos eles riram e falaram passar pela mesma situação. Propus um acordo com minha mulher, o de não levar tecnologia para a cama. Estamos nos adaptando a essa nova realidade, ficar sem o celular é como se sentir nu, somos viciados àquela zapiada rapidinha que, na verdade, leva uns 15 minutos. Na tentativa de não passar desapercebido por nenhuma “sarça ardente”, adaptamos a ordem de Deus e nos exortamos mutuamente dizendo: “Tire o celular, pois a nossa cama também é solo sagrado”. – Calebe Ribeiro é um dos pastores de jovens da Igreja Presbiteriana do Recreio, no Rio de Janeiro (RJ). É também missionário da Missão Jovens da Verda

terça-feira, 26 de agosto de 2014

Senhor : Vida da minha vida....




"Ponha a sua vida nas mãos do Senhor, confie nele, e ele o ajudará. Ele fará com que sua honestidade seja como a luz e com que a justiça da sua casa brilhe como o sol do meio dia." - Salmos 37:5-6 Quando lemos esse texto e outros como esse, logo vem a nossa mente as nossas necessidades. Como se O buscássemos e necessitássemos dEle somente em nossas necessidades. Como se Ele fosse um amuleto mágico pronto pra derramar seu feitiço do bem sobre nossas vidas. Mas o que precisamos compreender é que colocando nossas vidas em Deus, confiando cada detalhe, cada movimento, cada pensamento, cada palavra nas mãos dEle, o resultado, certamente, será que Ele brilhará em nós e nossa vida toda refletirá quem Ele é. Seremos testemunhas da justiça e da bondade dEle, porque isso será manifesto pela realidade do nosso viver. É isso que Davi quer dizer com esse trecho. Ao colocar nossas vidas nas mãos de Deus, Ele não ficará “devendo” mais uma pra nós, pra que possamos então pedir o que quisermos e Ele seja obrigado a nos dar. Não é uma troca, é uma constatação. Com certeza Davi estava aí simplesmente descrevendo algo que Ele percebeu com o passar dos anos, algo que a maturidade trouxe como sabedoria a ele. Nossa vida entregue nas mãos dEle, confiando totalmente nEle, ouvindo-O e obedecendo-O, caminhando em Seus caminhos, segundo Seus conselhos, será uma vida que causará impacto nas pessoas ao nosso redor. Seremos ajudados por Deus, mas, é claro, não se trata de nós, mas Dele mesmo! Ele deve ser visto!! A nossa causa, como diz o texto, passa a ser a causa dEle, e ela é que brilhará como o sol do meio-dia pra que todos possam ver! Isso também nos serve como termômetro, como parâmetro de estarmos confiando nossa vida plenamente a Deus: será que temos sido vistos como pessoas que tem uma “causa” diferente do padrão desse mundo? Será que as pessoas olham pra nós e enxergam uma justiça que excede muito a das pessoas ao redor, inclusive dos religiosos desse tempo? Será que vivemos uma vida honesta, como resultado de confiarmos cada ação nossa a Deus? Pense: nossa vida só faz sentido conectada a algo maior, a Cristo; sendo Ele o cabeça do corpo que fazemos parte, Ele é o único digno de glória e de “aparecer” quando resplandecemos! Porque “Ele tem de ficar cada vez mais importante, e eu, menos importante” (Jo. 3:30). Paz e bem

A menina dos olhos de Deus ( Familia )


Este é um tema que nos incita a pensar se, nos tempos atuais e diante das exigências da vida moderna, ainda é possível falar. Família: Ideia de Deus. Como essa verdade é consoladora e esperançosa e como precisamos acreditar nela, embora saibamos que, muitas vezes, a questionamos: Se Família é Ideia de Deus, por que eu não dou certo com a minha? Se Deus criou a família, por que Ele não intervém na minha? E são muitos questionamentos que fazemos a nós mesmos, a Deus e aos outros. A verdade é que toda família é um mistério. Se pararmos para pensar, veremos que, ao mesmo tempo, ela tem tudo para dar certo e tudo para dar errado. Como pessoas tão diferentes, criadas em contextos diversos, podem se unir e formar uma nova família? Se olharmos ao redor não teremos muitos exemplos que nos sirvam de modelos, nem as famílias da Bíblia conseguiram êxitos favoráveis em seus relacionamentos, pelo contrário, os padrões de funcionamentos eram disfuncionais. Mas o cuidado de Deus para com cada família do passado nos dá esperança de que Ele também cuida e irá cuidar das nossas famílias. Desde o princípio, Deus estabeleceu princípios eternos para a funcionalidade da família. O que aconteceu é que, com o pecado, o homem passou a seguir seus próprios desejos, rejeitando os ensinamentos divinos, conduzindo assim sua vida e sua família. A família é a célula mater da sociedade. Sabemos disso. O que não sabemos, talvez, é que, por conta disso, nós cristãos, temos uma responsabilidade muito grande de cuidar de nossa própria família a fim de que elas se tornem mananciais em meio ao deserto; faróis em meio à escuridão e alcancem outras famílias que estão sedentas e sem direção - “Vós sois a luz do mundo” (Mt. 5: 14). O Projeto de Deus para as famílias começa a ser revelado a nós no livro de Gênesis. Gosto de imaginar a criação e todo ato criativo do Eterno se revelando em cada momento. Diante do vazio (do inexistente) Deus traz o novo. Diante de uma terra disforme, Deus dá uma forma, trazendo para dentro de um contexto de inexistência a possibilidade, ou melhor, a própria existência. A “Tecnologia Divina” tomou conta da terra. Ao criar esse cenário real, Deus incluiu também a criação da família e delegou a ela o direito e as condições de viver a sua e na sua criação. Neste projeto, estava incluso o padrão Divino para todo o seu funcionamento. A terra daria seu alimento, o homem iria cultivá-la e todos os animais estariam sujeitos ao domínio do homem. Deus estabeleceu Padrões Divinos e Eternos para a Família. Padrões estes imutáveis, permanentes e que apesar de todas as mudanças que vão sendo geradas no seio familiar pelas pressões modernas, eles permanecem, não mudam, mas continuam prevalecendo, atendendo assim as palavras de Jesus que disse: “Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão” (Mt. 24: 35). Neste sistema, todos os membros interagem entre si e cada um tem a sua participação e responsabilidade. Para que esta família alcance seus objetivos, todos precisam cooperar, tornando-se responsáveis em cumprir suas funções especificas, são elas: O casal cuidando do seu casamento, os pais sendo pais dos filhos e os filhos respeitando a liderança dos pais e se submetendo ao seu papel de filho. O salmista, no Salmo 128, descreve de forma poética essa relação familiar, mas, deixa em evidência a necessidade que toda a família tem de temer ao Senhor e andar em seus caminhos para que ela consiga ter bons êxitos e ser feliz. Essa verdade, ninguém pode mudar: Deus é o Autor da família, nós somos seus personagens e temos um roteiro, escrito por Ele, a ser seguido e obedecido. Nosso desafio enquanto Família Cristã é frutificar em meio à crise, fecundar em meio à inexistência. Em meio ao caos das relações familiares semear as sementes de Deus a fim de que gerem as verdades Divinas para as famílias desta Nação. Paz e bem

sexta-feira, 25 de julho de 2014

A Cruz e o sacrifício ...


Não se pode falar do sacrifício da cruz sem antes comentar a respeito do significado da cruz para Deus e para os homens. E se alguém procura falar diligentemente sobre sacrifício da cruz, deve-se entrar no cerne da sua eficácia, ou seja, experimentá-lo todos os dias de sua vida.

Quanto ao seu significado, tanto para Deus e para os homens, pode-se colocar de forma bem simples, mas nem por isso o assunto perde a importância. Para Deus é a forma perfeita de se reaproximar intimamente com os homens, restaurando a comunhão perdida no Éden. Para os homens é substituição da pena que todos mereciam por carregar a herança do pecado. O homem foi substituído na cruz por Jesus, e essa substituição foi planejada pela trindade na eternidade de Deus, mas para que o sacrifício da cruz tenha seu real efeito sobre todos que aceitam e reconhecem a necessidade de tal holocausto, é necessário se incluir cotidianamente nesta crucificação juntamente com Cristo. Isto é o que a bíblia chama de negar a si mesmo.
(Lucas 9:23) ...Se alguém quer vir após mim, negue-se a si mesmo, e tome cada dia a sua cruz, e siga-me.(A.A) 

O aspecto substitutivo do sacrifício da cruz foi realizado de uma vez por todas, e este foi concretizado por Jesus. Não cabem emendas ou retificações que possa melhorá-lo ou até mesmo completá-lo. Já o aspecto inclusivo é um exercício diário executado na vida de quem deseja ser íntimo de Deus. Esta parte cabe ao homem que por sua vez precisa estar disposto a se considerar morto para o pecado e vivo para Deus.

(Romanos 6:11) Assim também vós considerai-vos como mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus nosso Senhor.(A.A)

Engana-se o homem que pensa em apenas se manter morto para o pecado, sem se esforçar para estar vivo para Deus. Estar morto, somente morto é algo incompleto, improdutivo. Sendo assim, quem se declara estar morto para o pecado, tem de produzir frutos de quem tem uma nova vida com Cristo. É algo automático. Morre-se ali e vive-se aqui. 

Assim como Cristo ressuscitou dos mortos, sendo impossível a morte o segurar por que não lhe havia pecado, assim também é com o homem que morre juntamente com Cristo, o pecado não tem domínio sobre ele e a morte perde o efeito por que o recompensa do pecado é a morte. 

(Romanos 6:4-7 e 9) De sorte que fomos sepultados com ele pelo batismo na morte; para que, como Cristo foi ressuscitado dentre os mortos, pela glória do Pai, assim andemos nós também em novidade de vida. Porque aquele que está morto está justificado do pecado. Sabendo que, tendo sido Cristo ressuscitado dentre os mortos, já não morre; a morte não mais tem domínio sobre ele. 

Não tendo corpo para o pecado, não há como gerar dívidas. Logo a vida se faz presente, por que a onde não há morte a vida floresce por todo lado. O sacrifício da cruz é o meio pelo qual Deus gera vida através da morte do corpo do pecado. 

A cruz tem sua simplicidade quando o homem reconhece seu estado de miserabilidade e aceita à substituição de Jesus em seu favor. A mesma cruz é complexa quando, pela soberba deste mesmo homem, que tem seus olhos cegos pelo príncipe deste século, se torna loucura, uma ideia recusável e indigna de aceitação. Pois os homens que perecem sem se dar conta do seu fim eminente, não conseguem entender a Glória que há na Cruz de Cristo, em considerar diariamente seu corpo como morto para o pecado e vivo para Deus. 

(Romanos 8:11) E, se o Espírito daquele que dentre os mortos ressuscitou a Jesus habita em vós, aquele que dentre os mortos ressuscitou a Cristo também vivificará os vossos corpos mortais, pelo seu Espírito que em vós habita.

Esta glória não estar na morte do corpo e sim na nova vida em Jesus e por Jesus. É uma vida que expressa à vontade do Pai assim como Jesus tinha prazer em fazer a vontade do Pai, e os que são transformados em Cristo e vivem por Cristo, isto é, ressuscitado em Cristo, tem seu prazer em fazer a vontade do pai que está no céu. Sendo assim a morte do corpo não pode subjugar a vida que há em Cristo Jesus. 
O sacrifício da cruz tem como o objetivo a vida não a morte. A morte não mais reina nos corpos mortais de quem tem a nova vida em Cristo.

(Romanos 6:12) Não reine, portanto, o pecado em vosso corpo mortal, para lhe obedecerdes em suas concupiscências.

Vivamos para Ele, pois já estamos mortos para o pecado e temos vida no Filho de Deus...

Paz e bem

Conversando com Deus....




Algumas vezes pensamos em Deus como alguém de outro planeta, alguém que não está acessível, ou que é grande e poderoso demais para se importar com alguém tão pequeno. Mas a cada dia que passa me impressiono ao perceber Deus tão perto, tão acessível, tão amigo. Aquele que é grande demais, se fez pequeno quando se fez homem através de seu filho Jesus.

Aquele que é poderoso demais, mostra o quanto Ele é simples ao estar acessível a nós.
Deus é Deus de relacionamento. Ele ama, Ele se ira, Ele traz justiça, Ele ensina, Ele capacita, Ele festeja, Ele chora, Ele corrige, Ele abraça, Ele consola, Ele se importa. E a todo instante demonstra amor.

E nós, quando nos aproximamos dEle e nos abrimos para nos relacionar com Ele, começamos a perceber o quanto Ele é lindo e maravilhoso. E quando nos relacionamos com Ele, o Espírito Santo começa a nos moldar de tal forma, que temos nosso caráter transformado e passamos a expressar Deus através de nossas vidas, mesmo que seja involuntário, mesmo que seja sem perceber, as pessoas a nossa volta irão notar. Porque simplesmente se torna inevitável se relacionar com Deus e não querer o agradar a todo momento.

Então você se pergunta: Mas como me relacionar com Deus? A resposta é simples. Basta conhece-lo através de sua palavra e meditar no que ela diz e colocar em prática o que Deus nos ensina através dela. Ore, converse com Deus, conte a Ele seus segredos. Ele vai gostar de ouvir você.

Paz e bem