FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

sexta-feira, 17 de maio de 2013

Abra o coração para vida.




Algumas vezes as pessoas chegam a nossas vidas e rapidamente nos damos conta de que isso acontece porque deve ser assim, para servir a um propósito, para ensinar-nos uma lição, para nos descobrir quem somos na realidade, para nos ensinar o que desejamos alcançar. Muitas vezes, não sabemos quem são essas pessoas, mas quando olhamos em seus olhos sabemos e compreendemos que elas afetarão nossas vidas de uma maneira tão profunda que nos assustará.

Algumas vezes, essas pessoas lhe parecerão horríveis dolorosas e injustas, mas isso te levará a entender que se não superar essas coisas nunca testará seu potencial, ou seja, a sua força e o poder de seu coração. Tudo acontece por alguma razão nesta vida. Nada acontece por acaso ou por sorte. Enfermidades, feridas, o amor, momentos perdidos de grandeza ou de pura bobeira, tudo ocorre para provar os limites de nossa alma.

Sem essas pequenas provas, a vida seria como um caminho recém-pavimentado, suave e liso, direto, sem rumo a nenhum lugar, plano, cômodo e seguro, mas sem razão de existir.

As pessoas que conhecemos afetam nossas vidas, as derrotas e vitorias que experimentamos com elas criam as pessoas que somos. É com as más experiências que muitas vezes aprendemos as lições mais significativas de nossas vidas. Se alguém te fere, te trai ou arrebenta com seu coração dê-lhes graças porque te ensinaram a importância de perdoar, da confiança e de ter mais cuidado no futuro para quem você abrirá o seu coração. Se alguém te ama, ame-o não porque ele te ama, mas porque te ensinou a amar e abrir o seu coração e seus olhos para as coisas pequenas da vida.
Aprenda tudo o que pode aprender, porque quem saberá, se mais tarde não terá essa oportunidade. Permita-se apaixonar (mesmo que doa), a se libertar e colocar sua vista em um lugar bem alto. Mantenha sua cabeça bem alta porque você tem todo o direito de fazer isto. Repita consigo mesmo que é uma pessoa magnífica e simplesmente creia. Somos nós mesmos que atraímos para o nosso prejuízo ou para o nosso favor as companhias que nos acrescentarão as forças para a queda nas trevas ou para a ascensão à Luz Divina.  Paz e bem

terça-feira, 14 de maio de 2013

Diga-me algo sobre o amor.


''O evangelho de Cristo já nos aceitou e acredito ser esse o maior desafio a ser vivenciado, por cada um de nós. Em resumo, fomos aceitos e, por tal modo, torna - se desnecessário buscarmos meios para obtermos respectivo alvo. Vou além, o ser humano, lá no fundo de sua existência, aspira consolidar esse propósito, ou seja, a aceitação. Então, independentemente de nosso passado (com escolhas e decisões, aos quais não há como mudar, mas essa verdade de maneira alguma deve nos levar a um ressentimento mórbido). Afinal de contas, o evangelho de Cristo nos aceitou, nos incluiu e nos chama para um recomeço, pelo qual sorrir, viver, ser gente com lágrimas e alma, ser gente com uma espiritualidade viva e livre, ser gente com gente é, sim e sim, possível.''

''Podemos praticar a caridade, sem nenhuma dificuldade, porque independe de colocar nossas fragilidades e convicções em pauta. Agora, o amor envolve olhar para quem está ao nosso lado e permitir que nos veja, com todas nossas fronteiras.''

''a unidade nos chamada para sair da solidão e a unanimidade do superficial.''

''Participar da mesa de Cristo nos traz a escolha por assumirmos o compromisso pelo próximo e sempre devemos perguntar: - Quem é esse próximo? Talvez a resposta esteja ao seu lado!...''

‘’O amor não se vale de uma epopeia para ser aceito, mas simplesmente de um abraço; não se desdobra em métodos e sistemas de persuasão, mas procura levantar o olhar do próximo; não tem respostas para tudo, mas tem a coragem para sentar ao lado e respeitar as fronteiras do próximo; não concebe o silêncio, como algo mórbido ou uma fuga hipócrita; não aceita se fragmentado em conceitos equivocados de servir para uns e outros não; não aceita ser visto apenas como ágape, nem eros e muito menos philia; abre a porta para o diálogo e o ouvir; desce pelas escadarias do serviço fraternal; lança as cordas dos recomeços; não barra as lágrimas; sobe ao palco da vida e aceita rir, sorrir, curtir o pôr do sol, o suave ressoar dos ventos, o toque alentador das águas do rio e outras formas de conceber a vida, sem os pesos e contrapesos; não se curva diante de uma felicidade plastificada; não se conforma com os muros da indiferença, da intolerância e da insensibilidade; aplaude as qualidades do próximo; não se envergonha de dizer o quanto o próximo é valioso, é importante e é singular; não se esconde na culpa e nem da condenação; o amor ouve, sente e percebe o pulsar das emoções; submerge na alegria de ser gente, de ler um romance, de levantar ancora em direção do recomeçar; o amor abre caminhos, aproxima e aprofunda o respeito com relação ao próximo; o amor reconhece os erros, mas não faz disso um desgraça; o amor torce, sem ver o semelhante numa arena de gladiadores; o amor tem uma substancia lúdica, irreverente, humana, poética, singela e transparente; o amor não terá resposta para tudo; não faz do próximo, canal de suas frustrações e amarguras; o amor não se coloca como julgador, mas atenta para cada situação; o amor é um contínuo aprendiz da inclusão; o amor não precisa de holofotes; o amor se abre para a democracia da confissão, porque não se amolda a ditadura do narcisismo e da perfeição; o amor serve e espera o retorno de faces livres, abertas, francas e companheiras; o amor participa dos alaridos de um recém – nascido, torna – se parceiro de um ser diante das decisões e escolhas da vida e o acompanha no derradeiro suspiro; o amor folheia as páginas dos primeiros passos, estranhamente se encontra no ímpeto da puberdade e na transição da maturidade, não abona o surgir das rugas e das marcas dos anos; o amor não se encontra nas sinagogas, nas mesquitas, nas igrejas, nas miríades de ideologias, mas sim no encontro daquilo que estava separado; o amor não mata, não subjuga, não manipula, não explora e não se aproveita das fragilidades do próximo; o amor parece uma incógnita, uma verdade de outro mundo, uma decisão contraditória; o amor tem os passos de Charles Chaplin, a honestidade das peças de Skaskpear, a simples imersão ao fundo da vida – em Jesus Cristo; o amor sopra velinhas, prepara o churrasco, não dispensa o sorvete com cobertura, não abole a vida de ser vivida.’’  Paz e bem

Uma excomunhão necessária ( Escrito por um Evangélico ).



“Porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas; destruindo os conselhos, e toda a altivez que se levanta contra o conhecimento de Deus, e levando cativo todo o entendimento à obediência de Cristo;” II Cor 10; 4 e 5

Interessante figura usada aqui por Paulo! Conselhos contra o conhecimento de Deus, são equiparados a fortalezas. O salmista usa a figura das cidades de refúgio que ofereciam proteção a homicidas culposos, para figurar a segurança dos servos, em Deus; “Deus é nosso refúgio e fortaleza” Sal 46; 1

Temos então o choque entre duas fortalezas; uma em Deus, outra, contra Deus. Se a fortaleza do inimigo consiste em conselhos que ofuscam o conhecimento, os chamados sofismas, nossas armas devem ser eficazes para desfazer tais conselhos.

Do sofista, aliás, já os filósofos não tinham um bom conceito; “Um impostor, … malabarista de argumentos, mais verossímeis do que verdadeiros, mais sedutores do que plausíveis.” Platão

Sob o argumento veraz que Deus é amor, os movimentos homossexuais, têm feito seus malabarismos sofísticos; seu pleito não é pelo direito à prática, pois, já têm; tampouco pela integridade , liberdade, os bens, etc, que também lhes faculta a lei. O que querem é a sacralização de seu erro. Que sejam aceitas no meio cristão essas formas de comportamento que Bíblia abomina.

Ora, se a Bíblia não conta, por que querem ser cristãos? Agora, se ela conta, precisam mudar seu agir e se adequar, simples assim.

É como se alguém promovesse o baile do azul, e eles quisessem participar, mas, estando todos vestidos de vermelho. Qual sua providência? Ao invés de buscarem as vestes azuis, decidiram sair exigindo que o vermelho fosse doravante nominado de azul, natural que sejam “barrados no baile”. Certo há alguns porteiros daltônicos que já não sabem a diferença, que dancem lá, pois.

A imprensa engajada na causa gay deu grande destaque à excomunhão do “padre” Beto que não vê problema no homossexualismo, nem na promiscuidade consentida, e acha que a igreja deve mudar. Ora, não sou católico, nem concordo com muito que eles creem e fazem, mas, nessa, como discordar?

Se a igreja trata, sobretudo, de bens espirituais, crê e ensina que a felicidade está no porvir, sendo aqui mero campo probatório, lugar de renúncias, cruz; e, essa gente acha que a felicidade é dessa vida, e consiste também em satisfazer as comichões do corpo, inevitável o choque.

Os pensadores antigos, tinham outra ideia sobre a felicidade; “Se felicidade estivesse nos prazeres do corpo, diríamos felizes os bois, quando encontram ervilha para comer.” (Heráclito)

Gostem ou não, cristianismo vero manda o corpo pra cruz, e aposta suas fichas nos bens da alma. Isso vale para gays e heteros, pois também nós temos nossos corpos reféns de desejos impuros, que temos que crucificar.

Não confundamos liberdade com libertinagem, pois; a vera liberdade desprende dos próprios desejos malsãos, e nem é tão livre assim, é condicional; afinal, leva “cativo todo entendimento à obediência de Cristo”, lembram? 

Embora ante seus simpatizantes que o aplaudiram, o padre pareça sábio, libertário, a Sabedoria, substantivo, aos olhos de Deus, carece ainda certo adjetivo, como ensina Tiago: “…a sabedoria que do alto vem é, primeiramente pura…” Tg 3; 17 a oposta, dissera ser, de outra esfera, “terrena” de outro campo de atuação, “animal” de outra fonte de inspiração; “diabólica”. V 15.

Não basta parecer bondoso, tolerante, bem intencionado um postulado qualquer, para ser reputado probo; se não traz o selo de pureza segundo Deus, é anátema.

"Ah! Dentro de toda a alma existe a prova de que a dor como um dardo se renova quando o prazer barbaramente a ataca…"
( Augusto dos Anjos )

terça-feira, 23 de abril de 2013

Lançado fora.


E o servo inútil, lançai-o para fora, nas trevas. Ali haverá choro e ranger de dentes. O texto completo está em Mt 25.14-30 e ilustra os investimentos que Deus faz antecipadamente em pessoas para o trabalho no seu reino. Resumindo, Jesus comparou o reino dos céus a homens que receberam investimentos para trabalhar em sua obra. Os talentos foram recebidos proporcionalmente segundo a capacidade de cada um para o exercício no reino. Os que receberam cinco e dois talentos trabalharam e foram recompensados. O que recebeu um talento enterrou-o e devolveu-o na hora do acerto de contas. Não penso aqui em desenvolver questões doutrinárias ou teológicas, mas tratar da atuação prática de cada pessoa no reino. Com clareza, vemos duas frentes de trabalho no reino com investimentos antecipados feitos pelo dono da obra. Uns trabalharam para o crescimento do reino e apresentaram relatórios elogiáveis e receberam um prêmio pelo que fizeram. Outros enterraram seus talentos. Ficaram meditando na severidade de Deus e pararam no tempo sem nada fazer para o crescimento do reino. Não posso avaliar o trabalho que tiveram estes homens para cavar um buraco para enterrar seus talentos, mas certamente molharam a camisa trabalhando contra o crescimento do reino. A avaliação que Jesus fez deles foi negativa, e eles não alcançaram graça para inclusão com os trabalhadores vitoriosos. A dica que Jesus dá aos leitores do texto é que no reino de Deus não há espaço para acomodados. Ele não aceita desculpas nem interage com os desprovidos de coragem para trabalhar no seu reino e os julga como incompetentes para desfrutarem das maravilhas de sua morada no Paraíso Celeste e aplica a palavra de desconforto quando ordena que sejam lançados nas trevas. Vamos fazer uma pergunta: Como está sendo utilizado o seu talento no reino? Para enterrar a habilidade de trabalhar no reino de Deus, não é necessário ir longe e cavar um buraco para isso. É só utilizar alguns recursos vindos do líder do outro reino. O uso deles gera alguns sintomas tais como abandonar a leitura bíblica; não ter tempo para oração; achar que a igreja está ficando muito chata com as longas missas celebradas; pensar que as mensagens televisionadas e outras virtuais substituem a comunhão no templo; estar insatisfeito para fazer serviço na igreja; enxergar os irmãos como pessoas inferiores a si; deixar de ir à igreja porque o irmão cometeu pecado que provocou escândalo; ignorar o perdão e amar o pecado. Não vou concluir esse texto, mas vou deixar uma proposta de Deus a Salomão em 2Cr. 7.14 que precisa mexer com o nosso coração para não sermos lançados fora: “Se o meu povo, que se chama pelo meu nome, se humilhar, e orar, e me buscar, e se converter dos seus maus caminhos, então, eu ouvirei dos céus, perdoarei os seus pecados e sararei a sua terra”. Paz e bem

Aprender a esperar.


Em tempos de ansiedades avassaladoras, onde fantasmas assustam, supostas ameaçam enxergo, a insegurança grita, eu preciso aprender a esperar. Vivendo na era da velocidade, onde tudo pede pressa, urgências saltitam a minha frente e embaralham minha vista, a aceleração contínua pressiona e sinto-me atropelada, eu preciso aprender a esperar. Na época onde o instantâneo é exigência básica, o imediatismo comanda desejos e dita ritmos, quando poucas horas se tornam eternidade angustiante, eu preciso aprender a esperar. Numa sociedade onde o acúmulo é regra, onde conquistas são vitrines, onde ter ou parecer vale mais do que ser, eu preciso aprender a esperar. Quando o contexto é de uma suposta perfeição, onde o belo é padronizado, a ditadura da moda se instala com força, e o que não está pronto é desprezado, eu preciso aprender a esperar. Eu preciso aprender não o desespero da fome, mas a oportunidade de ser saciada e encontrar calmaria. Diante de dias maus que me arrancam lágrimas, que esfolam uma esperança enfraquecida pela dor prolongada, que furtam o sono que já foi tranquilo, eu preciso aprender a esperar. Esperar a noite da alma passar, o dia amanhecer, os raios de luz mostrarem novas perspectivas e renovarem os passos outrora cansados. Eu quero aprender a esperar, com toda esperança, a alegria que pode vir, que voltará após o amanhecer. Esperar que as lágrimas sejam secadas e que um caminho para novos risos se abram, e a celebração seja maior que antigos lamentos. Esperar por uma volta definitiva, daquele que assegurou-me um novo mundo, falou sobre a cura das nações, de um brilho eterno, onde não mais haverá espaço para noite, para assaltos, violências, injustiças, apenas um dia sem fim, sol da eternidade. Eu preciso aprender a esperar. Esperar a libertação das ilusões, esperar a novidade de vida. Enquanto espero, aprender. Aprender a conhecer e me solidarizar com as noites de tantos. Aprender com minhas fragilidades e oferecer suporte ao necessitado, não porque eu seja melhor, mas porque espero o melhor. Nessa esperança me reparto, e sou misteriosamente acrescida. O que me estimula a aprender melhor, a viver atenta, a observar as estrelas, os sinais dos tempos, a me aproximar em esperança viva. Ensina-me, Senhor. Por: Tais Machado

quarta-feira, 17 de abril de 2013

Deus não nos deixa sozinhos.


A vida é uma grande emoção. Na vida, eu aprendi que existem caminhos mais curtos e mais longos, mas não existe caminho nenhum que não leve a Deus, ele está em todos os caminhos da sua vida. Talvez você ache que está no pior caminho, o pior que já escolheu. Talvez você ache que alguns caminhos por onde você andou foram os piores, mas eu lhe digo: Deus não lhe deixou sozinho em nenhum deles, ele nunca abandona. O que ele quer fazer é tirar de você essa baixa auto-estima, que faz com que você não ame a si mesmo por ter escolhido um caminho mais longo. Deus não deixou de lhe amar um segundo na vida, em nenhum momento. Em qualquer lugar por onde você tenha andado Deus lhe amou até aqui e lhe ama daqui em diante. Mas a gente tem mania de se condenar, de achar que escolheu errado, que não fez o melhor. Na verdade, nós tentamos fazer o melhor, mas tentar, às vezes, não é conseguir. Nós somos humanos e é por isso que Deus se entregou na cruz por nós. Se fôssemos perfeitos, ele não precisaria morrer por nós. Se nós não escolhêssemos caminhos mais longos, ele não teria precisado encurtar o caminho numa cruz. Se ele não soubesse que nós seríamos capazes de errar todos os dias, ele não morreria por nossos pecados.Ele morreria pela ignorância, por qualquer outra coisa, menos pelo pecado. Se você pecou. Se um dia você errou o caminho, a culpa não é sua, porque Deus morreu pelos pecados. Ou a morte de Deus é em vão ou você é um injusto com você mesmo. Você não precisa, nunca mais, carregar um peso que não é seu. Você não precisa carregar uma opção que você não escolheu a melhor um dia. Daqui em diante, Deus quer fazer uma história nova com você. Saiba que, em qualquer opção da sua vida, ele vai lhe amar. E se você não escolheu o melhor caminho, a misericórdia dele vai ser tão grande que vai abrir os seus olhos rapidamente, para que você enxergue a melhor opção: se é voltar por outro caminho ou sair rápido desse daqui. Eu peço a Deus que restaure o coração dessa Igreja, que tire o peso do pecado que carregamos, que nos dê o prazer de sentir a redenção que é nossa. Que possamos tomar posse da cura que recebemos na cruz. Deus está aqui para transformar tudo isso que foi passado de dor em futuro de amor. O nosso presente é feito de futuro e passado, somos nós que decidimos o quanto de cada um faz parte de nossas vidas. Deus propões que a gente diminua a carga de passado no nosso presente e aumente a dose de esperança do nosso futuro. Te pedimos, Senhor: olha por esse povo e cura esses corações. *pregação durante show do Anjos de Resgate em Franca (SP) Eraldo Mattos

Mais do mesmo ! ?




Ontem estava eu assistindo televisão em casa, procurando algo diferente, algo novo algo que me desse ânimo quando me deparei, em uma das emissoras católicas que pegam em casa, com um rosto novo, uma pessoas desconhecida cantando o que parecia uma musica de louvor. Pensei comigo mesmo, vou assistir, conhecer o trabalho, pois uma das coisas que mais gosto de fazer é procurar novos sons, outros sons, outra musica que me faça sentir bem, coisas que meus ouvidos aprovem como inovadores e autênticos. Após assistir mais da metade do programa e tendo o visto cantar muito, fiquei realmente frustrado, um sentimento que tenho sentido com muita frequência em nosso meio católico, pois nessa minha busca maluca por coisas diferentes ou pelo menos autenticas, tenho encontrado muita "imitação". Vou explicar meu ponto de vista, imagine o seguinte fato, você tem a opção de comprar um aparelho de mp3, e com o mesmo preço estão a venda o Ipod, e um mp3 coreano. A pergunta seria, o original ou a imitação coreana? Entre tantas outras comparações que eu possa citar, a resposta seria sempre a mesma, eu fico com o original. Levante a mão ai quem não concorda comigo. Pois é, lembro-me também quando eu cursava minha faculdade de musica, e mais particularmente as aulas de pratica em conjunto onde meu professor sempre falava a todos, mas em especial aos cantores, para de imitar o autor, você é um intérprete, interprete. Ou seja de a sua versão para aquela musica. O mesmo leio inclusive em revistas especializadas para guitarristas, baixistas, bateristas, sempre alguém dizendo não copie fulado, seja você mesmo. Trazendo estes exemplos para o nosso raciocínio, quando tocamos, cantamos ou recitamos a obra de alguém, podemos e devemos não imitar o autor, mas sim dar nossa cara, em nosso caso a canção, não apenas ser uma repetição, reproduzir fielmente, copiar, mas darmos sentimento, verdade, e fidelidade a nossas ações, tanto cantando, quanto tocando. Precisamos transmitir a verdade de nossos corações, e não do coração dos outros, o coração dos que pregaram bonito na TV ou no grupo de oração. E em nossos pensamentos ainda ouso em ir mais além, em nossa própria musica precisamos passar nossa verdade, em arranjos, vozes, solos, enfim em tudo. Vejo muito hoje em dia, músicos buscando arranjos parecidos, entre si e parecidos com os da Canção Nova, ou Ziza, ou Walmir Alencar. Pessoal, mais uma vez, vocês preferem o original ou a copia? Conter influência significa ter traços e não ser igual a certas pessoas. Hoje recebemos muitos trabalhos que lembram muito Dunga, Anjos de Resgate, Vida Reluz e Walmir Alencar, Eterna, ou até mesmo muitas coisas evangélicas, mas pouca coisa com a cara realmente dos artistas que as mandam. Estamos vivenciando uma época de entre safra, uma época onde pouca coisa tem realmente identidade. Poucos têm a coragem mostrar a cara, e entram com uma mascara com o rosto das pessoas ou grupos que citei acima, achando que assim seriam mais agradáveis ou até mais reconhecidas. Mesmo que não enxergam isso no fundo se espelham tanto em algumas pessoas que passam a se confundir com o reflexo. Personalidade vai muito além do que roupas o tipo de voz, mas entra por atitude, arranjos, timbres. Quantas e quantas musicas por ai começam iguais, com arranjos bons mais que lembram muito outros artistas, quantas vozes lembram outros cantores, até musicas que lembram outras. Galera, vamos melhorar a qualidade da musica católica e expandir horizontes, não fiquemos presos a "modismos" da música secular, ou a "mesmices" da música gospel, mas sim sejamos fiéis ao que a musica pede, ao novo que chama e a qualidade que clama. Guilherme Montanari Portal Católico