FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
domingo, 6 de janeiro de 2013
Uma Questão de obediência.
Pais, lideres espirituais e governantes, são autoridades constituídas por Deus. Esse principio de governo é bíblico e inegociável. Você pode odiar esse principio, você pode cuspir nesse principio. Pode quebrar, tripudiar, zombar, ridicularizar esse principio por toda a tua vida. Pode até negá-lo e rechaçá-lo, mas mesmo assim continuará sendo um principio estabelecido por Deus. Há bençãos especiais garantidas na Palavra para aqueles que se submetem a cada uma dessas autoridades. O contrário também é verdadeiro.Honrar os pais, líderes espirituais e governadores, pode parecer um simples ato de civismo, porém no mundo espiritual revela submissão a soberania divina.
Quebrar esse principio é mais que um ato de vandalismo, é o mesmo principio de rebelião luciferiana. Acha que estou exagerando? Olhe em tua volta e tente negar o estrago que a rebeldia dessa geração está causando. Não há respeito por educadores, pais, autoridades militares e isso já entrou para dentro da "igreja". O quadro é desesperador. A sociedade está de costas para o principio de autoridade estabelecida por Deus. O caus pode ser visto e sentido nas ruas, dentro das escolas, lares e igrejas.
Aos Ministros de Deus que ainda estão em pé pela graça, mesmo vivendo na geração dos "comichões nos ouvidos", meus cumprimentos. Aos pais que procuram ensinar esse principio aos filhos, meu cumprimentos. Aos que governam, que Deus tenha misericórdia. Concluo essa reflexão com três textos bíblicos que tratam diretamente dos efeitos da obediência ou não desse principio.
PAIS
" Vós, filhos, sede obedientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa, para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra." Ef 6.1-3
LIDERES ESPIRITUAIS
"Obedecei a vossos pastores e sujeitai-vos a eles; porque velam por vossa alma, como aqueles que hão de dar conta delas; para que o façam com alegria e não gemendo, porque isso não vos seria útil." Hb 13.17
GOVERNANTES
"Toda alma esteja sujeita às autoridades superiores; porque não há autoridade que não venha de Deus; e as autoridades que há foram ordenadas por Deus. Por isso, quem resiste à autoridade resiste à ordenação de Deus; e os que resistem trarão sobre si mesmos a condenação." Rm 13.1-2
Paz e bem
Armas no quarto do bebê
Desde Descartes e Kant imaginou-se a construção de um planeta novo, ao estilo do Ocidente, ignorando três quartos do planeta não cristão, e exaltou-se até às estrelas a sapiência humana. A história, entretanto, continuamente desfaz essa imagem magnificadora da “razão”, e do conhecimento. Machado de Assis já dizia: “Tem razão quem tem o chicote na mão...” Hoje, professores fazem curso de tiro e buscam certificados para portar armamentos e intimidar seus alunos. O debate sobre as armas de fogo nos Estados Unidos deu uma guinada com a decisão de dezenas de professores de fazer aulas de tiro, depois que outro jovem, em Newtown, Connecticut, pegou as armas da família e matou 27 crianças e adultos e, em seguida, suicidou-se. Seria diferente, se fossem os professores seus matadores?
A duras penas, mesmo a contragosto, urge admitir que somos humanos. O ser-humano, homem/mulher, é supercomplexo. Comparece na história como “homo sapiens”, mas somos mais conhecidos como “homo demens”, disse Edgar Morin. Há duzentos mil anos, já falante, o ser humano fazia das suas. Societário e trabalhador, desde quarenta mil anos atrás, já inventava a posse privada e a escravidão, das quais nunca nos livramos. Em “Uma Odisseia no Espaço”, Stanley Kubrich mostra a era em que homens primitivos descobriram o uso da arma para matar e garantir a propriedade particular. Quando descobriremos que também somos portadores de afeto, cuidado, solidariedade, tolerância, inteligência, criatividade, arte, poesia e êxtase diante da beleza e compromisso com a vida?
No lapso otimista do gênero ocuparíamos todo o Planeta, já sairíamos dele voando e rumando para o céu infinito em naves espaciais. Mas nossas contradições fazem-nos morder a língua toda vez que exaltamos essas qualidades humanas, já pensando em exterminar criaturas de outros planetas, se houverem. Não basta o que já fizemos com o Novo Mundo, no holocausto das civilizações pré-colombianas?
Lembrando Duns Scotus, na Idade Média: "o homem tem a vocação do infinito". Mas adotamos a violência e o privatismo capitalista, e nos comprometemos com os assassinos de crianças, consentindo e entregando-nos naturalmente ao abreviamento de suas vidas. O lado da demência, da crueldade, dos massacres, dos extermínios em massa, de tantas culturas, etnias, acompanha a demolição de valores construídos em vários milhares de anos. E parece que se quer fazer tudo isso de uma vez, com a tecnologia avançada dos dias de hoje.
Nossa arrogância faz-nos esquecer de que só no século 20 foram chacinados em guerras 200 milhões de pessoas, lembrava Hobsbawn. Cristãos estão envolvidos nisso até o pescoço, mesmo os engravatados dos conselhos internacionais, ou com “clergyman” abençoando armamentos e tanques de guerra. A violência humana excede à de qualquer outra espécie, inclusive dos tiranossauros, dragões pré-históricos proverbiais e simbólicos da destrutividade. A demência não é ocasional. Configura uma desordem originária. Não é por acaso que vemos no nosso irmão um inimigo, e nos armamos até os dentes para derrotá-lo. Caim com a palavra.
Ninguém, contudo, conheceu melhor o sentido de gerar-se um Salvador. Maria cria e alimenta a criança, enquanto medita, ensina a humildade e a coragem para os enfrentamentos dos acontecimentos catastróficos e a dissolução que irrompem até a superfície da história. Maria já estava comprometida com o movimento em prol das causas libertadoras de Deus, desde que o menino era gerado em seu ventre, protegendo-o. Entre elas o combate à violência sistêmica que escolhe a criança e os jovens como vítimas preferenciais, porque são fracos e indefesos (... “ele será o Príncipe da Paz, mas Herodes quer exterminá-lo”). São os adultos que portam armas, matam ou induzem a matar. Para que servem armas, senão para isso? E não foi Herodes que as inventou.
O que precisa ser visto, e ouvido, como Maria nos ensinará, quando Jesus, o menino perseguido desde o berço, lhe chama a atenção para a realidade. Maria conservava todas aquelas coisas em seu coração (Lc 2.41-52). Aqui, nos reportaremos à sabedoria da mãe que silencia e ouve enquanto observa as realidades que cercam o menino sobrevivente do massacre na Natalidade. Os significados da revelação libertadora da presença do Reino de Deus estão naquele que foi chamado pelo Credo Cristão de “fruto do ventre de Maria”. Se nascido hoje, já enfrentaria tiroteios, balas perdidas e criaturas que aprenderam as lições da sociedade violenta.
Tragédia na rotina de uma escola da periferia do Rio de Janeiro onde um ex-aluno, aprendiz da violência, atirou contra crianças que assistiam às primeiras aulas do dia, matou 12 delas, feriu outras 13 antes de cometer suicídio, acompanha a tendência herodiana estimulada pela mídia, que torna o fato um espetáculo inescrupuloso nos detalhes, sem explicar as origens da pulsão da violência potencializada por ela mesma. O massacre causou comoção no Brasil. E professores pensam em fazer aulas de tiro. Recomeçará o ciclo interminável da violência incontrolável dentro das escolas.
A quebra de tabus é verdadeira, mas o esquecimento dos fatos simbólicos que marcam nosso tempo, o modismo da falsa liberdade, democracia para matar, pulverização de ideais que transformariam as sociedades e as pessoas em verdadeiros seres humanos e comunidades solidárias, dão o tom banal da presença da morte na orquestração desafinada mostrada no cotidiano. O ritmo desconexo do nosso tempo é capaz de defender armas, serpentinas nos muros, cercas eletrificadas, vigília eletrônica em residências – e até nos banheiros das escolas –, em suspeita permanente sobre as intenções dos nossos filhos e netos. Nunca entrarei numa casa dessas, a não ser para desligar a eletricidade e ajudar a recolher as armas... Faz pouco tempo, houve o plebiscito para se proibir o uso comum de armamentos. Refletindo a violenta sociedade brasileira, teve um retumbante “não” da população.
Defensores de armas e armamentos em casa, na escola, no trabalho, ignoram que uma pessoa morre a cada minuto como resultado da violência armada, e que não bastam convenções para evitar que armas negociadas ilicitamente apareçam em zonas de conflito e alimentem guerras e atrocidades. Como essa medida alcançará os lares das frequentes vítimas, residências tornadas em fortaleza e casa de armamentos?
Quartos de bebês terão armas, no futuro, se a violência continuar em ascensão, à custa do uso “democrático” das armas. Tirar armas de delinquentes e deixá-las nas mãos de “cidadãos de bem” não apagará o sinal de Caim (Gn 4.11-15) nas testas dos violentos habituais. Mesmo os que vão às urnas dos plebiscitos hipocritamente democráticos. O ano de 2012 não foi diferente. Infeliz ano velho!
Derval Dasilio
segunda-feira, 31 de dezembro de 2012
Empunhe a BANDEIRA DO AMOR.
Sabemos o quanto é dificil, mas não impossivel, só não podemos é ficar de braços cruzados, ou colocando a culpa de todo este desencontro em que vivemos no nosso Pai, mãe, vizinho, escola, trabalho, igreja, etc..queremos sempre eleger um culpado para nossos fracasos, e o maior fracaso que hoje acontece em nossa humanidade, ( se é que podemos chamar de humanidade o que somos e vivemos nos dias de hoje ) porque não começarmos um Ano Novo, não tentando, mas tomando atitudes para que o nosso covivio familar seja melhor, a nossa comunidade seja melhor, o nosso bairro seja melhor, nossa cidade seja melhor, nosso estado seja melhor, e ao terminar de montar este quebra cabeças iremos visualizar e viver um pais melhor. Devem esta perguntando ou divagando a minha inocente utopia, mas é mais simples do que imaginamos. É só levantar a BANDEIRA DO AMOR, nas franteiras de nossos corações, que não mais viveremos estas situações....Se a violência fosse uma pessoa certamente estaria sendo entrevistada em todos os meios de comunicação e sendo alvo da atenção de milhões de pessoas.
Nunca se falou tanta em violência e nunca se fez tão pouco para combater este mal tão nefasto e tão contundente como em nossos dias. Os meios de comunicação falam muito sobre ela, e todos os dias registram a sua atuação em todas as camadas sociais.
Falar da violência é audiência garantida em todos os meios de comunicação. Este canto diuturno soa como uma balada mórbida e infernal aos ouvidos de uma população desprotegida, carente e só.
A violência vive o seu apogeu neste novo século com direito ás primeiras cadeiras no teatro da vida. Ela vem falante e glamourosa, atraindo olhares e holofotes, desfilando na passarela com sua presença sempre marcante.
A violência, rainha ou bruxa, está presente nas escolas sentada nas cadeiras, levando ao desespero professores, pais, alunos, diretores e funcionários. Ela se levanta e age em questão de segundos, colocando em polvorosa toda uma cidade e todo um país. É preciso evita-la, é preciso combate-la, é preciso, sobretudo, enfrenta-la!
Não adianta dissimular, não adianta ignorar, e nem dizer (como dizem os políticos), que são fatos isolados e estão todos sob controle. Outrossim, não devemos supervalorizar esta "deusa dos tempos modernos", que hoje é manchete em todos os jornais e presença indispensável na maioria dos programas de televisão.
A violência deve ser combatida sempre - de preferência sem muito comentário e sem alarde. Hoje, infelizmente, se faz exatamente o contrário. Certamente há mais pessoas interessadas em comentários e audiência do que propriamente em combater a violência. Daí todas esta importância que hoje se dá a este cancer social.
Como conviver com toda esta bateria de informações, muitas vezes desencontradas? Noticias são plantadas para atender a interesses e prender a atenção do telespectador.
Programas vespertinos como: Cidade Alerta e Brasil Urgente são especialistas em propagar a violência á caça de mais audiência. Os jornais televisivos também destacam e ampliam a violência através de seus muitos recursos.
A violência é alardeada e entronizada por muitos com claro objetivo de impressionar e prender o telespectador e assim faturar alto em cima da desgraça alheia. Até quando a violência vai receber este tratamento e vai continuar posando soberana como se fosse algo natural e familiar? É preciso fechar o quanto antes a indústria da violência e lhe dar o tratamento que ela merece. Com a palavra, os nossos governantes e a sociedade em geral. Paz e bem
Feliz 2013 sem tirar DEUS de cena
Quando as universidades de Oxford, na Inglaterra, de Paris, na França e de Bologna, na Itália, foram fundadas no século 12, a teologia era tida como a rainha das sete ciências ali estudadas.
A relevância de Deus foi perdendo terreno progressivamente. A começar com o advento do Iluminismo e seus expoentes, como Voltaire, Jean-Jacques Rousseau e Immanuel Kant, todos do século 18. Eles não chegaram a negar a existência de Deus, mas abraçaram o deísmo – “a crença num Deus que, como um grande relojoeiro, criou um universo mecânico, deu-lhe corda e depois o deixou entregue à própria sorte, permitindo que trabalhasse de acordo com as leis naturais sem jamais nele intervir” (Tim Dowley). Nessa chamada “Era da Razão”, os intelectuais europeus estabeleceram a razão como árbitro derradeiro de todos os assuntos, desbancando a Bíblia e a doutrina cristã. A fé se enfraquecia e a razão se fortalecia. Mais tarde, no século seguinte, William Gladstone, várias vezes primeiro ministro inglês, diria que essa perda da fé religiosa era “a mais indizível calamidade que poderia abater-se sobre um homem ou sobre a nação”. Eugene Peterson, autor da mais recente paráfrase da Bíblia, afirma categoricamente: “Se tirarmos Deus de cena, substituindo-o por nosso próprio autorretrato cruamente delineado, trocaremos a aspiração em ambição e acabaremos nos tornando arrogantes”. Ele diz ainda que “ser cristão significa aceitar Deus como nosso Criador e Redentor”, pois Deus “é a realidade central de toda a nossa existência”.
A verdade é que, mais cedo ou mais tarde, tudo vai desmoronar ao redor de quem tira Deus de cena. E para sabermos bem o que é desmoronamento – queda dramática de algo construído –, basta que nos lembremos do desmoronamento da imponente estátua de Nabucodonosor. Ela foi derrubada, despedaçada e tornada pó – pó que o vento levou sem deixar nenhum sinal (Dn 2.31-35). Outro exemplo bem mais dramático é o desmoronamento
dos dois edifícios mais altos do “World Trade Center”, em Nova York, ambos com 110 andares, que caíram em menos de 100 minutos, matando quase 3 mil pessoas (entre elas 658 funcionários de uma única empresa).
Quando Deus é colocado fora de cena:
• Perde-se o rumo e perguntas cruciais – quem sou? De onde vim? para onde vou? – ficam sem resposta.
• A vida termina com a morte somatopsíquica e não se pode ter a menor esperança para o além-túmulo.
• Jogam-se fora todas as esperanças cristãs até então acumuladas e guardadas, como a ressurreição dos mortos, a morte da morte, a extinção do pecado, o reino de justiça e paz pelo qual sempre ansiamos, a plenitude da glória de Deus e o advento de novos céus e nova terra.
• Tudo aquilo que sempre teve valor e era tratado com respeito é desprezado: a Bíblia como a Palavra de Deus, o batismo, a Santa Ceia, o Natal, a Semana da Paixão, a confissão, o perdão de pecados.
• Perde-se o paradigma de comportamento baseado no Decálogo e nas Escrituras, que prevê o relacionamento da criatura com o Criador, com a criatura e com a criação.
Se neste 2013, que desponta com o nascer do sol do dia primeiro de janeiro, continuarmos a colocar Deus fora de cena, estaremos dando mais alguns passos em direção ao inevitável desmoronamento de tudo que nos cerca. Só então reconheceremos que tudo aquilo que inventamos para compensar a ausência de Deus era como cisternas tão furadas que pareciam verdadeiras peneiras (Jr. 2.13).
Quem sabe, tomaremos a decisão de viver 2013 sem tirar Deus de cena!
Nota: Artigo publicado na seção “Abertura” da revista Ultimato nº 340 (janeiro-fevereiro/2013) Paz e bem
quarta-feira, 26 de dezembro de 2012
O Senhor estara sempre nos avaliando, seja justo em sua alto avaliação.
Permitam-me apresentar-lhes meu ponto de vista, crescemos na maioria em lares que nos ensinam os valores básicos da vida, ética, moral, como respeitar o próximo, não se apoderar de nada que é do outro, não agredir, não proferir palavrões enfim, a lista é longa.
Mas vejam, nossos pais nos ensinaram alguns princípios de convivência social e até princípios bíblicos, assim como os educadores nas salas de aula, os líderes religiosos em seus sermões e até lideres governamentais tentam nos moldar através de leis, dentre elas a Constituição Federal.
Alguns cumprem outros não, alguns cumprem por medo de serem castigados ou advertidos, ou condenados, mas não quer dizer que acham que é errado, ou pior ainda, não se sentem mal de fazê-lo.
Creio que não adianta nada fazermos o que nos é ensinado como correto, e no íntimo não entendermos e concordarmos, e só não cometemos algo contrário aos ensinamentos por medo de punição. Muitos se arriscam, se não os presídios de nosso país não estariam tão exageradamente lotados. Mas me refiro também a outros tipos de presídios, em que mentes ficam encarceradas, tornando-se escravos de si mesmos.
Tudo que é imposto causa certo desconforto, então na primeira chance que o individuo tiver em uma situação apropriada, ou seja, numa circunstância em que estará longe de alguém que possa repreendê-lo, ele quebra alguma regra, aceitando uma oferta irresistível, uma proposta lucrativa e promissora, porém indevida. Ele cede, pois seu suposto bom comportamento era só uma casca, fácil de ser rompida, como não tem convicções sólidas é atraído pela oferta que aparentemente o fará bem-sucedido e no oculto comete o ato, pois só o que o impedia de fazê-lo era de ser notado.
É perigoso não nos avaliarmos às vezes, vejam Judas, sempre andou na linha, talvez fosse o mais equilibrado dos apóstolos de Cristo, mas num momento de fraqueza e oportunidade, optou pelo momento conveniente, e a traição que cometeu ocultamente, mais tarde tornou-se clara como o dia (Mt 26.14-16; 27.3-4).
Por isso insisto em dizer, que temos que nos examinar, pois do que adianta agradar os homens e não a Deus? Podemos realizar algo ocultamente distante de quem poderia nos repreender aqui na terra, mas tenhamos em mente que “[...] nada há encoberto que não haja de revelar-se, nem oculto que não haja de saber-se” (Mt 10.26).
E afinal de contas é impossível ocultar-se dos olhos de Deus que estão em todo lugar contemplando os bons e os maus, nossos caminhos estão perante Ele (Pv 5.51; 15.3), absolutamente tudo está evidente para Ele, visíveis e invisíveis, então não sejamos sábios a nossos próprios olhos, mas temamos ao Senhor e assim nos apartamos do mal (Pv 3.7).
Cada vez mais tenho convicção de que a base de qualquer relacionamento é a sinceridade, a verdade, o diálogo sempre, e em especial com o Senhor que nos fez e nos ama tanto. Deus não é indiferente a nós, creio que Ele quer que nos aproximemos Dele para estabelecer uma amizade verdadeira, sem medo, mas com temor, que é bem diferente, pois sentir temor é ter respeito, reverência, consideração e amor por alguém, e quando se ama procura-se agradar e não entristecer.
Não vejam Deus como um ser irado e que só quer nos punir, não o distancie, mas aproximem-se, através de Jesus Cristo temos acesso ao trono da graça (Rm 5.1-2), vamos conhecê-lo mais, buscá-lo para que seja íntimo, creem que isto é possível?
Entendo que nem nós nos conhecemos, Jeremias 17.9,10 nos diz que o coração nos engana “[...] mais do que todas as coisas, e perverso; quem o conhecerá?” mais adiante vem à resposta de que o Senhor é o único que esquadrinha o coração, ou seja, Ele examina com atenção e detalhadamente, nos investigando e nos provando para dar a cada um conforme procedemos e conforme o fruto de nossas ações.
Crendo Nele ou não, é somente Deus que nos conhece profundamente, de nada adianta cuidarmos somente do exterior, sendo cautelosos do lado de fora, cumprindo as regras na luz do dia pra não ser punido ou por medo de críticas, medo de ser repreendido ou de não ser aceito. O cuidado principal é aqui dentro, e Deus já sabe os segredos de nossos corações (Sl 44.21).
É do coração que se originam as coisas más e nos contaminam, em Mateus 15.11,19 está escrito:
O que contamina o homem não é o que entra na boca, mas o que sai da boca, isso é o que contamina o homem. Porque do coração procedem os maus pensamentos, mortes, adultérios, prostituição, furtos, falsos testemunhos e blasfêmias.
Sejamos cautelosos com a origem de nossos pensamentos, Provérbios 16.30 alerta: “O que fecha os olhos para imaginar coisas ruins, ao cerrar os lábios pratica o mal”, sejamos persistentes buscando auxílio do alto, pois não vamos aguentar a carga sozinhos, foi pra isso que Jesus veio, para nos aliviar (Mt 11.28).
Tenhamos a ousadia do Rei Davi que desabafou com o Deus Poderoso pedindo a Ele para que sondasse o seu íntimo para desta forma o guiar e direcionar pelo caminho eterno (Sl 139. 23,24). Paz e bem
Chegou, para me transformar.
Destemida e incansável a Graça tem forçado as grossas e cadeadas portas de meu coração. Como o noivo no poema de Salomão tem estendido sua mão pela fresta da porta insolente, forçando-a até os batentes fraquejarem, as correntes folgarem, e com as pontas dos dedos tocar em minha alma. O que tenho vislumbrado, causado por seu toque, é a beleza onde antes via somente feiura.
Pela graça as flores dizem-me olá, meu servo. O vento sopra folhas secas que bailam frente aos meus olhos como se ritimidas por um canção inaudível, celestial. O sol faz-me verter suor como lágrimas de alguém que um dia as derramou, em outra época, quase em uma outra vida. O canto dos pássaros já deixa de ser efêmero, neles escuto a voz da Graça. Ouço-a nas gotas da chuva, no latido dos cães, no soar da fruta madura caindo de seu galho de encontro a terra. Na doce e mágica metamorfose do corpo da mulher que irradia a Graça de seu ventre para o mundo, o espaço, os céus... A Graça arranha meu coração e me põe um sorriso no rosto. Sorrio quando a brisa leva para longe gotas de água que antes umedeciam o lençol no varal, quando um desconhecido me cumprimenta, quando a música soa, o filme roda, o livro é lido.
Tentei, admito com certa vergonha, fugir loucamente das mãos da Graça. Fechei-me em meu quarto e no escuro, no toque artificial do vento produzido pelo ventilador, ali ela estava, refrescando minha alma. Quando corri para longe e decidi não ouvir nada além da música em meus fones de ouvido ali estava ela na disposição quase militar de um gari em varrer, amontoar e encher sua pá com areia da sargeta, que poucos se importam, que eu não me importava, ali ela me disse olá. Fui para debaixo de uma árvore longe dos homens e uma folha verde sendo levada por uma valorosa formiga me olhou nos olhos e me disse olá, eu sou a Graça. Ergui uma pedra para enterrar-me e minhocas me acenaram dizendo bem dita seja a Graça. Corri até meus músculos clamarem por paz e nos espasmos que se seguiram pude ouvir como que em código Morse eles gritando-me oi, eu sou a Graça.
Para onde olho, o que ouço, o que vejo e leio, ali ela está, a Graça abrindo espaço entre as portas do meu coração, arrombando as trancas da porta de minha alma até que em definitivo possamos ser formalmente apresentados. Sou bem dito em minha pobreza de espírito, pois sendo pobre sempre me faltará a riqueza interior da Graça que almejarei sempre mais. Feliz porque a Graça, profundidade da riqueza como disse um certo Paulo, sempre estará um passo além de mim. E seguirei eternamente em seu encalço, certo de que sua plenitude, para minha surpresa, quando enfim tomá-la por completo, estará, como sempre esteve, no colo de Deus.
Paz e bem
Tire seu Cérebro do sofa, faça ele caminhar.
‘’O que busca, encontra’’ diz o versículo. E como não encontrar se isto é uma condição natural do cérebro humano? Preencher os espaços vazios para nos dar ‘’claridade’’ nos momentos de dúvida ou incertezas diante do desconhecido.
Mas ao buscar, realmente encontramos o que buscamos? Porque de acordo com alguns estudos científicos, nosso cérebro nos mostrará o que queremos ver, já que sempre partirá de um modelo limitado por nossa percepção, ou seja, sobre uma expectativa particular. Assim, em vez de buscar um mundo de possibilidades, busque o que quer, mas consciente disso.
Na verdade, nos acostumamos a esse exercicios de buscar e encotrar. Penso que está aí a decadência de nosso sistema educativo. Vamos à escola para sermos preenchidos de informações, como sacos vázios, que necessitam serem preenchidos e assim, nossa capacidade de maravilharmos e, ou surpreender falece. Literalmente nos matam a vontade de saber, pois se cria um exercício monótono e chato e esse exercicios nos segue por toda a vida.
Esse exercicio de buscar para encontrar em diversas situaçoes hoje em dia, necessita de um giro de 180º, necessista de um novo enfoque: ‘’deixar de buscar para encontrar e começar a buscar para descobrir’’
Encontrar não é o mesmo que descobri. Etimologicamente, encontrar significa ‘’ ir, sair ao encontro’’ e efetivamente isso não é o que fazemos, vamos em busca de algo que já sabemos, pelo menos, conscientemente. Por outra parte, descobrir, etimologicamente quer dizer ‘’ descobrir algo que estava oculto’’. Diante dessa perspectiva,vamos em busca de algo que não conhecemos e isso abre uma infinidade de possibilidades.
Como vê, existe uma grande diferença entre buscar para encontrar, que buscar para descobrir. Nesse enfoque de sua busca é onde mora o resultado. Por exemplo, se você está buscando ‘’encontrar’’ paz, harmonia e felicidade em sua vida, quano os encontra, verá que esses sentimentos são efêmeros e continuará buscando, se tornará um eterno ‘’buscador’’ encontrando-os e se dando conta que sempre está faltando algo a mais. Mas se ‘’descobre a paz, a harmonia e a felicidade essa busca acaba.
A grande maioria das coisas que conhecemos hoje em dia foram descobertas e não encontradas, caso duvide, pergunte a Cristovão Colombo (aquele que ‘’descobriu’’ a América…)
Abramos pois a nossa mente a novas possibilidades, a novas informações, sejamos flexiveis e aceitemos que ainda que não saibamos ou não creamos em algo, isto não quer dizer que algo não exista ou não pode ser possivel. O que busca para encontrar busca no lado de fora, o que busca para descobrir busca do lado de dentro, busca com sua alma. Então, não te limites a encontrar, melhor, abra-se para descobrir, porque assim, reforçará sua essência criadora. Se descobrir que ‘’a mundança é você’’ descobrirá que a vida esta plena de infinitas possibilidades. Paz e bem
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