FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
segunda-feira, 4 de junho de 2012
Nós somos todos corruptos.
Não sei o porquê nossa política é tão tolerante assim com esses criminosos de altas laias; porque esses camaradas são delinqüentes e dos grandes, entende? Aqueles milhões que roubam ali; faltam na saúde, na educação e são refletidos diretamente na sociedade, como no caso violência e da criminalidade e a miséria também; fazendo o povo morrer na fila do INSS. E por aí vai...
Eu vi ontem na tv... vi camaradas ali que deveriam estar na cadeia. O tal da “cachoeira” tirando o sarro da cara deles. Agora te pergunto: como pode um cara ser julgado por outros de práticas semelhantes às deles, qual a moral? Acho que é por isso que se toleram, salvo as exceções, é coisa de quem tem rabo preso mesmo.
Para resolver essa situação, a primeira coisa a ser mudada em nosso país seria a legislação. Ela é conivente e, na verdade, até fomenta esse tipo de prática. Ou seja, é a velha história do colarinho branco. A diferença está na roupa. Os ratões gordos são pegos e a justiça manda soltar, aí, nesse caso então, quem tem que ser preso é a justiça. Compreende?
O interessante é que esse tipo de tolerância da legislação é exclusividade daqui do nosso amado Brasil e a nossa sociedade paga um preço alto por essa postura do legislativo brasileiro.
Por hora, penso em concordar coma falácia do governo, dizendo: “... oh! Não vote no fulano, seu voto é que vai dizer lá na frente...” querendo se eximir da culpa, pelo ladrão figurar entre os pretendentes ao cargo, jogando a responsabilidade para o povo.
É uma baita falta de justiça, moral e ética. É tipo assim: Se o camarada é pego roubando um sabonete e for fichado, terá ficha suja pro resto da vida, não podendo sequer trabalhar depois, a sociedade e o sistema financeiro, bem como os empresários o descriminará para sempre, a verdade é essa. Agora, lá no meio do cenário político não é assim; se o cara rouba milhões, prejudicando a nação toda, matando gente, contribuindo para a proliferação da droga no Brasil e etc. ele tem certa “ficha suja”, mas é amparado pelo “bando” e depois liberado, sendo senador, deputado, e tudo mais. Ora essa! Isso não cheira mal? Agora, diga-me: como que a sociedade discrimina o cara do exemplo do sabonete e não expurga esse segundo exemplo por muito mais que fez? Isso não cheira à carniça? A imoralidade fede!
Agora, não é que a sociedade queira isso não! Mas é que nós temos uma mídia “porca” desfrutando de tal “liberdade”, que, na verdade, é refém de uma política de mercado, que o que vale são os altos lucros, que fomentam esses comportamentos e promovem esses camaradas, fazendo uso da manipulação da opinião. Ou seja, eles elegem quem eles querem e o que manda é a grana.
Aqui vivemos uma inversão de valores, o errado é que está certo, o mentiroso é que é ouvido, o criminoso é que e solto, o corrupto é que é eleito, e por aí vai...
Precisamos acordar Brasil!!! Paz e bem
Entrega
Deixe pra lá! Releve! Perdoe!
Tenho percebido que essas são palavras difíceis para algumas pessoas, e fáceis para outras. E o que está por trás dessas atitudes me intriga.
Parece que algumas pessoas têm uma grande capacidade de “deixar pra lá”, de relevar uma ofensa, de esquecer um agravo. É como se não se apegassem às coisas. Na hora da perda, não sofrem muito. Porém, não lutam tanto pelo que acham importante. Sem luta, não há vitória.
Outras parecem incapazes de abrir mão. Então, tudo o que a vida lhes tira, produz a dor de um assalto, de uma violência.
Entre estas últimas, as que mais me chamam atenção são aquelas que não “abrem mão” de suas razões. Seja em uma simples conversa, que acaba em discussão, seja em uma questão de direito, apegam-se às suas razões até às lágrimas. E se, após muitas lutas, essas coisas lhes são “tomadas”, entram em desespero de morte.
As pessoas do primeiro grupo sofrem menos, por não se apegarem demasiadamente. Não lutam tanto, não retêm tanto. Não perdem muito, mesmo quando são abusadas.
Entretanto, conheço gente que é capaz de se lembrar de todas as violências sofridas ao longo da vida. Coisas que lhes foram tiradas, batalhas perdidas, conversas encerradas, desconsiderações, injustiças, votos vencidos, estão todos lá, no depósito de passivos, de haveres, aguardando ressarcimento.
Sim, a vida (que acaba assumindo nomes de pessoas) lhes deve. Se algo nunca foi entregue, então lhes foi tomado. Se nunca foi perdoado, ainda é “dívida ativa”. Se nunca foi esquecido, está registrado para oportuna cobrança.
Talvez uma pessoa assim considere aquele que “deixa pra lá” um leviano. E talvez o que releva e esquece considere aquele que não “abre mão” um infeliz briguento.
Lembro-me de ter “deixado pra lá” direitos de consumidor, só para não arranjar briga. Porém, lembro-me de ter “pendurado” ofensas, aguardando o pedido de desculpas. Recordo-me de ter dado razão a quem não a tinha, para preservar a amizade, e de ter “aberto mão” da amizade por não achar justo “deixar barato”.
Certa vez, deparei-me com uma frase usada em um curso para noivos: “O que você prefere: ter razão ou ser feliz?” -- como que a dizer que, se eu quisesse ter sempre razão, seria infeliz! Será que essa pergunta não nos ajudaria a definir melhor a qual grupo pertencemos?
Eu confesso: naquele exato momento me descobri preferindo ter razão. E argumentei para mim mesmo que a felicidade, à custa do que é certo, não vale a pena. Senti-me como a formiga invejosa, criticando a alegria “irresponsável” da cigarra.
Nesse momento, ouvi a palavra de Paulo aos coríntios conflagrados: “[...] por que não sofreis, antes, a injustiça? Por que não sofreis, antes, o dano?” (1Co 6.7).
Ocorre-me então que talvez a atitude correta não seja o “deixar pra lá”, mas a entrega. Em vez de esquecer, entrego meus direitos, bens e razões ao reto Juiz. Assim, as coisas não ficarão sem consequência, sem julgamento, sem resposta. Contudo, estarei “deixando pra lá”, em um ato de fé, para ser feliz.
Imagino que, por esse caminho, Deus me acrescentará o orar pelos meus inimigos e me alegrará ao vê-los abençoados.
Por: Rubens Amorese.
domingo, 20 de maio de 2012
Se a luz que há em ti forem trevas....
“Ai dos que ao mal chamam bem, e ao bem mal; que fazem das trevas luz, e da luz trevas; e fazem do amargo doce, e do doce amargo! Ai dos que são sábios a seus próprios olhos, e prudentes diante de si mesmos!” Is 5; 20 e 21
O homem moderno nas asas da filosofia que diz ser ele, “a medida de todas as coisas”, já não consegue conviver com o Absoluto. Assim, ao sabor dos pruridos da maioria, e pasmem, até de minorias, relativiza tudo, de modo que o Bem passa a ser o “politicamente correto”, mesmo que seus valores morais ou espirituais afrontem às leis do Eterno.
Assim, a prostituição torna-se uma profissão a ser legitimada; para muitos, o aborto, um direito que a mãe tem sobre o “próprio corpo”; a liberdade de expressão; sagrada, mesmo ensinando o vício ou pornografia; as relações homoafetivas, se tornam famílias alternativas, às quais, objetar seria preconceito.
Aliás, poucos ousariam um texto como esse, afinal, estaria corroído pelo “ácido moral” como dizia Nietsche. Como estou dando uma banana para o “politicamente correto”, e não bebo na fonte daquele, ainda chamo aos bois por seus antigos nomes.
Qualquer pensador de mediano saber, defenderá que não é sábio “consertar” um erro com outro. O STF aprovou as cotas para índios e afrodescendentes, que um Ministro chamou de “preconceito benigno”, pois, visa corrigir distorções sociais.
A cada dez que entrarem por esse meio, outros tantos que adentrariam pela porta dos méritos serão barrados, em nome desse “resgate histórico” para com os beneficiados. Os escravagistas do passado fizeram a nojeira, e os que hoje nada têm com o pastel pagam (?)
Tudo a favor da ascensão dos afrodescendentes e índios, mas, deve se dar mediante melhores meios de qualificá-los, não diminuindo a altura do salto para chegar a universidade. Toda sorte de preconceito atenta contra a justiça, desconheço um que seja “benigno”.
Oba, agora estou quase falando a língua corrente! Acontece que, como tem sido usada a palavra, preconceito, padece certa anemia de significado. É ela algo tão mau, que todos se apressam a romper qualquer laço. “Não tenho preconceitos”.
Ora, igualmente eu, porém, sem uma ideia distorcida do que seja preconceito. Segundo o profeta Isaías, supracitado, essa relativização do Absoluto, equivale a chamar o bem de mal, e fazer da luz, trevas.
Já há, pois, uma decisão de bem e de luz, que acompanha a história humana. Adequar-se a isso pode ser conservadorismo, tradição, jamais, preconceito. Afinal, são conceitos que existem pré, nossa existência.
O que nós, ditos conservadores achamos, é que Deus realmente conta, e conta muito; a ponto de ser o legislador absoluto para nossas vidas.
Se alguém pensa que Ele não tá com essa bola toda, Ok. As chamadas “igrejas inclusivas”, voltadas ao público GLBT, estão aí, divirtam-se, sem preconceito algum. Embora me pareça estranho o fato de Deus não contar nada para ser obedecido, e ainda ser “cultuado”; para quê?
Mas, quem disse que tenho que entender tudo? A derrocada moral, não raro, atinge o intelectual; e muitos conseguem acreditar que pintando uma coruja de verde, ela será um papagaio; quem sabe, até “fale” um dia.
O mais sábio dos homens aconselhou: “Confia no SENHOR de todo o teu coração, e não te estribes no teu próprio entendimento. Reconhece-o em todos os teus caminhos, e ele endireitará as tuas veredas.” Pv; 3; 5 e 6 Esse reconhecimento de Deus implica em correção de rumo, pois.
Quando grandes catástrofes como a tsunami que arrasou parte da Ásia há algum tempo acontecem, as pessoas perguntam: “Onde estava Deus?” Foi manchete de um jornal de Porto Alegre. Todavia quando gigantescas ondas da imoralidade tomam as ruas bradando que Deus não apita nada, ninguém ousa perguntar, onde está o respeito, o temor?
Aliás. Ele perguntou noutro contexto: “O filho honra o pai, e o servo o seu senhor; se eu sou pai, onde está a minha honra? E, se eu sou senhor, onde está o meu temor?” Mal 1; 6
Afinal, uma coisa é ser gay, ninguém tem nada com isso; outra bem diversa é a ostentação provocativa ante uma sociedade que em sua imensa maioria não age assim. Inclusive desrespeitando imagens dos católicos, o que, mesmo não as cultuando, respeito em atenção às consciências alheias. Mas, a sociedade silencia em nome da “liberdade” de terceiros, mesmo tolhida na sua.
O mesmo Isaías dissera das causas dessas catástrofes que vemos:
“Na verdade a terra está contaminada por causa dos seus moradores; porquanto têm transgredido as leis, mudado os estatutos, e quebrado a aliança eterna. Por isso a maldição tem consumido a terra; e os que habitam nela são desolados; por isso são queimados os moradores da terra, e poucos homens restam.” Is 24; 5 e 6
Então, qualifiquem-se os egressos de minorias desfavorecidas, mediante os devidos meios; e viva toda sorte de liberdade responsável; e fora com os eufemismos que tentam travestir o vício de virtude!
“Você é senhor de suas escolhas, e escravo das consequências.” Pablo Neruda
Leonel Elizeu Valer Dos Santos
Soledade - RS
sexta-feira, 18 de maio de 2012
Porque não tenho resposta ?
A oração, às vezes, aguarda como um pedinte, um mendigo às portas de um majestoso palácio, até que o Rei se manifeste concedendo o pedido feito. O Senhor é conhecido como Aquele que prova a nossa fé através de longas, e muitas vezes, angustiantes demoras. Ele permite que a voz de seus servos ecoem, de tal forma, como se tivessem batendo diante de uma intransponível porta de aço. Os servos batem nessa porta insistentemente. No entanto, a mesma permanece imóvel.
Isso nos traz à memória a figura do profeta Jeremias em sua duríssima constatação: "De nuvens te encobriste para que não passe a nossa oração" (Lamentações 3. 44). Os verdadeiros santos de Deus têm permanecido continuamente em paciente espera, sem obterem resposta. Isso ocorre, não porque as orações não tenham sido intensas ou porque não foram aceitas pelo Senhor. A demora agradou Àquele que é soberano e Ele responde de conformidade com Seu próprio beneplácito, ou seja, com Seu consentimento, com Sua aprovação. Se é do agrado do Senhor exercitar a nossa paciência, persistência e vigor espiritual, Deus agirá como Ele mesmo quiser em favor dos seus. Os servos, os pedintes (ou seja, nós) não podem escolher o tempo, a maneira ou a forma de receberem as suas petições. Nós, servos, precisamos ter o cuidado de não entendermos as demoras divinas como sendo uma indicação negativa às nossas orações.
Não devemos, também, permitir que o inimigo de nossas almas, Satanás, abale nossa confiança no Deus de toda verdade, ao referir-se às nossas orações, ainda, não respondidas. Orações ou súplicas não respondidas, disse Spurgeon, "não constituem orações não ouvidas". O fato de não termos sido respondidos, não quer dizer que a nossa petição não foi ouvida. Não aceite esse engano proferido pela Serpente do Mal, em nome de Jesus!
A palavra de Deus deixa bem claro que o Senhor recolhe as nossas dolorosas lágrimas, resultantes de nossas jornadas pelo vale da aflição, em seu odre e que num livro estão registradas as nossas lamentações: "Contaste os meus passos quando sofri perseguições; recolheste as minhas lágrimas no teu odre; não estão elas inscritas no teu livro?" (Salmo 56. 8).
Meu querido e minha querida. Vocês prevalecerão, em nome de Jesus! Nós prevaleceremos, em nome de Jesus! Portanto, aprendamos, juntos, a esperar um pouco mais. O tempo do Senhor é melhor do que o nosso tempo. A seu tempo, Ele responderá as nossas orações e nos fará jogar fora as cinzas das longas esperas.
"Espera pelo SENHOR, tem bom ânimo, e fortifique-se o teu coração; espera, pois, pelo SENHOR" (Salmo 27. 14) Paz e bem
quinta-feira, 17 de maio de 2012
O Espírito Santo e a Igreja
“Consumada a obra que o Pai tinha confiado ao Filho sobre a terra, no dia de Pentecostes foi enviado o Espírito Santo para santificar continuamente a Igreja e, assim, os que viessem a acreditar, tivessem, mediante Cristo, acesso ao Pai, num só Espírito”. (LG 4)
Assim, dá-se o nascimento da Igreja, manifestação do que já ocorrera no Cenáculo, quando o Cristo sopra sobre os apóstolos e diz: “Recebei o Espírito Santo...”
O que ocorreu “estando as portas fechadas”, agora se manifesta publicamente diante dos homens.
É claro que o Espírito já agia no mundo, mas em Pentecostes ele desceu sobre os discípulos para permanecer com eles eternamente (Jo 14, 16) e a Igreja nasce e dá-se o início da difusão do Evangelho através da pregação.
O “tempo da Igreja” começa com a vinda do Espírito Santo, no momento em que as promessas e os anúncios, sobre o Espírito consolador, o Espírito da verdade, passaram a verificar-se sobre os apóstolos, com toda a evidência. O Espírito assumiu a orientação invisível daqueles homens fracos.
“O Espírito Santo habita na Igreja e no coração dos fiéis como num templo (cf 1Cor 3,16); neles ora e dá testemunho da sua adoção filial (cf Gl 4,6).Ele introduz a Igreja no conhecimento de toda a verdade (cf Jo 16,13), unifica-a na comunhão e no ministério, edifica-a, dirige-a e enriquece-a com seus frutos” (cf Ef 4, 11-12) – LG 4
Os discípulos formam uma comunidade guiada pelo Espírito Santo, portadora de uma mensagem de salvação, solidária com todos os homens e com sua história, pois o Espírito de Deus dirige o curso dos tempos e renova a face da terra.
É significativo que Jesus, no seu discurso de adeus, anuncie não apenas sua partida, mas também a sua nova vinda: “Não vos deixarei órfãos, voltarei para junto de vós” (Jo 14,18), e no momento da ascensão diga: “Eis que estou convosco todos os dias, até ao fim do mundo” (Mt 18, 20)
Esta nova vinda dá-se no âmbito do envio do Espírito Santo, realiza-se por obra do Espírito, que faz com que Cristo, que partiu, venha agora e sempre, de maneira sempre nova, na realidade sacramental da Igreja.
Nossa redenção desenvolve-se na história no ritmo da missão do Filho, que veio ao mundo, nascendo da Virgem por obra do Espírito Santo e também no ritmo da missão do Espírito, que veio e vem continuamente a nós, no mistério da Igreja. Ela é realidade terrestre, destinada à História, e obra de Deus, “mistério” que só a fé conhece.
A Igreja é sinal e meio da intervenção de Deus na nossa história. É realização da promessa de Deus concretizando-se na Igreja e através da Igreja. A Igreja histórica e visível tem Jesus como seu “fundador” (mas sempre ativo e vivo) e o Espírito como aquele que lhe dá vida e a faz crescer, enquanto ela é o Corpo de Cristo. Ela é fruto das duas missões divinas: do Filho e do Espírito. Há uma total unidade de ação do Espírito Santo e do Cristo, pois “o Senhor é o Espírito e onde está o Espírito está a liberdade”. (2Cor 3,17)
As Pessoas na Trindade, o Pai, o Filho e o Espírito Santo, são distintas, mas de tal modo unidas que as experimentamos juntas. Quando o Pai envia o Verbo, envia sempre o seu Espírito.
Por:Tácito Coutinho
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Vento de Pentecostes
por Tácito Coutinho Tatá, quarta, 16 de Maio de 2012 às 09:30 ·
“Desperta, vento norte e vem vento sul: soprai no meu jardim, para que se difundam os seus aromas” (Ct 4,16). O vento que vem do norte é frio, que congela e endurece tudo. Esse é o vento do mal e do pecado, que toma posse dos corações que não se convertem e bloqueia as sementes do bem.
O vento sul é o vento quente. Esse sopro é o Espírito Santo que enche os corações dos que creem em Jesus Cristo, liberta de todo mal e impele a realizar, com entusiasmo, “tudo o que é da vontade de Deus, a saber, o que é bom, o que Lhe agrada, o que é perfeito”. – Rom 12,2b
Que o vento norte se vá e venha o vento sul. Que ele sopre o no jardim do Esposo, os nossos corações, e espalhe seus aromas suaves. Que o vento norte se vá, também da Igreja e de qualquer coração entorpecido e venha o Espírito Santo. Que Ele, com sua vinda, infunda o fogo da caridade nos corações e os liberte do torpor da indiferença.
Assim os aromas de santidade e testemunho se elevarão e se difundirão, porque, com a vinda do Espírito Santo, o coração gelado e endurecido aquece-se de verdade, sendo levado à prática da caridade e das virtudes. Que a voz do amor chegue depressa ao próximo, e assim pelo testemunho do Evangelho, sinta-se levado também a abrir seu coração o Vento Santo. Dessa maneira, por toda parte, a efusão do Espírito Santo vai se espalhar. O perfume da santidade vai se propalar e o jardim do Amado florirá e produzirá frutos saborosos e abundantes.
segunda-feira, 14 de maio de 2012
Fora da disciplina não há progresso
A pessoa disciplinada é feliz! Desafio quem me prove ao contrário. O modus vivendi de quem opta pela disciplina requer, como a própria palavra sugere, muita dedicação!
Lembro-me de quando era criança e ia passar as férias na casa dos meus avós e tios, eu ficava observando-os preparar a terra para a plantação, acompanhava o árduo trabalho dos agricultores.
Primeiro,a vasta terra precisando ser arada, adubada, preparada para receber as sementes. O plantio, os cuidados permanentes com a lavoura, depois, finalmente, a colheita. Eu ficava admirada do trabalho e do empenho necessário para que tudo corresse bem. Causava-me enfado a primeira enxadada, pois eu sabia que aquilo era o primeiro de inúmeros passos aserem seguidos, eu não tinha paciência nem de pensar em tudo que eles tinham pela frente.
Hoje, observo, incluo-me, numa sociedade imediatista. Nós queremos tudo na hora, tentamos pular etapas, queremos a felicidade a qualquer preço. Quando me vejo pensando, agindo dessa forma, procuro lembrar “da primeira enxadada” desculpem-me a metáfora, mas ela me faz refletir sobre o segredo da felicidade.
Vivemos na era da impaciência, as pessoas estão cada vez mais irritadas com elas mesmas. A paciência é a virtude dos sábios, quem sabe cultivá-la em doses certas, age assertivamente nas escolhas que faz. Hoje, pensa-se no objetivo e não nos meios para alcançá-los. Ninguém emagrece comendo pizza, ninguém se torna sábio sem horas e mais horas de estudo, ninguém se torna um atleta no sofá de casa. O que eu quero? O que preciso fazer para conseguir?
É aí que entra a disciplina! Para atingir um objetivo é preciso disciplinar todas as ações necessárias. Por isso, contemplo nas pessoas disciplinadas o ar da superioridade, uma primavera incessante, pois ela descobriu seus limites, os transpôs, experimentou o gosto da vitória.
Não é preciso ser um “Super-Man”, cada um de nos sabe onde o “calo aperta”. É necessário trabalhar nossas fraquezas e medos, usá-los a nosso favor, a fraqueza pode ser a alavanca da superação! Ter metas e objetivos bem definidos é o primeiro passo, depois acrescentar doses intensas de perseverança, o resultado será, infalivelmente, a realização.
A indisciplina frustra, enquanto a firmeza de propósitos faz nossos pés tocar o topo dos sonhos que alimentamos. Disciplina sem sonhos são regras, é preciso sonhar com disciplina.
Cassiane Schmidt
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