FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
segunda-feira, 14 de maio de 2012
O Espirito santo e nossa conversão
O Espírito Santo age em nossa conversão. Sempre que o Espírito Santo se movimenta em nós inicia em nós um processo de conversão porque Ele é luz. Quando tal luz se acende e aclara nosso interior, revela-nos o nossa situação de indigência da graça.
O Espírito Santo nos faz perceber que o pecado reside em nós, que suas raízes estão em nós. Mas Ele não nos abandona, mas nos convence; como ao “filho pródigo” ao tomar consciência de sua situação: os empregados de meu pai são mais bem tratados do que eu. Vou levantar-me e voltar! Ele nos conduz ao Pai, nos dá conhecimento de sermos pecadores e suscita o desejo de mudança de vida.
O Espírito Santo nos dá a ciência de que dentro de nós existem tendências ao pecado, mas ao mesmo tempo constrange nossa consciência em relação ao ato de pecado, ao ato de ofender a Deus. Por isso, os santos dizem, como São Domingos Sávio: “Antes morrer do que pecar”.
A graça da conversão é uma graça que acompanha a santificação. Não existe alguém que prossiga na vida do Espírito se não estiver em estado de conversão permanente. São duas linhas do mesmo trilho: a conversão e a santidade.
O Espírito Santo realiza essa obra em nós gerando uma amizade profunda com Jesus Cristo, cultivada por um relacionamento pessoal profundo com Ele. Ao acolher o Espírito Santo o nosso coração será transformado num coração semelhante ao de Jesus, habitado pelos sentimentos que encontramos em Seu coração.
A obra do Espírito é a nossa configuração a Cristo, e isso se inicia pela conversão, pela mudança de nossa mentalidade e pela contínua santificação, ou seja, pela transformação de nosso coração.
Vinde, Espírito Santo!
Por:Tacito Coutinho
quarta-feira, 2 de maio de 2012
Em Cristo o Amor deixa de ser Utopia para ser realidade
"Deixo-vos a paz, a minha paz vos dou; não vo-la dou como o mundo a dá. Não se turbe o vosso coração, nem se atemorize." João 14:27
O Amor, muito se fala nele, muito se especula sobre ele, mas justamente é o Amor que mais falta em todo o mundo.
O Amor é louvor a Deus, o Amor é louvor a Vida, o Amor é uma múltipla gratidão renovada todos os dias.
Ora Deus é Amor e Deus é Eterno, logo, o Amor é Eterno, mas esse tipo de amor não se sente em nenhum outro lugar e em nenhum outro ser, que não seja Deus, começando a partir de Deus e frutificando da árvore de Deus.
Somos seres humanos, errantes, imperfeitos e caóticos, mas esse Amor de Deus, quando vem ele nos enche, nos renova e nos faz discípulos daquele que se fez recomendável em tudo, Jesus, que em suas demonstrações sinceras de misericórdia, de perdão, de paciência, de sacrifício, de alegria, de responsabilidade e de tudo que tem haver com o Amor, nos ensinou e ensina que na vida, a única coisa que é pra ser ficção nela é a nossa desistência no Amor e a nossa falência no viver consequentemente.
O Amor é capaz! O Amor cria laços indestrutíveis, laços inabaláveis, a fé é uma ponte para o amor! Creia em Deus! Creia na vida! Creia em dias florescentes!, o amor é tudo que precisamos e maus um pouco, e nesse amor no qual encontramos Deus encarnado em Jesus, nos apaixonamos pela vida, com todas as forças, Deus abraça sua família, um mosaico no qual cada história da vida possui suas particularidade, mas a multiforme graça de Deus, vai agindo na vida de cada um, curando, transformando, libertando, alegrando, iluminando!, Isso com certeza é Benção de Deus para nós e o amor nunca falha e nele a vida não termina, mas continua sempre! Essa é a paz dos cristãos, a paz que vem de Jesus, que excede todo o entendimento e ultrapassa todas as barreiras que se faça. Paz e bem
O nada que nos sobra, e o tudo que podemos ser.
Para um observador minimamente atento e sensível, a vida tem sido um sentimento angustiante. Observando o mundo, podemos atentar para o caos em que as pessoas estão. Palavras pessimistas? Talvez. Porém, a realidade esta aí para quem quiser analisar.
As pessoas afogam suas mágoas em bares e fogem da carência que poderia ser suprida por um ‘’dedinho de prosa’’, no linguajar mineiro. Essa prosa, que não acontece porque temos tempo para tudo, menos para viver. Aquilo que Drummond chamou de ‘’sentimento do mundo’’, quando vemos pelas ruas tanta gente que por falta de interlocutores, conversa com ela mesma em voz alta. Dirão que essa pessoa é louca, mas a verdade é que somos autores e vítimas desse ‘’jeito doidinho de ser’’, falando em voz alta para preencher a solidão. A cada dia que passa, ficamos (para incluir-me no texto), mais distantes de tudo, aquilo que combinamos chamar de ‘’jeito humano’’ de ser. E, desenfreados, atropelamos tanto as nossas carências quanto as alheias.
Pessoas que você conhece há anos se tornam desconhecidas. Algumas esfriaram tanto que seria melhor que morassem em um freezer, lá se sentiriam bem melhores. Outras balançam mais que um carro barulhento. É a sua maneira de fingir que estão vivas, embora, nunca saem do lugar.
Na verdade, somos em algumas vezes, uma rede de ausência e autoengano com raros momentos de lucidez. Se tivéssemos a gentileza de nos conceder a liberdade e o tempo necessário ao exercício do encontro, do dedinho de prosa, do amor e da fraternidade, seríamos menos neuróticos, menos vazios e angustiados, nos despojaríamos de nossas ambigüidades e interesses e assim, trataríamos o outro com se fosse o mais valioso quadro pintado.
Essa avareza emocional nos rouba a liberdade e nos leva a agir como escravos da solidão e da sua escassez, cegos e insensatos à vida. É contra isso que o apóstolo Paulo protestava: ‘’E nos afadigamos, trabalhando com nossas próprias mãos. Somos injuriados e bendizemos, somos perseguidos e sofremos. Somos blasfemados e rogamos, até o presente temos chegado a ser como o lixo do mundo e a ser considerados como escória de todos...’’ (ICor. 4:12-13).
Pedindo licença para apropriar-me das palavras do apóstolo Paulo nesse contexto, temos que deixar de nos sentir como a escória do mundo. Temos que ter tempo para tudo, principalmente para viver, pois viver o nada se tornou a grande ilusão da humanidade. Ali, na esquina, há sempre um motivo para se desesperar e desistir da humanidade.
Só não podemos esquecer que a humanidade somos todos nós. Paz e bem
segunda-feira, 30 de abril de 2012
A promessa do Pai.
Antes de sua morte Jesus disse aos seus discípulos umas palavras misteriosas: “No entanto, eu vos digo a verdade: é de vosso interesse que eu parta, pois, se eu não for, o Paráclito não virá a vós. Mas se eu for, vo-lo enviá-lo-ei a vós”. (Jo 16,7). Quando ressuscitou, Jesus apareceu aos seus discípulos falando-lhes de coisas referentes ao Reino de Deus, deu-lhes a ordem de não se afastarem de Jerusalém, mas esperarem a Promessa do Pai, da qual tanto lhes havia falado durante seu ministério. (Lc 24,49; Atos 1,5).
Quando Jesus falava da vinda do Espírito Santo chamava-a “A Promessa do Pai”. Tratava-se, portanto, de um compromisso de Deus com os homens através de Jesus. Jesus tinha vindo trazer uma vida nova, mas ela não poderia ser vivida sem o Espírito Santo e um Coração Novo, se Deus não cumprisse antes a Promessa feita através dos profetas Ezequiel e Jeremias ( Ez 11,19-20; Jr 31,33). O coração do homem só pode ser mudado por Deus. É preciso, pois, a renovação interior do homem pelo Espírito de Deus que o transformará.
A novidade do Evangelho não é Jesus dando uma nova lei, mas dando-nos seu Espírito para que Ele, Jesus, possa viver em nós. Dá-nos seu Espírito não só para que o conheçamos, mas para que possamos viver sua vida, tendo um procedimento, não segundo a carne, mas segundo o Espírito. Não é uma lei nova, mas um Espírito Novo que Jesus glorificado envia aos seus para que possam viver a vida de filhos de Deus. Jesus não só nos deu o direito de sermos filhos de Deus, mas nos capacitou com seu Espírito, Espírito de filiação divina, para que vivêssemos como tais (Rm 8,15; Gl 5,6).
A obra da Salvação não consiste somente em sermos perdoados de nossos pecados, mas na transformação de nosso coração pecador em um coração como o de Jesus. Para quem vive no Espírito, a única lei é a lei da fé que dá a vida. Ele não evita as coisas más porque estão proibidas por uma lei, mas porque são más em si. Não age coagido ou pressionado por uma lei exterior; mas acima de tudo, por um princípio de vida nova que o leva a evitar o mal porque é mal, e a fazer o bem porque é bem.
O Espírito vem transformar o coração do homem. Assim, aquele que atua animado pelo Espírito o faz em virtude da própria exigência do amor que habita nele e não pela força de uma imposição exterior. A ação do Espírito no homem o faz modificar todos os seus apetites, critérios e valores. Já não segue os desejos da carne. O homem espiritual, habitado pelo Espírito, transformado pelo Espírito, deseja, quer e faz as obras do Espírito. Se vivemos segundo o Espírito não daremos satisfações às obras da carne. (Gl 5,17-18).
A diferença entre o que vive segundo a carne e o que vive segundo o Espírito é que o primeiro é escravo das obras da carne e manifesta frutos de fornicação, impureza, libertinagem, orgia e coisas semelhantes. Ao contrário, o que é guiado pelo Espírito manifesta os frutos do Espírito: amor, alegria, paz, aceitação do sofrimento, compreensão, bondade, fidelidade, mansidão e equilíbrio (Gl 5,19-23).
A pessoa que vive animada pelo Espírito de Cristo tem os mesmos sentimentos, critérios e valores de Cristo porque tem o mesmo Espírito de Cristo: o Espírito Santo. É uma renovação tão profunda e total da pessoa que São Paulo não encontrou outra forma de expressar esta belíssima realidade senão dizendo que somos “criaturas novas” (Gal 6,15).
Esta é a obra central do Espírito Santo: fazer-nos criaturas totalmente novas. O Espírito Santo vem para mudar o homem, fazendo-o à imagem e semelhança do próprio Jesus. Portanto, sua ação não é acidental ou opcional, É absolutamente necessária. Sem o Espírito Santo de Jesus, não podemos pertencer a Ele.
Vinde, Espírito Santo!
Por Tácito Coutinho ( Tatá )
domingo, 29 de abril de 2012
Porque Saudade
Como definir o que é saudade? Será sentir falta de alguém ou sentir a presença de alguém que está ausente? Será sentir a ausência que se confunde com a presença de quem não está presente? É possível sentir saudade de alguém que está fisicamente presente? Como se vê, é dificil definir o que é saudade, pois ela, caprichosamente, não aceita definição.
Certa vez escrevi: "Saudade é a ausência do seu sorriso nas tardes sem sorriso e sem graça. Saudade é o vento que passa e leva as folhas da praça, mas deixa sempre sinais. Saudade é a vontade de jamais dizer adeus e nunca dizer jamais". Isto não é exatamente uma definição de saudade. É uma tentativa de explicar, mas não define o que é saudade.
Quando sinto saudade de alguém, eu não sinto a ausência desta pessoa, mas sinto a sua presença, embora ela esteja ausente. É uma troca de lugar e de sentimentos que muitas vezes intriga as pessoas. É tão intrigante que não sabemos se é bom ou se é ruim. É um sentimento de vazio que é, ao mesmo tempo, preenchido pela ausência-presença desse alguém. E então sentimos uma presença agradável que evoca esta pessoa.
Mas, como definir o que é saudade? "É um sentimento", muitos vão dizer. Mas que tipo de sentimento? Será um sentimento de alegria, tristeza, ódio, rancor, amor ou desamor? É um sentimento forte, capaz de arrancar muitas lágrimas e deixar o nosso coração em frangalhos. Chegamos até a sentir esta pessoa nos tocando, pois a sua presença é quase real para nós. Mas quando "acordamos" e não a vemos então entendemos que ela está longe.
Talvez não seja tão importante definir, entender ou conhecer o que é saudade. Talvez seja melhor sentir e curtir este sentimento. Se alguém me perguntar o que é saudade, eu vou dizer o que já escrevi: "Saudade é a ausência do seu jeito de apertar-me contra o peito e dizer entre sorrisos: "te amo mais do que tudo". Saudade é falar e ficar mudo, é sorrir e reclamar de tudo, ás vezes sem nada entender. Saudade é poema que dilui, é doce poesia que flui, é amar intensamente e perder". Paz e bem
sábado, 28 de abril de 2012
Cumpra-se a promessa
Passados alguns dias de Sua ressurreição, Jesus cheio do Espírito Santo, cumpriu sua promessa: enviou do céu a torrente do Espírito sobre seus discípulos que estavam em oração com sua mãe Maria. Conta o livro dos Atos dos Apóstolos capítulo 2, versículos 1 a 4.
Se o batismo na água marcou o princípio da missão evangelizadora de Cristo, a inauguração da era messiânica, propriamente dita, da manifestação do "Filho de Deus" aos "filhos de Deus", o batismo no Espírito Santo, em Pentecostes, marcou a instauração do reino de Deus sobre a terra, pelo seu Espírito. É o estabelecimento de uma nova vida espiritual, vida da graça, princípio e penhor, já neste mundo, da vida da glória, na eternidade. Era chegada a hora da adoração que o Pai quer, a verdadeira adoração, "em espírito e em verdade" (Jo 4,23).
É a consumação e a coroação do grande mistério da Páscoa, a sua plenitude, no dizer de Santo Agostinho (Sermão 43). Assim, Pentecostes não é somente a festa do Espírito Santo, mas de Cristo, fechando um capítulo da História da Salvação, e abrindo outro, pelo Seu Espírito. Podemos dizer também que é a grande "festa de aniversário da Igreja", o natal do Espírito Santo.
Pentecostes não foi apenas um acontecimento da Igreja nascente, Pentecostes continua e é ainda hoje: "e rogarei ao Pai e ele vos dará um outro Paráclito para que convosco permaneça para sempre" (Jo 14,16). Fundada a Igreja de Cristo, espalhou-se por toda a terra, governada pelo Espírito Santo, juntamente com o Pai e o Filho.
Pentecostes continua incessantemente pela ação interior do Espírito. Permanecem a graça e a virtude de um Pentecostes perene, embora o Pentecostes histórico tenha passado. A ação universal do Espírito não deixa por isso de ser sempre fecunda. Quando celebramos a festa de Pentecostes, não recordamos um mistério passado, um acontecimento longínquo, mas a presença continuada do Espírito Santo na sua Igreja, como celebra a liturgia do dia: "... por meio de Cristo Senhor nosso, que tendo subido aos céus, derrama hoje o Espírito Santo que havia prometido" (Prefácio da Missa de Pentecostes). Está na nossa mão o pedir e o receber.
Pentecostes não foi outra coisa senão Cristo glorificado, cheio do Espírito Santo, que abriu seu coração para derramar seu Espírito sobre os seus e assim transformá-los em novas criaturas. Tão generosa e abundante, porém, foi a doação do Espírito que o próprio Jesus havia chamado de “batismo no Espírito Santo”. Batizar significa submergir, estar totalmente inundado, cheio. O batismo no Espírito Santo em Pentecostes foi uma plenitude do Espírito Santo que inundou os Apóstolos de tal forma que os encheu completamente.
A expressão “batismo no Espírito Santo” possui dois sentidos e distingue de maneira precisa dois momentos na vida do fiel. O primeiro é propriamente teológico e neste sentido todo cristão é batizado no Espírito Santo pelo fato de ter recebido os Sacramentos da iniciação cristã. O segundo é o sentido experiencial e se refere ao momento em que a presença do Espírito Santo recebida pela fé se torna experiência vivida desta mesma presença, ou seja, se torna sensível à consciência pessoal. Quando, na RCC se fala no batismo no Espírito Santo, se refere a essa experiência sensível e consciente que é o sentido experiencial.
No livro dos Atos, quando do aparecimento de Jesus ressuscitado aos seus Apóstolos diz a eles que serão batizados no Espírito (Atos 1,5). Promessa realizada plenamente em Pentecostes.
Pentecostes inaugura um novo regime para a vida do homem em relação a Deus e aos irmãos: saímos do regime da lei e entramos no regime do Espírito. A experiência de Pentecostes constitui, de uma certa forma, o parâmetro para a experiência que chamamos na Renovação Carismática de batismo no Espírito Santo. Experiência narrada também em outros textos dos Atos dos Apóstolos e sempre acompanhada de manifestações de ordem carismáticas, como louvor, línguas, profecias (Atos 2,4; 10,46; 19,6).
O batismo no Espírito Santo é uma experiência definida (“como podem ver e ouvir” – Atos 2,33) que introduz à vida no Espírito, e que realiza em nós uma mudança permitindo que experimentemos Sua presença e operação em nós.
O que é, então, ser batizado no Espírito? Talvez a descrição mais clara seja dizer que no batismo no Espírito, o Espírito vem de um modo que a pessoa batizada o sabe. Como resultado desta vinda, ela experimenta um novo contato com Deus. Não só o Espírito vem à pessoa de um modo novo, mas opera nela uma mudança. A sua vida se torna diferente, porque o seu relacionamento com Deus se modificou. Deus está nela de uma maneira que não estava antes. Deus fez nela a sua morada de um modo novo: o Espírito guia-a, fala-lhe, ensina-lhe, fá-la conhecer a Deus e saber que Deus a ama.
O batismo no Espírito é uma introdução, um princípio para a vida no Espírito. O que torna possível a vida no Espírito numa pessoa é a presença do Espírito Santo nela. Portanto, a única maneira de experimentar a vida no Espírito é o Espírito Santo estar nela de um modo novo.
Esta experiência é um princípio. É preciso continuar viver a vida no Espírito, crescer. Esta “vida nova” deve ser partilhada, portanto, exigindo a comunidade fraterna que envolve-nos em um novo relacionamento, um mútuo dar e receber do dom do Espírito, que está em todos.
O batismo no Espírito é uma introdução à vida do Espírito, e também uma introdução na comunidade cristã. Necessitamos de uma comunidade que viva no Espírito para vivermos também no Espírito. O batismo no Espírito não é somente um modo de entrar numa vida nova com o Espírito, mas deveria significar também a entrada numa comunidade. (Cor 12-13)
Vinde, Espírito Santo!
Por: Tácito Coutinho ( TATA )
terça-feira, 24 de abril de 2012
Assinar:
Postagens (Atom)










