FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 31 de maio de 2011

O DESAFIO DE AMAR



Você já ouviu falar do ecologista que amava floresta, mas odiava árvore? Ou do conferencista que ama as multidões, mas odeia gente? Ou ainda, aquele que ama a humanidade, mas é insensível e indiferente às demandas de seus familiares e parentes mais próximos?

Há muitos cristãos, nestes tempos pós-modernos, que declaram amar a igreja universal, invisível, o Corpo de Cristo, ao mesmo tempo em que rejeitam e odeiam a idéia de congregar, de fazer parte de uma comunidade de fé, onde se partilha, à luz das Escrituras Sagradas, amor, fé e esperança, além de orações, histórias, dores, sorrisos, alegrias, perdas, conquistas e decepções.

Ninguém pode pretender amar a humanidade, mas detestar a família. A família biológica é a expressão local e diminuta da humanidade. Desprezar a própria família é o mesmo que desprezar também a humanidade inteira. Semelhantemente, não podemos cair na falácia de que é possível amar o Corpo de Cristo, mas desprezar sistematicamente a igreja local, pois esta é nada mais que a expressão diminuta e temporal da Igreja Universal. A igreja, seja ela reunida em templos ou em casas, empresta sua temporalidade à igreja universal. Uma não existe sem a outra. A igreja invisível é uma abstração e não se ama e nem se relaciona com abstrações. Dizer que faz parte do Corpo de Cristo, sem, contudo, fazer parte de uma Comunidade de fé cristã local é absurdo, além de antibíblico e extremamente conveniente para gente descomprometida.

Há famílias e famílias. Assim como há igrejas e igrejas. Há famílias opressoras; famílias adoecidas; famílias castradoras; famílias indignas de serem reconhecidas como tais. Entretanto, há famílias saudáveis; famílias boas; famílias edificantes, maduras e libertadoras. Destarte, há igrejas complicadas, heréticas e infantilizadas (freqüentadas e lideradas por gente idem). Todavia, há, graças a Deus, boas igrejas. Comunidades cristãs saudáveis. Imperfeitas sim, mas que se reúnem em torno de Cristo para adorá-lo e d’ Ele aprender.

O fato de existirem famílias bizarras não significa que não existam boas famílias. Semelhantemente, os maus exemplos de muitas igrejas não eliminam do mapa as boas greis, como os desigrejados teimam em não reconhecer.

Virou moda falar mal da Igreja (lugar comum). Como não podem destruí-la, algo que nem mesmo o diabo consegue, criaram o conceito de que “amo a Igreja Invisível, mas odeio a instituição”. Besteira! Papo! Conversa Fiada! Amar apenas o “Corpo de Cristo que está espalhado pela face da terra”, mas não suportar congregar é o mesmo que dizer que ama a Deus, mas odeia o próprio irmão, algo deplorável e criticado por João (1 João 4.20-21).

É fácil amar a Igreja Invisível. Ela não tem cara. Não traz problemas. Não telefona de madrugada para que a socorramos. Difícil é amar gente complicada. Gente de carne e osso, com seus dramas, chatices, contradições e idiossincrasias. É fácil ser crente na frente das teclas de computador, postando artigos pseudocrístãos em comunidades virtuais. Difícil é caminhar junto. Sim é difícil, mas é bíblico. É cristão. É eclesiológico. É neotestamentário. A isto chamamos koinonia (comunhão). Foi ensinado por Jesus Cristo (João 17). Foi praticado pelos apóstolos (Atos 2.42-46). Foi preservado pelos Pais da Igreja.  Foi mantido por muitos irmãos até chegar até nós. É uma herança digna de ser desfrutada e repassada às próximas gerações. E será! Por maiores que sejam os ataques, pois quem a garante é o Senhor da Igreja, Jesus Cristo, que prometeu sua edificação permanente e vitória final (Mateus 16.18). A Igreja é a noiva de Cristo! Ele tem cuidado muito bem dela, pois a ama e guarda-a para si (Efésios 5.25-27).

Amo a Igreja de Igreja de Cristo. A invisível e a visível também!

QUEM MANDA HOJE NAS SALAS DE AULAS ?


Hoje, está acontecendo nas escolas uma inversão de valores e de posições. De uns tempos para cá, os alunos, literalmente, estão tomando conta das escolas e impondo suas regras, suas vontades e seus desejos em detrimento da Escola como agente de ensino e formadora de cidadãos e cidadãs. Este fato hoje já é visto em praticamente todas as escolas públicas com a tendência de aumentar ainda mais com o passar do tempo.

Sou do tempo em que o Diretor era respeitado e até temido, o professor era obedecido, o coordenador realmente coordenava as ações em conjunto com o Diretor e os professores. Os funcionários, além de ajudarem na organização geral da escola e no apoio à Direção, eram respeitados pelos alunos orientando-os na ausência do professor.O aluno sabia e conhecia o seu lugar, pedia licença ao professor para entrar e para sair da sala de aula, respeitava o professor como autoridade máxima na sala e também respeitava o seu colega de classe. Bons tempos aqueles!

Lembro-me, eu já estava na 4ª série e às vezes chegava atrasado e ficava parado na porta da sala aguardando que a professora, que se chamava Vicência, me visse e então eu lhe dizia: "Com licença, dona Vicência!". Com a sua permissão, eu entrava em silêncio e me sentava sem fazer barulho para não atrapalhar os demais alunos. Era muito raro eu chegar atrasado, mas às vezes acontecia pelo motivo exposto acima. O silêncio reinava na sala, todos ocupados em fazer as atividades propostas, e quando queríamos perguntar alguma coisa levantávamos a mão e aguardávamos a devida permissão.

A obediência era a tônica na sala onde o professor tinha ambiente próprio e total condição de passar aos alunos o conteúdo programático da aula com a certeza de que os alunos estavam ali realmente para aprender. E aprendíamos muito na sala, e depois estudávamos em casa, às vezes em grupo, fazendo o "Para casa" que a professora tinha passado e ia corrigir no dia seguinte. E ai de quem não fizesse! Naquele tempo tinha a hora de estudar e a hora de brincar. E a gente muito bem separar as coisas.

Hoje, quem manda nas escolas são os alunos. O professor funciona como um elemento a mais na sala, às vezes como se fosse um robô. O aluno entra quando quer e sai na hora que bem entende. Dentro da sala se comporta como se estivesse num parque de diversões: correndo de um lado para o outro, pulando sobre as carteiras, brincando de pega-pega - e a moda hoje é arrancar folhas de cadernos, fazer pequenas bolas de papel e jogar uns nos outros ou no cestinho de lixo para ver quem acerta mais. Enquanto isto, a lousa está cheia de atividades e o professor muitas vezes fica sentado aguardando ter um mínimo de condição para explicar a lição. Não faz muito tempo, uma professora pediu-me que eu fosse imediatamente à sala de aula, pois alguns alunos tinham colocado fogo na sala. Fui o mais rápido que pude e constatei que estava pegando fogo na lata de lixo e a fumaça já obrigava alguna alunos a sairem. Imediatamente chutei a lata para fora da sala e peguei um pouco de água para apagar o fogo. Enquanto isto acontecia, os alunos davam risada... Sem comentários.

Quando alguém comenta comigo sobre a situação lamentável das escolas hoje, eu cotumo dizer: a tendência é piorar. Por uma razão muito simples: se está piorando a cada dia e não há nenhum esforço conjunto ou vontade política para mudar as coisas, logicamente só pode piorar. Se não há silêncio e concentração, como o professor pode ensinar? Se não há respeito ao professor, como ele vai se impor e exigir que os alunos estudem? Se não há retenção de alunos, como os alunos vão se sentir obrigados a estudar? O que a gente mais ouve hoje dos alunos é: "Vou estudar pra que se eu vou passar de ano do mesmo jeito?". E o pior é que passa mesmo.

É muito triste esta situação, pois considero a educação o bem mais importante de uma Nação. O que esperar de um País que não prioriza a sua Educação? Sem educação de qualidade teremos maus cidadãos e, por conseguinte, continuaremos tendo maus políticos.

Ovelhas negras da família - responsabilidade dos pais?



De repente, como que num passe de mágica, você acorda pela manhã e percebe que seu filho ou filha está diferente. As bonecas "Barbies" e seus inúmeros acessórios são esquecidos no fundo de uma gaveta qualquer e as paredes ganham a decoração de fotos dos "Tom Cruises" ou "Brad Pitts" do momento, extraídas de revistas especialmente dirigidas aos "teen" – como gostam de ser chamados.

No quarto dos garotos (tenha cuidado ao entrar) os "rollers" estão pelo chão e sorte sua se você avistar o skate antes de pisar nele! Não há fotos de atrizes prediletas pelas paredes, mas por favor não vá revistar debaixo do colchão ou checar as páginas recentes visitadas por ele na internet - pode ser constrangedor descobrir que seu adolescente guarda ali um número antigo da revista Playboy ou que ele tem "navegado" por mares estranhos...

Você se desespera – talvez tenha uma crise de choro. Começa a se perguntar o que fez de errado. Acha que sua família vai se desestruturar. Em primeiro lugar quero dizer a você: não é necessário o pânico!

É o avanço natural do ciclo vital, cujo relógio só segue para adiante. Certamente este avanço provoca aquilo que denominamos de "Crises de Desenvolvimento".

Estas mudanças acontecem em todas as famílias; são, portanto, universais. E acontecem sempre neste período de passagem de uma etapa à outra do ciclo vital – portanto previsíveis e, em geral, levam a família a graus de funcionamento de maior maturidade, ou seja, são crises normais. Não se pode produzir prematuramente, nem detê-las e provocam mudanças permanentes no status e função dos membros da família.

Quando a família torna-se incapaz, em sua estrutura, de incorporar a esta nova etapa de desenvolvimento, quando não se permite a discussão e o diálogo aberto sobre estas transições, as pessoas e famílias em geral sentem-se isoladas, confusas e com sentimentos de culpa.

Se um filho começa a questionar os valores de vida adotados até então pelos pais e revelar aos mesmos as inúmeras incongruências entre o teórico e o vivido na rotina da família, muitos pais podem sentir-se bastante ansiosos, com receios. Todavia este momento deve ser aproveitado para o crescimento familiar, com uma revisão de vida por parte dos pais, compreensão de suas limitações enquanto parte de sua humanidade, arrependimento de falhas intencionais e propostas de mudanças que visem uma melhor harmonia do núcleo familiar.

Por outro lado quando os pais negam-se a fazer tal auto-avaliação, colocando-se numa postura de "infaláveis" (ou seja, não permitindo nem que os filhos ousem questionar), reprimindo com leis absurdas e castigos desproporcionais às mínimas falhas dos filhos, então corre-se o sério risco de se criar um abismo na relação.

Antes de impedir o avanço do relógio vital, devemos nos preparar para celebrar tais passagens. Um exemplo que muito me alegrou foi de um pastor amigo meu que, ao saber que sua filha havia tido a primeira menstruação, comprou um buquê de rosas e a família fez um almoço especial de celebração, onde o pai expressou a alegria pela transição da filha da infância para a adolescência e conversaram, como família, sobre as implicações de tal passagem, os novos privilégios que a filha iria conquistar progressivamente em termos de autonomia e independência, bem como as novas responsabilidades geradas por tais conquistas.

Muitas vezes as tensões geradas pela transição no ciclo vital são, imperceptivelmente, descarregadas sobre um elemento do núcleo familiar – em geral o elemento mais sensível, o qual passa a apresentar certos "sintomas" (disfuncionais em relação ao padrão familiar), e é logo estigmatizado como: O PROBLEMÁTICO ou A OVELHA NEGRA!

Quanto mais se acirram as tensões, mais se distanciam no diálogo, mais disfuncionais vão se tornando as condutas do adolescente "problema" e mais vai se confirmando a hipótese de que realmente ele é a "ovelha negra".

Os pais podem reagir de distintas formas a estas condutas disfuncionais dos filhos. Alguns criam em suas casas o "MURO DAS LAMENTAÇÕES" familiares (creio que hoje o mais apropriado seria dizer o telefone das lamentações, pois sempre recorrem a um amigo/amiga para derramar seus angustiados corações). Toneladas de culpa são diariamente acumuladas nos "porões familiares", sempre armazenadas para incrementar o fogo das discussões quando nova conduta disfuncional do adolescente se manifesta.

Outros pais procuram espiritualizar a situação e culpam o diabo de todas as mazelas que sobrevêm à família. Se o filho responde com grosseria é porque está influenciado pelo demônio da rebeldia, se não acata uma ordem é o demônio da desobediência, e assim seguem exorcizando os pretensos demônios que assediam o filho, mas eles mesmos esquecem de acercar-se para um diálogo afetivo e saudável.

Não quero dizer com isto que o diabo não se aproveita destas situações para criar mais confusão, afinal esta é sua tarefa: roubar, matar e DESTRUIR! Todavia, numa situação em que impera o amor, a disposição ao diálogo, o afeto e a ternura, o diabo não tem espaço – pelo contrário, ele foge disso (De onde procedem as contendas entre vocês?... Da vossa própria natureza carnal... resisti ao diabo e ele fugirá de vós... Tiago 4:1 e 7).

O diabo não é culpado quando pais deixam de ser atentos às necessidades de seus filhos e priorizam um milhão de atividades em detrimento de uma atenção concentrada a eles. Mesmo a mais eclesiástica das atividades não justifica a desatenção em relação às necessidades básicas dos filhos. A mensagem apostólica aos pais é de não provocar os filhos à ira (Efésios 6:4) e eu creio que muitos filhos ficam irados por causa da falta de atenção dos pais para com suas necessidades afetivas básicas. Veja, NECESSIDADES AFETIVAS, não físicas ou materiais!!!

Portanto creio que toda "OVELHA NEGRA" da família é somente um sintoma de que esta família não está encontrando meios para superar a crise de passagem de uma etapa à outra do ciclo vital e que tenta manter, sob tensão, uma forma de relacionamento muito estreito, que não supre as necessidades emocionais dos membros da família e leva o adolescente - já sensível por natureza – a extravasar tais tensões através de condutas disfuncionais e receber a insígnia de "problemático ou ovelha negra".

Ainda uma última palavra de orientação. A grande maioria das tensões são diluídas com um diálogo franco e aberto, em uma comunicação participativa, onde todos se expressam e são escutados e todos também tem disposição de escutar integralmente o outro, sem pré-julgamentos que nada mais são que pré-juízos para o grupo. Os filhos só vão aprender tal modelo de comunicação se os pais tiverem a mesma como prática corriqueira em sua relação conjugal. Portanto o cultivo de um diálogo entre o casal é básico para uma resolução sadia nas crises de desenvolvimento da família.

Finalmente se sua família está passando por uma crise de desenvolvimento e vocês têm identificado um elemento – um dos filhos – como a "Ovelha Negra", minha sugestão é que busquem um bom conselheiro ou terapeuta familiar, alguém experimentado em assessoramento de famílias (não só um bom conselheiro, espiritual ou um bom psicólogo, afamado, mas alguém com comprovada experiência no assessoramento familiar), e toda a família inicie um processo em busca de novos estágios de maturidade e novas formas de relacionamento, que proporcionem uma harmonia maior de todo o conjunto familiar.

Para os que têm mais interesse sobre onde encontrar um bom assessor familiar, podem escrever para a Associação Brasileira de Assessoramento e Pastoral da Família - EIRENE do Brasil, que treina profissionais, pastores e líderes cristãos em todo o Brasil especialmente para este fim.

O endereço de EIRENE é Rua Paula Gomes, 850, Curitiba, Paraná. O telefone  é (41) 3013.5415 e você pode entrar em contato através da nossa homepage www.eirene.com.br  ou pelo e-mail eirene@eirene.com.br

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Carlos Catito é casado, pai de dois filhos, psicólogo, terapeuta familiar, professor universitário e mestre em psicologia da infância e adolescência. É coordenador para o Brasil de Eirene (Associação Internacional de Assessoramento e Pastoral Familiar) e assessor de Relações Internacionais do Corpo de Psicólogos e Psiquiatras Cristãos (CPPC)

sexta-feira, 27 de maio de 2011

O VALOR DE UM GUIA



Leia: Atos 8:26-40

Uma visita a uma galeria de arte é muito mais proveitosa, quando ela é feita com o auxílio de um guia. Aprendemos coisas a respeito dos artistas e das pinturas que deixaríamos passar, se estivéssemos sozinhos. Passear pela Bíblia pode ser um pouco assim. Como o oficial Etíope, precisamos de alguém que nos pergunte: "Você entende o que está lendo?" Posso me considerar uma pessoa espiritual e perguntar qual religião é a melhor. Escuto mensagens, leio partes da Bíblia, mas, como o Etíope, acho, às vezes, que algumas coisas são confusas ou difíceis de serem compreendidas. Parece haver uma história contínua, mas não tenho certeza de como estão conectadas. Parece que estou mesmo no caminho certo, sei que é importante cuidar da minha vida espiritual.

No fundo sei que Deus está comigo, que Ele me valoriza e me ama. Parece mesmo que Jesus é a cola que liga toda a história, a linha que tece o bordado da nossa vida. Se é assim, deve haver milhares de outras pessoas que pensam como eu, que são tocadas pela mesma fé. Uma igreja? Mas qual? Há tanto engano por aí. O jeito é procurar, pois não seria possível viver uma vida cristã autêntica e plena sem uma comunidade que de fato ame a Bíblia e viva o amor que Cristo ensinou.

Pense:
Jesus é a cola que liga toda a história, a linha que tece o bordado da nossa vida.

Ore:
Senhor Jesus, por favor ajuda-me a encontrar uma comunidade cristã autêntica que leve a sério os teus ensinos e possa guiar-me pelo caminho e mostrar-me as belezas da tua graça e do teu amor. Amém.

Cada Dia

MUNDO VIOLENTO


1 SAMUEL 30.1-25

Nunca mais se ouvirá de violência na tua terra, de desolação ou ruínas,
nos teus termos; mas aos teus muros chamarás Salvação, e às tuas
portas, Louvor. (Is 60.18.)


Davi regressava para seu lar, em Ziclague, com o seu exército de seiscentos
homens. Fora impedido por Deus de lutar ao lado dos ? listeus contra
o exército de Saul. E, ao chegar a Ziclague, encontrou a cidade queimada e
sinais de violência por todos os lados. Suas mulheres, Ainoã e Abigail, não
estavam com os ? lhos esperando sua chegada. Uma grande dor encheu o
coração de todos aqueles homens, cuja primeira atitude foi chorar até não
terem mais forças para chorar.

Por causa das mulheres e dos ? lhos levados cativos, a amargura havia
tomado conta do coração de alguns homens de Davi. Falaram em apedrejá-
lo, tal o seu desespero. Mas o suave salmista do Senhor logo se refez e
se reanimou no Senhor, seu Deus. Davi não deixou aquela situação cegar os
seus olhos espirituais. Chamou Abiatar, o sacerdote, e consultou o Senhor.
Obteve a resposta de esperança e de que tudo seria restituído ao seu grupo
de guerreiros. Nada ? caria para trás.

Em face da violência que enfrentamos em nossos dias, devemos ter a
mesma atitude de Davi. Há uma saída: Fortalecer-nos no Senhor, para que
a cegueira da ira não nos faça cometer desatinos. Há o tempo de chorar,
mas há o momento de buscar a face do Senhor e de partir para a batalha
– a batalha da oração contra as hostes da maldade. Temos de lutar usando
as armas da luz e revestidos de toda a armadura de Deus. E, assim como fez
Davi, após derrotar o inimigo covarde, trazer libertos os cativos e repartir os
despojos com o povo de Deus, vamos testemunhar e festejar, pois em lugar
da violência haverá salvação e louvor.

Pai, como é doce a tua presença! Oh, que paz suave há em tuas
palavras. Faz da minha vida um cântico de adoração ao teu
nome e um instrumento de proclamação do evangelho.
Amém.


Pra. Ângela Valadão

MEDO DE FICAR POBRE


1 SAMUEL 25.2-38

Fui moço e já, agora, sou velho, porém jamais vi o justo desamparado,
nem a sua descendência a mendigar o pão. (Sl 37.25.)


Nabal era um próspero pecuarista da região do Carmelo, em Israel. Era
descendente de Calebe. Não trazia, entretanto, na estrutura de seu caráter
a mesma fé e o temor de Deus característicos do velho herói de Judá. Era,
sim, como a própria interpretação de seu nome, “? lho de Belial”, isto é,
? lho das trevas. Sua riqueza era seu “deus”. E, como muitos ricos “loucos”,
à semelhança da parábola de Jesus, Nabal era extremamente apegado aos
bens materiais. Davi, ao contrário, apesar de ter sido ungido rei de Israel na
sua juventude, não se apressava em tomar a coroa do reino. O que ele mais
queria era fazer a vontade do Senhor e louvar o seu precioso nome.
Num dia de festa para Nabal, isto é, quando ele estava tosquiando suas
ovelhas, e haveria um banquete, como era o costume da época, Davi mandou
seus jovens levarem a ele um recado. Seu exército estivera guardando os
pastores de Nabal por um bom tempo, e aquele seria o momento oportuno
para uma recompensa – uma parte do banquete em gratidão a Davi.
A avareza de Nabal jamais permitiria tal “extravagância”.

E ele negou o pedido do futuro rei de Israel. Não fosse sua esposa Abigail, mulher sensata
e bela, no dia seguinte não estaria vivo ninguém do sexo masculino em
sua casa. Abigail apaziguou Davi, levando-lhe víveres de sua fartura. Mas o
tolo Nabal veio a falecer ao ouvir a notícia de que sua esposa havia suprido
Davi. É sempre assim. O rico tolo está ajuntando para o justo, quer aceite
isso ou não. Nabal perdeu uma grande chance de entrar para a história de
Israel como amigo do rei Davi. Seu exemplo foi do “? lho de Belial”, o tolo
avarento que perdeu a vida, a esposa e os bens, tentando justamente preservá-
los para si.

Pai celeste, não nos dê nem a pobreza, nem a riqueza, mas nos
sustente com a porção acostumada do pão. Que deixemos
nossa história ser vivida sem avareza. Amém.


Pra. Ângela Valadão

quinta-feira, 26 de maio de 2011

ORIENTAÇÃO COM FÉ

Leia: Provérbios 19. 1-29

Talvez nunca os psicólogos foram tão procurados como nos dias de hoje por pais que procuram uma orientação na educação de seus filhos. Os pais parecem estar perdidos diante de um mundo onde a autoridade parece não fazer sentido, e onde as crianças acabam por se transformar em verdadeiras tiranas de seus pais. Assim, sem limites de ação e sem referencial, as crianças podem crescer de forma inadequada, entregando-se às más companhias, às drogas e ao sexo desenfreado. Içami Tiba, autor de vários livros sobre a educação dos filhos, advoga o amor para com as crianças, mas sem perder a noção da autoridade paterna e materna.

É bom termos bons orientadores, no entanto, não devemos deixar de pedir a Deus, nosso grande orientador, para que nos ilumine e ilumine também os psicólogos e todos os educadores. Há muitas pessoas que, impressionados tão apenas com o aspecto horizontal da vida, abandonam por completo o aspecto vertical, a realidade da fé. Tudo isso, já há muitos séculos, foi-nos recomendado através da pena do sábio Salomão: "O insensato faz pouco caso da disciplina de seu pai, mas quem acolhe a repreensão revela prudência." (Provérbios 15.5) Filhos precisam de limites e a disciplina deve ser exercida com paciência, brandura e amor.

Pense:
A disciplina, o bom senso e a fé devem caminhar juntos na educação de nossos filhos.

Ore:
Pai amado, como Senhor de tudo, inclusive das Ciências, concede-nos psicólogos que temam o Teu santo nome e educadores que sejam, assim, instrumentos bons para o nosso bem! Por Jesus! Amém!