FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 17 de maio de 2011

SOMOS DA GERAÇÃO DE JOÃO PAULO ll



Toda uma geração foi influenciada pelo pensamento e vida de João Paulo II. Ainda quando era padre na Polônia e quando bispo de Carcóvia, seu grande encanto e dedicação eram os jovens, a quem ele chamaria, décadas depois, de “minha alegria e minha coroa”.
 Esse amor pelos jovens foi, por um lado seu maior legado à Comunidade Shalom e, por outro, o ponto de encontro entre ele e o jovem Moysés Azevedo Filho que, aos seus pés como aos pés da Igreja entregava a Cristo sua vida e juventude a serviço dos jovens. Dois amores à juventude que se encontram no mesmo momento de oferta durante a Eucaristia pela doação de vida por amor a Deus.
 Como sabemos, nenhum encontro aos pés do altar é um mero acaso. Estava selado, naquele 9 de julho de 1980, o que se concretizaria exatamente dois anos depois, numa despretensiosa lanchonete e só seria entendido dez anos mais tarde: Deus tinha um plano. Nosso passo fundante a nível espiritual havia sido dado com a entrega de vida para a evangelização dos jovens e todos os que se encontram longe de Deus. Para isso existimos, por Deus e por eles nos entregamos.
 Pouco a pouco, descobriríamos muito mais sobre o Papa que mudaria tantas vidas que formaria uma “geração”, a “geração João Paulo II”, ou, como a chamam alguns, geração dos “filhos de João Paulo II”. Descobriríamos e daríamos nossa mais profunda adesão à sua visão de homem, expressa em seu tempo de seminarista, de filósofo, de teólogo: “o homem é a via de Deus” e Deus, naturalmente, é a “via do homem”.
 Sua encíclica “Redemptor Hominis”, escrita sete anos antes da fundação de nossa comunidade, colocaria Jesus como inteiramente Deus e inteiramente homem na medida certa, na linguagem adequada e atraente ao homem do século XX, como pediu o Vaticano II.
 Em nossa espiritualidade e ação apostólica, o “homem, via de Deus e Deus via do homem” sempre foi profundamente marcante. Encontramos Deus em nossa própria humanidade frágil e a submetemos inteiramente a Ele, nossa Via, na adoração, contemplação, Lectio Divina. Cheios do Seu Espírito, vamos ao encontro do homem, via de Deus, na vida fraterna, no apostolado, nos jovens, nas famílias, nos pobres de todo tipo, no amor e defesa da vida em todas as suas fases. A esses homens alcançados por nosso apostolado, levamo-los a Deus, a única via do homem.
 Não por acaso, nossa espiritualidade tem seu centro em Jesus Ressuscitado que passou pela Cruz e comunicou a paz aos seus discípulos ao entrar no Cenáculo, ressuscitado, trazendo a marca de suas chagas em sua Santa Humanidade Ressuscitada. Sua boca humano-divina realmente disse “Shalom!”. Sua divindade realmente comunicou a Paz que é Ele mesmo. (cf. Jo 20,19)
 Da mesma forma, não poderíamos considerar “acaso” ou “coincidência” o fato de a ida para o céu e a beatificação de João Paulo II se darem exatamente quando a liturgia da Igreja proclama o “Evangelho de nossa vocação”: Jo 20), nem acaso é nossa saída permanente em busca dos Tomés de hoje. Esses fatos só confirmam que nós, com muito amor e orgulho somos, sim, andarilhos de Deus, apaixonados pelos jovens e por todos os homens, da geração de João Paulo II.


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
por Emmir Nogueira, Co-Fundadora da Comunidade Shalom *
Comunidade Shalom

DECLARAR E ACLAMAR UM SANTO


A notícia de que Bento XVI declarará beato seu antecessor João Paulo II merece reflexão. É uma prática do catolicismo e um direito do Papa. A quase totalidade dos católicos lhe dá este direito. Aceitamos sua liderança. Pode ser que, aos olhos de muitos católicos, João Paulo II devesse esperar, mas milhões acham sua vida, seu testemunho e seus sofrimentos suficientes para que o incluam entre os exemplos a serem seguidos. Ele amou e testemunhou Jesus e viveu heroicamente a sua fé. Não há santos perfeitos neste mundo, mas ele e outros candidatos como Irmã Dulce viveram a fé com maior perfeição do que a nossa. Declaremos e proclamemos. Jesus fez e continua fazendo novos santos.

Os católicos privadamente proclamam alguém santo, ou santa quando percebem valores cristãos elevados nesta pessoa. Oficialmente, porém, alguém é declarado santo ou santa quando sua vida foi toda voltada para Deus e para o próximo. Como se trata de assunto estritamente católico, uma vez que outras igrejas também proclamam a santidade ou vida santa de seus fundadores e fiéis mais ilustres, mas os cultuam de outra forma, vale a pena entender o porquê destas beatificações ou canonizações.
No fundo tudo pode ser resumido nas frases: Deus é glorificado nos seus santos. Foi herói ou heroína da caridade. Deu a vida pelos outros e viveu pelo reino de Deus.
Sede vós pois perfeitos, como é perfeito o vosso Pai que está nos céus. (Mt 5, 48)
Mas, como é santo aquele que vos chamou, sede vós também santos em toda a vossa maneira de viver; (I Pd 1, 15)
Portanto santificai-vos, e sede santos, pois eu sou o SENHOR vosso Deus. (Lev 20, 7)
Santos serão a seu Deus, e não profanarão o nome do seu Deus, porque oferecem as ofertas queimadas do SENHOR, e o pão do seu Deus; portanto serão santos. (Lev 21, 6)
Para confirmar os vossos corações, para que sejais irrepreensíveis em santidade diante de nosso Deus e Pai, na vinda de nosso SENHOR Jesus Cristo com todos os seus santos. (I Ts 3, 13)
De certa forma o primeiro santo canonizado foi João Batista a quem Jesus declarou santo. Segundo está nos evangelhos, o próprio Jesus deu o critério para o que a Igreja passou a fazer:  Ninguém tem maior amor do que aquele que dá a própria vida pelo bem dos outros  (Jo 15,13).
Mas nem todos os declarados e aclamados foram imediatamente aceitos pela Igreja. Em alguns casos levou tempo. Houve casos que esperaram 400 anos até serem  proclamados e declarados santos, isto é: cristãos sancionados, provados  e selados como sinais do Reino. Sanctus, santo, vem de sancire, sancionar…Deus e a Igreja assinariam em baixo desta vida!
Houve casos quase imediatos. Muitos mártires e Francisco de Assis, por exemplo, em menos de um ano foram canonizados. Entraram no cânone dos bem-aventurados que a Igreja aposta que estão salvos e no céu. Ultimamente, José Escrivá, o Fundador da Opus Dei, levou 27 anos. Dom Romero já leva mais de 40 anos em processo e, no entanto, ele morreu pela libertação do seu povo que morria sob uma cruel ditadura.
Tereza de Calcutá levou menos de dez, João XXIII menos de 50, João Paulo II menos de 7, Irmã Dulce menos de 15 anos após a morte. Em alguns casos, a Igreja ouviu a aclamação dos fiéis ou de um grupo de fiéis; em outros, não ouviu e até chegou a tirar da lista de proclamáveis e declaráveis algum candidato sobre quem se lançaram dúvidas pelo que teriam dito e escrito.
É critério da Igreja e não cabe a nenhum grupo querer impor o seu candidato ao reconhecimento de toda a Igreja. E daí? Seu candidato não foi declarado, o que não significa que não tenha levado vida santa.  A Igreja não se opõe ao fato de seus fiéis admirarem algum católico que viveu vida heróica. Poderemos pedir a prece de nossos pais e de nossos irmãos de vida santa, desde que não o façamos contra a proposta da Igreja.
Dizer que alguém não será proclamado beato não é o mesmo que dizer que ele não se salvou, que não está no céu ou que sua vida não foi santa. Significa apenas que a Igreja não o proclamará modelo em tudo. Muitos dos santos que admiramos nem sempre escreveram ou disseram coisas hoje aceitas pelos católicos. Estão aí os livros para provar que a Igreja não concorda com eles em tudo. A Igreja mudou muitos conceitos e muitas de suas práticas e hoje, quem dissesse o que eles disseram ou fizesse o que eles fizeram não seria aprovado como modelo de ética cristã. Mas foram vistos como pessoas totalmente dedicadas ao Reino.
Como não há santo sem escorregão e nenhum santo é perfeito e sábio em tudo, a Igreja tem o direito de decidir quem deve ser venerado oficialmente e quem deve esperar. Haverá sempre algum questionamento, mas há que se respeitar a voz do povo e a voz da liderança. Somos produtos de um tempo e os santos viveram outras épocas e outras situações de conflito.
Os irmãos de outras igrejas que cultivem seus heróis do seu jeito. Respeitamos. Mas não nos acusem de adorar os santos! Esta calúnia não admitiremos. Só adoramos a Deus, mas nunca deixaremos de proclamar que ele é bendito pelos santos que nos deu. É bíblico, é teológico e nobre. Gratidão também é sinal de santidade!


- - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - - -
por
Padre Zezinho, SCJ


segunda-feira, 16 de maio de 2011

CURA ESPIRITUAL

O filho pródigo experimentou problemas físicos, psicológicos e espirituais. Ele não tinha para onde ir e ninguém a quem dirigir. Ele sequer podia fartar-se das vagens que os porcos comiam. Era o momento de olhar para seu pai e voltar para ele. “Levantar- me-ei”- esta é a decisão. “Eu irei”- esta é a direção. E o Pai acolheu-0 e perdoou-0. Embora o perdão seja de grande importância, ele ainda é apenas o início da cura. Ele ainda não é a plena recuperação. Muitas vezes, após a confissão, sentimos o peso das conseqüências do pecado. E assim, além do perdão, nós também necessitamos da recuperação. Todo pecado deixa em nós conseqüências psicológicas. Entre outras, há o perigo da perda da esperança. Quando caímos novamente em pecado, facilmente nos sentimos desanimados e perdemos a esperança. Uma mentalidade criminosa é criada em nós, para usar a linguagem do destacado psiquiatra Karl Menninger. A mentalidade criminosa acontece quando alguém reconhece seu pecado, mas está convencido de que é impossível mudar para melhor. O criminoso sabe que ele não é inocente. Ele menospreza a si próprio. Consequentemente, ele tem medo de mudar. Ele pensa que por sua consciência e seu caráter estarem sujos, ele pode facilmente continuar a sujar. É isto o que acontece com pessoas que possuem hábitos viciados. Há então pessoas que têm a mentalmente doente e desequilibrados, não ela! É isto o que acontece com o pecador; ele aponta seu dedo aos outros. Ao invés de tentar emendar-se, ele agride os outros e espera que os outros mudem. Se está sempre com raiva? É por causa da esposa e dos filhos. Está bebendo demais? É tudo por culpa dos colegas. E assim por diante. Ao não se sentir responsável por seus pecados, é óbvio que nada será feito para mudar e para tornar-se melhor. Estas situações são muito sérias e deixam o pecador doente. Quem poderá mudar a sua mentalidade? Se dúvida alguma, a psicologia pode fazer muito, mas esta também tem seus próprios limites. Somente Deus quem pode mudar por completo a mente e o coração. O padre deve ajudar, por meio das orações de cura, a estas pessoas, para que, além do perdão, elas recebam a cura necessária. Enquanto você não aceitar a responsabilidade por seus atos e acreditar que você pode mudar, você permanecerá espiritualmente doente. Não tenha medo. Jesus está pronto para lhe curar, desde que você se volte para Ele.
 Leia com carinho o texto das Sagradas Escrituras com sua Oração de resposta.

IRMÃ MARIA EUNICE canção nova



A CURA DO SEU PASSADO


Mas, por que isto tinha que acontecer? Porque? Porque? Sempre maldizemos nosso passado e desejamos que ele nunca tivesse existido. E a única ajuda que recebemos é a daqueles que nos dizem: “Simplesmente esqueça do seu passado. O que quer que tenha acontecido, já se foi.”Mas, esquecer não significa curar. Pode ser que no passado você tenha sido ferido fisicamente, ou sexualmente, ou emocionalmente, ou socialmente, ou mesmo religiosamente. Você pode ter sido ameaçado por seus companheiros na escola, ou enquanto brincava. Devo simplesmente esquecer? Devo colocar tudo embaixo do carpete? Mas, o que acontece quando eu, novamente, tiver que remover o carpete? Toda aquela poeira escondida encherá novamente a sala da minha vida. Não é o bastante esquecer o meu passado. Devo aprender a curá-lo!  E Jesus, se for convidado, está pronto      com este para entrar em meu passado e abençoar todo o bem que Ele encontra, anulando e curando tudo o que estiver errado. Alguém poderá me dizer: Mas já é o bastante lidar com os meus problemas do presente? É de fato necessário que eu também toque nos meus problemas do passado? Nem todo passado é passado. Há um passado que não existe mais e que apenas faz parte de minha história. É o passado que já está curado, de uma maneira ou outra. Não há necessidade alguma de se preocupar com este passado. Mas depois, há em você um passado que ainda está presente. Ele ainda te lhe fere, lhe magoa. Ele ainda sangra. E assim, você não pode olhar para ele apenas como se fosse história. Eu dou um exemplo. Um homem me disse que ele não consegue olhar para Deus como um Pai, porque esta palavra o faz lembrar-se de seu próprio pai, que lhe era muito violento quando ele era menino. Embora o pai dele tivesse praticado esta violência anos atrás e o filho hoje já fosse adulto, este filho ainda sente os efeitos daquela violência. De fato, o caráter dele está sendo influenciado por essas experiências do passado do passado. Ele ainda sente raiva medo, rejeição. É por isso que ele não consegue experimentar o amor de seu Pai celestial. Assim sendo, o passado para ele não é passado, mas é ainda presente, mesmo que seu pai já tenha mudado a maneira de proceder com relação a ele. É por isso que hoje ele está necessitado de cura, se não quis quiser permanecer atormentado pelo que lhe aconteceu em seu passado. Imagine um feixe de fios elétricos. Comece a tocá-los um por um. Alguns não causam nada. É sinal de que eles estejam mortos, obsoletos. Outros, ao serem tocados, dão um choque elétrico. E isso significa que estes fios ainda estão vivos, eles funcionam e por isso são perigosos. Você não pode simplesmente ignorá-los. Todos nós carregados vida afora experiência do passado que ainda não foram curadas. Estas experiências poderão ser descobertas com a ajuda da psicologia, mas isto nem sempre é o suficiente para nos curar-mos delas. É somente Jesus, o Senhor do passado e do futuro, quem pode nos dar uma   cura completa, se nos voltarmos para Ele. Com Ele podemos reviver aquelas experiências dolorosas, deixando que Ele coloque Suas mãos sobre elas e as cure. É somente com a ajuda d”Ele e com o poder do Espírito Santo que seremos capazes de perdoar aquelas que nos magoaram. Curados destas feridas, nossa vida se torna mais serena e mais alegre.

Leia e Reflita
Muitos sofrimentos, seja de natureza física, psicológica ou espiritual, são o resultado de um passado que ainda não está curado. É inútil tentarmos escondê-lo, esquecê-lo ou ignorá-lo. Este passado necessita de cura. Quem pode lhe fazer inteiro é Jesus.
ESTA ORAÇÃO PODE SER AJUDA PARA VOCÊ:
“Senhor Jesus, coloca tuas mãos em todas as minhas feridas do passado.
Cure-as, e alivia a dor que vem delas.
Meu passado é como um livro aberto diante de Ti.
Passa pela história da minha vida.
Todo o bem que encontrar, abençoa; tudo o que for dolorido e
Maléfico, apague e retire.
Quebra, ó Senhor, todos os cativeiros negativos que eu tive em meu
Passado, para que, livre e limpo, eu seja mais capaz de te servir e de
Viver uma vida serena e tranqüila.
Isto eu peço, pelo precioso sangue que derramaste por mim.
Amém. ”

IRMÃ MARIA EUNICE Canção nova

O AMOR DE DEUS NOS CURA


O amor de Deus nos cura. A força do amor nos cura. O amor salva, ressuscita, dá vida nova. Um dos momentos mais bonitos em nossa vida é quando reconhecemos o amor de Deus por nós. Mas, para isso, é preciso fazer essa experiência com o amor de Deus.
O que é realmente a cura interior? Afinal, estamos num Acampamento de cura interior. E eu vejo que a cura interior é uma das grandes graças que a Renovação Carismática Católica trouxe para nós. Pois bem, a cura interior consiste em estar aberto para ser amado e para amar.
Os remédios, as terapias, os tratamentos ajudam. Mas não resolvem. O que resolve é a experiência com o amor de Deus. E muitas pessoas, infelizmente, não estão abertas para serem amadas. Eu preciso ter essa compreensão do amor que Deus tem por mim. Deus é Pai com um coração de mãe!
O amor de Deus é um amor de totalidade. Não é um amor “em partes”. O Seu amor é único e precisa ser trabalhado em nosso interior. Certa vez, Madre Teresa de Calcutá, foi pregar num retiro para sacerdotes do mundo inteiro. Ela estava diante de teólogos, homens de grande intelecto, que ficavam surpresos em perceber a autoridade com que ela falava. Uma autoridade na simplicidade. Ela dizia àqueles sacerdotes: “Deus não os chamou para o sucesso, mas para servi-lo com amor e humildade”. Certa vez também, um repórter perguntou para Madre Teresa: “O que é ser santo?” E ela respondeu: “Ser santo é fazer as pequenas coisas com um grande amor”.
Meus irmãos, amar é treino. É a cada dia colocar uma “pitada”. Às vezes Deus nos leva a situações em que dizemos: “Meu Deus! Onde você está?” Mas Deus não nos abandonou. Pelo contrário, Ele está sofrendo conosco. Ele está sempre ao nosso lado.
“Deus não nos abandonou”, Irmã Maria Eunice
Foto: Wesley de Almeida/CN
Às vezes para aprender a amar “tem que ralar”. Como a “mamãe” águia que ensina o seu filhote a voar e o treina, mesmo sabendo que o filhote está apavorado enquanto aprende a voar. O filhote está caindo, pois está aprendendo a voar e, cada vez que ele cai, a “mamãe” águia voa rapidamente e o pega em suas asas. Mas, mesmo em meio ao medo e as quedas do filhote a águia não desiste de treiná-lo.
Talvez hoje você esteja se sentindo como um filhote de águia. Talvez você esteja apavorado em meio ao sofrimento. Mas saiba que isso é necessário, pois, do contrário, nunca amadureceremos! Deus quer te ensinar a “voar”.
Se você me perguntar: “Qual a razão do sofrimento?” Eu não tenho uma resposta para isso. Somente sei que Deus nos ama. E Ele nos dá a força necessária para superar cada sofrimento que surge. Se você acreditar nesse amor, você conseguirá superar todos os obstáculos.
Isaías 49,14-16 diz: “Sião vinha dizendo: ‘O Senhor me abandonou, o Senhor esqueceu-se de mim!’ Acaso uma mulher esquece o seu neném, ou o amor ao filho de suas entranhas? Mesmo que alguma se esqueça, eu de ti jamais me esquecerei! Vê que escrevi teu nome na palma de minha mão, tenho sempre tuas muralhas diante dos olhos”.
A cura é um processo. A cura acontece através de passos. E durante esse processo de cura, nós vamos fazendo a descoberta de que Deus nos ama mesmo com os nossos pecados, traumas, carências etc.
Todos nós temos que dar perdão. Principalmente aos nossos pais. Abra a sua Bíblia no Salmo 22 e vamos ler juntos:
“O Senhor é meu pastor, nada me faltará. Em verdes prados ele me faz repousar. Conduz-me junto às águas refrescantes, restaura as forças de minha alma. Pelos caminhos retos ele me leva, por amor do seu nome. Ainda que eu atravesse o vale escuro, nada temerei, pois estais comigo. Vosso bordão e vosso báculo são o meu amparo. Preparais para mim a mesa à vista de meus inimigos. Derramais o perfume sobre minha cabeça, e transborda minha taça. A vossa bondade e misericórdia hão de seguir-me por todos os dias de minha vida. E habitarei na casa do Senhor por longos dias”.
O Senhor quer nos levar a fazermos uma experiência com o Seu amor. Ele conhece toda a nossa vida. Veja o que diz o Salmo 138,1-12:
“Senhor, vós me perscrutais e me conheceis, sabeis tudo de mim, quando me sento ou me levanto. De longe penetrais meus pensamentos. Quando ando e quando repouso, vós me vedes, observais todos os meus passos. A palavra ainda me não chegou à língua, e já, Senhor, a conheceis toda. Vós me cercais por trás e pela frente, e estendeis sobre mim a vossa mão. Conhecimento assim maravilhoso me ultrapassa, ele é tão sublime que não posso atingi-lo. Para onde irei, longe de vosso Espírito? Para onde fugir, apartado de vosso olhar? Se subir até os céus, ali estareis; se descer à região dos mortos, lá vos encontrareis também. Se tomar as asas da aurora, se me fixar nos confins do mar, é ainda vossa mão que lá me levará, e vossa destra que me sustentará. Se eu dissesse: Pelo menos as trevas me ocultarão, e a noite, como se fora luz, me há de envolver. As próprias trevas não são escuras para vós, a noite vos é transparente como o dia e a escuridão, clara como a luz”.
“Descanse em Deus. Repouse em Sua mão. Ele te enche de amor”
Foto: Wesley de Almeida/CN
Quantas pessoas já foram curadas apenas pela leitura da Palavra de Deus! E quando compreendemos que Deus nos ama com esse amor pessoal, único, como essa descoberta é libertadora! Deus só sabe contar até um. O amor que Ele tem por mim é único. O amor d’Ele por você é único.
Se Deus cuida de cada detalhe da criação, Ele não cuidará de cada detalhe da nossa vida? O próprio Jesus afirma que não devemos nos inquietar com o que haveremos de comer e de beber. Deus não apenas nos criou, mas Ele mesmo cuida de cada detalhe da nossa vida. Ele jamais se esquece de você! Ele jamais se esquece do Seu povo.
Abra sua mão direita e coloque a sua mão esquerda sobre ela. A mão direita representa agora a mão amorosa do Pai. A mão esquerda é a sua mão, a sua vida, depositada agora na mão amorosa do Pai. Ele não te criou para te deixar “jogado” no mundo, sozinho. Ele cuida de cada detalhe da sua vida. Deixe a sua mão esquerda relaxar sobre a mão direita. Deixe a sua vida repousar agora na mão amorosa do Pai.
Talvez você tenha se desviado do caminho de Deus. O pecado te desfigurou. Você foi se perdendo pelo caminho. Mas Deus te ama! Ele te conhece. Você não é um “número”, não é mais um nesse mundo. Ele te ama mesmo com seus pecados e com a vida que você traz hoje. Não importa o que você passou, o que você fez, Deus te ama e te conhece pelo nome. Sinta esse amor fluindo. Abra o seu coração e deixe que Ele te ame com esse amor verdadeiro e desinteressado.
Sinta esse amor te tocando desde o ventre materno. Desde o útero de sua mãe. O amor de Deus te liberta das dores que você sentiu já no ventre materno. Ele te cura dos medos, das rejeições, da depressão que sua mãe sentiu.
Ele te cura desde a sua infância. Cura da dor da separação de seus pais, das palmadas, da falta do leite materno, dos castigos que você sofreu quando urinava na cama. O Senhor te ama e te cura de várias situações dolorosas que você viveu na sua infância.
Jesus te cura na sua adolescência. Das cenas terríveis de seu pai alcoólatra agredindo a sua mãe. Da falta de colo, de carinho. Perdoe agora a sua mãe. Perdoe o seu pai.
O Senhor te segurou com Sua mão amorosa durante sua juventude. Todo o abuso que você sofreu em sua sexualidade, em sua afetividade. O Senhor te cura dessas marcas, dessas dores. Veja: você está gravado na palma da mão de Deus! Jesus lava com Seu precioso sangue todo o mal que você foi sofrendo na vida até esse momento. Ele cria uma barreira protetora ao seu redor.
Descanse em Deus. Repouse em Sua mão. Ele te enche de amor. Seja agradecido a Jesus por Seu amor. Agora você pode começar uma vida nova. Uma vida nova através da força do amor.
Deus sopra sobre você o Espírito que dá a vida, que dá o amor. Aquela área que estava seca em seu interior está sendo restaurada agora pela força do amor que Deus tem por cada um de nós. Tome posse dessa graça.


ADQUIRA ESSA PREGAÇÃO PELO TELEFONE
(12) 3186-2600

Irmã Maria Eunice
Missionaria da Comunidade canção Nova

O AMOR DE DEUS


Deus é a fonte de vida, sabedoria e felicidade. Veja as belas e maravilhosas obras da natureza.
Observe o modo admirável com que ela se adapta às necessidades do ser humano e de todos os demais serem viventes. O sol, a chuva, as colinas, os mares, as planícies, tudo nos fala do amor dAquele que tudo criou.
É Deus quem atende às necessidades diárias de todas as suas criaturas, como o salmista expressa em palavras tão belas: "Tudo o que vive olha para Ele com esperança, e Ele dá alimento a todos no tempo certo. Ele abre a mão e, com a sua boa vontade, satisfaz a todos os seres vivos".
Deus criou o ser humano perfeitamente santo e feliz; a terra era linda ao sair das mãos do Criador, e não apresentava qualquer vestígio de decadência ou sombra de maldição.
Foi a desobediência à Lei de Deus que trouxe sofrimento e morte.
Apesar dos sofrimentos provocados pelo pecado, o amor de Deus ainda está presente. As dificuldades que tornam a vida cheia de trabalhos e ansiedade foram permitidas por Deus para o bem das pessoas.
Essas dificuldades fazem parte do plano de Deus, como um aprendizado necessário que ajuda tirar o ser humano da ruína e degradação que o pecado provocou.
O amor de Deus é o assunto de muito debate entre os cristãos. Questões sobre se Deus ama todo o mundo e deseja salvar todos sem exceção são respondidas de forma muito diferente.
Essas questões são importantes. Elas têm a ver com predestinação, o amor eterno de Deus por alguns, e com a morte de Cristo, a grande revelação do amor de Deus.
Deus deu seu Filho não somente para que vivesse entre os homens e tomasse sobre si os pecados deles, e morresse em sacrifício por eles; o Filho foi dado por Deus à raça caída.
Cristo deveria identificar-se com os interesses e necessidades da humanidade. Ele, que era Deus, ligou-se aos filhos dos homens por laços que jamais se romperão.
Ele é o nosso sacrifício, nosso advogado, nosso irmão, apresentando nossa forma humana diante do trono do Pai, unido pelos séculos dos séculos à raça que Ele – o Filho do homem – redimiu. E tudo isso para que o ser humano fosse erguido da ruína e degradação do pecado, pudesse refletir o amor de Deus e partisse da alegria da santidade.
O preço pago por nossa redenção, o infinito sacrifício de nosso Pai celestial em entregar seu Filho para morrer por nós, deveria nos inspirar idéias elevadas acerca do que nos podemos tornar por meio de Cristo.
O amor de Deus, acima de tudo, é o seu amor por si mesmo, sua glória, e sua santidade. 1 João 4:16 indica isso quando nos diz que Deus é amor. Em si mesmo como Pai, Filho e Espírito Santo, Deus é a síntese de todo amor.
Para ser um Deus de amor, ele não precisa de nós, nem é a sua glória como o Deus de amor incompleta sem nós.
De eternidade a eternidade ele é amor, em e de si mesmo, na Trindade.
O amor do nosso Deus:
1. Não é influenciado - O amor de Deus é livre, espontâneo.
2. É eterno - Por Deus ser um Ser eterno, Seu amor também é eterno. Isso nos conforta,pois não tendo começo, não terá fim.
3. É soberano - Por Deus ser um Ser soberano seu amor também o é. Na verdade Deus não tem obrigação para com ninguém.
4. É infinito - Deus é infinito na sua natureza e só pode refletir tal atributo em suas outras qualidades. As Escrituras Sagradas, dadas pela inspiração, têm dificuldade, pela limitação da linguagem por escrito, ao expressar todo o amor de Deus. É necessário fé para que se possa conhecer Deus, pois, as suas qualidades são superiores ao entendimento finito do homem.
5. É imutável - Por Deus ser imutável; seus atributos também o são. O exemplo da imutabilidade do seu amor é visto por nada poder separá-LO dos seus amados.
6. É Santo - Deus é Santo na sua pessoa, em todas as suas obras e por necessidade isso inclui o seu amor. O amor de Deus não é subordinado à paixão ou qualquer outro sentimento, mas pela Santidade. A Bíblia diz primeiramente que Deus é Luz e após diz que Deus também é amor. A santidade é quem faz o amor de Deus temível. Por sua Santidade o crente é corrigido e o ímpio é castigado.
7. É gracioso - O amor pede uma expressão, e, a sua expressão é favor ou graça. Essa expressão da graça vê-se quando entendemos o alvo do amor e o resultado de tal amor. A maior expressão do amor de Deus é Cristo. Por ter dado Cristo sabemos que Ele não deixará faltar algo para os Seus.

João Placoná


DESCULPE FOI ENGANO

Era uma vez um rapaz que tinha muitos problemas.
Constantemente, em suas
preces, ele pedia que Jesus viesse visita-lo no seu
sofrimento.
Um dia, Jesus bateu a sua porta, ele maravilhado,
convidou-o a entrar, e Jesus
sentou-se no sofá da sala. Na mesinha de centro
encontrava-se uma Bíblia aberta
no Salmo 91. Numa das paredes estava pendurado um
bordado com o Salmo 23 e na
outra um quadro da santa ceia.
"Senhor Jesus", disse o jovem, "em primeiro lugar
gostaria de dizer que uma
honra recebe-lo em minha casa, conforme o Senhor deve
saber, estou passando por
algumas dificuldades e preciso muito da Sua ajuda..."
"Filho", interrompeu Jesus, "antes de conversarmos
sobre os seus pedidos,
gostaria de conhecer sua casa. Onde o lugar que você
dorme?" No mesmo
instante o rapaz se lembrou que, no quarto, o
computador estava ligado e aberto
em uns sites pouco recomendáveis e, colocando-se na
frente da porta disse:
"Não, Jesus, aqui nao! Meu quarto no esta arrumado!"
"Ok", disse Jesus, " E onde o lugar que voc toma
banho?"
Novamente o rapaz se lembrou que guardava, no banheiro,
umas revistas terríveis
e se apressou em dar uma desculpa: "Ih, Jesus, melhor
não. Acabei de tomar
banho e esta tudo molhado..."
"Bem", disse Jesus, "e a cozinha, posso conhecer sua
cozinha?"
O rapaz lembrou que na cozinha havia algumas garrafas
de bebida vazias que ele
no gostaria que Jesus visse. "Senhor, desculpe, mas
prefiro que não",
respondeu o rapaz, "a minha cozinha esta vazia, no
tenho nada de bom para
oferece-lo."
Neste instante, um barulho forte interrompe a conversa.
Pam, pam, pam...!
Era algum que batia furiosamente na porta, o rapaz se
levantou, assustado, e
foi ver quem era. Abriu a porta meio desconfiado, e viu
que era o diabo.
"Sai da frente que eu quero entrar!", gritou o
tentador."De jeito nenhum",
respondeu o rapaz, e assim começou a briga com muita
dificuldade o homem
conseguiu empurrar o diabo e fechar a porta.
Cansado, o rapaz voltou para sala e continuou:
"Então, Jesus", disse ele, "como eu estava falando com
o Senhor, estou
precisando de tantas coisas..."
Mas, outra vez a conversa interrompida por um barulho
forte que vinha da
janela do quarto. O rapaz correu para ver quem era e ao
abri-la se deparou,
novamente, com o diabo:
"Agora no tem jeito, eu vou entrar!", disse o inimigo.
Mais uma vez o rapaz se debateu com ele e conseguiu
trancar a janela.
"Senhor", disse ele, "desculpe a interrupção,conforme
lhe dizia..."
Outra vez, dos fundos da casa, se ouvia tamanho barulho
como se algum quisesse
arrombar a porta, era novamente o diabo: "Eu quero
entrar!"
O rapaz, já exausto, lutou com ele e conseguiu mante-
lo do lado de fora.
Ao voltar, contrariado, disse a Jesus: "Eu não entendo.
O Senhor esta na minha
casa e por que o diabo fica insistindo em entrar?"
"Sabe o que meu filho", explicou Jesus, " que na sua
casa você só me deu a
sala."
O rapaz humildemente entendeu a lição de Jesus e fez
uma faxina na casa para
entrega-la aos cuidados do Senhor.
Neste instante, o diabo bateu mais uma vez porta. O
rapaz olhou para Jesus
sem entender, e o Senhor disse: "Deixa que eu vou
atender."
Quando o diabo viu que era Jesus, que atendia a porta,
disse: "Desculpe, foi
engano," e sumiu rapidinho.

Muitas vezes, assim que acontece com o nosso coração.
Entregamos a Jesus s
uma parte dele, apenas a sala, ficando as duvidas a
morar no quarto, o acaso na
cozinha, o medo na varanda, então lutamos e no
vencemos porque a casa esta
dividida.

A Bíblia diz que "os olhos do Senhor passeiam por toda
a terra para se mostrar
forte para com aqueles cujo coração inteiramente seu.
"Desculpe, foi engano"...