FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA
ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM
AGRADECIMENTO
AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
BENDIGA A DEUS
Se você acordou hoje com saúde...
...bendiga a Deus,
porque a princípio você não está entre o milhão
que não sobreviverá no decorrer da semana.
Se você nunca conheceu os horrores da guerra,
a solidão do cárcere, as dores da fome...
...bendiga a Deus, você está muito à frente
de 500 milhões de pessoas em todo o mundo.
Se você pode ir à igreja, ao templo,
e seguir o seu credo particular,
sem sofrer nenhuma perseguição...
...bendiga a Deus, você é mais feliz
do que milhões de pessoas neste planeta.
Se você tem comida na geladeira,
veste roupa limpa, tem um teto acolhedor
e um lugar seguro para dormir...
...você é mais rico que 75%
dos demais seus semelhantes.
Se você tem dinheiro no banco, na carteira,
ou até umas poucas moedas num cofrinho em sua casa...
...você faz parte dos 10% da população
próspera no mundo inteiro.
Se os seus pais ainda estão vivos e casados...
...o seu caso é pouco comum.
Se você leva um sorriso no rosto
e está agradecido por tudo...
...você é um agraciado, porque muitas outras pessoas
que poderiam fazer a mesma coisa, não a fazem.
Se você pode pegar na mão de alguém,
abraçar ou tocar o seu ombro, somente...
...você é uma pessoa iluminada,
porque pode oferecer o toque divino da cura.
Se você pode ler esta mensagem,
está sendo abençoado duas vezes...
...já que, primeiro, alguém se lembrou de você;
e segundo, porque você teve mais sorte que
2 bilhões de pessoas que não sabem ler.
Conte quantas bênçãos você já recebeu,
e transmita esta mensagem aos demais,
para que se dêem conta das bênçãos que já têm.
sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
UMA CARTA PARA DEUS.................
Querido Deus,
Como o sr. hoje num veio pra nossa conversa de fim de tarde (eu até fiz pão-de-queijo...), pedi aqui ao meu amigo anjo pra lhe levar esta carta, porque quero lhe falar de uma coisa que tá me preocupando e o assunto é urgente.
Ó só, tem uns trem que eu num entendo direito, mas – conhece aquela expressão "nem Deus entende"? Pois é.
Ta tendo uma inhanha (mais uma!) meio esquisita aqui embaixo, e, pelo andar da carruagem, daqui a pouquinho vão lhe por numa CTI e tentar desligar os aparelhos. Num gosto nada disso, não.
Mas vou explicar.
Num tenho ouvido falar no seu nome; como se o sr. num existisse, ou fosse de pouca valença.
O povo crente, só fala em Jesus (que eu também amo muito, pois bem que o conheço); e fazem um comércio danado em cima disso: é água que faz milagre, paninho que cura, desafios financeiros de arrepiá os cabelo. Eu inté tenho pena de Jesus, ele num morreu pra isso, não.
Os católicos, se reportam a Maria; e tome de comércio, outra vez. É tercinho com água do Jordão, imagem benta sabe Deus (o sr.... rsrsrs) por quem, fitinhas e mantos que todo mundo beija... Até a higiene anda precária.
Pro meu entendimento, parece uma disputa, pra ver quem é mais forte, melhor, poderoso; se crentes, ou católicos.
E nisso, que já virou guerra, num escuto seu nome.
Aliás, uma amiga muito querida, protestante tradicional (o bisavô já era pastor, imagina?) e muito culta (tem cinco mestrados; eu não tenho nenhum, não), quando conversávamos noutro dia e eu disse que tal fato aconteceria “se Deus quiser” (porque nessa nossa longa convivência, já aprendi que só funciona se o sr. quiser; eu aceito, sabe, mesmo quando num entendo), recebi por resposta: Se Deus, não, se Jesus quiser. Agora, não se fala mais em Deus, só em Jesus.
Dano-se!
O sr. imagina só a cara de palerma que eu fiz? Mas num é de apalermar um trem desses?
Sabe, meu Amigo, esse trem aqui embaixo tá confuso; o povo anda doidin, doidin.
Já se matam entre si, matam em seu nome, matam os animaizinhos pra comer, danam os rios e o verde... Uma desgraceira só, em tudo quanto é canto.
Sei não...
Uma vez o sr. viu que a coisa tava esquisita, e desmanchou tudo. Num quer repetir a dose, loguin, loguin?
Tá dando mais não, Deus, num tá dando pra agüentar tudo isso; dá uma dor aqui no fundin da alma, sabe?. E ainda num podendo mais falar no sr....
Eu, de minha parte, falo mesmmm.
Mas fique prevenido; vai que na hora do seu descanso, resolvam usurpar o seu trono.
E que faria eu sem o meu Deus? Sem a minha rocha e fortaleza?
Esse povo num pensa, de jeito maneira!
Acho que ninguém tá lendo Isaías, 45/22.
Deus, por favor,
LEVANTA A TUA FACE SOBRE NÓS; QUE SOBRE NÓS TEU ROSTO RESPLANDEÇA!
Um beijo, viu?
PS: Vem amanhã pro nosso conversê diário? Faço uma broa de mio!
SANTO, SANTO, SANTO, É O SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
Como o sr. hoje num veio pra nossa conversa de fim de tarde (eu até fiz pão-de-queijo...), pedi aqui ao meu amigo anjo pra lhe levar esta carta, porque quero lhe falar de uma coisa que tá me preocupando e o assunto é urgente.
Ó só, tem uns trem que eu num entendo direito, mas – conhece aquela expressão "nem Deus entende"? Pois é.
Ta tendo uma inhanha (mais uma!) meio esquisita aqui embaixo, e, pelo andar da carruagem, daqui a pouquinho vão lhe por numa CTI e tentar desligar os aparelhos. Num gosto nada disso, não.
Mas vou explicar.
Num tenho ouvido falar no seu nome; como se o sr. num existisse, ou fosse de pouca valença.
O povo crente, só fala em Jesus (que eu também amo muito, pois bem que o conheço); e fazem um comércio danado em cima disso: é água que faz milagre, paninho que cura, desafios financeiros de arrepiá os cabelo. Eu inté tenho pena de Jesus, ele num morreu pra isso, não.
Os católicos, se reportam a Maria; e tome de comércio, outra vez. É tercinho com água do Jordão, imagem benta sabe Deus (o sr.... rsrsrs) por quem, fitinhas e mantos que todo mundo beija... Até a higiene anda precária.
Pro meu entendimento, parece uma disputa, pra ver quem é mais forte, melhor, poderoso; se crentes, ou católicos.
E nisso, que já virou guerra, num escuto seu nome.
Aliás, uma amiga muito querida, protestante tradicional (o bisavô já era pastor, imagina?) e muito culta (tem cinco mestrados; eu não tenho nenhum, não), quando conversávamos noutro dia e eu disse que tal fato aconteceria “se Deus quiser” (porque nessa nossa longa convivência, já aprendi que só funciona se o sr. quiser; eu aceito, sabe, mesmo quando num entendo), recebi por resposta: Se Deus, não, se Jesus quiser. Agora, não se fala mais em Deus, só em Jesus.
Dano-se!
O sr. imagina só a cara de palerma que eu fiz? Mas num é de apalermar um trem desses?
Sabe, meu Amigo, esse trem aqui embaixo tá confuso; o povo anda doidin, doidin.
Já se matam entre si, matam em seu nome, matam os animaizinhos pra comer, danam os rios e o verde... Uma desgraceira só, em tudo quanto é canto.
Sei não...
Uma vez o sr. viu que a coisa tava esquisita, e desmanchou tudo. Num quer repetir a dose, loguin, loguin?
Tá dando mais não, Deus, num tá dando pra agüentar tudo isso; dá uma dor aqui no fundin da alma, sabe?. E ainda num podendo mais falar no sr....
Eu, de minha parte, falo mesmmm.
Mas fique prevenido; vai que na hora do seu descanso, resolvam usurpar o seu trono.
E que faria eu sem o meu Deus? Sem a minha rocha e fortaleza?
Esse povo num pensa, de jeito maneira!
Acho que ninguém tá lendo Isaías, 45/22.
Deus, por favor,
LEVANTA A TUA FACE SOBRE NÓS; QUE SOBRE NÓS TEU ROSTO RESPLANDEÇA!
Um beijo, viu?
PS: Vem amanhã pro nosso conversê diário? Faço uma broa de mio!
SANTO, SANTO, SANTO, É O SENHOR, DEUS DO UNIVERSO!
AMIZADE O QUE SIGNIFICA ?
Jesus deu a definição mais completa de amizade, ela se encontra em Jo 15.13 – NTLH: "Ninguém tem mais amor pelos seus amigos do que aquele que dá a sua vida por eles." Isso é surpreendente! Embora não se trate de um contexto que esteja falando de relacionamentos sociais em si, Cristo diz que o verdadeiro amigo dá a vida por aquele que considera seu amigo, ou seja, o verdadeiro amigo, paga o preço, sofre, se entrega pelo outro. Este conceito de amizade faz-nos ver que aquele que é verdadeiramente amigo não busca seu próprio interesse, mas sim o que o outro quer.
Jesus não se detém apenas em falar que o amigo tem que dá a vida pelos outros, Ele demonstra isso durante toda a sua vida. Um exemplo clássico se dá quando Jesus fala de Lázaro, este já havia morrido: "(...) nosso amigo Lázaro adormeceu (...)" (Jo 11.11). Jesus tinha uma amizade com Lázaro, Ele socorre, e isso faz parte do preço da verdadeira amizade. Ele ressuscitou Lázaro para glória de Deus (ler Jo 11).
Passado mais um momento da vida de Jesus, Ele agora caminha em direção da cruz. O Senhor vai demonstrar que verdadeiramente, é um amigo mais chegado que um irmão (Pv 18.24b), Cristo irá praticar o que disse, Ele vai realmente encarnar o significado da verdadeira amizade e isso na cruz. Para isso acontecer, Ele passa por várias acusações, humilhações (Sl 22.1-21; Is 52.13-53.12), só pra ir até a cruz e “escancarar” seu amor pelos seus amigos.
Jesus está agora a caminho do Calvário, seu corpo todo ferido, por causa de seus amigos, mas Ele não desiste, não para, não cede, pois Ele os ama a ponto de dar a Sua vida por tão terríveis pecadores. A cena virá realidade lá está Jesus na rude cruz, pendurado, e então diz: “(...) Está consumado (...)” (Jo 19.30). Aqui quando após dizer isto, Ele desfalece, Cristo cumpre a máxima da amizade: dar a vida pelos amigos! Jesus é maravilhoso, Ele cumpre o que diz, pois Ele é Deus. Ele então por morrer na cruz nos permite ser amigos de Deus, pois, “e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela destruído a inimizade”.
Dessa forma nosso relacionamento com Pai é totalmente refeito por causa da cruz. Por esta obra tão maravilhosa, o Espírito Santo torna aquele que tem fé em Jesus, a cara de Cristo dia a dia (2 Co 3.18), ou seja, podemos ser amigos, baseado nesse conceito de amizade que Cristo nos deu, e seremos amigos do Sumo Amigo, se fazermos o que Ele nos manda (Jo 15.14). Isso é amizade é falar e fazer, assim como nosso Senhor fez na cruz. Que possamos ser amigos com base em Cristo Jesus, o Sumo Amigo!
Jesus não se detém apenas em falar que o amigo tem que dá a vida pelos outros, Ele demonstra isso durante toda a sua vida. Um exemplo clássico se dá quando Jesus fala de Lázaro, este já havia morrido: "(...) nosso amigo Lázaro adormeceu (...)" (Jo 11.11). Jesus tinha uma amizade com Lázaro, Ele socorre, e isso faz parte do preço da verdadeira amizade. Ele ressuscitou Lázaro para glória de Deus (ler Jo 11).
Passado mais um momento da vida de Jesus, Ele agora caminha em direção da cruz. O Senhor vai demonstrar que verdadeiramente, é um amigo mais chegado que um irmão (Pv 18.24b), Cristo irá praticar o que disse, Ele vai realmente encarnar o significado da verdadeira amizade e isso na cruz. Para isso acontecer, Ele passa por várias acusações, humilhações (Sl 22.1-21; Is 52.13-53.12), só pra ir até a cruz e “escancarar” seu amor pelos seus amigos.
Jesus está agora a caminho do Calvário, seu corpo todo ferido, por causa de seus amigos, mas Ele não desiste, não para, não cede, pois Ele os ama a ponto de dar a Sua vida por tão terríveis pecadores. A cena virá realidade lá está Jesus na rude cruz, pendurado, e então diz: “(...) Está consumado (...)” (Jo 19.30). Aqui quando após dizer isto, Ele desfalece, Cristo cumpre a máxima da amizade: dar a vida pelos amigos! Jesus é maravilhoso, Ele cumpre o que diz, pois Ele é Deus. Ele então por morrer na cruz nos permite ser amigos de Deus, pois, “e pela cruz reconciliar ambos com Deus em um só corpo, tendo por ela destruído a inimizade”.
Dessa forma nosso relacionamento com Pai é totalmente refeito por causa da cruz. Por esta obra tão maravilhosa, o Espírito Santo torna aquele que tem fé em Jesus, a cara de Cristo dia a dia (2 Co 3.18), ou seja, podemos ser amigos, baseado nesse conceito de amizade que Cristo nos deu, e seremos amigos do Sumo Amigo, se fazermos o que Ele nos manda (Jo 15.14). Isso é amizade é falar e fazer, assim como nosso Senhor fez na cruz. Que possamos ser amigos com base em Cristo Jesus, o Sumo Amigo!
VISÃO ALEM DO ALCANCE
Em matéria publicada no Jornal O Povo do dia 04/08/2009, no artigo intitulado
'Silêncio aterrorizante", a jornalista Adísia Sá nos provoca a refletirmos sobre os movimentos com presença massiva de jovens. Explico.
Referido artigo faz uma comparação entre uma micareta (carnaval fora de época) e um outro evento de cunho religioso, e denuncia, de forma não positiva, a pobreza de linguagem, ou ainda, nas palavras da jornalista, "a ausência de linguagem, ou seja, falta de conversas, troca de ideias".
E o que estaria acontecendo com os nossos jovens? Seria esse um período de letargia, indiferença, acomodação? Estariam os jovens "encabrestados intelectual e emocionalmente", como sugere a jornalista?
Seria esse o "neoapelo": entretenimento e leite?
Por estarmos inseridos nesse contexto e historicamente herdeiros de uma tradição de não nos envolvermos nas questões relativas a "Velha Jerusalém", é que nossa (não) contribuição não diminui.
Precisamos, com urgência, exercitar os diálogos não só com a cidade, mas com o mundo. Aprender, ensinar, compartilhar e criar novas linguagens capazes de nos aproximar de "todas as tribos, povos e raças, de tantas culturas, línguas e nações; no tempo e no espaço". São desafios que estão diante da nossa geração.
Não podemos mais fechar os olhos para a realidade de que tudo está inter-retro-relacionado com tudo.
Com as juventudes não poderia ser diferente. Estamos dentro contexto dos inter-retro-relacionamentos, a pesar de muitos jovens estarem conectados numa espécie de uma "matrix".
E a profecia de Joel 2. 28, que nos anuncia que "os jovens terão visões"?
Aprendi que a visão reponde à perfunta: o que queremos ser?
Será que nossas joventudes estão fazendo essa pergunta? Ou será que "ainda somos os mesmos e vivemos com nossos pais", como canta Belchior?
As perguntas são muitas e a nossa geração não pode parar de buscar respostas para elas, mesmo sabendo que a dinâmica da vida se encarrega de mudar as perguntas com o passar do tempo.
Concluo dizendo que a pesar de ser legítima a preocupação da jornalista Adísia Sá, que saiu do magistério devido à "pobreza de linguagem… e de conteúdo de alunos das novas turmas", continuo esperançando e compartilhando a Boa Notícia na minha geração. E para os que estão dormindo, um chamado: "Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti" (Is 60. 1).
Abração a todos!
http://jovensbetesdaon.com
'Silêncio aterrorizante", a jornalista Adísia Sá nos provoca a refletirmos sobre os movimentos com presença massiva de jovens. Explico.
Referido artigo faz uma comparação entre uma micareta (carnaval fora de época) e um outro evento de cunho religioso, e denuncia, de forma não positiva, a pobreza de linguagem, ou ainda, nas palavras da jornalista, "a ausência de linguagem, ou seja, falta de conversas, troca de ideias".
E o que estaria acontecendo com os nossos jovens? Seria esse um período de letargia, indiferença, acomodação? Estariam os jovens "encabrestados intelectual e emocionalmente", como sugere a jornalista?
Seria esse o "neoapelo": entretenimento e leite?
Por estarmos inseridos nesse contexto e historicamente herdeiros de uma tradição de não nos envolvermos nas questões relativas a "Velha Jerusalém", é que nossa (não) contribuição não diminui.
Precisamos, com urgência, exercitar os diálogos não só com a cidade, mas com o mundo. Aprender, ensinar, compartilhar e criar novas linguagens capazes de nos aproximar de "todas as tribos, povos e raças, de tantas culturas, línguas e nações; no tempo e no espaço". São desafios que estão diante da nossa geração.
Não podemos mais fechar os olhos para a realidade de que tudo está inter-retro-relacionado com tudo.
Com as juventudes não poderia ser diferente. Estamos dentro contexto dos inter-retro-relacionamentos, a pesar de muitos jovens estarem conectados numa espécie de uma "matrix".
E a profecia de Joel 2. 28, que nos anuncia que "os jovens terão visões"?
Aprendi que a visão reponde à perfunta: o que queremos ser?
Será que nossas joventudes estão fazendo essa pergunta? Ou será que "ainda somos os mesmos e vivemos com nossos pais", como canta Belchior?
As perguntas são muitas e a nossa geração não pode parar de buscar respostas para elas, mesmo sabendo que a dinâmica da vida se encarrega de mudar as perguntas com o passar do tempo.
Concluo dizendo que a pesar de ser legítima a preocupação da jornalista Adísia Sá, que saiu do magistério devido à "pobreza de linguagem… e de conteúdo de alunos das novas turmas", continuo esperançando e compartilhando a Boa Notícia na minha geração. E para os que estão dormindo, um chamado: "Levanta-te, resplandece, porque vem a tua luz, e a glória do Senhor vai nascendo sobre ti" (Is 60. 1).
Abração a todos!
http://jovensbetesdaon.com
PODEMOS PECAR?
"Ele mesmo levou em seu corpo os nossos pecados sobre o madeiro, a fim de que morrêssemos para os pecados e vivêssemos para a justiça" (I Pedro 2. 24).
Os críticos tanto das cartas escritas por Paulo, quanto das duas escritas por Pedro, sob a inspiração de Deus [sopradas por Deus] certamente desenvolveram a tese, chamada por Stott de "calúnia". É a tese de que a partir da constatação da verdade de que Cristo levou sobre Ele os nossos pecados, as nossas culpas, as nossas dores e enfermidades, as nossas "maldições", ficamos liberados para continuar pecando e nos comportando de qualquer maneira.
Não é verdade essa conclusão dos críticos, e isso fica claro nas próprias palavras acima descritas de que a cruz para Jesus foi para que vivêssemos para a justiça, morrendo para o pecado (I Pedro 2. 24).
A morte de Jesus nos garante o nosso perdão e a nossa santidade, como já expusemos, algumas vezes, neste espaço; ou seja que uma vez recebido Jesus em nosso coração, como único e suficiente Salvador e Senhor, já fomos perdoados até dos pecados que ainda não cometemos (vide artigo "Temos Perdoador") e passamos a ter o poder de sermos feitos filhos de Deus (João 1. 12).
Se já fomos perdoados dos pecados futuros, perguntar-nos-iam, então "liberou geral" (conforme já dissemos uma vez também) e podemos pecar de novo, e novamente, e sempre?
Não! Não é por aí...
Devemos buscar sempre a nossa santificação, afastando-nos dos pecados, mas "se pecarmos temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo o Justo" (I João 2. 1). Basta que reconheçamos o novo pecado, nos arrependamos, e o confessemos a Deus. Sim, pois "Ele é fiel e Justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça" (I João 1. 9).
No Antigo Testamento, também temos essa assertiva: "O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (Provérbios 28. 13).
Mais uma vez nos deparamos com uma expressão bíblica de que devemos deixar os pecados, quando no texto acima Deus nos diz, através de Salomão, CONFESSA E DEIXA.
Em Romanos 6. 1, lemos: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?" e responde: "De modo nenhum. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?" (Romanos 6. 2).
Caminhando por esse capítulo de Romanos, temos outras afirmações que nos convencem de que estamos afastados dos pecados e deles devemos permanecer distantes.
Destacamos mais um versículo: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e, sim, da graça" (v. 14).
Portanto, embora ocasionalmente possamos cometer algum pecado, não estamos mais debaixo do seu domínio, pois uma vez salvos, em Cristo Jesus, pela graça de Deus derramada sobre nós, com Ele viveremos (24 horas por dia, de segunda a segunda), considerando-nos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus (v. 11).
Temos ainda, no mesmo capítulo (6.23), a afirmativa de que "o salário do pecado é a morte, mas o DOM GRATUITO DE DEUS É A VIDA ETERNA EM CRISTO JESUS NOSSO SENHOR".
Sabemos, pois, que o pecado nos leva à uma vida eterna longe de Deus, mas Ele, pela sua graça, já derramada sobre nós, nos concede a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor, requerendo apenas de nós a obediência aos seus preceitos, às suas Palavras (Hebreus 5. 9):
"E, [Jesus] tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da Salvação eterna PARA TODOS OS QUE LHE OBEDECEM".
Como dissemos, há alguns dias atrás, a salvação, a vida eterna com Deus, é simples, bastando crer, arrepender, confessar, aceitar, receber Jesus, e obedecê-LO.
Prezado leitor, se você ainda não fez a sua opção quanto à vida eterna, o dia é hoje, o momento é agora, pois amanhã pode ser muito tarde.
Reflita, ore, procure uma igreja cristã, e dê o passo decisivo para a presença de Deus, no momento em que Jesus vier buscar os seus.
Os críticos tanto das cartas escritas por Paulo, quanto das duas escritas por Pedro, sob a inspiração de Deus [sopradas por Deus] certamente desenvolveram a tese, chamada por Stott de "calúnia". É a tese de que a partir da constatação da verdade de que Cristo levou sobre Ele os nossos pecados, as nossas culpas, as nossas dores e enfermidades, as nossas "maldições", ficamos liberados para continuar pecando e nos comportando de qualquer maneira.
Não é verdade essa conclusão dos críticos, e isso fica claro nas próprias palavras acima descritas de que a cruz para Jesus foi para que vivêssemos para a justiça, morrendo para o pecado (I Pedro 2. 24).
A morte de Jesus nos garante o nosso perdão e a nossa santidade, como já expusemos, algumas vezes, neste espaço; ou seja que uma vez recebido Jesus em nosso coração, como único e suficiente Salvador e Senhor, já fomos perdoados até dos pecados que ainda não cometemos (vide artigo "Temos Perdoador") e passamos a ter o poder de sermos feitos filhos de Deus (João 1. 12).
Se já fomos perdoados dos pecados futuros, perguntar-nos-iam, então "liberou geral" (conforme já dissemos uma vez também) e podemos pecar de novo, e novamente, e sempre?
Não! Não é por aí...
Devemos buscar sempre a nossa santificação, afastando-nos dos pecados, mas "se pecarmos temos Advogado junto ao Pai, Jesus Cristo o Justo" (I João 2. 1). Basta que reconheçamos o novo pecado, nos arrependamos, e o confessemos a Deus. Sim, pois "Ele é fiel e Justo para nos perdoar [já nos ter perdoado] os pecados e nos purificar [já nos ter purificado] de toda injustiça" (I João 1. 9).
No Antigo Testamento, também temos essa assertiva: "O que encobre as suas transgressões, jamais prosperará; mas o que as confessa e deixa, alcançará misericórdia" (Provérbios 28. 13).
Mais uma vez nos deparamos com uma expressão bíblica de que devemos deixar os pecados, quando no texto acima Deus nos diz, através de Salomão, CONFESSA E DEIXA.
Em Romanos 6. 1, lemos: "Que diremos, pois? Permaneceremos no pecado, para que seja a graça mais abundante?" e responde: "De modo nenhum. Como viveremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos?" (Romanos 6. 2).
Caminhando por esse capítulo de Romanos, temos outras afirmações que nos convencem de que estamos afastados dos pecados e deles devemos permanecer distantes.
Destacamos mais um versículo: "Porque o pecado não terá domínio sobre vós; pois não estais debaixo da lei, e, sim, da graça" (v. 14).
Portanto, embora ocasionalmente possamos cometer algum pecado, não estamos mais debaixo do seu domínio, pois uma vez salvos, em Cristo Jesus, pela graça de Deus derramada sobre nós, com Ele viveremos (24 horas por dia, de segunda a segunda), considerando-nos mortos para o pecado, mas vivos para Deus em Cristo Jesus (v. 11).
Temos ainda, no mesmo capítulo (6.23), a afirmativa de que "o salário do pecado é a morte, mas o DOM GRATUITO DE DEUS É A VIDA ETERNA EM CRISTO JESUS NOSSO SENHOR".
Sabemos, pois, que o pecado nos leva à uma vida eterna longe de Deus, mas Ele, pela sua graça, já derramada sobre nós, nos concede a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor, requerendo apenas de nós a obediência aos seus preceitos, às suas Palavras (Hebreus 5. 9):
"E, [Jesus] tendo sido aperfeiçoado, tornou-se o Autor da Salvação eterna PARA TODOS OS QUE LHE OBEDECEM".
Como dissemos, há alguns dias atrás, a salvação, a vida eterna com Deus, é simples, bastando crer, arrepender, confessar, aceitar, receber Jesus, e obedecê-LO.
Prezado leitor, se você ainda não fez a sua opção quanto à vida eterna, o dia é hoje, o momento é agora, pois amanhã pode ser muito tarde.
Reflita, ore, procure uma igreja cristã, e dê o passo decisivo para a presença de Deus, no momento em que Jesus vier buscar os seus.
terça-feira, 26 de janeiro de 2010
O MESTRE QUE NÃO ERA DESSE MUNDO

Era uma vez um Mestre que vivia de esmolas. Era uma vida muito engraçada, não tinha casa, não tinha bens, não tinha nada.
Vivia fora do seio da família sem ter formado outra. Vivia da boa vontade dos amigos que se tornavam discípulos e seguidores. Ofereciam-no abrigo e alimento e, em troca, ouviam as suas histórias. Não eram histórias como as outras. Seus contos transformavam a vida daqueles que o ouviam. A sua palavra também curava enfermos da alma e do corpo.
Todo o seu conhecimento vinha de seu interior, armazenado do aprendizado que teve com o seu Pai. Não frequentou escolas, nem diplomou-se. Falava do que tinha visto e ouvido no seu mundo. Não era desse mundo que Ele falava. Ele falava de esperança, falava de eternidade. Aqui era só travessia.
Os doutores daqui, mestres da razão e da cognição não o entendiam. Como um homem sem escola e sem anel, filho de um carpinteiro, poderia saber de tudo isso? Herege, banda podre dos filhos de Abraão, diziam.
O seu método de ensino exigia tão somente fé, crença no que ele dizia. O resto era com Ele e a turma do seu mundo. Não se utilizava de ritos nem de repetições. Caminhante inveterado, não se fixava em lugar algum. A grana que lhe ofertavam era usada para distribuir aos pobres. Administrava-a um traidor e ladrão. Puxa! Este não era o tipo de mestre aos quais estavam acostumados, aqueles que usufruiam, como resultado de seus trabalhos, de status, de bens e de simbolos de prosperidade; ao contrário, era um péssimo exemplo para as comunidades religiosas. Precisavam resolver a questão. Crucificaram-no.
Ele sabia que a sua travessia seria curta e também que era esse o seu fim. Pediu a todos que Nele cressem e tivessem bom ânimo, pois venceria o mundo. E assim se fez, venceu a morte e passou a revelar-se a gente que crer que só a fé em suas palavras basta. Gente que não se guia mais pelos princípios desse mundo. Gente que largou os artefatos da religião e caminha segurando na mão daquele Mestre de vida engraçada que não tinha casa e não tinha nada…
segunda-feira, 25 de janeiro de 2010
COMO CRIANÇAS

O maior e o mais importante. Quantos de nós vivemos preocupados com isso? Não o declaramos, mas, nossa insegurança e necessidade de reconhecimento nos levam a ter comportamentos que denunciam. Principalmente o nosso impulso consumista por possuir coisas que garantam o status que almejamos. Um carro, um tênis de marca, um aparelho celular sofisticado com inúmeros recursos... Em que colocamos a esperança de sermos alguém? Há quem diga que 'ser é o bastante'. Mas, ser o quê? Ser quem? Quem é você? Quem sou eu? Se isso basta, porque tudo e todos parecem dizer que não está bom assim!? Basta assistir a qualquer propaganda: para ser homem, para ser mulher de verdade, para ser feliz... A mensagem é: para ser você precisa ter! Chega a ser cômico cada tipo de quinquilharia apresentados como a resposta para o nosso problema existencial. Às vezes fico pensando se os autores realmente param para refletir um segundo no absurdo que estão propondo.
Certa ocasião, um dos discípulos de Jesus lhe perguntou: "Quem é o maior no Reino dos céus?" Para dar a sua resposta, Jesus chama uma criança e a coloca no colo: "Eu lhes asseguro que, a não ser que vocês se convertam e se tornem como crianças, jamais entrarão no reino dos céus". Muitas reflexões existem a respeito dessa comparação feita por Jesus. Uma criança, por exemplo, dificilmente trás consigo a preocupação expressa pelos discípulos sobre maior ou menor, mais ou menos importante. Muitas outras questões referentes às características da criança poderiam, no entanto, ser ponderadas. Um outro episódio apresenta a figura de um menino. Jesus havia se afastado para um lugar distante da cidade. Multidões o seguiram. O povo sequer percebeu o tempo passar. O avançado da hora foi lembrado pelo roncar dos estômagos. A multidão, a distância da cidade e o pouco dinheiro preocupou os discípulos. Quem conhece a história sabe o desfecho. Quando alguém tocou no assunto comida a maioria se fez de desentendido. Só mesmo um menino ingênuo para abrir a boca e revelar que trazia consigo uns pães e dois peixinhos. Os adultos já sabiam o que poderia acontecer caso revelassem que traziam um lanchinho em meio à multidão faminta. Os haitianos que o digam.
As crianças são capazes de gestos, palavras e atitudes que, em meio à sociedade individualista, concorrencial, preconceituosa e desigual, são verdadeiros milagres. Assim, Jesus conclui: "Portanto, quem se faz humilde como esta criança, este é o maior no Reino dos céus" (Mateus 18. 1-5). Milagres ainda ocorrem. Pena que catástrofes precisem acontecer para que dólares e alimentos apareçam e se multipliquem. Deus nos dá as condições para isso sempre. Quem realmente somos? Seres humanos capazes de gestos incríveis, que, somado a outros, podem tornar o mundo bem melhor! As crianças ajudam a nos lembrar disso!
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