FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 19 de maio de 2009

O MOVIMENTO ANTICRISTÃO CHAMADO " NOVA ERA "


Enquanto a Igreja de Cristo se prepara para o glorioso encontro com Ele nos ares, através do arrebatamento, o movimento denominado "Nova Era" (ou New Age, em inglês) está preparando o mundo para a chegada e o reinado do Anticristo que se dará durante a Grande Tribulação.

Trata-se de um movimento de abrangência mundial que tem se caracterizado pelo uso dos meios de comunicação para divulgar as suas idéias malignas e anticristãs. O conhecimento sobre o referido movimento evita sermos envolvidos ou influenciados pelas idéias e conceitos que são ensinados por ele.

O que é "Nova Era?" É um movimento religioso que traz no seu bojo uma fusão de religiões orientais e ocidentais como: Gnose, Espiritismo, Esoterismo, Astrologia, Ufologia, Parapsicologia, Misticismo, Bahaismo, Hinduismo, Maçonaria, Rosa Cruz, Hare Krishna, Mormonismo, Budismo, Seicho-No-Ie, Perfect Liberty, Ciência Cristã, Testemunhas de Jeová, Adventismo, Cultura Racional e tantas outras. É um movimento basicamente espírita onde se dá muita ênfase à reencarnação e às falsas doutrinas. A Bíblia denuncia e alerta sobre esse desvio da verdade conforme se lê em II Timóteo 4: 3 e 4.

Qual é o plano da "Nova Era" e o que na verdade pretende? Preparar o caminho para a chegada iminente do Anticristo (I João 2: 18). Precisamos ficar atentos! Estabelecer uma nova religião mundial. Ensinam que todo os caminhos levam a Deus. A Bíblia refuta esse ensinamento: João 14: 6. São contrários ao cristianismo e ensinam que a "era de peixes" terminou com a vinda de Jesus, e agora estão aguardando a "era de aquários".

É basicamente espírita. Dão muita ênfase à reencarnação. Praticam a "possessão demoníaca". O engano é aceito como sendo verdade. O Ecumenismo (união de todas as religiões) é o coração da religião "Nova Era". Com a frase "todas as religiões levam a Deus" os adeptos desse movimento avançam preparando as bases, o terreno para o "Mistério Babilônico" (Apocalipse 17: 5). Em I Timóteo 4: 1, lemos a respeito, onde o apóstolo Paulo afirma que essa religião é doutrina de demônios que nasce de mentes cauterizadas. Leia também II Tessalonicenses 2: 11 e 12. Ensinam que não há pecado e que o homem é um "pequeno deus". Procuram, de forma sutil e bem engendrada, infiltrar idéias heréticas nas igrejas evangélicas usando para isto os meios de comunicação, principalmente a televisão e a internet. Agem através de livros, revistas, jornais, rádios, televisão, internet, roupas e até perfumes. Usam também a música para atrair e enganar. Cuidado!

Esse movimento está preparando o mundo para receber o Maitréia (avatar, líder, messias, anticristo). Falam de paz e segurança. Falam de alegria, saúde e riqueza. São espíritos enganadores. Fiquemos com Jesus e com a Bíblia! O Movimento "Nova Era" nada mais é do que um dos sinais da proximidade da vinda de Jeus. É um alerta a todos nós. Devemos ficar atentos e sempre nos lembrar das palavras de Jeus: "Porque surgirão muitos falsos cristos e falsos profetas, e farão tão grandes sinais e prodígios que, se possível fora, enganariam até os escolhidos" (Mateus 24: 24). Tenhamos cuidado com esse movimento diabólico. Que Deus guarde a Sua Igreja de mais esse terrível engano.

segunda-feira, 18 de maio de 2009

SAIA DA CAIXA DA RELIGIOSIDADE


Diz a Bíblia que logo após ser batizado, Jesus vai para o deserto onde é tentado pelo que todos nós somos tentados na nossa vida. Somos tentados a ser deus.

Voltando da temporada no deserto, Jesus começa seu ministério público nas praias da Galiléia. Começa a buscar seus primeiros discípulos.

Certa vez, quando estava ensinando a seus discípulos, começou a juntar uma multidão e Jesus se dirige a um monte para ensinar.

Lá ele começa a ensinar como deveria ser o coração do homem que desejava caminhar com o Criador. Ensina cada detalhe do coração do homem que deseja ser feliz, ser bem aventurado.

Depois desafia a todos, discípulos e multidão a fazer a diferença nos seus grupos, nos seus contextos de vida. Ele convida a todos a serem sal na terra e luz do mundo, levar luz onde há sombras.

Logo após começa a dizer para todos que não veio acabar com a Lei, que o que ele estava ensinado não tinha como propósito abolir a lei mas trazer um sentido completo, trazer vida para ela.

Interessante é que Jesus era um rabino e os rabinos são caras que interpretam as leis. Um rabino diz o que pode e o que não pode ser feito para que uma lei seja cumprida. Um rabino diz o que pode e não pode para que uma lei seja abolida. O conjunto de permissões e proibições denomina-se jugo do rabino.
Um rabino prega para os seus discípulos sobre o jugo de um rabino que tem autorização para pregar o seu jugo. Essa autorização para pregar seu próprio jugo e ganhada quando o rabino é reconhecido por dois rabinos de autoridade reconhecida entre a comunidade rabínica.

Jesus teve seu reconhecimento quando foi batizado. As duas autoridades que reconheceram Jesus foram o Espírito Santo que desceu em forma de pomba e a voz de Deus que disse “Esse é o meu filho amado de quem me agrado”.
Essas são as duas autoridades que reconhecem o jugo de Jesus, os ensinos de Jesus.

E ai Jesus começa a ensinar no estilo "Vocês ouviram o que foi dito, eu porém vos digo", ou seja, Vocês ouviram o que os rabinos disseram, eu porém digo a vocês que...

Queria convidar você a refletir comigo sobre um desses "Vocês ouviram o que foi dito" de Jesus. Ele fala da necessidade de amarmos nossos inimigos:

"Vocês ouviram o que foi dito: Amem o seu próximo e odeie o seu inimigo. Mas eu lhes digo: Amem os seus inimigos e orem por aqueles que os perseguem, para que vocês venham a ser filhos de seu Pai que está nos céus. Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos.

Se vocês amarem aqueles que os amam, que recompensa vocês receberão? Até os publicanos fazem isso!

E se saudarem apenas os seus irmãos, o que estarão fazendo de mais?
Até os pagãos fazem isso! Portanto, sejam perfeitos como perfeito é o Pai celestial de vocês.”

Esse versículos estão lá em Mateus 5: 43-48

Todo ser humano é criação de Deus e todo ser humano, mesmo que não saiba, tem a luz de Deus dentro dele porque foi criado a imagem e semelhança do Criador.

Temos a tendência de achar que Deus “joga” só no nosso time e que ele vai nos dar aquela vaga no vestibular no lugar de dar pro outro cara que não é cristão. Temos a tendência de achar que somos filhos privilegiados do Criador porque “fazemos o dever de casa” bem direitinho. Ficamos indignados quando vemos um cara que não é cristão se dar bem na vida enquanto ralamos para viver.

As ondas parecem que sobem somente perto do cara que é todo erradão enquanto eu que sou cristão estou aqui e não estou pegando as boas. Mesmo que a gente não se dê conta achamos que as melhores ondas e os melhores tubos têm que ser da gente porque somos os mocinhos do filme.

Dizemos: Eu sirvo na minha igreja, dou o dízimo e não falto a nenhum culto, logo, nada de mal vai acontecer comigo e tudo vai dar certo na minha vida. Sem perceber lidamos com Deus na forma de barganha, de investimento a longo e curto prazo.

Jesus diz nos versículos que lemos: “Porque ele faz raiar o seu sol sobre maus e bons e derrama chuva sobre justos e injustos.”

Cara, não sou eu que estou dizendo, é Jesus.

Temos uma tendência a achar que Deus olha para os seres humanos e classifica em bons e maus.

O religioso diz que tem dois tipos de gente: gente boa e gente má.

(continua...)

O PROXIMO


Ame-o como a si mesmo (Mt 19: 19).

Mas afinal, o que é o próximo? - É uma pessoa, ser humano, considerado como nosso semelhante. É aquele por quem sentimos certa amabilidade (Lc 10: 36-37). Aquele por quem o nosso amor fraternal é constante (Hb 13: 1). Mas, acima de tudo, aquele que está ao seu alcance carente de apoio, ainda que se apresente como problema para mim.

Da atitude de amá-lo, depende toda a lei e os profetas (Mt 22: 40). Jesus consciente da importância deste amor, o reforçou sugerindo que amassemos nosso próximo não mais como amávamos a nós mesmo, segundo a ordem dos Dez Mandamentos; mas da forma como Ele, Jesus nos amou (Jo 13: 34). Porque segundo Jesus, não existe mandamento maior que este (Mc 12: 31). Amar o próximo é o resumo de toda a lei (Rm 13: 10).

Portanto contra o próximo, não se deve levantar falso testemunho; cobiçar sua casa, seu cônjuge, suas finanças; seus bens de família, nem coisa alguma (Ex 20: 1-17). Quem ama o próximo tem seus muitíssimos pecados perdoados (1Pe 4: 8).
Mas o que dizer do próximo não muito próximo que gira ao nosso arredor, mas afastado do que beirado e dele suportamos abocanhadas delatoras como de um dedo-duro que acha motivo para trair. E, de outro mais achegado, confinante no apego, porém cheio de destroçadas adulações acometidas de um baba-ovo que sabendo às vezes do perigo em que estamos, prefere festejar do que corrigir? Já dizia Diógenes Laércio, "Entre os animais ferozes, o de mais perigosa mordedura é a do delator; e entre os animais domésticos, a do adulador".

A recomendação portanto é que tomemos cuidado, pois esses não estão servindo a Cristo, mas a seu próprio apetite (Rm 16: 17-18). Ao mesmo tempo somos aconselhados a concordar no que for possível uns com os outros para que não haja divisão ou violação da lei do afeto (ICo 1:10). Embora o relacionamento desprotegido possa ser perigoso, contudo, tal conselho elimina pela raiz o círculo infernal da discórdia (Mt 5: 38-42).

Mas é aqui que o ato de amar a Deus sobre todas as coisas é infalível; e, o obedecer Jesus, favorável, em transformar serpentes e escorpiões venenosos em homens, cabeça de família ate morrer em boa velhice. Porque justiça em excesso é excesso de justiça.

Quanto ao mais, tenhamos todos os mesmos modos de pensar, sejamos compassivos, amemos fraternalmente, sejamos misericordiosos e humildes (1Pe. 3:8).
Quem ama, teme e obedece.

FALTA ALGUEM


"O choque que Jesus acusou quando se apresentou como Filho de Deus foi exatamente por se identificar com os mais simples, com os pecadores e as pessoas consideradas perdidas" (Mário Lúcio do Nascimento – Devocionário Pão Diário – Rádio Transmundial).

"Voltando o servo, tudo contou ao seu senhor. Então, irado, o dono da casa disse ao seu servo: Saí depressa para as ruas e becos da cidade e trazei para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos" (Lucas 14. 21).

Diante da afirmativa, no artigo anterior (*),"Tá demorando!", de que "falta alguém" para que se cumpra a vontade de Deus de que todos cheguem ao arrependimento, pois Ele deseja que ninguém se perca, é comum algumas pessoas se acomodarem, pensando "não há pressa, eu posso aproveitar a vida por mais algum tempo".

A Palavra de Deus, a Bíblia, nos mostra um "outro lado da moeda", numa parábola profética contada pelo Senhor Jesus.

Um dos que estavam com Ele exclamou: "Bem-aventurado aquele que comer pão no Reino de Deus" (Lucas 14. 15).

Jesus, então, passou a contar-lhes uma parábola em que um certo homem deu uma grande ceia e convidou a muitos, mandando seus servos a avisar aos convidados:

"Vinde porque tudo já está preparado". (Lucas 14. 17).

É isso que nós, os servos de Deus, estamos fazendo ao
ensinar, pregar e testemunhar a Palavra de Deus; estamos alertando que já vivemos o tempo do fim, e convidando as pessoas a aceitarem Jesus como seu único e suficiente Salvador.

Num dos artigos anteriores (*), chegamos a afirmar "que a hora é agora, e que o dia é hoje".

Mas, voltando à parábola profética, os convidados começaram a escusar-se, dizendo o primeiro:

- "comprei um campo, e preciso ir vê-lo" (...)

- outro disse: "comprei cinco juntas de bois e vou experimentá-las";

- e um terceiro alegou: "casei-me, e por isso não posso ir" (Lucas 14. 18 a 20).

É exatamente isso que acontece na realidade, uns dizem que têm um compromisso inadiável, outros alegam que ainda são muito novos e que deixarão para o futuro, e o tempo vai passando.

Mediante a recusa dos convidados, aquele senhor, "disse ao seu servo: sai depressa para as ruas e becos da cidade e trazei para aqui os pobres, os aleijados, os cegos e os coxos" (Lucas 14. 21).

Procedendo o serviçal conforme fora orientado, disse: ”Senhor, feito como mandaste, e ainda há lugar. Respondeu-lhe o senhor: Sai pelos caminhos e atalhos e obriga a todos a entrar, para que fique cheia a minha casa" (Lucas 14. 22-23),
e terminou dizendo: "Porque vos declaro que nenhum daqueles homens que foram convidados provará a minha ceia" (Lucas 14. 24).

Em um outro momento Jesus disse: "Porque muitos são chamados, mas poucos escolhidos" (Mateus 22. 14).

Duas coisas podem acontecer, e pegar-nos de surpresa:

- A vinda do Senhor se dar a qualquer momento, como aliás está profetizado;

- Por razões "naturais" e/ou “acidentais” o nosso falecimento ocorrer sem que tenha chegado o dia da segunda vinda de Jesus.

É por isso que, a Palavra de Deus nos alerta em todo o seu contexto de que "devemos vigiar e orar", ou seja, temos que estar atentos, orando.

Jesus revelou a João, na Ilha de Patmos, a seguinte Palavra, também várias vezes repetidas por nós aqui (*):

"Eis que estou à porta, e bato; se alguém OUVIR a minha voz, e ABRIR a porta, entrarei em sua casa, e cearei com ele e ele comigo" (Apocalipse 3. 20 - o destaque é nosso).

Esta afirmativa deixa claro que temos que:

- primeiro ouvir a voz de Jesus;

- segundo abrir a porta de nossos corações para Ele.

Temos o privilégio de aceitar o convite do Senhor, mediante a Graça e pela fé em Jesus, e, assim, teremos entrada garantida no Reino de Deus, ficaremos livres de julgamento, tendo em vista que:

- "nenhuma condenação há para os que estão em Cristo Jesus" (Romanos 8. 1).

DEUS LHE PAGUE


Olhe detidamente para um mendigo; observe-lhe os traços, as feições, procure pelos olhos, insista nos olhos, é importante olhar dentro das pessoas. Agora responda: o que viu?

Se disser que nada viu, então viu tudo, ou nada; pois nada há pra se ver naqueles olhos sem vida nem viço; falta-lhes aquela ansiosa expectativa, própria dos viventes, comum aos humanos.

Mesmo após minuciosa busca nada haverá que estimule ou encoraje uma aproximação, puxar uma conversa então, nem pensar.

Certa vez Thomas Kelly orou: "Senhor, conceda-me ver as coisas da Terra, com os olhos do Céu." Eu penso que seria interessante, e embaraçoso, se o Senhor permitisse a cada humano, por um momento, enxergar o mundo à sua volta com os olhos de um mendigo; muitos pés apressados saltando os seus, e o chão, a visão de um mendigo se resume a pés apressados que saltam os seus, e ao chão.

De igual modo ler-lhe os sentimentos, os pensamentos que povoam a mente desse estranho sujeito; veria a dor da alegria perdida, da vida que escapou por entre os dedos, num átimo; veria a saudade duma época em que as coisas eram diferentes, faziam sentido, uma época na qual acordar cedo, escovar os dentes, tomar café e ganhar um beijo de bom dia eram comuns, quase corriqueiras. (Um beijo de bom dia nunca se tornará corriqueiro!).

Aos olhos do "pedinte" ( Êita, nomezinho infeliz!) quase nada faz sentido, nem mesmo as ofensas, os insultos, e os chutes e os "NÃO";

Ninguém ouve ou vê tantos nãos como aquele pobre diabo que transferiu para os "passantes" a responsabilidade pelo seu sustento e segurança. ( Ao falar em segurança me transporto para um tempo em que perambulava pelas ruas escuras de Belo Horizonte à caça de mendigos bêbados demais, fracos demais e velhos e doentes demais para esboçarem qualquer reação enquanto eu tirava-lhes a "féria" do dia, e seus pertences, cigarros, bebidas. Ladrão de mendigos; foi nisso que a falta de DEUS me transformou.) Pra que ser mendigo e pedir, se podia ser ladrão e tomar à força? "A lógica do inferno; ser ruim ou pior."

Na mente do que pede só tem espaço para o rancor e as lembranças, que de tão distantes parecem delírio. Alguém é culpado; os passantes são culpados, o governo é culpado, a ex-mulher é culpada, "quase sempre" e DEUS, escapa por pouco. Se desentender com DEUS não é inteligente, na sua desgraçada sina, crê o "pedinte" ( nomezinho infeliz!), algo um dia vai mudar; quem sabe uma hora dessas DEUS, nem que seja por distração, passeie pelo chão com os olhos e o enxergue.
Essa é a (des)esperança do homem, e da mulher que perderam a gana, a honradez, e desaprenderam a nobre arte de amarem-se; o homem da roça que veio atrás de dias bons na grande cidade, acreditou na TV e arrumou a mala, se hospedou numa pensãozinha à beira da rodoviária, e saiu religiosamente todas as manhãs à procura de "colocação" e deu com os burros n’água, ouviu tantos nãos que se acostumou com eles.
E o dinheiro da diária, minguado, acabou como se acabaram as roupas limpas e a chance de procurar a tal vaga. Dia ruim.

Dá voltas em volta da rodoviária, descobre companheiros de igual e triste sorte, aceita um gole, pra aquecer o peito, e aceita outro, e mais outro até se alegrar e que se dane a pensão, e a vaga!

Acorda atormentado, sem mala nem bobo, descobre-se miserável e derrotado; resta voltar pra casa, mas como? Saiu pra vencer, perdeu, saiu pra melhorar de vida, e nem teto tem mais. Voltar como?

Envergonhado olha pra baixo e estica a mão e ao sentir o peso da moeda, sussurra triste e grato: "DEUS lhe pague..."

Da próxima vez que saltar os pés de um mendigo, resista à tentação de acreditar que ele nasceu ali, como as ervas daninhas nascem; ali.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

O ALTAR DO CRISTÃO


"A minha casa será chamada casa de oração; mas vocês estão fazendo dela um covil de ladrões" (Mt 21: 13).

Uma coisa, é servir a Cristo com a força do seu corpo, outra coisa, é se deixar ser usado na orientação do Espírito Santo para Cristo em oração (Ex 15: 24-25).

Fomos feitos para orar, orar sem cessar (Ts. 5: 17-18). Jesus disse, "a minha casa será chamada casa de oração." (Mt 21: 13). Porque não oramos. Somos como uma águia, que, por ser criado num poleiro, imagina ser uma galinha.

Vivemos das migalhas da nossa pobre fé, por falta de oração (Ec 5:2); enquanto estamos cheio desta gigantesca força sobrenatural inesgotável a nossa disposição, pronta a ser descoberta, a se jorrar para fora, como um poço de petróleo, e ser usufruído.

Ser crente não é algo que se é, mas que se vive em contínua oração – o interruptor que acende a luz da fé (Sl 65: 2).

O entendimento do crente na oração, é como uma corrida de maratona. Não importa como começa o importante é como vai terminar! (Is 56: 7).

A oração é para o crente como o mar para o marinheiro.

À oração é a perfeita adoração a Deus. (Fp. 4: 6-7), que não conforma, mas transforma o crente (Rm 12). E, fortalece a igreja.

"Se nenhum pardal pode cair no chão sem o conhecimento de Deus, tampouco uma nação pode se levantar sem a bênção de Deus. Eu proponho que façamos um intervalo para orar" (Benjamim Franklin). Parafraseando-o digo, que - sem uma oração respondida, nenhum crente poderá levantar-se. E, para se ter uma resposta é preciso que se tenha feito uma pergunta; para receber algo, é preciso que se tenha feito algum pedido. É disso que Jesus estava falando em Mateus 7: 7.

Aquele que não crer na oração, não crer também que é salvo (Ap. 5: 8).

Para se viver uma vida de oração, é necessário equilíbrio e direção (Tg 4: 8). Para quem não tem experiência, é como aprender andar de bicicleta, isto é, fazer duas coisas ao mesmo tempo (Ef 3). Enquanto ora, tome um tempo para ouvir aquilo que Deus está falando, lembre-se orar é como telefonar. Orar é um momento especial de comunicação com Deus. Na continuação, o Senhor aprofundará e fortalecerá esses momentos de oração (At. 4: 31).

"Quem ora, vive em comunhão com o Espírito Santo, não tem magoa de ninguém, é honesto com Deus e consigo mesmo (Marcos 9: 24). Não tenta justificar seus pecados, apenas admite que eles existem e se arrepende porque crê no perdão de Deus (I João 1: 9); é livre em libertar outras pessoas de suas culpas; convive com suas faltas, e, seus fracassos tanto quanto com os sucessos. Tem sentimento de valia pessoal, embora não seja digno perante Deus, somente com Cristo (Cl 1: 10) que o exorta. Exercita o perdão na ofensa e não retém o pecado (era nisto que Davi era um homem segundo o coração de Deus - At 13: 22). É livre de si mesmo e dos outros; não tem sentimento de vergonha, humilhação nem recorda às ofensas; suas feridas são curadas por Jesus (Tiago 5: 15), enquanto ele ora pelos que ainda não são capazes de liberar perdão." (Luiz Clédio Monteiro, Uma Janela Para o Céu. Cap. 85. Nov. 2003).

Como é bom receber de Deus encargos para orar em oração apostólica (Is 55: 11).

O DRAMA DA PERDA


Como enfrentar o drama de mergulhar em uma experiência de Perda e superar seus traumas? Porque a perda nos ameaça tanto se ela está presente em toda instância da vida? Perdemos o sono, perdemos a hora de acordar, perdemos a paciência, perdemos dinheiro, perdemos parentes e amigos, perdemos o ônibus, perdemos a Fé, enfim perder está coeso ao nosso cotidiano social. Ref Ec 3: 2-8. Nesse texto a Bíblia revela que a vida é composta de Tempo e Tempos, e a Perda é um tempo relevante na formação da vida "... há tempo de Perder..." Embora a vida plena seja sublime e de valor excelente temos vivido de forma superficial e subjetiva, pois, não obstante, que em sua essência, o atributo da perda é de fundamental significância para o processo de sobrevivência. Ninguém que vive está livre do tempo das perdas. A Perda não significa necessariamente um prejuízo, na verdade é que existem situações em que mesmo Perdendo meu Direito, minha Razão, eu posso Ganhar um Amigo ou um Irmão.

Outrossim, já que a perda é um fato e contra fatos não existe argumentos porque não aceitamos a Perda de um modo familiar e equilibrado? Um fato contraditório existencial é que naturalmente aceitamos a vida, porém decididamente negamos a morte mesmo sendo um o outro lado de uma mesma moeda, isto é, a negação da perda não elimina a evidencia dos danos, Porque não nos ensinaram a Perder? Haja vista, que, Qualidade de Vida não se adquire apenas tirando vantagem em tudo. Temos como exemplo de vida o sábio Salomão. Ref Ec 2: 4-12 e 17 "Pelo que aborreci esta vida...". Pensamento; "A vida de qualquer não se versa no que ela possua".

Então; A Perda revela o lado sombrio, obscuro das limitações humanas, sua fragilidade, insegurança, impotência, indecisão, incompetência, incapacidade, dependência, insignificância, crises, medos, traumas, complexos, frustrações, decepções. E porque negamos essas características congênitas humanas? É que a Perda evidencia nosso lado hostil, fútil, débil, frívolo, inseguro, imaturo, ingênuo, por isso ninguém admite PERDER. E todo ser humano leva em sua carga genética a natureza Autosuficiente, pela necessidade de Autosobrevivencia, nessa guerra natural um Perde outro Ganha. Um sábio Poeta certa vez escreveu um Poema que dizia; "A vida é uma gangorra, sempre um vai estar em cima e outro embaixo, dizia o poeta; você que está em cima não deve de eu sorrir, um dia você vai ter que descer para que eu possa subir." É o que revela Salomão em; Ec 9.11,12 "...o tempo e a sorte pertencem a todos." Porem o mesmo sábio Salomão afirma que; "...o homem não conhece o seu Tempo...". Como Reconhecer, Aceitar, Compreender e Conceber a idéia da Perda em nossa vida? Expressão popular; "A vida explica a própria vida” Isto é, a vida é uma Autoescola, e a Perda é uma das matérias paradidáticas da grade curricular existencial sendo aplicado diariamente como Exercício pedagógico e terapêutico. Ref Sl 119:67 e 71"... antes de ser afligido andava errado. "Ref Pv 18.12 "...antes de ser quebrantado, eleva-se o coração do homem..."A perda não é uma matéria teórica conquanto uma simples leitura não leva necessariamente a um aprendizado, aliás a afirmação da teoria está na prática, o método pedagógico de Jesus baseado na materialização da aprendizagem, isto é; "...aprendeu pelo que padeceu." Ref Hb 5.8. Tendo em vista que, a Perda leva a adaptações necessárias, gerando mudanças efetivas, que são desafios motivacionais para concretização de um crescimento significativo pessoal, pois a perda estimula a autoconfiança. Ref Rm 5: 3 "... tribulação produz paciência...". O Apostolo Paulo passou por uma experiência dolorosa de perdas, Ref I Co 4: 11-13"... ser como lixo...”, dentro do processo de aprendizado, Ref Fl 4: 11-13 "... estou instruído..."e"... já aprendi...” Deus usa o fracasso e fragilidade humana como fator desencadeante de aperfeiçoamento do Temor, Ref II Co 12: 9,10. "Os vergões das feridas são a purificação dos maus..."Ref Pv 20: 30 Deus tem um centro de treinamento intensivo Ref Jó 33: 14-30. "... para apartar o homem do seu desígnio..."e "... para desviar a sua alma da perdição...". A Perda se constitui como elemento terapêutico de avaliação da integridade de caráter. Abraão consolidou seu temor a Deus mediante a provocação da Perda de seu Filho, em; Gn 22: 1,2 Deus anuncia a Perda de seu filho, em; Gn 22: 12 Deus reconhece o temor (obediência mesmo em situação de Perda) do patriarca Abraão. Outro caso relevante de comprovação de integridade fidedigna é o exemplo de Jó, que mesmo em situação de extrema Perda; Ref Jó 19: 13-20, "...afastou os irmãos, os parentes, meus domésticos...". Perdeu os Bens, Perdeu os Filhos, Perdeu a Saúde e até o amor da Esposa, mas não Perdeu a Fé e a Esperança em Deus. Ref Jó 1: 20-22. "Então, Jó se levantou... e se lançou em terra e adorou". Com a expressão; "Ainda que Ele me mate nele esperarei..." e "Depois de consumida a minha pele ainda em minha carne verei a Deus" Jó 13: 15 e Jó 19: 26.