FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

terça-feira, 6 de janeiro de 2009

PORQUE EU EXISTO ?


Eclesiastes 1.16-18
Com certeza muitos de nós já paramos para pensar na finalidade da vida. Entretanto, ainda que você nunca tenhamos analisado esse assunto como filósofos, vivemos de acordo com certas formas de pensamento e nossas atitudes revelam qual é a filosofia que seguimos. Sendo assim, nossas atitudes mostram qual é o nosso pensamento sobre a finalidade da vida. Por exemplo, se alguém concentra todos os seus esforços nos estudos e tem a meta de alcançar graus cada vez maiores dentro da academia, então a sua filosofia diz que o estudo é a finalidade da sua vida. O mesmo podemos dizer sobre pessoas que se dedicam dessa forma ao trabalho, ao prazer ou às riquezas. Ainda que essas pessoas digam que a finalidade de suas vidas é “conhecer a Deus e se alegrar dEle”, são as suas atitudes que vão revelar se essa finalidade é verdadeira. Essas são as perguntas que o livro de Eclesiastes busca responder. E ele as responde não teoricamente, mas a partir de experiências. Em cada etapa da vida, ele busca viver de uma maneira e tenta se concentrar em um aspecto da vida, verificando se aquele deve ser o seu objetivo último ou se aquela maneira de viver irá lhe trazer algum proveito ou vantagem. Eclesiastes 1.16-18 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo conhecimento, e busca saber o que é a sabedoria, o que é a loucura e o que é a estultícia. - Sabedoria (acadêmica): saber muitas coisas sobre tudo o que existe: guerra, paz, política, economia, agricultura, veículos, armas, medicina; - Loucura: o agir daquele que está internado em clínicas psiquiátricas, comportamentos anormais; - Estultícia: imprudência, inconseqüência em ações, egoísmo, escassez moral e espiritual. Ao final, ele reconhece que a busca pelo conhecimento não traz proveito. Antes, se alguém tem como finalidade da vida o conhecimento, esse corre atrás do vento, vivendo uma vida fútil e totalmente nula. Eclasiastes 2.1-10 – ele estabelece como finalidade da vida a busca pelo prazer, e decidiu não se negar de coisa alguma que os seus olhos desejassem. Ele se entregou ao vinho (v.3) como fonte de prazer, além de bebidas, drogas e tudo o mais que pode afetar o sistema nervoso. Ele se entregou ainda ao trabalho (vv.4-6), à busca por riquezas (vv.7-8a) e à satisfação dos sentidos (vv.8b) como fontes de prazer. No entanto, no versículo 11 ele conclui que a busca pelo prazer é perda de tempo, é coisa fútil e absurda. Se alguém dedicar a sua vida para encontrar essas coisas vai encontrar uma vida vazia, e que no final vai levar somente ao desespero. Nada disso consegue trazer sustentação ou esperança à vida. No decorrer do livro de Eclesiastes o autor reflete sobre o aprendizado com as experiências, compartilhando conosco conclusões imediatas ao tempo de reflexão. Ao final, ele diz: Eclesiastes 12.1 – “Lembra-te do teu Criador nos dias da tua mocidade, antes que venham os maus dias, e cheguem os anos em que dirás: Não tenho prazer neles”. Lembrar significa não apenas uma ação mental, mas também implica em agir em concordância com o pensamento. A finalidade da vida é, portanto, pensar em Deus, estabelece-lo como o alvo da vida e agir para alcançar esse alvo. Enquanto todas as demais buscas resultam em nada, essa busca prepara a pessoa para encontrar-se definitivamente com Deus (Ec 12.7,14).

O MAL FISICO E A PROVIDENCIA DIVINA


Lucas 13.1-5
Os males físicos não têm, necessariamente, a ver com as pessoas que sofrem por causa deles, e nem sempre têm conexão direta com a prática dos males morais. Há muitos incrédulos que duvidam da existência de Deus por causa da presença dos males físicos.Origem dos males físicosNo Antigo Testamento, a palavra usada para “mal” pode referir-se aos males físicos que se evidenciam em doenças, pestes, calamidades ou destruição de vidas por meio de forças da natureza, como furacão, chuvas ou terremotos. Pode-se dizer ainda que os males físicos sobre toda a criação e sobre os homens procedem da justiça retribuidora de Deus, que se irou contra o pecado de suas criaturas. Em Gênesis 1.31, percebe-se que, no início, tudo era bom; mas por causa da prática de males morais por parte do homem os males físicos vieram a existir como uma imposição penal. Deus amaldiçoou a terra, o homem, a mulher e os animais por causa da transgressão moral de nossos primeiros pais, que eram nossos representantes.Observando o texto de Lucas 13.1-5, podemos tirar algumas conclusões:-Jesus ensina nessa passagem que a morte é sempre um castigo merecido. Ninguém é inocente.-A morte de alguns não significa que eles sejam mais merecedores do que outros. Somente a misericórdia divina é que impede que todos igualmente morram pelos mesmos meios.- As imposições penais de Deus servem para nos advertir. Não devemos nos concentrar nos instrumentos que Deus usa para matar os merecedores, mas sim, na advertência que os métodos de Deus devem nos trazer, a fim de que abandonemos os nossos pecados. Os desastres e as calamidades sempre servem de advertência para os pecadores. Quando eles acontecem, todos ficam apavorados e temerosos de que o mesmo possa vir a acontecer com eles.Abrangência dos males físicosOs males físicos vieram primeiramente como conseqüência da justiça punitiva, que teve uma expressão parcial (em contraste com o juízo final) e será mantida em toda a criação até que a redenção conquistada por Jesus Cristo se complete no dia final.
Os males físicos abrangem toda a criação. A partir da análise de Gênesis 3.17-18, percebemos que os males físicos vieram ao mundo por causa do pecado de Adão. Como coroa da criação, o homem também foi colocado como cabeça da mesma. Por ter sido considerado por Deus responsável pela criação, o ato do homem refletiu sobre toda ela. Assim, os males físicos abrangem os animais, vegetais e seres humanos.A pobrezaMuitas pessoas sofrem os males físicos da pobreza por causa da infelicidade que as enfermidades trazem, levando-os a gastar todos os seus recursos em tratamentos. Pobreza por infortúnio – A pobreza por infortúnio se mostra nas grandes calamidades, como o excesso de chuva, por exemplo. Os pobres acabam se tornando mais pobres ainda, porque perdem os seus barracos, o pouco que acumularam, e não têm como reaver os seus bens. Finalmente, a pobreza por infortúnio vem quando as pessoas ficam desamparadas pela morte daqueles que as sustentam. Deus tomou providências para minimizar essa pobreza. Ele ditou leis que ajudavam os pobres (Dt 15.11; Dt 24.19-22.) Por isso, o homem jamais deve escarnecer daquele que está passando por uma situação de infortúnio (Pv 17.5).Pobreza por causa da opressão – Essa é a pobreza mais mencionada e mais fortemente condenada nas Escrituras: a pobreza que é produto da exploração do fraco pelo forte. O texto de Provérbios 13.23 fala da opressão pela qual passam os trabalhadores. A Bíblia condena ainda os latifundiários (Is 5.8) e diz que existe uma cadeia de explorações sem conta (Ec 5.1,2).Pobreza por causa da preguiçaPobreza por causa da ignorância espiritual – Os maiores bolsões de pobreza de nosso país estão localizados em regiões onde há maior ignorância espiritual.Pobreza por causa da imprudência – Observar a parábola do filho pródigo (Lc 15.11-16).Pobreza por causa dos vícios sociais – O texto de Provérbios 23.20,21 mostra como o beberrão e o comilão caem na pobreza.Podemos ainda citar as guerras, as doenças (como resultado das guerras – Lc 21.10,11 – da fome e da ira divina – Jr 21.7-10; Ez 12.16) e a morte como conseqüência do pecado (A análise do Salmo 90.7-11 mostra que os pecados dos homens estão diante de Deus – vv. 8 e 9a. Assim, eles são punidos pela ira divina – v. 7 – mesmo desconhecendo seu poder – v. 11 – e têm a vida abreviada por causa desses pecados – vv. 9b e 10).Procedência dos males físicosCausados por seres espirituais – Veja o exemplo na vida de Jó – as conseqüências dos ataques de Satanás foram a morte (seus animais e filhos), a doença (do próprio Jó), os males sociais (Jó foi rejeitado pela sociedade – 17.6; 19.13-22) e os males espirituais (sua mulher se tornou incrédula e desleal a Deus – 2.9,10). Temos ainda o exemplo da vida de Saul, que está registrado no texto de I Samuel 16.14-16,23. Finalmente, veja o exemplo da vida da mulher possessa descrito em Lucas 13.10-17.Causados por imputação – A princípio, veja o exemplo de Acã em Josué 7.13. Temos ainda o exemplo de Amaleque. Por causa do pecado dele, que se opôs a Israel, que descia do Egito, todo o povo amalequita, acabou sofrendo males físicos, que incluíam a morte (I Sm 15.2,3). Vejamos ainda o caso de Davi: toda a sua posteridade sofreu males físicos decorrentes de seu pecado (II Sm 12.10).Causados pelos próprios pecados – Temos o exemplo de Miriã e Arão, descrito em Números 12.10-11. Veja ainda o exemplo do homem que estava paralítico havia 38 anos (Jo 5.14).Causados por maus governantes – Há vários textos da Bíblia que comprovam isso: Jz 21.25; Pv 28.16; Pv 29.4.Causados imediatamente por Deus – Há textos que mostram que os males físicos podem proceder diretamente de Deus, sem que ele use instrumentos ou meios para isso: Jô 5.17,18; Os 6.1; Am 3.6. Deus é o causador de males físicos que têm funções terapêuticas, mas Ele também pode causar doenças com funções punitivas.Propósitos dos males físicosManifestar a glória de Deus – Isso pode ser visto, por exemplo, no texto de João 9.1-3. A enfermidade em si mesma não é uma coisa boa, mas o que Deus faz por meio das enfermidades é. O mesmo propósito pode ser visto no texto de João 11.3, que fala da enfermidade de Lázaro.Advertir-nos a não praticar males morais – Deus pode usar dores de doenças para nos advertir a não praticar males morais. Elas são uma espécie de despertador divino para nos prevenir e chamar nossa atenção para nosso procedimento (Sl 119.71).Purificar nossa vida – Jô sofreu muitas dores físicas que estavam ligadas a advertências morais, mas o principal benefício das dores foi a purificação de sua vida espiritual (Jó 23.10). É importante lembrar que a base da nossa purificação vem pelo sangue de Cristo, mas os males físicos são instrumentos de Deus para o nosso aperfeiçoamento.Exercer a disciplina divina – Os males físicos que vêm ao povo de Deus podem ter uma finalidade terapêutica.Exercitar nossa paciência – Ver o texto de Romanos 12.12.
AplicaçãoAPRENDA A VER COMO AS AFLIÇÕES SEMPRE COOPERAM PARA O BEM PESSOAL E DO REINO DE DEUS
- O caso de Manassés – II Cr 33.2-11.
- O caso de Paulo – II Co 12.7-10.
- As aflições são um verdadeiro professor – Sl 119.71.
- As aflições servem para mostrar os problemas espirituais – Jó 36.8-10.
- As aflições são um instrumento para o arrependimento – Sl 107.10-14.
- As aflições nos tornam bem-aventurados – Jó 5.17.
- As aflições nos preparam para a glória – II Co 4.17.

segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

O PAPA E A GUERRA QUE NÃO ACONTECEU.



No dia 5 de dezembro, Argentina e Chile lembraram em Monte Aymond, uma passagem de fronteira entre os dois países, o 30º aniversário do início das negociações que levaram à solução da “questão austral”, no Canal de Beagle. Durante séculos, os dois países disputavam a soberania sobre a região austral do continente sul-americano; uma arbitragem da Inglaterra havia sido inteiramente favorável ao Chile e a Argentina, naturalmente, rejeitou essa decisão e o problema continuou.
As tensões subiram ao máximo durante os governos militares de A.Pinochet (Chile) e J.Videla (Argentina) no início de dezembro de 1978, chegando à iminência de uma guerra entre os dois países. “Os aviões já estavam prontos para decolar e iniciar os bombardeamentos”, lembrou a Presidenta Cristina Kirchner durante a comemoração, falando também do drama vivido por ela, com tantas outras mães de Rio Gallegos (Argentina), que procuravam fugir da área de conflito com seus filhos assustados nos braços...
Foi aí que, no dia 11 de dezembro de 1978, ainda nos primeiros meses de seu Pontificado, o papa João Paulo II insistiu pessoalmente com os 2 chefes de Estado em conflito que voltassem a examinar com serenidade a questão, oferecendo seus préstimos pessoais para mediar a busca de uma solução justa e estável para a convivência entre os dois povos irmãos. A condição era que não se entrasse em guerra, enquanto a mediação estivesse em curso. O pedido do papa foi aceito e, com os Acordos de Montevideu, de 8 de janeiro de 1979, os dois Estados recorreram formalmente à mediação do papa.
João Paulo II encarregou o cardeal italiano Antonio Samoré para mediar a busca de um acordo para a questão austral; hábil e paciente negociador, ele trabalhou incansavelmente durante vários anos até que se chegou, finalmente, à plena superação de todas as divergências acerca da soberania territorial e marítima na área disputada. A tarefa exigiu todas as energias e custou a saúde ao Cardeal mediador, que veio a falecer antes que o Tratado de Paz e Amizade fosse assinado diante do papa, na Capela Paulina (Vaticano), no dia 29 de novembro de 1984.
O papa apostou na possibilidade da solução negociada para o conflito, mesmo estando bem consciente das graves dificuldades que os governantes enfrentam, muitas vezes, para assegurar aquilo que entendem serem questões de soberania nacional. Sobretudo quando entram em jogo nacionalismos exacerbados. Mas, como também já advertia Paulo VI, essas dificuldades não são vencidas com o recurso a métodos que ferem a dignidade do homem. A violência não gera a paz, mas abre novas feridas e produz mais violência.
Na busca da solução para o litígio, o mediador papal seguiu as orientações da Doutrina Social da Igreja, na encíclica Pacem in terris”, de João XXIII: as relações entre as comunidades políticas devem regular-se pelas mesmas normas da lei natural que regem a vida dos indivíduos: a verdade, a justiça, a solidariedade operante e a liberdade. Mas também adotou os critérios clássicos para a perfeição da justiça natural na solução do caso: a equidade (ex bono et aequo) e saída honrosa para as partes litigantes. Para resolver a questão de modo definitivo e completo era preciso ir além da mera justiça distributiva, dando a cada um o que é seu, e ter em vista a justiça comutativa, estabelecendo bases para o intercâmbio e a cooperação, além da integração física entre os dois países sul-americanos. A solução para a questão de Beagle pode, portanto, ser traduzida nesta fórmula: paz com justiça, paz com amizade, paz com desenvolvimento.
Graças ao Tratado de Paz e Amizade, Argentina e Chile renunciaram a projetos estratégicos de expansão militar e territorial para alcançar dois bens maiores: a convivência pacífica e a construção conjunta de um projeto de cooperação econômica e de integração efetiva entre os dois países. Comprovaram, assim, que com a paz nada faz perder, mas tudo pode ser perdido com a guerra. O sucesso da mediação do papa João Paulo II também evidenciou como a Igreja Católica, com sua experiência e autoridade milenar, soube conduzir as conversações num clima de colaboração, canalizando os interesses das partes para a solução eficaz do conflito, a preservação da amizade entre os povos e o estímulo ao mútuo desenvolvimento.A Igreja recebeu de Jesus Cristo a missão de anunciar ao mundo a Boa Nova da paz para todos os povos; ela o faz, não apenas quando contribui com princípios e valores essenciais para a convivência justa, respeitosa e digna entre as pessoas e os povos, mas também quando pode colaborar efetivamente na superação de conflitos e no estabelecimento de relações construtivas entre as nações.
Pena que essa voz em favor da justiça e da paz nem sempre é atendida. João Paulo II, já alquebrado e provado em sua saúde, esforçou-se ao máximo para evitar também a guerra no Iraque... Melhor, se o grito angustiado e já rouco do papa – parem com a guerra! - tivesse sido ouvido! No caso de Beagle, isso deu certo.
No dia 5 de dezembro, em Monte Aymond, na qualidade de Enviado extraordinário do papa Bento XVI, tive a honra de participar da comemoração do 30° aniversário da Mediação Pontifícia e de entregar uma mensagem do Papa nas mãos das duas chefes de Estado; e pude testemunhar pessoalmente que os frutos da paz, exaltados pela presidenta Bachelet, vão crescendo na amizade e na progressiva colaboração e integração entre as duas nações. Tanto nas falas das duas chefes de Estado como nas vozes de pessoas do povo ouvi expressões de gratidão pela ação decisiva do Papa João Paulo II: “agradeça ao Papa, porque não deixou a guerra acontecer!” Card. Odilo P. SchererArcebispo de S.Paulo


Última Alteração: 10:14:00
Fonte: Rádio Vaticano Local:São Paulo (SP)

LEIGOS DEVEM EVITAR QUE LEI CIVIL, SUPLANTE A MORAL.



O Arcebispo de Valência, Cardeal Agustín García-Gasco, chamou os leigos a cultivar a verdadeira prudência e evitar que a lei civil suplante a moral, destinando-a só ao âmbito privado.
"A Igreja faz uma chamada nestes momentos a todos os fiéis leigos, pois resulta imprescindível desenvolver a razão prática, a prudência, a virtude que dispõe para discernir em cada circunstância o verdadeiro bem e escolher os meios adequados para levá-lo a cabo. Nossa sociedade civil parece adormecida, entorpecida", expressou em sua carta semanal.
O Cardeal advertiu que "o relativismo e as mudanças que se operam em nossa sociedade demonstram uma tendência não só a indefinição moral, mas também a substituição da moral pela lei civil", onde um ato não é imoral se não ficar proibido pela lei.
Por isso, chamou os leigos a cultivar a virtude da prudência, que não é sinônimo de astúcia, cálculo utilitarista ou desconfiança, mas sim capacidade "para tomar decisões coerentes, com realismo e sentido de responsabilidade. A prudência permite aplicar corretamente os princípios morais aos casos particulares".
O Cardeal disse que quando graças à prudência, o cristão valorou uma situação particular, deve mover-se à ação, pois "não atuar quando já se decidiu responsavelmente o que terá que fazer não é prudência, é negligência, e muitas vezes é fruto do medo, a preguiça, a abulia ou a falta de uma verdadeira generosidade".
O Cardeal lembrou que entre as "muitas ações radicalmente negativas" que se disfarçam, está "o escândalo das cifras do aborto que encobre um negócio multimilionário" que "tenta-se dissimular negando a condição de pessoa ao embrião".
O Cardeal afirmou que "os fiéis leigos têm a oportunidade de realizar uma síntese entre fé e vida, evitando que se vivam com dualismo, como se fossem realidades paralelas".
Para isso, assinalou, "a Igreja propõe um caminho semeado sabiamente pelos elementos que caracterizam o itinerário do cristão: a adesão à Palavra de Deus, a oração, ; a celebração litúrgica do mistério cristão; a oração pessoal; a experiência eclesiástica autêntica; o exercício das virtudes sociais, especialmente da prudência, e o perseverante compromisso de formação cultural e profissional".

Última Alteração: 08:45:00
Fonte: Aci Digital Local:Valência (Espanha)

Catequese de Crisma


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PAPA DEIXA CONSELHO PARA CELEBRAÇÃO DE NATAL.

Bento XVI deixou este Domingo, no Vaticano, vários conselhos para a preparação do Natal, num dia em que se cumpriu a tradição de as crianças de Roma levarem o Menino Jesus dos presépios das suas casas à Praça de São Pedro, para serem abençoados pelo Papa.
“Ao aproximar-se a celebração do Nascimento de Jesus Cristo, Príncipe da Paz, convido a preparar esta festa de gozo e salvação intensificando a oração, avivando a alegria interior e dedicando-se à escutada meditativa da Palavra de Deus, para depois a transmitir com simplicidade aos outros”, disse o Papa, após a recitação do Angelus.
Bento XVI lembrou que este terceiro Domingo do Advento tem uma dimensão mais festiva, de convite à alegria, porque “o Senhor está próximo”.
Para o Papa, é importante perceber que essa proximidade de Deus “não é uma questão de espaço e de tempo, mas uma questão de amor”.
“O próximo Natal virá recordar-nos esta verdade fundamental da nossa fé e diante do Presépio, poderemos saborear a alegria cristã, contemplando no Jesus nascido o rosto de Deus que se fez próximo de nós por amor”.
A intervenção do Papa teve um momento particularmente dedicado aos mais pequeninos, presentes no Vaticano, com os quais recitou uma oração, pedindo a Deus que cada um seja nas suas casas “sinal da tua presença e do teu amor”.

Última Alteração: 08:09:00
Fonte: Agência Ecclesia Local:Cidade do Vaticano