Atalho do Facebook

FICAMOS ALEGRES COM SUA VISITA

ESPERAMOS, QUE COM A GRAÇA SANTIFICANTE DO ESPIRITO SANTO, E COM O DERRAMAR DE SEU AMOR, POSSAMOS ATRAVÉS DESTE HUMILDE CANAL SER VEÍCULO DA PALAVRA E DO AMOR DE DEUS, NÃO IMPORTA SE ES GREGO, ROMANO OU JUDEU A NOSSA PEDRA FUNDAMENTAL CHAMA-SE CRISTO JESUS E TODOS SOMOS TIJOLOS PARA EDIFICACÃO DESTA IGREJA QUE FAZ O SEU EXODO PARA O CÉU. PAZ E BEM

AGRADECIMENTO

AGRADECEMOS AOS NOSSOS IRMÃOS E LEITORES, POR MAIS ESTE OBJETIVO ATINGIDO, É A PALAVRA DE CRISTO SEMEADA EM MILHARES DE CORAÇÕES. PAZ E BEM

quinta-feira, 7 de maio de 2009

DESOBEDECER É GENÉTICO


Adão deu ouvidos à sua esposa, desobedeceu e este ato de desobediência tem custado nosso sangue, suor e lágrimas, ah! Adão!

Não foi o único, a história traz histórias de homens, e mulheres que preferiram dar ouvidos à própria carne a obedecer à razão que emana do trono de Deus; nada há de mais racional que obedecer ao Senhor. Sei disso, falo com a segurança(?) de quem desobedeceu, burramente.

Saul desobedeceu, custando-lhe muito caro dar atenção aos rogos do povo e da própria cobiça, neste caso é preciso pensar no adágio que afirma que o inferno está apinhado de boas intenções; perdeu a razão, a coroa, a vida e a chance de entrar pra história de Israel de forma decente.

Mas ficar aqui escrevendo sobre os desobedientes é fácil, aliás, falar e filosofar a partir dos outros só traz conforto à minha alma, cheia de cicatrizes e lembranças ruins. Tenho conversado com meus irmãos internos do centro de recuperação de mendigos – Missão Vida – em Sobradinho-DF e como em todas as outras unidades pelas quais já passei e servi, vejo e ouço histórias de desobediência.

Não é possível, aos irmãos e irmãs que não vivem esta nossa realidade de missão urbana que recolhe, acolhe, cuida e evangeliza homens de rua, imaginar a quantidade assustadora de crentes caídos encontrados em situação de miséria extrema.
E como todas as histórias de desastres e desgraças começam? Invariavelmente todas começam quando as mentiras de satanás nos encantam e seduzem embotando o brilho das evidências e promessas

do Senhor Deus; deixamos aquilo que vem sustentando-nos há muito tempo em troca de uma sugestão de outras colheitas, em outras paragens.

Desobedecemos até com certa dose de prazer; a adrenalina do pecado, a indescritível sensação de perigo e desafio que acompanham nossa raça; desobedecer é genético. Minha vontade insana suplantando a racional decisão de servir e obedecer.

Quem nunca passou pela perturbadora situação quando a carne grita e o espírito se contorce como uma cobra na fogueira, e então: DESOBEDECEU? Por muitos anos, depois de Jesus eu furtei coisas sem valor ou serventia alguma, mas que no momento do furto me pareceu o mais precioso e indispensável objeto; quanta dor e vergonha neste assunto, meu Deus! Devo ser maluco pra confessar uma coisa dessas.

Desobediência cauteriza a alma, tolda os pensamentos, entreva o espírito antes rendido à razão bíblica. Mentimos ao telefone e mentimos no altar. Adulteramos na carne e no crer. Descremos, só pra desobedecer sem doer tanto. Relativizamos o pecado e drogamos a consciência com novíssimas interpretações de textos que antes temíamos desobedecer.

Não me considero o maior dos desobedientes, S. Paulo já tomou para si o deplorável lugar mais alto do pódio, mas chego bem colocado.

Pessoas desobedecem até quando pregam a respeito d’Aquele que é a Verdade, prometem uma vida melhor pra todos os arrolados nas suas igrejas. Garantem coisas que não estão na Bíblia, afirmam promessas jamais saídas da boca de Deus.

Falando de nós, mentimos na saudação; quantos "to na benção!" na boca de perdedores! Que são perdedores por não conseguirem mais desobedecer a si mesmos e obedecer a Deus. É! Pra voltar a obedecer a Deus eu preciso me desobedecer, contrariar o vil que se fez normal em mim.

Tentaram deixar um homem de Deus em apuros perguntando-lhe o motivo pelo qual Jesus, sendo Deus, escolhera Iscariotes; o homem de Deus respondeu que não poderia responder tal pergunta, uma vez que se encontrava ocupado demais se perguntando o motivo pelo qual Deus o escolhera. To olhando pra tela e me fazendo a mesmíssima pergunta.

Mas graças a Deus por nosso Senhor Jesus Cristo!

(Ex-interno do centro de recuperação de mendigos – Missão Vida)

http://www.mvida.org.br visite-nos

http://www.sola-scriptura.com cadastre--se

Por: Alexandre Magno Aquino Duarte
Sobradinho - DF
Participações: 4 [ver]

A VIDA COMO ELA É


Temos que entender que a vida é como uma caixinha de surpresas, e as vezes temos que provar alguns "docinhos" com recheios bem amargos ...

Os dias ensolarados da vida as vezes são interrompidos pelo surgimento abrupto e inesperado de um rigoroso inverno, não previsto pelo "serviço de meteorologia", mas certamente permitido por Deus (lebremo-nos dos sofrimentos do patriarca Jó).

O único tempo sobre o qual podemos exercer alguma ação concreta é o que estamos vivendo agora, pois as ações passadas já se concretizaram, tenham sido para o bem ou para o mal.

Dos pecados passados, devemos nos arrepender, confessá-los a Deus e repararmos o dano, se possível for, como fez o personagem bíblico de nome Zaqueu, que restituiu aos que lembrou ter roubado.

Da parte de Deus para nós, através de Cristo, há provisão de perdão até para os pecados dos quais nem nos lembramos. Esta percepção o salmista Davi tinha bem presente em sua mente e em seu coração, quando escreveu: "Quem pode entender os seus erros? Expurga-me tu dos que me são ocultos" (Salmos 19: 12).

No mais, é seguir em frente, crendo Naquele que "é o mesmo ontem, hoje e eternamente" (Hebreus 13:8).

Louvado seja o nome de Jesus

FAÇA A DIFERENÇA


Atire a Primeira Flor!

Quando tudo for pedra,
atire a primeira flor;

Quando tudo parecer caminhar errado

Seja você a tentar o primeiro passo certo;

Se tudo parecer escuro, se nada puder ser visto,
acenda você a primeira luz.

Traga para a treva, você primeiro,
a pequena lâmpada.

Quando todos estiverem chorando,
tente você o primeiro sorriso,
Não na forma de lábios sorridentes,
Mas na de um coração que compreenda,
de braços que confortem.

Se a vida inteira for um imenso não,
não pare você na busca do primeiro sim,
Ao qual tudo de positivo deverá seguir-se.

Quando ninguém souber coisa alguma,
é você souber um pouquinho,seja o primeiro a ensinar, começando por aprender você mesmo, Corrigindo-se a si mesmo.

Quando alguém estiver angustiado à procura,
consulte bem o que se passa.

Talvez seja em busca de você mesmo
que este seu irmão esteja.

Quando a terra estiver seca,
que sua mão seja a primeira a regá la.

Quando a flor estiver murcha,
seja a primeira a separar o joio,
a arrancar a praga, a afastar a pétala, a acariciar a flor.

Se sua porta estiver fechada,
de você venha a primeira chave.

Se o vento sopra frio,
que seu calor humano seja a primeira proteção
e o primeiro abrigo.

Se o pão for apenas massa, e não estiver assado,
seja você o primeiro forno para transformá lo em alimento.

Não atire a primeira pedra em quem erra,
de acusadores o mundo está cheio.

Nem, por outro lado, aplauda o erro.

Ofereça sua mão primeiro para levantar quem caiu,
dê sua atenção primeiro para mostrar o caminho de volta,
compreendendo que o perdão regenera,
que é a compreensão edificada, que o possibilita,
e que o entendimento reconstrói.

Toda escada tem um degrau,
para baixo ou para o alto.

Toda estrada tem um primeiro passo,
para frente ou para trás.

Toda vida tem um primeiro gosto de existência ou de morte.

Atire pois, você, com ternura e vontade de entender,
quando tudo for pedra, a primeira e decisiva flor...

quarta-feira, 6 de maio de 2009

O PRESSUPOSTO DA CIÊNCIA


Alguns adversários da Igreja Católica conseguiram vender a idéia, com grande sucesso, de que ela é inimiga da ciência. E, ponto. É um dogma dos “sábios”. Já estão prontas as punições e as “excomunhões” contra quem ousar contestá-lo. Será jogado às trevas exteriores. Sempre haverá entre os intelectuais quem use o benefício da dúvida, e não aceite como verdade revelada, certos lugares comuns. Tais afirmações são veiculados em salas de aula, ou em programas da internet. Entre as convicções que foram passadas às mentes incautas, e mantidas como conquistas da humanidade, está a de chamar a Idade Média de época das trevas (porque sob a influência direta da Igreja). É uma mentira cínica, criada pelos iluministas, e tida como afirmação definitiva e derradeira.



Acabo de ler um livro maravilhoso de Thomas Woods Jr, professor de várias Universidades americanas: “Como a Igreja Católica construiu a civilização ocidental”. Nesta publicação o cientista faz justiça aos fatos. Mostra como a Igreja teve um papel de proa em tudo o que existe no mundo moderno. Quero, por ora, só me referir ao mundo das ciências, onde fica indelevelmente marcada a contribuição singular da Igreja de Jesus Cristo. A verdadeira ciência, segundo o autor, tem as suas maiores contribuições por parte dela. De onde surgiu essa coincidência? É de sua fé em Deus criador. Ele é distinto do universo, dentro do qual criou leis seguras e previsíveis. Sua teologia desmitizou as crenças antigas, eivadas de magia. Não existe força nenhuma fora do Criador; não existem os espíritos que agem à revelia divina; não há espaço para um Criador tão onipotente e temperamental, que derrube a toda a hora as suas próprias leis; o comportamento de todos os seres é previsível, porque são regidos por leis. Diante disso o cientista se sente seguro para trabalhar e pesquisar. Os outros povos só tiveram técnicos, artistas, conhecedores, aperfeiçoadores. Entre nós vigorou o que diz o livro da Sabedoria: “Deus dispôs todas as coisas com medida, quantidade e peso” (Sab 11, 20). Diante disso os cientistas se sentiram estimulados a prosseguir nas suas pesquisas. O mundo moderno só seguiu esse caminho aberto.



domroqueopp@terra.com.br



Última Alteração: 08:29:00

Fonte: Dom Aloísio Roque Oppermann scj - Arcebispo de Uberaba, MG
Local:Uberaba(MG)

CORAJOSO PROCURADOR


“O verdadeiro cristianismo rejeita a ideia de que uns nascem pobres e outros ricos, e que os pobres devem atribuir a sua pobreza à vontade de Deus” (Dom Helder Câmara).



Estive em Brasília nos dias 28 e 29 de abril deste ano de 2009, participando, como convidado, do Senado Federal, das homenagens a Dom Helder Câmara, no seu centenário de nascimento. Para muita gente, ele foi o maior brasileiro de todos os tempos, homem pequeno na estatura, mas grande nos sonhos, nos ideais e na utopia, que tão intrepidamente anunciou o Evangelho em sua plenitude e que o Senado Federal, em Sessão Solene, reviveu e rendeu graças ao Bom Deus pela vida do artesão da paz.



Visitei o Gabinete dos procuradores da República Antônio Carneiro Sobrinho, ilustre filho de Viçosa, que com grande bondade e hospitalidade me acolheu em sua casa; Paulo Roberto de Alencar Araripe Furtado, que por inúmeras vezes afirmou o nosso parentesco e que por alguns anos tive a sorte de ser seu diretor espiritual, quando era Pároco da Paróquia de São Francisco de Assis (Dias Macedo) aqui na cidade de Fortaleza e o Luiz Francisco de Souza, homem corajoso e destemido.



Luiz Francisco de Souza, um homem de Deus em profundidade, ex-noviço da Companhia de Jesus. Muito me honrou ao presentear-me o livro de sua autoria – “Socialismo, Uma Utopia Cristã”, Editora Casa Amarela, São Paulo, 2003. Não se trata de um livro qualquer, mas de um livro, em um só volume, que nunca tinha visto, com 1.152 páginas, em que o sábio e competente Procurador quer colocar na mente e no coração do leitor a realidade do socialismo, que tem sua gênese na religião e que estamos diante de um grande desafio: Recuperar sua origem e suas raízes e para isso urge abraçar a Cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, na certeza de que ela é redentora e libertadora. “In cruce salus et vida” (Lema do Cardeal Aloísio Lorscheider).



O precioso trabalho do corajoso procurador, com certeza, será uma grande contribuição para que o mundo hodierno melhor compreenda a mensagem do Filho de Deus e procure colocá-la em prática. São mais de mil e cem páginas colocadas a serviço do Reino de Deus. O autor deixa bem claro nos seus agradecimentos os primeiros destinatários de sua obra: Os servidores públicos, os que lutam pela reforma agrária, pela abolição da dívida externa, assim como pela auditoria da mesma [...] e ainda outras medidas contra o capital, o latifúndio e o imperialismo.



Dom Moacir Grechi, Arcebispo de Porto Velho, apresenta a grande e bela obra, dizendo: “Nosso valente procurador da República Luiz Francisco de Souza realizou um trabalho imenso: reuniu toda sorte de estudos, mostrando as raízes religiosas do socialismo. Esse é o fruto de uma leitura atenta e bem informada, feita ao longo de muitos anos. [...] o socialismo era originalmente religioso e que se deve recuperar suas raízes para poder frutificar na história e ficar gravado de modo definitivo na mente do leitor”.



Para mim foi uma grande graça conhecer pessoalmente esse homem, grande na estatura, mas simples e humilde e, ao mesmo tempo, com os mesmos sonhos, ideais e utopias, “outro cavaleiro andante”, que colocou o dom precioso de sua vida a serviço da vida, tão bem conhecido do povo brasileiro. Outra graça, sem mérito algum de minha parte, foi receber o seu pensamento, sua obra, com uma dedicatória toda especial. Deus seja louvado pelo nosso Corajoso Procurador da República e por seu magnífico livro. Que grande livro e que belo presente! Sua obra está bem dentro da vida do homenageado pelo Senado Federal, Dom Helder Câmara, que no ano do seu centenário, recordamos sua vida e seus pensamentos: “A maneira de ajudar os outros é provar-lhes que eles são capazes de pensar”.



*Pe Geovane Saraiva-Pároco de Santo Afonso




Última Alteração: 08:14:00

Fonte: Pe Geovane Saraiva - Pároco de Santo Afonso
Local:Fortaleza(CE)

APÓS A MORTE SEREMOS JULGADOS POR DEUS


Embora cause medo nas pessoas, por causa da fé os cristãos olham para ela com esperança. Mas, mesmo entre os cristãs há quem encha de terror, com medo do júizo divino.



Antigamente, muitas "conversões"eram realizadasnão pelo testeminho do Evangelho, mas pelo medo do fogo do "inferno".



É verdade que o juízo é realizado diante de Deus após caminhada terrena. Contudo, precisamos entender bem o sentido do juízo. Ele apenas revela a escolha que a própria pessoa fez durante sua vida!



A morte nos levará ao encontro definitivo com Deus. Nesse momento, veremos toda nossa história e nos perguntaremos:"Que tipo de vida tenho vivido?".Cairão todas as máscaras e nos veremos como realmente somos.



Não seremos julgados por ações isoladas. É o conjunto da vida terrena que revelará nossa própria escolha (Mt 7,21-23).



Deus não condena ninguém. Ele apenas respeita a decisão de seus filhos e filhas. E mais: insiste dia e noite para que vivamos da melhor forma possível.



Jesus Cristo nos fez conhecer o rosto de Deus. Deus é Pai e Mãe de Misericórdiosa, que a todos quer salvar. Deus é aquele que se interessa por cada um de seus filhos e filhas, especialmente por aqueles que se encontram fora de casa (Lc 15). É também um Deus que conversa conosco, sempre nos respeitando: "Hoje coloco diante de você a vida e a felicidade, a morte e a infelicidade. Escolhe, pois, a vida"(Dt 30,15-20).


Última Alteração: 15:05:00

Fonte: Pe. Lucas de Paula Almeida, CM
Local:Belo Horizonte (MG)

Vice-presidente ressalta unidade dos bispos na aprovação do documento sobre a formação dos padres -


O vice-presidente da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), dom Luiz Soares Vieira, na última coletiva de imprensa da 47ª Assembleia Geral dos Bispos, nesta sexta-feira, 1º, fez um balanço dos trabalhos discutidos pelos 330 bispos presentes no evento. “Foi uma Assembleia bastante tranquila e proveitosa. Conseguimos nesses dez dias de encontro aprovar o novo documento para formação dos padres por unanimidade, meta difícil de acontecer, mas que mostrou nossa unidade e capacidade de chegar a um denominador comum”, disse.



Dom Luiz destacou também destacou aspectos do documento e sua necessidade para a formação dos futuros sacerdotes. “O que tem de mais importante no novo texto é a atualização de orientações para a formação intelectual do padre, pois vivemos uma mudança de época que necessita de padres preparados; aspectos da vida pastoral, ou seja, como esse futuro padre vai lidar com a população, e ainda aspectos da formação comunitária, humano-afetiva, que só vêm somar com o bom desempenho da atuação da Igreja”.



Questionado sobre as motivações que levaram a CNBB a transferir as próximas Assembleias para Aparecida, dom Luiz disse que de Retiros Vila Kostka já não consegue mais oferecer a estrutura exigida pelo encontro. “O encontro exige infraestrutura e a Casa de Retiros já não consegue isso, principalmente na questão de hospedagem que vários bispos têm de se deslocar para hotéis da cidade”.



Dom Dimas
O secretário-geral da CNBB, dom Dimas Lara Barbosa, falou sobre a comemoração de hoje, o Dia do Trabalhador. Ele afirmou que é um dia importante para a luta dos trabalhadores do mundo inteiro porque eles têm a possibilidade de exigir mudanças de mentalidade relativas a salário e condições de trabalho.



“É um dia que merece respeito e ajuda na luta dos trabalhadores na exigência de condições de trabalho e de todos os seus direitos”. Dom Dimas ressaltou, porém, que a atual crise financeira atrapalha essas manifestações e o bom andamento da sociedade mundial. “Essa crise nos atrapalha de várias formas. Se a economia vai mal, a sociedade responde de acordo com esses efeitos, o que dificulta as relações sociais”.



Dom Dimas falou ainda do empenho da CNBB na “Campanha Ficha Limpa” que visa a coleta de 1,3 mi de assinaturas para apresentar ao Congresso Nacional um projeto de lei que modifica a lei de inelegibilidades. “Fico preocupado com a corrupção a impunidade que vão criando nas pessoas uma apatia de forma a levá-las a reforçarem a ideia do ‘rouba, mas faz’”, disse o secretário.


Última Alteração: 10:25:00

Fonte: CNBB
Local:Itaici (SP) Inserida por: Administrador

terça-feira, 5 de maio de 2009

A MÃE NÃO É UMA PESSOA QUALQUER


A mãe às vezes é tratada como se fosse uma pessoa comum, substituível e até dispensável. Muitos filhos a tratam como se ele fosse apenas uma pessoa a mais na familia e se esquecem da sua importância no contexto familiar, e do quanto devem a ela.
Muitos filhos até já se esqueceram do carinho e do cuidado que receberam quando ainda eram pequenos e do amor que a mãe sempre lhes devotou - e que muitas vezes não é retribuido e nem sequer reconhecido. Creio que este é o momento ideal para refletirmos um pouco sobre a forma como temos tratado esta pessoa a quem, na verdade, devemos a própria vida.

Muitos filhos tratam a mãe como se ela fosse apenas um número, uma vogal ou um ponto de referência perdido em alguma região da cidade. Os comerciantes, em geral, a apresentam como "um produto que vende" e nestes dias fazem promoções às quais veiculam mensagens que tentam atrair o maior número de consumidores visando obter lucros em cima deste "produto de ocasião". Mas será que a mãe é apenas motivo para propaganda comercial usada para alimentar a ganância de alguns aproveitadores ocasionais? Creio que a mãe é infinitamente muito mais.

A mãe às vezes é vista como uma pessoa qualquer, uma sombra cansada a se esgueirar pelos muros da vida. Muitos filhos chegam a considera-la um estorvo e a colocam num asilo onde ela muitas vezes chora de saudade dos filhos - que, apesar de tudo, ainda tem um lugar especial em seu coração. Muitos filhos ingratos consideram a mãe como algo imprestável como um objeto com o seu prazo de validade vencido que pode e deve ser jogado no lixo. Mas a mãe é um anjo que Deus enviou a esta terra e merece todo o nosso amor, compreensão e respeito! "Honra a teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa; para que te vá bem, e vivas muito tempo sobre a terra" (Aos Efésios 6: v. 2 e 3).

Amor, obediência e respeito são tudo que uma mãe espera dos filhos. É uma retribuição natural e todos os dias devemos demonstrar o nosso amor por esta criatura que recebeu de Deus o poder de materializar o maior milagre que existe que é o milagre da vida. Irônicamente, muitos filhos só valorizam a sua mãe quando ela se vai para sempre, quando Deus a leva pra si. Por mais que amemos a nossa mãe, jamais conseguiremos retribuir o seu amor, o seu cuidado e a sua dedicação por nós. Pensemos nisto e façamos a nossa auto-avaliação, afinal a mãe não é uma pessoa qualquer ou "um produto que vende" como apregoam alguns comerciantes. A mãe é muito mais do que isto; por esta razão aproveitemos o dia de hoje e os demais dias do ano para amar, honrar e respeitar a nossa mãe. Ela é o maior tesouro que Deus nos deu.

ESCÂNDALOS POLITICOS E SOCIEDADE


Os escândalos políticos se sucedem no cenário brasileiro. Pouco provável que exista país sem eles, já que o ser humano é o mesmo em todos os lugares. A pergunta que faço, no cardápio disponível: o que podemos aprender com eles?

Diz um provérbio popular que "o uso do cachimbo faz a boca torta" - o uso do dinheiro público faz o gestor sentir-se dono. O núcleo da questão atual é a definição do que é direito do político, em função do cargo que exerce, e do que extrapola esse direito.

Que "todo trabalhador é digno do seu salário" é algo que não se discute. Questiona-se o valor do salário, a atribuição de valor monetário justo a uma determinada atividade, a disparidade salarial vigente e a consequente desigualdade social, reconhecida como uma das maiores do mundo – se não a maior.

Qual é o salário justo de um político profissional? Porque existem políticos amadores, que não fazem da atividade seu meio de vida: os eleitores. Como atribuir um valor monetário justo? Qual vale mais, é mais útil, é essencial para a sociedade? O lixeiro? O açougueiro? O agricultor? O professor? O militar? O médico?... Nem sempre o tempo de estudo é recompensado adequadamente (os professores que o digam), a insalubridade coberta (como diriam os lixeiros), os riscos compensados (como as famílias dos policiais percebem). A lógica que rege esta escolha é complexa, e passa pelo grau de escolaridade e pela comparação entre diversas atividades profissionais.

O que deve o salário cobrir? A subsistência, a saúde, o progresso familiar e o lazer.

Os políticos profissionais têm um salário que é incomum na nossa sociedade brasileira. O seu valor os coloca na elite econômica, o que implica terem condições excepcionais, em relação aos demais assalariados, de satisfazerem os quatro pontos acima citados.

São funcionários públicos diferenciados – os únicos que dependem do voto para ocuparem uma vaga por, na maioria das vezes, quatro anos. O salário e o emprego saem diretamente do bolso e da vontade do eleitor. Contrariamente aos empregos ordinários, onde o patrão pede contas ao empregado, eles habitualmente não prestam contas. Fica o eleitor encarregado de acompanhar sua atividade (legislativa e executiva), caso deseje alguma satisfação.

Qual funcionário recebe percentual extra para custear sua moradia e sua alimentação? Afinal, salário existe para isto. Qual empregado tem assessoria livremente por ele escolhida paga pelo patrão? Afinal, em todas as empresas supõe-se a lealdade dos funcionários independente do gerente do plantão.

Analisando pelo prisma ético, como fica a igualdade de condições entre o político empregado e aquele que vai lhe disputar o cargo, se o patrão paga ao primeiro para que mantenha contato com seus eleitores (o que significa a possibilidade de conseguir favores – uma das poucas "avaliações" da atividade política empregada) e o segundo começa do nada?

São eleitos por nós para, em nosso nome, escolherem projetos, planejarem o desenvolvimento, patrocinarem a justiça social, em suma, a melhoria para todos em todos os lugares. Para isto, tem acesso ao nosso bolso.

Uma das trágicas lições do atual escândalo (qual será o primeiro evangélico denunciado?) é que os parlamentares federais têm como direito seu uma séries de benefícios que outros trabalhadores não dispõe e nunca os receberão! E são eles que, em nosso nome, afirmam terem direito natural a passagens aéreas para onde quiserem, com quem quiserem, para o que quiserem, somado ao de fazerem o que quiserem com elas. Habituados a verem o cofre permanentemente, passaram a considerar direito seus privilégios inacessíveis aos seus concidadãos, mas não mais iguais.

Enquanto patronos, por dever de ofício, da igualdade social, eles falham; enquanto promotores da justiça social, por dever de ofício, dão péssimo exemplo; enquanto planejadores de nossa sociedade, por vocação inerente a função, dão provas de incompetência. Insensíveis ao clamor geral, à perversa desigualdade brasileira, a origem de sua função e do seu salário, debocham dos milhões de miseráveis e pobres da nação. Consciências anestesiadas, regidas por uma moral estranha ao restante da nação, antibíblica e demoníaca, só lhes resta desocuparem o cargo maculado para uma geração verdadeiramente vocacionada. Não por causa do atual escândalo, mas pela somatória ao longo dos anos.

DEIXA DEUS CUIDAR DE VOCÊ


Deus alimenta as aves do céu, que não trabalham e nem ajuntam em celeiros. Deus veste os lírios do campo, que também não trabalham e nem fiam, mas ninguém se veste melhor do que eles.

Você vale mais que as aves do céu e muito mais que os lírios do campo. Não se preocupe com o dia de amanhã.O dia de ontem já se foi, o amanhã talvez não chegue.

A vida é feita do dia de hoje. Viva o hoje, esqueça de ontem, ignore o amanhã. Não exagere nas preocupações, tampouco na ansiedade. Problemas todo mundo tem.

Deixe Deus cuidar de você.

No mundo teremos aflições, mas tenha bom ânimo, Jesus venceu o mundo, nós venceremos também.

FÉ E MÍDIA


A fé evangélica já invadiu a mídia brasileira com suas incoerências, distorções e abstrações. O comportamento evangélico é hoje uma representação inverídica daquilo que Jesus Cristo iniciou há mais de dois mil anos. Há uma enorme discrepância entre a vida de Jesus e a Igreja que diz o representar. E infelizmente, o que se conhece de Jesus neste país é o que se tem de Igreja, e uma Igreja midiática, da televisão, rádio e internet.

A igreja evangélica no Brasil é um verdadeiro império de ostentação e riqueza, salvo a exceção de que ainda existe um número considerável de pessoas participantes deste ambiente que vivem o evangelho e a sua fé de maneira simples e saudável. Todavia, é incontestável o fato de que a igreja evangélica no Brasil se utiliza dos meios de comunicação de maneira muito fácil para vilipendiar a fé dos fracos, ao mesmo instante em que insiste combater incansavelmete o que Jesus pregou com sua própria vida. É muito cômodo ser igreja de púlpitos e estúdios, desafiador é sair à rua, ir para o meio do povo, conhecer as fragilidades e injustiças humanas.

A igreja midiática privatiza os ganhos e socializa as ilusões. Vende o irrealizável na certeza de que sempre terá pessoas para manterem o círculo vicioso da barganha. Dessa forma, tem-se uma Igreja cada vez mais mundana, política e mercantilista. A maneira como esta igreja tem tratado o ser humano revela o quanto ela está distante de Jesus e o quanto ela precisa também ser redimida. Os pastores e líderes que se estabelecem na mídia deveriam resgatar a ética cristã em seus discursos, pois já que é impossível pastorear de onde eles estão, seria o mínimo considerável que pregassem o evangelho da verdade, ao invés de enganar milhares de pessoas no mundo todo e ao mesmo tempo requerendo ainda que estes mantenham os seus projetos megalomaníacos.

A situação pelo jeito não vai mudar, pior, vai ficar mais difícil encontrar sinais do Reino nestes espaços religiosos mercantilistas. Esta igreja midiática não oferece espaço para a vida relacional, as pessoas vivem enclausuradas, perdem o sentimento do cuidado com o outro, desconhecem a necessidade alheia, compactuando com a realidade da vida pós-moderna, onde cada um vive preocupado consigo mesmo sem qualquer espírito altruísta. E a partir desse contexto surge também a criação de personagens ilusórios, porque tanto quem está por trás do monitor, quanto quem está na frente dele, falseia suas emoções e sensações para enganarem a si mesmos, pois não são mediadores da verdade e nem confrotados por ela.

Não quero oferecer respostas para esta questão, pense você mesmo nas alternativas. Este povo que se chama pelo nome de Deus precisa saber que se não viverem a vida de Jesus em sua própria vida, certamente não será lembrado por Ele no Juízo Final. E no Juízo Final, não tem acordos, poder de mídia, subornos ou incentivos, porque no Juízo Final teremos mais que um profissional da fé líder de audiência conduzindo uma reunião, no Juizo Final teremos um Deus Justo e Verdadeiro, julgando tudo o que está na mídia e nos bastidores.

O CONSELHO DADO A GIDEÃO


No livro de Juizes a história de Gideão chama a atenção pela grandeza da luta travada e da disposição de Deus em livrar seu povo depois de muitos anos na obscuridade da escravidão, sofrendo como um povo sem dono, sem liberdade, sem rumo. Não sabiam o que fazer, nem para onde ir, até que algo inesperado acontece a Gideão.

Não aceitando aquela situação, não se conformando com aquilo que estava acontecendo, ele vai inusitadamente, malhar o trigo no lagar. Estavam oprimidos, mas nem por isso iriam se conformar, pelo menos ele. Estava cansado de ser roubado. O anjo lhe diz com voz grave: "Vai nessa tua força, e livrarás a Israel das mãos dos midianitas". Ele não aceitava que o seu povo sofresse tudo aquilo, esquecendo que o povo abandonara a Deus, indo após o deus da fertilidade e da chuva, Baal. Por isso, Deus os entregou aos midianitas, parentes dos israelitas. Aquelas palavras do anjo foram como se tivesse dito: "Confia que você pode vencer esse povo e essa opressão, sair de todas essas agruras. "Belas palavras e um bom incentivo para nós hoje.

Não devemos nos conformar com as agruras, a opressão, e todas as dificuldades, pois elas vão passar, se continuarmos insistindo em vencê-las. A palavra de Deus é clara quanto a isso. Davi venceu um homem experiente, armado e perigoso, sem ter experiência de guerra; Salomão conseguiu reinar tranquilamente sem ao menos ter, no começo, aquela segurança de outros monarcas de seu tempo. Pediu ajuda a Deus e conseguiu o que tanto desejava; Josafá venceu um vasto exercito sem disparar uma flecha ou usar uma lança ou espada. Vemos que em todas essas situações Deus foi o referencial deles. Na verdade foi Deus quem os guiou e capacitou para isso.

Com o ato de malhar trigo no lagar e não na eira, ele estava dizendo que não iria aceitar aquilo, que não iria se conformar. Não foi à toa que Deus o escolheu para fazer aquela tão grande obra. Era dele, era para ele, ele que tinha que fazer aquilo. E fez bem feito.

Para mostrar que foi mesmo Deus quem dera a vitória aos hebreus, os ismaelitas foram vencidos por trezentos homens. Não havia dúvida. Aprendi que se eu quiser ter a vitória que espero, vou ter que insistir, ser um inconformado com essa situação adversa minha. Não posso parar. Posso não chegar ao pódio no tempo que quero ou como quero. O importante é que chegarei a ele. Chego mais tarde, mais chego. Não posso simplesmente ficar lamentando uma má sorte ou uma agrura que acho injusta. Tenho que ser qual gideão: não devo me conformar com uma expectativa de fracasso. Vou seguindo, pois chegarei ao pódio. Cansei de olhar para os outros e ver o quanto são privilegiados, o quanto conseguiram crescer. Olho para mim e peço a Deus que me faça também um vencedor. Ele o fará. Vou usufruir também de minhas glórias, que virão no tempo certo. O que importa é isso.

É muito melhor pensar assim – que é o certo –, do que ficar perdendo tempo com mágoas e pensamentos voltados para o passado. Quem faz isso nunca cresce, não sai do lugar, como uma estátua fincada numa praça. O bom é você saber que pode vencer qualquer desafio se confiar em Deus e nunca desistir, ir até o fim. Isso e ir até ao fim me faz lembrar a recomendação clássica do anjo a Daniel. Ele foi mesmo até ao fim. É essa a grande diferença dos perdedores e vencedores. O primeiro desisti logo, o segundo prossegue até a luz raiar; e quando ela raia se vê logo que valeu esperar tanto ou sofrer tanto. Cada sofrimento é pago; cada lágrima derramada é logo trocada por algo que transcende tudo isso que trouxe sofrimento.

A CRISE LÁ FORA É ECONÔMICA, JÁ A NOSSA É DE LIDERANÇA


"Porque eu vos dei o exemplo, para que, como eu vos fiz, façais vós também." (Jo 13:15)

Sempre que oportuno insisto com meus filhos algo que tem se tornado um verdadeiro mantra em nossa família. Digo para não contarem com qualquer tipo de herança material. Educação e um referencial de trabalho e integridade são os únicos bens que espero deixar para eles. O resto fica por conta de cada um, de acordo com as oportunidades que a vida oferecer.

A cada dia que passa, só aumenta minha convicção de que é de exemplo ético que os nossos filhos mais necessitam. Especialmente diante da deprimente situação atual, em que parlamentares confundem o público com o privado, chegando ao escândalo no uso de passagens aéreas para fazerem turismo no exterior com namoradas, esposa, filhos e amigos.

Faz tempo que escuto o dito de que o Brasil é o país do futuro. A despeito de nossas riquezas naturais e de um povo tão benevolente, estou chegando à conclusão de que talvez nem nossos netos terão a oportunidade de viver a realidade desse vaticínio. Pelo menos, enquanto continuar faltando à liderança da nossa nação parâmetros minimamente civilizados no uso dos recursos públicos.

A ORIGEM DO MAL


Qualquer pesquisador honesto admite que chegar a uma "conclusão" sobre esse tema não é tarefa simples, mas ao entrar nessa senda, chegar a um destino é necessário. Contudo, vale ressaltar, que a chegada nesse destino não significa, de forma alguma, o ponto final, o fim da jornada.

Diante da realidade de Gn 1: 31 que afirma que tudo que Deus criou é bom, como responder a pergunta: qual a origem do mal? A questão já era tratada na mitologia antiga, que falava do ciúmes que os deuses tinham da felicidade humana, por isso misturaram entre os humanos o fel, o ódio, o mal. O ser humano nesse caso seria vítima do mau humor dos deuses. Outra tentativa de explicar a origem do mal é a versão dualista, que coloca o mal como uma realidade ao lado do bem, dois mundos distintos, dois mundos eternos, dois mundos opostos. O mal como realidade autônoma é hostil ao mundo do bem, travando assim uma eterna luta entre o bem e o mal. O ser humano nesse caso seria vítima de um drama cósmico que vem até ele e lhe determina o destino. Nos dois conceitos sobre a origem do mal, o ser humano não carrega culpa, é vítima!

A tradição judaica e cristã rejeitou em suas fileiras essa tradição dualista bem como a idéia monista (onde o mal procede de uma única fonte, Deus). Admitiam que Deus pode ser a fonte de desgraças (AM 3: 6; Jó 2: 10), contudo, nunca o autor do mal originador, Deus não é responsável pelo pecado. A Bíblia fala de uma queda, cujo responsável é o próprio ser humano, isso é bem claro na teologia de Gênesis, não deixando dúvidas que a origem do pecado é antropológica. Nas palavras de Sponheim: "A natureza do pecado aponta para a origem do pecado em uma queda, uma realidade humana que rompe a bondade essencial da criatura. Como objeto da especial dotação criadora de Deus, a criatura é boa; como alguém chamado em liberdade finita para a especial intenção de Deus, a criatura ainda não é perfeita, mas é capaz de ser tentada e capaz de pecar; e no mistério da liberdade, a criatura origina o pecado".

A origem do pecado está na humanidade, está em Adão (Rm 5: 12). Adão e Eva são personagens coletivos, representam a humanidade em geral. Paulo diz: em Adão todos pecaram (1Co 15: 22). Adão é personalidade corporativa! Não há como atribuir culpa somente a um ancestral, utilizando-o como "bode expiatório". A queda repete-se em cada pessoa, pois todos pecam. Ninguém está em condições de começar da estaca zero, pois a humanidade traz consigo a marca do pecado.

Questões permanecem em aberto, mas por hora podemos concluir que a dádiva da liberdade que nos foi concedida na criação, trouxe consigo a possibilidade efetiva do pecado, consequentemente a queda. C. S. Lewis diz: "Julgada por seus artefatos, ou mesmo por sua linguagem, essa criatura abençoada era sem dúvida, um selvagem. Ele ainda tinha que aprender tudo o que a experiência e a prática podem ensinar. Não sabemos quantas dessas criaturas Deus fez, nem por quanto tempo continuaram no estado paradisíaco. Mais cedo ou mais tarde, porém, elas caíram".

O que fica claro, é que a criatura boa de Deus, um dia caiu, e essa queda desencadeou o mal, desde então vivemos sob a insígnia do pecado. De fato não existe uma explicação racional, apesar dos esforços, para o início do pecado, bem como a atualidade do pecado, "a brutalidade do ser humano, seu egoísmo e sua safadeza desafiam a ciência".

A GRAÇA DE DEUS ME BASTA


A minha Graça te basta, pois o meu poder se aperfeiçoa na tua fraqueza."

Durante razoável intervalo de tempo, sofria com a sentença contida no versículo acima. E notava que a maioria dos "crentes", como eu, quando ouvia a sentença de Deus: "a minha Graça te basta", caia prostrada em estado de absoluto desânimo, pasma, atarantada diante da possibilidade de os seus desejos serem preteridos e se ver vivendo pela Graça.

Assim, quando Deus me falava da Graça, já me imaginava, juntamente com meus companheiros de “espinho na carne”, arrastando pelo chão, aos pés dos amigos - e inimigos -, comendo das migalhas que caem das mesas, agradecidos a Deus por não termos sidos engolidos pela terra.

Outras vezes imaginava que "não mais seria curada daquela enfermidade" ou que "não receberia aquela benção", ou, quem sabe não conseguiria ser escolhida para a liderança da igreja. Ou seja: se a Graça de Deus me bastava, então Ele estaria me (nos) DIZENDO NÃO a algum pedido muito importante...

No entanto, com o passar dos anos, e a doce misericórdia do Senhor sobre mim, aprendi – e amadureci, glórias sejam dadas a Ele – que viver pela Graça significa APENAS que não dependerei mais de mim mesma; que não confiarei nos meus sentimentos e emoções; que enxergarei sobrenaturalidade no natural; descansarei no caos; esperarei no escuro; me jogarei de cabeça onde Deus mandar; obedecerei sem questionar (Deus sabe o que faz!).

Se a Graça de Deus me basta, significa que estarei suficientemente cheia – transbordante – do Espírito Santo; que terei minhas necessidades físicas e emocionais, afetivas e psicológicas, financeiras e espirituais, todas, centradas e supridas na pessoa maravilhosa de Jesus Cristo, a Suficiência do Deus-Vivo para o homem-caído. (E se não as tiver, ao menos aparentemente ou circunstancialmente, também isso me bastará).

Ter Graça o bastante, quer dizer que poderei me esconder (do medo, da solidão, da podridão, do cinismo, do legalismo, do inconformismo, da incompreensão) no esconderijo do Altíssimo. E descansar (da correria, do ativismo, do secularismo, do ateísmo, do calor, do frio, das guerras, das pestes, de mim mesma...) à sombra do Onipotente.

Significa que "Sua vara e o Seu cajado me consolarão e que beberei das águas-vivas que fluem do Trono de Deus-Vivo. Quer dizer, ainda, que poderei todas as coisas nEle que me fortalece; que serei Sua testemunha (mártir?) até os confins da terra; serei Sua herança, Ele o meu cálice; estarei ligada ã Videira Verdadeira, por isso darei muito fruto...

Terei a Paz que excede a todo o entendimento, já que o Sangue de Jesus, Seu filho me purifica de todo o pecado e de toda a injustiça e... que não terei por preciosa minha vida a não ser para pregar a Jesus e a este crucificado....!!!! A GRAÇA DE DEUS ME BASTA! ALELUIAS.

DELEITE

descansa no Senhor, querido
aconchega-te ao colo amigo,
desfruta do calor,
envolve-te nos braços,
deleita-te no amor
dAquele que te salvou.

"O Deus que te guarda
não dorme jamais",
antes mesmo que a angústia chegue,
ou que se travem as batalhas,
Ele já pleiteou tua causa,
providenciou milagre,
te fez vitória!

descansa no Senhor, querido
ouve a cantiga de ninar,
escuta a doce melodia
que cantam as águas
que nascem no trono do Deus-Vivo.

cura tua alma
da ansiedade, do pânico,
do desespero que a vida traz,
escondendo-te no esconderijo do Altíssimo
descansando à sombra do Onipotente!
Ele tem cuidado de ti!

segunda-feira, 4 de maio de 2009

QUE TIPO DE HERANÇA VOCÊ QUER ?


Qual a primeira coisa que lhe vem à mente quando você escuta a palavra "herança"? Herança é algo que se recebe por direito, por lei ou por caracteristicas naturais".

Existem vários tipos de herança. Entre eles, citam-se:
1. herança financeira: herdada de parentes ou amigos que morrem, é o tipo de herança que se ganha através da desgraça dos outros.
2. herança genética: pode ser definida como o que se transmite por hereditariedade, ou, simplesmente, bagagem genética. São as caracteristicas fisicas que recebemos dos nossos parentes: tipo de sangue, cor da pele e, infelizmente, problemas de saúde.

Talvez essas duas sejam as mais conhecidas. No entanto, existem duas outras que são totalmente diferentes destas. Estas duas primeiras podem acabar, pois, como diz a Palavra, o ladrão vem e rouba, a ferrugem corrói e a traça destrói. E, com relação à herança genética, nós morremos fisicamente.

As outras duas heranças, depende muito da escolha de cada um se ficará com elas ou não. Vejamos:
3. herança do pecado (Rm 3.23). Começou com Adão e Eva, que são os legítimos representantes dela. Ela não escolhe posição social (herança financeira) nem cor (herança genética) e nivelou todo mundo em um só patamar: "todos pecaram...".
No entanto existe cura para todas essas outras aqui referidas que é a nossa terceira e última herança.,
4. herança da graça (Jo 1.12). Quem a consquistou nunca teve dinheiro, mas era extremamente rico. Veio, sim, através de uma linhagem, a de Davi, mas acima desta ele tinha uma linhagem celestial. Se todos pecaram, todos também foram alcançados(Jo 3.16).
– Apaga os erros cometidos por causa da primeria herança (Rm 8.1).
– Não pode ser roubada, como a herança financeira, pois Paulo diz em Romanos 8.35 que ninguém pode nos separar do amor de Cristo. Seja deste mundo ou do porvir.
– Nos dá o direito de participar de uma raça eleita: a dos de primeiro mundo? Não. A dos nobres de sangue azul? Não. A dos lavados pelo sangue carmesim de Jesus Cristo. – Recebemos riquezas; não a da herança financeira, mas aquela que está bem guardada em tesouros, onde o ladrão não rouba.
– Receberemos um novo corpo, não com as caracteristicas do nossos pais humanos, mas sim de um corpo glorificado.
– Teremos um novo nome, não registrado em cartório humano, mas sim no livro da vida.

Quando alguém morre escreve um livro testamento, e nele coloca os nomes de quem ele deseja que sejam repartidas a sua herança. Quero lhe dizer que alguém morreu e deixou uma herança indizevel e inefavel, este alguém se chama Jesus Crsto, o justo. Se você me perguntar o que é necessário para receber todos estes galardões, eu lhe responderia com atos 16.1, como tão bem falou Paulo e Silas para aquele carcereiro: "Crê no Senhor Jesus Cristo e será salva tu e a a tua casa".

INTIMIDADE COM DEUS E VITÓRIA


O tamanho da minha intimidade com Deus condiciona o tamanho dos meus sonhos. Deus dá grandes sonhos àqueles que são seus amigos. O tamanho dos meus sonhos condiciona a grandeza ou a pequenez da minha fé e revela quem eu sou ao mundo – um grande homem ou um desapercebido. Uma grande intimidade gera grandes sonhos, que geram uma grande fé. Assim, minha fé se aperfeiçoa e se enobrece em conhecer e andar com o Senhor, que faz de mim um grande vencedor.

A ENTREAGA DE TUDO


Jesus era um homem de entrega, uma entrega de si mesmo e de todas as suas lutas e tribulações. Mas uma entrega ao Pai. Jesus é o nosso exemplo: “... pois Jesus, quando ultrajado, não revidava com ultraje: quando maltratado, não fazia ameaças, mas entregava-se àquele que julga retamente” (1 Pe1.23). Como diz o antigo hino: “... nos seus passos prosseguir”. Esse deve ser o nosso mais nobre anseio.
Precisamos aprender com Jesus sobre abrir mão do revide, da ameaça e da vingança, mesmo quando sofremos injustamente. Como é possível se calar diante do ultraje e dos maus-tratos? Apenas com segurança íntima inabalável. Quando conhecemos bem quem somos e temos convicção firme em Deus é que descobrimos os caminhos do Senhor.
A conseqüência disso é um exercício devocional preciosíssimo: a entrega das nossas vidas, causas, lutas e tribulações nas mãos de Deus. Em outras palavras, fazemos de Deus o nosso defensor. Ele, e não nós, julgará e dará a sentença reta, digna e justa. A sentença dada será o que precisamos, mesmo que não nos agrade.
Penso que essa atitude de entrega irrestrita de nós mesmos e dos nossos caminhos nas mãos de Deus é uma das mais difíceis práticas espirituais para nós que somos imediatistas e exigentes. Mas creio, também, que é o maior sinal de maturidade cristã e intimidade com o Senhor.

O VALOR DA INTERCESSÃO


A oração intercessora é um elemento-chave na evangelização. Talvez o melhor exemplo seja o de Paulo: “O desejo de meu coração e a minha oração a Deus pelos israelitas é que eles sejam salvos” (Rm 10.1). Jesus também orou antecipadamente por aqueles que viriam a crer nele (Jo 17.20). É preciso orar por causa da pesada bagagem de apatia, ignorância, cegueira, incredulidade, soberba, preconceito e servidão pecaminosa que todo pecador carrega nas costas. Foi isso que a mãe de Agostinho soube fazer com perseverança e sucesso.

Nascida em Tagaste, hoje Souk Ahras, na Argélia, norte da África, em 332, Mônica era filha de uma família cristã, mas casou-se com um rapaz pagão, chamado Patrício, que era funcionário público. Aos 22 anos deu à luz Agostinho, que, ainda jovem, aderiu à religião maniqueísta (uma mistura de crenças iranianas e babilônicas com elementos do budismo e do cristianismo), fundada 124 anos antes. Além do desvio doutrinário, Agostinho entregou-se inteiramente aos prazeres da carne. Em momento algum, Mônica desistiu de ver o filho livre de ambos os males. Nem quando Agostinho, aos 29 anos, se transferiu para Roma e, depois, para Milão, para ensinar retórica e gramática. Nem quando o filho abandonou o maniqueísmo e se tornou cético.

Graças à misericórdia de Deus e ao descontentamento perseverante de Mônica, expresso por meio de palavras e por meio de muitas orações, Agostinho se converteu em Milão no ano de 387, aos 33 anos. O texto que o levou a Jesus foi a exortação de Paulo: “Comportemo-nos com decência, como quem age à luz do dia, não em imoralidade sexual e depravação, não em desavença e inveja. Ao contrário, revistam-se do Senhor Jesus Cristo, e não fiquem premeditando como satisfazer os desejos da carne” (Rm 13.13,14). Agostinho foi batizado na Semana Santa daquele ano (25 de abril de 387) por Ambrósio, ordenado bispo de Milão 13 anos antes, a essa altura com 47 anos. Nesse mesmo ano, morreu Mônica, aos 65 anos. Ela bem poderia ter orado à semelhança de Simeão: “Agora podes despedir em paz a tua serva, pois os meus olhos já viram a salvação do meu filho Agostinho, depois de tanta oração por ele”.

Pouco depois de convertido, Agostinho voltou para o norte da África, fixando-se na importante cidade de Hipona (Hippo Regius), destruída pelos árabes no século sétimo. Ali foi ordenado sacerdote aos 37 anos e bispo aos 41. Morreu 35 anos depois, em 430, aos 76 anos. É conhecido como o maior teólogo da antiguidade. Deixou uma grande quantidade de livros, dos quais os mais conhecidos e lidos até hoje são as famosas “Confissões” e “A Cidade de Deus”. É de Agostinho a famosa declaração: “Porque nos fizeste, Senhor, para ti, nosso coração anda sempre inquieto enquanto não se tranquilize e descanse em ti”.

AGRADECIMENTO.


Concurso TopCatolicaNet

Parabéns, seu site ficou na 10º posição na categoria Religiosidade Popular (Santos, Nossa Senhora, etc...) do Concurso TopCatolicaNet.

Site registrado: http://mensageirodapazluizbq.blogspot.com

Abaixo está seu selo de premiação:


Atenciosamente

http://catolicanet.com